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Como duas corretoras, que teoricamente deveriam ser concorrentes, podem se ajudar?

Como duas corretoras, que teoricamente deveriam ser concorrentes, podem se ajudar?


Aconteceu na ultima quinta-feira, 16/03, o primeiro encontro entre as corretoras Projacseg e Shelter.

A ação idealizada e realizada pela Kuantta Consultoria consiste em que os gestores das duas corretoras façam uma palestra um para o time da outra.

Jader Bastos foi à Shelter e fez a sua apresentação durante quase duas horas com perguntas e respostas no final.

Os assuntos abordados, além da história e da evolução da Projacseg nos 20 anos de existência, foram: a evolução do mercado de seguros e o papel do corretor, a concorrência e como devemos nos preparar para enfrentar e o que fazer para continuarmos crescendo em um cenário de mudança.

Na próxima terça, 21/03, é a vez da Shelter enviar o seu representante para ir falar para a equipe da Projacseg.

Arley Boullosa, sócio fundador responsável pela estratégia e área comercial da Shelter, também fundador da Kuantta, seguirá o mesmo formato e irá falar sobre como surgiu a corretora, qual o seu modelo de negócio, como está vendo o mercado e perspectivas para 2017 e 2018.

A iniciativa busca a troca de experiências entre as duas empresas e mostrar que existe uma nova forma de fazer negócios e crescer: a colaboração entre corretores.

A Kuantta irá repetir a ação com outras corretoras porque acredita que ficou para trás aquela velha história que corretores são concorrentes e não devem se ajudar.

Fonte Arley Boullosa Shelter
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/como-duas-corretoras-que-teoricamente-deveria-se-concorrentes-podem-se-ajudar/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

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Mulheres têm produção maior que homens na Porto Seguro

Mulheres têm produção maior que homens na Porto Seguro

No dia internacional das mulheres, o Sincor-SP fez uma homenagem por intermédio das corretoras. A entidade reuniu cerca de 300 mulheres no Villa Country, um espaço de shows e eventos da cidade.

Alexandre Camilo, presidente do Sincor-SP, e a diretoria preparou uma tarde onde as corretoras pudessem ter um dia de congraçamento. Ele destacou que a mulher tem ganhado espaço de destaque junto ao consumidor e à instituição seguro seja nas seguradoras ou corretoras. “Cabe ao Sincor-SP exaltar o papel que a mulher vem cumprindo na sociedade e, principalmente, à corretora que ajuda a divulgar a proteção do seguro”, afirmou.

Boris Ber, vice-presidente da entidade, destacou que o bonito do evento, além da homenagem às mulheres, é o clima de congraçamento. “Corretor de seguros é a única profissão em que os concorrentes fazem confraternização, trocam informações, isso não acontece em outras profissões”, diz ele.

Simone Martins, vice-presidente do Sincor-SP, e única mulher na diretoria, destacou a importância da mulher no mercado segurador e seu orgulho em participar dele. “A mulher vem tendo um destaque no mercado de seguros. Fico lisonjeada por representar a mulher na executiva do Sincor-SP e me orgulho bastante de ser corretora”, destacou.

Raquel Gomes, da Comissão Feminina da entidade, afirmou que há uma busca diária pela igualdade de direitos e o reforço do papel da mulher no mercado de seguros.

Das corretoras presentes, muitas vieram de cidades do interior, das regionais do Sincor-SP, como Piracicaba, Ribeirão Preto, entre outras.

A mulher no mercado de trabalho

O presidente da Porto Seguro, Fábio Luchetti, esteve presente no evento falando sobre o potencial da mulher no mercado de seguros. Apresentando dados e estudos, ele disse que a mulher é o equilíbrio da família e da sociedade. “Há muito mais mulheres ativas na sociedade do que mostram as estatísticas”, afirmou.

Luchetti lembrou que hoje muitas mulheres deixam de trabalhar para cuidar dos filhos ou dos pais idosos. “Infelizmente vivemos em um país que não está preparado para proporcionar uma velhice amparada”, analisou. Ele citou ainda o fato de que a mídia, na maior parte das vezes, não contribui para desconstrução de estereótipos.

Para o presidente da Porto Seguro, a característica feminina de conciliar diversas áreas da vida é uma vantagem profissional para as mulheres. “Hoje as coisas acontecem ao mesmo tempo. Se hoje trabalhamos até os 60/65 anos de idade, viveremos até os 90 e precisaremos encontrar formas diferentes de trabalhar para ter nosso sustento”, disse.

Ele destacou ainda que as mulheres têm um viés mais ético e são mais confiáveis para negociar. Ele revelou ainda que na Porto Seguro, as corretoras tem uma produção 20% maior que os homens. “Isso não quer dizer que devemos pagar uma comissão maior a elas” brincou. Luchetti disse ainda que na seguradora que dirige, a maior taxa de renovação está com elas. Por isso, ele sugeriu que o Sincor-SP desenvolva um projeto especial que estimule a formação de um número maior de mulheres corretoras de seguros.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/mulheres-tem-producao-maior-que-homens-na-porto-seguro/?utm_source=news-09-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=2ab74af7d9-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_09&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-2ab74af7d9-15123961

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Qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?

Qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?

Corretores discutem situação do produtor no “Bom Dia Seguro”

Os corretores de seguros novamente utilizaram o “Bom Dia Seguro”, programa do WhatsApp do CQCS, para discutirem um tema de grande relevância para a categoria. Desta vez, o debate girou em torno da remuneração do produtor que trabalha para corretoras de seguros, após a primeira manifestação sobre o tema, no comentário “Normalmente qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?”.

Após vários sócios de empresas terem respondido que pagam 80%, as reações foram imediatas. “Recebendo 80% é melhor virar produtor”, comentou Christian Szmajser, recebendo o apoio de Fabio Dias, segundo o qual “se me pagarem 80% livre, fecho a corretora e vou trabalhar de produtor”.

Já para o corretor Vitor de Souza Macedo, não dá para entender “essa matemática”, uma vez que, segundo relatos, há casos de esses 80% serem livres de impostos. “Se 80% são pagos ao produtor, qual seria o lucro do patrão? Quem que paga a estrutura do escritório?”, questiona Macedo, que paga salario da categoria e premiação para quem atinge três metas: renovação, crescimento e percentual de comissão.

Há ainda quem sugira uma redução daquele percentual. O corretor Luciano Souza, por exemplo, entende que “o correto” seria pagar 50%, para a operação valer a pena para todos. “O que adianta pagar 80%? Só para ter mais clientes na carteira? Não faz sentido”, observa. E você o que acha desse tema?

Fonte: CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/qual-e-o-percentual-sobre-a-comissao-pago-para-os-produtores-em-uma-corretora

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Susep quer fiscalizar o corretor de seguro

A Susep já tem em mãos uma poderosa arma para exercer, de fato e de direito, a fiscalização dos corretores de seguro saúde. Trata-se de um parecer da Procuradoria Geral Federal, vinculado à Advocacia-Geral da União (AGU), segundo o qual cabe a essa autarquia – e não à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a competência para fiscalizar a atuação daqueles corretores.

De acordo com a Procuradora Federal, as Leis 9656/98 – que regulamentou os serviços privados de assistência à saúde -; 9961/00 (criou a ANS); e 10.185/01 (a qual dispõe sobre a especialização das seguradoras em planos privados de assistência à saúde), não transferiram à ANS a competência de regular a habilitação e o exercício da profissão de corretor de seguro de saúde.

Além disso, na avaliação da Procuradoria, a Lei 4594/64 (que regula a profissão de corretor de seguros) apontaria a impossibilidade de esse profissional funcionar como empregado ou manter relação de direção com a seguradora, o que afastaria a competência da ANS.

Fonte CQCS

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Susep cobrará por cópias de documentos

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) padronizou a cobrança de cópias reprográficas através de Guia de Recolhimento da União (GRU) tanto do público interno, quando se tratar de cópias de caráter particular, quanto externo, incluindo corretores de seguros, representantes de seguradoras e o público em geral. O valor cobrado será de R$ 0,17 por página copiada.

A GRU será emitida eletronicamente através do Sistema de Arrecadação da Susep – na Seção de Protocolo – na sede da autarquia.

A guia será impressa e deverá ser paga em qualquer banco até o seu prazo de vencimento, sendo que essa emissão ficará a cargo dos setores responsáveis pelas cópias.

Somente serão atendidas as solicitações internas e externas para cópias reprográficas de documentos constantes do acervo da Susep.

As cópias reprográficas somente poderão ser retiradas após apresentação da GRU paga no valor correspondente, a título de reembolso de despesas.

Estão isentos de ressarcir os custos com as cópias reprográficas todo aquele cuja situação econômica não lhe permita fazê-lo sem prejuízo do sustento próprio ou da família, declarada nos termos da lei, bem como os órgãos governamentais ou afins, quando a solicitação de cópias destinarem-se ao cumprimento de atribuições incumbidas a estes órgãos e devidamente comprovadas no ato de requerimento.

Fonte CQCS

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Susep orienta corretores para que evitem ser multados

Após a matéria publicada com título “Susep intima corretores que não atualizam cadastro”, alguns profissionais entraram em contato com o CQCS relatando problemas sobre a atualização.

Nesse sentido, a autarquia respondeu através de sua assessoria as seguintes questões: onde encontrar as atualizações necessárias?; como confirmar se o nome está na lista para atualização?; tempo para realizar o cadastro; e local de publicação do mesmo?.

Segundo o assessor de imprensa da Susep, Clarimundo Flores, o procedimento para abertura de uma empresa corretora de seguros ou de registro de um corretor Pessoa Física ou ainda de alteração cadastral deve ser efetuado gratuitamente no sítio da SUSEP, na internet, no endereço: http://goo.gl/qkzMh3 (pessoa física) ou http://goo.gl/bYN7Xf (pessoa jurídica).

Para confirmar se o nome está na lista de corretores que precisam atualizar o cadastro, é necessário acessar o site da Susep, no endereço http://goo.gl/buq8NY , que fornece as informações públicas sobre cada profissional.

Sobre o tempo médio de aprovação de registro ou atualização, Clarimundo explica que o corretor pessoa física tem até dois dias uteis para confirmação, e três dias nos casos dos corretores pessoa jurídica. “Isso não obstante aquele que encontrar dificuldade para realizar sua atualização cadastral, deve encaminhar seus questionamentos para o e-mail corretores@susep.gov.br<mailto:corretores@susep.gov.br, que será devidamente orientado”, ressalta.

Para finalizar, ele conta que, de acordo com o parágrafo único do art. 2º da Circular SUSEP 429/2012, o registro de corretor de seguros, pessoa física ou jurídica passou a ser comprovado por meio de certidão extraída do sítio eletrônico da Susep na rede mundial de computadores, no endereço: http://goo.gl/juJ3r2 , na opção “clique aqui para emitir a certidão de corretores de seguros”.

Esclarecimentos adicionais podem ser obtidos através do e-mail: corretores@susep.gov.br

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Forma de oferecer produtos deve ser reinventada, diz Luchetti

“As pessoas querem trabalhar, ganhar dinheiro e ter reconhecimento”, disse o presidente da Porto Seguro Seguros, Fabio Luchetti, durante almoço mensal do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo, neste terça-feira, 5/11. Ele se referia ao novo perfil dos consumidores, que buscam novas formas de se relacionar na sociedade e, por isso mesmo, vão passar a consumir seguros por diversos canais.

Como a tendência é algo natural ou pode ser influenciável, cabe ao mercado capturá-la com velocidade para a solução de problemas. No Brasil, cerca de 97% de todos os seguros vendidos o são via corretor. Na Inglaterra, 56% dos negócios passam por sites agregadores. Apesar da diferença entre os mercados, esta é uma realidade que pode chegar ao País.

“A lei obriga que exista a corretagem, e não o corretor”, lembrou Luchetti, ressaltando que temos que avaliar qual é o perfil do mercado brasileiro, que tem ênfase em preço e em relacionamento. Ele avisou que a internet é um fato e que os profissionais precisam descobrir como usá-la.

“A melhor aposta é vender produto e não preço. Quem vende preço todo ano tem o desafio de trazer este cliente de volta”, ensinou Luchetti.

O presidente do CCS-SP, Alexandre Camillo, aproveitou o evento para informar aos associados da entidade que a sede está passando por reformas e, em breve, haverá novidades.

Fonte Revista Apólice – Kelly Lubiato
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Número de corretores em atividade pode triplicar

A Bradesco Seguros avança para se destacar também nas operações do microsseguro. Segundo o diretor do grupo, Eugenio Velasques já foi aprovada, inclusive, a tecnologia desenvolvida pela Vayon para a venda de microsseguro por celular.

Outra medida importante foi formar uma imensa turma de novos corretores de seguros. “Do quadro de 46 mil correspondentes bancários que a Bradesco dispõe, 550 foram formados em corretores de seguros. Optamos por esse modelo para que eles possam no futuro vender todo o portfólio de produtos da Bradesco”, explicou o executivo, durante evento promovido pelo CVG-SP.

Eugenio Velasques, que também é presidente da comissão de microsseguros da CNSeg, está convencido de que essa é melhor alternativa do que a simples formação de corretores de microsseguros. Dessa forma, na avaliação dele, boa parte dos 220 mil correspondentes bancários em atividade no país pode seguir o mesmo caminho,

Com isso, Velasques entende que será possível até triplicar o número de corretores de seguros em atuação no Brasil, o que, para ele, pode fortalecer a base dos sindicatos estaduais da categoria.

Fonte CQCS – Jorge Clapp

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Susep intima corretores que não atualizam cadastro

A Susep está intimando diversos corretores de seguros que não atualizaram os seus cadastros. Nos editais, que vêm sendo publicados no Diário Oficial da União, a autarquia “recomenda” que o corretor promova sua atualização cadastral no prazo de 30 dias, a contar da publicação dessa intimação.

No mesmo documento, a Susep explica que a concessão de registro ou alteração de dados cadastrais do corretor pode ser feito por meio eletrônico no endereço: http://www.susep.gov.br/menu/informacoes-ao-mercado/corretores-de-seguros. Os requisitos necessários estão dispostos na Circular 429/2012 da autarquia.

Fonte CQCS – Jorge Clapp

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Corretores indignados com norma que garante venda direta de seguros

A diretriz determinada pela CNSP de Resolução 297/13 publicada ontem (30/10), que estabelece a contratação de seguro sem participação do corretor ou de seu preposto, causou grande impacto no mercado de seguros gerando posições divergentes nos corretores de todo o Brasil.

“Este é o ponta pé inicial para banalização do trabalho desenvolvido pela classe dos corretores, que é um profissional qualificado e habilitado para venda de seguros”, afirma o corretor pessoa física, Edson Carvalho Gomes, ao falar sobre a do CNSP.

Ele confessa se sentir desprestigiado, a partir do momento em que as seguradoras e os agentes passam a trabalhar sem o papel deste profissional. “Tendo em vista que já a própria lei estabelecia há alguns anos atrás que o único profissional habilitado é o corretor de seguros, há uma contradição muito grande. Faz com que o mercado retroaja, ou seja, tudo que foi conquistado, esta indo pelo ‘ralo’”.

Compartilhando a mesma opinião, Wagner Martins, da Fundamental Corretora de Seguros, acrescenta que esta é uma luta constante para o corretor se inserir como profissional no mercado. “Os grandes riscos precisam de uma análise profunda e conhecimento. Deixar um mercado que exige esse conhecimento nas mãos de quem não tem fica vago. É como ir comprar um imóvel e não ter um corretor de imóvel para te auxiliar”.

Com 30 anos de mercado, Martins ressalta ter aprendido com o tempo a importância de ter um corretor, de ter um treinamento, além de “conhecer o mercado, estudar, entender a necessidade do cliente, de olhar como um agente do bem estar social, e não simplesmente fazer uma venda”.

Em contrapartida, Marcos Abarca, da Atributo Corretora de Seguros diz que o mercado vem passando por fortes transformações, e cada vez mais os integrantes tem sido chamados para se profissionalizar. De acordo com ele, nesse momento não pode-se dizer que haverá um ganho ou não. “Mas esse é o caminho, estão sendo definidas algumas mudanças importantes”.

E completa, “a tendência é o mercado ficar mais claro e as regras inflexíveis em determinados pontos de vistas. Isso vai se reduzir em profissionalização, então, cada um no seu terreno terá que fazer um trabalho muito melhor do que faz hoje, segurador, assessoria e corretor de seguros. Quem manda no mercado é o consumidor, ele vai comprar com quem ele se sente mais seguro”.

Nessa linha, o corretor Rafael Lopes Ferreira, da Niasa Personal Corretora de Seguros acrescenta, que a resolução veio para definir como as coisas devem ser feitas. “Organiza algo que estava bagunçado, qualquer um poderia fazer qualquer coisa. E a partir de agora existe uma regra, e cabe aos Sincors auxiliar os corretores para encontrarem o seu espaço. Eu vejo como uma grande oportunidade”.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Regulamentação das assessorias causa apreensão no segmento

Publicada no início desta semana, a Resolução 297/13, do CNSP, de certa forma, surpreendeu os donos das assessorias de seguros, segmento que também foi regulamentado no bojo dessa norma. Isso porque algumas lideranças do setor temem pelos possíveis efeitos da caracterização das assessorias como representantes das seguradoras.

Há alguns dias, a Aconseg-RJ promoveu, inclusive, um encontro com associadas para discutir essa questão. Na ocasião, dirigentes da entidade revelaram que o assunto é polêmico, pois, na avaliação de especialistas, a categoria “representante” não consta do Código Civil, ao contrário dos agentes de seguros.

Foi anunciado também que a Aconseg-RJ iria encomendar um parecer do advogado Luis Felipe Pellon, titular do escritório Pellon & Associados.

Houve ainda quem reclamasse do fato de, ao contrário da primeira versão de minuta, a segunda não ter sido colocada em audiência pública para apresentação de sugestões, antes da aprovação pelo CNSP.

NORMA. Mas, não será possível mais alterar o texto da resolução, segundo a qual as assessorias de seguros passam a ser o representante de seguradoras que atuar exclusivamente na orientação e assistência a corretores de seguros.

Além disso, será vedada a inclusão da denominação de “assessoria de seguros” na razão social de representante de seguros que não atue apenas com corretores.

Essas assessorias não poderão promover a venda direta em nome de seguradora junto ao consumidor e tampouco atuar como corretor de seguros.

O pagamento pelos serviços prestados pelas assessorias de seguros não se enquadrará como comissão de corretagem.

As comissões de corretagem devidas por apólices comercializadas por meio de assessoria de seguros serão pagas diretamente ao corretor de seguros responsável pela comercialização da apólice.

Fonte CQCS

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