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Pesquisa aponta consumidor cauteloso com empréstimo, mas aumenta a intenção de contratar financiamento imobiliário

Pesquisa aponta consumidor cauteloso com empréstimo, mas aumenta a intenção de contratar financiamento imobiliário

emprestimos

Os brasileiros mantem prudência em contratar linhas de crédito em 2016. É o que aponta a pesquisa trimestral realizada em conjunto pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

De acordo com o levantamento, 82% dos consumidores não estão dispostos a tomar crédito em 2016. Na comparação com o levantamento anterior, a intenção do consumidor se manteve estável, entretanto, 43% relevaram a intenção de contratar o crédito imobiliário, alta de 10 pontos percentuais. Quando questionados sobre outras linhas de crédito, 33% disseram que estão dispostos a contratar crédito consignado, 33% automotivo e apenas 24% querem contratar um CDC.

Quanto à intenção de conseguir um financiamento este ano, o percentual subiu 1 ponto este ano para 19%. O sentimento negativo recuou 1 ponto percentual, 81% não se sente propenso a fazer um financiamento. O automóvel aparece como primeiro item na lista de intenções (58%), seguido por imóvel (54%), empréstimo pessoal (21%), eletrodoméstico (20%) e consignado (9%).

Neste quesito, a classe alta (A/B) se diz menos propensa a realizar um financiamento, 18% – redução de 8 pontos percentuais em comparação ao ano anterior.

A amostra inclui 1.00 entrevistas, sendo 52% mulheres e 48% homens – com idade entre 18 e 65 anos.

Avaliação da situação pessoal

Neste primeiro trimestre de 2016, 86% dos entrevistados disseram que pretendem economizar mais, 11% não vão mudar o padrão de consumo e 3% vão gastar mais.

A inflação tem impactado o padrão de consumo de 90% dos entrevistados, sendo que os itens mais atingidos foram lazer 86%, vestuário 83%, alimentação 74%, transporte 50%, saúde 43% e educação 37%.

O nível de endividamento dos consumidores voltou a crescer atingindo 69% – alta de 3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. O comprometimento com o cartão de crédito é apontado por 70% dos endividados, seguido por carnê (30%), financiamento de veículo (19%), financiamento imobiliário (15%), CDC (15%), leasing (3%) e outros (19%).

Situação do Brasil

Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados avaliam a situação do País como péssima, 37% ruim, 13% regular, 3% boa e 1% ótima.

A preocupação em relação ao futuro aumentou 21 pontos percentuais no primeiro trimestre deste ano, comparado ao primeiro levantamento: de 47% (em 2014), 66% (em 2015) e saltou para 68% (em 2016).

Para 68% dos entrevistados o sentimento em relação ao futuro é de preocupação. Quando perguntados sobre a situação do Brasil, 83% dos entrevistados avaliaram como ruim ou péssima. Além disso, 68% acreditam que o consumo das famílias também irá piorar, 66% avaliam que a oferta de crédito vai piorar este ano e 75% dos ouvidos enxergam maior aumento da taxa de juros.

Com relação ao futuro, apenas 1% acredita que a situação econômica do Brasil vai melhorar no primeiro semestre de 2016, um recuo de 10 pontos percentuais. A expectativa de melhora no segundo semestre também caiu (5 pontos). Com relação a 2017 o consumidor se demonstra mais otimista – 18% disseram que a situação vai melhorar no primeiro semestre e 13% no segundo.

Desemprego

Os consumidores acreditam que desemprego vai aumentar nos próximos meses (84%). Por outro lado, estão otimistas quanto a manutenção do seu emprego – (36%) sim, (28%) não. O percentual de desempregados se manteve estável comparado a pesquisa anterior (36%).

Pesquisa completa pode ser lida através do link:

http://tamer.com.br/ftp/PesquisaAcrefi.pdf

Mais informações e entrevistas de imprensa com a Tamer Comunicação Empresarial (11) 3031. 2388

Fonte http://www.segs.com.br/economia/12210-pesquisa-aponta-consumidor-cauteloso-com-emprestimo-mas-aumenta-a-intencao-de-contratar-financiamento-imobiliario.html

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Crédito para fugir da crise econômica

Crédito para fugir da crise econômica


Cleber Gonçalves e Tiago Vergette participaram do programa Diário da Manhã e orientaram os espectadores sobre a possibilidade da busca de empréstimos para vencer o momento de crise

– Caixa disponibiliza linhas especiais para pessoas físicas e jurídicas
A alternativa para vencer a crise econômica que deixa muita gente preocupada no país pode estar em um empréstimo. No momento que o laço aperta, muitas pessoas e até mesmo empresários lançam mão de recursos rápidos, como cartões de crédito e até cheques especiais, que acabam tornando o problema ainda pior. Para ajudar quem está com a corda no pescoço, a Caixa Econômica Federal disponibiliza linhas de crédito especiais para pessoas físicas e jurídicas. A instituição atua com especialistas que trabalham na busca da solução ideal para cada problema.
Um desses profissionais é Cleber Gonçalves Couto, gerente de pessoa física da Caixa. “O momento é de mudanças. Vemos alterações significativas neste cenário do crédito e de produtos. O cliente tem que buscar alternativas às suas necessidades. Hoje em dia ele tem cheque especial ou cartões, que são linhas de crédito mais altas. Nosso objetivo é mostrar que o cliente pode optar por linhas mais seguras e baratas”, comenta o especialista. Segundo Cleber, existem diversas opções, como crédito consignado para servidores públicos, com taxas menores e prazos maiores. “Um exemplo é o prazo que costuma ser concedido para os funcionários da Prefeitura de Teresópolis, que têm até 96 meses pra quitar essas linhas.
Os gerentes da Caixa Cleber Gonçalves e Tiago Vergette apontam a obtenção de linhas de crédito como forma de obter fôlego e enfrentar a crise sem trocar os pés pelas mãos
Os gerentes da Caixa Cleber Gonçalves e Tiago Vergette apontam a obtenção de linhas de crédito como forma de obter fôlego e enfrentar a crise sem trocar os pés pelas mãos
Outra opção, para servidores ou não, é a linha de Crédito Imóvel Próprio, com o imóvel sendo colocado como garantia e um prazo de até 240 meses pra pagar. Com isso a dívida pode ser diluída num prazo mais longo, vencendo o momento da crise e com taxas menores, a partir de 1,39% ao mês, mais TR, o que é bastante reduzido dentro do cenário atual”, detalha Cleber.
Por fim, o gerente Caixa convida os clientes a comparecerem a uma das agências para buscar ajuda dos profissionais. “O interessante é ir à agência para receber as orientações de forma mais clara e precisa de acordo com a necessidade de cada um. Sempre há uma solução para o problema. Quando estamos envolvidos diretamente com a situação, essa solução acaba sendo mais complicada. Quando procuramos alguém que tem o conhecimento no mercado, a gente acaba enxergando o outro lado e novas possibilidades. Na agência conversamos e buscarmos alternativas saudáveis financeiramente para o cliente”, finaliza.

Pessoa jurídica
Mas não são apenas as pessoas físicas que enfrentam problemas econômicos. Empresas também precisam driblar a crise para seguir em frente e auxiliar diretamente na movimentação econômica do município. Segundo o gerente Tiago Vergette, especialista no atendimento às pessoas jurídicas, mesmo trabalhando com cuidado, o empresário não deve deixar de investir. “A cautela é sempre necessária em qualquer tipo de investimento. Mas o empresário não pode perder a vontade de investir, porque é dessa movimentação que vem o crescimento para a cidade como um todo”, recomenda.
Segundo Vergette, enquanto instituição, a Caixa se coloca à disposição do empresariado em geral, principalmente para orientar sobre as melhores linhas e investimentos. “Hoje apresentamos linhas de capital de giro com taxa de juros a partir de 1.8% e linhas de compras de máquinas e equipamentos com taxas a partir de 1.07% ao mês com prazos dilatados, podendo chegar até 60 meses. É importante que o empresário mantenha esse seu perfil de investimento porque a crise é momentânea e vai passar. Quem estiver preparado nessa hora, com investimentos feitos, com certeza vai ter maior taxa de sucesso do que quem ainda estiver se preparando”, recomenda.
Finalizando, Tiago garante que o principal objetivo de seu trabalho é orientar o cliente sobre a melhor linha pra resolver às necessidades imediatas. “Então as linhas rotativas são mais caras, já as linhas de longo prazo são mais baratas. Tudo depende da capacidade e do perfil do cliente. Ninguém tem que se apavorar. Pode procurar a nossa equipe e vamos orientar da melhor maneira para buscar uma parceria para solucionar o problema do empresário e consecutivamente da sociedade também. Solução sempre há, basta sentar e conversar. Sempre é possível achar um caminho”, diz.
– See more at: http://netdiario.com.br/credito-para-fugir-da-crise-economica/#sthash.6CnPA9ju.dpuf

Fonte http://netdiario.com.br/credito-para-fugir-da-crise-economica/

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Caixa registra queda de 30% na demanda de crédito por pessoa física em 2015

Caixa registra queda de 30% na demanda de crédito por pessoa física em 2015

O vice-presidente de Finanças da Caixa Econômica Federal, Márcio Percival, comentou durante a apresentação de resultado da instituição nesta terça-feira, 8, que a demanda por crédito no banco, tomando por base as consultas feitas por clientes, caiu 27% no ano passado. Segundo ele, na pessoa física, houve retração de 30%. Percival disse também que o banco está, assim como as demais instituições do sistema financeiro, procedendo com renegociações de dívida e que o foco tem sido na busca de mais garantias.

O executivo confirmou também a cessão de R$ 13 bilhões de carteiras, o que representa 2% da carteira de crédito total do banco, parte das quais estavam provisionadas e já carregavam perdas.

A Caixa estima crescer entre 7% a 11% sua carteira de crédito em 2016, abaixo da expansão de 11,9% realizada ao longo do ano passado. O guidance de 2015 para a expansão da carteira de crédito era de aumento de 11% a 15%.

Para ativos totais, a Caixa estipulou como guidance um crescimento de 11% a 15%, acima da projeção de 2015, que era de 7% a 11% de expansão. No ano passado, os ativos totais da Caixa cresceram 13%.

O banco público tem como meta gerar receitas de prestação de serviços entre 10% a 13% superiores às obtidas em 2015, quando essas receitas aumentaram 12,6%, dentro da faixa que havia sido estabelecida de expansão de 13% a 16%.

Para o Índice de Basileia, a Caixa estima fechar o ano de 2016 entre 13% a 15%. Em 2015, o índice foi 14,4%, dentro do guidance também de 13% a 15%.

Inadimplência

A Caixa tem expectativa de que a inadimplência permaneça no primeiro trimestre no mesmo patamar de dezembro de 2015, disse Percival. O banco público fechou o ano com o índice de inadimplência em 3,55%, acima do patamar de 2,56% de dezembro de 2014. “Esperamos que a inadimplência comece a cair a partir do segundo semestre e que fique no patamar de 3,55% a 3,80% nos primeiro seis meses”, afirmou Percival.

Captação e PDD

A elevação nas despesas com captação de recursos e as despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD) são os eventos mais desafiadores para a Caixa Econômica Federal em 2016, disse Percival.

“As despesas com captação são o maior desafio da Caixa, assim como as com PDD”, disse. Ele ponderou, entretanto, que o banco está preparado para isso e tomando medidas voltadas para a redução de seus custos e busca de eficiência.

Segundo ele, do ponto de vista de captação, a queda na arrecadação com a poupança levou o banco a aumentar o funding a partir de outras alternativas mais caras, como as letras de crédito imobiliário e certificados de depósito bancário. As captações alcançaram saldo de R$ 940,9 bilhões ao final de 2015, crescimento de 15,3% em 12 meses. Percival afirmou que o custo do funding do banco subiu de 75% do CDI para 76,5% do CDI.

A participação das LCIs no funding total subiu de 16% em 2014 para 17% em 2015, enquanto dos CDBs foi para 18%, de 16%. A participação da poupança no funding da Caixa no ano passado caiu, por sua vez, para 39%, de 43% em 2014. A participação no funding da emissão de letras financeiras ficou estável em 7%, de acordo com Percival.

As despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD) cresceram 49,5% em 2015, para R$ 19,657 bilhões. De acordo com o executivo da Caixa, o aumento das despesas com PDD reflete a inadimplência e a provisão prudencial, de cerca de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões, composta para fazer frente ao cenário macroeconômico desafiador, assim como perdas com Petrobras e Sete Brasil.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160308/caixa-registra-queda-demanda-credito-por-pessoa-fisica-2015/350344

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Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

Logotipos de Bancos
A taxa de juros do crédito consignado é uma das mais baixas do mercado, já que esse tipo de operação possui convênios que são firmados entre o banco e instituições públicas e privadas. Porém, quem tem dívidas, precisa ficar atento ao contratar o crédito nesse tempo de instabilidade. Os juros podem chegar até 3% ao mês.

No banco Santander, são dois tipos de crédito consignado, um para quem depende do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) com taxa de juros de 2,29%. Já no crédito consignado privado, os juros variam entre 1,70% a 3%, dependendo da negociação da empresa.

Conforme o superintendente executivo de crédito consignado do Santander, Eduardo Jursevic, os clientes estão procurando este tipo de crédito mais do que nunca. “Nós inclusive indicamos mais o crédito consignado do que utilizar o cheque especial, por exemplo, onde a taxa de juros varia de 2,39% a 14,95%”, alega.

Segundo Jursevic, a indicação para o crédito consignado deve-se ao fato de ser mais barato. “A capacidade dos clientes de pagar o rotativo é menor, tanto no INSS quanto no privado, pois o salário mínimo aumentou e isso aumenta o crédito, além de que o consignado alonga a dívida e as parcelas cabem no orçamento”, avalia.

Na Caixa Econômica Federal, as taxas do crédito consignado são bem menores, a partir de 1,5% ao mês. Em Mato Grosso do Sul, 35 mil contratos foram firmados na contratação do crédito em 2015. O banco lembra que as prestações mensais são descontadas diretamente do salário e o valor não pode ser maior que 3??0% do salário ou benefício mensal.

No Sicredi, a procura pelo consignado juntamente com o crédito pessoal são as duas maiores linhas do banco. A instituição não informa qual o valor da taxa de juros, pois variam para o servidor Público, Privado, Estadual e INSS, que são diferenciadas pelo prazo das operações. O principal público que utiliza este tipo de crédito é o servidor público e estadual e em 2015, a maioria das contratações foram renovações.

Para o economista Sérgio Bastos, o crédito consignado tem uma das taxas de juros mais baixas, pois as operações são diferentes de empréstimos. “Como o crédito é concedido para concursados, aposentados e pensionistas, o banco tem uma garantia e as taxas acabam sendo mais baixas”, alega.

A recomendação para quem precisa de empréstimo é recorrer ao consignado. “Melhor o consignado do que o cheque especial que tem taxas altas de juros, mas ao contratar esse crédito, o cliente tem que saber que vai ter uma parcela extra, além dos compromissos que já tem”, comenta.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/mesmo-com-juros-de-3-procura-por-consignado-cresce-em-tempo-de-crise – Renata Volpe Haddad

 

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Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

No final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo

Diante do aumento da inadimplência, bancos públicos começaram a recuar na concessão de crédito e estipular taxas mais próximas do setor privado.

Em 2015, a política de taxas de juros diferenciadas nos bancos públicos, iniciada pelo governo Dilma em abril de 2012, para forçar o setor privado a mudar o nível das taxas praticadas no Brasil, acabou.

De acordo com o Banco Central, no final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo.

No cheque especial, a Caixa chegou a ter taxa média quase 50% menor que a do Itaú Unibanco e do Bradesco no fim de 2013.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, nem mesmo as linhas de crédito consignado dos bancos públicos conseguiram manter taxas menores.

No cartão, por exemplo, a taxa média na Caixa era de 4,7% ao mês em 2013, quase um terço do verificado nos dois maiores privados. No fim de 2015, estava em 13%; no Itaú, no Bradesco e no BB, entre 14% e 15%.

Fonte http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/189958/diante-da-inadimplencia-bancos-publicos-voltam-a-ter-taxa-dos-privados

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Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

São Paulo – O governo Dilma deve usar o FGTS para garantir o crédito consignado, conforme antecipado no blog Direto da Fonte, por Sonia Racy na semana passada.

A fórmula, segundo nota divulgada nesta quarta-feira, 27, no blog, está praticamente pronta, dependendo de alguns detalhes jurídicos.

Na proposta, o trabalhador terá direito a disponibilizar 10% do que tem depositado no seu fundo, somados aos 40% de multa por ter sido despedido, como garantia ao financiamento que está contratando.

Exemplo: com R$ 40 mil na sua conta de FGTS, o tomador de crédito pode usar junto ao banco ou agente financiador R$ 4 mil como garantia mais o valor da multa de R$ 16 mil. Um total de R$ 20 mil.

A não ser que entre alguma pedra hoje neste caminho, o anúncio da medida será feito amanhã durante a reunião do Conselhão em Brasília. Crédito pode chegar a R$ 8 bilhões.

Sonia Racy, do Estadão Conteúdo

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/com-10-do-fgts-mais-multa-trabalhador-podera-ter-credito

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Lucro do Bradesco cresce para R$ 17,19 bilhões em 2015

O Bradesco anunciou na manhã desta quinta-feira (28) que seu lucro líquido cresceu para R$ 17,19 bilhões em 2015, um aumento de 14% em relação aos R$ 15,08 bilhões registrados no ano anterior.

No quarto trimestre, os ganhos também cresceram em relação ao três meses anteriores. De R$ 4,12 bilhões, o lucro passou para R$ 4,35 bilhões, alta de 5,6%.

No final do ano passado, a carteira de crédito expandida do Bradesco somou R$ 474,0 bilhões, mostrando estabilidade em relação ao trimestre anterior. As micro, pequenas e médias empresas e as grandes empresas registraram queda de 1,2% e de 0,8%, respectivamente. Já a pessoa física cresceu 1,7% no período.

O índice de inadimplência das operações com atrasos superiores a 90 dias, aumentou, principalmente, em função do menor ritmo de crescimento da carteira de crédito e pelo processo de desaceleração da atividade econômica. De setembro para dezembro, a taxa subiu de 3,81% para 4,06%.

No 4º trimestre de 2015, a despesa de provisão para devedores duvidosos chegou a R$ 4,192 bilhões, uma alta de 8,8% frente ao 3º trimestre, “devido, em boa parte, à inadimplência no período, decorrente, principalmente, da desaceleração da atividade econômica”, diz o balanço.

Fonte http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/01/lucro-do-bradesco-cresce-para-r-1719-bilhoes-em-2015.html

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Consignado do INSS liberado na hora

Hoje, liberação do dinheiro leva mais de três dias; novo modelo facilitará contratação por meio de terminais de autoatendimento, informa o INSS

Os empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão liberados imediatamente pelos bancos a partir de 15 de setembro. Hoje, o dinheiro demora mais de três dias para chegar às mãos do beneficiário. A medida também facilitará a contratação do empréstimo por meio de terminais de autoatendimento.

 

O sistema deverá acelerar uma modalidade de crédito que registra cerca de 1 milhão de operações por mês e, segundo a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), cresce a uma média de 28% ao ano em volume emprestado.

A agilização do processo de aprovação do empréstimo será possível porque a comunicação entre os bancos e o INSS passará a ser online. O procedimento atual é feito por meio da troca de arquivos – o que é conhecido como rotina batch – e leva, em média, três dias.

Além disso, o banco atualmente pode levar mais algum tempo para liberar os recursos após a averbação, que é o registro do empréstimo pelo INSS. Na Caixa Econômica Federal, esse prazo chega a 24 horas, segundo informou a instituição.

As condições do crédito não mudam: prazo de até 60 meses para, com parcelas que comprometam, no máximo, 30% do valor do benefício. A taxa máxima de juros está em 2,14%.

Novo estímulo

Número de concessão de empréstimos consignados do INSS

A comunicação online entre bancos e INSS é batizada de Projeto ECO (Empréstimo Consignado Online) e é desenvolvida pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social). De acordo com a Caixa, o INSS estabeleceu 15 de setembro de 2014 para início do novo modelo, data decidida em consenso com as instituições financeiras junto à Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O INSS não confirmou a data de início. Em entrevista ao iG no último dia 15, o diretor de benefícios da instituição, Benedito Brunca, disse apenas que o sistema “deve ser implantado neste ano de 2014”, por estar “bastante avançado.”

Além da Caixa, o Santander e o Banco do Brasil confirmaram que participarão do novo sistema tão logo ele esteja disponível.

De olho num mercado de R$ 64,8 bilhões e que representa baixo risco, todas as instituições que operam no segmento devem aderir, segundo a Acrefi.

“O sistema [bancário] vê como produto importante e a concorrência é muito acirrada”, afirma Tingas.

?Sindicato critica facilidade

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), Carlos Andreu Ortiz, avalia que o momento deveria ser para se estabelecer limites, e não facilidades, ao crédito consignado. Como o iG mostrou, a modalidade e a única entre de crédito pessoal em que a inadimplência não tem recuado.

“O consignado teve um baita de um avanço. Há um grande número de aposentados que faz não porque precisa, mas para ajudar alguém na família”, afirma. “Eu tenho minhas restrições.”

Para Tingas, da Acrefi, esse perfil tem se tornado menos comum, assim como a utilização para viagens. A modalidade, afirma, tem sido masi buscada como uma ferramenta para quitar dívidas mais caras – toma-se o consignado do INSS, por exemplo, para pagar o cartão de crédito.

“Isso é bom. Mas é importante ter um planejamento financiero muito bom. Para o aposentado do INSS, o empréstimo signifca o compretimento de uma renda que já é curta”, diz.
Fonte Ig.com.br
Fonte http://correiodopovo-al.com.br/

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Caixa derruba juros do consignado do INSS

Promoção vale para todos os aposentados e também os pensionistas que abrirem conta no banco

Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que fizerem empréstimo consignado no banco terão taxas de juros 8,8% menores. Até o dia 7 de fevereiro, a taxa será de 1,55% ao mês, nas operações de 60 meses. Atualmente o banco cobra 1,7%.

 

Num empréstimo de R$ 1 mil, por exemplo, o valor da prestação, que é de R$ 26,72 com taxa de 1,70% , sairia por de R$ 25,72 com a taxa de 1,55% ao mês. Com a redução, o aposentado vai pagar o equivalente a 2,3 prestações a menos.

O teto legal para a taxa de juros dos empréstimos com desconto na folha do INSS continua em 2,14%, desde maio de 2012, apesar da insistência das entidades de aposentados em reivindicar a redução das taxas ou juros zero para a categoria.
Com a taxa de 2,14%, o aposentado que faz um empréstimo de R$ 1 mil em 60 meses paga R$ 785 só de juros. Pela taxa reduzida da Caixa, o valor total dos juros é de R$ 543,20. Ou seja, R$ 241,80 a menos.

Uma das condições para ter a taxa menor na Caixa é receber o benefício no banco.
Para fazer a migração da conta de recebimento, o aposentado precisa abrir uma conta na Caixa e depois ir até o banco de origem para solicitar a transferência do benefício. O próprio banco informa o INSS sobre a mudança de instituição. O processo é gratuito.

O INSS paga todos os meses 17,2 milhões de aposentadorias e 7,1 milhões de pensões.

A redução da taxa na Caixa Econômica Federal, mesmo temporária, pode estimular a concorrência e provocar a redução em outros bancos.

O Banco do Brasil informou que avalia a redução das taxas dos concorrentes para estabelecer juros competitivos. Hoje a menor taxa do consignado, para prazos curtos de até seis meses, é de 0,98% ao mês.

“Mesmo com taxas menores, o empréstimo não resolve o problema do aposentado. Precisamos de um benefício digno. O nosso reajuste neste ano foi de apenas 5,56%. As despesas do dia a dia subiram muito e o aposentado fica refém do empréstimo”, disse Warley Martins, presidente da Confederação dos Aposentados.

Fonte http://diariosp.com.br/ – JUCA GUIMARÃES

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TO – Após polêmica, correspondentes, IBC, Sindicatos e governo vão se reunir para discutir impasse sobre novo sistema de consignados

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais – Sisepe, Cleiton Pinheiro junto com o correspondente bancário da JK Empréstimos, o consultor financeiro Osvaldo Durães, tomaram a iniciativa de agendar um reunião com os representantes de bancos , do Instituto IBC, responsável pelo sistema de empréstimos consignados do Estado, e a Secretaria Estadual da Administração. A data ainda vai ser definida.

A intenção é dar espaço para todas as partes se pronunciarem com relação ao impasse sobre o novo sistema. “Queremos dar espaço para todos se manifestarem a respeito do assunto e tirar todas as dúvidas”, frisou Pinheiro que defende que todos os Sindicatos também participem da reunião já que o assunto envolve servidores de várias categorias. Nas últimas semanas vários servidores e também correspondentes bancários reclamaram do nosso sistema e questionaram também a taxa cobrada para adesão dos bancos.

O Sisepe deve pedir para o IBC apresentar todos os contratos assinados com os bancos. Para o consultor financeiro e também correspondente Osvaldo Durães há muitos pontos que precisam ser esclarecidos. “Porque não pode ter banco se beneficiando e outros sendo prejudicado”, disse. Durães defendeu ainda que os benefícios que foram prometidos pelo instituto para os servidores sejam cumpridos bem como o repasse de 1.5% para governo.

Em meio à polêmica correspondentes alegaram que o governo suspendeu a operação dos bancos para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos e ainda que os servidores estariam pagando taxas de juros mais altas. Outro problema alegado inclusive por servidores foi a dificuldade para a compra de dívida.

Os presidentes do Sintet, José Roque e do Sintras, Manoel Miranda também questionaram ao Conexão Tocantins a contratação do Instituto e chegaram a dizer que apenas o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro tomou a decisão de apoiar a contratação do Instituto.Os representantes do IBC sempre que procurados negaram os problemas apontados mas a insatisfação com relação ao sistema continuou.

Em meio à polêmica sobre o assunto as intenções do governo com relação à mudança de sistema também foi alvo de questionamento e chegou a se falar num suposto esquema.

Entenda o caso

O antigo sistema de gerenciamento de empréstimos era o SiConsig, software desenvolvido pela própria Secretaria Estadual da Administração, em novembro de 2007, na época os custos operacionais ou taxa de administração era de 1% por operação de crédito. Os recursos arrecadados nesta transação eram destinados ao Fundo de Modernização da Gestão Pública dos empréstimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, no caso dos empréstimos contraídos por aposentados ou pensionistas.

No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Diário Oficial do Estado, a alteração das taxas de administração passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu até então.

E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administração, anunciando o que já havia acontecido no dia 3 de maio, a contratação do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos do Estado do Tocantins.

Fonte http://conexaoto.com.br/

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Amazonas – Lei autoriza servidor municipal a utilizar crédito consignado para casa própria

Na prática, o decreto 2.711, publicado em 24 de janeiro, autoriza a amortização de dívidas diretamente pelo sistema de pagamentos da Prefeitura

Manaus – A partir de agora os servidores da Prefeitura de Manaus poderão ter descontados diretamente da folha de pagamento débitos referentes a compromissos financeiros assumidos.

Na prática, o decreto 2.711, publicado em 24 de janeiro, autoriza a amortização de dívidas diretamente pelo sistema de pagamentos da Prefeitura, o que possibilitará ao servidor a negociação de melhores preços e juros, já que a possibilidade de calote fica quase nula.

Poderão ser descontados da folha de pagamento débitos referentes a financiamentos de casa própria, de gastos com planos de saúde e com a contratação de planos de previdência privada, dívidas com o comércio e até de cartão de crédito.

O desconto consignado poderá ser também involuntário, quando a dívida resulta de decisão judicial, como no caso de pensão alimentícia, por exemplo.

Para realizar a cobrança consignada, a empresa fornecedora deverá estar cadastrada na Prefeitura.

Fonte http://www.d24am.com/

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Calote só resiste no empréstimo consignado do INSS

Inadimplência teve recuo em todas as modalidades de crédito pessoal nos últimos anos, exceto no destinado a aposentados e pensionistas da Previdência Social
O empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem se tornado uma exeção à regra: a modalidade é a única de crédito pessoal em que a inadimplência tem se mantido firme e forte no Brasil dos calotes em queda.

O consignado do INSS continua a a ter o menor índice de inadimplência entre os créditos pessoais, bem abaixo da média do segmento, segundo dados do Banco Central (BC). Afinal, as parcelas do empréstimo tomado pelo aposentado são descontadas automaticamente antes de ele receber o pagamento.

Mas essa diferença tem diminuído. Em março de 2011 – primeiro dado disponível – o índice de calote no consignado do INSS equivalia a cerca de 40% do registrado no conjunto dos créditos pessoais. Em novembro do 2013, essa relação subiu para 50%. Ou seja, o índice calote do aposentado passou a representar metade do observado na média.

A aproximação ocorreu principalmente a partir de meados de 2012. Em agosto daquele ano, a inadimplência do consignado era de 1,73% do total da carteira, índice que subiu ligeiramente para os 1,93% de novembro passado. No mesmo período, o calote na média caiu de 4,78% para 3,98%.

Apesar de o desconto ser em folha, o calote pode acontecer quando, por exemplo, o segurado morre – e deixa de receber o benefício –, é obrigado a pagar alguma pensão alimentícia (também descontada na fonte) ou, como aconteceu recorrentemente em 2013, se há fraude na concessão do empréstimo.

Menos diferentes

Inadimplência do consignado do INSS fica mais parecida com a do crédito pessoal comum
Expansão da carteira

É mais difícil baixar um índice de inadimplência quando ele já é relativamente mais baixo. Mas a expansão da carteira, o esticamento dos prazos para pagamento e as fraudes também podem estar por trás dessa virada para cima do calote do consignado.

“O volume cresceu, então aumentou o volume emprestado, o que aumenta o risco”, afirma o Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

De março de 2011 a novembro de 2013, o saldo da carteira de consignados do INSS aumentou 50%, para R$ 66,4 bilhões. Por isso, Oliveira considera que a inadimplência do consignado passa por um período de estabilidade, e não de elevação.

“É uma linha de crédito em que não haveria sentido [existir alta expressiva da inadimplência] porque quando entra o benefício, já está descontado o empréstimo. É diferente do consignado [para trabalhadores], em que o cara pode perder o emprego.”
Ciranda do consignado

Os calotes no consignado do INSS ocorrem, pondera executivo, quando o aposentado acaba por pegar empréstimos cujas parcelas extrapolam o limite de 30% do benefício – a chamada margem consignável. O teto só pode ser ultrapassado de uma forma: fraude. E, no ano passado, a modalidade de crédito foi alvo de uma onda de golpes justamente para dribla-lo.

A estratégia ficou conhecida como ciranda do consignado: o aposentado pegava um empréstimo, afirmava ao INSS que não o tinha tomado e, com isso, recuperava a margem consignável imediatamente. Em seguida, tomava novo empréstimo num outro banco – o responsável pelo anterior, então, ficava sem poder sacar as parcelas.

Para coibir a prática, o instituto passou a só liberar a margem consignável após 60 dias e com a comprovação de que o primeiro empréstimo era, de fato, falso. A regra entrou em vigor em julho mas ainda não há um balanço sobre o impacto dela, diz Benedito Adalberto Brunca, diretor de benefícios do INSS. Ele não atribui à ciranda do consignado a inadimplência resistente.

“As únicas hipóteses em que não ha adimplência são mortes, revisão de valores que podem reduzir a margem [consignável], uma pensão alimentícia, fixada na Justiça, que determina a redução da margem e acaba levando a não liquidação da obrigação”, exemplifica o diretor, em entrevista ao iG. “Isso está dentro da margem de risco com que as instituições financeiras operam.”

Excesso

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnap), Carlos Andreu Ortiz defende mais rigor para a concessão do crédito, a começar pela diminuição no prazo máximo para quitar o empréstimo. A média, em novembro de 2013, chegou a 57,4 meses – o teto é 60 meses.

Como as parcelas só podem comprometer no máximo 30% do benefício, períodos mais longos são o caminho para dívidas maiores.

“Não dá para ter empréstimo de 60 meses, não poderia ser uma coisa assim tão longa. Isso restringiria o aposentado a pegar menos”, afirma Ortiz. “Tem banco que está abusando, dando 60 meses, dando tudo o que é vantagem para as pessoas entrarem no crédito consignado.”

O diretor do INSS, entretanto, acredita que ainda há espaço para o consignado crescer.

“[O consignado] foi usado por aproximadamente 60% do público [elegível], ainda há 40% de 26 milhões de beneficiários. Você tem aí mais de 10 milhões de pessoas que são potenciais usuários do sistema”, afirma Brunca. “Fora os que vão concluindo a operação e que se interessem [em tomar um novo empréstimo].

 

Fonte iG São Paulo – Vitor Sorano –

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Veja as linhas de crédito que tiveram maior alta dos juros em 2013

Com alta da taxa básica, juros bancários também avançaram no último ano.

Números foram divulgados pelo Banco Central e também pela Anefac.

O crédito ficou mais caro em 2013. Segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros dos empréstimos para pessoas físicas subiu 4,1 pontos percentuais, e fechou o ano em 38%, acompanhando a alta na taxa básica de juros, a Selic. O campeão de alta foi o juro para crédito pessoal (exceto consignado), que ficou 19,8 pontos percentuais maior – passando de 66,3% ao ano em dezembro de 2012 para 86,1% no mesmo mês do ano passado.

Em segundo lugar no ranking, que considera as modalidades de crédito com recursos livres (que excluem habitação, BNDES e crédito rural), aparece o cheque especial, que registrou taxa de juros de 147,9% ao ano em dezembro, contra 138% no mesmo mês do ano anterior. Com a alta, de 9,9 pontos percentuais, o cheque especial segue como uma das modalidades mais caras do mercado. Segundo especialistas, o cheque especial ser usado somente em momentos de emergência.
Já a taxa de juros para aquisição de veículos, segundo o BC, registrou crescimento de 1,5 ponto percentual em 2013 – passando de 19,8% ao ano, em dezembro de 2012, para 21,3% ao ano no final do ano passado.
Por outro lado, a taxa de juros do crédito consignado (que tem desconto na folha de pagamento) foi na contramão das outras modalidades e ficou menor em 2013. No fechamento de 2012, segundo o BC, a taxa média dos bancos estava em 24,5% ao ano, passando para 24,4% ao ano no fim do ano passado. Houve um recuo pequeno, assim, de 0,1 ponto percentual nos juros desta modalidade no ano passado.
Cartão de crédito
No caso do cartão de crédito, houve estabilidade nos juros em 2013 – que são cobrados quando o cliente não paga o total da fatura. Neste caso, os dados foram compilados pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), pois o Banco Central não divulga a taxa média destas operações.
A taxa de juros do cartão de crédito fechou o ano passado, de acordo com a Anefac, em 192,94% ao ano – o mesmo valor de dezembro de 2012. Segundo a Associação, é o menor patamar desde o início da série histórica, em 1995. Mesmo assim, é uma das maiores taxas de juros do mercado, e, assim como o cheque especial, também deve ser evitada, na avaliação de economistas.

Fonte Do G1, em Brasília – Alexandro Martello

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TO – Correspondentes bancários questionam operações de consignados para servidores e alegam suposto esquema do governo

Alguns correspondentes bancários do Tocantins afirmaram ao Conexão Tocantins que o governo estadual através da Secretaria Estadual da Administração suspendeu a operação dos bancos para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos. Segundo representantes de algumas instituições financeiras relataram ao Conexão Tocantins nesta terça-feira, 14, há cerca de 20 dias apenas o banco Daycoval está liberado para fazer os empréstimos.

Os bancos alegam ainda que todos os demais que foram suspensos tem contrato devidamente assinado com o governo. “Essa medida configura crime contra a ordem financeira e vai contra a livre concorrência”, reclamou um representante. Uma estimativa de uma fonte do Conexão Tocantins aponta que nestes dias em que os bancos estão desabilitados para fazer empréstimos mais de R$ 10 milhões teriam deixado de ser disponibilizados para escolha da melhor operação pelos servidores.

O Conexão Tocantins entrou em contato com a correspondente Imperial que opera pelo Bradesco e outros bancos ( Banco do Brasil, BMG, Caixa, Banco Bom Sucesso, Panamericano) e a atendente informou que o único banco que está recebendo propostas de empréstimo é o BMG mas o sistema está suspenso e os valores não estão sendo pagos.

Outro correspondente do Banco do Brasil, a Capital Cred, também foi consultada pelo Conexão Tocantins e disse que apenas o Daycoval estaria habilitado para operar os empréstimos e que o Banco do Brasil está fazendo apenas para servidores correntistas. Questionada pelo Conexão Tocantins sobre os motivos da suspensão dos outros bancos uma funcionária foi taxativa: “Isso aí é esquema do governo”, disse.

GRConsig nega

Procurada pelo Conexão Tocantins a Secretaria Estadual da Administração informou que de acordo com o diretor técnico do GRConsig, Alcides Moreira, apenas os bancos que ainda não aderiram ao contrato de prestação de serviços não estão operando empréstimos. Os demais, como Caixa Econômica Federal, Bradesco e outros, estão operando normalmente.

Já o representante do GRConsig, Humberto, alegou ao Conexão Tocantins que todos os bancos a exemplo da Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Brasil e o Panamericano estão operando no Estado menos o BMG, que não teria renovado o contrato. “Todos os bancos fizeram contrato. O único que não fez foi o BMG e foi suspenso até normalizar”, frisou. Ele contou ainda que há uma previsão que até a sexta-feira, 17, o banco deve regularizar a situação e voltar a operar. O representante explicou também que o BMG fez 85 empréstimos nestes dias e que todos serão liberados.

Humberto argumentou ainda que o Banco Daycoval que é apontado por alguns representantes como alvo de um suposto esquema de favorecimento junto com o governo, tem apenas 0,5% da certeira de empréstimos. “Não tem nada por trás disso. O Daycoval é um grão de areia perto da carteira dos outros e não representa nem 1% dos empréstimos do Tocantins”, disse. Segundo ele os dois bancos que mais fazem empréstimos são o Banco do Brasil e o BMG.

Um correspondente chegou a cogitar ao Conexão Tocantins que o bloqueio aos outros bancos seria para beneficiar o Daycoval e fazer com que ele aumente a carteira de empréstimos. Há a suspeita de que o banco Daycoval, que estaria sendo beneficiado pelo governo, será um possível financiador da campanha do ex-senador e ex-secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos.

Tal estratégia por parte do governo, conforme apontou uma fonte, acontece no início do ano também para aproveitar o recesso da Assembleia Legislativa do Tocantins o que evitaria os questionamentos e cobranças por parte dos deputados de oposição.
Servidores

Outro efeito do impasse seria o fato dos servidores estarem pagando taxas de juros mais altas. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos, Cleiton Pinheiro afirmou ao Conexão Tocantins que vai exigir que o governo mantenha todos os bancos interessados e com taxas de juro justas. “Não vamos aceitar monopólio de operação financeira. O governo tem que abrir o consignado para o banco que tiver interesse e apresentar taxa financeiras justas”, frisou. Para o Sisepe não é justo com o servidor centralizar a operação financeira do consignado. “Isso é imoral e ilegal”, disse.

Desde que o novo sistema foi adotado outro impasse já foi alvo de questionamentos de operadores de créditos: as taxas administrativas cobradas com valores diferenciados para alguns bancos que alegaram que a taxa de 6% não seria cobrada do banco Daycoval e da Caixa Econômica Federal. Estes dois bancos pagariam apenas R$ 1,00 por operação de crédito conforme cláusula contratual o que estaria inviabilizando a operação das outras instituições.

Entenda o caso

O antigo sistema de gerenciamento de empréstimos era o SiConsig, software desenvolvido pela própria Secretaria Estadual da Administração, em novembro de 2007, na época os custos operacionais ou taxa de administração era de 1% por operação de crédito. Os recursos arrecadados nesta transação eram destinados ao Fundo de Modernização da Gestão Pública dos empréstimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, no caso dos empréstimos contraídos por aposentados ou pensionistas.

No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Diário Oficial do Estado, a alteração das taxas de administração passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu até então.

E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administração, anunciando o que já havia acontecido no dia 3 de maio, a contratação do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos do Estado do Tocantins.

Fonte http://conexaoto.com.br/

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Juro de banco público é metade do privado

Embora ainda nas alturas, as taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal em 2013 diminuíram um pouco na comparação com o ano anterior, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Procon-SP.

No caso dos empréstimos, a taxa média ficou em 5,27% ao mês, uma queda de 0,27 ponto percentual em relação à de 2012. No cheque especial, a taxa de 8,02% ao mês representa um recuo de 0,57 ponto percentual sobre os juros estratosféricos praticados no ano passado.

O comparativo anual é feito com base na pesquisa mensal do Procon, que capta as taxas de juros máximas praticadas por sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Bradesco, com 6,22% ao mês. A menor taxa foi adotada pela Caixa Econômica Federal, 3,60% ao mês, uma diferença de 2,62 pontos percentuais em comparação ao maior valor. Em relação ao cheque especial, o maior juro médio anual foi do Santander, com 10,09% ao mês. O menor, nessa modalidade, também foi o da Caixa Econômica, com 4,32% ao mês.

Fonte http://www.monitormercantil.com.br/

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Contratar crédito consignado exige muita atenção

Todo mundo gosta de garantias e é isso que o crédito consignado oferece. Para o tomador do empréstimo, há a certeza de que ele estará pagando os juros mais baixos do mercado quando comparados aos cobrados por outros tipos de operações. Para o banco que libera os recursos, a certeza é de que vai receber direitinho e sem atrasos já que o dinheiro é descontado diretamente na folha de pagamento.

O limite é de 30% do salário e o tempo de contratação é de, no máximo, 60 meses. Segundo o Banco Central, em média, as menores taxas são as aplicadas aos funcionários públicos, 22,3% ao ano. Depois, vêm os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com 26,7% ao ano, em média. Trabalhadores de empresas privadas, por sua vez, pagam 29,8%.

Mas, quando se faz um empréstimo com pagamento em longo prazo, é preciso pensar nas consequências, inclusive as mais trágicas.

Uma das dúvidas mais recorrentes entre as pessoas de idade mais avançada que pensam em contratar um consignado é o que acontece com a dívida caso ela venha a morrer. De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os únicos financiamentos que são quitados com a morte do cônjuge são crédito consignado e financiamento de imóvel – desde que esteja somente no nome do morto. O seguro que está embutido no pagamento das parcelas é o que garante essa quitação.

“No caso de um aposentado que tem um consignado vir a óbito e sua aposentadoria ser convertida em pensão por morte, o valor a ser recebido pela viúva é de 100%”, explica o advogado especialista em direito previdenciário Patrick Villar. Por outro lado, financiamento de automóvel, contas de cartão de crédito e empréstimo pessoal não se extinguem com a morte de quem os contratou. Elas seguem normalmente e cabe aos herdeiros realizar os pagamentos utilizando, em tese, os bens deixados pelo morto.

O Código Civil, em especial o artigo 1.792, determina que a herança deve ser usada para quitar os débitos do morto e que, se seus herdeiros não pagarem nem entrarem com o inventário, os próprios credores podem tomar essa iniciativa para garantirem a satisfação dos seus créditos.

Essa previsão legal torna a decisão de contratar um empréstimo consignado algo ainda mais sério e que pode complicar a vida de quem ficou neste mundo. Foi o que aconteceu com Antonio Panangeiro, que continua a pagar as parcerlas mensais de um empréstimo consignado feito por sua falecida mulher. “O nome do empréstimo é consignado, mas mesmo avisando a instituição financeira da morte da minha mulher, não houve mudança na rotina de cobrança”, diz Panageiro, que entrou em contato com o Diário por meio do email do Seu Previdêncio para esclarecer essa dúvida.

Procurado pela nossa reportagem, o banco que concedeu o empréstimo prometeu verificar o caso em detalhe, mas adiantou que “no caso de falecimento de cliente que possui empréstimo consignado contratado e cuja operação não esteja coberta por seguro para sua liquidação, deverá ser seguido as regras vigentes estabelecidas no contrato de empréstimo”.

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Andréa Ciaffone

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SP – ABC – Demanda de aposentados por consignado cresce 8% na região

Os aposentados e pensionistas da região contrataram 8% a mais de crédito consignado em outubro sobre o mesmo mês de 2012. Foram R$ 74,88 milhões distribuídos em 17.217 operações. O valor médio dos empréstimos subiu 32,2%, para R$ 4.349,70. Os dados são do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O morador de Mauá Dorival Naufal, 52 anos, pertence ao grupo de aposentados que tomou o crédito. “Fiz um empréstimo, no mês passado, para pagar em 60 vezes.” O motivo que levou Naufal a emprestar foram os juros mais baixos em relação ao que encontrou para financiar um veículo, ano 2000. O consignado tem desconto em folha de pagamento. Assim, os bancos observam menor risco de inadimplência e cobram menos juros.

Segundo o BC (Banco Central), a taxa média de juros no consignado para segurados da Previdência Social era de 2,03% ao mês em outubro. O percentual é inferior ao que as instituições cobram pelo crédito para aquisição de um automóvel usado, avaliou o diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira. “Hoje, na média, os bancos financiam veículos usados por 2,5% a 3% ao mês, com entrada e cinco anos de uso. Alguns, mais agressivos, que aceitam carros de até dez anos, chegam a cobrar 7% ao mês (e com entrada)”, explicou Oliveira.

O professor de Gestão de Concessionária Valdner Papa, que ministra aulas na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e na Fundação Dom Cabral, destacou que dificilmente uma instituição financiará um veículo usado sem entrada.

Professor de Finanças da pós-graduação da Universidade Municipal de São Caetano, José Ricardo Escolá de Araújo, que também dá aulas na Trevisan Escola de Negócios e da FGV, pontuou que Naufal fez um bom negócio. “Ele pode vender o carro quando quiser, pois pagou à vista, ele não está alienado.”

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Pedro Souza

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Volume de crédito bancário cresce menos em outubro, informa BC

Em outubro, estoque subiu 0,5%, contra alta de 0,8% no mês anterior.

Pessoas físicas procuram menos cheque especial e cartão de crédito.

O volume total de crédito bancário subiu 0,5% em outubro, para R$ 2,6 trilhões, o que representa uma desaceleração frente ao crescimento de 0,8% registrado no mês anterior, informou o Banco Central nesta quinta-feira (28).
A expansão do crédito em outubro também ficou abaixo da média dos últimos doze meses, informou a autoridade monetária. Com isso, o crédito das instituições financeiras, na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), caiu 0,1 ponto percentual, para 55,4%, no mês passado.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o crescimento menor do crédito bancário em outubro está relacionado com alguns fatores, como a greve dos bancos, que se estendeu até o dia 11 de outubro, além da alta dos juros bancários e, também, do dólar – fator que encarece o endividamento atrelado à variação da moeda norte-americana.

Procura menor por crédito mais caro
Os números do Banco Central mostram que, após procurar um crédito mais caro em setembro (cheque especial e cartão de crédito rotativo – modalidades pré-aprovadas), por conta da greve dos bancários, essa demanda diminuiu no mês passado.
O volume do crédito do cheque especial, por exemplo, subiu 0,4% em outubro – após avançar 4,3% em setembro. O mesmo aconteceu com a procura pelo crédito do cartão de crédito rotativo. Em setembro, o estoque de financiamentos desta modalidade havia avançado 2,8%. Já no mês passado, houve queda de 2,2%. O cheque especial e o cartão de crédito rotativo estão entre as modalidades de crédito mais caras do mercado para pessoas físicas.
Ao mesmo tempo, o volume do crédito consignado (com desconto em folha de pagamentos), uma das modalidades com taxas mais baixas para pessoas físicas, continuou crescendo em outubro. No mês passado, o estoque de crédito desta modalidade subiu 1% – o mesmo percentual de setembro. No crédito consignado, o trabalhador precisa ir nas agências bancárias para contratar o financiamento.
“Não se pode afirmar com certeza que é isso, mas é natural pensar que aquele indivíduo que estava propenso a tomar um empréstimo no início do mês [de outubro] tenha feito depois [do fim da greve]. Os dias posteriores ao fim da greve podem ter tido uma concentração maior de concessões [de crédito]”, avaliou Maciel, do Banco Central.

Fonte Do G1, em Brasília – Alexandro Martello

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Contrariados, bancos estatais brasileiros desaceleram crédito em 2014

Pela 1ª vez em cinco anos, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estão pessimistas

O calendário de Basileia 3 estabelece que, de 2016 a 2019, a exigência do piso de capital subirá gradualmente até 13%, ante os atuais 11% exigidos pelo Banco Central brasileiro.

Uma das principais ferramentas dos bancos para reforçar o patrimônio líquido é a retenção de lucros, mas a pressão do governo federal desde o ano passado para baixar os spreads bancários tem pressionado as margens.

A rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) do setor, historicamente superior a 20%, vem caindo no Brasil e a previsão de executivos dos bancos é de continuidade da queda nos próximos anos.

A Caixa tem conseguido manter níveis maiores — no terceiro trimestre, seu ROE foi de 27%. Contudo, a retenção de lucro tem sido menor, dada a necessidade do governo de receber dividendos para ajudar a reforçar o superávit primário.

Em setembro, o índice de Basileia de Caixa era de 17,7% e o do BB estava em 15,2%. Em relação ao piso atual de 11%, ambos poderiam ampliar a oferta de crédito sem se preocupar com as necessidades de capital. O problema é que as condições para reforçar o capital pioraram e os bancos querem ter alguma folga, por isso a saída é pisar no freio.

Diante da deterioração do quadro macroeconômico nos últimos meses, BB e Caixa notaram uma piora das condições de captação externa, também refletindo a maior instabilidade do mercado com sinais de que o Federal Reserve — banco central dos Estados Unidos — gradualmente reduzirá os estímulos à economia norte-americana, retirando parte da liquidez global.

A Caixa, que pretendia emitir R$ 5,71 bilhões (US$ 2,5 bilhões) em sua estreia com bônus no exterior, levantou metade disso em setembro. O BB, que tem sido frequentador assíduo do mercado de bônus nos últimos anos, ainda considera captar neste ano, após ter feito sondagens mais cedo e decidido esperar mais.

Nos últimos anos, BB e Caixa conseguiram sustentar elevadas taxas de expansão do crédito, e reforçaram a estrutura de capital com recursos do Tesouro ou captações a baixo custo, dada a forte liquidez internacional.

Em 12 meses até setembro, a expansão da carteira de crédito do BB foi de 22,5%o, mais que o dobro da média dos principais concorrentes privados. No caso da Caixa, a expansão foi de 40%.

Fonte http://www.paraibatotal.com.br/

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Troca de dívida dá economia de até R$ 468

Com o endividamento das famílias em alta, a solução é procurar taxas de juros mais baixas 

O percentual de famílias paulistanas com alguma dívida atrasada chega a 55%. A dificuldade de colocar as contas em ordem está acompanhada da alta das taxas de juros e do aumento do custo de vida.

A melhor solução para amenizar este cenário desfavorável é fazer um planejamento financeiro e trocar as dívidas com taxas de juros mais altas por empréstimos mais baratos. “O consignado é a modalidade de crédito com menor risco para o banco e, por isso, tem as taxas menores”, disse Cristina Martinucci, assessora técnica do Procon-SP, órgão de defesa do consumidor.

A taxa média de juros do consignado é de 2,03% ao mês. No empréstimo pessoal ela sobe para 5,28%. Os bancos cobram, em média, 8,25% ao mês no limite do cheque especial. A taxa mais alta, sem dúvida, é a do cartão de crédito, que está em 9,37%. “O cliente precisa buscar sempre as opções de taxas mais baratas. Isso ajuda muito na hora de sanar as dívidas com os bancos”, afirmou Ricardo Pereira, consultor financeiro do programa Consumidor Consciente da MasterCard.

No caso de uma dívida de R$ 1 mil parcelada em dez vezes, o consumidor que troca a taxa mais alta do cartão de crédito (9,37%) pela taxa do empréstimo consignado (2,03%) terá uma economia de R$ 468 no final do prazo.

Para Maurício Galhardo, executivo da Praxis Business, o endividamento das famílias paulistanas já fez acender a luz de alerta no comércio da capital. “A inadimplência vem num ritmo crescente desde o segundo semestre do ano passado. Para este Natal, a expectativa de vendas no comércio é superar o ano passado em 3% ou 4% apenas.

Na comparação com anos anteriores, esta é uma performance muito inferior”, disse Marcel Solimeo, economista chefe da Associação Comercial de São Paulo.

Confira a vantagem na taxa de juros

O empréstimo de R$ 1 mil em dez vezes com as taxas médias de mercado teria parcelas de R$ 111,50 no consignado, R$ 131,27 no empréstimo pessoal, R$ 150,71 no cheque especial e R$ 158,37 no cartão. Veja a economia total trocando a dívida de taxa alta pelo empréstimo consignado.

Confira o programa de redução de dívidas elaborado por Maurício Galhardo, executivo da Praxis Business. São sete passos importantes:

1- Interromper a dívida
Parar de fazer novas dívidas é o pontapé inicial do programa de reorganização financeira. “Dívida é como uma guerra: temos de entrar para vencer, com vontade.”

2- Definir o tamanho da dívida total
É importante ter um panorama claro da situação. “Um desafio pode parecer muito grande à primeira vista, mas dividindo-se em partes menores, conseguiremos entendê-lo.”

3- Estabelecer o potencial de pagamento
Analisando as receitas e as despesas mensais, é possível chegar ao valor disponível para quitação de dívidas.

4- Priorizar os pagamentos
Como não dá para pagar todas as dívidas de uma vez, o caminho é priorizar aquelas que são mais caras.

5- Renegociar as dívidas
“Renegociar é estabelecer prazos, preços e garantias de forma que esse negócio possa ser honrado.”

6- Cancelar, vender e refinanciar
Quando a dívida toma dimensões muito grandes, talvez seja melhor pensar em algumas mudanças, como se desfazer do carro ou cancelar gastos com a TV a cabo, por exemplo.

7- Mudar hábitos
Mude a sua relação com as finanças. Faça mais cálculos e evite comprar por impulso.

Fonte http://www.redebomdia.com.br/ – Juca Guimarães

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