Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país

Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país


Levantamento da corretora de seguros online Minuto Seguros simulou preços médios das apólices para cinco capitais. Veja a diferença

Os valores dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.549 reais, valor médio do seguro do Novo Fox em Curitiba, e podem chegar a até 4.057 reais, preço médio do seguro do HR-V no Rio de Janeiro.

Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba).

Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, AIG, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro e Tokio Marine.

As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de fevereiro de 2017. Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país.

Fonte Exame
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/os-precos-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidos-do-pais-2/?utm_source=news-15-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=a53e5aa3e0-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_15&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-a53e5aa3e0-15123961

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Seguradora pode ficar isenta de pagar indenização para motorista alcoolizado

Já se encontra em caráter conclusivo e deve passar pelas comissões de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça, bem como de Cidadania, o Projeto de Lei 5.764/13, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO). De acordo com a proposta, as seguradoras ficarão isentas de indenizar segurados que estejam embriagados e causem acidentes de trânsito.

O Projeto também veda a indenização do seguro para pessoas com comprovada alteração da capacidade psicomotora em virtude do uso de drogas.

Segundo a Agência Câmara, a cláusula limitadora será incluída nos contratos de seguros de automóveis, mas não alcança as coberturas de responsabilidade civil, ou seja, relacionadas com danos a terceiros.

Para comprovação de alteração da capacidade psicomotora, o Projeto vai considerar vídeos, testes, exame clínico, perícia ou qualquer outro procedimento disciplinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Na avaliação de deputado Sandro Mabel, o objetivo é “induzir nossos motoristas a um comportamento mais humano no trânsito, punindo aqueles que, alcoolizados, venham a provocar acidentes, na medida em que os impede, se flagrados nessa situação, de se beneficiarem de indenizações contratadas junto à seguradora”.

Fonte CQCS – Pedro Duarte

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Qual o automóvel de 2014 e o valor do seu seguro?

O Volkswagen Golf passou na frente do Ford Focus, Peugeot 208, Renault Logan e Citroen C4 Louge, e foi eleito o automóvel de 2014 na 47ª edição do prêmio Carro do Ano, promovido pela revista Autoesporte.

O veículo é importado da Alemanha e com investimento a partir de R$ 67.990, o seguro para este carro pode variar de R$ 2.500,00 até R$ 8.000,00. Nessa linha, solicitamos a um corretor que cotasse o mesmo em cinco seguradoras distintas.

Traçamos o perfil de uma mulher, com 30 anos, solteira e que usaria o automóvel para lazer e trabalho.

Confira na tabela abaixo o valor e coberturas do Golf 1.6 2013/2014:

TABELA

É importante fazer sempre a cotação com um corretor de confiança e passar o perfil com todas as informações corretas, para que não haja mudanças de preço nem para mais ou para menos do que o valor real do prêmio. Além de possibilitar uma experiência saudável com a seguradora escolhida.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Competição em seguro de carro pode aumentar

Se por um lado melhora o resultado financeiro das seguradoras, o atual ciclo de alta da Selic traz de volta o risco de uma “guerra de preços” no segmento de automóvel, como ocorreu entre 2011 e meados de 2012, e causou estragos nos resultados das companhias. Executivos das principais seguradoras que atuam no ramo apontam, porém, que pressões inflacionárias devem reter a agressividade das áreas comerciais e manter os preços estáveis em 2014.

Do valor que as seguradoras recebem pelo seguro, uma parte é separada para constituir reservas para pagar indenizações. Esses recursos são aplicados no mercado financeiro e compõem o resultado financeiro, importante componente do resultado das seguradoras. Quando o retorno das aplicações cresce, abre espaço para uma folga no operacional, ou seja, para baixar o preço cobrado pela cobertura do seguro.

“Neste momento, enquanto ainda vemos competidores estrangeiros com apetite para crescimento (Mapfre junto com BB Seguridade; Liberty como um dos patrocinadores da Copa do Mundo), notamos que as taxas de juros voltaram a aumentar. Assim, com resultados financeiros potencialmente melhores, a concorrência pode se tornar mais uma vez mais feroz”, avaliam os analistas do Credit Suisse em relatório recente sobre o setor.

Eles lembram que, desde meados de 2012, a competição tem sido bastante racional, com as seguradoras nacionais e estrangeiras ajustando preços para cima com o objetivo de proteger suas margens em um cenário de juros muito mais baixos e, consequentemente, resultados financeiros menores.

Os analistas do J.P. Morgan vão na mesma linha e observam que a dinâmica competitiva recente tem se mostrado “excepcionalmente” boa. “Estimamos que taxas de referência [de juros] mais altas comecem a tentar as seguradoras a subscrever riscos com margens menores. Nesse sentido, esperamos que a concorrência aumente gradualmente nos próximos meses à medida que o resultado financeiro também melhore”, avaliam.

“Não acho razoável colocar a culpa da ‘guerra de preços’ no aumento dos juros”, diz Marcelo Picanço, diretor financeiro e de relações com investidores da Porto Seguro, líder do mercado de seguro de automóveis. Segundo ele, quedas deliberadas nos preços promovidas por algumas seguradoras ocorrem mais por motivos comerciais do que por razões financeiras. “O aumento dos juros possibilita uma redução técnica do preço.”

O mercado de seguro de automóveis tem uma característica cíclica, observam os analistas do Bradesco, que estimam que qualquer impacto potencial do aumento da concorrência pode ocorrer apenas no fim do próximo ano.

Segundo Picanço, da Porto, as margens do setor se expandem e se contraem dependendo do cenário, e no momento elas estão boas. “Elas podem cair em algum momento, pode ser em 2014, pode ser em 2015. O que buscamos é preservar a margem”, diz o executivo da Porto Seguro. Para ele, o aumento da percepção de risco de investidores estrangeiros sobre o país pode fazer com que as seguradoras de fora adotem uma postura mais “conservadora”. “Dizer em que momento essa percepção diminui e elas voltam a ser agressivas em preços é impossível.”

Tarcísio Godoy, diretor-geral da Bradesco Auto/RE, também pondera que o atual ciclo de alta da Selic vai ser muito mais “comportado” do que no passado, em torno de dois pontos percentuais, o que não justifica grandes mudanças nos modelos de precificação. “A alta de juros pode mais prejudicar do que beneficiar o setor, porque restringe a demanda por veículos novos e faz com que o crescimento da venda de seguros seja menor.”

Outra variável é o aumento do preço das peças e dos serviços de reparo. “Vemos a inflação na casa dos 6%, seria razoável pensar em aumento de preços do seguro. A melhora do resultado financeiro, porém, diminui a pressão de repasse para o cliente, que deve sentir um efeito positivo na renovação”, diz Jabis Alexandre, diretor de automóvel do grupo BB Mapfre, vice-líder do mercado.

Essa é uma variável importante para as seguradoras, considerando que 40% das indenizações pagas são para danos parciais, ou seja, para reparos e substituição de peças, segundo Rogério Hashimoto, diretor de automóveis da Zurich Seguros.

Os seguros de automóveis faturaram R$ 19,2 bilhões de janeiro a setembro, 20,5% a mais do que no mesmo período de 2012.

Fonte Revista Cobertura

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Seguro do carro pode variar mais de R$ 1.000 em um mesmo CEP

Simulação mostra que o valor do seguro para um mesmo CEP pode variar bastante entre diferentes seguradoras

A diferença entre os preços cobrados por diferentes seguradoras pelo seguro de um mesmo carro para uma mesma localização pode superar os mil reais. Isso é o que mostra uma simulação realizada pela corretora online de seguros Bidu para valores de seguros de carros na cidade de São Paulo .

Para efeito de comparação, foram cotados os preços de seguros para um mesmo perfil de cliente: um homem, de 40 anos, casado, com habilitação desde os 18 anos, que mora em apartamento e estaciona o carro na garagem, tanto em casa quanto no trabalho, que ficam distantes 25 quilômetros um do outro. O seguro é novo (não renovado) e contempla as coberturas mais comuns, como roubo, colisão e danos a terceiros.

O carro simulado foi um Fiat Mille , versão Fire Economy, ano 2012, motor 1.0 8v, com quatro portas, cujo preço é 20 mil reais.

Veja a seguir as diferenças de preços cobrados por três diferentes seguradoras para CEPs de 15 bairros de diferentes regiões da capital paulista. Para preservar as empresas, a corretora não quis divulgar seus nomes.

Fonte Exame
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Veja dicas de como economizar no seguro

Ajuda do corretor, características do perfil e grupos de afinidades podem reduzir o preço da apólice

Um dos custos mais impactantes na manutenção do carro ou da moto é o seguro. O valor anual pode se aproximar dos 10% do veículo. Há, contudo, algumas dicas para reduzir o preço da apólice. “O segurado tem de avaliar o quanto se expõe a riscos na hora de contratar o serviço.

O preenchimento do perfil é o primeiro passo para a mitigação de risco por parte da seguradora, o que pode trazer um diferencial positivo no preço”, explica o diretor técnico-atuarial da Bradesco Auto/RE, Saint Clair Pereira Lima.

Características como local de moradia e de trabalho, presença de condutores de até 25 anos na mesma residência e uso de garagem influenciam mais no preço do que a cobertura escolhida.

Para escolher o tipo de cobertura com melhor custo-benefício, entrar em contato com um corretor é importante. De acordo com o diretor da corretora Willis Brasil, Tiago Neves, esse profissional indicará um plano que reúna o respaldo que o segurado precisa, abrindo mão de alguns serviços que não são essenciais a seu perfil.

“Uma boa consultoria evitará que o cliente pague por coberturas que não precisa ou que compre planos insuficientes para o seu perfil”, explica o executivo.

Neves também aborda uma facilidade ainda pouco utilizada: planos a partir de grupos de afinidade. “Se a pessoa trabalha em alguma empresa ou pertence a uma associação de classe, por exemplo, ela deve verificar se tem à sua disposição um programa para funcionários ou associados”, recomenda o diretor. Em relação ao serviço contratado no varejo, a economia pode chegar a 40%.

MODO DE USAR

Outro item que alivia o bolso do segurado são as classes de bônus. O funcionamento é simples: quanto menos ocorrências, maior o desconto que o cliente tem na hora de renovar a proteção. Caso haja sinistro e o seguro seja acionado, perdem-se bônus.

Por isso, nem sempre vale a pena acionar o serviço. “Se o custo do conserto, retirando o valor da franquia, for menor que entre 20 a 30% do prêmio, usar o seguro é uma má ideia”, diz Neves. Ele exemplifica: caso o cliente possua uma franquia de R$ 2 mil e pague, anualmente, R$ 1.500 de prêmio, só é interessante acionar o seguro caso o orçamento para um reparo supere os R$ 2.450.

Diretor executivo da Allianz Seguros, Pedro Pimenta ressalta que, mesmo em serviços sem acionar a franquia, reparar o carro em oficina credenciada pela seguradora é importante. Em alguns casos, rendem descontos e outras facilidades ao cliente.

Verifique também se o plano oferece descontos em estacionamentos. Nesse caso, além de economizar com esse serviço, o cliente ajuda a não expor o carro a sinistros.

Outra forma de economizar é utilizar os serviços paralelos que as seguradoras oferecem, como consertos domésticos ou descontos em estacionamentos. Além de evitar gastos extras, esses serviços – como no caso dos estacionamentos – podem ajudar a não expor o veículo ao risco e diminuir as chances de um sinistro.

O QUE VALE

  • Procurar um corretor
  • Utilizar equipamentos de segurança (alarme, rastreador) no carro
  • Parar o veículo somente em garagens e estacionamentos
  • Utilizar serviços previstos na apólice para reparos em imóveis
  • Analisar se vale a pena acionar seguro para pequenos reparos no automóvel

O QUE NÃO VALE

  • Mentir no perfil
  • Aumentar em demasia o valor da franquia
  • Contratar coberturas pouco abrangentes
  • Promover alterações mecânicas no veículo
  • Trocar de seguradora com frequência

Fonte Jornal do Carro
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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