Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda


Mariano Testa acredita na recuperação da economia somente em 2018 – Foto: Itamar Aguiar

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

O longo período de recessão que atravessa a economia brasileira reduziu os investimentos das empresas e, com isso, ampliou a oferta de crédito para as pessoas físicas que representam hoje um mercado equivalente ao das empresas. A constatação é do presidente do Banco Agiplan, Marciano Testa, que prevê um período de estabilização financeira ao longo de 2017 e aposta num aquecimento dos negócios a partir de 2018.

Neste cenário, para atender ao movimento do mercado e as expectativas dos clientes o Banco Agiplan aliou tecnologia para tornar o seu mix de serviços e produtos totalmente digital. Ao mesmo tempo para atender aqueles que não estão conectados ao mundo virtual, anunciou durante o “Tá na Mesa” da Federasul, nesta quarta-feira (05/04), a expansão física do Banco que até junho quer ter 400 agências espalhadas pelo Brasil.

Testa informou que o investimento total será de R$ 110 milhões. Recursos que também serão destinados para qualificar as plataformas digitais e a melhoria dos processos. Com um patrimônio líquido superior a R$ 250 milhões e mais de R$ 1 bilhão de ativos, o Banco Agiplan projeta superar R$ 1 bilhão de receita em 2017.

Ao longo dos 18 anos de atuação, a instituição conquistou a confiança de mais de 1,5 milhões de clientes no País (concentração maior na região sudeste). Destes 70% são jovens entre 18 e 30 anos. Para atender as expectativas do seu público o banco está cada vez mais presente no ambiente digital. Ao lançar o olhar para o futuro, a instituição lançou o seu aplicativo (agipag), considerado pioneiro por permitir que sejam realizadas qualquer operação financeira com poucos toques na tela dos dispositivos móveis. Inclusive pagamento com QR Code.

Recuperação

Testa acredita que o mercado só terá fôlego com a queda taxa Selic e também “quando resgatar a confiança das pessoas físicas”. A medida também vai impulsionar os investimentos por parte da classe produtiva. “Hoje o estoque de crédito para pessoas físicas e jurídica se equiparou”, revelou o presidente ao dizer que a recuperação deve acontecer em meados de 2018.

O presidente confia que as reformas propostas pelo Governo Federal são essenciais para devolver a estabilidade econômica ao País. “Já tivemos o primeiro passo com a regulamentação da terceirização”, pontuou ele ao afirmar que com a nova regra vai ser possível abrir novos postos de trabalho, inclusive no seu Banco. “Precisamos assistir à queda da curva do desemprego”, finalizou Testa.

Fonte http://felipevieira.com.br/site/aumenta-a-oferta-de-credito-para-as-pessoas-fisicas-banco-agiplan-aposta-firme-neste-segmento-de-mercado-oferecendo-inovacao-e-tecnologia-para-atender-a-demanda/

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Fintechs usam inteligência artificial para inovar no mercado financeiro

Fintechs usam inteligência artificial para inovar no mercado financeiro

Fintechs! O nome surgiu da junção de duas palavras em inglês: financial technology. Em português, tecnologia financeira. São empresas novas e inovadoras que prometem revolucionar o mercado financeiro – o último grande setor que ainda não passou pela revolução da desintermediação. Como, por exemplo, o Uber fez nos transportes; o AirBnb nas acomodações e tantos outros…

Na Europa o nos Estados Unidos, o cenário das fintechs já é realidade há mais de seis anos. Por aqui, em pouco mais de um ano e meio, são mais de 250 iniciativas desse tipo: startups que oferecem serviços de crédito, investimentos, gestão financeira e até meios de pagamento. Enquanto um banco tradicional (com uma estrutura enorme) tem cerca de 4 mil produtos e serviços diferentes, uma fintech (com estrutura bem mais enxuta) se concentra em um ou pouquíssimos serviços – e faz isso da melhor forma possível.

Muito popular entre os jovens, este cartão roxinho representa uma das fintechs de maior expressão no Brasil. Combinando eficiência, atendimento diferenciado e menor preço, a startup oferece um cartão de crédito sem cobrar anuidade. Os gastos são controlados através de um aplicativo no qual é possível inclusive alterar seu limite com um clique. O cartão ainda cobra taxas de juros abaixo do mercado. E a resposta para tudo isso está na estrutura enxuta e, consequentemente, mais barata. Assim, boa parte dessa economia é diretamente repassada aos usuários do cartão.

Mas as fintechs vão além dos meios de pagamento. Fomos conhecer outras duas iniciativas que estão crescendo a passos largos no país. Neste espaço relativamente pequeno – principalmente se compararmos a um grande banco e suas inúmeras agências – , este pessoal criou a maior plataforma de crédito online do Brasil.

No mesmo modelo do cartão roxinho, a estrutura enxuta permite que essa economia seja repassada ao tomador de crédito. Para se ter uma ideia, enquanto a taxa de juros anual quando você pega um empréstimo no banco gira em torno dos 100%, neste serviço online ela cai para aproximadamente 55% – quase metade.

Como o próprio nome diz, as fintechs abusam da tecnologia para oferecer serviços diferenciados. Neste caso, um algoritmo baseado em inteligência artificial foi desenvolvido para aprovar o crédito apenas para clientes “bons pagadores”. Além das informações de mercado, como consulta ao Serasa, SPC e outros serviços, robôs avaliam também o comportamento de navegação do possível cliente, seu uso das mídias sociais e até que tipo de aparelho celular ele tem…

Agilidade, praticidade e informalidade chamam atenção, mas é quando as fintechs mexem no bolso dos clientes que elas fazem a diferença. Esta startup, ainda menor, cuida inteiramente do seu investimento. Associada a uma instituição financeira maior, eles controlam o dinheiro dos clientes. Para equilibrar menor custo e risco pequeno, eles desenvolveram um sistema operacional próprio e ainda contam com um esquadrão de robôs conselheiros.

Outro diferencial que faz com que muitas fintechs conquistem e fidelizem rapidamente seus clientes é a relação que elas mantém com seus usuários – bem diferente das grandes instituições, o atendimento é personalizado, a burocracia é infinitamente menor e, na medida do possível, esse pessoal faz o possível para que as informações sejam o mais claro possível.

Interessante é que os bancos veem com bons olhos esse momento das fintechs – existe um grande movimento de aproximação entre as grandes instituições financeiras e essas startups. O próprio Banco Central mostrou interesse; afinal, a chegada dessas pequenas empresas tornaria o mercado financeiro ainda mais competitivo. Aí, quem ganha somos nós, usuários; o cenário é animador e (ao que tudo indica) bem mais transparente e econômico.

A expectativa, segundo a consultoria Accenture, é que até 2020 as fintechs dominem 35% das receitas dos bancos em alguns países da Europa e da Ásia e também nos Estados Unidos. Se tantos modelos de negócio já foram revolucionados pelo digital – como o transporte, o entretenimento e até o comércio – parece que finalmente chegou a vez dos bancos. E se a gente for ainda mais otimista, quem sabe em um futuro próximo não chegue também a vez dos seguros e dos planos de saúde…

 

Fonte https://olhardigital.uol.com.br/video/fintechs-usam-inteligencia-artificial-para-inovar-no-mercado-financeiro/67203

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Como as fintechs estão transformando o mercado de crédito no Brasil

Como as fintechs estão transformando o mercado de crédito no Brasil

Usar serviços financeiros sem ter que passar pelos bancos tradicionais já é uma realidade e está se tornando algo cada vez mais comum no Brasil. De acordo com o FintechLab, iniciativa da agência de inovação Clay Innovation para acompanhar o segmento de startups de serviços financeiros, em menos de um ano, o número de fintechs saltou de 130 para 244, crescimento de 87%. Mais de R$1 bilhão já foram investidos em fintechs brasileiras desde 2014 e 60% delas concentram-se nos segmentos de Pagamentos, Gestão Financeira e Empréstimos. A nova onda agora é a dos cartões digitais.


Foto: DINO

Marcas consolidadas e pioneiras no lançamento de cartões de créditos, como Nubank e Neon, ganharam, recentemente, um forte competidor no mercado. A Trigg lançou seu primeiro cartão de crédito, inspirada em ideias que prometem transformar o setor. O Trigg Visa (trigg.com.br) é o primeiro cartão de crédito, acompanhado de uma proposta de fomento ao empreendedorismo social no Brasil.

O Triggers powered by Visionários é um programa de educação e pré-aceleração de novos negócios sociais, modelo criado por Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz. O projeto, que está em sua primeira edição, recebeu quase 500 inscrições em apenas 20 dias. Desse total, 20 serão selecionadas, distribuídas em grupos, que passarão a receber mentoria de um time de notáveis, formado por lideranças de mercado. Também participarão de oficinas com o instituto Quintessa e desafios de inovação ao lado de organizações como Graac, Escola de Notícias, HandTalk,, Instituto Fazendo História, Moradigna, So+Ma, Teto, Litro de Luz, Arrastão, Arredondar.

“A inovação está na lógica de uso do cartão. Nossos clientes terão a opção de usar todo ou parte do dinheiro do cashback para apoiar a ideia do negócio vencedor programa de empreendedorismo”, explica Marcela Miranda, sócia e Head da fintech.

Ela explica ainda que uma das grandes vantagens do cartão de crédito da Trigg é o cashback, um dos mais altos do mercado. O retorno pode chegar a 1,3% do total do valor da fatura, podendo ser utilizado como crédito na fatura ou doados para o Triggers powered by Visionários. “Acreditamos que nossos clientes apresentam forte engajamento para apoiar coletivamente negócios que ajudem a melhorar a vida das pessoas, resume Marcela.

Além disso, a fintech está oferecendo aos consumidores a melhor experiência digital do segmento. Por meio de aplicativos (IOS e Android), o cliente pode solicitar o cartão, ter atendimento virtual, acesso a serviços de gestão de despesas – e suporte de gráficos -, revisar limites e pagar faturas. Tudo de maneira bastante lúdica, intuitiva e sem burocracia. O cliente ainda pode participar do programa ‘Member Get Member’ e ganhar dinheiro indicando amigos. A cada indicação de um amigo, o usuário recebe R$10,00 quando seu amigo pagar a primeira fatura.

As compras online podem ser realizadas desde o momento da aprovação da análise de crédito do usuário, antes mesmo da chegada do cartão físico. Não há necessidade de ter uma conta em banco, além da gratuidade da anuidade do cartão nos três primeiros meses.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro mais que um cartão de crédito. Uma nova forma de pensar a tecnologia digital aplicada ao mundo das finanças. É uma lógica que envolve cooperação, mutualidade e renúncia em benefício do apoio e desenvolvimento de negócios naturalmente sustentáveis.”, ressalta Marcela.
A chegada de uma nova empresa com proposta inovadora no setor reforça a revolução que as fintech estão fazendo no Brasil e no mundo. Esse novo formato que conecta tecnologia, inovação e o sistema financeiro está mudando profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com suas finanças. E a tendência é aumentar, com cada vez mais soluções online voltadas para uma melhor experiência do usuário.

Saiba mais em:
https://www.trigg.com.br/

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Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/como-as-fintechs-estao-transformando-o-mercado-de-credito-no-brasil,a1f61d08937706b1f90edeb34071ef198styuvqs.html

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Fintech de empréstimos analisa seu perfil em 3 minutos com 3 documentos

Fintech de empréstimos analisa seu perfil em 3 minutos com 3 documentos

Companhia usa a tecnologia para ajudar na investigação

Braço da empresa chinesa de análise de crédito Wecash, a fintech de empréstimos iEmpréstimos chegou ao Brasil em janeiro prometendo análise de perfil e retorno ao solicitante em 3 minutos. Ela funciona como uma correspondente e promete baratear empréstimos e diminuir burocracias.
Oferecendo empréstimos de até R$ 100 mil, a empresa faz parcerias com bancos, financeiras e outras instituições e atua apenas como representante de crédito. A partir da análise do cliente feita pela iEmprestimos, as instituições oferecem produtos adequados ao solicitante.

A base de infraestrutura tecnológica da startup combina Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem. Em outras palavras: tudo o que puder ser encontrado na rede sobre o cliente será analisado.
Após da solicitação, feita pelo site da companhia, o cliente envia fotos do RG, CPF, comprovante de renda e de endereço e recebe, em três minutos, uma ligação para confirmar os dados fornecidos. Depois disso, mais dados são levantados e entregues para as credoras.

De acordo com representantes da companhia, os relatórios da Wecash, feitos em 15 minutos, são “100 vezes mais precisos” que aqueles levantados pelas empresas tradicionais do setor. Em dois anos de funcionamento, a chinesa já possui uma base de 63 milhões de usuários ativos.

Fonte http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/credito/noticia/6282452/fintech-emprestimos-analisa-seu-perfil-minutos-com-documentos

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Fintech Creditas inicia busca por parceiros off-line

Fintech Creditas inicia busca por parceiros off-line

Felipe Zullino comanda a empresa que empresta dinheiro a 1,1% ao mês


Felipe Zullino comanda a fintech Creditas que empresta dinheiro a 1,1% ao mês

A fintech [startup que cria inovações na área de serviços financeiros, com processos baseados em tecnologia] Creditas anunciou que está buscando parceiros off-line. A companhia, criada em São Paulo em 2013, resolveu colocar a estratégia em ação depois de ganhar um aporte de R$ 60 milhões liderado pela International Finance Corporation (IFC), braço do grupo do Banco Mundial para mercados emergentes. Agora, a Creditas se apoia na modalidade de crédito com garantia para dobrar de tamanho neste ano, além de trabalhar para reduzir os juros no país, uma das missões da empresa. Em 2016, de acordo com o sócio e diretor de desenvolvimento de negócios da Creditas, Felipe Zullino (foto), a empresa triplicou de tamanho. “Em número de acessos [pessoas buscando a plataforma on-line] foi um crescimento de mais de quatro vezes. Hoje estamos com 800 mil acessos por mês. [E] esse novo aporte já estava já nos nossos planos. Como toda startup clássica, precisamos de investimento para ampliar. Com um produto [crédito com garantia] pouco difundido [no país] para ser vendido [apenas] on-line, agora vamos buscar também parceiros off-line”, contou Zullino em reportagem veiculada pelo jornal Gazeta do Povo desta quarta-feira (15).

“Entre os parceiros buscados estão, por exemplo, consultores financeiros que já ajudam pessoas físicas e jurídicas em investimentos e também na reestruturação de dívidas. Dentro da ideia de que o dinheiro oriundo dos empréstimos também pode ser usado em uma reforma, por exemplo, a Creditas também procura parceiros como lojas de varejo, arquitetos e empresas de engenharia. Em números, a empresa pretende dobrar a atual carteira de ativos de crédito de R$ 135 milhões e também o atual número de 120 funcionários”, revela a matéria.

“A Creditas oferece dois tipos de empréstimos com garantia e, com isso, não muito segredo quanto as razões que permitem à fintech emprestar a taxas abaixo do mercado. O segredo maior do sucesso da empresa talvez esteja na clareza de missão da Creditas – que faz com que, por exemplo, ela repasse as quedas na taxa básica de juros diretamente para os clientes sem o questionamento dos seus acionistas – e também na desburocratização de todo o processo de empréstimo. Outra vantagem da Creditas, segundo a própria empresa, é que ela também funciona como um marketplace, ou seja, serve de ponte entre várias entidades de financiamento (investidores institucionais e instituições financeira), apresentando para o cliente a melhor opção de crédito possível. Por essas características, é que a empresa também resolveu mudar de nome, para se distanciar cada vez mais da figura do banco e se aproximar mais da imagem de uma plataforma de serviços de crédito”, explica a reportagem veiculada no jornal paranaense.

Linhas de crédito
No caso do crédito com garantia do automóvel, a linha começa com um empréstimo mínimo de R$ 2 mil e taxas de 1,99% ao mês. O prazo máximo para pagamento é de cinco anos. A regra básica é que os valores emprestados sejam de até 80% do valor do carro na tabela Fipe. Já o crédito concedido tendo como garantia imóveis começa com um mínimo de R$ 30 mil e taxas de 1,15% mais a correção monetária pelo IPCA. O prazo máximo de financiamento da dívida é de 20 anos e o valor máximo que pode ser emprestado é de R$ 2 milhões. Nesse caso, a regra é de que o empréstimo seja de até 50% do valor do imóvel. A reportagem revela que a Creditas também está atuando no mercado C2C, de consumidor para consumidor, tendo por meta a comercialização de carros entre pessoas físicas. “Como nos financiamentos oferecidos pelos bancos, essas linhas exigem a mesma documentação e também a vistoria do imóvel ou do automóvel. Novamente, o que, segundo a Creditas, a diferencia das instituições financeiras tradicionais, é que isso tudo ocorre em menos tempo e com o auxílio dos consultores. Segundo Zullino, para os empréstimos com garantia de automóvel o tempo médio entre solicitação e aprovação é de dois dias; no caso dos imóveis, esse tempo fica entre 35 e 40 dias”, detalha a Gazeta do Povo.

Fonte http://www.amanha.com.br/posts/view/3714/fintech-creditas-inicia-busca-por-parceiros-off-line

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Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Bancos elevam as taxas das principais linhas no momento em que os financistas apostam na queda da Selic


Só em agosto, o juro do cartão subiu 3,5 pontos percentuais.
Foto: Eraldo Lopes
Quatro das linhas de crédito mais populares entre famílias e empresas e que envolvem o cheque especial e o cartão de crédito tiveram alta das taxas e atingiram, em agosto, o maior juro na série histórica do Banco Central (BC). A taxa mais elevada foi do rotativo do cartão de crédito, que atingiu 475,2% ao ano, o maior patamar da série histórica, desde março de 2011.

O aumento dos encargos cobrado dos clientes pelos bancos ocorre no momento em que o próprio mercado financeiro eleva expectativa de queda na taxa básica de juros Selic, na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Monetária (Copom), marcada para outubro.

Há um ano, até agosto, o juros do rotativo do cartão estava em 403,5%, ao ano. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão.

Outro juro médio que bateu recorde é o cheque especial, cuja taxa subiu de 312,1% para 318,4% ao ano. Nesse caso, é o maior patamar da série iniciada em julho de 1994. Somente neste ano, a taxa do cheque especial já subiu 34,1 pontos percentuais em relação a dezembro de 2015, quando estava em 287% ao ano.

Já a taxa do crédito pessoal aumentou 0,1 ponto percentual para 132,3% ao ano. A taxa do crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, também subiu 0,1 ponto percentual para 29,3% ao ano.

O mesmo fenômeno também é visto no crédito para as empresas. Pessoas jurídicas que tentam antecipar cheques pré-datados pagavam juro de 47,3% em julho e o custo passou para 47,6% em agosto, maior valor da série histórica.

Fonte http://new.d24am.com/noticias/economia/juro-rotativo-cartao-bate-recorde-475/158588

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Como declarar dívidas e empréstimos no Imposto de Renda 2016

Como declarar dívidas e empréstimos no Imposto de Renda 2016


A Receita Federal avalia a variação do patrimônio do contribuinte a cada ano, comparando todos os pagamentos efetuados com os rendimentos obtidos. Como os pagamentos de parcelas de uma dívida provocam oscilações no patrimônio, eles devem ser informados na declaração para que o Fisco possa realizar essa análise.
Todos os empréstimos feitos em 2015 e que tenham valor superior a 5 mil reais, incluindo os contraídos e quitados integralmente no ano passado, devem ser declarados à Receita.
Empréstimos que não utilizam os bens adquiridos como garantia – como os feitos entre pessoas físicas, o crédito consignado, crédito pessoal ou cheque especial – devem ser informados na ficha “Dívidas e Ônus Reais” da declaração.
Já os financiamentos de imóveis e de veículos, nos quais o bem que está sendo comprado costuma ser oferecido como garantia do pagamento da dívida ao banco, devem ser incluídos na ficha “Bens e Direitos”.
Como declarar empréstimos que não têm bens como garantia
Todos os empréstimos que não forem feitos por alienação fiduciária (quando o bem é dado como garantia, como no financiamento de carros e imóveis) devem ser informados na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, com o código específico do credor.
Todos os empréstimos concedidos por bancos devem ser informados com o código “11 – Estabelecimento bancário comercial”. Já empréstimos concedidos por cooperativas de crédito devem ser classificados com o código “12 – Sociedade de crédito, financiamento e investimento”.
Empréstimos concedidos por empresas, com exceção de bancos e sociedades de crédito, devem ser incluídos na ficha com o código “13 – Outras pessoas jurídicas”. O código “15 – Empréstimos contraídos no exterior” deve ser usado para declarar empréstimos concedidos por pessoas físicas ou jurídicas localizadas no exterior.
Após escolher o código correspondente ao tipo de empréstimo, o contribuinte deve inserir o valor do saldo devedor, que é o valor total do empréstimo menos as parcelas já pagas até aquela data, no campo “Situação em 31/12/2015”. A cada ano, o saldo devedor deve ser atualizado, subtraindo-se as parcelas pagas ao longo do ano.
No campo “Discriminação”, é necessário informar o valor do empréstimo; o destino dos recursos (reforma da casa, por exemplo); a forma de pagamento, adicionando o número de parcelas e valores; a natureza da dívida (crédito consignado, por exemplo); e os dados do credor, com nome e número do CPF ou CNPJ.
O contribuinte deve incluir o motivo do empréstimo na declaração porque a Receita pode investigar como ele adquiriu determinado bem sem ter os recursos necessários para realizar a compra. Ou seja, se o contribuinte não incluir esse dado na declaração, ele corre o risco de cair na malha fina.

Por exemplo, alguém que tenha contraído um crédito consignado em 2015 para a compra de móveis no valor de 6 mil reais em 10 parcelas de 680 reais (um total de 6.800 reais com juros), e tenha quitado oito parcelas (5.440 reais) até 31/12/2015, deverá informar, no campo “Discriminação”, algo como: “Empréstimo consignado de 6 mil reais para a aquisição de móveis, concedido pelo banco “X” (CNPJ: xxxxxx) e dividido em 10 parcelas de 680 reais”.
Neste caso, o campo “Situação em 31/12/2014” deve ficar em branco, uma vez que o empréstimo foi feito em 2015. Já o campo “Situação em 31/12/2015” deve incluir o saldo devedor, que é quanto resta pagar. No exemplo, o valor a ser inserido seria 1.360 reais (o valor total de 6.800 reais menos 5.440 reais já pagos).
Como declarar empréstimos com bens como garantia, como financiamento de carros e imóveis
Na maioria dos casos, o financiamento de um imóvel ou de um carro usa o bem comprado como garantia por meio da alienação fiduciária. Por isso, em quase todos os casos a transação deverá ser declarada na ficha de “Bens e Direitos”.
Veja detalhes sobre como declarar financiamentos no Imposto de Renda.
Em alguns casos, o comprador pode tomar um empréstimo sem dar o bem como garantia ao utilizar o crédito consignado, por exemplo, para comprar um carro. Transações feitas entre pessoas físicas também não costumam usar o bem como garantia. Em ambas as situações, o empréstimo deve ser declarado na ficha “Dívidas e Ônus Reais”.
Veja como declarar a compra de um carro e a compra de um imóvel
Empréstimo entre familiares, amigos e conhecidos
Os empréstimos feitos entre pessoas físicas também devem ser declarados, contanto que sejam superiores a 5 mil reais.
Esse tipo de empréstimo deve ser declarado praticamente da mesma forma que o concedido pelo banco: na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, mas com o código “14 – Pessoas físicas”. Além disso, em vez de informar o CNPJ do banco, é preciso informar o CPF da pessoa que concedeu o empréstimo.
Quem emprestou o dinheiro também deve informar a transação ao Fisco. A declaração é feita na ficha “Bens e Direitos”, com o código “51- Crédito decorrente de empréstimo”, com o valor, nome e CPF de quem recebeu o empréstimo; e a forma de pagamento, se à vista ou em parcelas, informando as quantias.
Saldo negativo em conta corrente
Os saldos negativos em conta corrente também devem ser declarados como dívidas se forem superiores a 5 mil reais.
Esses valores também devem ser informados na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, mas na linha “11 – Estabelecimento bancário comercial”.
Financiamento estudantil
O pagamento de financiamentos estudantis é declarado na ficha “Dívidas e Ônus Reais” com o código que corresponde ao tipo de credor que forneceu o crédito.
O valor pago à instituição de ensino, ainda que com recursos do financiamento, pode ser deduzido como despesa com educação no ano do pagamento das parcelas. Já o pagamento do empréstimo ao banco que forneceu o crédito não pode ser deduzido (veja quais gastos com educação são dedutíveis do Imposto de Renda).
Ou seja, o contribuinte pode deduzir os gastos com educação da base de cálculo do imposto enquanto estiver de fato estudando e as mensalidades estiverem sendo pagas. Se depois de se formar ele continuar pagando as prestações do empréstimo, como ocorre no Fies, esses valores não poderão ser deduzidos da declaração.
Para deduzir esses gastos com educação, os valores devem ser informados na ficha “Pagamentos Efetuados”, com o código “1 – Instrução no Brasil”.

Fonte http://www.jornalfloripa.com.br/emcimadahora/site/?p=noticias_ver&id=37223

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Cresce número de pessoas que têm empréstimo negado pelos bancos

Cresce número de pessoas que têm empréstimo negado pelos bancos

Por conta dos juros, população está mais cautelosas na hora de fazer empréstimo (Foto: Fernando Antunes)
As pessoas andam com dificuldade para conseguir empréstimos este ano. Com muita gente endividada e o risco de inadimplência, cerca de 15% dos pedidos aos bancos são negados, segundo pessoas que trabalham no setor.

De acordo com o Banco do Brasil, em dezembro de 2015, o crédito consignado da instituição fechou o balanço com R$ 62,50 bilhões concedidos, um aumento de 5,86% em relação a 2014, que foi de R$ 58,84 bilhões. Mas as solicitações tiveram um aumento muito maior no mesmo perído, com crescimento de 50%.

Como está cada vez mais difícil conseguir empréstimo, o setor começou 2016 retraído.

Segundo uma funcionária que trabalha com empréstimo consignado e não quis se identificar, o número de pessoas que tem conseguido liberação de dinheiro caiu cerca de 15% nesses três primeiros meses do ano. “Os clientes estão sem margem porque atingiram o limite de crédito que podem pegar. E por conta disso, nosso serviço cai”.

Endividado, o gerente Walmir Neto disse que antes conseguia refinanciar suas dívidas, mas que do meio do ano passado pra cá não há mais esta possibilidade. Ele fez seu primeiro empréstimo há cerca de oito anos no valor de R$ 10 mil, com juros de cerca de 3%, mas nunca mais conseguiu quitar.

“Por um problema na estrutura da minha casa tive que pegar um dinheiro com o banco há oito anos, e não conseguiu parar desde então. Tive que pegar um valor alto e com isso as parcelas ficaram salgadas, desde então não consigo quitar o empréstimo porque sempre que liberam faço um novo refinanciamento das parcelas. Estou em uma bola de neve e cada vez mais endividado”.

Um dos motivos, segundo a recepcionista Liara Santos é a inflação. Com as contas mais caras e o mesmo salário, a mãe de dois filhos conta que faz empréstimo desde que casou, há cerca de seis anos. Recentemente, a família fez um empréstimo de R$ 12 mil em cinco parcelas de R$ 3.200, aproximadamente.

“Meu marido é funcionário público então conseguimos pegar com taxas menores, mas mesmo assim é complicado. Para não nos enrolarmos ainda mais, tiramos nossos filhos da escola particular e optamos pela pública este ano até nos restabelecermos”.

A informação em algumas financeiras é de que os bancos estão mais criteriosos por conta do aumento da inadimplência. Mas o Banco do Brasil afirma que não tem verificado qualquer sinal de alerta para fraudes nas contratações de crédito consignado e que mantém 96,5% do seus créditos vinculados a servidores públicos e beneficiários do INSS, segmentos que oferecem menor risco. Que o banco monitora suas contratações e que a maioria daqueles que fazem negócios com o Banco possuem conta há pelo menos cinco anos e recebem seus proventos ou benefícios do INSS na instituição.

Até para os que teriam o cadastro do consignado aprovado, empréstimo ganhou um status muito mais sério, que exige calma na hora de avaliar.

A vendedora Lidiane Ferreira lembra dos juros. Apesar de serem mais baixos do que o de empréstimo comum, ainda é alto diante da crise financeira em que está. “Peguei empréstimo uma vez há dois anos e quitei recentemente. Falar que eu não tenho vontade é mentira, afinal quem não precisa de um dinheiro extra hoje em dia? O problema são as taxas que estão muito altas, por isso prefiro economizar e pagar minhas dívidas da forma que posso mesmo”.

O empréstimo consignado é um tipo de serviço oferecido pelas instituições financeiras e empresas conveniadas, onde as parcelas são descontadas diretamente do salário da pessoa que fez a solicitação. Trabalhadores com carteira assinada, aposentados e pensionistas do INSS, funcionários públicos federais, estaduais, municipais e também os militares entram neste grupo. Entre as facilidades, a segurança de recebimento, os juros menores que demais empréstimos e a possibilidade de solicitar o valor mesmo estando com débitos penentes, são os maiores atrativos desta transação. Memso com valores inferiores, muitos consumidores estão evitando esta modalidade porque estão preocupados em como pagar.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/cresce-numero-de-pessoas-que-tem-emprestimo-negado-pelos-bancos – Mariana Castelar

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Mato Grosso – EMPRÉSTIMOS PARA SERVIDORES – TCE nega pedido de associação, mas Estado suspende pregão

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Associação de servidores não anexou nenhum indicativo de fraude

O conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), José Carlos Novelli, negou pedido para suspender a licitação de empresa especializada na prestação de serviços de administração de margem consignável pelo governo do Estado. O pedido foi protocolado pela Associação de Assistência aos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso.
No entanto, foi considerado improcedente porque não havia qualquer documento que viesse a comprovar ilegalidades. O despacho do conselheiro José Novelli cita ainda que não foi identificada nenhuma ilegalidade, mas somente a mera alegação de que o sistema contratado pelo Estado seria ineficiente.“Desde logo, cumpre-me salientar que não há qualquer documento instruindo o requerimento ora examinado. De mais a mais, não se observa o apontamento de ilegalidades, mas tão somente questionamentos acerca da oportunidade e conveniência quanto a realização do aludido certame, na medida em que o sistema vigente, segundo entendimento dos requerentes, já seria eficaz”, diz trecho da decisão.
O serviço de viabilização de margem consignável para empréstimos bancários para servidores públicos em Mato GRosso é prestado há vários anos pela empresa Consignum há vários anos. Apesar da posição do TCE em não suspender o certame, a própria Secretaria de Getsão resolveu no dia 20 de janeiro deste ano está suspenso para análise de impugnações.

ÍNTEGRA DA DECISÃO
DECISÃO Nº 054/JCN/2016 PROCESSO Nº: 910-5/2016
INTERESSADA: ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA AOS SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE MATO GROSSO E OUTROS
ASSUNTO: REQUERIMENTO Trata-se de requerimento formulado pela Associação de Assistência aos Servidores Públicos de Mato Grosso e outros, por meio do qual solicitam a suspensão de licitação cujo objeto seria a contratação, sem ônus ao Governo do Estado de Mato Grosso, de empresa especializada na prestação de serviços de Administração de margem consignável, conforme especificações do respectivo “Termo de Referência”.
Desde logo, cumpre-me salientar que não há qualquer documento instruindo o requerimento ora examinado.
De mais a mais, não se observa o apontamento de ilegalidades, mas tão somente questionamentos acerca da oportunidade e conveniência quanto a realização do aludido certame, na medida em que o sistema vigente, segundo entendimento dos requerentes, já seria eficaz.
Com efeito, não compete ao Tribunal de Contas e sequer ao Poder Judiciário, em regra, o controle da discricionariedade dos atos administrativos, sendo que é unicamente isto o que se pretende por meio deste requerimento, onde não há sequer menção, como já enfatizado, à prática de qualquer impropriedade.
Em face do exposto, nos termos do art. 89, II e IV do RITCE-MT, determino o arquivamento do presente requerimento, com as anotações de praxe. Publique-se.

Fotne http://mail.folhamax.com.br/politica/tce-nega-pedido-de-associacao-mas-estado-suspende-pregao/73709 – Da Redação – RAFAEL COSTA

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Exército volta a pagar empréstimos ao Cruzeiro do Sul

Sob liquidação do Banco Central, o Banco Cruzeiro do Sul conseguiu convencer a Justiça a obrigar o Exército a retomar o repasse das prestações dos empréstimos consignados contraídos por seu pessoal. O Exército suspendera as transferências quando as cobranças passaram a ser feitas pela IMS, empresa ligada aos antigos diretores do Fundo Garantidor de Crédito.

Fonte http://epoca.globo.com/ – FELIPE PATURY

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BC calcula dívida de rotativo do cartão e sugere troca de crédito

O BC (Banco Central) lançou ontem ferramenta, em seu site (www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO), que ajudará o consumidor a entender sua dívida do rotativo do cartão de crédito, e a conhecer empréstimos mais baratos para realizar a substituição. Basta inserir o custo total da fatura do plástico, os juros da operação, o valor mínimo da parcela que o consumidor conseguirá pagar e clicar em calcular.

A ferramenta simula o CET (Custo Efetivo Total) da operação, o valor apenas dos juros, o número de mensalidades necessárias para a liquidação da dívida e oferece simulações de outras modalidades, no caso, o crédito consignado e empréstimo pessoal – ambos mais baratos do que o cartão de crédito – e o cheque especial.

Conforme a Pesquisa de Juros da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) referente a setembro, a taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito era de 9,37% ao mês.

Com base nos resultados da ferramenta do BC, o cheque especial, que é comparado com a operação inscrita pelo consumidor no sistema, tinha custo médio de 7,69% ao mês em setembro.

No caso do empréstimo pessoal, também incluído pela autoridade com modalidade para comparação, a taxa média era de 5,12% ao mês.

Já o crédito consignado, que tem desconto em folha de pagamento e é disponibilizado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e empregados do setor público e privado, tinha 1,83% de juros ao mês.

SUBSTITUIÇÃO – Em simulação com uma fatura de R$ 2.500, com os juros médios do rotativo, segundo a Anefac, de 9,37% ao mês, o consumidor gastaria R$ 3.548,94 para liquidar a dívida. Apenas o custo desta operação ficaria em exatos R$ 1.048,94, considerando 9,5 parcelas de R$ 375. Na mesma situação, porém utilizando o consignado, sugerido pelo BC, o consumidor pagaria R$ 2.638,91. No entanto, os juros ficariam em R$ 138,91. Portanto, seriam necessárias sete parcelas de R$ 375 – cerca de duas a menos que no rotativo, ou seja, economia de R$ 750.

Para o professor de Economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Norival Caruso, a ferramenta é válida por contribuir para a educação financeira dos consumidores.
“Mas, infelizmente, ela não deve atingir a amplitude necessária. A cultura do brasileiro é apenas de analisar se a parcela cabe no bolso e, se tiver mais fácil para ele pagar a fatura (e evitar o trabalho de buscar outros empréstimos com parcelas menores), ele vai por esse caminho”, avaliou.

Fonte Diário do Grande ABC – Pedro Souza

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Correntistas poderão consultar dívidas no Banco Central

Os clientes bancários poderão consultar pela internet todas as informações que constam sobre eles na central de risco do Banco Central, o SCR.

O objetivo é que agilizar o acesso à essas informações sem burocracia

Atualmente, o sistema registra todas as pessoas que tem dívidas totais acima de R$ 1.000 com instituições financeiras. Ele identifica o valor, os credores e a parcela que está em dia e a que está em atraso.

A ideia, de acordo com Fernando Pereira Dutra, chefe do Departamento de Atendimento Institucional do BC, é que a consulta esteja liberada a partir do final do primeiro semestre do ano que vem.

O BC está finalizando o desenvolvimento do sistema que garantirá segurança na transferência dos dados.
Segundo Dutra, no ano passado cerca de 35 mil clientes foram a uma das unidades da instituição solicitar esses dados.

A outra alternativa disponível atualmente para quem não pode ir pessoalmente ao BC é mandar uma correspondência com firma reconhecida e cópia autenticada de documentos, como carteira de identidade e CPF.

Com o novo canal que será criado na própria página do BC, essas informações poderão ser acessadas rapidamente e sem burocracia.”A sociedade está descobrindo a utilidade dessas informações para o cidadão. Elas ajudam no próprio exercício de tomar crédito de forma consciente”, argumenta Dutra.

Na avaliação dele, por ser uma fotografia do endividamento pessoal no momento, as informações da central de risco podem auxiliar os clientes a negociarem melhores condições de crédito junto ao comércio em geral. Os lojistas não têm acesso ao sistema do BC.

Fonte Agência Brasil
Fonte http://www.jcnet.com.br/

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SP – Polícia Federal prende em Sorocaba suspeito de fraude em empréstimos

Homem teria falsificado documentos e levantado mais de R$ 500 mil.

Há suspeita de que ele faça parte de uma quadrilha que age em todo o país.

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (5) um homem acusado de obter cerca de R$ 500 mil em pelo menos seis empréstimos fraudulentos junto a bancos em Sorocaba (SP) e Itu (SP). Com ele, foram encontrados documentos em nome de quatro pessoas diferentes, mas sempre com a mesma foto, além de contratos das negociações já firmadas.

A polícia suspeita que ele faça parte de uma quadrilha de estelionatários que age em várias regiões do país. Ele foi preso quando chegava a uma agência bancária para fechar um novo empréstimo, e deve ter a prisão preventiva pedida, além do bloqueio dos bens.
Na sequência das investigações, o objetivo da polícia é descobrir onde foi parar o dinheiro obtido nos empréstimos, que ainda não foi localizado.

Fonte Do G1 Sorocaba e Jundiaí

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RO – Panamericano deverá pagar R$ 20 mil por descontar indevidamente em aposentadoria

Antônio Alves Cavalcante alegou desconhecimento da origem de relação jurídica com o banco porque não teria contratado o empréstimo que originou os descontos

Porto Velho, RO – O juiz de direito Edilson Neuhaus, da 4ª Vara Cível de Ariquemes, condenou o Banco Panamericano ao pagamento de R$ 20 mil a título de danos morais a Antônio Alves Cavalcante; além disso, a instituição terá de restituir pouco mais de mil reais, em dobro, por ter processado descontos indevidos na aposentadoria de Cavalcante. Da decisão cabe recurso.

Alves alegou desconhecimento da relação jurídica com o Panamericano, uma vez que, segundo ele, jamais teria contratado empréstimo junto à empresa. O banco contestou, alegando em juízo a regularidade da contratação, ausência de dano moral e material e não cabimento da inversão do ônus da prova.

Edilson aproveitou para frisar em sua sentença que o Panamericano sequer apresentou documentação comprovando a contratação do empréstimo, e ainda salientou a importância de as instituições financeiras que oferecem este tipo serviço se cercarem de todas as medidas para evitar prejuízos aos clientes.

Confira trecho da decisão e, logo abaixo, o link para a sentença na íntegra.

[…]

O réu, em sua contestação, não nega os fatos. Limitou-se em alegar que o negócio jurídico foi formalizado pelo autor, porém não apresenta o contrato assinado.

Evidente que a prova, no caso em tela, é exclusivamente documental. Assim, cabe ao réu apresentar, juntamente com sua defesa, o contrato que alega ter o autor celebrado, sendo certo que este é o momento oportuno, sob pena de preclusão. Assim, não pode arguir eventual cerceamento de defesa, ante o julgamento antecipado da lide.

Consoante já frisado, competia ao Banco fazer a prova de suas alegações, demonstrando que há contrato e que este foi assinado pelo autor, o que não fez (CPC, artigo 333, II).

O Banco deveria ser cauteloso na prestação de seus serviços, cercando-se de todas as medidas para evitar prejuízos aos seus clientes.

Ao disponibilizar este tipo de serviço (empréstimo consignado), assume o risco de causar danos aos consumidores. Tem a obrigação de zelar por estes, valendo-se de todas as formas, para que tais fatos não ocorram. […]

CLIQUE AQUI PARA VER A SENTENÇA INTEGRALMENTE
http://www.rondoniadinamica.com/uploads/PANA.pdf

 

Fonte http://www.rondoniadinamica.com

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BB assume carteiras de consignado do Cruzeiro do Sul

Após ser liquidado no ano passado, banco terá suas carteiras de crédito consignados administradas pelo BB a partir de agora

O Banco do Brasil é o novo administrador das carteiras de crédito consignado do banco Cruzeiro do Sul – liquidado em setembro do ano passado pelo Banco Central. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, desta quinta-feira.

O BB vai substituir a IMS Tech, que teve contrato cancelado após denúncias de favorecimento.

De acordo com a reportagem, o liquidante do Cruzeiro do Sul, Eduardo Félix Bianchini, escolheu o Banco do Brasil pela experiência que ele possui no tipo de operação. O BB já possui parte das carteiras de crédito do Cruzeiro do Sul, que pode somar aproximadamente 4 bilhões de reais.

Além do BB, Bradesco Caixa Econômica Federal, Banrisul e Banestes também compraram operações do Cruzeiro do Sul.

Recentemente foi divulgado que o Cruzeiro do Sul aumentou suas perdas o rombo em 70% no período de um ano, totalizando 3,8 bilhões de reais. Os números são referentes a junho deste ano e foram divulgados no balanço patrimonial da empresa.

Fonte http://exame.abril.com.br/ – Daniela Barbosa

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Greve derruba em 74% o consignado dos aposentados na região

Doze dias. Esse foi o período de setembro que os bancários ficaram em greve. Suficiente para diminuir o total de empréstimos consignados para os aposentados e pensionistas da região em R$ 63 milhões.

Segundo dados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o Grande ABC contratou R$ 83 milhões em empréstimos consignados em agosto. No mês seguinte, o órgão informou que os segurados da Previdência Social demandaram apenas R$ 20,9 milhões – 74% a menos.

“É resultado da greve dos bancários. Todo ano ocorre isso em setembro”, disse o especialista em Finanças e ex-economista chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) Roberto Luis Troster.

No ano passado, conforme destacou Troster, a greve também impactou os empréstimos consignados vinculados ao INSS. Mas a queda foi de 26,6%, tendo em vista que passou de R$ 64,7 milhões, em agosto, para R$ 45,5 milhões em setembro.

A diferença é que em 2012, a greve dos bancários durou nove dias, entre 18 e 26 de setembro. Portanto, três dias a menos do que neste ano – a paralisação em 2013 durou, ao todo, 23 dias, terminada em outubro. O resultado foi volume de contratações 54% menor em setembro do que no nono mês do ano passado.

Professor de Economia da FSA (Fundação Santo André), Volney Gouveia apresentou duas hipóteses que podem explicar o recuo no volume contratado. Uma delas é a interpretação das famílias em relação ao cenário econômico, que está desacelerado e, outra, à possível proximidade do esgotamento da capacidade de contratação do crédito. “Entendo que o PIB (Produto Interno Bruto) em marcha lenta também influencia a demanda do crédito”, disse Gouveia.

“A segunda tese, quanto ao esgotamento da base dos aposentados em contratar esses créditos, vejo que a base pode estar apresentando certa fadiga por já estar com a renda comprometida, muitas vezes com o mesmo tipo de operação”, analisou o professor da FSA.

Ele pontuou que a margem consignável de parcelas, que não ultrapassem 30% da renda líquida mensal do segurado, é um fator limitador da demanda.

CAMPANHA – Para forçar os bancos a ofertarem reajuste salarial e melhorias laborais, os bancários em todo o Brasil cruzaram os braços por 23 dias. Foi a segunda maior mobilização, em duração, da história. A mais extensa ocorreu em 2004, quando a categoria paralisou as atividades das agências por 30 dias.

No Grande ABC, a estratégia do Sindicato dos Bancários foi travar os serviços das unidades das instituições localizadas nos centros das cidades. Para a entidade, são essas as responsáveis pela maior movimentação financeira.

Na prática, agências fechadas são o mesmo que aposentados e pensionistas sem contratar crédito consignado. Apesar de existir a possibilidade de emprestar dinheiro por meio de cartão de crédito com desconto em folha, praticamente 99% do segurados fazem a operação padrão, com atendimento presencial nos bancos.

Por isso, no Brasil, o volume concedido também apresentou um decréscimo, como ocorreu na região. Dados do boletim de operações de crédito do BC (Banco Central) revelam que o montante consignado liberado em setembro foi 15% menor do que em agosto. Foram R$ 2,86 bilhões emprestados para desconto em folha de pagamento, contra R$ 3,38 bilhões em agosto.

ORIENTAÇÃO – Por se tratar de um empréstimo que tem as parcelas descontadas na folha do benefício, essa é a modalidade de consumo mais barata para os aposentados e pensionistas, com média de juros de 2,3% ao mês. Para se ter ideia, a taxa de empréstimo pessoal não consignado está em torno de 5,12% ao mês.

No entanto, avisa o educador financeiro e sócio-diretor da Mais Ativos, Álvaro Modernell, o consignado deve ser evitado como qualquer outro tipo de empréstimo. “Não se pode utilizá-lo como uma continuidade da renda. Crédito é bom, mas deve ser utilizado apenas quando necessário.”

Fonte Diário do Grande ABC – Pedro Souza

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