Plataforma inovadora na venda de Seguros inicia cadastro de Corretores

Plataforma inovadora na venda de Seguros inicia cadastro de Corretores

Agora, Corretores, seguradoras e clientes podem interagir através de uma plataforma 100% online. Na nova plataforma a compra do seguro pelo usuário acontece pelo celular, mas com a presença de um Corretor para mostrar o funcionamento e auxiliar o público. A thinkseg iniciou nesta semana o cadastramento dos corretores para atuarem no seu marketplace, um espaço online onde seguradoras, clientes e corretores estarão presentes.

“Nosso objetivo é atingir mil profissionais qualificados nesta primeira fase. É que chamamos de corretores apaixonados pelo formato de inovação proposto pela thinkseg. O Corretor é o nosso principal personagem”, diz o CEO da thinkseg, André Gregori.

Em pouco menos de um mês, cerca de 200 corretores de todo Brasil já efetuaram o cadastro na plataforma mobile. “Temos recebido um retorno muito positivo dos corretores. Eles veem o aplicativo e a plataforma thinkseg como uma maneira de se digitalizarem e acompanharem a inovação, bem como se defenderem da venda direta ou não tradicional”, explica o CEO da thinkseg.

O Corretor que deseja se cadastrar na plataforma, deve entrar na home page www.thinkseg.com. No site, ele irá perceber um espaço destacado “seja um corretor “. Após clicar nesta aba, ele deve iniciar o preenchimento do cadastro com dados pessoais.

Com o cadastro finalizado, a etapa seguinte é baixar o app thinkseg através da loja virtual do seu smartphone. No momento, o aplicativo está disponível apenas para celulares com android, mas em breve, aparelhos com sistema IOS também poderão acessar. No aplicativo, será necessário preencher alguns campos com informações pessoais para a definição da senha de acesso.

A partir da plataforma 100% mobile, o Corretor estará sendo protagonista de um processo de “digitalização do corretor”, considerado um importante influenciador da plataforma. “Queremos auxiliar o corretor que não está ambientado com a tecnologia. Além disso, vamos qualificar os corretores com pontos para indicá-los às pessoas que não tiverem corretor”, diz Gregori.

Segundo Gregori, o modelo de contratação thinkseg vai apoiar o corretor no uso da tecnologia para que ele aumente sua rentabilidade e fique satisfeito com o modelo inovador da plataforma 100% mobile.

O Seguro Auto thinkseg poderá ser contratado em minutos pelo celular. Após o download do app thinkseg no mobile, ele passa a captar informações referentes à maneira que o motorista dirige, por meio da tecnologia da telemática.

Enquanto o condutor estiver no veiculo, o app verifica a velocidade do motorista, a maneira como ele freia, acelera, quantas vezes avança um sinal vermelho ou muda de pista, e quantas vezes lê mensagens e fala no celular enquanto está dirigindo.

Estas informações coletadas irão beneficiar as pessoas conscientes no trânsito. Atualmente, o Mercado de Seguros nacional tem mais ou menos 75% de bons motoristas que pagam pelas infrações de outros condutores. Todo o setor faz uma medição do grupo de risco. Para a thinkseg, o risco individual é o que vale.

Com o APP thinkseg, os motoristas prudentes pagarão menos por seus seguros e terão benefícios, uma forma de criar mais motoristas conscientes no trânsito.

Sobre a Thinkseg

Primeira plataforma 100% mobile que acompanha o jeito do motorista dirigir no Brasil. A thinkseg não é uma corretora. A thinkseg não é uma seguradora. Na start-up de seguros thinkseg, clientes e corretores fazem tudo pelo celular. Por ser uma start-up na área financeira (fintech de seguros), não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas. Todas as etapas que envolve o Seguro Auto são acompanhadas, de modo transparente, pelo mobile

Sobre André Gregori:

CEO da Thinkseg. Em 2010, iniciou o negócio de Seguros como sócio do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/plataforma-inovadora-na-venda-de-seguros-inicia-cadastro-de-corretores

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Corretor não pode ser incluído em processos movidos contra as seguradoras

Corretor não pode ser incluído em processos movidos contra as seguradoras

Muitos consumidores de seguros têm dificuldades de compreender qual a diferença entre o corretor de seguros e a companhia seguradora. E essa compreensão equivocada, às vezes, pode fazer com que o corretor personifique a própria seguradora, o que entendemos não ser correto. É comum, por exemplo, nos processos judiciais movidos por clientes, que o corretor seja incluso indevidamente.

Inclusive tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei de autoria do deputado Lucas Vergílio, que tem o objetivo de impedir que os processos movidos por segurados contra as seguradoras incluam os corretores no polo passivo, respondendo conjuntamente por eventuais condenações. Pelo projeto, a solidariedade passiva não poderá ser invocada pelo segurado, ou aceita pelo juiz, em ações de pagamento de sinistros, indenizações e ressarcimentos de valores contratuais. Também não será aceita em questões sobre o cumprimento de condições e cláusulas contratuais firmadas, ou sobre a intermediação do negócio.

O deputado, na justificativa do seu projeto de lei, afirma: “É uma questão bem simples para o entendimento correto, qual seja, as sociedades seguradoras quando aceitam a subscrição de riscos e, na ocorrência de sinistros, é incumbência exclusivamente delas, a realização da regulação do sinistro (análise da documentação exigida), e o correspondente pagamento das indenizações e ressarcimentos, das garantias contratadas, o que, nesse caso, constitui relação jurídica única (sociedade seguradora e segurado)”.

Reforçamos que, ao corretor de seguros cabe angariar e promover contratos de seguros, realizando somente a intermediação de negócios, conforme a Lei no 4.594/64, prestando ao segurado o necessário assessoramento técnico. Já às sociedades seguradoras autorizadas a operar, cabe aceitar as propostas de seguros intermediadas pelos corretores de seguros, a subscrição do risco, e emitir as apólices de seguros, ou até mesmo declinar da aceitação do risco, com o cancelamento do negócio.

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Santa Catarina, no papel de entidade representativa dos profissionais corretores de seguros, entende ser de extrema importância a aprovação deste projeto de lei na Câmara Federal, para extinguir este equívoco jurídico que vem ocorrendo, por falta de entendimento do consumidor e pela ausência de previsão legal neste sentido.

A aprovação do Projeto de Lei em curso, não isenta o Corretor de Seguros, que na sua atividade pode cometer erros ou falhas que possam lhe imputar a responsabilidade por eventuiais danos aos seus clientes. Assim lembramos a importância da contratação de Seguro de Responsabilidade Civil do Profissional Corretor de Seguros, o qual dará respaldo a eventuais ações por parte dos clientes. O SINCOR-SC oferece condições especiais dessa cobertura para os associados. As informações completas podem ser acessadas no site www.sincor-sc.com.br na aba “Convênios”.

Auri Bertelli

Presidente do SINCOR-SC

Fonte Sincor-SC
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-nao-pode-ser-incluido-em-processos-movidos-contra-as-seguradoras

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Seguros baratos estão em alta

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Alternativas de proteção com mensalidades de até R$ 20 ganham espaço no Brasil. As voltadas para quitar dívidas com escolas, em caso de problemas, têm forte expansão

Diante do encolhimento da renda das famílias, produtos de baixo custo, que têm como apelo a proteção contra o desemprego, ganham força e escapam da crise, surfando na direção contrária. Entre janeiro e junho, o seguro educacional, que tem parcelas entre R$ 10 e R$ 20, em média, e promete quitar a mensalidade escolar em caso de desemprego, cresceu quase 80% frente igual período de 2015. No período, a arrecadação do setor saltou de R$ 12,3 milhões para R$ 22 milhões, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O produto atinge de creches ao ensino superior e prevê também outras coberturas, como festa de formatura e até aulas particulares em caso de o estudante adoecer.

As escolas particulares estimam que em Minas Gerais o número de alunos na rede deve encolher entre 4% e 6% em 2017 em razão da crise econômica vivida pelo país. É esse cenário que motiva a contratação dos seguros voltados para a educação. No entanto, a Proteste Associação de Consumidores, alerta que é importante ter cuidado com o bombardeio de ofertas.

Para se proteger, o consumidor deve analisar o peso da parcela em seu orçamento e quais coberturas são de fato relevantes para sua rotina. O coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, também reforça que ler e entender o conteúdo da apólice é o primeiro passo antes de assinar um contrato. E ele reforça que os produtos não devem ser empurrados ou ter a compra forçada. “Entendemos que a venda obrigatória, quando o seguro já vem incluído na mensalidade escolar, é abusiva. Em caso de inadimplência, a escola pode executar o contrato e não obrigar a compra de um seguro, que deve ser de livre escolha e adesão do consumidor”, alerta.

BONS VENTOS

Em Belo Horizonte os seguros de educação estão concentrados nas escolas de maior porte. A sócia-diretora da BHR Corretora de Seguros, Regina Coeli, acredita que o produto tem horizonte favorável para crescer. O valor hoje, de R$ 15 em média, do seguro, segundo ela, pode ficar menor com a massificação e contar a favor da adesão das famílias. Segundo a especialista em seguros, a modalidade é ampla e pode cobrir o pagamento de toda a vida escolar da criança ou a faculdade, no caso de morte do responsável financeiro – que não pode ter mais de 70 anos. “Essa é uma modalidade vantajosa para o consumidor. Existem coberturas mais amplas, que vão além do desemprego, mas o brasileiro ainda não desenvolveu essa cultura.”

A estudante de medicina Mônica Prado, de 27 anos, diz que adquiriu um seguro em sua faculdade para proteção no caso de estágios feitos fora da escola. No entanto, ela não tem mais informações sobre o seguro educacional. Segundo Regina Coeli, ao aderir ao seguro escolar o consumidor deve avaliar a amplitude das coberturas, algumas são reduzidas e cobrem apenas de três a seis mensalidades, em caso de desemprego. Outras são mais amplas e atingem toda a vida escolar.

Há opções como cobertura básica, que abrange somente a série atual que o aluno está cursando. A apólice pode cobrir ainda todo o ciclo escolar ou do primeiro ao último ciclo oferecidos pela instituição de ensino. Não há limite quanto ao prazo de cobertura em caso de morte ou invalidez do responsável financeiro. Na hipótese de perda de renda ou desemprego, a apólice cobre de três a seis mensalidades escolares.

Para que servem?

Seguro para prestações: É contratado quando o consumidor faz um financiamento, empréstimo ou para quitar parcelas de dívidas de cartão de crédito, crediário e cheque especial em caso de desemprego (exceto justa causa), invalidez, incapacidade física ou até mesmo morte. Seguros educacionais: São úteis para quitar a mensalidade escolar da série atual que o aluno está cursando ou ainda todo o ciclo escolar oferecido pela instituição de ensino.

Quando a dívida é quitada? >> No seguro de prestações, a quitação da dívida é total em caso de morte e invalidez permanente. No entanto, em caso de desemprego involuntário, geralmente são quitadas no máximo seis parcelas. E pode haver carência >> No seguro escolar, mensalidades são quitadas em caso de desemprego involuntário e também morte ou invalidez. O número de parcelas vai depender de cada contrato.

O que o seguro não cobre? >> As exclusões mais comuns nesse tipo de produto são o desemprego voluntário, ou seja, caso você peça demissão não terá direito à quitação das parcelas do seguro. >> Também não há cobertura para morte decorrente de doenças preexistentes (de conhecimento do segurado) que não tenham sido declaradas na proposta de adesão; ou para suicídio quando ocorrido dentro dos primeiros dois anos de vigência do seguro. >> Fique atento às carências exigidas, aos prazos e documentos para reivindicar a indenização.

Qual o valor do seguro?

>> Educacional: em média, 1% do valor da mensalidade da escola. >> Prestamista: pode custar menos de R$ 10, mas quando a parcela é maior, geralmente para cada R$ 10 mil, a mensalidade varia entre R$ 40 e R$ 70.

Fonte em.com.br
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/seguros-baratos-estao-em-alta/?utm_source=news-26-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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