Santander pagará R$ 39 milhões à Prefeitura para operar folha dos servidores municipais

Santander pagará R$ 39 milhões à Prefeitura para operar folha dos servidores municipais


Foto: Julio Sian

Pregão presencial realizado na manhã desta quinta-feira, 16, foi disputado também pela Caixa Econômica Federal

A folha de pagamento dos servidores municipais de Ribeirão Preto será operada, a partir de agora, pelo banco Santander, que venceu na manhã desta quinta-feira, 16, o pregão presencial nº 259. Pela operação, a instituição bancária vai pagar R$ 39 milhões à Prefeitura Municipal, que deve empregar o dinheiro para saldar dívidas com credores. O pagamento será feito à vista, em oito dias.

O valor alcançado pela Prefeitura com a “venda” da folha de pagamento dos servidores supera em R$ 3 milhões a quantia paga na última concorrência, em 2012, quando a Caixa Econômica Federal ganhou a disputa ao oferecer R$ 36 milhões ao município.

Como vencedor do processo licitatório de 2017, o banco Santander administrará a folha de pagamento de aproximadamente 15 mil servidores e funcionários da Prefeitura Municipal, Daerp, Sassom e IPM, pelo período de 60 meses.

Fonte http://www.revide.com.br/noticias/politica/santander-pagara-r-39-milhoes-prefeitura-para-operar-folha-dos-servidores-municipais/

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MG – Leilão da folha de pagamento pode salvar 13º do Estado

MG – Leilão da folha de pagamento pode salvar 13º do Estado

Banco que comprar a folha terá pela frente uma movimentação de R$ 40,35 bilhões por ano

0Filão. Bradesco levou a folha de pagamentos da Prefeitura de Belo Horizonte por R$ 140 milhões
PUBLICADO EM 26/10/16 – 03h00

QUEILA ARIADNE
Sem dinheiro suficiente em caixa até mesmo para pagar os salários em dia, o governo de Minas Gerais parece ter encontrado a saída para conseguir arcar com o 13º. O Estado está leiloando a folha de pagamento e, segundo apurou a reportagem, espera receber cerca de R$ 1,5 bilhão, que é pelo menos metade do valor estimado para as despesas com o benefício. Hoje, os servidores recebem pelo Banco do Brasil, mas o contrato com a instituição vence em dezembro. O banco que pagar mais pelo direito de administrar a folha vai levar uma carteira de aproximadamente 632 mil clientes, que recebem algo em torno de R$ 3,1 bilhões por mês.

A assessoria de imprensa da Secretaria da Fazenda informou que, por enquanto, não há detalhes da renovação do contrato, pois a negociação ainda está em andamento. Entretanto, informações de bastidores indicam o Bradesco e o Itaú como favoritos.

Procurado pela reportagem, o Bradesco não quis comentar o assunto. Mas a instituição tem apostado na compra de carteiras de servidores públicos. Em setembro, arrematou a folha dos servidores da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) por R$ 140 milhões. São 65.592 contas, incluindo aposentados e pensionistas. O banco pagou R$ 2.134,41 pelo direito de administrar cada uma. Se o valor for o mesmo no caso do governo estadual, a venda da carteira dos servidores do Estado arrecadaria R$ 1,35 bilhão.

O Itaú Unibanco disse que somente poderá se manifestar sobre eventual interesse “se e quando o governo do Estado publicar o respectivo edital de licitação”.

O professor de contabilidade governamental do Ibmec Thiago Borges explica que, diante do rombo das contas do governo, a venda da carteira é uma ótima alternativa para pelo menos salvar o 13º. A forma de pagamento será definida em uma reunião, marcada para novembro. Na semana passado, o governador Fernando Pimentel declarou que ainda não sabia se conseguiria pagar o 13º antes do Natal.

“A situação realmente está muito crítica. O que o Estado tem recebido com a arrecadação de impostos só dá para saldar a folha de pagamento e fazer uma manutenção básica. Os programas já estão paralisados, e o governo não tem mais onde cortar gastos. Portanto, a venda dos direitos da gestão da folha de pagamento é uma estratégia viável para levantar recursos para o 13º e garantir o benefício, que é a salvação de muita gente” afirma o especialista.

O banco que comprar a folha terá pela frente uma movimentação de R$ 40,35 bilhões por ano, somente com as despesas previstas para pagamento de pessoal e encargos sociais, segundo previsões da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016.
Banco do Brasil. Questionada sobre o interesse de continuar com a folha do Estado, a instituição disse que não se manifesta sobre questões que envolvam sigilo bancário ou comercial.

BANCO DO BRASIL

Em 2007, valor pago foi R$ 1,23 bilhão
Na última vez que o Estado vendeu a folha de pagamento, em 2007, o Banco do Brasil pagou R$ 1,23 bilhão por ela. Na época, eram 541 mil servidores. É como se cada conta tivesse sido vendida por R$ 2.273. Se o negócio for fechado por R$ 1,5 bilhão, o valor de cada conta aumentará só R$ 100, sem considerar a inflação.

“Não houve valorização porque hoje a situação é diferente. O Estado é quem está desesperado para vender. O banco pode oferecer outros produtos, como empréstimos, mas os clientes também estão mais endividados”, diz o professor de contabilidade governamental Thiago Borges.

PBH

Servidores já estão trocando a conta
Quem trabalha na Prefeitura de Belo Horizonte já está sendo convocados para escolher uma agência e abrir sua conta no Bradesco. A partir de janeiro do ano que vem, os 49.760 servidores, além dos 15.832 aposentados e pensionistas, já não receberão mais os salários pelo Banco do Brasil. Entre 31 de outubro e 29 de novembro deste ano, todos já terão sido convocados para efetuarem a troca.

De acordo com publicação no “Diário Oficial do Município” (DOM) do dia 13 de setembro, o Bradesco venceu a queda de braço com o Santander e arrematou a folha dos servidores municipais por R$ 140 milhões. No começo do leilão, o vencedor teria oferecido R$ 123,96 milhões, contra R$ 124 milhões do concorrente. Mas, à medida em que os lances foram sendo feitos, o Bradesco aumentou a oferta e levou uma carteira de 65.592 servidores, que recebem mensalmente, entre salários e benefícios, cerca de R$ 335,55 milhões, segundo dados disponíveis no Portal da Transparência, referentes ao pagamento do mês de agosto.

A partir de janeiro, o Bradesco será responsável, de forma exclusiva, pelos serviços de processamento de créditos de remunerações, proventos de aposentadorias, pensões, benefícios e bolsas de estágio. Também vai gerenciar o pagamento das pensões alimentícias concedidas administrativa e/ou judicialmente, devidas aos beneficiários e aos seus dependentes, da administração direta e indireta do município de Belo Horizonte.

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RJ – Governo do Rio desobedece ao STF e paga 70% da folha de agosto dos servidores

RJ – Governo do Rio desobedece ao STF e paga 70% da folha de agosto dos servidores

A Secretaria de Fazenda informou, no início da noite desta segunda-feira, que o Estado do Rio não conseguiu quitar 100% da folha de agosto dos servidores públicos. Foram pagos, apenas, 70% dos salários. O valor repassado ao funcionalismo foi de R$ 1,4 bilhão, de uma folha estimada em R$ 2 bilhões. Com isso, o governo do Rio descumpre determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de pagar seus servidores até o 3º dia útil.
Desta forma, o estado está sujeito a arrestos judiciais. Há a possibilidade que isto aconteça nesta terça-feira, para que o restante da folha seja quitada.
A Fazenda estadual cita que as pendências que restam ao governo serão quitadas “nos próximos dias”. O governo lembrou que, de acordo com calendário formulado no início do ano, os pagamentos podem acontecer até o 10º dia útil.
A obrigação em ter de quitar a folha até o 3º dia útil acontece em função de ação de reclamação da Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Fasp) no Supremo. A Fasp questionou as mudanças nas datas do pagamento e conseguiu decisão favorável, tendo em vista o risco que os servidores do estado correm com seguidos atrasos.
Confira a nota da Secretaria de Fazenda na íntegra:
O Governo do Estado do Rio de Janeiro depositou, nesta segunda-feira (5/9), integralmente, os salários de agosto de mais servidores. Até o momento foi pago R$ 1,4 bilhão, o que corresponde a 70% do valor total da folha líquida de agosto, que é de R$ 2 bilhões. Os depósitos começaram na quarta-feira passada (31/8), quando o Estado pagou os servidores da área de Segurança, incluindo policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários. O Estado está concentrando esforços para quitar a folha de agosto nos próximos dias, obedecendo o calendário previsto inicialmente de até o décimo dia útil deste mês (15/9). Os valores serão depositados de acordo com a entrada de receita de tributos em caixa. As remunerações estão sendo pagas integralmente. Não há parcelamento da folha de agosto.
Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/governo-do-rio-desobedece-ao-stf-paga-70-da-folha-de-agosto-dos-servidores-20057252.html#ixzz4JUvaTQ7g

Fonte http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/governo-do-rio-desobedece-ao-stf-paga-70-da-folha-de-agosto-dos-servidores-20057252.html

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Bancos assinam contrato para operar conta-salário de servidores

Bancos assinam contrato para operar conta-salário de servidores

Nove instituições financeiras assinam hoje (5) contrato com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) para operar as contas-salário dos servidores, aposentados, pensionistas, anistiados e estagiários do Poder Executivo Federal.

Os bancos habilitados são: Banco do Brasil, Bancoob, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú-Unibanco, Santander e Sicredi, informou o ministério. O processo ocorreu por meio de edital de credenciamento publicado em dezembro.

“O objetivo do governo com a medida é gerir, de forma adequada, um ativo financeiro importante que passa a ser rentável ao Estado brasileiro”, diz o ministério, em nota.

Como contrapartida financeira, os bancos pagarão ao governo federal 1,03% sobre o salário líquido de cada remuneração creditada. Esse valor não será descontado da remuneração dos correntistas. A estimativa é de uma arrecadação mensal de R$ 79 milhões e anual de R$ 949 milhões.

O mês de início do recolhimento é março e o valor será direcionado à Conta Única do Tesouro Nacional até o décimo dia útil, após a realização dos créditos nas contas-salário. Os contratos terão validade de 12 meses e poderão ser prorrogados até o limite de 60 meses.

Segundo o ministério, a medida alcança 1,358 milhão de correntistas. Para a maioria deles (1,353 milhão), não será necessário adotar qualquer providência adicional, caso queiram continuar recebendo seus salários nos bancos que atualmente os atendem.

Outros 5.495 assalariados, que hoje recebem por bancos não credenciados, terão que optar por uma das nove instituições bancárias habilitadas. Para esta operação, eles serão contatados e orientados por suas unidades de recursos humanos.

O ministério informou ainda que os trabalhadores que quiserem alterar a opção entre as nove instituições habilitadas a qualquer momento, devem entrar em contato com as suas unidades de recursos humanos para solicitar a mudança.

Fonte Agência Brasil
Fonte http://www.jb.com.br/economia/noticias/2016/02/05/bancos-assinam-contrato-para-operar-conta-salario-de-servidores/

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