Lucro da Caixa em 2015 foi de R$ 7,2 bilhões

Lucro da Caixa em 2015 foi de R$ 7,2 bilhões

Banco teve um aumento de 0,9% em relação a 2014; margem financeira alcançou R$ 41 bilhões


Ações para aumento da eficiência operacional geraram economia de R$ 2,8 bi no ano

A Caixa Econômica Federal alcançou lucro líquido de R$ 7,2 bilhões no ano de 2015, aumento de 0,9% em relação a 2014. O retorno sobre o patrimônio líquido médio nos últimos doze meses foi de 11,4%.

A margem financeira alcançou R$ 41 bilhões, avanço de 18,9% em 2015, impactada, principalmente, pelo aumento de 30,5% nas receitas de crédito e de 44,9% no resultado com títulos e valores mobiliários e derivativos.

A Caixa ampliou o relacionamento com clientes, o que possibilitou o aumento das receitas com prestação de serviços e tarifas em 12,6% em 2015. Os principais destaques foram as receitas originadas pelo relacionamento com clientes nas contas correntes e cestas de serviços, que cresceram 30,7%, pelos cartões de crédito em 12% e pelos convênios e cobrança em 10,1%.

A Caixa intensificou as ações para racionalização de gastos e aumento da produtividade, com foco na sustentabilidade dos seus resultados, o que possibilitou que as outras despesas administrativas crescessem apenas 5,6% em doze meses, significativamente abaixo da inflação observada no período, que ficou em 10,7%. O mesmo comportamento foi observado nas despesas de pessoal, que alcançaram R$ 19,8 bilhões, evolução de 10,5%.

Os índices de cobertura de despesas de pessoal e administrativa apresentaram comportamento de melhoria e aumentaram, respectivamente, 1,9 p.p. e 2,3 p.p. nos últimos doze meses e chegaram a 104,8% e 66,2%, os melhores dos últimos três anos.

A carteira de crédito ampla avançou 11,9% em 12 meses e alcançou saldo de R$ 679,5 bilhões, representando 20,9% do mercado, aumento de 1,1 p.p. no market share em 12 meses. O crédito habitacional continuou a ser o principal destaque do crédito da Caixa, com evolução de 13% no ano e saldo de R$ 384,2 bilhões, que representa a liderança de mercado com 67,2% de participação.

O crédito comercial para pessoas físicas e jurídicas totalizou R$ 199,4 bilhões, alta de 4,8% em 12 meses. Já as operações de saneamento e infraestrutura apresentaram, ao final de 2015, saldo de R$ 70,9 bilhões e crescimento de 24,9% em relação a 2014.

Ao final de 2015, 90% da carteira de crédito da Caixa estava classificada nos ratings de melhor qualidade, de AA-C, e o índice de inadimplência acima de 90 dias foi de 3,55%, aumento de 1 p.p. no ano, influenciado pelas operações comerciais para pessoa física e para micro e pequenas empresas. O impacto da desaceleração econômica na inadimplência desses segmentos foi atenuado pelo fortalecimento dos modelos de risco e de cobrança.

As captações alcançaram saldo de R$ 940,9 bilhões, com crescimento de 15,3% em 12 meses e em volume suficiente para cobrir 138,6% da carteira de crédito. As letras, as captações internacionais e os empréstimos e repasses foram as fontes de recursos que apresentaram maior crescimento em 2015, de respectivamente, 21%, 45,7% e 21,4%.

Os depósitos tiveram crescimento nominal de R$ 35,6 bilhões em 12 meses, e chegaram a R$ 454,7 bilhões em 2015. A poupança, com saldo de R$ 241,4 bilhões, continua sendo a fonte de recursos mais importante para o financiamento das operações habitacionais. Mesmo com o comportamento do mercado, a Poupança da Caixa apresentou elevação de 1,9% no saldo e ampliou a sua participação no mercado em 1 p.p., chegando a 36,8% no final do ano.

Em 2015, a Caixa era responsável pela gestão de mais R$ 2 trilhões em ativos, aumento de 12,3% em 12 meses, impulsionado principalmente pelos ativos próprios, que chegaram a R$ 1,2 trilhão, avanço de 13%.

Em doze meses, a Caixa injetou R$ 732,7 bilhões na economia brasileira por meio de contratações de crédito, distribuição de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal, destinação social das loterias, dentre outros.

A base de clientes da Instituição alcançou 82,9 milhões de correntistas e poupadores em 2015, alta de 5,9% em 12 meses. A carteira de pessoas físicas atingiu 80,7 milhões, e a de pessoas jurídicas, 2,2 milhões.

Carteira de Habitação:
As contratações da carteira de crédito habitacional somaram R$ 91,1 bilhões ao final de 2015, dos quais R$ 55,5 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 34,8 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 807 milhões contratados com outros recursos. A Caixa continua líder nesse segmento com participação no mercado de 67,2%.

Crédito Comercial:
A carteira de crédito comercial atingiu R$ 199,5 bilhões de saldo e R$ 270,7 bilhões contratados ao final de 2015, valores 4,8% e 4,4% superiores aos registrados em 2014, respectivamente. As operações com pessoas físicas atingiram saldo de R$ 103,2 bilhões, alta de 9,8% em 12 meses. O segmento de pessoa jurídica totalizou saldo de R$ 96,2 bilhões.

O crédito consignado foi o principal destaque no segmento pessoa física, com volume contratado de R$ 30,7 bilhões e saldo de R$ 59,6 bilhões, crescimento de 12,8% em 12 meses. A participação da CAIXA no mercado de crédito consignado avançou 0,83 p.p. em 12 meses, alcançando 21,8% em dezembro de 2015.

Saneamento e infraestrutura:
As operações de saneamento e infraestrutura, que possibilitam investimentos nas áreas de mobilidade urbana, energia, logística, e saneamento básico, por exemplo, alcançaram saldo de R$ 70,9 bilhões, com evolução de 24,9% em 12 meses.

Rural:
O Crédito Rural CAIXA atingiu saldo de R$ 7,5 bilhões em 2015, evolução de 52,4% em relação ao ano anterior. As contratações em 2015 atingiram a soma de R$ 7 bilhões, avanço de 40,7% em 12 meses.

Captações de Recursos:
Uma das principais fontes de recursos para o crédito imobiliário, a poupança apresentou saldo de R$ 241,4 bilhões ao final de 2015, alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A CAIXA permaneceu na liderança do mercado, com 36,8% de participação, ganho de 1 p.p. em 12 meses. Ao final de 2015, a CAIXA possuía 63,8 milhões de contas de poupança, crescimento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os depósitos a prazo somaram R$ 168,9 bilhões ao final de 2015, evolução de 18,1% em 12 meses. Os recursos em CDB correspondiam a 63,3% desse total, com saldo de R$ 106,9 bilhões, alta de 19,3% em relação a 2014. Na mesma comparação, os depósitos judiciais aumentaram 16%, atingindo saldo de R$ 62 bilhões.

As Letras de Crédito Imobiliário alcançaram saldo de R$ 111,9 bilhões, avanço de 28,2% em 12 meses. As Letras Financeiras encerraram dezembro com saldo de R$ 40,7 bilhões, crescimento de 7,5% em 12 meses.

Benefícios Sociais e ao Trabalhador:
A Caixa, como principal agente operador dos programas sociais do governo federal, contribui ativamente para a melhoria da qualidade de vida e da distribuição de renda da população brasileira. Em 2015, foram pagos cerca de 163,3 milhões de benefícios sociais, correspondendo a R$ 27,5 bilhões.

O principal programa de transferência de renda, Bolsa Família, pagou cerca de 157,7 milhões de benefícios no período, totalizando R$ 26,4 bilhões.

Em relação aos programas voltados ao trabalhador, a CAIXA foi responsável por realizar 150,1 milhões de pagamentos de benefícios em 2015, que totalizaram R$ 208,8 bilhões. Entre eles o Seguro-Desemprego, Abono Salarial e PIS, corresponderam a R$ 39,7 bilhões.

As aposentadorias e pensões pagas aos beneficiários do INSS totalizaram 64,8 milhões, somando R$ 72,1 bilhões.

A arrecadação do FGTS atingiu R$ 113,5 bilhões e os saques, R$ 96,9 bilhões. No quarto trimestre de 2015, o Fundo era composto por 146,6 milhões de contas.

Rede de Atendimento:
A rede de atendimento CAIXA possui 63,6 mil pontos de atendimento, nos quais foram realizadas mais de 7,9 bilhões de transações bancárias. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 27,6 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 31,7 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento, além de duas agências-barco. A CAIXA conta atualmente com 97,5 mil empregados concursados, além de 15 mil estagiários e aprendizes.

Clique aqui e acesse o balanço completo.

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Caixa aumenta de 50% para 70% limite de empréstimo em imóvel

Caixa aumenta de 50% para 70% limite de empréstimo em imóvel

De acordo com a presidente da Caixa, Miriam Belchior, as condições desse tipo de empréstimos incluirão tanto o primeiro, como o segundo imóvel, criando “uma folga” ao proprietário


DR

Diante da baixa demanda por imóveis, a Caixa Econômica Federal decidiu aumentar de 50% para 70% o limite do financiamento em imóveis usados para trabalhadores do setor privado. No caso do setor público, esse limite chega a 80%.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o aumento vale para empréstimos feitos dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

De acordo com a presidente da Caixa, Miriam Belchior, as condições desse tipo de empréstimos incluirão tanto o primeiro, como o segundo imóvel, criando “uma folga” ao proprietário.

Ela estima que R$ 16,1 bilhões dos R$ 21,7 bilhões anunciados pelo conselho curador do FGTS devem ficar com o banco estatal.

Fonte http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/196168/caixa-aumenta-de-50-para-70-limite-de-emprestimo-em-imovel

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Banco Bonsucesso registra lucro de R$ 133,5 milhões em 2015

Banco Bonsucesso registra lucro de R$ 133,5 milhões em 2015

Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do Banco Bonsucesso

Resultado é o melhor na história do banco, que prevê investimentos para tornar o Bonsucesso um banco digital

O Banco Bonsucesso divulgou, nesta quarta-feira, 2, seu balanço relativo ao exercício de 2015. A instituição financeira registrou, no ano passado, o melhor resultado de sua história, com lucro líquido de R$ 133,5 milhões. O Patrimônio Líquido alcançou o volume a R$ 473,1 milhões; o total das captações atingiu R$1,45 bilhão; e os ativos totais chegaram a R$ 2,1 bilhões.

Para o presidente do Bonsucesso, Paulo Henrique Pentagna Guimarães, o resultado reforça o excelente momento que o banco atravessa. “Estamos capitalizados, com muita liquidez, atuando de forma conservadora no quesito empréstimos e investindo fortemente na nossa estrutura interna de TI, visando segmentos de mercado que podem ampliar nossas receitas de prestação de serviços. Estamos muito preparados para atravessar esse momento de instabilidade da economia”, afirma o presidente.

Após realizar a joint venture com o Banco Santander, em 2014, o Bonsucesso passou por um período de transição em 2015. Ao longo do ano, realizou as cessões das carteiras de crédito consignado e cartão de crédito consignado para o Bonsucesso Consignado (banco criado com a parceria entre as duas instituições), do qual é detentor de 40%.

As operações de crédito para pequenas e médias empresas encerraram o ano com um volume de R$ 273 milhões. O número reflete a atuação conservadora da instituição no segmento Middle Market. “Diminuímos nossa exposição, aumentamos nossas garantias e focamos em operações mais seguras para o banco. Esse movimento já vinha sendo feito desde 2014, momento no qual já vislumbrávamos a crise atual”, explica Paulo Henrique.

Para 2016, o Bonsucesso aposta em novos nichos de mercado que permitirão a instituição crescer suas receitas na oferta de serviços. “Ainda no primeiro semestre, vamos lançar nossa plataforma de Adquirência e nossa expectativa é mais do que dobrar as operações de recebíveis a partir de então”, diz o presidente.

Outro segmento no qual o banco vem investindo é a área de câmbio. Em 2015, a instituição reestruturou o setor, investiu em novos e experientes profissionais e ampliou a oferta de serviços para a transferência de recursos do exterior para o Brasil e vice-versa. “Como o Brasil ficou barato, este é um setor que tem crescido e temos feito boas operações”, explica o executivo.

Paulo Henrique considera que o ano de 2016 será difícil para a economia brasileira, mas tem olhado com bastante atenção para o mundo digital. “Acredito que o futuro é o banco digital e vamos investir para que o Bonsucesso caminhe nesta direção”, afirma.

Fonte http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/financasg/item/2412-banco-bonsucesso-registra-lucro-de-r$-133,5-milh%C3%B5es-em-2015.html

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BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015


BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

Com foco em Cartão de Crédito Consignado, banco passou a operar no convênio INSS e lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal com débito em conta para aposentados, pensionistas e servidores públicos

O Banco BMG S.A. e suas controladas (“BMG” ou “Banco”) divulgaram nesta quinta-feira, 18, seus resultados consolidados referentes ao período encerrado em 31 de dezembro de 2015, independentes.

No exercício de 2015, o Lucro Líquido atingiu R$ 189 milhões. O Patrimônio Líquido encerrou o ano com saldo de R$ 3.145 milhões e o Índice de Basileia atingiu 19,1%, já considerando o cronograma de implementação das normas de Basileia III.

O banco mantém uma posição robusta de liquidez, encerrando o trimestre com caixa total de R$ 2.310 milhões. A Margem Financeira Líquida (NIM) foi de 6,6% no exercício de 2015. Por sua vez, o Banco Itaú BMG Consignado S.A., joint venture entre o Itaú Unibanco e o BMG, encerrou o período com carteira de crédito total de R$ 29.271 milhões.

Seguindo a estratégia de focar no Cartão de Crédito Consignado, em setembro o BMG passou a operar no convênio INSS e, em outubro, já era líder de mercado. Por conta da abertura desse convênio, a carteira do BMG cresceu 111,6%, no ano, e 85,1% no trimestre, encerrando 2015 com saldo de R$ 3.321 milhões, sendo a concentração total de 51,7% no INSS.

Em janeiro de 2016, a instituição lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal, com débito em conta, exclusivo para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. O produto está diretamente correlacionado com o público do Cartão de Crédito Consignado e possui alto potencial de cross-sell.

Fonte http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/financasg/item/2329-bmg-teve-lucro-l%C3%ADquido-de-r$-189-milh%C3%B5es-em-2015.html

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Juntos, Itaú, Bradesco e Santander lucram R$ 47 bilhões

Juntos, Itaú, Bradesco e Santander lucram R$ 47 bilhões

Os grandes bancos privados sentiram de forma mais intensa a recessão do Brasil no final de 2015, quando viram seu lucro líquido e os empréstimos encolherem no fechamento do quarto trimestre ante o terceiro. Diante da deterioração mais intensa dos indicadores econômicos, os calotes subiram, puxando para cima as despesas com provisões para devedores duvidosos (PDDs) e sinalizando que, além de baixa demanda, o ciclo de crédito atual pode ter o risco ainda mais deteriorado ao longo de 2016.

No comparativo anual, ainda foi possível entregar um resultado crescente, mas em contínua desaceleração. Juntos, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander registraram lucro líquido de R$ 11,658 bilhões no quarto trimestre, cifra 5,66% maior que a vista 12 meses antes, de R$ 11,034 bilhões. Se considerados ajustes, o resultado foi 10,9% maior. Em 2015, no entanto, a alta de dois dígitos ainda foi mantida. O resultado líquido dos três maiores bancos do País cresceu 14,55% em relação a 2014, totalizando R$ 47,2 bilhões.

Diante dos sinais de maior fragilidade da economia brasileira, os grandes bancos privados optaram por traçar metas mais tímidas para 2016, além de fornecerem um maior detalhamento do cenário que trabalham para frente. O Itaú, que abriu ontem seus números, adotou, como de costume, uma dose maior de conservadorismo e já admite que sua carteira de crédito pode encolher neste ano. Na melhor das hipóteses, segundo o banco, cresce 4,5%, com destaque para crédito à exportação, enquanto o Bradesco projeta alta entre 1% e 5%. O Santander preferiu não fazer projeções ao mercado.

Quanto aos calotes, os três bancos privados trabalham com a piora na qualidade de ativos em todo o ano de 2016. No caso do Bradesco, o indicador, que mede atrasos acima de 90 dias, deve se deteriorar entre 0,1 e 0,2 ponto porcentual a cada trimestre neste ano. Itaú e Santander (este último foi o único a manter a inadimplência estável no quarto trimestre) não detalharam suas estimativas, mas não veem reversão de tendência na conjuntura atual.

Com mais clientes em atraso, os bancos tiveram de reservar um colchão extra para perdas. O saldo de PDDs cresceu mais de 24% no quarto trimestre de 2015 ante um ano, totalizando R$ 80,4 bilhões.

As despesas com calotes acompanharam a trajetória ascendente, ao avançarem 28,8% de outubro a dezembro, para R$ 13,8 bilhões. Itaú, Bradesco e Santander empurraram, assim, o gasto total com calotes de para mais de R$ 50 bilhões em 2015, número 17,5% maior que o de 2014. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160203/juntos-itau-bradesco-santander-lucram-bilhoes/339904

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PI – Banco deve pagar indenização por fraude em empréstimo consignado

Banco pagará a um cliente uma indenização de R$ 2.220 por danos morais.

Beneficiária da previdência disse que não realizou empréstimo.

Um banco privado foi condenado pela Justiça Federal do Piauí a pagar uma indenização por danos materiais e danos morais para a cliente J.G.S por conta de um empréstimo consignado fraudulento. A justiça determinou o pagamento de uma indenização de R$ 222 por danos materiais e R$ 2.220 por danos morais. A sentença foi proferida pelo juiz federal titular da 8ª Vara, Daniel Santos Rocha Sobral.
A autora da ação é titular de benefício previdenciário e alegou ter sido surpreendida com o desconto do valor de R$ 74 mensais, a partir do mês de junho/2005, referente a um suposto empréstimo pessoal adquirido junto ao banco no valor de R$ 1.400. Ela alega que não realizou o referido empréstimo.
Em seu texto decisório, o magistrado argumentou que “os danos infligidos à segurada foram provocados pela ação do banco que formalizou empréstimo em nome da autora sem tomar as devidas precauções no sentido de atestar a autenticidade do beneficiário. Por fim, a culpa resulta da negligência do banco que deixou de checar a autenticidade dos documentos apresentados pelo tomador do empréstimo, assim como a veracidade dos dados fornecidos”.
O texto diz ainda que nos autos “é patente a prática de ato ilícito por parte do banco, pois é sua responsabilidade cuidar e fiscalizar quanto à regularidade de tais operações. Ressalte-se que o banco requerido sequer logrou juntar aos autos a cópia do contrato que deu ensejo à realização dos descontos, devendo-se enfatizar que se trata de segurada analfabeta, o que demandaria rigor ainda maior no momento da celebração do suposto empréstimo. Portanto, não está caracterizada a excludente da culpa exclusiva de terceiros, pois a financeira não atuou com a cautela indispensável à celebração deste tipo de contrato”.
Para fixar o valor da indenização, o juiz federal Daniel Santos Rocha Sobral considerou que “quanto ao valor do dano moral, não há parâmetro legal definido para a quantificação da verba reparatória, devendo ser fixado segundo critérios de proporcionalidade, moderação e razoabilidade, de acordo com o prudente arbítrio judicial. Não pode ser ínfimo, para não representar ausência de coibição ao ofensor, nem excessivo, para não constituir um enriquecimento sem causa em favor do ofendido. Considerando estas balizas, entendo razoável fixar o dano moral no valor de R$ 2.220,00, correspondente a dez vezes o valor do dano material”.
A esses valores deverão ser acrescidos juros e correção monetária cumulativamente calculados pelo índice SELIC, desde a data do evento danoso (CC art. 406 e Súmula 54 do STJ).

Fonte Do G1 PI

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BMG fecha terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 71 milhões

O Banco BMG fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 71 milhões, queda de 147,5% no lucro líquido contábil na comparação com o mesmo trimestre de 2012 e 68,2% inferior ao segundo trimestre. Em nove meses, o lucro líquido foi de R$ 414,8 milhões, 179% acima do mesmo período de 2012.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (Roae) subiu 27 pontos porcentuais ao fim do terceiro trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2012, para 8,6%; frente ao segundo trimestre, houve queda de 21,2 pontos porcentuais. No acumulado em nove meses, o Roae foi de 17,3% anualizado, queda de 20,8% em relação ao mesmo intervalo de 2012.

A margem líquida financeira subiu 4,2 pontos porcentuais em relação ao terceiro trimestre de 2012, para 9,9%; em nove meses subiu 6,8 pontos porcentuais, para 11,1%. As receitas com intermediação financeira subiram 48,7% no terceiro trimestre, na comparação anual, para R$ 843 milhões; de janeiro a setembro, cresceram 42,2%, em base anual, para R$ 2,434 bilhões.

A carteira de crédito geradora de receita cresceu 25,1% para R$ 20,286 bilhões no terceiro trimestre na comparação com o mesmo intervalo de 2012 e a carteira de crédito cedida caiu 67% para R$ 3,729 bilhões. A carteira de crédito total recuou 12,7% para R$ 24,015 bilhões no terceiro trimestre em base anual.

As captações totais caíram 12,7% para R$ 25,2 bilhões no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2012 e subiram 0,3% em relação ao segundo trimestre. As despesas operacionais, líquidas de outras receitas operacionais, somaram R$ 260 milhões, queda de 0,3% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

O patrimônio líquido do banco cresceu 17,7% em base anual no terceiro trimestre, para R$ 3,453 bilhões, e avançou 2,1% na comparação com o segundo trimestre. Os ativos totais subiram 21,3% no terceiro trimestre, no comparativo anual, para R$ 28,183 bilhões. O índice de Basileia subiu 1 ponto porcentual, para 13,8%, no fechamento do terceiro trimestre, de 12,8% no fim do mesmo período de 2012.

Fonte http://jcrs.uol.com.br/

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Os 10 maiores lucros dos bancos em um 3º trimestre

Itaú lidera ranking com ganhos de R$ 4,2 bilhões – alcançados entre julho e setembro deste ano

São Paulo – O Itaú Unibanco registrou no terceiro trimestre o maior lucro da história dos bancos em um terceiro trimestre, segundo dados da Economatica.

No período, a instituição financeira somou ganhos de 4,2 bilhões de reais, superando o próprio recorde, de 3,8 bilhões de reais acumulados no terceiro trimestre de 2011.

O lucro do Banco do Brasil, referente ao terceiro trimestre deste ano, ficou de fora dos dez maiores ganhos dos bancos entre os meses de julho e setembro.

O BB lucrou de 2,704 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 0,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Já o lucro do Bradesco no período foi o quarto maior, de acordo com o ranking da consultoria. No terceiro trimestre, a instituição somou ganhos de ais de 3 bilhões de reais.

Veja, a seguir, os 10 maiores lucros de bancos acumulados em um terceiro trimestre, segundo a Economatica:

Banco Lucro em um 3º trimestre Ano
Itaú Unibanco R$ 4,286 bilhões 2013
Itaú Unibanco R$ 3,807 bilhões 2011
Itaú Unibanco R$ 3,372 bilhões 2012
Bradesco R$ 3,064 bilhões 2013
Itaú Unibanco R$ 3,034 bilhões 2010
Banco do Brasil R$ 2,945 bilhões 2011
Bradesco R$ 2,862 bilhões 2012
Bradesco R$ 2,815 bilhões 2011
Banco do Brasil R$ 2,728 bilhões 2012
Banco do Brasil R$ 2,625 bilhões 2010

Fonte http://exame.abril.com.br – Daniela Barbosa

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