Contratar crédito consignado exige muita atenção

Todo mundo gosta de garantias e é isso que o crédito consignado oferece. Para o tomador do empréstimo, há a certeza de que ele estará pagando os juros mais baixos do mercado quando comparados aos cobrados por outros tipos de operações. Para o banco que libera os recursos, a certeza é de que vai receber direitinho e sem atrasos já que o dinheiro é descontado diretamente na folha de pagamento.

O limite é de 30% do salário e o tempo de contratação é de, no máximo, 60 meses. Segundo o Banco Central, em média, as menores taxas são as aplicadas aos funcionários públicos, 22,3% ao ano. Depois, vêm os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com 26,7% ao ano, em média. Trabalhadores de empresas privadas, por sua vez, pagam 29,8%.

Mas, quando se faz um empréstimo com pagamento em longo prazo, é preciso pensar nas consequências, inclusive as mais trágicas.

Uma das dúvidas mais recorrentes entre as pessoas de idade mais avançada que pensam em contratar um consignado é o que acontece com a dívida caso ela venha a morrer. De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os únicos financiamentos que são quitados com a morte do cônjuge são crédito consignado e financiamento de imóvel – desde que esteja somente no nome do morto. O seguro que está embutido no pagamento das parcelas é o que garante essa quitação.

“No caso de um aposentado que tem um consignado vir a óbito e sua aposentadoria ser convertida em pensão por morte, o valor a ser recebido pela viúva é de 100%”, explica o advogado especialista em direito previdenciário Patrick Villar. Por outro lado, financiamento de automóvel, contas de cartão de crédito e empréstimo pessoal não se extinguem com a morte de quem os contratou. Elas seguem normalmente e cabe aos herdeiros realizar os pagamentos utilizando, em tese, os bens deixados pelo morto.

O Código Civil, em especial o artigo 1.792, determina que a herança deve ser usada para quitar os débitos do morto e que, se seus herdeiros não pagarem nem entrarem com o inventário, os próprios credores podem tomar essa iniciativa para garantirem a satisfação dos seus créditos.

Essa previsão legal torna a decisão de contratar um empréstimo consignado algo ainda mais sério e que pode complicar a vida de quem ficou neste mundo. Foi o que aconteceu com Antonio Panangeiro, que continua a pagar as parcerlas mensais de um empréstimo consignado feito por sua falecida mulher. “O nome do empréstimo é consignado, mas mesmo avisando a instituição financeira da morte da minha mulher, não houve mudança na rotina de cobrança”, diz Panageiro, que entrou em contato com o Diário por meio do email do Seu Previdêncio para esclarecer essa dúvida.

Procurado pela nossa reportagem, o banco que concedeu o empréstimo prometeu verificar o caso em detalhe, mas adiantou que “no caso de falecimento de cliente que possui empréstimo consignado contratado e cuja operação não esteja coberta por seguro para sua liquidação, deverá ser seguido as regras vigentes estabelecidas no contrato de empréstimo”.

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Andréa Ciaffone

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SP – ABC – Demanda de aposentados por consignado cresce 8% na região

Os aposentados e pensionistas da região contrataram 8% a mais de crédito consignado em outubro sobre o mesmo mês de 2012. Foram R$ 74,88 milhões distribuídos em 17.217 operações. O valor médio dos empréstimos subiu 32,2%, para R$ 4.349,70. Os dados são do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O morador de Mauá Dorival Naufal, 52 anos, pertence ao grupo de aposentados que tomou o crédito. “Fiz um empréstimo, no mês passado, para pagar em 60 vezes.” O motivo que levou Naufal a emprestar foram os juros mais baixos em relação ao que encontrou para financiar um veículo, ano 2000. O consignado tem desconto em folha de pagamento. Assim, os bancos observam menor risco de inadimplência e cobram menos juros.

Segundo o BC (Banco Central), a taxa média de juros no consignado para segurados da Previdência Social era de 2,03% ao mês em outubro. O percentual é inferior ao que as instituições cobram pelo crédito para aquisição de um automóvel usado, avaliou o diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira. “Hoje, na média, os bancos financiam veículos usados por 2,5% a 3% ao mês, com entrada e cinco anos de uso. Alguns, mais agressivos, que aceitam carros de até dez anos, chegam a cobrar 7% ao mês (e com entrada)”, explicou Oliveira.

O professor de Gestão de Concessionária Valdner Papa, que ministra aulas na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e na Fundação Dom Cabral, destacou que dificilmente uma instituição financiará um veículo usado sem entrada.

Professor de Finanças da pós-graduação da Universidade Municipal de São Caetano, José Ricardo Escolá de Araújo, que também dá aulas na Trevisan Escola de Negócios e da FGV, pontuou que Naufal fez um bom negócio. “Ele pode vender o carro quando quiser, pois pagou à vista, ele não está alienado.”

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Pedro Souza

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Troca de dívida dá economia de até R$ 468

Com o endividamento das famílias em alta, a solução é procurar taxas de juros mais baixas 

O percentual de famílias paulistanas com alguma dívida atrasada chega a 55%. A dificuldade de colocar as contas em ordem está acompanhada da alta das taxas de juros e do aumento do custo de vida.

A melhor solução para amenizar este cenário desfavorável é fazer um planejamento financeiro e trocar as dívidas com taxas de juros mais altas por empréstimos mais baratos. “O consignado é a modalidade de crédito com menor risco para o banco e, por isso, tem as taxas menores”, disse Cristina Martinucci, assessora técnica do Procon-SP, órgão de defesa do consumidor.

A taxa média de juros do consignado é de 2,03% ao mês. No empréstimo pessoal ela sobe para 5,28%. Os bancos cobram, em média, 8,25% ao mês no limite do cheque especial. A taxa mais alta, sem dúvida, é a do cartão de crédito, que está em 9,37%. “O cliente precisa buscar sempre as opções de taxas mais baratas. Isso ajuda muito na hora de sanar as dívidas com os bancos”, afirmou Ricardo Pereira, consultor financeiro do programa Consumidor Consciente da MasterCard.

No caso de uma dívida de R$ 1 mil parcelada em dez vezes, o consumidor que troca a taxa mais alta do cartão de crédito (9,37%) pela taxa do empréstimo consignado (2,03%) terá uma economia de R$ 468 no final do prazo.

Para Maurício Galhardo, executivo da Praxis Business, o endividamento das famílias paulistanas já fez acender a luz de alerta no comércio da capital. “A inadimplência vem num ritmo crescente desde o segundo semestre do ano passado. Para este Natal, a expectativa de vendas no comércio é superar o ano passado em 3% ou 4% apenas.

Na comparação com anos anteriores, esta é uma performance muito inferior”, disse Marcel Solimeo, economista chefe da Associação Comercial de São Paulo.

Confira a vantagem na taxa de juros

O empréstimo de R$ 1 mil em dez vezes com as taxas médias de mercado teria parcelas de R$ 111,50 no consignado, R$ 131,27 no empréstimo pessoal, R$ 150,71 no cheque especial e R$ 158,37 no cartão. Veja a economia total trocando a dívida de taxa alta pelo empréstimo consignado.

Confira o programa de redução de dívidas elaborado por Maurício Galhardo, executivo da Praxis Business. São sete passos importantes:

1- Interromper a dívida
Parar de fazer novas dívidas é o pontapé inicial do programa de reorganização financeira. “Dívida é como uma guerra: temos de entrar para vencer, com vontade.”

2- Definir o tamanho da dívida total
É importante ter um panorama claro da situação. “Um desafio pode parecer muito grande à primeira vista, mas dividindo-se em partes menores, conseguiremos entendê-lo.”

3- Estabelecer o potencial de pagamento
Analisando as receitas e as despesas mensais, é possível chegar ao valor disponível para quitação de dívidas.

4- Priorizar os pagamentos
Como não dá para pagar todas as dívidas de uma vez, o caminho é priorizar aquelas que são mais caras.

5- Renegociar as dívidas
“Renegociar é estabelecer prazos, preços e garantias de forma que esse negócio possa ser honrado.”

6- Cancelar, vender e refinanciar
Quando a dívida toma dimensões muito grandes, talvez seja melhor pensar em algumas mudanças, como se desfazer do carro ou cancelar gastos com a TV a cabo, por exemplo.

7- Mudar hábitos
Mude a sua relação com as finanças. Faça mais cálculos e evite comprar por impulso.

Fonte http://www.redebomdia.com.br/ – Juca Guimarães

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ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.