SP – Aposentada cai em golpe no caixa eletrônico do BB e perde R$ 2 mil

Aposentada cai em golpe no caixa eletrônico do BB e perde R$ 2 mil


Uma aposentada de 77 anos procurou o plantão policial na manhã deste sábado para registrar uma ocorrência de furto. Em seu depoimento aos policiais, ela alegou que perdeu R$ 2 mil ao ser enganada por um homem, na área dos caixas eletrônicos do Banco do Brasil, na Estação.

Segundo ela, na manhã deste sábado, 13, ela foi até a agência para sacar uma quantia. No momento em que estava retirando o dinheiro, um homem de pele clara e bem vestido se aproximou dizendo que ela deveria trocar a senha de seu cartão.

A idosa disse que o rapaz colocou o cartão na máquina e tentou ajudá-la no sistema do banco.

Ao sair da agência, a aposentada foi abastecer em um posto e o cartão com a senha não foi autorizado. Ao chegar na casa de uma sobrinha, elas notaram que o cartão, apesar de ser parecido, não era o dela. O rapaz havia trocado no momento do golpe e anotado a senha.

A aposentada também informou que foi sacado de sua conta a quantia de R$ 2 mil.

O caso foi registrado e será investigado.

Fonte http://gcn.net.br/noticia/311433/franca/2016/02/aposentada-cai-em-golpe-no-caixa-eletronico-do-bb-e-perde-r-2-mil

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Falso servidor do INSS vai à casa de aposentado para dar golpe

Falso servidor do INSS vai à casa de aposentado para dar golpe

Aposentados e pensionistas são alvo de muitos estelionatários que tentam se aproveitar do desconhecimento de segurados para aplicar diversos golpes. Um deles é aplicado na própria casa dos aposentados.

Os golpistas se apresentam como funcionários de bancos ouservidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que estariam promovendo uma fiscalização, e solicitam os documentos do segurado, incluindo o cartão magnético.

Com isso, pedem para o titular confirmar a senha.

Na hora de devolver os documentos, os criminosos trocam o cartão e, geralmente, o aposentado só percebe o golpe quando vai ao banco receber o benefício.

A Ouvidoria Geral da Previdência orienta os segurados a jamais entregar documentos, cartões e senhas a desconhecidos e informa que, em caso de dúvida, as pessoas devem ligar para a central de atendimento 135 ou mesmo para a polícia.

Autora: Andhrea Tavares

Fonte EBC
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/falso-servidor-do-inss-vai-a-casa-de-aposentado-para-dar-golpe/?utm_source=news-15-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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SP – Aposentado empresta 9,32% mais em 2015

Aposentado empresta 9,32% mais em 2015

Para ajudar a nora, o aposentado andreense de 75 anos, que preferiu não se identificar, precisou pedir empréstimo no ano passado. O valor, por volta de R$ 8.000, foi para completar o montante de R$ 28 mil que sua companheira, a pensionista, que também não quis ter o nome revelado, 75, da mesma cidade, já tinha financiado para a mesma finalidade, com o desconto no benefício da Previdência Social, mas a quantia não era o suficiente.

Situações como esta são cada vez mais comuns. De acordo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a demanda por crédito consignado por aposentados e pensionistas das sete cidades cresceu 9,32% no ano passado, quando comparado ao número de contratos assinados em 2014. O levantamento, feito pelo órgão a pedido do Diário, aponta que os beneficiários contrataram 322.428 operações em 2015, o que significa 27.512 a mais do que no ano anterior.

Para se ter ideia do quanto isso representa, o volume de contratos assinados supera o total de aposentados na região, que em janeiro deste ano era de 302.976. Somados ao número de pensionistas, que estava em 115.155, a quantidade de operações feitas no ano passado representa 77% do total de beneficiários. É importante lembrar que não estão na conta os segurados que recebem benefícios de caráter assistencial, como os auxílios, já que esses não têm direito ao consignado do INSS.

Segundo o instituto, o valor total emprestado foi de R$ 1,33 bilhão, quase R$ 40 milhões a mais do que em 12 meses, quando a quantia somava R$ 1,29 bilhão – incremento de 3,09%.

ESTÍMULO – Um dos motivos que colaboraram para o aumento da procura por crédito e do volume financiado é o endividamento da maioria das famílias nos dias de hoje, devido à situação de crise da economia do País, conforme analisa o educador financeiro da DSOP, Edward Claudio Júnior. “O achatamento da renda e a falta de educação financeira acabam ganhando destaque com a turbulência econômica. Isso faz com que a procura por empréstimos comecem a aumentar”, afirma.

O diretor de políticas sociais da Associação dos Aposentados e Pensionistas do Grande ABC, Luís Antônio Ferreira Rodrigues, complementa. “Não é de hoje que o aposentado recebe um salário que não corresponde à realidade de vida à qual ele é submetido. Com a crise, essa situação se agravou. Como se trata de um empréstimo com juros menores do que a maioria, o consignado do INSS acaba parecendo atrativo”, declara Rodrigues.

Os juros do consignado são os menores do mercado, se comparado às modalidades de crédito para consumo disponíveis. No último boletim de operações de crédito do Banco Central, que abrange o período de 21 a 27 de janeiro, as taxas em bancos e financeiras para um empréstimo pessoal variavam de 1,66% a 20,04% ao mês, enquanto as do crédito consignado do INSS saíam de 1,87% a 2,46%. A diferença se dá devido à garantia que se tem de pagamento pelo fato de o desconto da parcela ocorrer diretamente no benefício da Previdência, e ao limite de 30% de comprometimento da aposentadoria ou pensão, que se estende a 35% se houver dívida de cartão de crédito.

Mas, para o diretor de políticas sociais, é um engano achar que se está fazendo um bom negócio ao pedir o empréstimo. “Se com o salário da aposentadoria já é difícil se manter, imagina com o desconto do crédito. Com o valor do benefício menor, o endividamento acaba virando uma bola de neve, e é assim que o indivíduo acaba se afundando no sistema financeiro.”

LIMITE – O aumento do volume da demanda de consignados em 2015 contra 2014, de 9,32%, é menor do que o de 2014 contra 2013, que foi de 17%. Para o educador financeiro, a explicação para crescimento menor no ano passado é que os aposentados e pensionistas estão chegando no limite do endividamento. “Hoje, as instituições financeiras estão muito mais criteriosas para conceder o empréstimo, porque as pessoas já estão com outras dívidas ativas. Apesar de o consignado descontar direto do benefício, se o aposentado não tiver mais dinheiro, ele vai ter que recorrer a outros empréstimos para se manter, e isso se transforma em um ciclo vicioso”, assinala Claudio Júnior.

Segundo a Pesquisa Socioeconômica do Inpes/USCS (Instituto de Pesquisa da Universidade Municipal de São Caetano), a cada quatro famílias da região, uma está com contas em atraso, ou seja, 25,3% do total. Em 2014, eram 21%.

PEDIDO DE FAMILIARES – Para o representante da entidade dos aposentados, por conta dos juros menores, muitas vezes o destino do recurso é para ajudar familiares. “Hoje, o aposentado acaba sendo arrimo de família. Pelas condições mais atrativas do empréstimo, filhos e parentes preferem recorrer a quem pode conseguir crédito consignado do INSS.”

Esse foi justamente o caso do aposentado citado no início da reportagem que, junto da companheira, emprestou total de R$ 36 mil, a pedido da nora. “A gente fica com medo, porque se uma hora a gente precisar para uso próprio, não vai ser possível, porque já atingimos o limite de crédito consignado de cada um”, lamenta.

Fonte https://www.dgabc.com.br/(X(1)S(yypp5yycstcg0q1hc3yq2yot))/Noticia/1747026/aposentado-empresta-9-32-mais-em-2015
Marina Teodoro
Especial para o Diário

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RS – Manutenção de desconto indevido em pensão do INSS gera indenização

RS – Manutenção de desconto indevido em pensão do INSS gera indenização

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai ter que indenizar em R$ 3 mil, por dano moral, uma pensionista de Porto Alegre por continuar descontado de seu benefício parcelas de um empréstimo fraudulento em seu nome.

Em setembro de 2010, valores de R$ 320,00 começaram a ser descontados da pensão. A segurada solicitou a cessação dos débitos e a devolução por via judicial e obteve uma liminar favorável. No entanto, o INSS não parou com os descontos. Posteriormente, a vítima ingressou na Justiça Federal buscando indenização de R$ 40 mil por danos morais.

O INSS sustentou que a responsabilidade de indenizar seria do banco Cruzeiro do Sul, instituição que realizou o empréstimo.

A 1ª Vara Federal de Porto Alegre reconheceu o direito à reparação, já que o instituto não obedeceu à ordem da Justiça Estadual. Entretanto, fixou a indenização bem abaixo da requerida. Ambas as partes recorreram ao tribunal.

O caso ficou sob a relatoria do desembargador federal Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, que manteve o entendimento adotado em primeiro grau. “O objeto da presente ação não é a desconstituição do contrato fraudulento, o que já foi feito em processo anterior movido contra o banco, mas o pagamento de indenização por danos morais causados pela conduta do INSS, que manteve os descontos indevidos no benefício da autora. Logo, conclui-se pelo cabimento de indenização, pois a parte autora sofreu abalo em face da angústia de estar com a subsistência comprometida por não poder dispor de seus proventos nos meses referidos”.

Fonte http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=&id_noticia=137998

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RS – Homem suspeito de causar R$ 100 mil em prejuízo à Caixa é preso na região metropolitana

RS – Homem suspeito de causar R$ 100 mil em prejuízo à Caixa é preso na região metropolitana

Foto: Divulgação/Polícia Federal

Um homem suspeito de estelionato contra a Caixa Econômica Federal foi preso na região metropolitana após cumprimento de mandado na tarde desta quinta-feira (4). O homem, que tem 43 anos e morava no bairro Guajuviras, em Canoas, foi preso por falsificar documentos.

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O suspeito forjava documentos, como carteira de identidade, extratos bancários, certidões da Previdência e contas, em nome de aposentados. Os crimes eram praticados há mais de cinco anos, conforme a Polícia Federal.

Com os documentos falsos em mãos, o homem fazia créditos consignados e empréstimos em nome dos aposentados. O prejuízo à Caixa chega aos R$ 100 mil. Além disso, as fraudes ocorriam também contra comerciantes em que o preso aplicava golpes, comprando em nome de terceiros.

Fonte http://www.plantao.rs/28476/estado/2016/02/homem-suspeito-de-causar-r-100-mil-em-prejuizo-caixa-e-preso-na-regiao-metropolitana/

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Mato Grosso – Presa quadrilha que aplicava golpes na Caixa e no INSS

Mato Grosso – Presa quadrilha que aplicava golpes na Caixa e no INSS

Uma pessoa foi presa e cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos ontem em Rondonópolis e Pedra Preta, no sul de Mato Grosso, durante a Operação Mentor, da Polícia Federal. O objetivo foi desarticular uma associação criminosa que praticava crimes em desfavor da Caixa Econômica Federal (CEF), Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e outras instituições.

Conforme as informações, a associação praticava estelionato, contrafação e uso de documento falso em desfavor às instituições citadas. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Rondonópolis.

Uma pessoa foi presa, mas a polícia não informou a identidade dela, nem qual a ligação que teria com o crime. Foi lembrado ainda que, durante o cumprimento dos mandados, uma arma foi encontrada em uma das residências, mas sem registro de posse.

“Duas pessoas que estavam no local foram encaminhadas para a delegacia para prestar depoimento. Caso uma delas confesse que é dona da arma, será presa por posse ilegal”, lembrou a assessoria da PF.

Todos os mandados foram cumpridos, segundo a polícia. Uma série de documentos foram apreendidos e, agora, eles devem ser estudados para dar continuidade às investigações dos crimes.

Nas primeiras investigações, foi descoberto o uso de expedientes falsos para a abertura de contas na CEF e posterior, saques de empréstimos consignados, além de uma série de golpes aplicados mediante concurso de agentes e valendo-se de interposta pessoa para a execução do estelionato.

Não foi descartada a hipótese de uma nova fase da operação ser deflagrada a partir da análise dos documentos apreendidos, bem como o depoimento do homem que está preso. O INSS e a Caixa Econômica não se pronunciaram sobre a operação.

Fonte http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=486362
YURI RAMIRES

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Reajuste de aposentadoria impulsiona a procura por crédito consignado

Reajuste de aposentadoria impulsiona a procura por crédito consignado

Com reajuste de 11,28%, aposentados e pensionistas do INSS já buscam por consignados como alternativa para sair do vermelho

O ano de 2015 foi tumultuado para a economia nacional, com um alto índice de desemprego e os constantes aumentos em tarifas básicas, o brasileiro se viu sem muitas alternativas a não ser entrar no vermelho. “Quem podia, buscou por crédito, mas muita gente, principalmente os aposentados, que possuem uma renda menor, se viram endividados e sem muitas alternativas”, disse Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos.

Segundo informações da Previdência Social, baseado no acumulo do INPC /IBGE 2015, 9,9 milhões de aposentados e segurados do INSS, que ganham acima de um salário mínimo, vão receber o reajuste de 11,28%. Com isso o teto previdenciário vai de R$4.663,75 para R$5.189,82. “O consignado sempre foi muito procurado por esse público, pois possui taxas de juros menores, e com o aumento, as procuras pelo consignado tendem a subir, pois a preocupação de muitos é quitar as dívidas”, explicou o diretor da Vazoli.

Aproximadamente 80% dos clientes Vazoli são aposentados e pensionistas, sendo que o diferencial da rede está voltado exatamente para esse público e com atendimento personalizado. “Quando realizamos nossos treinamentos fazemos questão de focar que os clientes não são números, cada um possui a sua necessidade e cada pessoa que entra na loja busca algo diferente. Nosso objetivo é que eles saiam satisfeitos e com o problema solucionado”, contou Vaz de Lima.

Além de vir se destacado no mercado financeiro como a franquia de créditos que mais cresce no Brasil, a Vazoli Franchising também vem ganhando força no mercado de franquias, sendo considerada a terceira melhor rede para se investir pela revista pequenas Empresas Grandes Negócios em 2015. “Ficamos muito felizes com esse reconhecimento, é sinal que estamos realizando um serviço bem feito, tanto para nossos franqueados como para nossos clientes”, falou Eric.

Sobre a Vazoli Franchising:

Fundada em Severínia, no interior de São Paulo, a Vazoli Franchising atua no segmento de serviços financeiros e intermediação de negócios (empréstimos e financiamentos) desde 2008. O diretor e fundador da Vazoli Franchising, Eric Vaz de Lima, atuava como bancário e enxergou no franchising a oportunidade de ter a própria empresa. Em 2011, consolidou a marca com então 10 unidades em funcionamento e Vazoli entrou para o sistema de franchising. Com pouco mais de quatro anos como rede de franquia, a Vazoli possui mais de 90 unidades espalhadas pelas principais cidades do Brasil.

Fonte/Autor por: Fatos&Ideias Comunicação Publicado em Seguros
Fonte http://www.segs.com.br/seguros/1722-reajuste-de-aposentadoria-impulsiona-a-procura-por-credito-consignado.html

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Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

São Paulo – O governo Dilma deve usar o FGTS para garantir o crédito consignado, conforme antecipado no blog Direto da Fonte, por Sonia Racy na semana passada.

A fórmula, segundo nota divulgada nesta quarta-feira, 27, no blog, está praticamente pronta, dependendo de alguns detalhes jurídicos.

Na proposta, o trabalhador terá direito a disponibilizar 10% do que tem depositado no seu fundo, somados aos 40% de multa por ter sido despedido, como garantia ao financiamento que está contratando.

Exemplo: com R$ 40 mil na sua conta de FGTS, o tomador de crédito pode usar junto ao banco ou agente financiador R$ 4 mil como garantia mais o valor da multa de R$ 16 mil. Um total de R$ 20 mil.

A não ser que entre alguma pedra hoje neste caminho, o anúncio da medida será feito amanhã durante a reunião do Conselhão em Brasília. Crédito pode chegar a R$ 8 bilhões.

Sonia Racy, do Estadão Conteúdo

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/com-10-do-fgts-mais-multa-trabalhador-podera-ter-credito

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Consignado do INSS liberado na hora

Hoje, liberação do dinheiro leva mais de três dias; novo modelo facilitará contratação por meio de terminais de autoatendimento, informa o INSS

Os empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão liberados imediatamente pelos bancos a partir de 15 de setembro. Hoje, o dinheiro demora mais de três dias para chegar às mãos do beneficiário. A medida também facilitará a contratação do empréstimo por meio de terminais de autoatendimento.

 

O sistema deverá acelerar uma modalidade de crédito que registra cerca de 1 milhão de operações por mês e, segundo a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), cresce a uma média de 28% ao ano em volume emprestado.

A agilização do processo de aprovação do empréstimo será possível porque a comunicação entre os bancos e o INSS passará a ser online. O procedimento atual é feito por meio da troca de arquivos – o que é conhecido como rotina batch – e leva, em média, três dias.

Além disso, o banco atualmente pode levar mais algum tempo para liberar os recursos após a averbação, que é o registro do empréstimo pelo INSS. Na Caixa Econômica Federal, esse prazo chega a 24 horas, segundo informou a instituição.

As condições do crédito não mudam: prazo de até 60 meses para, com parcelas que comprometam, no máximo, 30% do valor do benefício. A taxa máxima de juros está em 2,14%.

Novo estímulo

Número de concessão de empréstimos consignados do INSS

A comunicação online entre bancos e INSS é batizada de Projeto ECO (Empréstimo Consignado Online) e é desenvolvida pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social). De acordo com a Caixa, o INSS estabeleceu 15 de setembro de 2014 para início do novo modelo, data decidida em consenso com as instituições financeiras junto à Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O INSS não confirmou a data de início. Em entrevista ao iG no último dia 15, o diretor de benefícios da instituição, Benedito Brunca, disse apenas que o sistema “deve ser implantado neste ano de 2014”, por estar “bastante avançado.”

Além da Caixa, o Santander e o Banco do Brasil confirmaram que participarão do novo sistema tão logo ele esteja disponível.

De olho num mercado de R$ 64,8 bilhões e que representa baixo risco, todas as instituições que operam no segmento devem aderir, segundo a Acrefi.

“O sistema [bancário] vê como produto importante e a concorrência é muito acirrada”, afirma Tingas.

?Sindicato critica facilidade

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), Carlos Andreu Ortiz, avalia que o momento deveria ser para se estabelecer limites, e não facilidades, ao crédito consignado. Como o iG mostrou, a modalidade e a única entre de crédito pessoal em que a inadimplência não tem recuado.

“O consignado teve um baita de um avanço. Há um grande número de aposentados que faz não porque precisa, mas para ajudar alguém na família”, afirma. “Eu tenho minhas restrições.”

Para Tingas, da Acrefi, esse perfil tem se tornado menos comum, assim como a utilização para viagens. A modalidade, afirma, tem sido masi buscada como uma ferramenta para quitar dívidas mais caras – toma-se o consignado do INSS, por exemplo, para pagar o cartão de crédito.

“Isso é bom. Mas é importante ter um planejamento financiero muito bom. Para o aposentado do INSS, o empréstimo signifca o compretimento de uma renda que já é curta”, diz.
Fonte Ig.com.br
Fonte http://correiodopovo-al.com.br/

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Caixa derruba juros do consignado do INSS

Promoção vale para todos os aposentados e também os pensionistas que abrirem conta no banco

Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que fizerem empréstimo consignado no banco terão taxas de juros 8,8% menores. Até o dia 7 de fevereiro, a taxa será de 1,55% ao mês, nas operações de 60 meses. Atualmente o banco cobra 1,7%.

 

Num empréstimo de R$ 1 mil, por exemplo, o valor da prestação, que é de R$ 26,72 com taxa de 1,70% , sairia por de R$ 25,72 com a taxa de 1,55% ao mês. Com a redução, o aposentado vai pagar o equivalente a 2,3 prestações a menos.

O teto legal para a taxa de juros dos empréstimos com desconto na folha do INSS continua em 2,14%, desde maio de 2012, apesar da insistência das entidades de aposentados em reivindicar a redução das taxas ou juros zero para a categoria.
Com a taxa de 2,14%, o aposentado que faz um empréstimo de R$ 1 mil em 60 meses paga R$ 785 só de juros. Pela taxa reduzida da Caixa, o valor total dos juros é de R$ 543,20. Ou seja, R$ 241,80 a menos.

Uma das condições para ter a taxa menor na Caixa é receber o benefício no banco.
Para fazer a migração da conta de recebimento, o aposentado precisa abrir uma conta na Caixa e depois ir até o banco de origem para solicitar a transferência do benefício. O próprio banco informa o INSS sobre a mudança de instituição. O processo é gratuito.

O INSS paga todos os meses 17,2 milhões de aposentadorias e 7,1 milhões de pensões.

A redução da taxa na Caixa Econômica Federal, mesmo temporária, pode estimular a concorrência e provocar a redução em outros bancos.

O Banco do Brasil informou que avalia a redução das taxas dos concorrentes para estabelecer juros competitivos. Hoje a menor taxa do consignado, para prazos curtos de até seis meses, é de 0,98% ao mês.

“Mesmo com taxas menores, o empréstimo não resolve o problema do aposentado. Precisamos de um benefício digno. O nosso reajuste neste ano foi de apenas 5,56%. As despesas do dia a dia subiram muito e o aposentado fica refém do empréstimo”, disse Warley Martins, presidente da Confederação dos Aposentados.

Fonte http://diariosp.com.br/ – JUCA GUIMARÃES

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Calote só resiste no empréstimo consignado do INSS

Inadimplência teve recuo em todas as modalidades de crédito pessoal nos últimos anos, exceto no destinado a aposentados e pensionistas da Previdência Social
O empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem se tornado uma exeção à regra: a modalidade é a única de crédito pessoal em que a inadimplência tem se mantido firme e forte no Brasil dos calotes em queda.

O consignado do INSS continua a a ter o menor índice de inadimplência entre os créditos pessoais, bem abaixo da média do segmento, segundo dados do Banco Central (BC). Afinal, as parcelas do empréstimo tomado pelo aposentado são descontadas automaticamente antes de ele receber o pagamento.

Mas essa diferença tem diminuído. Em março de 2011 – primeiro dado disponível – o índice de calote no consignado do INSS equivalia a cerca de 40% do registrado no conjunto dos créditos pessoais. Em novembro do 2013, essa relação subiu para 50%. Ou seja, o índice calote do aposentado passou a representar metade do observado na média.

A aproximação ocorreu principalmente a partir de meados de 2012. Em agosto daquele ano, a inadimplência do consignado era de 1,73% do total da carteira, índice que subiu ligeiramente para os 1,93% de novembro passado. No mesmo período, o calote na média caiu de 4,78% para 3,98%.

Apesar de o desconto ser em folha, o calote pode acontecer quando, por exemplo, o segurado morre – e deixa de receber o benefício –, é obrigado a pagar alguma pensão alimentícia (também descontada na fonte) ou, como aconteceu recorrentemente em 2013, se há fraude na concessão do empréstimo.

Menos diferentes

Inadimplência do consignado do INSS fica mais parecida com a do crédito pessoal comum
Expansão da carteira

É mais difícil baixar um índice de inadimplência quando ele já é relativamente mais baixo. Mas a expansão da carteira, o esticamento dos prazos para pagamento e as fraudes também podem estar por trás dessa virada para cima do calote do consignado.

“O volume cresceu, então aumentou o volume emprestado, o que aumenta o risco”, afirma o Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

De março de 2011 a novembro de 2013, o saldo da carteira de consignados do INSS aumentou 50%, para R$ 66,4 bilhões. Por isso, Oliveira considera que a inadimplência do consignado passa por um período de estabilidade, e não de elevação.

“É uma linha de crédito em que não haveria sentido [existir alta expressiva da inadimplência] porque quando entra o benefício, já está descontado o empréstimo. É diferente do consignado [para trabalhadores], em que o cara pode perder o emprego.”
Ciranda do consignado

Os calotes no consignado do INSS ocorrem, pondera executivo, quando o aposentado acaba por pegar empréstimos cujas parcelas extrapolam o limite de 30% do benefício – a chamada margem consignável. O teto só pode ser ultrapassado de uma forma: fraude. E, no ano passado, a modalidade de crédito foi alvo de uma onda de golpes justamente para dribla-lo.

A estratégia ficou conhecida como ciranda do consignado: o aposentado pegava um empréstimo, afirmava ao INSS que não o tinha tomado e, com isso, recuperava a margem consignável imediatamente. Em seguida, tomava novo empréstimo num outro banco – o responsável pelo anterior, então, ficava sem poder sacar as parcelas.

Para coibir a prática, o instituto passou a só liberar a margem consignável após 60 dias e com a comprovação de que o primeiro empréstimo era, de fato, falso. A regra entrou em vigor em julho mas ainda não há um balanço sobre o impacto dela, diz Benedito Adalberto Brunca, diretor de benefícios do INSS. Ele não atribui à ciranda do consignado a inadimplência resistente.

“As únicas hipóteses em que não ha adimplência são mortes, revisão de valores que podem reduzir a margem [consignável], uma pensão alimentícia, fixada na Justiça, que determina a redução da margem e acaba levando a não liquidação da obrigação”, exemplifica o diretor, em entrevista ao iG. “Isso está dentro da margem de risco com que as instituições financeiras operam.”

Excesso

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnap), Carlos Andreu Ortiz defende mais rigor para a concessão do crédito, a começar pela diminuição no prazo máximo para quitar o empréstimo. A média, em novembro de 2013, chegou a 57,4 meses – o teto é 60 meses.

Como as parcelas só podem comprometer no máximo 30% do benefício, períodos mais longos são o caminho para dívidas maiores.

“Não dá para ter empréstimo de 60 meses, não poderia ser uma coisa assim tão longa. Isso restringiria o aposentado a pegar menos”, afirma Ortiz. “Tem banco que está abusando, dando 60 meses, dando tudo o que é vantagem para as pessoas entrarem no crédito consignado.”

O diretor do INSS, entretanto, acredita que ainda há espaço para o consignado crescer.

“[O consignado] foi usado por aproximadamente 60% do público [elegível], ainda há 40% de 26 milhões de beneficiários. Você tem aí mais de 10 milhões de pessoas que são potenciais usuários do sistema”, afirma Brunca. “Fora os que vão concluindo a operação e que se interessem [em tomar um novo empréstimo].

 

Fonte iG São Paulo – Vitor Sorano –

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Juro de banco público é metade do privado

Embora ainda nas alturas, as taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal em 2013 diminuíram um pouco na comparação com o ano anterior, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Procon-SP.

No caso dos empréstimos, a taxa média ficou em 5,27% ao mês, uma queda de 0,27 ponto percentual em relação à de 2012. No cheque especial, a taxa de 8,02% ao mês representa um recuo de 0,57 ponto percentual sobre os juros estratosféricos praticados no ano passado.

O comparativo anual é feito com base na pesquisa mensal do Procon, que capta as taxas de juros máximas praticadas por sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Bradesco, com 6,22% ao mês. A menor taxa foi adotada pela Caixa Econômica Federal, 3,60% ao mês, uma diferença de 2,62 pontos percentuais em comparação ao maior valor. Em relação ao cheque especial, o maior juro médio anual foi do Santander, com 10,09% ao mês. O menor, nessa modalidade, também foi o da Caixa Econômica, com 4,32% ao mês.

Fonte http://www.monitormercantil.com.br/

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Contratar crédito consignado exige muita atenção

Todo mundo gosta de garantias e é isso que o crédito consignado oferece. Para o tomador do empréstimo, há a certeza de que ele estará pagando os juros mais baixos do mercado quando comparados aos cobrados por outros tipos de operações. Para o banco que libera os recursos, a certeza é de que vai receber direitinho e sem atrasos já que o dinheiro é descontado diretamente na folha de pagamento.

O limite é de 30% do salário e o tempo de contratação é de, no máximo, 60 meses. Segundo o Banco Central, em média, as menores taxas são as aplicadas aos funcionários públicos, 22,3% ao ano. Depois, vêm os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com 26,7% ao ano, em média. Trabalhadores de empresas privadas, por sua vez, pagam 29,8%.

Mas, quando se faz um empréstimo com pagamento em longo prazo, é preciso pensar nas consequências, inclusive as mais trágicas.

Uma das dúvidas mais recorrentes entre as pessoas de idade mais avançada que pensam em contratar um consignado é o que acontece com a dívida caso ela venha a morrer. De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os únicos financiamentos que são quitados com a morte do cônjuge são crédito consignado e financiamento de imóvel – desde que esteja somente no nome do morto. O seguro que está embutido no pagamento das parcelas é o que garante essa quitação.

“No caso de um aposentado que tem um consignado vir a óbito e sua aposentadoria ser convertida em pensão por morte, o valor a ser recebido pela viúva é de 100%”, explica o advogado especialista em direito previdenciário Patrick Villar. Por outro lado, financiamento de automóvel, contas de cartão de crédito e empréstimo pessoal não se extinguem com a morte de quem os contratou. Elas seguem normalmente e cabe aos herdeiros realizar os pagamentos utilizando, em tese, os bens deixados pelo morto.

O Código Civil, em especial o artigo 1.792, determina que a herança deve ser usada para quitar os débitos do morto e que, se seus herdeiros não pagarem nem entrarem com o inventário, os próprios credores podem tomar essa iniciativa para garantirem a satisfação dos seus créditos.

Essa previsão legal torna a decisão de contratar um empréstimo consignado algo ainda mais sério e que pode complicar a vida de quem ficou neste mundo. Foi o que aconteceu com Antonio Panangeiro, que continua a pagar as parcerlas mensais de um empréstimo consignado feito por sua falecida mulher. “O nome do empréstimo é consignado, mas mesmo avisando a instituição financeira da morte da minha mulher, não houve mudança na rotina de cobrança”, diz Panageiro, que entrou em contato com o Diário por meio do email do Seu Previdêncio para esclarecer essa dúvida.

Procurado pela nossa reportagem, o banco que concedeu o empréstimo prometeu verificar o caso em detalhe, mas adiantou que “no caso de falecimento de cliente que possui empréstimo consignado contratado e cuja operação não esteja coberta por seguro para sua liquidação, deverá ser seguido as regras vigentes estabelecidas no contrato de empréstimo”.

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Andréa Ciaffone

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SP – ABC – Demanda de aposentados por consignado cresce 8% na região

Os aposentados e pensionistas da região contrataram 8% a mais de crédito consignado em outubro sobre o mesmo mês de 2012. Foram R$ 74,88 milhões distribuídos em 17.217 operações. O valor médio dos empréstimos subiu 32,2%, para R$ 4.349,70. Os dados são do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O morador de Mauá Dorival Naufal, 52 anos, pertence ao grupo de aposentados que tomou o crédito. “Fiz um empréstimo, no mês passado, para pagar em 60 vezes.” O motivo que levou Naufal a emprestar foram os juros mais baixos em relação ao que encontrou para financiar um veículo, ano 2000. O consignado tem desconto em folha de pagamento. Assim, os bancos observam menor risco de inadimplência e cobram menos juros.

Segundo o BC (Banco Central), a taxa média de juros no consignado para segurados da Previdência Social era de 2,03% ao mês em outubro. O percentual é inferior ao que as instituições cobram pelo crédito para aquisição de um automóvel usado, avaliou o diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira. “Hoje, na média, os bancos financiam veículos usados por 2,5% a 3% ao mês, com entrada e cinco anos de uso. Alguns, mais agressivos, que aceitam carros de até dez anos, chegam a cobrar 7% ao mês (e com entrada)”, explicou Oliveira.

O professor de Gestão de Concessionária Valdner Papa, que ministra aulas na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e na Fundação Dom Cabral, destacou que dificilmente uma instituição financiará um veículo usado sem entrada.

Professor de Finanças da pós-graduação da Universidade Municipal de São Caetano, José Ricardo Escolá de Araújo, que também dá aulas na Trevisan Escola de Negócios e da FGV, pontuou que Naufal fez um bom negócio. “Ele pode vender o carro quando quiser, pois pagou à vista, ele não está alienado.”

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Pedro Souza

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Vídeo sobre empréstimo consignado e Custo Efetivo Total (CET)

Vídeo sobre empréstimo consignado e Custo Efetivo Total (CET). Para conhecer outros produtos de educação financeira do Banco Central do Brasil, clique aqui (link para http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC)

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BC calcula dívida de rotativo do cartão e sugere troca de crédito

O BC (Banco Central) lançou ontem ferramenta, em seu site (www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO), que ajudará o consumidor a entender sua dívida do rotativo do cartão de crédito, e a conhecer empréstimos mais baratos para realizar a substituição. Basta inserir o custo total da fatura do plástico, os juros da operação, o valor mínimo da parcela que o consumidor conseguirá pagar e clicar em calcular.

A ferramenta simula o CET (Custo Efetivo Total) da operação, o valor apenas dos juros, o número de mensalidades necessárias para a liquidação da dívida e oferece simulações de outras modalidades, no caso, o crédito consignado e empréstimo pessoal – ambos mais baratos do que o cartão de crédito – e o cheque especial.

Conforme a Pesquisa de Juros da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) referente a setembro, a taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito era de 9,37% ao mês.

Com base nos resultados da ferramenta do BC, o cheque especial, que é comparado com a operação inscrita pelo consumidor no sistema, tinha custo médio de 7,69% ao mês em setembro.

No caso do empréstimo pessoal, também incluído pela autoridade com modalidade para comparação, a taxa média era de 5,12% ao mês.

Já o crédito consignado, que tem desconto em folha de pagamento e é disponibilizado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e empregados do setor público e privado, tinha 1,83% de juros ao mês.

SUBSTITUIÇÃO – Em simulação com uma fatura de R$ 2.500, com os juros médios do rotativo, segundo a Anefac, de 9,37% ao mês, o consumidor gastaria R$ 3.548,94 para liquidar a dívida. Apenas o custo desta operação ficaria em exatos R$ 1.048,94, considerando 9,5 parcelas de R$ 375. Na mesma situação, porém utilizando o consignado, sugerido pelo BC, o consumidor pagaria R$ 2.638,91. No entanto, os juros ficariam em R$ 138,91. Portanto, seriam necessárias sete parcelas de R$ 375 – cerca de duas a menos que no rotativo, ou seja, economia de R$ 750.

Para o professor de Economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Norival Caruso, a ferramenta é válida por contribuir para a educação financeira dos consumidores.
“Mas, infelizmente, ela não deve atingir a amplitude necessária. A cultura do brasileiro é apenas de analisar se a parcela cabe no bolso e, se tiver mais fácil para ele pagar a fatura (e evitar o trabalho de buscar outros empréstimos com parcelas menores), ele vai por esse caminho”, avaliou.

Fonte Diário do Grande ABC – Pedro Souza

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PI – Erro transfere 14 mil pensionistas do INSS do Piauí para o Maranhão

Beneficiários tiveram as contas transferidas para a agência de Timon.

Superintendência do INSS confirma problema e que o caso já foi resolvido.

Um erro do Instituto Nacional da Seguridade Social transferiu as contas de 14 mil pensionistas do Piauí para agência de Timon, no Maranhão. Por conta do engano, os aposentados do INSS estão impedidos de fazer empréstimos.
Aposentado do INSS do Piauí há 10 anos, por causa de uma deficiência visual, Carlos Amorim conta que procurou na semana passada o banco para fazer um empréstimo consignado. O beneficiário teve o crédito aprovado, mas o dinheiro não foi liberado, pois segundo a instituição financeira, ele não poderia receber o empréstimo já que era pensionista no estado do Maranhão.
O problema na conta do aposentado foi confirmado na Superintendência do INSS. De acordo com a gerência, além de Carlos Amorim mais 14 mil pensionistas tiveram as contas transferidas para o Maranhão por engano.
Segundo o superintendente executivo do INSS no Piauí, Carlos Viana, a maioria dos aposentados foram transferidos para a agência de Timon, inaugurada a quase dois anos, junto com os pensionistas da cidade maranhense que recebiam o benefício em Teresina. “Nós fizemos o expediente para a direção geral do INSS para transferir todos os benefícios mantidos em Teresina, mas que vivem em Timon, para a agência da cidade vizinha. Acontece que houve este equívoco na hora desta transferência e acabou levando não somente os pensionistas do Maranhão, como alguns do Piauí”, explicou.
O gerente afirma que a situação já foi resolvida e os aposentados com contas transferidas para o Maranhão já voltaram para a sede de origem. Os beneficiários que quiserem fazer um empréstimo, devem procurar antes a agência onde está inscrito.
Para o presidente da Comissão Direito Previdenciário da OAB-PI, Chico Couto, o problema não causou lesões para os aposentados, apenas houve um desencontro de contas. O pensionista Carlos Amorim não concorda e destaca os danos que teve. “Eu tive prejuízos morais e materiais, pois estava contando com este dinheiro. Assumi compromissos e acabei tendo que conseguir o dinheiro de outra forma, não da maneira como eu queria que fosse”, lamentou.

Fonte Do G1 PI

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RO – Panamericano deverá pagar R$ 20 mil por descontar indevidamente em aposentadoria

Antônio Alves Cavalcante alegou desconhecimento da origem de relação jurídica com o banco porque não teria contratado o empréstimo que originou os descontos

Porto Velho, RO – O juiz de direito Edilson Neuhaus, da 4ª Vara Cível de Ariquemes, condenou o Banco Panamericano ao pagamento de R$ 20 mil a título de danos morais a Antônio Alves Cavalcante; além disso, a instituição terá de restituir pouco mais de mil reais, em dobro, por ter processado descontos indevidos na aposentadoria de Cavalcante. Da decisão cabe recurso.

Alves alegou desconhecimento da relação jurídica com o Panamericano, uma vez que, segundo ele, jamais teria contratado empréstimo junto à empresa. O banco contestou, alegando em juízo a regularidade da contratação, ausência de dano moral e material e não cabimento da inversão do ônus da prova.

Edilson aproveitou para frisar em sua sentença que o Panamericano sequer apresentou documentação comprovando a contratação do empréstimo, e ainda salientou a importância de as instituições financeiras que oferecem este tipo serviço se cercarem de todas as medidas para evitar prejuízos aos clientes.

Confira trecho da decisão e, logo abaixo, o link para a sentença na íntegra.

[…]

O réu, em sua contestação, não nega os fatos. Limitou-se em alegar que o negócio jurídico foi formalizado pelo autor, porém não apresenta o contrato assinado.

Evidente que a prova, no caso em tela, é exclusivamente documental. Assim, cabe ao réu apresentar, juntamente com sua defesa, o contrato que alega ter o autor celebrado, sendo certo que este é o momento oportuno, sob pena de preclusão. Assim, não pode arguir eventual cerceamento de defesa, ante o julgamento antecipado da lide.

Consoante já frisado, competia ao Banco fazer a prova de suas alegações, demonstrando que há contrato e que este foi assinado pelo autor, o que não fez (CPC, artigo 333, II).

O Banco deveria ser cauteloso na prestação de seus serviços, cercando-se de todas as medidas para evitar prejuízos aos seus clientes.

Ao disponibilizar este tipo de serviço (empréstimo consignado), assume o risco de causar danos aos consumidores. Tem a obrigação de zelar por estes, valendo-se de todas as formas, para que tais fatos não ocorram. […]

CLIQUE AQUI PARA VER A SENTENÇA INTEGRALMENTE
http://www.rondoniadinamica.com/uploads/PANA.pdf

 

Fonte http://www.rondoniadinamica.com

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ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.