Juros do consignado do INSS ficam menores

Juros do consignado do INSS ficam menores

Taxa máxima para aposentados cai de 2,34% para 2,14%; servidores federais também terão queda

Os empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) estão mais baratos desde ontem. O governo federal anunciou um corte no teto dos juros que agora passam de 2,5% para 2,2% mensais, o que corresponde a uma queda de 34,5% para 29,8% na taxa anual.
Para segurados do INSS, a taxa máxima mensal que poderá ser cobrada na linha de crédito recuou de 2,34% para 2,14%. Nas operações com o cartão de crédito consignado, os juros mensais máximos r ecuaram de 3,36% para 3,06%.
Para os servidores federais, a taxa caiu de 2,5% para 2,2% ao mês.
Para o diretor-executivo de estudos e pesquisas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a mudança pode ser atribuída à redução da Selic Taxa antiga Nova taxa Taxa antiga Nova taxa 2,34 2,14 3,36 3,06 (taxa básica de juros) promovida pelo Banco Central. Ele diz que há expectativa de novas reduções frente à queda da inflação.
No bolso do aposentado, porém, a diferença não é muito grande. Por exemplo, em um consignado de R$ 3.000, pagos em dois anos e com a maior taxa, ele pagará R$ 87,60 a menos quando tiver quitado o empréstimo, segundo cálculos do especialista.
Segundo Oliveira, a diferença é pequena agora, mas é preciso pensar que devem haver novos cortes de juros. A contratação do empréstimo consignado do INSS não pode ser feita por telefone. O depósito não pode ser feito em conta de terceiros, segundo a Previdência.
Empréstimos e cartão de crédito são operações dife- rentes, portanto exigem contratos específicos. Ao contratar o negócio, o beneficiário deverá apresentar o documento de identidade ou habilitação, ambos com fotografia, e o CPF. O prazo máximo do empréstimo é de seis anos.

Fonte https://www.pressreader.com/brazil/agora/20170331/281887298148688

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Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo

Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo


Bancos divulgaram as taxas e parcelamentos para saldo dos cartões com restrição ao rotativo MARCELO G. RIBEIRO/JC Patrícia Comunello

Os bancos já estão divulgando as condições de juros e parcelamentos de saldo devedor com a limitação de uso do crédito rotativo dos cartões.
Os clientes terão de ter as opções a partir de 3 de abril, cumprindo a resolução 4.549 do Conselho Monetário Nacional (CMN) que limitou o uso do rotativo por até 30 dias.
Com isso, o saldo remanescente da fatura só poderá entrar no financiamento do rotativo, com taxas mais altas, até o vencimento da fatura seguinte.
O efeito da resolução deve ser sentido nas faturas dos detentores de cartões com vencimento a partir dos primeiros dias de maio.
A restrição de uso do crédito do rotativo foi colocada para pressionar bancos a migarem os clientes a financiamentos com juros mais em conta.
Os maiores bancos de varejo já definiram as taxas e as modalidades para financiar o saldo.
Itaú-Unibanco, Bradesco, Santander (dos privados), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (públicos) já divulgam as condições de taxas e parcelas.
O Banrisul ainda não definiu os novos juros do parcelamento.
BB, Itaú e Bradesco dizem que também cortaram as taxas. No caso do BB, as taxas do rotativo e do parcelado são quase as mesmas.
O Bradesco diz que acabou com o rotativo e adota um parcelamento automático.

Confira as condições de cada banco:

Banco do Brasil: Parcelado: taxas variam de 1,91% a 9,38% ao mês.
O cliente escolhe o número de parcelas ou automaticamente o saldo será parcelado em 24 vezes.
Rotativo: o banco informa que reduziu em janeiro os juros do rotativo, com taxas de 1,92% a 9,79% ao mês, muito próximas as do parcelado.

Banrisul: Parcelado: até 24 meses. Os juros ainda estão sendo avaliados.
O banco garante que terá taxas competitivas.

Bradesco: Parcelamento: o banco vai oferecer programação de 12 parcelas automáticas.
Aplicativo no site da instituição simula opções com valores e taxas e como vai funcionar os parcelamentos.
Rotativo: o banco acabou com a modalidade, além de dizer que reduziu em 33% as taxas, que vão de 3,6% a 9,8% ao mês e são aplicadas ao parcelado.

Caixa: Parcelamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses. Taxas: 3,3% a 9,9% ao mês.
Parcelamento automático: acionado para valores abaixo do pagamento mínimo e alternativa as seis opções de parcelamento.

Itaú-Unibanco: Parcelamento: até 24 parcelas. Taxas entre 0,99% e 8,9% ao mês.
Juros do rotativo: o banco diz que reduziu quatro pontos suas taxas mensais, que podem cair até 7 pontos dependendo do histórico de pagamentos do cliente.
Santander: Parcelamento: 4 a 18 vezes, com juros de 2,99% a 9,99% ao mês.

Fonte Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/03/economia/553853-bancos-divulgam-taxas-e-condicoes-para-rotativo-do-cartao-de-credito.html)

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Nova regra do cartão restringe pagamento mínimo da fatura a 1 mês; entenda

Nova regra do cartão restringe pagamento mínimo da fatura a 1 mês; entenda

As regras para o uso do rotativo do cartão de crédito vão mudar. A partir do dia 3 de abril, os clientes terão restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo. A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26 de janeiro, e tem gerado dúvidas entre os consumidores. A principal mudança é que, ao contrário do que acontece atualmente, quem optar por fazer o pagamento mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos.

A novas regras foram criadas para coibir o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou o ano passado em 484,6% ao ano, segundo dados do Banco Central que considera a média de todas as instituições financeiras.

Como funciona hoje?
Hoje, para não ficar inadimplente, o consumidor precisa pagar ao menos 15% do valor da fatura de seu cartão de crédito (pagamento mínimo) até o vencimento da fatura. O restante da dívida fica para o mês seguinte, sujeito aos juros do cartão considerados proibitivos.
No mês seguinte, o cliente recebe a fatura com o saldo da dívida do mês anterior acrescido dos juros. Se não conseguir pagar o valor integral, ele pode, então, fazer novamente o pagamento mínimo de 15%, no mesmo processo anterior, e assim sucessivamente. Daí surge a metáfora da “bola de neve” associada frequentemente ao uso do rotativo do cartão de crédito.

O que muda?
A partir do dia 3 de abril, o consumidor que não conseguir fazer o pagamento integral de sua fatura do cartão de crédito poderá fazer o pagamento mínimo de 15% apenas por um mês. Na fatura seguinte, ele não poderá repetir o processo, pois o banco é obrigado a oferecer uma linha de crédito para que o consumidor parcele a sua dívida.
O cliente negocia então um prazo e uma taxa de juros para pagar a pendência. Entre os grandes bancos brasileiros, quatro já anunciaram as taxas que vão ser oferecidas – todas menores que os atuais juros do cartão, variando de 1,99% a 9,99% ao mês.
Na prática, em vez de alongar indefinidamente sua dívida fazendo o pagamento mínimo da fatura por vários meses consecutivos, o cliente terá de assumir o financiamento de sua dívida com prazo determinado e juros menores.
É importante destacar que, pelas novas regras, o cliente ainda pode fazer o pagamento integral de sua dívida a qualquer momento, mesmo antes do vencimento da próxima parcela.

Na ponta do lápis
Com taxas menores, o valor final pago pelos consumidores ao fim do parcelamento acaba ficando mais baixo do que seriam com juros rotativos do cartão. No entanto, o cliente pode ficar sujeito a parcelas maiores do que pagaria caso fizesse o pagamento mínimo da fatura por vários meses.
O economista Samy Dana, colunista do G1, fez a simulação de uma dívida de R$ 1 mil paga em 1 ano. Pelo rotativo do cartão, considerando os juros médios de 4 grandes bancos do Brasil (16,4% ao mês), o cliente que optasse por pagar o valor mínimo da fatura por 11 meses arcaria com parcelas de R$ 134 a R$ 148. Pagando o saldo devedor restante de R$ 885,42 no 12º mês, a dívida de R$ 1 mil teria se tornado R$ 2.588. Para comparação: considerando os juros médios já anunciados pelos bancos nas novas regras, a dívida final somaria R$ 1.872, com 12 parcelas iguais de R$ 143.
A simulação do G1 considera a média das taxas máximas informadas pelos bancos nas linhas de parcelamento.

O que dizem os especialistas
Marcos Crivelaro, especialista em finanças pessoais e professor da FIAP, avalia que as pessoas que têm o costume de, equivocadamente, “usar o rotativo do cartão de crédito como complemento do salário” podem sentir agora que “o estão privando dessa liberdade”. No entanto, o educador acredita que a nova regra defende o consumidor, já que o valor da dívida final é menor.
Crivelaro também estima que as novas regras inibam o descontrole financeiro. “Com rotativo o cartão, aquele ‘algo a mais’ que o salário não cobria estava sempre lá, pronto, pré-aprovado, sem burocracia”, descreve. “Agora, financiar a sim mesmo vai dar trabalho”, diz ele sobre as negociações dos parcelamentos.
Para o economista Samy Dana, colunista do G1, a solução encontrada pelos bancos ainda é uma opção de crédito cara e que deve ser evitada pelo brasileiro.
Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP, acredita que, apesar de o parcelamento a juros menores diminuírem o valor final da dívida, as novas condições não devem ter um impacto grande nos índices de inadimplência. “Se uma pessoa não consegue pagar o mínimo de 15%, também não vai conseguir pagar a parcela financiada.”
Para Domingos, a nova medida que permite financiar o valor total “não está dando nenhum tipo de benefício para o devedor”. “Essa dívida vai acabar se tornando objeto de negativação do nome desse consumidor.”

O que fazer?
Para quem já está endividado, os educadores financeiros recomendam a procura de crédito mais barato antes de ficar sujeitos aos juros do cartão de crédito, mesmo considerando as taxas mais baixas das novas regras. Entre os exemplos estão créditos pessoais a juros menores, como o consignado, além da procura do banco ou instituição financeira que ofereça as condições mais vantajosas para liquidar as pendências.
Além disso, a recomendação é prestar atenção ao orçamento familiar, identificando as despesas que podem ser cortadas para que os gastos não ultrapassem os ganhos. “Quando a gente fala em cortar gastos, a pessoa não consegue visualizar onde está gastando. Reduzir padrão é adequar a realidade do que eu ganho comparado com o que eu gasto. E eu não tenho como descobrir aonde está indo cada centavo do meu dinheiro se não fizer um acompanhamento minucioso”, ensina Domingos.

Fonte http://www.correiodoestado.com.br/economia/nova-regra-do-cartao-restringe-pagamento-minimo-da-fatura-a-1-mes/299765/

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Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão

Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão

O sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.

O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 diasO sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo Estado, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.

O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bancos-se-preparam-para-a-migracao-do-rotativo-do-cartao/

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Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Bancos elevam as taxas das principais linhas no momento em que os financistas apostam na queda da Selic


Só em agosto, o juro do cartão subiu 3,5 pontos percentuais.
Foto: Eraldo Lopes
Quatro das linhas de crédito mais populares entre famílias e empresas e que envolvem o cheque especial e o cartão de crédito tiveram alta das taxas e atingiram, em agosto, o maior juro na série histórica do Banco Central (BC). A taxa mais elevada foi do rotativo do cartão de crédito, que atingiu 475,2% ao ano, o maior patamar da série histórica, desde março de 2011.

O aumento dos encargos cobrado dos clientes pelos bancos ocorre no momento em que o próprio mercado financeiro eleva expectativa de queda na taxa básica de juros Selic, na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Monetária (Copom), marcada para outubro.

Há um ano, até agosto, o juros do rotativo do cartão estava em 403,5%, ao ano. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão.

Outro juro médio que bateu recorde é o cheque especial, cuja taxa subiu de 312,1% para 318,4% ao ano. Nesse caso, é o maior patamar da série iniciada em julho de 1994. Somente neste ano, a taxa do cheque especial já subiu 34,1 pontos percentuais em relação a dezembro de 2015, quando estava em 287% ao ano.

Já a taxa do crédito pessoal aumentou 0,1 ponto percentual para 132,3% ao ano. A taxa do crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, também subiu 0,1 ponto percentual para 29,3% ao ano.

O mesmo fenômeno também é visto no crédito para as empresas. Pessoas jurídicas que tentam antecipar cheques pré-datados pagavam juro de 47,3% em julho e o custo passou para 47,6% em agosto, maior valor da série histórica.

Fonte http://new.d24am.com/noticias/economia/juro-rotativo-cartao-bate-recorde-475/158588

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Pagando juros altos, consumidor tem acesso a empréstimo até sete vezes maior que o salário

Pagando juros altos, consumidor tem acesso a empréstimo até sete vezes maior que o salário

juros

Levantamento da Proteste Associação de Consumidores alerta que instituições financeiras têm oferecido crédito de forma desenfreada, o que pode levar a dívidas impagáveis

As linhas de crédito mais caras do mercado, o cartão de crédito e cheque especial são as de mais fácil acesso ao consumidor, apesar dos juros, ultrapassarem 400% ao ano, no caso do cartão. Pesquisa da Proteste Associação de Consumidores, alerta que o crédito caro e emergencial está sendo concedido de forma desenfreada. Segundo a Proteste conseguir no mercado empréstimos em várias instituições bancárias é fácil e pode tornar uma dívida impagável. O valor do empréstimo pode ser até oito vezes maior que o a renda mensal do consumidor.

Levantamento da instituição avaliou três perfis reais de consumidores com renda entre R$ 3 mil e R$ 10 mil. No caso do consumidor com renda de aproximadamente R$ 10 mil foi constado conta corrente em sete bancos, o que lhe garantiu crédito total aprovado de mais de R$ 213 mil. Desse valor, R$ 76 mil podem ser usados em um único mês. “Basta gastar o limite de todos os cartões de crédito e usar o cheque especial de todos os bancos”, explica a Proteste.

No modelo de empréstimo avaliado, o valor do empréstimo precisa ser pago integralmente no mês seguinte para evitar juros de atraso e rotativo, por exemplo. “Sendo a dívida quase oito vezes maior do que o salário, é praticamente impossível pagá-la. É aí que a dívida vai se tornar impagável, principalmente diante do aumento do desemprego, queda da renda e persistência da inflação”, reforça a instituição.

Em outro caso avaliado pela Proteste, o consumidor possui uma renda entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, levamos em consideração que a renda é desse consumidor é de R$ 4 mil e só o banco Itaú disponibiliza para ele R$ 32 mil, entre cartão de crédito, cheque especial e crédito pré-aprovado. O crédito é oito vezes superior à renda.

“O crédito pré-aprovado já está na conta, não precisa de autorização, e o consumidor acaba sendo fisgado pela facilidade e se enrola facilmente”, afirma Renata Pedro, técnica da Proteste . Mas não é só dos bancos a responsabilidade de se evitar os altos níveis de endividamento. “Os bancos precisam oferecer crédito consciente, mas também é dever do consumidor ter um orçamento equilibrado e não gastar mais do que deve”, destaca Renata.

Para evitar a bola de neve a Proteste orienta a nunca ultrapassar 30% da renda mensal com parcelas; pagar o total da fatura do cartão de crédito até a data do vencimento;

rever os gastos e fazer cortes quando necessário; evitar fazer compras que não são urgentes; e nunca gastar mais do que se tem. Para isto é importante fazer planejamento mensal se possível com auxílio de uma planilha.

Fonte http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/09/20/internas_economia,805994/pagando-juros-altos-consumidor-tem-acesso-a-emprestimo-ate-sete-vezes.shtml

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Vai tirar um empréstimo consignado? O que considerar:

Vai tirar um empréstimo consignado? O que considerar:

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.
Crédito consignado é aquele com desconto na folha de pagamento. Em tempos de aperto, saiba os cuidados antes de tomar este empréstimo:

– Não empreste o nome a terceiros. Em quase metade das vezes, o dinheiro não volta. Isso deveria ser até proibido, defende a Associação Brasileira de Educadores Financeiros.

– Mesmo com taxas baixas, não é empréstimo de graça. Se tomar R$ 1 mil emprestados, vai pagar R$ 250 só em juros por ano.

– Se achar taxas de juros mais baixas já com o empréstimo em andamento, transfira para outra instituição financeira. É o que chamamos de portabilidade.

– Considere que pelo tempo das parcelas, vai receber menos do salário do mês. O desconto do pagamento é feito antes de liberar o pagamento do trabalhador.

Fonte http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2016/09/20/vai-tirar-um-emprestimo-consignado-o-que-considerar/?topo=52,1,1,,171,e171

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RS – Liminar determina redução de juro em empréstimo bancário

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Em decisão monocrática, a Desembargadora Mylene Maria Michel, da 19ª Câmara Cível, concedeu pedido de um cliente que reclama dos juros de um empréstimo contraído junto ao Itaú Unibanco em novembro de 2015. A taxa anual cobrada pelo banco é de 168%, quando, segundo o autor da ação, deveria se limitar a 84,9%. Na mesma ação, o cliente pede a vedação de inscrição negativa em órgãos de proteção ao crédito.

Decisão

A magistrada entendeu que, por não estar clara a natureza do contrato, a operação deve ser designada como empréstimo pessoal não consignado. Mencionou que a taxa média de juros remuneratórios fica em torno 120,4% ao ano, conforme média indicada pelo Banco Central do Brasil.

Na análise da Desembargadora verifica-se que o percentual, comparado ao aplicado pelo banco, extrapola em muito a média de mercado.

“Considerando que se trata de abusividade no período contratual, alegação verossímil, e havendo o fundão receio de dano grave, cabível a antecipação de tutela, justificada, também, pelo pedido de depósito dos valores incontroversos”.

Assim, ficou o cliente autorizado a depositar em juízo, mensalmente, os valores referentes à taxa média de 120,4%. O Itaú Unibanco fica ainda vedado de incluir o cliente em cadastros restritivos de crédito.

Proc. 70068272939

Fonte: Da redação (Justiça em Foco), com TJRS.

Fonte http://www.justicaemfoco.com.br/desc-noticia.php?id=112995&nome=Liminar%20determina%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20juro%20em%20empr%C3%A9stimo%20banc%C3%A1rio

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Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

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Logotipos de Bancos
A taxa de juros do crédito consignado é uma das mais baixas do mercado, já que esse tipo de operação possui convênios que são firmados entre o banco e instituições públicas e privadas. Porém, quem tem dívidas, precisa ficar atento ao contratar o crédito nesse tempo de instabilidade. Os juros podem chegar até 3% ao mês.

No banco Santander, são dois tipos de crédito consignado, um para quem depende do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) com taxa de juros de 2,29%. Já no crédito consignado privado, os juros variam entre 1,70% a 3%, dependendo da negociação da empresa.

Conforme o superintendente executivo de crédito consignado do Santander, Eduardo Jursevic, os clientes estão procurando este tipo de crédito mais do que nunca. “Nós inclusive indicamos mais o crédito consignado do que utilizar o cheque especial, por exemplo, onde a taxa de juros varia de 2,39% a 14,95%”, alega.

Segundo Jursevic, a indicação para o crédito consignado deve-se ao fato de ser mais barato. “A capacidade dos clientes de pagar o rotativo é menor, tanto no INSS quanto no privado, pois o salário mínimo aumentou e isso aumenta o crédito, além de que o consignado alonga a dívida e as parcelas cabem no orçamento”, avalia.

Na Caixa Econômica Federal, as taxas do crédito consignado são bem menores, a partir de 1,5% ao mês. Em Mato Grosso do Sul, 35 mil contratos foram firmados na contratação do crédito em 2015. O banco lembra que as prestações mensais são descontadas diretamente do salário e o valor não pode ser maior que 3??0% do salário ou benefício mensal.

No Sicredi, a procura pelo consignado juntamente com o crédito pessoal são as duas maiores linhas do banco. A instituição não informa qual o valor da taxa de juros, pois variam para o servidor Público, Privado, Estadual e INSS, que são diferenciadas pelo prazo das operações. O principal público que utiliza este tipo de crédito é o servidor público e estadual e em 2015, a maioria das contratações foram renovações.

Para o economista Sérgio Bastos, o crédito consignado tem uma das taxas de juros mais baixas, pois as operações são diferentes de empréstimos. “Como o crédito é concedido para concursados, aposentados e pensionistas, o banco tem uma garantia e as taxas acabam sendo mais baixas”, alega.

A recomendação para quem precisa de empréstimo é recorrer ao consignado. “Melhor o consignado do que o cheque especial que tem taxas altas de juros, mas ao contratar esse crédito, o cliente tem que saber que vai ter uma parcela extra, além dos compromissos que já tem”, comenta.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/mesmo-com-juros-de-3-procura-por-consignado-cresce-em-tempo-de-crise – Renata Volpe Haddad

 

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Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

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No final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo

Diante do aumento da inadimplência, bancos públicos começaram a recuar na concessão de crédito e estipular taxas mais próximas do setor privado.

Em 2015, a política de taxas de juros diferenciadas nos bancos públicos, iniciada pelo governo Dilma em abril de 2012, para forçar o setor privado a mudar o nível das taxas praticadas no Brasil, acabou.

De acordo com o Banco Central, no final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo.

No cheque especial, a Caixa chegou a ter taxa média quase 50% menor que a do Itaú Unibanco e do Bradesco no fim de 2013.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, nem mesmo as linhas de crédito consignado dos bancos públicos conseguiram manter taxas menores.

No cartão, por exemplo, a taxa média na Caixa era de 4,7% ao mês em 2013, quase um terço do verificado nos dois maiores privados. No fim de 2015, estava em 13%; no Itaú, no Bradesco e no BB, entre 14% e 15%.

Fonte http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/189958/diante-da-inadimplencia-bancos-publicos-voltam-a-ter-taxa-dos-privados

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Itaú e Banco do Brasil sobem juros do cheque especial e empréstimo pessoal

Itaú e Banco do Brasil sobem juros do cheque especial e empréstimo pessoal

Com a alta de 6,22% para 6,43% ao mês do empréstimo pessoal, Itaú ultrapassou a média da taxa de juros do mercado

O crédito está mais caro em dois dos principais bancos do País. Itaú e Banco do Brasil subiram as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal. Os dados são da pesquisa de taxas de juros realizada pelo Procon-SP e divulgada nesta quinta-feira (11).


PEDRO SILVEIRA
Pesquisa do Procon-SP compilou dados de sete instituições financeiras do País
O Itaú alterou a taxa do cheque especial de 10,56%, em janeiro, para 12,33% ao mês em fevereiro. Já o Banco do Brasil saiu dos antigos 11,80% para 11,91% ao mês. Mesmo com as altas, ambos os bancos ficaram abaixo da média praticada no mercado. De acordo com o levantamento, que abrange sete instituições financeiras, a taxa média neste mês ficou em 12,79%, superior à do mês anterior em 0,27 ponto percentual.

Os juros ao mês do empréstimo pessoal também subiram nas duas instituições financeiras. No entanto, o Itaú foi o único que teve alta acima da média dos sete bancos pesquisados. O banco alterou sua taxa de 6,22% para 6,43% ao mês, ultrapassando a média de 6,41%, que teve leve alta de 0,04 ponto percentual. Já o Banco do Brasil, mesmo com o aumento de 5,50% para 5,60%, ficou bem abaixo.

Além de Itaú e Banco do Brasil, foram pesquisados Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Safra e Santander. Todas essas instituições mantiveram as taxas vigentes em janeiro.

Fonte iG São Paulo
Fotne http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/2016-02-11/itau-e-banco-do-brasil-sobem-juros-do-cheque-especial-e-emprestimo-pessoal.html

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Juros do cartão de crédito chegam a 431% ao ano e são os mais altos desde 2011

Juros do cartão de crédito chegam a 431% ao ano e são os mais altos desde 2011

As taxas de juros do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial encerraram 2015 em alta, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (27). A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito subiu 16,1 pontos percentuais de novembro para dezembro, quando atingiu 431,4% ao ano. Em relação a dezembro de 2014, a alta é de 99,8 pontos percentuais. Essa é a maior taxa já registrada na série histórica do BC, iniciada em março de 2011.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Essa é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC.

A taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados subiu 1,4 ponto percentual, de novembro para dezembro, quando ficou em 136,2% ao ano.

A taxa do cheque especial chegou a 287% ao ano em dezembro, com alta de 2,1 pontos percentuais em relação a novembro. O valor é o mais alto desde abril de 1995, quando estava em 288% ao ano. Na comparação com dezembro de 2014, a alta chegou a 86 pontos percentuais.

A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) subiu 0,4 ponto percentual para 28,8% ao ano, de novembro para dezembro.

A taxa do crédito pessoal caiu 2,8 pontos percentuais para 117,6% ao ano.

A taxa média de juros cobrada das famílias caiu 1,1 ponto percentual, de novembro para dezembro, quando ficou em 63,7% ao ano.

Dezembro

Essa redução na taxa média em dezembro ocorreu porque menos consumidores usaram o cheque especial. O cheque especial tem as maiores taxas entre as pesquisadas pelo Banco Central. Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, em dezembro é comum haver redução no uso do cheque especial porque os trabalhadores recebem o décimo terceiro salário. “Isso ocorre todo ano. Infelizmente ao longo do ano acaba subindo novamente [o uso do cheque especial]. Aconteceu no rotativo do cartão de crédito também, mas em menor intensidade. Isso acaba impactando a taxa média de juros”, explicou Maciel.

Edição: Talita Cavalcante
Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Fonte http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-01/juros-do-cartao-de-credito-sobem-16-pontos-e-sao-os-mais-altos-em-4-anos

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Consignado do INSS liberado na hora

Hoje, liberação do dinheiro leva mais de três dias; novo modelo facilitará contratação por meio de terminais de autoatendimento, informa o INSS

Os empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão liberados imediatamente pelos bancos a partir de 15 de setembro. Hoje, o dinheiro demora mais de três dias para chegar às mãos do beneficiário. A medida também facilitará a contratação do empréstimo por meio de terminais de autoatendimento.

 

O sistema deverá acelerar uma modalidade de crédito que registra cerca de 1 milhão de operações por mês e, segundo a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), cresce a uma média de 28% ao ano em volume emprestado.

A agilização do processo de aprovação do empréstimo será possível porque a comunicação entre os bancos e o INSS passará a ser online. O procedimento atual é feito por meio da troca de arquivos – o que é conhecido como rotina batch – e leva, em média, três dias.

Além disso, o banco atualmente pode levar mais algum tempo para liberar os recursos após a averbação, que é o registro do empréstimo pelo INSS. Na Caixa Econômica Federal, esse prazo chega a 24 horas, segundo informou a instituição.

As condições do crédito não mudam: prazo de até 60 meses para, com parcelas que comprometam, no máximo, 30% do valor do benefício. A taxa máxima de juros está em 2,14%.

Novo estímulo

Número de concessão de empréstimos consignados do INSS

A comunicação online entre bancos e INSS é batizada de Projeto ECO (Empréstimo Consignado Online) e é desenvolvida pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social). De acordo com a Caixa, o INSS estabeleceu 15 de setembro de 2014 para início do novo modelo, data decidida em consenso com as instituições financeiras junto à Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O INSS não confirmou a data de início. Em entrevista ao iG no último dia 15, o diretor de benefícios da instituição, Benedito Brunca, disse apenas que o sistema “deve ser implantado neste ano de 2014”, por estar “bastante avançado.”

Além da Caixa, o Santander e o Banco do Brasil confirmaram que participarão do novo sistema tão logo ele esteja disponível.

De olho num mercado de R$ 64,8 bilhões e que representa baixo risco, todas as instituições que operam no segmento devem aderir, segundo a Acrefi.

“O sistema [bancário] vê como produto importante e a concorrência é muito acirrada”, afirma Tingas.

?Sindicato critica facilidade

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), Carlos Andreu Ortiz, avalia que o momento deveria ser para se estabelecer limites, e não facilidades, ao crédito consignado. Como o iG mostrou, a modalidade e a única entre de crédito pessoal em que a inadimplência não tem recuado.

“O consignado teve um baita de um avanço. Há um grande número de aposentados que faz não porque precisa, mas para ajudar alguém na família”, afirma. “Eu tenho minhas restrições.”

Para Tingas, da Acrefi, esse perfil tem se tornado menos comum, assim como a utilização para viagens. A modalidade, afirma, tem sido masi buscada como uma ferramenta para quitar dívidas mais caras – toma-se o consignado do INSS, por exemplo, para pagar o cartão de crédito.

“Isso é bom. Mas é importante ter um planejamento financiero muito bom. Para o aposentado do INSS, o empréstimo signifca o compretimento de uma renda que já é curta”, diz.
Fonte Ig.com.br
Fonte http://correiodopovo-al.com.br/

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Caixa derruba juros do consignado do INSS

Promoção vale para todos os aposentados e também os pensionistas que abrirem conta no banco

Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que fizerem empréstimo consignado no banco terão taxas de juros 8,8% menores. Até o dia 7 de fevereiro, a taxa será de 1,55% ao mês, nas operações de 60 meses. Atualmente o banco cobra 1,7%.

 

Num empréstimo de R$ 1 mil, por exemplo, o valor da prestação, que é de R$ 26,72 com taxa de 1,70% , sairia por de R$ 25,72 com a taxa de 1,55% ao mês. Com a redução, o aposentado vai pagar o equivalente a 2,3 prestações a menos.

O teto legal para a taxa de juros dos empréstimos com desconto na folha do INSS continua em 2,14%, desde maio de 2012, apesar da insistência das entidades de aposentados em reivindicar a redução das taxas ou juros zero para a categoria.
Com a taxa de 2,14%, o aposentado que faz um empréstimo de R$ 1 mil em 60 meses paga R$ 785 só de juros. Pela taxa reduzida da Caixa, o valor total dos juros é de R$ 543,20. Ou seja, R$ 241,80 a menos.

Uma das condições para ter a taxa menor na Caixa é receber o benefício no banco.
Para fazer a migração da conta de recebimento, o aposentado precisa abrir uma conta na Caixa e depois ir até o banco de origem para solicitar a transferência do benefício. O próprio banco informa o INSS sobre a mudança de instituição. O processo é gratuito.

O INSS paga todos os meses 17,2 milhões de aposentadorias e 7,1 milhões de pensões.

A redução da taxa na Caixa Econômica Federal, mesmo temporária, pode estimular a concorrência e provocar a redução em outros bancos.

O Banco do Brasil informou que avalia a redução das taxas dos concorrentes para estabelecer juros competitivos. Hoje a menor taxa do consignado, para prazos curtos de até seis meses, é de 0,98% ao mês.

“Mesmo com taxas menores, o empréstimo não resolve o problema do aposentado. Precisamos de um benefício digno. O nosso reajuste neste ano foi de apenas 5,56%. As despesas do dia a dia subiram muito e o aposentado fica refém do empréstimo”, disse Warley Martins, presidente da Confederação dos Aposentados.

Fonte http://diariosp.com.br/ – JUCA GUIMARÃES

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TO – Após polêmica, correspondentes, IBC, Sindicatos e governo vão se reunir para discutir impasse sobre novo sistema de consignados

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais – Sisepe, Cleiton Pinheiro junto com o correspondente bancário da JK Empréstimos, o consultor financeiro Osvaldo Durães, tomaram a iniciativa de agendar um reunião com os representantes de bancos , do Instituto IBC, responsável pelo sistema de empréstimos consignados do Estado, e a Secretaria Estadual da Administração. A data ainda vai ser definida.

A intenção é dar espaço para todas as partes se pronunciarem com relação ao impasse sobre o novo sistema. “Queremos dar espaço para todos se manifestarem a respeito do assunto e tirar todas as dúvidas”, frisou Pinheiro que defende que todos os Sindicatos também participem da reunião já que o assunto envolve servidores de várias categorias. Nas últimas semanas vários servidores e também correspondentes bancários reclamaram do nosso sistema e questionaram também a taxa cobrada para adesão dos bancos.

O Sisepe deve pedir para o IBC apresentar todos os contratos assinados com os bancos. Para o consultor financeiro e também correspondente Osvaldo Durães há muitos pontos que precisam ser esclarecidos. “Porque não pode ter banco se beneficiando e outros sendo prejudicado”, disse. Durães defendeu ainda que os benefícios que foram prometidos pelo instituto para os servidores sejam cumpridos bem como o repasse de 1.5% para governo.

Em meio à polêmica correspondentes alegaram que o governo suspendeu a operação dos bancos para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos e ainda que os servidores estariam pagando taxas de juros mais altas. Outro problema alegado inclusive por servidores foi a dificuldade para a compra de dívida.

Os presidentes do Sintet, José Roque e do Sintras, Manoel Miranda também questionaram ao Conexão Tocantins a contratação do Instituto e chegaram a dizer que apenas o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro tomou a decisão de apoiar a contratação do Instituto.Os representantes do IBC sempre que procurados negaram os problemas apontados mas a insatisfação com relação ao sistema continuou.

Em meio à polêmica sobre o assunto as intenções do governo com relação à mudança de sistema também foi alvo de questionamento e chegou a se falar num suposto esquema.

Entenda o caso

O antigo sistema de gerenciamento de empréstimos era o SiConsig, software desenvolvido pela própria Secretaria Estadual da Administração, em novembro de 2007, na época os custos operacionais ou taxa de administração era de 1% por operação de crédito. Os recursos arrecadados nesta transação eram destinados ao Fundo de Modernização da Gestão Pública dos empréstimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, no caso dos empréstimos contraídos por aposentados ou pensionistas.

No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Diário Oficial do Estado, a alteração das taxas de administração passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu até então.

E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administração, anunciando o que já havia acontecido no dia 3 de maio, a contratação do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos do Estado do Tocantins.

Fonte http://conexaoto.com.br/

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Amazonas – Lei autoriza servidor municipal a utilizar crédito consignado para casa própria

Na prática, o decreto 2.711, publicado em 24 de janeiro, autoriza a amortização de dívidas diretamente pelo sistema de pagamentos da Prefeitura

Manaus – A partir de agora os servidores da Prefeitura de Manaus poderão ter descontados diretamente da folha de pagamento débitos referentes a compromissos financeiros assumidos.

Na prática, o decreto 2.711, publicado em 24 de janeiro, autoriza a amortização de dívidas diretamente pelo sistema de pagamentos da Prefeitura, o que possibilitará ao servidor a negociação de melhores preços e juros, já que a possibilidade de calote fica quase nula.

Poderão ser descontados da folha de pagamento débitos referentes a financiamentos de casa própria, de gastos com planos de saúde e com a contratação de planos de previdência privada, dívidas com o comércio e até de cartão de crédito.

O desconto consignado poderá ser também involuntário, quando a dívida resulta de decisão judicial, como no caso de pensão alimentícia, por exemplo.

Para realizar a cobrança consignada, a empresa fornecedora deverá estar cadastrada na Prefeitura.

Fonte http://www.d24am.com/

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Calote só resiste no empréstimo consignado do INSS

Inadimplência teve recuo em todas as modalidades de crédito pessoal nos últimos anos, exceto no destinado a aposentados e pensionistas da Previdência Social
O empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem se tornado uma exeção à regra: a modalidade é a única de crédito pessoal em que a inadimplência tem se mantido firme e forte no Brasil dos calotes em queda.

O consignado do INSS continua a a ter o menor índice de inadimplência entre os créditos pessoais, bem abaixo da média do segmento, segundo dados do Banco Central (BC). Afinal, as parcelas do empréstimo tomado pelo aposentado são descontadas automaticamente antes de ele receber o pagamento.

Mas essa diferença tem diminuído. Em março de 2011 – primeiro dado disponível – o índice de calote no consignado do INSS equivalia a cerca de 40% do registrado no conjunto dos créditos pessoais. Em novembro do 2013, essa relação subiu para 50%. Ou seja, o índice calote do aposentado passou a representar metade do observado na média.

A aproximação ocorreu principalmente a partir de meados de 2012. Em agosto daquele ano, a inadimplência do consignado era de 1,73% do total da carteira, índice que subiu ligeiramente para os 1,93% de novembro passado. No mesmo período, o calote na média caiu de 4,78% para 3,98%.

Apesar de o desconto ser em folha, o calote pode acontecer quando, por exemplo, o segurado morre – e deixa de receber o benefício –, é obrigado a pagar alguma pensão alimentícia (também descontada na fonte) ou, como aconteceu recorrentemente em 2013, se há fraude na concessão do empréstimo.

Menos diferentes

Inadimplência do consignado do INSS fica mais parecida com a do crédito pessoal comum
Expansão da carteira

É mais difícil baixar um índice de inadimplência quando ele já é relativamente mais baixo. Mas a expansão da carteira, o esticamento dos prazos para pagamento e as fraudes também podem estar por trás dessa virada para cima do calote do consignado.

“O volume cresceu, então aumentou o volume emprestado, o que aumenta o risco”, afirma o Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

De março de 2011 a novembro de 2013, o saldo da carteira de consignados do INSS aumentou 50%, para R$ 66,4 bilhões. Por isso, Oliveira considera que a inadimplência do consignado passa por um período de estabilidade, e não de elevação.

“É uma linha de crédito em que não haveria sentido [existir alta expressiva da inadimplência] porque quando entra o benefício, já está descontado o empréstimo. É diferente do consignado [para trabalhadores], em que o cara pode perder o emprego.”
Ciranda do consignado

Os calotes no consignado do INSS ocorrem, pondera executivo, quando o aposentado acaba por pegar empréstimos cujas parcelas extrapolam o limite de 30% do benefício – a chamada margem consignável. O teto só pode ser ultrapassado de uma forma: fraude. E, no ano passado, a modalidade de crédito foi alvo de uma onda de golpes justamente para dribla-lo.

A estratégia ficou conhecida como ciranda do consignado: o aposentado pegava um empréstimo, afirmava ao INSS que não o tinha tomado e, com isso, recuperava a margem consignável imediatamente. Em seguida, tomava novo empréstimo num outro banco – o responsável pelo anterior, então, ficava sem poder sacar as parcelas.

Para coibir a prática, o instituto passou a só liberar a margem consignável após 60 dias e com a comprovação de que o primeiro empréstimo era, de fato, falso. A regra entrou em vigor em julho mas ainda não há um balanço sobre o impacto dela, diz Benedito Adalberto Brunca, diretor de benefícios do INSS. Ele não atribui à ciranda do consignado a inadimplência resistente.

“As únicas hipóteses em que não ha adimplência são mortes, revisão de valores que podem reduzir a margem [consignável], uma pensão alimentícia, fixada na Justiça, que determina a redução da margem e acaba levando a não liquidação da obrigação”, exemplifica o diretor, em entrevista ao iG. “Isso está dentro da margem de risco com que as instituições financeiras operam.”

Excesso

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnap), Carlos Andreu Ortiz defende mais rigor para a concessão do crédito, a começar pela diminuição no prazo máximo para quitar o empréstimo. A média, em novembro de 2013, chegou a 57,4 meses – o teto é 60 meses.

Como as parcelas só podem comprometer no máximo 30% do benefício, períodos mais longos são o caminho para dívidas maiores.

“Não dá para ter empréstimo de 60 meses, não poderia ser uma coisa assim tão longa. Isso restringiria o aposentado a pegar menos”, afirma Ortiz. “Tem banco que está abusando, dando 60 meses, dando tudo o que é vantagem para as pessoas entrarem no crédito consignado.”

O diretor do INSS, entretanto, acredita que ainda há espaço para o consignado crescer.

“[O consignado] foi usado por aproximadamente 60% do público [elegível], ainda há 40% de 26 milhões de beneficiários. Você tem aí mais de 10 milhões de pessoas que são potenciais usuários do sistema”, afirma Brunca. “Fora os que vão concluindo a operação e que se interessem [em tomar um novo empréstimo].

 

Fonte iG São Paulo – Vitor Sorano –

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Veja as linhas de crédito que tiveram maior alta dos juros em 2013

Com alta da taxa básica, juros bancários também avançaram no último ano.

Números foram divulgados pelo Banco Central e também pela Anefac.

O crédito ficou mais caro em 2013. Segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros dos empréstimos para pessoas físicas subiu 4,1 pontos percentuais, e fechou o ano em 38%, acompanhando a alta na taxa básica de juros, a Selic. O campeão de alta foi o juro para crédito pessoal (exceto consignado), que ficou 19,8 pontos percentuais maior – passando de 66,3% ao ano em dezembro de 2012 para 86,1% no mesmo mês do ano passado.

Em segundo lugar no ranking, que considera as modalidades de crédito com recursos livres (que excluem habitação, BNDES e crédito rural), aparece o cheque especial, que registrou taxa de juros de 147,9% ao ano em dezembro, contra 138% no mesmo mês do ano anterior. Com a alta, de 9,9 pontos percentuais, o cheque especial segue como uma das modalidades mais caras do mercado. Segundo especialistas, o cheque especial ser usado somente em momentos de emergência.
Já a taxa de juros para aquisição de veículos, segundo o BC, registrou crescimento de 1,5 ponto percentual em 2013 – passando de 19,8% ao ano, em dezembro de 2012, para 21,3% ao ano no final do ano passado.
Por outro lado, a taxa de juros do crédito consignado (que tem desconto na folha de pagamento) foi na contramão das outras modalidades e ficou menor em 2013. No fechamento de 2012, segundo o BC, a taxa média dos bancos estava em 24,5% ao ano, passando para 24,4% ao ano no fim do ano passado. Houve um recuo pequeno, assim, de 0,1 ponto percentual nos juros desta modalidade no ano passado.
Cartão de crédito
No caso do cartão de crédito, houve estabilidade nos juros em 2013 – que são cobrados quando o cliente não paga o total da fatura. Neste caso, os dados foram compilados pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), pois o Banco Central não divulga a taxa média destas operações.
A taxa de juros do cartão de crédito fechou o ano passado, de acordo com a Anefac, em 192,94% ao ano – o mesmo valor de dezembro de 2012. Segundo a Associação, é o menor patamar desde o início da série histórica, em 1995. Mesmo assim, é uma das maiores taxas de juros do mercado, e, assim como o cheque especial, também deve ser evitada, na avaliação de economistas.

Fonte Do G1, em Brasília – Alexandro Martello

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TO – Correspondentes bancários questionam operações de consignados para servidores e alegam suposto esquema do governo

Alguns correspondentes bancários do Tocantins afirmaram ao Conexão Tocantins que o governo estadual através da Secretaria Estadual da Administração suspendeu a operação dos bancos para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos. Segundo representantes de algumas instituições financeiras relataram ao Conexão Tocantins nesta terça-feira, 14, há cerca de 20 dias apenas o banco Daycoval está liberado para fazer os empréstimos.

Os bancos alegam ainda que todos os demais que foram suspensos tem contrato devidamente assinado com o governo. “Essa medida configura crime contra a ordem financeira e vai contra a livre concorrência”, reclamou um representante. Uma estimativa de uma fonte do Conexão Tocantins aponta que nestes dias em que os bancos estão desabilitados para fazer empréstimos mais de R$ 10 milhões teriam deixado de ser disponibilizados para escolha da melhor operação pelos servidores.

O Conexão Tocantins entrou em contato com a correspondente Imperial que opera pelo Bradesco e outros bancos ( Banco do Brasil, BMG, Caixa, Banco Bom Sucesso, Panamericano) e a atendente informou que o único banco que está recebendo propostas de empréstimo é o BMG mas o sistema está suspenso e os valores não estão sendo pagos.

Outro correspondente do Banco do Brasil, a Capital Cred, também foi consultada pelo Conexão Tocantins e disse que apenas o Daycoval estaria habilitado para operar os empréstimos e que o Banco do Brasil está fazendo apenas para servidores correntistas. Questionada pelo Conexão Tocantins sobre os motivos da suspensão dos outros bancos uma funcionária foi taxativa: “Isso aí é esquema do governo”, disse.

GRConsig nega

Procurada pelo Conexão Tocantins a Secretaria Estadual da Administração informou que de acordo com o diretor técnico do GRConsig, Alcides Moreira, apenas os bancos que ainda não aderiram ao contrato de prestação de serviços não estão operando empréstimos. Os demais, como Caixa Econômica Federal, Bradesco e outros, estão operando normalmente.

Já o representante do GRConsig, Humberto, alegou ao Conexão Tocantins que todos os bancos a exemplo da Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Brasil e o Panamericano estão operando no Estado menos o BMG, que não teria renovado o contrato. “Todos os bancos fizeram contrato. O único que não fez foi o BMG e foi suspenso até normalizar”, frisou. Ele contou ainda que há uma previsão que até a sexta-feira, 17, o banco deve regularizar a situação e voltar a operar. O representante explicou também que o BMG fez 85 empréstimos nestes dias e que todos serão liberados.

Humberto argumentou ainda que o Banco Daycoval que é apontado por alguns representantes como alvo de um suposto esquema de favorecimento junto com o governo, tem apenas 0,5% da certeira de empréstimos. “Não tem nada por trás disso. O Daycoval é um grão de areia perto da carteira dos outros e não representa nem 1% dos empréstimos do Tocantins”, disse. Segundo ele os dois bancos que mais fazem empréstimos são o Banco do Brasil e o BMG.

Um correspondente chegou a cogitar ao Conexão Tocantins que o bloqueio aos outros bancos seria para beneficiar o Daycoval e fazer com que ele aumente a carteira de empréstimos. Há a suspeita de que o banco Daycoval, que estaria sendo beneficiado pelo governo, será um possível financiador da campanha do ex-senador e ex-secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos.

Tal estratégia por parte do governo, conforme apontou uma fonte, acontece no início do ano também para aproveitar o recesso da Assembleia Legislativa do Tocantins o que evitaria os questionamentos e cobranças por parte dos deputados de oposição.
Servidores

Outro efeito do impasse seria o fato dos servidores estarem pagando taxas de juros mais altas. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos, Cleiton Pinheiro afirmou ao Conexão Tocantins que vai exigir que o governo mantenha todos os bancos interessados e com taxas de juro justas. “Não vamos aceitar monopólio de operação financeira. O governo tem que abrir o consignado para o banco que tiver interesse e apresentar taxa financeiras justas”, frisou. Para o Sisepe não é justo com o servidor centralizar a operação financeira do consignado. “Isso é imoral e ilegal”, disse.

Desde que o novo sistema foi adotado outro impasse já foi alvo de questionamentos de operadores de créditos: as taxas administrativas cobradas com valores diferenciados para alguns bancos que alegaram que a taxa de 6% não seria cobrada do banco Daycoval e da Caixa Econômica Federal. Estes dois bancos pagariam apenas R$ 1,00 por operação de crédito conforme cláusula contratual o que estaria inviabilizando a operação das outras instituições.

Entenda o caso

O antigo sistema de gerenciamento de empréstimos era o SiConsig, software desenvolvido pela própria Secretaria Estadual da Administração, em novembro de 2007, na época os custos operacionais ou taxa de administração era de 1% por operação de crédito. Os recursos arrecadados nesta transação eram destinados ao Fundo de Modernização da Gestão Pública dos empréstimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, no caso dos empréstimos contraídos por aposentados ou pensionistas.

No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Diário Oficial do Estado, a alteração das taxas de administração passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu até então.

E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administração, anunciando o que já havia acontecido no dia 3 de maio, a contratação do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos do Estado do Tocantins.

Fonte http://conexaoto.com.br/

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Juro de banco público é metade do privado

Embora ainda nas alturas, as taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal em 2013 diminuíram um pouco na comparação com o ano anterior, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Procon-SP.

No caso dos empréstimos, a taxa média ficou em 5,27% ao mês, uma queda de 0,27 ponto percentual em relação à de 2012. No cheque especial, a taxa de 8,02% ao mês representa um recuo de 0,57 ponto percentual sobre os juros estratosféricos praticados no ano passado.

O comparativo anual é feito com base na pesquisa mensal do Procon, que capta as taxas de juros máximas praticadas por sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Bradesco, com 6,22% ao mês. A menor taxa foi adotada pela Caixa Econômica Federal, 3,60% ao mês, uma diferença de 2,62 pontos percentuais em comparação ao maior valor. Em relação ao cheque especial, o maior juro médio anual foi do Santander, com 10,09% ao mês. O menor, nessa modalidade, também foi o da Caixa Econômica, com 4,32% ao mês.

Fonte http://www.monitormercantil.com.br/

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