Funcionário de corretora é autorizado a fechar contrato?

Foi veiculado através da área Debate Seguro do CQCS, um questionamento sobre o exercício de fechamento de contrato por funcionários de corretoras de seguros, sem a devida regularidade pela Susep. Neste sentido a comunidade foi em busca da opinião de quem entende do assunto: os corretores de seguros. E os mesmos não foram de acordo com a atividade.

Para o corretor Flávio Antonio Mueller da Muller Corretora de Seguros, essa prática é ilegal. “O corretor de seguros é habilitado para exercer a profissão. A habilitação é intransferível. Portanto se existe essa prática, ela está totalmente fora da legalidade”, afirma. E completa, “funcionário pode atender, mas não pode fechar seguro”.

O corretor Rodrigo Dill da Proterisk Corretora de Seguros compartilhou da opinião e completou, “é importante que todos aqueles que trabalham em corretoras, entendam sobre seguro, por isso é importante obter uma certificação técnica. Porém todos aqueles que fecham o contrato de seguro necessitam do registro da Susep, pois só assim o contrato terá validade jurídica”, conclui.

De acordo com a Lei 4594/64 que regulamenta a profissão do corretor de seguros no 2º Art., o exercício da profissão de corretor de seguros depende da prévia obtenção do título de habilitação, o qual é concedido pelo Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização.

Para saber mais sobre a Lei que regula a profissão do corretor de seguros, acesse: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4594.htm

Fonte CQCS – Irani Nogueira

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Corretor não associado ao Sincor é obrigado a pagar a contribuição Sindical?

Os corretores de seguros independente de estarem ou não associados ao Sincor tem que pagar a Contribuição Sindical. Como explica a Fenacor através de sua assessoria.

“Não existe diferenciação ao fato do corretor de seguros estar ou não associado ao Sincor de sua base territorial. A Contribuição Sindical tem natureza jurídica de tributo, haja vista que 20% (vinte por cento) de sua arrecadação é destinada ao Governo Federal, no caso Ministério do Trabalho e Emprego, além de integrar os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)”, ressalta.

Para realizar o pagamento do tributo, o corretor pessoa jurídica precisa ir ao sindicato de seu estado para imprimir a guia de recolhimento e efetuar o pagamento até o dia 31 de janeiro, e o corretor pessoa física até 28 de fevereiro, como afirma o presidente do Sincor-DF, Dorival Alves.

“O pagamento pode ser efetuado em qualquer agência bancária”, acrescenta. Porém, vale destacar que o pagamento das Contribuições Sindicais em atraso, será feito somente nas Agências da Caixa Econômica Federal.

Atitude vantajosa

Segundo a Fenacor, a vantagem de estar em dias com a contribuição está evidenciada nos dispositivos da CLT, haja vista que 80% (oitenta por cento) da arrecadação da Contribuição Sindical são destinados ao custeio do sistema confederativo da categoria representada.

“Além dos vários benefícios oferecidos pelos Sincor’s, estes representam os interesses individuais e coletivos dos corretores de seguros, além de outras atividades finalísticas contidas em Estatuto Social”, completa.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Seguradora pode ficar isenta de pagar indenização para motorista alcoolizado

Já se encontra em caráter conclusivo e deve passar pelas comissões de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça, bem como de Cidadania, o Projeto de Lei 5.764/13, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO). De acordo com a proposta, as seguradoras ficarão isentas de indenizar segurados que estejam embriagados e causem acidentes de trânsito.

O Projeto também veda a indenização do seguro para pessoas com comprovada alteração da capacidade psicomotora em virtude do uso de drogas.

Segundo a Agência Câmara, a cláusula limitadora será incluída nos contratos de seguros de automóveis, mas não alcança as coberturas de responsabilidade civil, ou seja, relacionadas com danos a terceiros.

Para comprovação de alteração da capacidade psicomotora, o Projeto vai considerar vídeos, testes, exame clínico, perícia ou qualquer outro procedimento disciplinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Na avaliação de deputado Sandro Mabel, o objetivo é “induzir nossos motoristas a um comportamento mais humano no trânsito, punindo aqueles que, alcoolizados, venham a provocar acidentes, na medida em que os impede, se flagrados nessa situação, de se beneficiarem de indenizações contratadas junto à seguradora”.

Fonte CQCS – Pedro Duarte

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Corretor poderá ter comissão retida

Os corretores de seguros (pessoas físicas e jurídicas) que não estiverem em dia com o recolhimento do Imposto Sindical terão suas comissões de corretagem retidas pelas seguradoras até a regularização da pendência.

Com datas de pagamento estabelecidas para 31 de janeiro e 28 de fevereiro, para pessoa jurídica e física, respectivamente, o corretor que não fizer sua contribuição poderá ter problemas na produção e colocação de seguros junto à seguradora ou seguradoras com as quais trabalha, como explica a Fenacor através de sua assessoria.

“A Circular SUSEP nº 447/12, estabelece que as empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização e previdência complementar aberta e resseguros, deverão exigir a comprovação do recolhimento da contribuição sindical, antigo imposto sindical, que é compulsória”, destaca.

Vale ressaltar, que qualquer pendência em relação ao não pagamento da Contribuição Sindical, nos prazos legais, o corretor de seguros deverá providenciar primeiro o adimplemento da obrigação e depois regularizar sua situação junto às empresas para as quais opera, “visando o restabelecimento da colocação de sua produção”, afirma a entidade.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Você sabe para que serve e quando contratar o seguro Prestamista?

O objetivo desta modalidade de seguro é garantir a quitação de uma dívida do segurado, no caso de sua morte ou invalidez ou até mesmo desemprego involuntário

O seguro prestamista tem por objetivo garantir a quitação de uma dívida do segurado, no caso de sua morte ou invalidez ou até mesmo desemprego involuntário. O primeiro beneficiário deste tipo de seguro, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. O segurado contará com a tranquilidade de ter a sua dívida quitada, caso aconteça algum imprevisto.

Para a instituição que concede o crédito, o seguro prestamista é uma garantia de que a inadimplência poderá ser evitada, no caso de morte ou invalidez ou desemprego do segurado.

Para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de algum bem adquirido. Essa modalidade de seguro surgiu para garantir proteção adicional àqueles que têm prestações para pagar.

O seguro prestamista é uma garantia de que a inadimplência poderá ser evitada

Os compromissos financeiros assumidos podem ser afetados por imprevistos, como falecimento, perda involuntária do emprego ou incapacidade para exercer funções, mesmo que temporariamente, impedindo que a pessoa mantenha o pagamento de algumas prestações ou mensalidades.

É bom lembrar também que, na hipótese de o segurado falecer ou ficar inválido e ter contratado um seguro com garantia de pagamento superior à dívida contraída, esta será quitada com a instituição financeira ou empresa que concedeu o crédito ou o empréstimo.

A diferença entre o valor pago da dívida e o da indenização contratada será paga ao beneficiário que o segurado indicar ou a ele próprio, no caso de invalidez. Exemplos:

• Você contraiu um empréstimo de R$ 5 mil e contratou um seguro prestamista para garantir exatamente o valor dessa dívida. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou o empréstimo.

• Você contraiu um empréstimo de R$ 5 mil e contratou um seguro prestamista com cobertura para um capital de R$ 15 mil. Ocorrendo um sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário que você indicou na apólice, podendo ser você mesmo, conforme o sinistro.

Para que serve o seguro prestamista?

Por se tratar de uma modalidade de seguro de vida em grupo, garante a liquidação da dívida do segurado ou o pagamento de um determinado número de parcelas, dependendo do contrato, na hipótese de morte, invalidez, desemprego involuntário e perda de renda do autônomo. \

Veja alguns exemplos nos quais o seguro prestamista pode ser utilizado:

• empréstimos junto a financeiras e bancos;

• cheque especial de bancos;

• cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão);

• consórcios;

• financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e

• empréstimos com pagamento consignado em folha.

A proteção financeira para a quitação do saldo da dívida ou de um determinado número de parcelas, caso aconteça algum imprevisto, oferece vantagens para consumidores e empresas.

Para as empresas, é instrumento auxiliar na redução da inadimplência, e para os familiares de quem contraiu o empréstimo, é garantia de manutenção do patrimônio adquirido. Essas são as principais características desse seguro – até há pouco tempo quase inexplorado no Brasil – que, aliadas à inserção da população de menor poder de compra no mercado de consumo, promoveram seu crescimento nos últimos anos.

O consumidor não compra o seguro prestamista diretamente com a seguradora, mas se a loja ou financeira tiver parceria com uma companhia de seguros, o comprador terá a opção de contratá-lo.

Além de trabalhar junto com redes varejistas e financeiras para a venda de seguro prestamista, as seguradoras firmam parcerias com bancos para a oferta do produto atrelado ao crédito consignado. Por outro lado, a expansão do crédito no Brasil e, em especial, do crédito consignado, nos últimos anos, contribuiu de forma preponderante para o crescimento deste ramo de seguro. Entre 2003 e 2010, o faturamento do seguro prestamista saltou de R$ 227,5 milhões para R$ 3,4 bilhões – com crescimento de 1.300%.

A expectativa é de que esse tipo de seguro continue em expansão, pois se tornou uma prática consolidada nas instituições de crédito.

Tudo Sobre Seguros destaca como você pode preservar os bens que comprou com financiamento e garantir a concessão de crédito para suas compras.

Como eu contrato um seguro prestamista?

Você não fecha o contrato diretamente com a seguradora. Se a loja na qual você comprou um produto tiver parceria com alguma seguradora, existe a opção do seguro. A maioria das lojas que vendem a crédito oferece essa garantia no ato da compra financiada.

Vale lembrar que financeiras e bancos também ofertam o seguro prestamista nas operações de crédito. O seguro prestamista também pode ser contratado para garantir um valor acima da dívida contraída. Na hipótese de ocorrer um dos riscos previstos na apólice, a dívida será integralmente quitada com o credor e o saldo remanescente pago ao beneficiário indicado pelo segurado. As modalidades do seguro prestamista são variadas, desenhadas de acordo com as características de cada contrato de crédito. Mas atenção! De maneira alguma serão quitadas parcelas vencidas em atraso.

Em geral, a garantia é de pagamento de três a seis prestações, nos casos de perda involuntária de emprego ou incapacidade, mesmo que temporária, para exercer algumas atividades. Porém, nos casos de falecimento, ou invalidez total permanente por acidente, o seguro prestamista costuma prever garantia de quitação total da dívida. Ao aceitar a cobertura do seguro prestamista, você vai pagar o valor do seguro todos os meses, junto com a prestação ou parcela do financiamento. Dessa forma, o preço do seguro é diluído nas prestações ou mensalidades e não pesa no bolso.

Quanto custa?

O valor do seguro prestamista varia muito de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a idade do segurado. Ou seja, há diferenças entre os seguros para um liquidificador e para uma moto, como também no pagamento de um seguro de uma dívida de três meses e no de outra de 36 meses, ou se o segurado tem 25 ou 70 anos de idade.

Como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes de uma mesma loja, por exemplo, é possível ter um custo bastante reduzido por segurado/cliente. De uma maneira geral, é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo.

A ampla rede de distribuição das empresas varejistas e concessionárias de serviços públicos, entre outros conglomerados do gênero, permite custos menores do seguro prestamista. Hoje, esses canais de venda pulverizada são tão eficientes como os bancos, porque aproveitam o fortalecimento da renda das classes C, D e E, que ocorreu nos últimos anos, para oferecer vários produtos financeiros que antes não eram consumidos por esse segmento da população.

Como em qualquer seguro, o custo está diretamente relacionado ao risco. Assim, um seguro prestamista de tomadores de empréstimos de uma instituição que contrata com a seguradora uma apólice sem limite de idade para adesão será mais caro que um seguro de uma instituição que limita a idade de empréstimos a 70 anos de idade, por exemplo.

Na média geral do mercado, atualmente, o índice de sinistralidade desta modalidade de seguro situa-se em torno de 25%, o que significa que para cada R$ 1,00 que a seguradora recebe ela tem que pagar indenizações de R$ 0,25. O índice é muito inferior ao de outros tipos de seguros, como o de automóveis, que chega a R$ 0,70, em idêntica proporção.

Como surgiu o seguro prestamista?

A necessidade de as instituições de crédito transferirem o risco de sua atividade fim para uma seguradora foi determinante para a criação do seguro prestamista, da mesma forma que motivações semelhantes estão na origem de todos os tipos de seguro. O termo “prestamista” é definido como a pessoa que empresta a juros. Inicialmente, teria sido usado para definir quem vende a prestação.

Dessa forma, o seguro prestamista surgiu para proteger quem vende a crédito, numa definição ampla, que engloba desde quem empresta dinheiro, passando por quem vende um bem financiado, até quem administra os recursos de um grupo, como os consórcios. No Brasil, este seguro teve grande procura nos anos 1970 e 1980, na fase áurea dos consórcios de veículos. Depois foi incorporado aos financiamentos imobiliários, com o nome de MIP – Morte e Invalidez Permanente.

O grande destaque, contudo, ocorreu na fase posterior ao Plano Real (de 1994 em diante), impulsionado pelos financiamentos de veículos e, mais recentemente, pela explosão do crédito consignado. Ante a sua boa aceitação e demanda crescente, o seguro prestamista apresenta diversificações de uso. Por exemplo, uma concessionária de energia elétrica começou a oferecer a seus clientes a contratação de um seguro que garante, por alguns meses, o pagamento da conta de luz, caso ocorra algum imprevisto com o titular, além de cobertura contra riscos de danos residenciais causados por incêndio, raio e explosão.

O “pacote” inclui, ainda, um sorteio mensal de prêmios em dinheiro vivo (em espécie). Os bancos, por sua vez, oferecem o seguro prestamista para operações de crédito consignado e para o cheque especial, entre outros produtos. Nos empréstimos consignados, a apólice geralmente não inclui cobertura para perda de emprego ou renda, já que esse tipo de empréstimo é feito por funcionários públicos ou aposentados.

Se eu atrasar a prestação, o seguro paga?

O seguro prestamista foi desenvolvido para garantir a sua proteção para o risco de pagamentos atrasados (inadimplência) em caso de desemprego involuntário, de incapacidade (mesmo que temporária) para exercer suas atividades, de falecimento ou de invalidez. Dessa forma, a instituição financeira que concedeu o crédito irá receber do seguro o valor da prestação em atraso.

Em que situações o seguro não garante o pagamento de dívidas do segurado?

Existem algumas situações nas quais o risco de inadimplência está excluído. Por exemplo, se você aderir a um programa de demissão incentivada não terá direito à cobertura do seguro. Em relação à incapacidade física de exercer suas atividades, mesmo que temporariamente, você também não terá direito à cobertura do seguro se o afastamento for ocasionado por doença preexistente. No caso de ser uma consumidora, o mesmo critério se aplica em casos de parto ou aborto.

Fonte Infomoney
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Brasil não tem seguro residencial contra enchente

Para seguradoras, serviço é “inviável”; há apenas cobertura contra granizo, vendaval e raio

A lavradora Ernísia da Penha, de 41 anos, viveu um verdadeiro pesadelo em 21 de dezembro do ano passado — poucos dias antes do Natal. Uma forte tempestade de verão atingiu a cidade de Santa Tereza, no Espírito Santo, e um deslizamento de terra destruiu sua casa e seu carro.

Enchentes na região são bastante frequentes por conta dos rios que rodeiam a cidade. No entanto, o acidente foi o primeiro que atingiu a casa de Ernísia. A família Penha foi supreendida na manhã daquele sábado, conta a lavradora.

“Perdi guarda-roupa, sofá, rack e tive o carro bastante danificado. Contrataria um seguro residencial contra esse tipo de ocorrência, mas infelizmente não existe”, destaca Ernísia, que teve de chamar um pedreiro para reformar a garagem de sua casa, destruída pelas árvores que caíram durante o deslizamento.

Os problemas gerados em acidentes como o de Ernísia poderiam ser amenizados com um seguro residencial que cobrisse enchente e deslizamento de terra. Esse tipo de apólice, contudo, não é oferecido porque é “inviável” para as seguradoras, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg).

Os contratos mais completos englobam apenas chuvas com granizos, queda de raios e vendavais — casos em que a probabilidade de ocorrência é incalculável.

De acordo com Luiz Pomarole, vice-presidente da confederação que representa as seguradoras, essas coberturas não são oferecidas porque, na maioria das vezes, o risco é maior. Além disso, o custo seria alto e o serviço só seria contratado por moradores que realmente estão expostos a esse tipo de situação.

“O morador deveria ter preocupação com o local onde ele constrói sua casa. É necessário outro tipo de investimento [como reforma ou mudança], não a contratação de um seguro”, justifica Pomarole.

Casos excepcionais

A Liberty, por exemplo, oferece seguro contra enchente apenas em casos excepcionais, como uma casa que tem baixíssimo risco de ser alagada e, inesperadamente, sofre o acidente. Caso contrário, a cobertura não é oferecida em nenhuma de suas apólices.

“Quem procura seguro contra enchente é apenas quem precisa. Estamos vendo uma política extensiva para esses casos, mas é difícil a apólice ter um custo acessível para todos os consumidores. O gasto para a empresa seria maior que a arrecadação”, destaca Vilma Monteiro, gerente de seguros residenciais da Liberty Seguros.

Na Porto Seguro, a cobertura contra enchente não é oferecida nem em casos excepcionais. Nos contratos mais completos, são oferecidas apenas apólices contra granizo, vendaval e raio.

“É difícil quando o contrato de seguro não tem essa garantia. Por outro lado, se a água entrar no imóvel por conta de vendaval ou outro evento que possa gerar a situação e o consumidor tiver a garantia, deve receber da seguradora”, explica o especialista.

No caso de a seguradora oferecer uma cobertura contra enchente apenas em caso de exceção, o consumidor que se sentir lesado pode acionar a Justiça, afirma a advogada Ana Rita Petraroli, especiasta em seguros.

“Em geral, não há nada que vete a cláusula da exceção, uma vez que ela oferece uma oportunidade a mais para o segurado ser restituído. No entanto, ela é bem arriscada, uma vez que pode beneficiar um, em detrimento de outro”, explica Ana Rita.

Alguns municípios oferecem uma compensação às vítimas de enchentes. Na cidade de São Paulo, moradores que forem atingidos pelas enchentes têm isenção no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) no ano seguinte à ocorrência, segundo a Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico. Na cidade do Rio de Janeiro, o benefício não é oferecido.

Perda irreparável

Se tivesse a opção de contratar um seguro residencial, a confeiteira Larissa Castilho, de 32 anos, não teria de arcar sozinha com o prejuízo de ter perdido todos os móveis, eletrodomésticos e encomendas que havia produzido para o fim de ano na enchente que atingiu sua casa em dezembro de 2013, no Acari, Rio de Janeiro.

“Só de material para produzir meus doces eu perdi R$ 1,5 mil. Recebi doações de amigos e de igrejas para conseguir comprar, pelo menos, micro-ondas e fogão para trabalhar”, recorda Larissa, dona da empresa Doces da Lara.

Até as bonecas de sua filha, Isabella, de 5 anos, foram perdidas na enchente. A água, segundo a confeiteira, atingiu 1,5m. “Graças a Deus tenho meu trabalho para conquistar tudo de novo. Se fosse depender de seguradoras ou do governo para me recuperar, não conseguiria”, afirma Larissa.

São esses os sinistros que têm maior ocorrência no período de verão, afirma Edson Frizzarim, diretor de ramos elementares da Porto Seguro. “Há um aumento de pelo menos 30% na ocorrência de sinistros de danos elétricos e vendavais, principalmente nos Estados das regiões Sul e Sudeste”, calcula o executivo.

Para Antonio Penteado Mendonça, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA) e advogado especialista em mercado segurador, o consumidor tem o direito de entrar com recurso contra a seguradora, caso ela não cubra um acidente com enchente ou deslizamento. As chances de sucesso, contudo, são pequenas.

Fonte IG – Patrícia Basilio
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Saiba como verificar certidões de regularidade de seguradoras e corretores

A Certidão de Regularidade demonstra a situação de seguradoras e corretores perante a Susep. Já a Certidão de Administradores informa quais são os diretores das companhias homologados pela autarquia. Os dois documentos podem ser acessados pela internet e estão disponíveis para consultas publicas.

Para obtê-los, o interessado deve entrar no site www.susep.gov.br, onde encontrará o link “Serviços ao Cidadão”. Depois, basta clicar em “Emissão de Certidões”.

Em seguida, no campo destinado à pesquisa, deve-se digitar o nome da seguradora. O passo seguinte é clicar em “Consultar”. A Susep informa que a busca pode ser feita apenas com parte do nome e também por CNPJ. Pela segunda opção, devem ser digitados somente os números (sem os pontos, traços e a barra).

O resultado deve ser apresentado com uma lista com os nomes das empresas encontradas. Ao clicar no link desejado, a respectiva certidão será aberta em uma nova janela.

Já no caso de pesquisa sobre corretores, todo o processo e modelo de resultados são idênticos aos já mencionados. Segundo a Susep, o sistema funciona também com apenas uma parte do nome do profissional, a partir do link “Clique Aqui para Emitir a Certidão de Corretores”. O levantamento pode ser realizado ainda por meio do “Código Susep”.

Fonte CQCS – Pedro Duarte

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Corretor de seguros está em alta

A possibilidade de ser um profissional autônomo sem fazer grandes investimentos é um dos grandes atrativos da profissão

O mercado de seguros brasileiro encerrou o ano de 2010 com um crescimento de 12,8%, movimentando um total de R$ 137 bilhões. Em 2011, apesar da alta da inflação e dos juros, o setor deve crescer outros 12%, gerando um lucro aproximado de R$ 160 bilhões. Esse cenário positivo coloca em evidência um profissional em ascensão: o corretor de seguros. O Paraná conta com 4.271 dos 66.745 profissionais do Brasil legalmente habilitados para intermediar os contratos de seguro, segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros, Previ­dência, Saúde e Capita­lização (CNSeg). “A figura do corretor é fundamental, pois ele trabalha como um representante do cliente diante da seguradora, e não o contrário”, afirma Ednei Cesar de Andrade, gerente-regional da seguradora Mongeral Aegon.

Corretor há dois anos, Conrado Adão Glock, 43 anos, fez um curso de capacitação na área de seguros para pessoas, que deve crescer 20,35% neste ano, de acordo com dados da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi). Antes de entrar nesse ramo, Glock foi operador de câmbio e microempresário no Ceará. “Minha experiência no mercado financeiro me ajudou a entender melhor o funcionamento do mercado de seguros”, aponta ele. Para aqueles que não possuem experiência, Glock diz acreditar que três ou quatro meses são suficientes para um bom começo na profissão. Ele faz questão de ressaltar que a palavra-chave é dedicação. “A grande diferença é que aqui ninguém me cobra nada”, alerta o corretor, advertindo que, para alguns, a autonomia de trabalho do profissional pode significar um problema, e não uma vantagem.

Requisitos e vantagens

Para quem deseja ingressar na profissão o primeiro passo é obter o título de habilitação de corretor, conferido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Só obtém a habilitação quem é aprovado pela Escola Nacional de Seguros (Funenseg), que oferece cursos de graduação e pós-graduação voltados para a formação e capacitação de profissionais do mercado de seguros. Depois de aprovado, o corretor está apto a atuar como profissional liberal. Outra vantagem é a formação de uma carteira vitalícia de clientes que, segundo a disposição do corretor para fidelizá-los, pode lhe render ganhos frequentes que vão compor a sua renda.

Quando o assunto é a remuneração, Andrade diz que os valores podem variar de R$ 1 mil a R$ 30 mil por mês, dependendo do tempo de serviço e do número de clientes de cada corretor. De acordo com o presidente da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), Robert Bittar, o mercado de seguros vem experimentando um crescimento médio de 13% ao ano, ou seja, bem acima da média do PIB nacional, que é de 4,5%. Em 2010, a participação do setor de seguros no PIB nacional fechou em 3,6% – número que evidencia um grande potencial de crescimento a ser explorado pelas seguradoras e pelos profissionais nos próximos anos. “Só a nova classe média, que representa cerca de 30 milhões de consumidores, constitui um grande mercado em potencial”, destacou Bittar. Para o ele, a dica é buscar a qualificação técnica que exige o mercado, sem esquecer que um bom profissional precisa ter facilidade de relacionamento com as pessoas.

Na página da Funenseg na internet (http://www.funenseg.org.br) é possível checar todos os cursos disponíveis pela instituição, e quais deles estão disponíveis em Curitiba.

Fonte Gazeta do Povo – Cintia Junges
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Quando a única saída é contratar o seguro

Está interessado em um imóvel e quer alugar? Sabia que para concluir a locação é necessário estar munido de uma apólice de seguros? Entenda.

O sócio da Pizzo Imobiliária (Salvador-BA), Tiago Barreto, conta que esta é uma obrigação contratual. É solicitado ao cliente que apresente uma apólice de Seguro Residencial. Ele explica que no ato da locação é passado os dados ao locador para que seja confeccionada a apólice.

“Apresentamos ainda uma cotação com valor médio, caso ele tenha interesse em fazer com nossa corretora parceira”, ressalta. Porém, o locatário fica livre para escolher a corretora e a seguradora de sua preferência, “o importante é que no momento de confirmar a contratação do imóvel, seja apresentada a apólice”, acrescenta.

Contratar o seguro é uma via de mão dupla, é bom tanto para o locatário, quanto para o proprietário do imóvel. No caso de um sinistro, pode evitar uma disfunção, referente aos danos causados ao imóvel, como relata Tiago. “O segurador estará coberto contra incêndio, danos elétricos. É um produto que relativamente não é caro. E pode evitar uma dor de cabeça futura”.

Nessa linha, a segurada Rejane Brito, compartilha a sua experiência ao contratar o seguro. Segundo ela, é muito importante contar com essa garantia, “pois além de estar coberta com qualquer acidente causado na casa, posso contar com serviços de assistências 24 horas, sobre danos elétricos, hidráulicos, e em computadores (Help desk)”.

Já a corretora Rita Granja, da Granja Corretora de Seguros (Salvador-BA), enfatiza que geralmente as pessoas não se interessam por seguro residencial, pois acham que é um seguro mais caro devido ao bem segurado. “Eles costumam comparar com o seguro de carro, além de ser um bem que tem baixo índice de sinistralidade”.

Mas, Rejane afirma que vale a pena a contratação. E cita um exemplo, “minha máquina de lavar quebrou, liguei para a seguradora, e ao informar o que ocorreu foi enviado um técnico para avaliar a situação. Comprei as peças solicitadas e o conserto foi gratuito. O serviço é útil, pois evita um custo de mão de obra”, finaliza.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Seguros – Arrecadação do setor cresceu 13% até novembro, diz Siscorp

O mercado de seguros, incluindo os segmentos de previdência e capitalização totalizou R$ 159,163 bilhões em prêmios entre janeiro e novembro de 2013, o que representa alta de 13% ante o mesmo período de 2012, de R$ 140,475 bilhões, conforme relatório da consultoria Siscorp com base nos números da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Quando considerados apenas as apólices de seguros, que somaram R$ 130,652 bilhões, o crescimento foi de 12%, na mesma base de comparação, quando o total foi de R$ 116,172 bilhões.

Na carteira de seguros gerais, a maior expansão, de 52%, foi vista no segmento de seguro rural, cujos prêmios foram a R$ 2,050 bilhões de janeiro a novembro em relação ao mesmo período de 2012. Riscos especiais, que envolvem vários tipos de coberturas como transportes e obras, tiveram alta de 39%. Riscos financeiros e seguro habitacional cresceram 25% e 24%, respectivamente.

O seguro de automóvel continuou com a maior participação na carteira de seguros gerais, de acordo com a Siscorp. A modalidade respondeu por 51,3% do total arrecadado neste segmento ao somar R$ 26,512 bilhões em prêmios até novembro, alta de 19% em relação ao montante visto em igual intervalo de 2012.

O lucro líquido das empresas de seguros, previdência e capitalização ficou em R$ 11,731 bilhões nos 11 primeiros meses de 2013, crescimento de 7% em um ano. Os dez maiores grupos responderam pela maioria do resultado auferido. A Bradesco Seguros apresentou o maior lucro líquido no período, de R$ 3,338 bilhões de janeiro a novembro, montante 9% superior ao registrado em 12 meses.

O Itaú Seguros registrou lucro líquido de R$ 2,754 bilhões até novembro, conforme a Siscorp com base nos dados divulgados pela Susep. A cifra é 21% maior que a registrada em um ano. O BB Mapfre somou montante de R$ 1,647 bilhão, alta de 41%. Já o lucro da Caixa cresceu 40%, para R$ 938 milhões. O lucro líquido da Porto Seguro subiu 11%, para R$ 481 milhões. Na contramão, o resultado da SulAmérica diminuiu 33%, para R$ 215 milhões.

Para 2013, a expectativa da Siscorp é de que a indústria de seguros cresça 12%, alcançando R$ 176,549 bilhões em prêmios.

Fonte DCI
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Consumidor ou freguês: como o corretor trata o seu cliente?

Com a guerra de preços existente no mercado de seguros, e a disputa entre um corretor e outro, algumas atitudes antiéticas são realizadas por alguns profissionais, como explica o corretor Ernes Virgilio Mendes, da Netto Mendes Corretora de Seguros (Piracicaba-SP).

“Quando um cliente chega ao meu escritório, não cobro pela consulta e procuro oferecer sempre o pacote de cobertura mais adequado para seu perfil e necessidades independente do preço”, conta. Porém, alguns corretores, passam a frente, atendem o mesmo cliente e para ganhar a carteira, abaixam o valor da comissão e oferecem o produto mais barato ao cliente.

“Isso é uma concorrência totalmente desleal e antiética. E o grande prejudicado disso tudo é o consumidor que vai comprar um produto mais barato, mas com qualidade inferior. Esse tipo de profissional está tratando o cliente dele como freguês e não como consumidor, que é a maneira correta de ser tratado”, ressalta Mendes.

A disputa por clientes é saudável? Até que ponto você compromete a sua ética para conquistar mais um cliente para sua carteira? O seu cliente é tratado como consumidor ou freguês? Deixe a sua opinião.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Quais são as diferenças entre os contratos de seguro e de resseguro?

Os dois contratos ? seguro e resseguro ? são independentes juridicamente, embora a existência do último decorra do primeiro. No Brasil e internacionalmente, o segurado da apólice original não participa diretamente do contrato de resseguro, já que a negociação é feita entre segurador e ressegurador.

A operação de seguro é regida por um contrato típico, ou seja, especificado no ordenamento jurídico do país (Código Civil Brasileiro, capítulo XV, artigos 757 ao 802, por exemplo). Por outro lado, o resseguro constitui um contrato atípico, porque não faz parte das normas jurídicas, especialmente quanto às bases concretas de suas cláusulas.

No contrato, segurador e ressegurador determinam as cláusulas que vão prevalecer, a maioria delas em comum acordo, tornando-se o instrumento legal para ambas as partes. Seguradoras e resseguradoras dispõem de equipes de apoio permanentes de juristas e técnicos, além de recursos materiais.

Ambas são empresas profissionais que se relacionam livremente, podendo estabelecer suas bases contratuais. Os critérios e limites dessa atuação livre estão restritos apenas à melhor conveniência, aos bons costumes e à apuração técnica que caracteriza a atividade. A boa-fé objetiva permeia toda a relação, de ambos os lados.

Resseguro: etapas da diluição de grandes riscos

Segurado

É quem repassa para o segurador determinado risco de sua atividade. Contrato de resseguro Documento firmado entre seguradora e resseguradora.

Segurador direto

Assume o risco com total responsabilidade perante o segurado (individual ou pessoa jurídica). Cessão (transferência do risco para o resseguro) Quando o segurador direto não quer ou não pode assumir a totalidade do risco, ?cede? parte dele a uma ou mais resseguradoras.

O segurador direto passa a ser o ?cedente? nessa operação de resseguro.

Retrocessão

É o resseguro do resseguro. Quando o ressegurador não quer assumir totalmente sua parte no risco, ?retrocede? uma fração das responsabilidades que aceitou a outra ou mais resseguradoras, ou mesmo seguradoras, chamadas retrocessionárias. Neste caso, o primeiro ressegurador se torna o retrocedente. Retrocessionária É a resseguradora que assume uma fração da parte do risco que a primeira resseguradora assumiu.

Fonte Infomoney
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Gerente de banco vira corretor de seguros e fatura mais

Após o debate seguro “Ex-bancário quer saber como se tornar corretor de seguros” publicado no CQCS, o corretor Pessoa Física, Paulo Dias de Belo Horizonte-MG, resolveu compartilhar a sua experiência sobre o tema em destaque.

Paulo conta que iniciou sua carreira como gerente de banco, e, ao lidar diariamente com venda de seguros, se motivou para iniciar na profissão de corretor. “Fazíamos muitas operações de venda casada, então eu tinha a ilusão, a principio, de que a carreira de corretor de seguros seria muito fácil”.

Ele conta ter se equivocado com o pensamento. “Tive muita dificuldade no inicio. Foram dois anos penosos para conseguir uma carteira legal”. E destaca, que primeiro é necessário adquirir experiência como preposto ou funcionário de uma corretora grande, conhecer os produtos aos poucos, para depois iniciar na profissão.

Com quase dez anos como corretor de seguros, Paulo trabalha com praticamente todas as carteiras, exceto Saúde, “por ser muito específico”. Para ele é importante trabalhar com todos os segmentos, pois o corretor “está muito focado em Automóvel“, enfatiza ele.

Especialização e diferencial são as palavras chaves para o sucesso, como ressalta Paulo. “O mercado é muito promissor, desde que você fidelize sua carteira. Hoje em dia, praticamente todo mundo está comercializando seguros. Ainda temos a concorrência das cooperativas irregulares. Logo, se você for igual a todos, não sobrevive”, acrescenta.

Para finalizar, ele confessa que se pudesse, teria iniciado a carreira de corretor há muito tempo. “Estou muito feliz nesta profissão. Hoje eu consigo ser mas bem remunerado do que quando era gerente de banco”, conclui.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Qual o automóvel de 2014 e o valor do seu seguro?

O Volkswagen Golf passou na frente do Ford Focus, Peugeot 208, Renault Logan e Citroen C4 Louge, e foi eleito o automóvel de 2014 na 47ª edição do prêmio Carro do Ano, promovido pela revista Autoesporte.

O veículo é importado da Alemanha e com investimento a partir de R$ 67.990, o seguro para este carro pode variar de R$ 2.500,00 até R$ 8.000,00. Nessa linha, solicitamos a um corretor que cotasse o mesmo em cinco seguradoras distintas.

Traçamos o perfil de uma mulher, com 30 anos, solteira e que usaria o automóvel para lazer e trabalho.

Confira na tabela abaixo o valor e coberturas do Golf 1.6 2013/2014:

TABELA

É importante fazer sempre a cotação com um corretor de confiança e passar o perfil com todas as informações corretas, para que não haja mudanças de preço nem para mais ou para menos do que o valor real do prêmio. Além de possibilitar uma experiência saudável com a seguradora escolhida.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Profissionais de seguros estão entre os maiores aumentos salariais em 2013

O baixo crescimento do PIB brasileiro no primeiro semestre parece não ter afetado alguns setores da economia no que diz respeito à remuneração de seus executivos. É o que mostra o Estudo de remuneração da Michael Page que avaliou os rendimentos fixos e varáveis dos executivos do país. Apesar de todas as dificuldades e incertezas que a economia brasileira atravessou, alguns setores mantiveram suas operações aquecidas e as remunerações em alta. A pesquisa apontou que nas áreas de Engenharia, Seguros e Finanças, alguns cargos tiveram aumentos bastante significativos.

Os cargos que puxaram a fila foram: Controller (Finanças), Gerente Comercial (Seguros) e Gerente de SSMA e Gerente de Manutenção (Engenharia e Manufatura). Os maiores aumentos salariais foram de 14% para os cargos de Controller e Gerente Comercial enquanto que as profissões ligadas à engenharia tiveram 11% de aumento. Outras posições, como Gerente de Desenvolvimento Organizacional (RH), Advogado Contencioso (Jurídico), Ger. de Planejamento de Demanda (Suplly Chain) e Diretor Tributário (Finanças), mostraram queda salarial em relação ao estudo de 2012.

Segundo Paulo Pontes, presidente da Michael Page no Brasil, estes cargos tiveram aumentos expressivos devido aos gargalos dos setores, o que obrigou as empresas da área a investir e reter seus principais executivos. No entanto, por outro lado, o fraco desempenho da economia, fez com que as organizações realizassem substituições nas áreas técnicas, em que um profissional sênior foi substituído por outro mais júnior. Este fato fez com que as remunerações diminuíssem.

O Estudo de Remuneração da Michael Page foi realizado com 75 mil profissionais nos 10 escritórios da Michael Page pelo Brasil. No total, foram analisados 527 cargos nas 15 divisões de atuação da empresa. São elas: Finanças, Tributos, Bancos, Seguros, Jurídico, TI, Vendas, Marketing, Varejo, Saúde, Engenharia e Manufatura, Suplly Chain, Propriedade e Construção, Óleo e Gás e RH.

Bancos e Serviços Financeiros

Devido à crise mundial de 2008 que assombrou grandes potências econômicas, alguns setores da economia tiraram o pé do acelerador, afetando diretamente as remunerações dos seus executivos. O Mercado Financeiro foi um dos setores mais atingidos pela crise, e algumas economias como EUA e Europa estagnaram o pacote de remuneração dos profissionais do setor.

No Brasil, a situação é um pouco diferente. Segundo pesquisa global realizada pela Michael Page em janeiro de 2013, 71% dos profissionais do mercado financeiro receberam aumento de salário em 2012. Porém, os baixos resultados do PIB no primeiro trimestre, a redução do spread bancário dos bancos públicos e a variação cambial têm trazido um comportamento cada vez mais conservador às instituições financeiras que atuam no País.

“Temos notado que ao longo deste ano as empresas estão contratando com mais cautela, tendo uma preocupação maior com a qualidade dos executivos e a eficiência das operações. A tendência é que o pacote de remuneração fixa se mantenha estável, sem grandes ganhos nos próximos períodos quando falamos em remuneração variável”, afirma Pontes.

Seguros – Insurance

A consolidação de multinacionais de seguros e resseguros no país desde a abertura de mercado, aliada à entrada de novos players e à expansão regional dentro do Brasil, tornou o setor de seguros bastante atrativo ao longo do último ano, principalmente para profissionais com viés comercial ou com conhecimentos técnicos específicos no segmento, em função de suas peculiaridades operacionais e regulatórias, segundo release enviado ao Blog Sonho Seguro.

A instabilidade do mercado financeiro ao longo do último ano contribuiu também para a oxigenação do mercado de seguros, que está atraindo cada vez mais profissionais de outras áreas, dadas as oportunidades de carreira e salariais que este mercado tem oferecido. “Os grandes investimentos em infraestrutura na economia brasileira e a expansão de operações de grandes empresas também contribuíram para o aumento de arrecadação no mercado segurador brasileiro, valorizando assim profissionais com conhecimentos em grandes riscos e garantia”, diz.

Fonte Sonho Seguro
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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RS – Corretores criticam criação de estatal no Sul

Está gerando muita polêmica a matéria publicada pelo CQCS sob o título “Criação de estatal preocupa corretores de seguros do Sul”, a qual trata de projetos de lei em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em regime de urgência, que, entre outros pontos, permite a criação, pelo Banrisul, de uma corretora de seguros estatal. Segundo dirigentes do Sincor-RS, caso a proposta seja aprovada, o banco, que tem 485 agências e 11.870 funcionários, formará “uma rede gigantesca de venda de apólices”.

Segundo Edson Ianello, da Plena Corretora de Seguros, é preciso buscar a união da categoria para se superar esse grave problema. “A união não é a melhor forma de combater esse mal. É a única!”, adverte o corretor, para quem essa proposta é “mais uma aberração”.

Por sua vez, Flávio Antonio Mueller, da Mueller Corretora de Seguros, dá uma conotação essencialmente política para essa questão. Na visão dele, para o partido do governador Tarso Genro (PT) “é mais importante criar estatais, dar cabide emprego aos apadrinhados do que oferecer serviço de qualidade ao povo”.

Sob o mesmo prisma político, Valdinei Basseto, foi ainda mais irônico: “não percebem que os políticos querem arrumar uma forma de lavar dinheiro?”.

Já o corretor José Luiz adverte que a criação de uma corretora de seguros estatal virá apenas para “onerar o bolso do consumidor”. Para ele, é preciso apurar a quem interessa a criação dessa corretora. “É preciso saber ler nas entrelinhas desse projeto de lei”, acrescentou.

Da Oriento Consultoria e Corretora de Seguros, veio mensagem lembrando que o corretor de seguro “não pode ser funcionário público” e que a criação de uma corretora estatal “é ilegal”.

E, da Niasa Personal Corretora de Seguros, chegou o email do corretor Rafael, segundo o qual a criação essa corretora é mais um “caça níqueis político”. No entender dele, esse é um fato extremamente negativo para o setor.

Ainda mais enfático foi o corretor Miguel Angelo Barbosa Soares. “Estamos acabando. Mais um pouco e bastará fechar a tampa e jogar terra em cima”.

Da Tiphereth Corretora de Seguros surgiu a proposta de se proibir a participação de pessoas estranhas ao ramo como sócias de corretoras de seguros. “Quando isso acontecer, grandes grupos, bancos ou concessionárias de veículos não terão mais corretoras cativas, tendo de entregar a comercialização aos corretores”, argumenta o autor da mensagem.

Na matéria publicada pelo CQCS, o presidente eleito do Sincor/RS, Ricardo Pansera, já alertara de que é preciso questionar a formação ou habilitação desses funcionáriso do banco para a venda de seguros. Na avaliação dele, essa pode ser, inclusive, uma forma de “aperfeiçoar” a venda casada, prática condenada pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para Pansera, outro fator que não recomenda a abertura da pretensa futura estatal é a constante mudança de direção em cada novo governo do estado. “Está historicamente provado que a atividade seguradora é típica da iniciativa privada, não havendo justificativa para que seja exercida por uma empresa estatal”, observou.

Fonte CQCS

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O risco que pode dizimar pequenos corretores

A Internet nem sempre traz consequências favoráveis para o mercado de seguros. Na Inglaterra, por exemplo, sites de comparação acabaram induzindo o consumidor a fazer sua escolha com base no preço, o que provocou um acirramento da concorrência que praticamente destruiu o mercado. O exemplo britânico é citado pelo presidente executivo da Porto Seguro, Fabio Luchetti, como uma prova de que é preciso avaliar essa questão com toda a cautela.

Segundo ele, lá, os chamados “multicálculos” foram criados com a retórica de facilitar a vida dos corretores. Contudo, passado algum tempo, o que se viu foi o aumento da ansiedade no canal de distribuição, cenário que desencadeou na guerra de preços entre os corretores. “Primeiro consigo o cliente, depois vejo o que faço, era o pensamento”, revelou o executivo, ao participar de recente evento do Clube dos Corretores de Seguros (CCS-SP).

Logo, as seguradoras também passaram a “brigar” por preço, o que destruiu o mercado e reduziu “a percepção de valor do corretor.

De acordo com o presidente da Porto Seguro, esse cenário conturbado condicionou o consumidor a buscar preço na tela do computador. “Bastava responder 45 perguntas e, em apenas cinco minutos, 30 a 40 seguradoras enviavam seus preços. Então, o consumidor pensava: era isso que o corretor fazia para mim a vida inteira?”, frisou o executivo.

Fabio Luchetti acrescentou que, aos poucos, os corretores de maior porte foram fortemente impactados e os pequenos e médios acabaram sendo dizimados. “O mercado inglês é, agora, para os poucos grandes corretores e brokers que sobraram nesse caos todo que foi instalado lá”, alertou.

Fonte CQCS – Jorge Clapp

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Corretor prefere poucas seguradoras e foco em nichos específicos

“O maior sucesso também está ligado com especialização, trabalhando com foco em nichos específicos, bem como parceria com poucas seguradoras”. Essa é a receita do corretor Renê França Gomes, que comanda uma operação de bem sucedida na distribuição de Vida e Previdência por meio da Gomes e Gomes Corretora de Seguros.

Segundo Renê, que abriu a empresa em 1998, o objetivo sempre foi atuar no segmento de alta renda e o maior impulso aconteceu em 2004, quando firmou parceria com agências do Bradesco Prime.

“Hoje a concorrência é bem maior do que nos fins dos anos 90 e os clientes são muito bem mais informados e exigentes”, reconhece Renê, que ressalta a e estratégia do estudo e aperfeiçoamento contínuos para avançar no mercado.

“Minha motivação mira o melhor desempenho pautado na paixão pelo convencimento das pessoas, lembrando que nada resiste ao amadorismo. A profissionalização da corretora é essencial, além de um banco de dados e sistema trabalhando para extrair o máximo do potencial existente”, prossegue Renê, destacando que “as oportunidades aparecem sempre e é preciso estar apto para aproveitá-las”.

Fonte CQCS – Pedro Duarte

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Criação de estatal preocupa corretores de seguros

A diretoria do Banrisul enviou para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul dois projetos de lei que tramitam em regime de urgência. Um deles permite a criação de uma corretora de seguros estatal. Segundo dirigentes do sindicato dos corretores de seguros gaúchos (Sincor-RS), caso os deputados estaduais aprovem o pedido, o banco, que tem 485 agências e 11.870 funcionários, formará “uma rede gigantesca de venda de apólices”.
De acordo com o presidente eleito do Sincor/RS, Ricardo Pansera, é preciso questionar a formação ou habilitação desses funcionáriso do banco para a venda de seguros. Na visão dele, essa pode ser, inclusive, uma forma de “aperfeiçoar” a venda casada, prática condenada pelo Código de Defesa do Consumidor.

Ricardo Pansera cita o exemplo do Banco Bradesco que, na década de 1990, fechou a Bradescor Corretora de Seguros e entregou a administração dos seguros de todas as suas agências aos corretores de seguros da atividade privada. “O resultado financeiro tornou-se fantástico. Os consumidores de seguros, clientes correntistas do Banco Bradesco, tiveram o grande ganho diferencial de um serviço altamente qualificado, prestado por nós, corretores profissionais de seguros, escolhidos e indicados pelo Bradesco, para atuarem em suas agências”, observa o presidente do Sincor-RS, acrescentando que o Banco do Brasil e Itaú, embora tarde, também já sinalizaram em adotar este caminho de sucesso.[2]

Para ele, outro fator que não recomenda a abertura da pretensa futura estatal é a constante mudança de direção em cada novo governo do estado. Ricardo Pansera frisa que está historicamente provado que a atividade seguradora é típica da iniciativa privada, não havendo justificativa para que seja exercida por uma empresa estatal. “Seguro é uma relação de confiança e para maior garantia deste serviço ao consumidor, deve ser comercializado e administrado por especialista, o corretor de seguros”, conclui.

Fonte CQCS – JORGE CLAPP
Fonte http://www.segs.com.br/

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Seguros – Nova etapa do Simples

Conforme divulgado no dia (13/11), pelo presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, Amilcar Vianna, foi realizada a apreciação pela comissão especial da Câmara dos Deputados do texto que reforma o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. O relator Cláudio Puty apresentou um substitutivo que desburocratiza e amplia o Supersimples. O novo texto deverá ser votado na próxima semana na comissão.

Para Vianna “o processo está avançando dentro do previsto e todas as expectativas em relação à aprovação estão mantidas”. Ele pediu que os corretores mantenham-se mobilizados em torno do assunto e o acompanhem através dos boletins que serão emitidos daqui por diante pelo Clube dos Corretores de Seguros.

Confira no link abaixo, o noticiário completo do site da Câmara dos Deputados sobre este importante assunto para os corretores de seguros e todas as micro e pequenas empresas com faturamento até R$4,6 milhões.

http://www2.camara.gov.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/457153-RELATOR-APRESENTA-SUBSTITUTIVO-QUE-DESBUROCRATIZA-E-AMPLIA-O-SUPERSIMPLES.html

Sobre o Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro – o Clube foi fundado em 1980 com o objetivo de estimular encontros, debates e buscar o entendimento e a união da categoria dos corretores de seguros. A ideia é ativar a adoção por parte de seus integrantes de princípios éticos na atuação profissional, promovendo audiência pelos demais participantes do sistema nacional de seguros privados, como principal instrumento de aprimoramento da instituição do setor.

Fonte Segs
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.