RJ – Servidores e pensionistas estão sem margem para empréstimos

RJ – Servidores e pensionistas estão sem margem para empréstimos

Há casos relatados em que o funcionário foi avisado pelos gerentes das instituições financeiras nas agências de que ele está com a margem consignável negativada pelo estado

Rio – Não bastasse o atraso dos salários que atormenta a vida do funcionalismo estadual nos últimos meses, servidores e pensionistas têm sido surpreendidos ao tentarem pegar empréstimos com desconto em folha nos bancos. Há casos relatados à coluna em que o funcionário foi avisado pelos gerentes das instituições financeiras nas agências de que ele está com a margem consignável negativada pelo estado mesmo sem nenhum contrato assinado para ter o crédito na conta.
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Além de atraso no salário, servidores estão sem margem para pegar empréstimos
Reprodução
Muitos servidores apelam para o empréstimo consignado por conta do atraso nos vencimentos. E fazem do consignado, que têm juros mais baixos, a tábua de salvação para poder honrar os compromissos.

Questionada pela coluna, a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag) reconheceu que ocorreram situações de negativação. A pasta informou que “devido à publicação do Decreto 45.563, de 27 de janeiro de 2016, que reduziu a margem consignável a 30% da remuneração do servidor, foram realizados ajustes no Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH), que ocasionaram alguns problemas no cálculo das margens”.

A secretaria esclareceu, no entanto, que “os problemas foram corrigidos na folha de junho e, desde então, não foi verificada qualquer reclamação”.
RECLAMAÇÃO FORMAL

A pasta orientou os servidores que tiveram problemas a procurarem o Setor de Recursos Humanos de seu órgão de origem. A secretaria informou ainda que caso alguém tenha dúvidas sobre a margem consignável deve fazer reclamação formal no RH, “que encaminhará a solicitação à pasta”. “Caso esteja errada, a Seplag verificará e corrigirá no sistema”, informou por nota.

ATO NA PREFEITURA

Os médicos da rede municipal de Saúde de Duque de Caxias, na Baixada, aprovaram fazer atos públicos em frente à sede da prefeitura e unidades de atendimento. As manifestações ocorrerão, caso o resultado da audiência com o prefeito Alexandre Cardoso e representantes da Secretaria de Saúde não atenda às reivindicações dos servidores.

SALÁRIO PARCELADO

De acordo com o Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SinMed/RJ), que apoia o movimento dos médicos de Caxias, os salários estariam sendo parcelados e o município não teria implantado o Planos de Cargos e Salários. Os servidores querem ainda auditoria nas contas do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Duque de Caxias (IPMDC).

NOMEAÇÃO E POSSE

O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) vai reunir na próxima terça-feira com o chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso. Na pauta: nomeação e posse de 284 oficiais de cartório e 84 papiloscopistas formados na Acadepol e que aguardam convocação para trabalhar. O sindicato quer urgência no aproveitamento dos 400 investigadores aprovados no concurso de 2005.

Fonte http://odia.ig.com.br/economia/2016-09-18/coluna-do-servidor-servidores-e-pensionistas-estao-sem-margem-para-emprestimos.html
O DIA

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Aposentados vão poder aumentar os benefícios

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Proposta para reforma da Previdência que será enviada ao Congresso por Michel Temer prevê dois tetos do INSS e contribuição para sistema de capitalização
Rio – A reforma da Previdência possibilitará a quem já é aposentado receber benefício maior considerando contribuições feitas após a concessão da aposentadoria, criando uma espécie de desaposentação (que é a troca do benefício por outro mais vantajoso).


Rosamarie Ferreira, 65 anos, tem uma barraquinha de essências no Largo do Machado. Com a renda, ela complementa a aposentadoria
Maíra Coelho / Agência O Dia
A proposta que será enviada ao Congresso pelo governo Michel Temer também vai permitir que trabalhadores que ganham acima do atual teto previdenciário (R$5.189,82), tenham um valor similar ao que recebem em atividade. O projeto de reforma prevê ainda a implementação de um segundo teto do INSS, cujo valor seria de R$ 8.800.

Para que isso ocorra, tanto os aposentados quantos os trabalhadores da ativa terão que contribuir além do teto atual para um regime capitalizado que seria criado com a reforma, segundo informou ao DIA Leonardo Rolim, da Consultoria de Orçamentos e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (Conof/CD), que elaborou o documento com as diretrizes das mudanças nas regras da Previdência que o presidente Michel Temer quer aprovar.

“Esse modelo faz parte de mudanças estruturais na Previdência para tornar o sistema viável”, avalia Rolim.

O mecanismo é parecido com o que o governo implementou para servidores que ingressaram no serviço público a partir de 2013. Para ganhar o mesmo salário quando se aposentarem, vão ter que contribuir para um fundo de previdência. Do contrário, ficarão limitados ao teto do INSS.

A aposentada Rosamarie Ferreira, 65, se preocupa com as mudanças. Mas aceitaria pagar percentual para o benefício melhorar. Para complementar o que ganha, ela montou barraquinha de essências artesanais no Largo do Machado e tira semanalmente R$ 200. “Dependendo do valor, eu pagaria. Mas não acredito que isso vá acontecer”, diz.

Já o aposentado Alzelino Silva, 73, vê com desconfiança a proposta. Ele não acredita que ganharia valor a mais no benefício se fizesse a capitalização que está na proposta de reforma da Previdência. “Não entendo mais nada que essa política faz. Parece que quanto mais velhos ficamos, menos ganhamos”, reclama. E complementa: “Não pagaria nem um centavo a mais. Já paguei muito”.
Novo modelo vem de outros países

Em outros países, diz Leonardo Rolim, o sistema de capitalização da Previdência, em estudo para ser implantado no Brasil, já existe e conta com três camadas de contribuição.

De acordo com o consultor pela proposta que será apresentada, o trabalhador que recebe até 6 salários mínimos continuaria com o mesmo sistema de contribuição simples e obrigatória de 11%, sendo o teto para esta faixa R$ 5.189,82.

Nesse novo sistema seria criada capitalização obrigatória para quem recebe além do teto e limitado a dez salários mínimos (R$8.800). Esse regime de capitalização da Previdência seria controlado pelo Estado, mas gerido pela iniciativa privada, não só pela Caixa Econômica Federal. Nele, trabalhador e empregador poderiam negociar em qual instituição financeira poderia ser aplicado o dinheiro recolhido. Os bancos e instituições teriam que seguir exigências e dar garantias ao governo para poder ser gestor do dinheiro da contribuição do trabalhador.

Já para quem recebe acima de R$ 8.800 a contribuição seria facultativa, ou seja, é possível não aderir ao sistema de capitalização.

“O trabalhador não contribuiria acima do excedente. Seria como é hoje em dia na Previdência complementar”, aponta.

“A capitalização seria obrigatória para quem recebe de R$5.189,92 a R$ 8.800. Dessa forma o trabalhador contribuiria mais, mas garantiria um benefício maior”, defende o ex-secretário de Previdência.

Fonte http://odia.ig.com.br/economia/2016-09-18/aposentados-vao-poder-aumentar-os-beneficios.html
MARTHA IMENES

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