Corretor faz do mercado brasileiro o mais interessante do mundo

Corretor faz do mercado brasileiro o mais interessante do mundo


O corretor de seguros é responsável direto pelo fato de o mercado brasileiro ser visto como o mais interessante do mundo. Aqui, a empresa encontra uma ampla rede de distribuição já pronta. Não existe isso em qualquer outro lugar do planeta. A afirmação foi feita pelo novo presidente da HDI Seguros, Murilo Setti Riedel, ao participar do programa “Bate Bola”, sendo entrevistado pelo diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho.

Segundo ele, a parceira com os corretores de seguros foi um dos pilares do rápido e consistente avanço da HDI no Brasil. A companhia, ainda utilizando a marca Hannover, era uma seguradora pequena, com foco nos riscos industriais, em contas mundiais, e atuação concentrada na Região Sul do Brasil.

Quando os acionistas alemães aceitaram a proposta de expansão da sua operação no País, os corretores de seguros tiveram um papel preponderante no projeto. “Em 2006, compramos a HSBC Seguros, que já tinha presença nacional, embora fosse uma companhia do mesmo porte da HDI. Aproveitamos essa distribuição nacional e a capacidade instalada para abrir filiais em todo o Brasil”, explicou o executivo.

Ele acrescentou que, hoje, a HDI conta com a parceria de cerca de 20 mil corretores de seguros, 1,4 mil funcionários e 72 filais, e contabiliza 4,2 milhões de segurados, 500 mil residências protegidas. “Somos a 5ª seguradora do ranking. A gente olha isso e sente orgulho, muita energia e alegria”, comentou Murilo Riedel.

Para o presidente da HSI, essa sinergia com os corretores será ainda mais essencial em 2017, ano que, na visão dele, será repleto de “desafios complicados”, com pouca possibilidade de recuperação na indústria automobilística, desemprego ainda em alta e falta de crédito.

Riedel advertiu que, nesse contexto, será preciso “trabalhar mais, fazer ajustes internos, aumentar a produtividade e a eficiência e investir forte na informatização” para superar os obstáculos que virão pela frente. “Será preciso um esforço adicional de trabalho, investimento e muito esforço”, observou.

Ele disse ainda que o corretor deve mesmo buscar a diversificação para manter seu espaço no mercado. Contudo, lembrou que a diversificação, apontada por muitos como a solução para todos os problemas da categoria, nem sempre é “tão simples”.

De acordo com o presidente da HDI, para diversificar com sucesso, é preciso conhecer muito bem a operação, como a maioria dos corretores conhece no caso da carteira de automóveis. “No ramo auto, o nível de conhecimento é impressionante. Por isso, entendo que não é tão simples a diversificação. Isso requer de todas as partes preparo e investimento”, concluiu.

Fonte: CQCS

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Corretor tem nova opção para superar a queda nas vendas

Corretor tem nova opção para superar a queda nas vendas

seguro_carro
seguro-carroO corretor de seguros tem mais uma boa opção para enfrentar, e vencer, a queda na comercialização de seguros de veículos, provocada pela instabilidade na economia e a consequente retração das vendas de carros novos. Trata-se de um seguro que pode ser até 50% mais barato que as apólices tradicionais, mesmo oferecendo um amplo leque de coberturas e serviços ao segurado.

O Auto Roubo + Rastreador, desenvolvido pela Tokio Marine, já pode ser comercializado a partir desta terça-feira (27/09). O produto oferece vantagens como cobertura básica para furto, roubo e incêndio, além de assistência 24 horas e a instalação em comodato gratuita do rastreador.

Outra novidade que pode ajudar o corretor no processo de venda do produto, é a possibilidade de inclusão de cobertura para terceiros – responsabilidade civil danos materiais e corporais – vidros, carro reserva e todas as demais coberturas e serviços de seguro Auto. “Com este produto, vamos ampliar significativamente as oportunidades de negócios dos profissionais que comercializam nossos seguros e suprir as necessidades da parcela de consumidores que não contratam seguro porque não encontram preços acessíveis”, afirma o diretor de Automóvel da companhia, Luiz Padial, acrescentando que a Tokio Marine é a primeira grande seguradora a “oferecer um seguro de qualidade com rastreador, em vez de um rastreador com seguro.

Ele destaca ainda o fato de o seguro ser pago em até seis vezes sem juros ou 12 parcelas fixas.

O otimismo quanto ao sucesso de vendas do produto gera a expectativa de que, em três anos, o novo seguro responda por até 10% da receita total apurada na carteira de Auto.

Para o corretor, a Seguradora também oferece outras opções de produtos, cuja cotação pode ser feita por meio do Cotador Tokio Marine Auto – CTA. São elas: Tokio Marine Auto e Tokio Marine Auto Clássico.

A companhia também possibilita comissão flexível e preços mais competitivos e atraentes aos seus parceiros e clientes.

A Tokio Marine tem 1,2 milhão de veículos segurados e registrou R$ 1,1 bilhão em produção no primeiro semestre. Com esses números, o Market share da seguradora passou de 6,8% para 7,3%. “Atribuímos esse desempenho ao nosso foco na qualidade dos produtos e serviços, à flexibilidade dos seguros Tokio Marine e ao apoio dos mais de 20 mil corretores que trabalham conosco”, diz o executivo.

Não por acaso, há quatro anos consecutivos, considerando o intervalo entre 2012 e 2015, a Tokio Marine é a companhia que mais cresce em seguro Automóvel entre as dez maiores do setor. Em 2015, por exemplo, a companhia cresceu 19,3% nesse segmento, enquanto o mercado avançou 2,8%.

De acordo com Padial, a seguradora deve fechar o ano com um crescimento entre 5% e 6% em relação ao ano passado, mantendo o melhor desempenho entre as congêneres.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-tem-nova-opcao-para-superar-queda-nas-vendas/?utm_source=news-28-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Monopólio do Corretor de Seguros provoca reflexão e encanta

Monopólio do Corretor de Seguros provoca reflexão e encanta

Uma atenta e participativa plateia coroou de êxito a primeira versão da palestra “O Monopólio do Corretor de Seguros”, que o diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, apresentou durante a 10ª edição do Ecos, promovida pelo Sincor-PR, na cidade de Cascavel.

Patrocinada pela Bradesco Seguros, a palestra, que é baseada no livro De Zero a Um – o que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício”, de Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, como o Facebook e o Google, foi muito elogiada pelos Corretores de Seguros presentes, que deixaram o local do evento com ensinamentos que podem se colocados em prática no seu dia a dia profissional.

Foi o caso de Carlos Tiem, profissional de Cascavel, que destacou o fato de Gustavo Doria ser do mercado e conhecer bem os anseios e necessidades do corretor de seguros. “A apresentação foi muito boa. Trouxe ensinamentos relevantes sobre a valorização profissional. Essa motivação é muito importante para todos nós”, destacou.

A mesma sensação de que “valeu a pena” teve o corretor Jurandir Leite. Para ele, a apresentação “foi excepcional” e ajudará muito os profissionais que participaram do evento. Leite destacou, particularmente, o comportamento da plateia. “Todos os presentes ficaram muito atentos. Para nós, foi muito importante a forma como a palestra foi apresentada, com muitas informações sobre assuntos pertinentes neste momento, servindo para que a gente fique de olhos aberto. O envolvimento foi total”, frisou.

O presidente do Sincor-PR, José Antonio de Castro, também gostou do que viu na palestra. Segundo ele, foi compensador a forma como a plateia se comportou. “Houve uma total interação nos aspectos debatidos. O Gustavo Doria mexeu com a plateia e fez pensar sobre o que o corretor deve fazer para evoluir, mudar de atitude e crescer”, acentuou.

O palestrante também ficou satisfeito com o resultado obtido. Para Gustavo Doria, foi muito importante realizar essa palestra para um pblico questionador e participativo. “Creio que deixei uma semente dos pontos principais que podem ajudar na perpetuidade dos Corretores de Seguros, observou Doria.

Na palestra, Gustavo Doria se inspirou na teoria desenvolvida por Peter Thiel por identificar vários pontos em comum com a trajetória do corretor de seguros. “O Corretor é o monopolista da distribuição de seguros, o inventor a distribuição de seguros no Brasil. O Corretor é o responsável por haver toda essa enorme frota segurada no País, quem difundiu o seguro no Brasil foi o corretor de seguros”, frisou o diretor do CQCS.

Para ele, os outros canais que surgem agora, como o canal eletrônico, a venda direta, as lojas de departamento e até os bancos são “replicadores do modelo do corretor de seguros”.

Gustavo Doria acredita que será possível difundir a palestra em 2017. “Espero que muita gente se interesse e que haja muitos convites para muitas praças. Na verdade, o que a gente busca aqui é perpetuar o corretor de seguros como o grande distribuidor de seguros e protetor da sociedade brasileira”, ressaltou.

A Bradesco Seguros patrocina Gustavo Doria neste novo road show, que será levado a várias praças, começando pelo Paraná e, em seguida, o Rio Grande do Sul.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretores-elogiam-palestra-de-gustavo-doria-filho/?utm_source=news-26-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Corretor deve “blindar” seu relacionamento com o cliente

Corretor deve “blindar” seu relacionamento com o cliente


O maior investimento que o Corretor de Seguros deve fazer é no relacionamento com o cliente. O conselho partiu do presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, para quem a categoria deve ficar atenta à ampliação de canais que podem trazer tanto riscos quanto oportunidades, como a internet e a tecnologia. “É fundamental para o Corretor se mostrar como uma referência para o cliente, oferecendo os produtos mais adequados, que possam garantir a fidelização do consumidor”, observou Portella em entrevista exclusiva ao CQCS.

Ele acrescentou que, nesse contexto, “todos os tipos de produtos cabem para fortalecer esse relacionamento”. Daí, a importância dos treinamentos oferecidos pela SulAmérica, que permitem aos seus parceiros aumentar os negócios em ramos que normalmente não operavam. “Essa é a melhor resposta que temos”, frisou o executivo.

O presidente da SulAmérica disse ainda que a companhia manteve, no primeiro semestre, lucro e receita em patamares superiores aos registrados no mesmo período do ano passado.

Ele destacou também que, apesar do momento difícil que a economia brasileira atravessa, a SulAmérica não demitiu, nem desativou investimentos. “Pelo contrário, não nos desesperamos, vimos oportunidades a conquistar e reforçamos nossos planos, preparando a companhia para o momento em que o país vai começar a reagir”, observou.

Para Gabriel Portella, a retomada do crescimento da economia virá “daqui a pouco” e não há razão para mudar o ritmo de atuação da companhia, com uma postura ainda mais cuidadosa e disciplinada. “O Brasil vai voltar a crescer, embora lentamente. Mudanças estruturais precisam ser feitas, mas o País vai se recuperar”, concluiu.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-deve-blindar-seu-relacionamento-com-o-cliente/?utm_source=news-21-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Programa “Porteiro Amigo do Idoso”, do Grupo Bradesco Seguros, inicia 100ª turma

Programa “Porteiro Amigo do Idoso”, do Grupo Bradesco Seguros, inicia 100ª turma

Iniciativa pioneira, que já capacitou mais de 2 mil profissionais de portaria, chega esta semana a Santos

Começou hoje, na cidade de São Paulo, a 100ª turma do programa “Porteiro Amigo do Idoso”, iniciativa pioneira do Grupo Bradesco Seguros que visa a capacitar profissionais de portaria a oferecer soluções e cuidados adequados às necessidades de moradores idosos. Com metodologia de ensino desenvolvida pelo Senac RJ, as aulas – inteiramente gratuitas – serão realizadas no bairro República, na sede da corretora Vila Velha. Ainda nesta terça, o município de Santos – cuja população de idosos equivale a 19% do total, segundo o IBGE – recebe a primeira turma do programa. Ambas as turmas acontecem nos dias 20, 21 e 22 de setembro.

Criado em 2010, a partir de pesquisa realizada pelo Grupo Bradesco Seguros com cidadãos longevos do bairro de Copacabana, que apontou o porteiro como o “melhor amigo do idoso”, o programa “Porteiro Amigo do Idoso” está presente nos principais centros urbanos dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, somando mais de 2 mil profissionais capacitados. Na capital paulista, já foram capacitados cerca de 500 porteiros e 750 no estado, incluindo as cidades de Campinas, Ribeirão Preto e Santo André.

A metodologia de ensino inclui uma vivência para que os alunos aprendam a se colocar no lugar dos idosos. Óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, são utilizados de forma que os porteiros sintam as limitações da idade e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos. Para participar do programa, o porteiro deve estar autorizado pelo síndico.

De acordo com o último censo demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, a população de idosos no Brasil (65 anos ou mais) era de aproximadamente 20 milhões de indivíduos, equivalente a cerca de 10% do total. Até 2050, a estimativa é que esse universo triplique, o que significa que, para cada grupo de dez pessoas, três serão idosas.

São Paulo

Lançado há seis anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, o programa chegou, dois anos mais tarde, ao bairro de Higienópolis, em São Paulo. Em 2015, o programa foi expandido para o interior paulista, Minas Gerais – em Belo Horizonte e Betim – e Espírito Santo, nas cidades de Vitória e Vila Velha. Este ano, além de Ribeirão Preto, o interior do estado inclui, pela primeira vez, a cidade de Santos, que receberá três turmas entre setembro e novembro.

— Com a extensão das aulas a novos bairros e cidades, o programa “Porteiro Amigo do Idoso” passa a atingir os principais centros urbanos da Região Sudeste, colaborando para que os porteiros se tornem ainda mais amigos dos idosos e possam entender o processo de envelhecimento em todos os seus aspectos — explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

O programafaz parte de uma série de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o objetivo de difundir a importância da prática regular de exercícios físicos, adoção de hábitos saudáveis e difusão de conhecimento sobre envelhecimento ativo, como pilares para a conquista da longevidade com saúde, qualidade de vida e bem-estar.

O “Porteiro Amigo do Idoso” foi desenvolvido pelo Grupo Bradesco Seguros, sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, Kalache é consultor do Grupo Segurador para questões relacionadas à longevidade.

Pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) com os participantes do curso revelou que 86% tiveram suas expectativas superadas, 92% avaliaram o programa “Porteiro Amigo do Idoso” como ótimo e 92% o recomendariam a outros profissionais.

Fonte http://jrscomunicacao.com/2016/09/21/programa-porteiro-amigo-do-idoso-do-grupo-bradesco-seguros-inicia-100a-turma/

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Itaú Unibanco vende área de seguros de vida em grupo para Prudential

Itaú Unibanco vende área de seguros de vida em grupo para Prudential

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Operação teve prêmios líquidos de cerca de R$ 465 milhões em 2015.

Banco havia reduzido expectativa de crescimento de receitas com ramo.

O Itaú Unibanco anunciou nesta segunda-feira (19) a venda da totalidade de suas operações com seguro de vida em grupo para a subsidiária brasileira da Prudential, em um negócio que não teve valor revelado.
O maior banco privado do país informou que a venda dos negócios de seguro de vida em grupo não terá impacto contábil relevante nos resultados do grupo em 2016.
A operação de seguros de vida em grupo do Itaú Unibanco teve prêmios líquidos de cerca de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.
“A alienação dessa operação reitera a estratégia do Itaú Unibanco de focar em seguros massificados, tipicamente relacionados ao varejo bancário”, afirmou o grupo financeiro.
A conclusão da venda está sujeita a “cumprimento de determinadas condições previstas” no contrato e autorizações regulatórias.
No início de agosto, o Itaú Unibanco reduziu a expectativa para o crescimento das receitas com serviços e resultado de seguros, que caiu para 4 a 7% ante estimativa de alta de 6 a 9%.

Fonte http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/09/itau-unibanco-vende-area-de-seguros-de-vida-em-grupo-para-prudential-20160919093004506065.html
Da Reuters

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Seguradora lança campanha nacional para Corretores

Seguradora lança campanha nacional para Corretores


Para incentivar os corretores, a Porto Seguro lançou uma campanha para seu produto Residência. Com o tema “Casa com seu Sonho”, os corretores participantes poderão acumular pontos para troca por prêmios, e ao final da campanha, o vencedor de cada região ganhará um prêmio especial, uma viagem. A campanha começou dia 1º de março e vai até o dia até 31 de maio. Os corretores devem fazer o cadastro no site www.casacomseusonho.com.

De acordo com Jarbas Medeiros, superintendente de Ramos Elementares, o objetivo da campanha é incentivar, reconhecer e premiar os corretores que ampliarem os negócios em suas carteiras com o seguro Residencial. “Esse tipo de seguro ainda não é um hábito comum entre os brasileiros, mas tende a se tornar uma tendência entre os proprietários de imóveis que veem como um benefício que vai muito além da proteção dos aparelhos domésticos e cobertura de incêndio. Por isso, acreditamos que o produto possui um grande potencial de vendas”, afirma.

Seguro residencial

Com o objetivo de proporcionar proteção a patrimônios residenciais, a Porto Seguro desenvolveu produtos com coberturas que vão de básicas as mais completas, desde danos elétricos, incêndio e roubo até responsabilidade civil. Os produtos também oferecem vários serviços emergenciais gratuitos. Além disso, os segurados contam com um portal de benefícios, o Clube Porto Seguro (www.clubeportoseguro.com.br) para descontos em diversas lojas, restaurantes, cinemas e teatros.

Fonte: CQCS
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-lanca-campanha-nacional-para-corretores/?utm_source=news-08-03-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Quadrilha é presa por aplicar “golpe do seguro” em carros no Vale do Sinos

Quadrilha é presa por aplicar “golpe do seguro” em carros no Vale do Sinos


Fonte ClicRBS | Blog Caso de Polícia | Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil realizada nesta semana prendeu sete pessoas e encontrou oito carros em processo de desmanche no Vale do Sinos. A suspeita é que a quadrilha aplicava golpe do seguro em carros financiados.

A primeira ação aconteceu na segunda-feira (15), quando quatro pessoas foram presas desmanchando um carro em São Leopoldo. Um dos presos inclusive era o dono do veículo que seria roubado. Conforme a investigação, ele iria registrar ocorrência depois para acionar o seguro.

A Polícia conseguiu rastrear onde as peças eram levadas, no município de Portão, e realizam abordagem na tarde desta quinta-feira (18). No local, seis veículos já cortados foram localizados, todos eles com financiamento. Uma Tiguan roubada também foi localizada.

O Delegado Rodrigo Zucco, responsável pela investigação, os fatos levam a crer que existe um golpe contra seguradoras e financeiras. “Eles paravam de pagar o financiamento, entregavam para o desmanche e depois registravam ocorrência”, explicou Zucco.

Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/quadrilha-e-presa-por-aplicar-golpe-do-seguro-em-carros-no-vale-do-sinos/?utm_source=news-19-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Seguradora deve ressarcir motorista

Seguradora deve ressarcir motorista

O motorista que teve o automóvel invadido pela água ou atingido por estrutura levada pelo vento tem direito de ser ressarcido pela seguradora, segundo afirma o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor). Em Mogi das Cruzes, o temporal da última segunda-feira derrubou 15 árvores – pelo menos três caíram em cima de carros – e deixou vários pontos de alagamentos na Cidade. Ontem o cenário se repetiu em alguns pontos.

Segundo o corretor Wilton Nogueira, membro da Comissão de Interesses do Corretor do Sincor-SP e ex-presidente do escritório, o seguro básico para automóvel cobre colisão, incêndio, roubo, alagamento ou qualquer prejuízo causado pela força da natureza. Entretanto, geralmente a seguradora realiza uma investigação para apurar se o acidente aconteceu por uma fatalidade ou se foi facilitado pelo motorista.

O diretor da regional do Sincor no Alto Tietê, Fábio Ferreira Mattos, explica que virou regra entre as seguradoras a cobertura de danos causados por intercorrências da natureza. Entretanto, ele afirma que é muito importante ao segurado prestar atenção no contrato – para saber da existência de cláusulas exclusivas.

O coordenador da Comissão de Automóvel do Sincor-SP, Salvador Edison Jacintho, explica que a principal negativa de sinistros é o “calço hidráulico”, enchimento da câmara de componentes internos do motor. Isso pode indicar que o segurado assumiu o risco de trafegar com o carro por uma rua alagada, por exemplo. É diferente de quando o veículo estava estacionado e foi atingido pela enchente.

As regras também valem para seguro de imóveis. Entretanto, o próprio Sincor-SP mapeou pontos no Estado de São Paulo com risco de inundações e deslizamentos de terra. Mogi das cruzes tem destaque na lista, com 38 áreas mapeadas. Campinas tem 36 áreas de risco, já o Litoral Norte aparece com 100 pontos de inundações e Sorocaba com 88. Nessas regiões, o seguro residencial pode – e geralmente isso acontece – excluir a cláusula de alagamentos.

Fonte O Diário de Mogi
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-deve-ressarcir-motorista/?utm_source=news-19-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Corretor de Seguros: Aumente seus ganhos

Corretor de Seguros: Aumente seus ganhos


Líder no segmento de segmento de assistência odontológica no mercado brasileiro, a OdontoPrev tem atualmente mais de 6,3 milhões de beneficiários e cerca de 80 mil empresas clientes, oferecendo soluções completas para todos os segmentos de atuação: grandes, médias e pequenas companhias, e planos individuais. Sua rede de cirurgiões-dentistas é integrada por mais de 25 mil credenciados, alcançando cerca de 2,2 mil municípios em todos os estados do país. O grupo é composto por várias marcas, reunidas em um modelo único de gestão (Rede UNNA). Todas as modalidades permitem livre escolha de prestadores de serviços com reembolso das despesas e procedimentos cobertos, de acordo com o plano contratado, como diferencial em relação ao mercado. Reconhecida pela qualidade no atendimento, se enquadra na faixa mais elevada de avaliação no IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) entre as operadoras com mais de 100.000 beneficiário.

Sob a marca Bradesco Dental, o corretor possui à sua disposição uma linha completa de produtos para empresas, a partir de três beneficiários, bem como para pessoas física que podem adquirir um produto sem coparticipação, com duas modalidades de pagamento mensal ou anual (desconto de duas parcelas) e livre escolha com reembolso das despesas cobertas de acordo com a modalidade contratada.

No caso dos planos destinados ao segmento de empresas (Bradesco Dental SPG e Empresarial) um importante diferencial é a possibilidade de contratação do plano de forma conjugada ao produto Saúde, o que possibilita ganhos de produtividade como movimentação cadastral e atendimento unificados, uma única carteirinha de identificação, além de um desconto no momento da contratação. Os produtos oferecidos são de fácil contratação e utilização em âmbito nacional. No Bradesco Dental SPG, de 3 a 199 beneficiários, são duas opções de contratação de acordo com a necessidade da empresa: o ‘Plano Padrão e o ‘Premium Top’ e no Bradesco Dental Empresarial, são ofertados 6 modalidades de planos diferentes, possibilidade de inclusão de coparticipação, múltiplos níveis de reembolso, modalidades de contratação de acordo com a quantidade de funcionários, além de vários outros benefícios no gerenciamento do plano.

O plano odontológico é um produto que pode ser trabalhado com total apoio de nossa equipe de profissionais com grande experiência na comercialização desse tipo de produto, apoiando todo o processo de negociação, desde a visita inicial até o fechamento do negócio, além de subsidiar o profissional de seguros com apresentações, informações de mercado, comparativos, treinamentos e materiais de comunicação entre outras ferramentas, possibilitando dessa oferecer uma opção moderna e eficiente em termos de venda e fidelização o que pode representar um aumento de ganhos ao longo do ciclo de vida de seu cliente.

Para saber mais sobre o Bradesco Dental acesse http://www.bradescodental.com.br/portal/home.do

Fonte: CQCS – https://www.youtube.com/watch?v=l4pE9-_gL88&index=18&list=RDMx5Iq0LTYw0

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Conheça o novo e promissor nicho de mercado para o corretor de seguros

Conheça o novo e promissor nicho de mercado para o corretor de seguros

A Susep prorrogou para 1º de março (terça-feira) o prazo final para o envio de críticas e sugestões relacionadas à minuta de resolução do CNSP que irá regulamentar o seguro de vida universal. O texto da minuta está disponível no site www.susep.gov.br.

A norma trará um novo e promissor nicho de mercado para o corretor de seguros, uma vez que esse produto é muito comum e bastante popular nos países desenvolvidos, por oferecer uma série de atrativos para os segurados, que vão muito além da simples cobertura por morte.

Entre as novidades propostas pela Susep consta a possibilidade de o segurado ter direito a participação nos resultados apurados com as aplicações financeiras dos valores referentes às reservas.

Deverá ser estabelecido também um critério de atualização de valores, com base na regulação específica em vigor.

A atualização anual dos capitais segurados e prêmios será aplicada ao capital segurado e prêmio regular ou ao capital segurado de risco e prêmio de risco, dependendo da modalidade de seguro de vida universal contratada pelo segurado.

A seguradora poderá cobrar carregamento para fazer face às despesas administrativas e de comercialização, ficando vedada, contudo, a cobrança de inscrição e quaisquer outros encargos ou comissões incidentes sobre o valor dos prêmios, inclusive a título de intermediação.

O carregamento poderá ser cobrado: no pagamento dos prêmios regulares, extraordinários ou, alternativamente, prêmios de risco, líquidos de impostos, quando houver ou no resgate ou na portabilidade de recursos, calculado proporcionalmente ao saldo do valor nominal dos prêmios pagos, contido no montante resgatado ou portado.

O texto estabelece ainda que os planos de Seguro de Vida Universal somente poderão ser estruturados com uma ou mais coberturas de risco, sendo vedado o oferecimento de cobertura por sobrevivência.

Esses planos devem oferecer, no mínimo, a cobertura de Morte por Causas Naturais ou Acidentais.

Todos os valores do plano deverão ser expressos em moeda corrente nacional, sendo vedada a utilização de unidade monetária de qualquer outra natureza.

O capital segurado de cada uma das coberturas do plano será composto pela soma do capital segurado de risco com o capital segurado de acumulação.

A seguradora, quando da elaboração do plano, deverá optar por uma das duas modalidades de seguro. Na primeira, o capital segurado de risco é recalculado ao longo da vigência do seguro, em função da evolução do capital segurado de acumulação, com o objetivo de que a soma de ambas as parcelas de capital se mantenha equivalente ao valor do capital segurado inicial.

Na outra, o capital segurado é variável ao longo da vigência do seguro e igual à soma do capital segurado de acumulação e do capital segurado de risco, este último, igual ao capital segurado inicial.

O segurado poderá solicitar formalmente, durante o prazo de vigência da apólice, a alteração do valor do capital segurado inicial, podendo a solicitação ser aceita, ou não, pela seguradora, observadas as disposições das condições gerais e, quando for o caso, das condições especiais.

A seguradora deverá, quando for o caso, descontar, da indenização a ser paga, a quantia necessária à quitação do saldo devedor de assistência financeira concedida ao segurado, além do imposto de renda eventualmente devido.

Na ocorrência de evento coberto durante o prazo de tolerância, a seguradora poderá abater do valor da indenização a quantia correspondente ao prêmio de risco que deixou de ser pago.

Os procedimentos e o prazo para pagamento da indenização deverão constar nas condições gerais e, quando for o caso, nas condições especiais, com especificação dos documentos a serem apresentados à seguradora para cada tipo de cobertura, sendo a ela facultado, no caso de dúvida fundada e justificável, solicitar documentação e/ou informação complementar.

O prazo para pagamento da indenização devida é de, no máximo, trinta dias, contados a partir da data de entrega à seguradora de todos os documentos previstos nas condições gerais e, quando for o caso, nas condições especiais.

Os planos de seguro deverão, obrigatoriamente, ter prazo de vigência maior ou igual a cinco anos completos, sendo vedada a renovação de apólice de seguro de vida universal.

Esses planos devem oferecer, no mínimo, a cobertura de Morte por Causas Naturais ou Acidentais.

Fonte: CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/conheca-o-novo-e-promissor-nicho-de-mercado-para-o-corretor/?utm_source=news-16-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Proibição sobre a venda de seguros em sites sofre novo revés

Proibição sobre a venda de seguros em sites sofre novo revés

 

A tramitação do projeto de lei que proíbe a venda de serviços como seguros nos sites oficiais das companhias aéreas, de autoria do deputado Roberto Alves (PRB-SP), teve nova reviravolta na Câmara, após a relatora, deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ), ter apresentado, no final do ano passado, parecer pela rejeição da proposta, alegando que a Constituição brasileira “abriga tanto a livre concorrência e quanto a defesa do consumidor, de forma que a liberdade concorrencial entre as empresas de um determinado mercado não seja empecilho ao exercício dos direitos dos consumidores e vice-versa”.

Isso porque o deputado Ronaldo Martins (PRB-CE) apresentou voto em separado, na Comissão de Viação e Transportes, onde a proposta tramita agora, defendendo a aprovação do projeto. “É um importante instrumento para assegurar ao consumidor condições de utilização adequada dos mecanismos oferecidos on line sem serem confundidos pelas companhias. Bastam digitarmos o endereço eletrônico de uma companhia aérea para comprovarmos a permanência de banners, popups, janelas e links de oferta de aquisição de seguros, locações de veículos, reservas em hotéis ou pacotes turísticos, prejudicando o entendimento do consumidor no que tange ao negócio principal em exercício pelas companhias, o transporte aéreo de passageiros em voos comerciais”, argumenta o parlamentar.

Segundo ele, nesse contexto, a vedação às companhias aéreas de oferecer, em seus sites, produtos e serviços que não se relacionem diretamente com o processo de aquisição de passagens aéreas, incluindo seguros de viagem ou de qualquer modalidade, tem o objetivo de enfrentar “abusos praticados pela indústria de transporte aéreo de passageiros”.

O deputado assinala ainda que nada impede as companhias aéreas na consolidação de sites específicos para venda de outros serviços a partir da aquisição de passagem aérea. Ele cita o exemplo da TAM, que mantém dois sites distintos, o primeiro para oferta de pacotes e outros serviços e o outro, para a venda de passagens.

Por fim, Ronaldo Martins acentua que o excesso de ofertas de serviços nos sites de venda de passagens para deslocamento aéreo vem ocasionando transtornos dia a dia na vida do consumidor brasileiro que, por essa razão, tem procurado ressarcimento nos órgãos competentes frente aos abusos praticados pelas companhias aéreas.

Fonte CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/proibicao-sobre-a-venda-de-seguros-em-sites-sofre-novo-reves/?utm_source=news-17-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Seguro de eletrônicos pode valer a pena

Seguro de eletrônicos pode valer a pena

Mas antes de assinar o contrato é preciso checar as condições da apólice, para evitar surpresas desagradáveis em caso de sinistro

A PROTESTE Associação de Consumidores analisou as ofertas de duas seguradoras (Porto Seguro e Bradesco) para proteção de equipamentos eletrônicos e constatou que vale a pena a contratação. O custo da Porto Seguro sai mais em conta, mas como a Bradesco já oferece a cobertura contra furto e roubo no plano básico, acaba sendo a mais indicada.

Em geral, as seguradoras aceitam cobrir aparelhos como smartphones, tablets, notebooks, câmeras fotográficas e filmadoras. Para saber qual modalidade contratar, é preciso considerar quanto se está disposto a gastar. O custo varia de acordo com o valor da nota fiscal do aparelho e as coberturas.

O plano básico da Porto Seguro abrange prejuízos de quebra, queda, amassados e arranhadura, provocados por incêndio, raio, explosão e colisão de veículos, por exemplo. Já a Bradesco garante a indenização por roubo e furto nessa cobertura básica, além de cobrir outros danos materiais.

A Porto Seguro disponibiliza a proteção contra furto e roubo e danos elétricos como coberturas adicionais, assim como a garantia internacional, que dá direito à extensão do seguro fora do Brasil. Por outro lado, a Bradesco oferece como plano de maior abrangência apenas o que cobre riscos de danos elétricos.

São essenciais no seguro de eletrônicos as coberturas de danos materiais (incêndio, raio, explosão e acidentes de causas externas) e roubo e furto, como também prejuízos elétricos. Quem opta em contratar o seguro para o aparelho de celular em operadoras de telefonia móvel, tem disponibilidade de algumas dessas coberturas. No entanto, é preciso prestar atenção no valor da franquia nessas lojas, porque é fixo em 25% sobre o preço do aparelho.

A PROTESTE recomenda ficar atento às condições da apólice para evitar surpresas desagradáveis, caso precise acionar o seguro. É o caso da carência por exemplo. Antes de assinar o contrato, observe também a abrangência geográfica e os riscos excluídos, cuja lista costuma ser grande.

Entre os itens que não são cobertos, estão defeito de fabricação, corrosão e ferrugem. A seguradora pode ainda se recusar a proteger o equipamento. Ela tem prazo de 15 dias para dar a resposta negativa e informar o motivo por escrito. Porém, passado esse período sem manifestação, a apólice foi aprovada.

Em caso de sinistro, você precisa telefonar para a central de atendimento da seguradora. Feito isso, envie a documentação solicitada (nota fiscal e boletim de ocorrência, por exemplo) à empresa. Aprovada a indenização, você deve pagar a franquia para receber o valor em até 30 dias após o pedido.

Para a contratação do seguro para produtos novos, basta apresentar a nota fiscal em até 72 horas após a emissão. Em outros casos, a cobertura pode ser solicitada por meio de uma vistoria do prestador de serviço credenciado pela seguradora e sem qualquer despesa adicional.

Todos os eletrônicos são garantidos por seguradoras, mesmo que sejam disponibilizados em lojas físicas ou online de redes de eletrodomésticos, por exemplo, no momento da compra do equipamento. Hoje, a Porto Seguro e a Bradesco Seguros oferecem o serviço diretamente em seus próprios sites.

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Qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?

Qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?

Corretores discutem situação do produtor no “Bom Dia Seguro”

Os corretores de seguros novamente utilizaram o “Bom Dia Seguro”, programa do WhatsApp do CQCS, para discutirem um tema de grande relevância para a categoria. Desta vez, o debate girou em torno da remuneração do produtor que trabalha para corretoras de seguros, após a primeira manifestação sobre o tema, no comentário “Normalmente qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?”.

Após vários sócios de empresas terem respondido que pagam 80%, as reações foram imediatas. “Recebendo 80% é melhor virar produtor”, comentou Christian Szmajser, recebendo o apoio de Fabio Dias, segundo o qual “se me pagarem 80% livre, fecho a corretora e vou trabalhar de produtor”.

Já para o corretor Vitor de Souza Macedo, não dá para entender “essa matemática”, uma vez que, segundo relatos, há casos de esses 80% serem livres de impostos. “Se 80% são pagos ao produtor, qual seria o lucro do patrão? Quem que paga a estrutura do escritório?”, questiona Macedo, que paga salario da categoria e premiação para quem atinge três metas: renovação, crescimento e percentual de comissão.

Há ainda quem sugira uma redução daquele percentual. O corretor Luciano Souza, por exemplo, entende que “o correto” seria pagar 50%, para a operação valer a pena para todos. “O que adianta pagar 80%? Só para ter mais clientes na carteira? Não faz sentido”, observa. E você o que acha desse tema?

Fonte: CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/qual-e-o-percentual-sobre-a-comissao-pago-para-os-produtores-em-uma-corretora

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Aposentados têm direito a plano de saúde empresarial

Aposentados têm direito a plano de saúde empresarial

Guia mostra regras para concessão do benefício, que se estende a demitidos Rio – Apesar de ser um benefício garantido por lei, a manutenção do plano de saúde empresarial aos ex-empregados que se aposentaram ou foram demitidos sem justa causa ainda é pouco conhecida entre esse público. Para divulgar essas regras, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou uma cartilha que informa as condições e prazos de permanência — que são limitados — no convênio médico. A vantagem de manter o plano empresarial é que o seu custo, mesmo integral, é bem mais baixo que os planos individuais cobrados pelas operadoras.

Gerente geral de Regulatória da Estrutura dos Produtos da ANS, Rafael Vinhas ressalta ainda outra vantagem do benefício. “Isso permite ao ex-empregado se manter como beneficiário de um plano empresarial sem a necessidade de cumprir carência (intervalo entre a data de assinatura do convênio e a permissão de uso dos serviços pelo beneficiário)”, diz Vinhas, se referindo ao prazo exigido na contratação de um novo plano.

O benefício contempla trabalhadores que se aposentaram ou foram demitidos sem justa causa e que contribuíram mensalmente para o pagamento do plano, a partir de 1999. E a empresa tem a obrigação de informar esse direito a eles.

O empregador que decidirá se o plano dos ex-empregados será o mesmo oferecido aos ativos na empresa, ou um outro, exclusivo para demitidos e aposentados. No último caso, o convênio tem que ter as mesmas características assistenciais do que estava vinculado antes da demissão ou aposentadoria.

Clique e confira a cartilha produzida pela ANS na íntegra

A opção de continuar com o plano fica a critério dos ex-empregados, que, se decidirem por isso, terão de pagar o valor integral. Eles têm até 30 dias, a partir do desligamento, para optar. O ex-empregado também pode incluir novos dependentes. No caso de morte do titular, cônjuges e filhos podem continuar com o plano pelo período determinado para ele.

PRAZOS DE PERMANÊNCIA

Os demitidos podem permanecer no plano no prazo equivalente a um terço do período em que ele pagou o convênio da empresa. Mas a lei determina o prazo mínimo de permanência, que é de seis meses, e o máximo de dois anos.

Ou seja, quem pagou pelo plano por três meses leva vantagem: o prazo é de seis meses. Mas quem pagou por nove anos, poderia ficar por três anos, mas a lei só permite até dois anos. E esse direito acaba a partir do momento em que o trabalhador for contratado por nova empresa.

Já o prazo para o aposentado é diferente. Quem contribuiu em menos de 10 anos poderá permanecer no plano por tempo equivalente ao período que pagou. E quem pagou por 10 anos tem direito enquanto a empresa mantiver o convênio para os ativos.

Fonte: O Dia
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/aposentados-tem-direito-a-plano-de-saude-empresarial/

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RJ – Corretores desenvolvem produtos de microsseguros em regiões carentes do Rio

RJ – Corretores desenvolvem produtos de microsseguros em regiões carentes do Rio

A MMasullo Corretagem de Seguros, ligada ao escritório Senra Associados, desenvolveu dois produtos específicos para moradores de comunidades carentes na cidade do Rio de Janeiro.

O primeiro deles é um seguro de vida com prêmios a partir de R$ 4,00 e coberturas que podem chegar a R$ 100.000. O outro produto é o seguro funeral “Apoio Familiar”. Também neste caso os diferenciais começam pelo preço do produto: para uma cobertura de R$ 2,5 mil, o segurado paga apenas R$ 1,22.

Há opções para todos os gostos, com prêmios de até R$ 116,33, dependendo da escolha do cliente, que pode optar também por coberturas adicionais como cesta básica para a família, no caso de morte do segurado principal; e reembolsos para a compra de jazido e repatriamento de corpo.

O diretor executivo da MMasullo, Marco Masullo, lembra que o mercado de microsseguros está em plena expansão e que sairá na frente da concorrência quem souber trabalhar com produtos de baixo custo, voltados para as demandas das comunidades mais carentes, que necessitam proteger seus bens mais preciosos com Vida e Saúde.

Com longa experiência adquirido nos 16 anos em que foi funcionário do Banco do Brasil, sendo um dos responsáveis pela organização da carteira da agência em que trabalhava, Masullo desenvolveu um interesse especial pelo ramo de benefícios. Tanto que decidiu fazer o curso da Escola Nacional de Seguros logo que se desligou do banco, em 1995, para seguir carreira no mercado de seguros.

Há nove anos, ele trabalha em parceria com o escritório Senra Associados, onde ganhou a confiança necessária para desenvolver sua própria empresa e abraçar, sob a orientação de Antônio Senra, o mercado de saúde e vida.

Para concretizar esse projeto, Marco Masullo uniu-se a Fabio Malizia, especialista em seguro vida e saúde e ex-consultor da Bradesco Seguros, nas áreas de Vida e Saúde.

Dessa união, surgiu o projeto de desenvolvimento de atendimento no mercado de microsseguros, além de produtos voltados para a proteção da saúde de pessoas e funcionários e dirigentes de pequenas e médias empresas, além de seguros de vida e funeral, com foco direcionado para a população de baixa renda. “A ideia era levar benefícios adequados para essas pessoas. Mas, como desenhar um produto que fosse aceito e que tivesse um custo viável para esse público?”.

A resposta surgiu a partir de parcerias firmadas com lideranças comunitárias. “Quando temos o respeito e reconhecimento de personalidades importantes na comunidade, abrimos espaço para chegar na população. São pais e mães de família que precisam de um seguro de Vida adequado, pequenos comerciantes que precisam segurar estabelecimentos e mercadorias, entre outras necessidades dessa população. Ter alguém que conheça essa realidade é muito importante para chegarmos a eles”, diz o executivo.

Sobre Senra & Associados Assessoria de Seguros: Senra & Associados iniciou pioneiramente as suas operações com o mercado segurador em setembro de 1987. A empresa completou 26 anos em setembro e para marcar a sua nova fase que irá perseguir a qualidade total no atendimento ofereceu vários treinamentos com consultoria especializada para os seus funcionários, inspetores e corretores, através de palestras técnicas sobre vendas, desenvolvimento de negócios e liderança. Iniciou também um trabalho de comunicação para dar visibilidade às suas atividades e de sua equipe e dar transparência às suas ações. A empresa possui parceria com sete seguradoras (SulAmérica, Bradesco, Tokio Marine, Porto Seguro, Itaú, Marítima e Azul) e cerca de 300 corretores em atividade.

 

Fonte http://www.segs.com.br/ – VANIA ABSALÃO

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Susep multa 15 entidades que vendiam seguro irregular

Valores somados chegam a R$ 331 milhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião do Conselho Direto, confirmou a representação contra 15 associações e cooperativas que comercializavam seguros de forma irregular. Com esta decisão, a autarquia manteve as multas a estas entidades que, somadas, chegam R$ 331 milhões.

A maioria dos processos abertos contras a entidades atingidas pela representação foi aberta a o partir de 2011, quando a Susep iniciou efetivo combate ao mercado marginal de seguros. O superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, criou, no âmbito da Diretoria de Fiscalização, uma força-tarefa com fiscais dedicados exclusivamente a este trabalho.

Desde então, a Susep identificou a existência de 300 associações e cooperativas que atuam de forma ilegal no Brasil. A maioria dessas entidades são oriundas do Estado de Minas Gerais. Atuando conjuntamente com a Polícia Federal e o Ministério Público, a Susep vem conseguindo impedir que essas entidades continuem em atividade. Em 2012, durante a Operação Prêmio, realizada em Pernambuco, foram fechadas 10 entidades desse tipo, resultando na prisão de 11 pessoas.

A maior multa aplicada foi contra a União Nacional dos Proprietários de Veículos Automotores (Union), cujo valor chegou a R$ 238,9 milhões. O valor da multa é calculado tendo em vista o quantitativo de associados, somado ao valor da média dos valores dos bens segurados pela entidade. No caso da Union, que se dedicava a proteção veicular, havia oito mil associados, sendo que o valor da IS média da frota do Espírito Santo, estado de origem da associação, é de R$ 29,8 mil.

Além da Union, também foram multadas a Cooperativa Shopping Norte de Transporte, Portal do Tempus Assistência Familiar, Associação dos Servidores do Corpo de Bombeiros e Policiais do Estado de Minas Gerais (Ascobom), Associação Brasileira de Proteção e Amparo aos Proprietários de Veículos Leves, Pesados e Motocicletas (Clube Brasil), Associação Pentecostal do Brasil (Aspem/Brasil), Total Flex Proteção Veicular, Associação dos Proprietários de Veículos, Associação Nacional de Proteção Veicular (Asprovel), Associação de Proteção das Empresas de Trasnporte de Carga, Associação de Proteção e Benefícios aos Transportadores de Cargas (Asatruck), Cooperativa de Comunicação e Apoio Social dos Condutores Autônomos da Grande Belo Horizonte, Associação dos Amigos Proprietários de Veículos Automotores (Amive), Shalom Associação de Proteção Veicular e Associação de Proteção ao Veículo Automotor de Minas Gerais (Apoio Car).

Fonte Susep
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Quando o corretor precisa pagar o imposto duplicado

A Circular 447/12*, divulgada pela Susep vem gerando algumas dúvidas nos corretores de seguros. Uma delas é: o corretor pessoa física e pessoa jurídica precisam pagar um Imposto Sindical duplicado para receber as comissões? A resposta é sim.

Ao estar cadastrado em uma seguradora X, como pessoa física, e em uma seguradora Y, como pessoa jurídica, o profissional precisa comprovar o recolhimento do Imposto nas duas situações

De acordo com a Fenacor, o pagamento da Contribuição Sindical não tem nenhuma relação jurídica com o cadastramento do corretor de seguros em sociedades seguradoras, de capitalização ou entidades de previdência complementar para as quais opera ou tenha algum tipo de relação comercial.

“A obrigatoriedade do pagamento de tal contribuição está prevista no art. 580 e seguintes, da CLT”. A assessoria explica, que segundo o artigo 580, da CLT, quando os agentes ou trabalhadores autônomos e os profissionais liberais estiverem organizados em firma ou empresa, com capital social registrado, recolherão a contribuição sindical, de acordo com a tabela progressiva a que se refere o item II, do mesmo artigo.

“Essa hipótese, no caso, se aplica adequadamente aos corretores de seguros, trabalhadores autônomos, quando reunidos na forma societária, em firma ou empresa”, conclui.

Vale ressaltar que para realizar o pagamento do tributo, o corretor pessoa jurídica precisa ir ao sindicato de seu estado para imprimir a guia de recolhimento e efetuar o pagamento até o dia 31 de janeiro, e o corretor pessoa física até 28 de fevereiro.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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8 dicas para poupar nos seus seguros

O início do ano coincide muitas vezes com a renovação de algumas apólices de seguros. Para evitar duplicações e conseguir reduzir a fatura a pagar, a seguradora Zurich apresenta oito sugestões para conseguir poupar com os seguros.

1. Reunir os seguros automóvel, casa, vida e saúde na mesma companhia de seguros. A maioria das seguradoras oferece condições mais vantajosas aos clientes com várias apólices. É uma forma de premiarem a fidelização dos clientes;

2. Analisar as coberturas que precisa e comparar a oferta. Irá começar, desde logo, a poupar se apenas contratar o que precisa, eliminando o que considera supérfluo. Anualmente reveja as coberturas e confirme se é necessário acrescentar ou eliminar alguma;

3. Seguro de acidentes pessoais poderá ser utilizado em vez do seguro de viagens e, em alguns casos, do seguro de saúde. A versatilidade do seguro de acidentes pessoais permite que este seja acionado em qualquer parte do mundo, cobrindo despesas de tratamento, acidentes rodoviários, incapacidade temporária (a Zurich, por exemplo paga até 360 dias de internamento sem franquias), cuidados intensivos e convalescença ou perda de bagagens;

4. Pagar viagens com cartão de crédito. Se utilizar cartão de crédito para pagar uma viagem já tem um seguro de viagem contratado. Confirme apenas quais são as coberturas concretas que já estão cobertas e se é necessária contratar mais alguma;

5. Tomar uma decisão informada. Antes de subscrever um produto é importante saber o que pretende e familiarizar-se com expressões como coberturas, exclusões, franquias, períodos de carência, limites de capital. Desta forma, poderá avaliar se está a contratar o que é obrigatório por lei e o que precisa ou se estará a pagar por coberturas que não utiliza;

6. Constituir uma poupança mensal fixa. Dentro das possibilidades de cada um, poupar uma quantia fixa por mês irá permitir constituir uma poupança anual, que poderá ser destinada à reforma, a uma viagem, ou à educação, de acordo com as prioridades de cada um. Os dados da Associação Portuguesa de Seguradores confirmam que as contribuições para produtos de poupança dos seguradores cresceram 61% no primeiro semestre deste ano e 70% no que diz respeito aos PPR;

7. Pagar apólice anualmente por débito direto. Em geral, as seguradoras oferecem condições mais favoráveis aos clientes que optam por fazer o pagamento por débito direto, pois desta forma, asseguram o pagamento de forma mais eficaz. A opção pelo pagamento anual também garante, habitualmente, condições mais benéficas para o cliente;

8. Consultar um mediador profissional de seguros. Procurar um mediador de seguros é uma forma de poupar com os seguros, já que permite que um especialista analise especificamente as suas necessidades de proteção. Geralmente, as condições financeiras propostas também são mais favoráveis.

Fonte Dinheiro Vivo
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Desmistificando a Contribuição Sindical

Tenho observado e acompanhado vários comentários dos colegas e amigos profissionais corretores de seguros a respeito do conflito de interpretações a respeito do tão propalado assunto Contribuição Sindical e Contribuição Associativa Sindical.

Vejamos alguns comentários que selecionei para iniciar este meu trabalho:

A Contribuição Sindical é obrigatória?

Não sou sindicalizado, devo pagar a Contribuição Sindical?

Qual o papel da SUSEP diante do não pagamento da contribuição sindical?

Por que a minha comissão ficará retida pela Cia. Seguradora?

É facultado a Cia. Segurada suspender o pagamento da minha comissão?

Qual a destinação da Contribuição Sindical? … etc

Sempre digo o seguinte: em primeiro plano, devemos avaliar, interpretar e distinguir os conceitos de Contribuição Associativa Sindical para em seguida, debater a respeito da obrigatoriedade da Contribuição Sindical.

Da Contribuição Associativa Sindical: Vejamos a natureza e a base legal da Contribuição Associativa Sindical. Cobrada anualmente é tida como sendo a contribuição que o associado paga ao seu sindicato por força do próprio ato de associação (lembrando que esse ato é Facultativo).

A natureza da Contribuição Associativa Sindical é devida exclusivamente pelos seus associados e os valores são estabelecidos em Assembleia Geral. São dois os requisitos básicos para a cobrança da Contribuição Associativa Sindical: a filiação sindical, que é facultativa; e a previsão estatutária.

Desta forma, uma vez que o profissional corretor de seguros e/ou a empresa corretora de seguros se filia ao sindicato, adere automaticamente às normas estatutárias, devendo contribuir com a anuidade que estiver estipulada, conforme aprovado em Assembleia Geral.

O embasamento legal da Contribuição Associativa Sindical é o contido na a alínea “b”, do Art. 548 da CLT. “Art. 548 – Constituem o patrimônio das associações sindicais:

a) …….

b) as contribuições dos associados, na forma estabelecida nos estatutos ou pelas assembleias gerais”.

Da Contribuição Sindical: Em seguida, acreditando ter esclarecido a adesão facultativa do profissional corretor de seguros e/ou da empresa corretora de seguros ao sindicato de sua categoria, passo a comentar a respeito da obrigatoriedade do pagamento da Contribuição Sindical, que é devida por toda a categoria econômica.

Diante de pesquisas realizadas junto ao Supremo Tribunal Federal – STF pude concluir que toda empresa que integra uma categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal é Contribuinte da Contribuição Sindical. E, neste momento, não falo exclusivamente do profissional corretor de seguros ou da empresa corretora de seguros, associada ou não ao sindicato de sua categoria. A obrigatoriedade é para todos. Com referência a atividade de corretagem de seguros permita-me transcrever uma vez mais, para conhecimento dos colegas e amigos, o que a Legislação determina: Lei 4.594/64 Art.5º: O Corretor, seja Pessoa Física ou Jurídica, antes de entrar na profissão deverá: b)- Estar quites com o Imposto Sindical; CLT- Consolidação das Leis do Trabalho Capitulo III – Da Contribuição Sindical Seção I – Da fixação e do Recolhimento da Contribuição Sindical Art.578 – As contribuições devidas aos Sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais apresentadas pelas referidas entidades serão, sob a denominação de “Contribuição Sindical”, pagas, recolhidas e aplicadas na forma estabelecida neste capitulo; Art.579 – A contribuição Sindical é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato Representativo da mesma categoria ou profissão ou, inexistindo este, na conformidade com o art. 591; Art.583 – § 2º – O comprovante de depósito da contribuição sindical será remetido ao respectivo sindicato; na falta deste, a correspondente entidade sindical de grau superior e se for o caso ao Ministério do Trabalho – Redação da Lei 6.386 de 09/12/76 – V.Portaria MTB 3.233 de 29/12/83-(GRCS); Art.584 – Servirá de base para o pagamento da contribuição sindical, pelos agentes ou trabalhadores autônomos e profissionais liberais, a lista de contribuintes organizadas pelos respectivos Sindicatos, e na falta destes, pelas Federações ou Confederações coordenadoras da categoria; Art.589 – Da importância da arrecadação sindical serão feitos os seguintes créditos pela Caixa Econômica Federal, na forma das instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho: 5% Para a Confederação / 15% para a Federação / 60% para o Sindicato / 20% para a conta especial Emprego e Salário. Podemos então concluir que a Circular SUSEP 447 de 09 de agosto de 2012, vem apenas ratificar o contido no artigo 5° da Lei 4.594/64, Lei que regula a profissão de corretor de Seguros, alertando as empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e resseguros quanto à exigência da comprovação do recolhimento da contribuição ou imposto sindical por parte dos profissionais corretores de seguros e das empresas corretoras de seguros. Podemos destacar também, que na mencionada Circular SUSEP 447 não existe a criação de um fato novo e, sim, um alerta quanto à exigência do cumprimento do artigo 5° da Lei 4.594/64. Para reflexão e melhor entendimento, devemos entender que o descumprimento do artigo 5° da Lei 4.594/64 por parte das empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e resseguros, poderá provocar ação de fiscalização por parte da SUSEP e possível aplicabilidade de penalidades administrativas e/ou pecuniárias. Fonte Dorival Alves – Presidente do Sincor-DF Fonte http://www.cqcs.com.br[/text_dd]

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ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.