Mulheres têm produção maior que homens na Porto Seguro

Mulheres têm produção maior que homens na Porto Seguro

No dia internacional das mulheres, o Sincor-SP fez uma homenagem por intermédio das corretoras. A entidade reuniu cerca de 300 mulheres no Villa Country, um espaço de shows e eventos da cidade.

Alexandre Camilo, presidente do Sincor-SP, e a diretoria preparou uma tarde onde as corretoras pudessem ter um dia de congraçamento. Ele destacou que a mulher tem ganhado espaço de destaque junto ao consumidor e à instituição seguro seja nas seguradoras ou corretoras. “Cabe ao Sincor-SP exaltar o papel que a mulher vem cumprindo na sociedade e, principalmente, à corretora que ajuda a divulgar a proteção do seguro”, afirmou.

Boris Ber, vice-presidente da entidade, destacou que o bonito do evento, além da homenagem às mulheres, é o clima de congraçamento. “Corretor de seguros é a única profissão em que os concorrentes fazem confraternização, trocam informações, isso não acontece em outras profissões”, diz ele.

Simone Martins, vice-presidente do Sincor-SP, e única mulher na diretoria, destacou a importância da mulher no mercado segurador e seu orgulho em participar dele. “A mulher vem tendo um destaque no mercado de seguros. Fico lisonjeada por representar a mulher na executiva do Sincor-SP e me orgulho bastante de ser corretora”, destacou.

Raquel Gomes, da Comissão Feminina da entidade, afirmou que há uma busca diária pela igualdade de direitos e o reforço do papel da mulher no mercado de seguros.

Das corretoras presentes, muitas vieram de cidades do interior, das regionais do Sincor-SP, como Piracicaba, Ribeirão Preto, entre outras.

A mulher no mercado de trabalho

O presidente da Porto Seguro, Fábio Luchetti, esteve presente no evento falando sobre o potencial da mulher no mercado de seguros. Apresentando dados e estudos, ele disse que a mulher é o equilíbrio da família e da sociedade. “Há muito mais mulheres ativas na sociedade do que mostram as estatísticas”, afirmou.

Luchetti lembrou que hoje muitas mulheres deixam de trabalhar para cuidar dos filhos ou dos pais idosos. “Infelizmente vivemos em um país que não está preparado para proporcionar uma velhice amparada”, analisou. Ele citou ainda o fato de que a mídia, na maior parte das vezes, não contribui para desconstrução de estereótipos.

Para o presidente da Porto Seguro, a característica feminina de conciliar diversas áreas da vida é uma vantagem profissional para as mulheres. “Hoje as coisas acontecem ao mesmo tempo. Se hoje trabalhamos até os 60/65 anos de idade, viveremos até os 90 e precisaremos encontrar formas diferentes de trabalhar para ter nosso sustento”, disse.

Ele destacou ainda que as mulheres têm um viés mais ético e são mais confiáveis para negociar. Ele revelou ainda que na Porto Seguro, as corretoras tem uma produção 20% maior que os homens. “Isso não quer dizer que devemos pagar uma comissão maior a elas” brincou. Luchetti disse ainda que na seguradora que dirige, a maior taxa de renovação está com elas. Por isso, ele sugeriu que o Sincor-SP desenvolva um projeto especial que estimule a formação de um número maior de mulheres corretoras de seguros.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/mulheres-tem-producao-maior-que-homens-na-porto-seguro/?utm_source=news-09-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=2ab74af7d9-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_09&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-2ab74af7d9-15123961

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Seguros – Se meios remotos serão ferramenta ou canal, caberá ao mercado definir

Até então restrita ao microsseguro, a venda por meios remotos, como internet, celular e televisão a cabo, foi ampliada para todos os seguros pela Resolução 294/13 do Conselho Nacional de Seguros (CNSP). Para analisar o impacto dessa medida sobre a comercialização de seguros, o CVG-SP convidou para o seu tradicional almoço mensal, no último dia 30 de outubro, no Terraço Itália, os representantes de duas categorias do setor. Pelo lado do segurador, Eugênio L. Velasques, presidente da Comissão de Microsseguro da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), e, pelo lado do corretor de seguros, Mário Sérgio de Almeida Santos, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP).

Em abordagens distintas sobre o tema, mas não necessariamente divergentes, os dois palestrantes manifestaram a preocupação comum da necessidade de adequação do mercado à nova realidade. Para Velasques, não se pode negar a tendência de venda de seguros por meios não presenciais. Porém, se esses meios serão usados pelo corretor de seguros para oferecer produtos aos seus clientes ou se funcionarão como canal independente de venda ao consumidor, ele acredita que caberá ao próprio mercado definir. A seu ver, seguradoras e corretores terão de estabelecer se os meios remotos serão ferramenta ou canal.

Já Mário Sergio enfocou a questão pelo lado da formação do corretor de microsseguros, que, para seu espanto, é realizada em curso de apenas 30 horas. Ele alertou para os riscos dessa incipiente formação profissional tanto para imagem do seguro perante o consumidor, como para a concorrência com os corretores habilitados. Em sua opinião, a tendência é que os corretores de microsseguro vendam outros tipos de seguros para aumentarem seus rendimentos.

“Tecnologia não é inimiga”

Se, atualmente, o mercado de seguros ainda não consegue mensurar o impacto do uso de meios remotos, o exemplo de outros segmentos que já enfrentaram esse desafio pode ser útil. Velasques trouxe o caso do segmento de turismo nos Estados Unidos, no qual uma das maiores agências, a Travelocity, se tornou um case de sucesso ao aderir à venda de passagens e hospedagem pela internet ao mesmo tempo em que reposicionou seus agentes como consultores. A façanha foi obra do empresário Terry Jones, gestor da Travelocity desde 1996, que percebeu a necessidade de reagir contra o decréscimo de 35% no número de agentes entre 1996 e 2010, período em que internet se consolidava como canal de vendas.

Segundo Velasques, Jones identificou a existência de uma parcela de clientes que não se importava em pagar pelo serviço de assessoria, desde que tivesse comodidade, conveniência e preço. “O mercado teve de ser exigente e o canal teve de se especializar em função disso. Hoje existem mais consultores de turismo do que os vendedores de pacotes do passado”, disse. Atualmente, a Travelocity é a sexta agência de turismo nos Estados Unidos e a segunda online.

Outro exemplo apresentado por Velasques foram as previsões de um corretor de seguros – um “visionário”, em sua opinião – que, talvez, possam ajudar a decifrar o futuro do uso de meios remotos no seguro, ao menos para os que atuam na comercialização. O corretor em questão é Alexandre Mantovani, diretor de Tecnologia do Sincor-SP, que acredita na completa transformação da forma de negócio da corretagem pela incorporação de tecnologias.

Segundo Velasques, Mantovani distinguiu o uso de meios remotos entre ferramenta e canal. Por enquanto, esses meios ainda são ferramentas para o setor, caso, por exemplo, do uso de senhas para acesso a serviços de saúde, inclusão de dependentes, emissão de segunda via de apólice etc. Mas nada impede que os meios remotos assumam a condição de canal. “Se não formos hábeis em usar essas ferramentas, elas se tornarão canal para alguém”, disse Velasques.

Do lado do segurador, ele garantiu que o desejo é que o corretor continue a desempenhar a função de intermediário na venda de seguros. Essa disposição foi demonstrada, segundo ele, desde que as seguradoras passaram a terceirizar para o corretor diversos serviços administrativos. “O mercado bancário também terceirizou seus serviços, mas para o usuário, por meio dos terminais ATM”, comparou.

No caso da Bradesco Seguros, na qual é diretor, Velasques comentou que já foi aprovada a tecnologia desenvolvida pela Vayon para a venda de microsseguro por celular. Outra iniciativa para expandir as vendas foi formar 550 correspondentes bancários, do quadro de 46 mil que a Bradesco dispõe, em corretores de seguros. “Optamos pelo modelo de formar corretores de seguros em vez de microsseguros, para que eles possam no futuro vender todo o portfólio de produtos”, explicou.

Caso os 220 mil correspondentes bancários que existem no país desejem seguir pelo mesmo caminho, Velasques acredita que o efeito positivo será triplicar a categoria, fortalecendo a base dos sindicatos estaduais da categoria. Por fim, ele concluiu que “a tecnologia não é uma inimiga se nos prepararmos e adequarmos para essa realidade”.

Formação fraca

O presidente do Sincor-SP não questiona a inevitabilidade da internet. Porém, preocupa-se em saber quem está atrás de uma ATM, por exemplo, e de que forma as dúvida do consumidor sobre seguros são esclarecidas. “O sindicato dos corretores está preocupado porque entende que o corretor não é o único canal, mas é o melhor, e assim quer ser lembrado pelo consumidor”, disse. É por esse motivo que Mário Sérgio também se preocupa com a fraca formação dos corretores de microsseguros, cuja carga horária é de apenas 30 horas.

“O microsseguro não deixa de ser um seguro. Se o microsseguro for denegrido irá respingar no seguro, que é uma coisa muito séria. Não podemos deixar que sua distribuição seja feita por pessoas não especializadas, que não tenham o mínimo de formação acadêmica”, disse. Mário Sérgio também é contra qualquer restrição aos corretores na venda do produto. “O microsseguro precisa estar disponível para todos, desde o pequeno até os grandes corretores, porque a capilaridade do corretor é que fará esse produto ter volume e respeitabilidade no mercado”, disse.

O dirigente questionou, inclusive, a conceituação de público-alvo do microsseguro, que, a seu ver, não deve incluir os indivíduos que possuem, por exemplo, modernos aparelhos de celular ou de televisão. “Para estes existe o seguro de baixa renda, que tem muito potencial, mas não é microsseguro”, ponderou. Ele também manifestou sua preocupação com a concorrência dos corretores de microsseguro. “Não enxergo este corretor como de microsseguro, porque ele será obrigado a vender todos os seguros para poder ter renda suficiente”, disse. Concluindo, o presidente do Sincor-SP reafirmou sua crença no avanço dos meios remotos. “A internet vem muito forte e se não nos aliarmos a ela seremos passados para trás”, disse.

Homenagem

No encerramento do evento, o presidente do CVG-SP, Dilmo Bantim Moreira, entregou uma placa a ambos os palestrantes como homenagem da entidade.

Registro Autoridades presentes: Sonia Regina G. Ribas da Costa (Gerente Regional) e Maria Helena Monteiro (Diretora de Ensino Técnico), ambas da Escola Nacional de Seguros, e o fundador do CVG-SP, Silvio Nececkaite Sant Anna. Imprensa presente: Crislaine Cambui e Pedro Duarte (CQCS); Márcia Alves (CVG Notícias); Thais Ruco (Rede ICP Seguros); João Carlos Labruna e Maurício Dias (Revista Segurador Brasil); Francisco Pantoja e Amanda Cruz (Revista Apólice); Paulo Kato e Camila Alcova (Revista Cobertura); André Pena (Revista Seguro Total) e Camila Correia (JCS).

Fonte CVG-SP
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Qual o papel do corretor diante das vendas não presenciais?

Durante o evento do CVG-SP, realizado na última terça-feira (30/10), o tema “Microsseguro – Contratações por Meios Não Presenciais”, criou um ambiente de debate e discussões construtivas entre os participantes. Para palestrar, foram convidados o presidente da Comissão de Microsseguros e Seguros Populares da CNseg, Eugênio Velasques e o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio, que pontuaram pensamentos distintos sobre o assunto.

Para Velasques, os produtos mais simples, podem ser comercializados até mesmo através das máquinas. Já para Mário Sério, existe a preocupação em saber quem estará atrás desse equipamento, orientando o consumidor de microsseguro.

“Temos que analisar a característica do produto a ser vendido. Não faz sentido, por exemplo, oferecer um Seguro Viagem ao consumidor através da ATM (Automatic Teller Machine), no momento em que ele vai sacar dinheiro. Porém, se ele for comprar uma passagem num terminal aéreo, ou num site de viagem, poderá aparecer certamente o oferecimento deste seguro”, ressalta Velasques.

Mas qual o papel do corretor nesta venda? De acordo com Velasques, o corretor pode participar diretamente, mas corre o risco de ficar de fora. “Esse é o mercado que ele vai ter que lutar para comercializar. A mesma coisa que acontece no varejo hoje, todos os pontos de venda de varejo, tem um corretor trabalhando com a gente. Se ele não tomar conta desse mercado, alguém vai tomar”, frisa.

Em contrapartida, Mario Sergio se opõe ao fato de ser criado o corretor de microsseguro para comercialização desta modalidade. “Esse profissional poderia ser mais bem capacitado. Criar o corretor de microsseguro para que? Se nós já temos profissionais em quantidade suficiente. Vamos estimular que tenham mais corretores com formação completa, que realmente vai levar ao consumidor uma melhor proposta, melhor condição, não só no preço, mas nas condições gerais do serviço”.

Ele confessa ainda, estar preocupado com o fato do microsseguro ser oferecido como seguros, por pessoas não especializadas. “No final das contas, esse profissional intitulado corretor de microsseguro, vai acabar vendendo outros produtos, seja o Vida, Saúde, Automóvel. E com certeza vai vender mal, porque ele não foi preparado para isso”, conclui.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Sincor-RS tem novo presidente

Após alguns dias de disputa, na última quarta-feira (30/10) o novo presidente do Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), foi escolhido. Com 70% dos votos, Ricardo Pansera seguirá a frente da instituição pelo próximo triênio (2014-2017).

“Nós da “Chapa 1 Sincor Melhor” formamos uma equipe de muita qualidade, unindo a experiência e os novos talentos, para seguirmos a jornada de crescimento que o Sindicato precisa e merece”, destaca Pansera.

Sobre suas expectativas frente à nova gestão ele destacou que a comissão que é composta por quatorze representantes do mercado, já vem criando alguns planos de ação a fim de promover o crescimento da classe.

“Estaremos comprometidos em fazer o que é necessário para que a nossa classe cresça cada vez mais, investindo em qualificação”.

Para encerrar ele Ricardo deixou uma mensagem. “Quero, junto com essa equipe maravilhosa, agradecer a você corretor pelo teu carinho e pelo teu fundamental apoio. Juntos, vamos caminhar rumo a um Sincor melhor para todos nós”, conclui.

Fonte CQCS – Irani Nogueira

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