Sicoob Credisulca lança linha de crédito imobiliário

Sicoob Credisulca lança linha de crédito imobiliário


Financiamento estará a disposição para os associados da cooperativa com taxas e juros atrativos

Adquirir a casa própria por meio de financiamento é a forma que muitas famílias encontram para sair do aluguel. E se as taxas e os juros forem mais atrativas e a linha de crédito menos burocrática todo o processo de aquisição do próprio lar fica ainda mais fácil. Foi pensando em proporcionar tudo isso aos seus associados que o Sicoob Credisulca lançou a linha de crédito imobiliário, com ele é possível aliar comodidade e agilidade no processo de contratação.
Segundo a analista de crédito do Sicoob Credisulca, Aline Patel Biz Marques, a nova modalidade de crédito será concedida para o financiamento de até 80% do imóvel em alvenaria e localizado em área urbana. “O financiamento vale para aquisição de imoveis residenciais novos e usados e o associado pode utilizar o fundo de garantia por tempo de serviço – FGTS durante a contratação. Destaco também que nossa linha tem preços e prazos competitivos com o mercado, podendo ser contratado em até 30 anos”, explica a analista.
Para o presidente do Sicoob Credisulca, Romanim Dagostin, a nova opção de financiamento vem suprir uma necessidade do mercado. “Atualmente o financiamento imobiliário é a única forma pela qual muitas famílias conseguem adquirir a casa própria e as tradicionais instituições financeiras estão restringindo esse tipo de crédito na tentativa de reduzir despesas na área de recursos públicos. Nossa linha vem para somar e auxiliar nossos associados a realizar seus sonhos”, frisou Dagostin.
Entre os principais aspectos do crédito imobiliário lançado pela Credisulca, cabe destacar as taxas e juros mais baixos, a facilidade no acompanhamento do processo, limite de crédito adequado a renda do associado.

Fonte http://www.engeplus.com.br/noticia/economia/2017/sicoob-credisulca-lanca-linha-de-credito-imobiliario/

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Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Agência Brasil
Industria automobilistica

Com a greve dos bancários, financiamento para a compra de veículos caiu 8,5% em todo o país
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A greve dos bancários ampliou a queda na concessão de crédito pelos bancos, em setembro, principalmente das modalidades de crédito imobiliário, consignado e de financiamento de veículos, informou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Neste ano, a greve dos bancários, que teve inicio em setembro, durou 31 dias, com retorno dos bancários ao trabalho no dia 7 deste mês.

A greve afetou principalmente as modalidades em que é preciso negociar a liberação do crédito nas agências bancárias. Em setembro, as concessões do crédito consignado (com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento) caíram 24,4%. O financiamento para a compra de veículos caiu 8,5%. No caso do financiamento imobiliário, as concessões recaram 24,2%.

Tramitação demorada nos bancos

“Essa é uma concessão [de crédito imobiliário] que tem um trâmite mais demorado, que exige a presença do solicitante nas agências mais de uma vez. Uma agência fechada interrompe todos esses processos. Ano passado foi afetado de uma forma bem mais modesta, tinha recuado 4%, mas este ano afetou de forma significativa”, disse Maciel.

No total, as concessões de crédito de todas as modalidades caíram 7,2% em setembro em relação a agosto deste ano para pessoas físicas.

Maciel ponderou, entretanto, que o crédito seguirá em tendência de desaceleração mesmo sem a greve dos bancários. “A tendência do crédito é desaceleração, com expectativa de retração no ano. O resultado de setembro foi prejudicado pela paralisação bancária, mas isso não significa que haveria uma mudança de tendência. O crédito não irá liderar o movimento de reação da atividade econômica, mas tem como contribuir nesse processo”, disse Maciel.

No mês passado, o BC divulgou sua projeção para o saldo das operações de crédito este ano. Segundo estimativa do BC, os bancos vão registrar este ano a primeira queda no saldo das operações de crédito, na série histórica, iniciada em março de 2007. O recuou deve ser de 2%.

Em setembro, o saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,2% em relação a agosto e ficou em R$ 3,109 trilhões. Em 12 meses encerrados, o saldo das operações de crédito caiu 1,7%.

Taxas de juros

Em entrevista coletiva para explicar os dados do crédito em setembro, Maciel também afirmou que não há uma previsão de quando o efeito da redução da taxa básica, a Selic, será sentido nos juros cobrados dos consumidores. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14% ao ano.

Em setembro, a taxa média de juros cobrada de pessoas físicas subiu para 73,3% ao ano e do cheque especial (324,9% ao ano) e do cartão de crédito (480,3% ao ano) bateram novo recorde.

Segundo Maciel, às vezes os bancos se antecipam à redução da Selic e reduzem os juros do crédito e em outras situações levam alguns meses para reduzir as taxas cobradas dos clientes. “Não se espera uma defasagem muito longa. [A queda da Selic] reduz o custo de captação [de dinheiro pelos bancos] e isso contribui para redução de todas as taxas ativas”, explicou.

Fonte http://istoe.com.br/greve-dos-bancarios-derruba-credito-imobiliario-consignado-e-venda-de-carros/

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Crédito imobiliário tem queda de 31,5% em agosto, diz Abecip

Crédito imobiliário tem queda de 31,5% em agosto, diz Abecip

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança somaram R$ 4 bilhões em agosto, montante 5,2% acima do resultado observado em julho e 31,5% inferior ao registrado em agosto do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 29, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Entre janeiro e agosto, os financiamentos imobiliários totalizam R$ 30,4 bilhões, montante 46,2% inferior ao apurado em igual período de 2015. No acumulado de 12 meses (setembro de 2015 a agosto de 2016), foram destinados R$ 49,4 bilhões em crédito para o setor, retração de 48,9% comparativamente aos 12 meses precedentes.

Em agosto de 2016, 18 mil imóveis foram financiados, crescimento de 3,9% sobre os 17,3 mil imóveis financiados em julho. Na comparação com agosto do ano passado, as concessões foram 36,1% menores.

Entre janeiro e agosto, foram financiados 135,8 mil imóveis, recuo de 47% em relação ao mesmo período de 2015, quando o financiamento atingiu 256,1 mil unidades. Em termos acumulados (12 meses), o crédito imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 221,2 mil imóveis entre setembro de 2015 e agosto de 2016, com redução de 50,1% relativamente às unidades financiadas nos 12 meses precedentes.

Poupança

Os saques nas cadernetas de poupança voltaram a superar os depósitos em agosto, como já vinha ocorrendo ao longo de 2016 e na maioria dos meses do ano passado. Com isso, a captação líquida mensal foi negativa em R$ 3,5 bilhões.

Em termos acumulados, entre janeiro e agosto de 2016, a captação líquida ficou negativa em R$ 39,1 bilhões, volume inferior ao registrado em igual período de 2015, quando ficou em R$ 45,8 bilhões negativos.

Fonte http://istoe.com.br/credito-imobiliario-tem-queda-de-315-em-agosto-diz-abecip/

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BA – Feirão terá imóveis novos com entrada parcelada em Feira e Salvador; veja simulações

BA – Feirão terá imóveis novos com entrada parcelada em Feira e Salvador; veja simulações

imoveis

A construtora MRV Engenharia está realizando evento em Feira de Santana, até o dia 31, quando vai chegar a Salvador

Feirão para Tudo é o nome do evento de vendas que a construtora MRV Engenharia está realizando em Feira de Santana, até o dia 31, quando vai chegar a Salvador. Na Princesinha do Sertão, o feirão acontece no interior do Shopping Boulevard e conta com imóveis de dois ou três quartos que podem ser adquiridos sem pagamento de sinal e entrada parcelada em até 36 vezes.

Segundo o diretor regional da companhia, Yuri Chain, um dos principais benefícios de um evento como este é a comodidade propiciada ao consumidor. “Quem está passeando pelo shopping, ou até quem mora perto do local, pode dar uma passada e conferir as ofertas. Também temos atendimento de corretores e correspondentes bancários da Caixa e do Banco do Brasil que fazem simulações de financiamentos”, diz.

Quem comparecer ao feirão poderá comprar imóveis prontos para morar, em construção ou na planta, a partir de R$ 89,9 mil.
Condições
Em Feira, a construtora tem quatro empreendimentos à venda: Parque Filipinas, Parque Fonte das Águas, Parque Florença e Parque Flora. São cerca de mil apartamentos disponíveis.

Entre os benefícios oferecidos, além da entrada parcelada em até 36 vezes, estão o financiamento da moradia em até 30 anos pela Caixa Econômica ou Banco do Brasil, a possibilidade de utilização do FGTS e as vantagens do programa Minha Casa Minha Vida.

“É uma linha de recurso mais barata. Pelo programa, os juros ficam abaixo da inflação”, conta Chain.
A partir do dia 1º de setembro será a vez de Salvador receber o evento. O feirão, que contará com 1.150 imóveis ofertados, acontecerá até o dia 15, no Shopping da Bahia.

Veja quanto pode ficar o financiamento da casa própria
Ainda que a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA) não tenha divulgado os imóveis que estarão em oferta no Salão Imobiliário – entre 16 e 18 de setembro -, o CORREIO fez uma busca entre as incorporadoras e encontrou ofertas para Imóveis como o Residencial Terra Brasilis, em Camaçari, e o Residencial Vila Imperial, em Marechal Rondon, ambos empreendimentos da Construtora Tenda. Os dois, inclusive, contam com subsídios de R$ 20 mil do Programa Minha Casa Minha Vida.

Outra construtora que vai participar do Salão é a MVL Incorporadora, que está oferecendo condições especiais para o 5ª Avenida Residence, em Patamares. O empreendimento conta com unidades de 2 quartos e sai por R$ 415 mil. Funcionários públicos podem financiar até 90% e a entrada de 10% é dividida em até duas vezes. Para ajudar quem pretende adquirir um imóvel novo, a reportagem levantou uma simulação de planos de financiamento na Caixa Econômica de até 80% do valor dos imóveis.

Na amostragem, foram utilizados três valores diferentes:

Fonte http://www.correio24horas.com.br/single-economia/noticia/feirao-tera-imoveis-novos-com-entrada-parcelada-em-feira-e-salvador/?cHash=1832b749fe827f3ebf3783e2da18f8c4

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RS – Feirão da Caixa supera R$ 1,1 bilhão em vendas

RS – Feirão da Caixa supera R$ 1,1 bilhão em vendas


Natasha e Machado fecharam a compra de seu primeiro imóvel
FREDY VIEIRA/JC
Adriana Lampert

Mais de R$ 1,1 bilhão em negócios foram fechados durante os três dias da 12ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria, em Porto Alegre. O evento superou as expectativas não só de negociações, mas também de público, que ultrapassou a marca de 15 mil visitantes. A maioria das negociações girou em torno do financiamento de habitação popular do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) e das demais operações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), cujo teto no Rio Grande do Sul é de R$ 200 mil.
O subsídio do governo federal foi o atrativo para grande parte dos consumidores, a exemplo do metalúrgico Emerson Machado e da namorada Natasha Biazoli. Eles adquiriram uma casa na planta, com entrega prevista para março de 2017, em um condomínio fechado localizado no bairro Granja Esperança, em Cachoeirinha. “O valor do imóvel passou de R$ 170 mil para R$ 138 mil. Estamos muito felizes de ter o financiamento aprovado”, afirmou Natasha, que é estudante de Direito. “Agora, é aguardar 20 dias, quando iremos assinar o contrato de compra com a Caixa.”
“Esta edição foi basicamente focada em atender à demanda de famílias com renda bruta intermediária de até R$ 6,5 mil”, comenta o superintendente Executivo de Habitação da Caixa Econômica Federal (CEF), Anderson da Cunha Possa. A maioria dos 15,5 mil imóveis em oferta se enquadrou na categoria popular, que, além de poder utilizar o subsídio do governo federal de até R$ 25 mil (pelo Minha Casa Minha Vida), tem as taxas de juros (que variam de 5% a 8%) mais baixas e podem ser financiados em até 90%.
Para imóveis acima de R$ 200 mil, o financiamento cai para 80%, e o juros variam de 10% a 12%. “Cerca de 90% dos nossos produtos são destinados à habitação popular, localizados em Porto Alegre, Cachoeirinha e Canoas”, afirma o gerente comercial da Bolognesi, construtora que comercializou 200 imóveis durante os três dias de evento, alcançando um VGV (valor geral de vendas) de R$ 30 milhões. O superintendente da CEF explica o bom desempenho do evento: “Não houve desaquecimento de demanda nesta faixa de valores. Prova disso é que, neste ano, a visitação foi maior que em 2015, quando 11 mil pessoas compareceram durante os três dias de feira”.
No total, 35 construtoras, 33 imobiliárias e 37 correspondentes imobiliários da Caixa ocuparam os estandes do Centro de Exposições da Fiergs, onde ocorreu o Feirão. “A maioria destes parceiros afirmou que a finalização de negócios dentro da feira também foi maior que no ano passado”, destaca Possa. As ofertas incluíram 28 empreendimentos novos, de um total de 12,5 mil imóveis zero e 3 mil usados. “Estamos captando bastante clientes, mas a maioria não está comprando no ato, porque o padrão dos nossos imóveis em prateleira é de médio a alto”, comenta o corretor da Imobiliária Foxter, Leandro Padrax, ao destacar que a empresa preparou descontos especiais para o Feirão. “Os imóveis de médio padrão estavam com descontos de mais de R$ 100 mil”, exemplifica.
Confirmando que o mercado de habitações populares se mantém aquecido, a diretora Comercial da MRV, Lilian Tavares, comemora: “Somente neste domingo, vendemos mais de 50 unidades”. A incorporadora esteve presente no Feirão com mais de 3 mil imóveis localizados em Porto Alegre e Região Metropolitana.

Indecisos aproveitam para pesquisar preços e oportunidades

Apesar do elevado número de vendas, nem todos os consumidores que circularam pela Fiergs decidiram fechar negócio no evento. Alguns estavam inclusive estreando a busca por ofertas para a compra de uma casa própria dentro da feira. Por volta das 16h de domingo, a servidora pública da prefeitura de Porto Alegre, Graziela Severo da Silva, chegou ao centro de exposições acompanhada do marido e da filha buscando encontrar um imóvel com valor até R$ 160 mil. “Nossa renda familiar é de R$ 5 mil e ainda moramos de aluguel. Mas hoje vamos só dar uma olhada, pois queremos pensar bem, para não assumir uma parcela muito alta.”
O advogado Remo Valim também preferiu ponderar. Ele e a esposa Marta foram à Fiergs na tarde de ontem para procurar um apartamento para a filha Vanessa Valim, de 33 anos. Mãe de duas crianças, Vanessa é biomédica e conta com renda familiar de R$ 6 mil. Procurando um imóvel na faixa de R$ 200 mil, a ideia da família era aproveitar o subsídio do Minha Casa Minha Vida. “No entanto, os apartamentos desta faixa são um pouco mais distantes, teremos que ir no local para verificar a estrutura antes de decidir comprar”, explica o pai da biomédica. “A ideia hoje é pesquisar. Queremos comprar em breve, mas não será hoje”, afirma Valim, que sempre adquiriu imóveis a longo prazo. O trio chegou no Feirão às 10h de domingo e percorreu praticamente todos os estandes espalhados em 2,4 mil m². “Tem bastante imóvel bom, mas tem que aliar o preço à distância. Ainda vamos pensar melhor.”
CEF deve injetar R$ 90 bilhões em financiamentos durante 2016

Considerado o maior do ramo imobiliário, o Feirão da Caixa acontece também em outras 13 cidades do País, até junho de 2016. Na edição de Porto Alegre, a instituição manteve um espaço com dezenas de funcionários especializados em crédito habitacional para ajudar os consumidores a realizar uma simulação, com base nos documentos. “A partir da renda da família, fica mais fácil decidir qual imóvel é mais adequado”, lembra Possa.
Além do espaço de triagem, a instituição esteve presente com outros dois estandes: Caixa Seguradora, oferecendo serviços de seguro comercial e residencial; e Caixa Imóveis, com oferta de financiamento para compra de unidades retomadas por inadimplência ou entregues como garantia em operações com a Caixa. Conforme Possa, em 2015, a CEF injetou R$ 90 bilhões em financiamento habitacional no País.

Fonte http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/05/economia/500556-feirao-da-caixa-supera-r-1-1-bilhao-em-vendas.html

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PE – Feirão da Casa Própria da Caixa termina com queda no número de contratos

Feirão da Casa Própria da Caixa termina com queda no número de contratos

Número de contratos firmados foi menor que em 2015 e renda total do evento foi a metade do que foi arrecadado em 2014


Foto: Reprodução/Caixa

O Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, que se encerrou no último domingo (22) e aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, não teve um resultado possitivo. O evento terminou com uma queda registrada no número de contratos firmados. O público, em torno de 22 mil pessoas, manteve a média das edições dos anos anteriores.

As construtoras e imobiliárias apostaram no financiamento do programa federal Minha Casa Minha Vida. No entando, o saldo foi menor que em 2015: cerca de 3.390 contratos. O volume de negócios, R$ 555 milhões, é a metade do contabilizado em 2014.

O Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal disponibilizou mais de 20 mil imóveis, dos quais 15.300 eram novos. Quem não conseguiu concretizar o sonho da moradia pode procurar qualquer agência do banco e negociar. O superintendente regional da Caixa, Paulo Nery, afirma que há, sim, um ganho neste tipo de evento:

Rádio Jornal
Postado por Rebeca Montenegro

Fonte http://radiojornal.ne10.uol.com.br/noticia/2016/05/23/feirao-da-casa-propria-da-caixa-termina-com-queda-no-numero-de-contratos-46696

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Crédito imobiliário em fevereiro cai 50,3%, diz Abecip

Crédito imobiliário em fevereiro cai 50,3%, diz Abecip

SÃO PAULO (Reuters) – O volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em fevereiro somou 3,2 bilhões, queda de 2,7 por cento sobre o mês anterior e de 50,3 por cento sobre fevereiro de 2015, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
No primeiro bimestre de 2016, os financiamentos no setor somaram 6,5 bilhões de reais, queda de 58,3 por cento na comparação com igual etapa de 2015.
Em número de unidades, fevereiro teve 14,7 mil imóveis financiados pelo sistema expansão mensal de quase 9 por cento, mas recuo de 49,2 por cento sobre um ano antes.
Segundo a Abecip, a fraqueza do setor reflete em parte a tendência de menor disponibilidade de recursos, dado os sucessivos saques nas cadernetas de poupança. Em fevereiro, a caderneta de poupança teve saída líquida de 6,7 bilhões de reais.
(Por Aluisio Alves)
Fonte Reuters
Fonte http://extra.globo.com/noticias/economia/credito-imobiliario-em-fevereiro-cai-503-diz-abecip-18951507.html

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Limite de empréstimo de 70% de imóvel usado começa a valer na quinta-feira

Limite de empréstimo de 70% de imóvel usado começa a valer na quinta-feira

Caixa alterou as condições de financiamento de 50% para 70% no começo do mês

ROSANA RIFE


Novidade pode reaquecer setor imobiliário
A partir de quinta-feira (24), quem quiser financiar um imóvel usado pela Caixa Econômica Federal precisará de, no máximo, 30% do valor do imóvel para dar de entrada.

O banco alterou, no começo do mês, as condições para o financiamento habitacional, elevando de 50% para 70% o montante emprestado.

O percentual é válido para trabalhadores da iniciativa privada. Para servidores públicos, o limite é de 80%

A novidade trouxe alento para o setor imobiliário, que desacelerou em todo o País. Na região, as vendas de imóveis usados caíram 40% no ano passado.

Isso porque a instituição passou a exigir metade do valor do apartamento ou da casa como entrada desde maio de 2015, complicando a vida de muitos que querem comprar a casa própria. “Agora, esperamos que as vendas subam em torno de 15% em imóveis usados e novos, já que um puxa o outro”, informa o diretor regional do Creci, Carlos Ferreira.

Pró-cotista

A Caixa também vai liberar dinheiro, cerca de R$ 7 bilhões, para a linha de crédito Pró-Cotista. Há muitas pessoas esperando o dinheiro chegar nas agências para assinar o contrato.

A data ainda não foi confirmada, mas a informação é de que o dinheiro chegue nessa segunda quinzena de março.

As taxas nessa modalidade vão de 7,85% a 8,85% de juros ao ano para compra de imóveis de até R$ 750 mil.

Cuidado

Apesar da boa notícia, a recomendação dos especialistas é ter cautela, já que o cenário econômico e político não está tranquilo e menos ainda favorável para assumir prestações a longo prazo, diz a economista Karla Simionato.

“Em termos de financiamento, a mudança é boa. Mas os juros ainda estão altos e o nível de desemprego ainda é elevado. O melhor é aguardar mais um pouco”.
Mudanças

O limite do financiado passou de 50% para 70% do valor do imóvel com dinheiro da poupança para trabalhadores da iniciativa privada. Já para servidores públicos o índice passa para 80%.

O percentual também sobe de 40% para 60% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

Os juros estão na faixa de 9% e não há limite de renda.

Como contratar

> Faça uma simulação para saber de quanto vai precisar para comprar a casa.

> Confira a documentação necessária e leve até uma agência da Caixa ou Correspondente Caixa Aqui.

> O banco vai analisar a papelada, e, após a aprovação do cadastro, apresenta as condições permitidas.

> O que pode incluir o tipo de financiamento, se dá para usar o FGTS, o valor de financiamento, a prestação e o prazo para pagar.

> Aprovado o cadastro, a Caixa faz a avaliação do imóvel e você assina o contrato.

Dicas

Faça muitas contas e veja se a prestação caberá no seu bolso.

Lembre-se que você vai assumir uma conta a ser paga por um longo período e isso impacta em cheio o seu orçamento.

Por isso, em momentos de crise, é sempre bom redobrar a cautela. Verifique se o seu emprego não está ameaçado.

Se estiver pronto para enfrentar a negociação, faça simulações e confira quanto poderá dispor para a compra.

Com o valor na cabeça, pesquise muito. Visite vários imóveis até achar o que te traz o melhor custo x benefício.

Veja os serviços ao redor. Faça contas sobre grana que vai gastar com transporte. Se vai facilitar o seu dia a dia e o da sua família também.

Daí, é hora de barganhar. O mercado imobiliário tá bem devagar. Os preços têm caído e quem quer mesmo vender, está disposto a negociar.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/limite-de-emprestimo-de-70-de-imovel-usado-comeca-a-valer-na-quinta-feira/?cHash=467314862298b912549f3dcaee35da94

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Site pesquisa imóvel pelo valor da parcela do financiamento

Site pesquisa imóvel pelo valor da parcela do financiamento


Francesco Rossetti/Thinkstock

Pesquisa do imóvel
Busca por imóveis: ferramenta de busca do Zap permite pesquisar imóveis pelo valor da parcela do financiamento que caiba no bolso

O portal de classificados imobiliários Zap lançou uma funcionalidade que permite buscar imóveis no site pelo valor da parcela do financiamento que cabe no bolso de cada comprador.

De acordo com Alessandro Silva, diretor do Zap, a nova ferramenta é importante para mostrar aos usuários que é necessário verificar qual a capacidade de pagamento do financiamento antes de buscar por imóveis de determinada faixa de preço. “Dessa forma, é possível economizar tempo na busca e evitar que a negociação avance, mas não seja possível obter o crédito no banco depois, principalmente em um momento no qual os bancos estão mais restritivos para conceder crédito” (veja quais os imóveis que você pode financiar de acordo com a sua renda).

Para utilizar a funcionalidade, o usuário deve escolher a opção “Busca Avançada”, disponível na página principal do site, e clicar em “Faixa de preço” e “Buscar por parcela”. Basta então inserir o valor da entrada, valor da parcela e prazo do financiamento para saber qual o preço máximo do imóvel que pode ser financiado e realizar a busca com base neste critério.

Ao informar o valor da parcela, o usuário deve calcular o valor correspondente a 30% da sua renda bruta familiar, já que esta é a regra seguida pela maioria dos bancos. Alguns deles, como o Itaú, podem considerar a renda líquida, ou seja, o valor do salário já descontado impostos e benefícios, no caso de trabalhadores com carteira assinada. Portanto, é recomendável verificar qual a regra seguida pelo banco no qual há interesse em contratar o financiamento antes de simular o valor.

Para realizar a simulação, o Zap leva em conta uma taxa de juros média cobrada no crédito imobiliário por três grandes bancos: Caixa, Itaú e Bradesco, que será atualizada pelo site mensalmente. Portanto, a ferramenta serve apenas como uma referência, já que as taxas podem variar em cada banco e, dependendo do relacionamento do cliente com a instituição financeira, pode ser menor. Linhas subsidiadas pelo governo também podem ter juros mais baixos.

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/site-pesquisa-imovel-pelo-valor-da-parcela-do-financiamento – Marília Almeida Marília Almeida, de EXAME.com

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Crédito é aposta para elevar setor imobiliário

Crédito é aposta para elevar setor imobiliário


Vieira acredita em incremento a partir de março (Foto: Mila Cordeiro l Ag. A TARDE)

Especialistas e representantes do mercado imobiliário baiano esperam os efeitos das recentes medidas do Conselho Monetário Nacional (CMN) de incentivo aos bancos para o oferecimento de mais crédito imobiliário. Informações de fontes ligadas a bancos de Salvador geram a expectativa no mercado de que os efeitos dessa medida do governo comece a ser sentida já a partir de março.
Na semana passada, o Conselho Monetário Nacional definiu uma resolução concedendo aos bancos um prazo de 12 meses para aplicar os recursos da poupança no crédito imobiliário. Com a resolução, em vez de recolher o dinheiro ao Banco Central e assim ter menos dinheiro para conceder crédito, os bancos têm um prazo maior para obter novos recursos e aplicar nos financiamentos imobiliários.
Para o presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-BA), Luciano Muricy, a medida é positiva principalmente após meses de perdas históricas na caderneta de poupança, o principal recurso utilizado para o crédito imobiliário. Em 2015, R$ 53 bilhões foram retirados da poupança. Muricy, no entanto, avalia que não é suficiente.
“Os bancos maiores estão com dificuldades para emprestar pela falta de recursos. Essa medida de certo modo vai ajudar um pouco. Mas nós precisamos de outras medidas estruturantes para consertar a economia. Essas medidas são pontuais e por isso têm eficácia pontual”, afirma Muricy.
Presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-BA), Samuel Arthur Prado acredita que apenas uma redução na taxa de juros dos financiamentos poderia contribuir para a recuperação do mercado. Em sua avaliação, foram as menores taxas de juros um dos importantes fatores para o boom imobiliário do Brasil. “A gente vem cobrando que o governo baixe as taxas de juros para incentivar o mercado. Isso precisa ser realmente retomado para a retomada também do mercado, que está parado”, diz o presidente do Creci-BA.

Dificuldades nas vendas
A escassez de crédito virou rotina no trabalho do corretor Crisnilson Lacerda, gerando uma verdadeira peregrinação dos clientes aos bancos e até atrapalhando as vendas. “Não é mais como era antes, tem que ir procurando de agência em agência, porque há muitas que já atingiram a meta e não têm mais disponibilidade de crédito. Não está impossível, mas dá mais trabalho porque, anteriormente, o cliente chegava em qualquer agência e conseguia um financiamento”, conta Lacerda.
Assessor imobiliário e corretor de imóveis Siney Vieira, por meio dos contatos com interlocutores de bancos, afirma que a expectativa do mercado é que as medidas comecem a fazer efeito a partir de março. “Há uma expectativa que na primeira semana de março a coisa volte a normalizar e o fluxo financeiro melhore. Eles (os bancos) assinaram o protocolo, mas ainda não aconteceu na prática a melhora”, diz Vieira. Neste caso, ele defende uma atuação maior dos corretores e correspondentes bancários, que auxiliam os clientes na busca por crédito.
O bancário Ivan Alírio Castro Filho viveu essa peregrinação por crédito para financiar um apartamento que pretende comprar. O processo está aberto, mas ainda não recebeu respostas do banco.
“Não estou tendo uma experiência muito boa. Os bancos estão solicitando documentos a ponto de cansar. Não falam que tem essa dificuldade abertamente, mas quem já comprou imóvel antes e tem conhecimento do mercado percebe a dificuldade da liberação”, afirma Castro Filho.
Procurados, os bancos do Brasil e Bradesco não comentaram a decisão. A Caixa Econômica Federal afirmou, por nota, que o objetivo é incentivar a securitização do crédito imobiliário, “uma importante alternativa para gerar recursos para os financiamentos”.

Fonte http://atarde.uol.com.br/imoveis/noticias/1748393-credito-e-aposta-para-elevar-setor-imobiliario – Paula Janay

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O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário.

Com estímulo, bancos terão mais crédito imobiliário

http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2015/12/594932/size_810_16_9_casa-imovel.jpg
Thinkstock/Jeng_Niamwhan

Casa própria: por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário

O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário.

Em reunião extraordinária, realizada ontem (10), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu uma resolução, divulgada hoje (11), que permite uma melhor gestão das carteiras de crédito imobiliário dos bancos.

Os bancos ganharam um prazo de 12 meses para aplicar recursos de poupança no crédito imobiliário, quando venderem parte da carteira imobiliária.

Por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário.

Quando esse percentual é descumprido, os bancos são obrigados a recolher ao BC montante equivalente à insuficiência de aplicações imobiliárias.

Ao vender parte da carteira imobiliária, o valor cedido tinha que ser total e imediatamente deduzido do saldo de operações de financiamentos imobiliários consideradas para efeito de verificação do cumprimento das exigibilidades de aplicação da poupança.

Agora, em vez de recolher o dinheiro ao BC e assim ter menos dinheiro para conceder crédito, os bancos têm um prazo para obter novos recursos e aplicar nos financiamentos imobiliários.

“Assim, uma instituição que eventualmente esteja operando exatamente no limite mínimo de aplicação obrigatória em financiamentos imobiliários, que no caso é 65% do saldo médio dos depósitos de poupança, teria, caso vendesse parte de sua carteira imobiliária, de recompor imediatamente o montante vendido, por meio da contratação de novas operações imobiliárias”, explicou a Assessoria de Imprensa do BC.

“Do ponto de vista operacional, a resolução permite que os créditos imobiliários cedidos a companhias securitizadoras sejam deduzidos do direcionamento não imediatamente, mas proporcionalmente ao longo de 12 meses”, acrescentou o BC.

Títulos

A securitização, feita por uma empresa especializada, a securitizadora, ocorre quando os créditos imobiliários são transformados em títulos, denominados Certificados de Recebíveis Imobiliários e negociados no mercado financeiro.

Para o BC, o prazo de 12 meses facilita a gestão de ativos e passivos das instituições financeiras, uma vez que é complexo o processo de contração de financiamentos imobiliários, “que envolve rigorosos processos de análise de crédito, obtenção de certidões e avaliações de garantias”.

“Ao conferir prazo um pouco mais dilatado para aplicar os recursos, cria condições mais propícias às instituições financeiras venderem seus créditos para fins de securitização, obter novos recursos e aplicá-los em novos financiamentos imobiliários”, acrescentou o BC.

O BC acrescentou ainda que a medida é complementar à anunciada pelo Ministério da Fazenda na semana passada de aquisição de R$ 10 bilhões de CRI pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), gerido pela Caixa Econômica Federal.

A medida libera mais recursos para a Caixa conceder crédito imobiliário.

Fonte Da AGÊNCIA BRASIL
Fonte http://exame.abril.com.br/economia/noticias/apos-estimulo-do-governo-bancos-poderao-oferecer-mais-credito-imobiliario

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Caixa Federal limita crédito para imóveis

Caixa Federal limita crédito para imóveis

Devido ao aumento de saques da poupança, banco está mais criterioso no financiamento

A Caixa Econômica Federal aumentou o rigor para dar crédito imobiliário, devido à elevação dos saques da caderneta de poupança, principal fonte de recursos para a modalidade de empréstimo. A aprovação dos pedidos de financiamento, segundo a agência de notícias Reuters, passou a ser mais rigorosa e demorada. Clientes sem renda formal ou estável, como autônomos, teriam os pedidos reprovados. E os contratos avalizados têm que esperar até cinco meses para receber os recursos e pagam um valor maior de entrada.

De acordo com a Reuters, dois gerentes de agências da Caixa em São Paulo confirmam o aumento do rigor na aprovação das propostas. Eles informaram que estão fazendo menos crédito imobiliário e mais devagar. A prioridade estaria voltada para os mutuários de empreendimentos financiados pelo próprio banco.

O movimento ocorre em função dos resgates no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principal fonte de financiamentos para o setor. Em 2015, a poupança teve resgates líquidos recordes de R$ 53,57 bilhões.

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto de Abreu Filho, a consequência será o encarecimento do crédito.
A Caixa aposta na expansão da carteira imobiliária pelo Minha Casa, Minha Vida que usa recurso do governo federal. Mas a terceira fase do programa terá 2 milhões de unidades, 1 milhão a menos do que o anunciado anteriormente.

Executivos de construtoras afirmam que o aumento do rigor também atingiu o programa. O diretor de relações institucionais da Cury Construtora, Ronaldo Cury, afirmou que pessoas com renda não estável, como taxistas, têm mais dificuldades para conseguir crédito. Em nota à Reuters, a Caixa informou que “sempre foi e continuará rigorosa nos critérios de concessão de crédito” e que segue os critérios de apuração de renda definidos pelo BC.

Fonte O DIA
Fonte http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2016-02-06/caixa-limita-credito-para-imoveis.html

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Crédito imobiliário da Caixa atinge recorde de R$134,9 bi

Caixa Econômica Federal estima que a modalidade continue crescendo em 2014, ficando de 10% a 20% acima do registrado no ano passado

Em 2013, o crédito imobiliário da Caixa totalizou 134,9 bilhões de reais, ante uma estimativa de 130 bilhões para o ano, informou a instituição nesta segunda-feira.

De acordo com o banco, do montante aplicado no último ano, 65 por cento foram destinados à aquisição de imóveis novos e 35 por cento para usados.

“No total, foram 61,64 bilhões de reais em aplicações com recursos da poupança (SBPE), mais de 50 por cento de tudo o que foi feito no mercado”, disse o banco em comunicado. Outros 41,22 bilhões foram das linhas que utilizam recursos do FGTS e 20,47 bilhões de reais de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). As demais fontes somaram 11,57 bilhões de reais.

Os financiamentos para aquisição ou construção de imóveis individuais corresponderam a 79,12 bilhões de reais e os financiamentos para a produção de imóveis atingiram 55,83 bilhões de reais.

“O financiamento direto à produção vem apresentando crescimento significativo nos últimos anos, saindo de 14 por cento do total do crédito imobiliário do banco, em 2007, para 41 por cento do total aplicado em 2013”, acrescentou a Caixa.

Minha casa, minha vida

O Minha Casa Minha Vida encerrou o ano com 900 mil unidades contratadas, levando para 3,24 milhões de unidades contratadas desde o lançamento do programa, disse o banco.

Até o final de 2013, o programa do governo entregou mais 1,5 milhão de moradias.

Fonte http://exame.abril.com.br/

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Crédito imobiliário no Brasil crescerá até 20% em 2014

O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octávio de Lazari Junior, disse, nesta terça-feira, 3, que espera um crescimento de 15% a 20% nos financiamentos em 2014. “Prevemos um crescimento de 15%, que é uma perspectiva moderada. Eu acredito que avançaria até 20%”, disse. Na avaliação do executivo, a expansão do crédito será sustentada pelo apetite dos bancos pela carteira imobiliária, associada à recuperação das empresas de construção e boas condições de emprego e renda da população. “A tendência é muito positiva”, acrescentou.

Lazari também reiterou a estimativa de que o crédito imobiliário para compra e construção de imóveis no País ultrapasse os R$ 100 bilhões em 2013. A projeção de alta é o equivalente a um crescimento na faixa dos 20% em relação a 2012, quanto totalizou R$ 82,76 bilhões. Os dados contabilizam apenas os financeiros cujos recursos provêm da poupança.

Entre janeiro e outubro, o crédito cresceu 34% ante o mesmo período do ano passado, atingindo R$ 88,0 bilhões, segundo Lazari. “É mais do que todo o ano de 2012”. Segundo o executivo, a concessão de financiamentos segue consistente para pessoas físicas. Neste segmento, a alta acumulada no ano está na faixa de 40%, atingindo R$ 63 bilhões. Ele destacou, no entanto, a recuperação dos financiamentos para as empresas de construção, que fecharam o ano de 2012 em queda de 20% e nos primeiros dez meses de 2013 já subiram 19%. “Isso mostra capacidade de realização dos empreendedores brasileiros”, frisou.

O presidente da Abecip disse também que a fatia do crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do País subiu para 8% no fim de outubro, ante patamar entre 5% e 6% em 2012. Na sua opinião, os financiamentos ainda têm condições para crescer frente à economia brasileira, e não há risco de bolha imobiliária.

“Quem fala de bolha é o pessoal de fora. Quando isso acontece, convidamos essas pessoas a vir ao Brasil, ver a situação de perto”, afirmou, explicando que a grande maioria dos compradores brasileiros adquire o imóvel para morar e não para especular como ocorreu em outros países. Além disso, os financiamentos representam 62% do valor dos imóveis financiados aqui, enquanto nos países que enfrentaram bolhas chegavam a até 100%. Octávio de Lazari Junior foi reeleito para mais um mandato de dois anos à frente da Abecip. O executivo, proveniente do Bradesco, assumiu o comando da associação em 2011.

Fonte http://oestadodoparana.pron.com.br/

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Como economizar até R$ 368 mil no financiamento imobiliário em bancos

A PROTESTE Associação de Consumidores pesquisou o Custo Efetivo Total (CET) do crédito imobiliário dos bancos e constatou que o consumidor pode economizar até R$ 368 mil se souber pesquisar bem as taxas de juros e demais custos do financiamento. 
O consumidor que financiar 80% de um imóvel de R$ 800 mil no Santander, por exemplo, terá um CET de 9,98% ao ano e pagará mais de R$ 1,94 milhão no final do financiamento, após 30 anos. Mas se tiver algum relacionamento e abrir uma conta-salário na Caixa, consegue um CET de 9,07% ao ano. No final, pagará quase R$ 1,58 milhão no mesmo período – um pouco mais de R$ 368 mil a menos do que no Santander.

Para o estudo, foi levantado o CET do financiamento imobiliário nos oito maiores bancos do país, levando em conta três cenários diferentes – todos com 80% de valor financiado, pago em 30 anos, com exceção do Banco do Brasil, que tem prazo máximo de financiamento de 25 anos nos perfis 1 e 2.

No crédito um imóvel de R$ 150 mil (perfil 1); o CET no Citibank é de 10,25% ao ano. Já na Caixa, o mesmo empréstimo sai a um custo de 8,23% anual.

O consumidor que usar o FGTS ou se enquadrar no programa Minha Casa, Minha Vida também consegue um CET menor se optar pela Caixa, de 7,69%. Já no Banco do Brasil, o CET é de 8,97%.

Manter relacionamento com o banco também é uma forma de economizar, pois as taxas cobradas são mais baixas do que para os que apenas tomam o crédito.

Para financiar um imóvel de R$ 400 mil (perfil 2), o CET na Caixa para quem tem relacionamento e abre uma conta salário é de 8,64%. E para quem apenas toma o crédito, a taxa é de 9,67%.

E no financiamento de um imóvel de R$ 800 mil (perfil 3), na Caixa, o CET para quem apenas toma o crédito é de 10,05% ao ano, já quem utiliza os serviços da instituição paga 9,26% no mesmo banco. Se possuir a conta salário, esse CET cai para 9,07% ao ano.

No Banco do Brasil, o CET é de 10,51% para o consumidor que apenas faz o financiamento, para quem possui conta-salário e paga as prestações em dia, o CET é menor, 9,51%.

Os bancos avaliados foram: Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.
Fonte http://www.tribunadabahia.com.br/

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Cliente pode poupar mais de R$ 200 mil ao pesquisar crédito imobiliário

Valor que se pode poupar – ou perder – aumenta quanto maior for a quantia financiada

Quem sabe pesquisar as taxas de juros e demais custos de financiamento de um imóvel pode economizar dezenas de milhares de reais ou mesmo centenas de milhares ao longo de 30 anos.

A entidade levantou o custo efetivo total (CET) do crédito imobiliário em oito bancos, expresso na forma de porcentagem ao ano. Calculou quanto isso significa em reais, considerando o Sistema de Amortização Constante (SAC), em que as parcelas são mais altas no início e mais baixas no fim.

Um casal com renda de R$ 4,5 mil, por exemplo, consegue um CET de 10,25% ao ano no Citibank, ao financiar 80% de um imóvel de R$ 150 mil. Já na Caixa Econômica Federal, o mesmo cliente obtém o empréstimo a um custo de 8,23% anuais.

A diferença do CET de um banco para o outro é de menos de 2 pontos percentuais ao ano. Parece que não faz diferença, mas este blog calculou que, ao longo de 30 anos, o cliente do Citibank terá desembolsado aproximadamente R$ 300 mil com o financiamento (sem contar o valor da entrada), enquanto o da Caixa gastará menos de R$ 270 mil, ou seja economizará cerca de R$ 30 mil.

O valor que se pode poupar – ou perder – aumenta quanto maior for a quantia financiada. Para parcelar 80% de um imóvel de R$ 800 mil, o cliente do Banrisul, por exemplo, terá um custo de 11,5% ao ano e desembolsará em torno de R$ 1,7 milhão ao longo de 30 anos. A mesma pessoa pode conseguir uma taxa de 9,25% se abrir uma conta-salário na Caixa. Dessa forma, gastará R$ 1,5 milhão no período, ou R$ 200 mil a menos do que no Banrisul.
Fonte Com informações Estadão
Publicado Por: Lídia Brito

Fonte http://180graus.com/noticias

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BB vê forte competição no crédito a veículos, imobiliário e consignado

O crescimento dos financiamentos imobiliários, o aumento do custo de captação causado pela elevação da Selic e a concorrência entre bancos foram alguns dos motivos que afetaram negativamente o spread de crédito do Banco do Brasil (BB), explicou Ivan de Souza Monteiro, vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB, durante teleconferência com analistas.

“Claramente, houve um retorno da forte competição no financiamento à aquisição de veículos, imobiliário e consignado”, explicou Monteiro.

Vale lembrar que ao longo de 2013, os grandes bancos privados deram foco a segmentos de menor risco, como os de crédito consignado e imobiliário, para fugir da inadimplência.

Ainda durante a teleconferência, Monteiro foi questionado se o banco vai dar mais atenção às receitas de serviços, dado o cenário atual de spreads em queda. O executivo respondeu que não pode dar muitos detalhes sobre as perspectivas para o ano que vem. Ele acrescentou, no entanto, que a performance comercial do banco na área de seguros tem sido “espetacular” e que os resultados prometidos têm sido entregues.

A linha de cartões também tem crescido acima do mercado e organicamente, segundo Monteiro. “Essas áreas continuarão sendo prioritárias para performance no ano que vem.”

Monteiro disse que espera uma melhora “muito grande” dos resultados do Banco Votorantim em 2014.

O avanço das despesas financeiras de captação do BB refletem o aumento recente da taxa básica de juros, a Selic. No terceiro trimestre deste ano, essas despesas aumentaram 13,1% em relação ao período de abril a junho e 10,7% na comparação com terceiro trimestre do ano passado.

Sobre volume de calotes e créditos duvidosos no terceiro trimestre, apontado por analistas como o principal motivo para a depreciação de 5,3% da ação na terça-feira, os executivos de RI voltaram a afirmar que a inadimplência do banco é bastante baixa.

Foram citadas as medidas para mitigação de risco em duas linhas como exemplo. Nos financiamentos a veículos, mais de 80% do crédito a veículos foi tomado por clientes com relacionamento há mais de cinco anos no banco.

Já o crédito ao agronegócio, que tem a menor inadimplência entre as carteiras do BB, mais de 65% do crédito atual safra está protegido contra riscos do setor através de instrumentos mitigadores e de hedge.

Dissídio

O dissídio dos bancários veio ligeiramente acima do que projetava a direção do BB, segundo Ivan Monteiro. Contudo, os executivos do banco esperam que essa elevação dos salários dos funcionários acima do esperado será compensada pelo movimento de aceleração dos processos de aposentadoria.

Na coletiva à imprensa de terça-feira, a direção do BB afirmou que as despesas administrativas devem crescer “dado o dissídio que veio um pouco acima da inflação”.

O executivo garantiu que o banco público está fazendo um “esforço grande” para manter despesas próxima da inflação em 2013. Já para o ano que vem, Monteiro disse que a instituição vai manter a “obsessão” pela melhoria da eficiência e pela redução de custos.

 

Fonte http://www.valor.com.br/ – Karin Sato e Karla Spotorno

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BC calcula dívida de rotativo do cartão e sugere troca de crédito

O BC (Banco Central) lançou ontem ferramenta, em seu site (www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO), que ajudará o consumidor a entender sua dívida do rotativo do cartão de crédito, e a conhecer empréstimos mais baratos para realizar a substituição. Basta inserir o custo total da fatura do plástico, os juros da operação, o valor mínimo da parcela que o consumidor conseguirá pagar e clicar em calcular.

A ferramenta simula o CET (Custo Efetivo Total) da operação, o valor apenas dos juros, o número de mensalidades necessárias para a liquidação da dívida e oferece simulações de outras modalidades, no caso, o crédito consignado e empréstimo pessoal – ambos mais baratos do que o cartão de crédito – e o cheque especial.

Conforme a Pesquisa de Juros da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) referente a setembro, a taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito era de 9,37% ao mês.

Com base nos resultados da ferramenta do BC, o cheque especial, que é comparado com a operação inscrita pelo consumidor no sistema, tinha custo médio de 7,69% ao mês em setembro.

No caso do empréstimo pessoal, também incluído pela autoridade com modalidade para comparação, a taxa média era de 5,12% ao mês.

Já o crédito consignado, que tem desconto em folha de pagamento e é disponibilizado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e empregados do setor público e privado, tinha 1,83% de juros ao mês.

SUBSTITUIÇÃO – Em simulação com uma fatura de R$ 2.500, com os juros médios do rotativo, segundo a Anefac, de 9,37% ao mês, o consumidor gastaria R$ 3.548,94 para liquidar a dívida. Apenas o custo desta operação ficaria em exatos R$ 1.048,94, considerando 9,5 parcelas de R$ 375. Na mesma situação, porém utilizando o consignado, sugerido pelo BC, o consumidor pagaria R$ 2.638,91. No entanto, os juros ficariam em R$ 138,91. Portanto, seriam necessárias sete parcelas de R$ 375 – cerca de duas a menos que no rotativo, ou seja, economia de R$ 750.

Para o professor de Economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Norival Caruso, a ferramenta é válida por contribuir para a educação financeira dos consumidores.
“Mas, infelizmente, ela não deve atingir a amplitude necessária. A cultura do brasileiro é apenas de analisar se a parcela cabe no bolso e, se tiver mais fácil para ele pagar a fatura (e evitar o trabalho de buscar outros empréstimos com parcelas menores), ele vai por esse caminho”, avaliou.

Fonte Diário do Grande ABC – Pedro Souza

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Grandes bancos priorizam crédito menos arriscado

As três maiores instituições financeiras privadas do País, donas de mais de 30% dos ativos totais do sistema, estão mais seletivas na concessão do crédito e registram crescimento em ritmo mais lento até agora do que em anos anteriores. As carteiras do Bradesco, Itaú Unibanco e Santander cresceram em média 6%, em nove meses até setembro, e 10,5% em doze meses.

Os bancos têm focado principalmente em linhas como as de crédito consignado, em que o trabalhador penhora seu salário, e imobiliário, em que os imóveis são dados em garantias.
Para as grandes empresas, o crédito continua sendo ofertado, mas pequenas e médias tiveram redução de linhas em alguns bancos. Esse movimento reflete o movimento dos bancos privados em manter o retorno a seus acionistas apesar da queda dos spreads (os ganhos com a diferença entre as taxas de juros e as efetivamente cobradas no empréstimo). Eles estão usando o tripé de crédito mais seletivo, redução da inadimplência e corte de despesas para manter lucratividade.
Juntas, as três instituições lucraram neste ano R$ 25 bilhões, segundo mostram os balanços até o terceiro trimestre. Enquanto Itaú e Bradesco tiveram lucros maiores, o banco Santander registrou uma queda de 9% em nove meses, mas está tentando se reestruturar e cortar fortemente as despesas desde que seu novo presidente, Jesús Zabalza, chegou ao Brasil, em junho deste ano.
O banco espanhol teve forte pico de inadimplência no primeiro e segundo trimestres deste ano, mas conseguiu reduzi-la com um programa de renegociação, que dobrou sua carteira de recuperação de ativos. No ano, a queda é de 0,2 ponto, mas em alguns segmentos chegou a registrar queda de dois pontos em seis meses. A maior queda de inadimplência (atrasos de 90 dias) do ano se deu no Itaú, com 0,9 ponto porcentual no ano. No Bradesco, a queda foi de 0,5 ponto.
Carros
Um ponto em comum entre as instituições foi a redução do financiamento de automóveis, depois de terem visto a inadimplência crescer há dois anos. No caso do Itaú, os empréstimos giravam em torno de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões por mês e caíram para R$ 1 bilhão neste último trimestre. Segundo o diretor de relações com investidores do banco, Rogério Calderon, a instituição, que antes financiava 100% dos automóveis, passou a financiar apenas 75%. “O cliente fica mais comprometido com o pagamento e esperamos voltar a crescer no segundo semestre de 2014”, diz Calderon. Da mesma forma, o banco espera voltar a crescer no crédito para pequenas e médias, desde que baseadas em recebíveis.
O diretor do Bradesco, Luiz Carlos Angelotti, explica que a inadimplência teve uma forte alta no fim de 2011 em função da crise na Europa e de um cenário de crescimento menor da economia. Esse não é mais um cenário com que o banco trabalha até o próximo ano e por isso tem a expectativa de que a inadimplência continue controlada. De qualquer forma, não vê a retomada do crédito como nos anos anteriores, quando chegou a crescer mais de 20%. A carteira de crédito de pequenas e médias empresas do Bradesco foi um dos destaques, com crescimento de 12% – mas puxado pelas médias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte Agência Estado – Josette Goulart

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