TRT-SC determina que Banco do Brasil feche postos de atendimento fora de agências em todo o país

TRT-SC determina que Banco do Brasil feche postos de atendimento fora de agências em todo o país

Agência Banco do Brasil

Decisão em primeiro grau é baseada em alegação de terceirização da atividade fim. Banco ainda não foi notificado e cabe recurso

O juiz Valter Tulio Amado Ribeiro, da Tribunal Regional do Trabalho 12ª Região, em Santa Catarina, determinou, na noite da última quinta-feira, o fechamento das agências correspondentes do Banco do Brasil em todo o país. O pedido foi baseado na alegação de que os contratos firmados com os colaboradores que atuam nestes postos, localizados, em geral, em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos, seriam uma terceirização da atividade fim do banco, o que é proibido por lei.

A ação foi movida por uma mulher que trabalhou em um posto de atendimento do Banco do Brasil até 2014. Ela alega que, mesmo sendo contratada por outra empresa, como caixa terceirizada, desempenhava funções idênticas às dos funcionários do banco, que, por determinação legal, são admitidos por concurso. O advogado responsável pelo pedido, Allexsandre Gerent, afirma que o modelo de contratação por terceirização observado nas agências correspondentes é uma fraude.

– Parece uma agência do Banco do Brasil, mas não é. O cliente nem sabe. E os trabalhadores não têm nenhum dos direitos que os concursados têm – explica Gerent.

Na decisão, o juiz determina que o banco “abstenha-se de delegar sua atividade fim a lojas, postos e agências correspondentes, com a finalidade de desenvolver tarefas de sua atribuição como entidade bancária vinculada ao Banco Central do Brasil”. O descumprimento da ordem acarretaria multa de R$ 1 milhão por dia.

As agências regulares do Banco do Brasil não são atingidas pela decisão, ou seja, seguirão abertas e sem restrições no atendimento. Procurado, o banco afirmou que ainda não foi notificado. Cabe recurso.

Fonte Diário Catarinense
Fonte http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/04/trt-sc-determina-que-banco-do-brasil-feche-postos-de-atendimento-fora-de-agencias-em-todo-o-pais-5778906.html

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Woli lança curso que prepara correspondentes bancários para prova de certificação do BC

Banco Central exigirá, a partir do ano que vem, que instituições tenham certificado para operar

A partir de fevereiro de 2014, toda instituição brasileira que faça transações financeiras e não seja banco deverá ter, ao menos, um funcionário certificado para se responsabilizar por essas operações. O Banco Central passará a exigir que os correspondentes bancários como, por exemplo, concessionárias de veículos que operem com financiamento e CDC; lojas de varejo que trabalham com cartões de crédito e financeiras varejistas tenham, pelo menos, um profissional capacitado para se responsabilizar por todas essas transações perante a entidade.

Visando preparar os profissionais para obter essa certificação, a empresa araxaense Woli Consultoria e Treinamento lança o curso online Preparatório para Correspondente Bancário. Com a tecnologia EAD, o candidato poderá se capacitar de qualquer ponto do País após 25 horas de treinamento. As aulas foram desenvolvidas para preparar o candidato para todas as especialidades que envolvam a função. O conteúdo pedagógico conta com as disciplinas de: prevenção de fraudes; matemática financeira; crédito; lavagem de dinheiro; sistema financeiro nacional; mercado financeiro; Código de Defesa do Consumidor, entre outros temas. Como bônus, o aluno receberá aulas sobre como fazer cálculos com a HP 12C. O valor do curso é de R$ 119,90 e a compra pode ser feita por meio do site http://www.cursocorrespondente.com.br/.

Pelas regras, os profissionais deverão retirar registros em uma das três unidades conveniadas pelo Banco Central: Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi); Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País (Aneps) ou Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O tipo de certificado varia de acordo com cada entidade; o documento pode ser completo ou específico para as áreas de crédito imobiliário; veículos e CDC; empréstimo consignado.

Após efetuar a compra, o candidato tem um período de 30 dias para acessar o curso, fazer o simulado e acessar mais conteúdos quantas vezes forem necessárias. O aluno que obtiver aproveitamento acima de 70% obterá certificado online de conclusão. Se não conseguir esse aproveitamento na primeira avaliação, o aluno poderá refazê-la quantas vezes forem precisas, porém as avaliações nunca serão as mesmas.

A Certificação Profissional exigida pelo Banco Central e aplicada pelas entidades credenciadas é um exame que avalia as áreas de conhecimento dos correspondentes bancários, atestando o nível de especialização para desempenhar atividades. O objetivo do BC é fortalecer o sistema financeiro, prevenir riscos operacionais e oferecer transparência aos consumidores.

Sobre a Woli

Fundada em 2002, a Woli é especializada em cursos e treinamentos corporativos à distância para empresas que possuem filiais em diversos pontos do País ou de outros países. A empresa foi criada para atender a necessidade de formar profissionais para áreas gerenciais e de recursos humanos.

Até o momento, a Woli já treinou aproximadamente 700 mil profissionais e desenvolveu cerca de 600 cursos – muitos deles são produzidos de acordo com a necessidade de cada empresa, de forma a tornar o treinamento de todos os funcionários (onde quer que estejam) padronizado e mais eficiente.

A companhia também trabalha com outras frentes de ensino, que vão do recrutamento ao desligamento de funcionários. Entre os clientes da Woli, estão o Grupo Localiza, Lojas Marabraz, Algar Telecom, entre outros.

Para mais informações, acesse: http://www.woli.com.br

Fonte http://www.jornalaraxa.com.br/

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SP – Após Três Meses Fechado, Correspondente Restabelece Atendimento

Unidade em Catanduva e 70% da rede estavam com serviços suspensos

Atendimento em unidade em Catanduva, foi restabelecido desde terça-feira

O correspondente bancário do Banco do Brasil – ‘Pague Bem’ de Catanduva, retomou suas atividades essa semana após 90 dias de serviços suspensos, devido uma suposta fraude ocorrida no mês de agosto, em unidades do município de Franca, retomou suas atividades essa semana. De acordo com as atendes, desde a última terça-feira, dia 5, os serviços bancários foram restabelecidos.
Durante a descoberta, o Banco do Brasil bloqueou todos os pontos da rede Pague Bem, para adotar medidas de segurança aos usuários do sistema.
A empresa Pague Bem chegou a explicar em nota que houve uma fraude em uma terceirizada da rede em Franca, denominada como Miranda e Ramos e frisou que uma auditoria seria feita junto ao Banco do Brasil em todas as unidades da rede e que os serviços para pagamentos nas unidades seriam restabelecidos após o encerramento da auditoria.
Para ler esta e outras notícias, na íntegra, confira a edição impressa e/ou se cadastre no site para ter acesso a versão Online de O REGIONAL desta quinta-feira (07/11).
Da reportagem local
Foto O Regional

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PI – Bandidos assaltam correspondente bancário e fogem levando carro

Populares contam que a ação foi rápida e ocorreu por volta das 17h, de ontem, no município de Prata do Piauí.

Cerca de seis bandidos assaltaram um correspondente bancário no município de Prata do Piauí, distante 165 quilômetros de Teresina (PI). O crime aconteceu no final da tarde de quinta-feira (31).

Informações preliminares dão conta de que os integrantes da quadrilha, dois deles encapuzados, chegaram em um Corsa prata por volta de 17h, colocando uma arma na cabeça de um dos funcionários do estabelecimento, que funciona como correspondente dos bancos Bradesco e Caixa Econômica Federal.

Do local, os bandidos teriam levado R$ 2 mil, mais R$ 20 mil que estavam no carro do proprietário, um Strada cinza que também foi levado. A quadrilha fugiu em direção a São Miguel da Baixa Grande. No início da tarde desta sexta-feira (01), o correspondente bancário ainda permanecia fechado.

Segundo um funcionário da prefeitura de Prata do Piauí, que não quis se identificar, o policiamento na região é precário e a população vive em clima de insegurança. No último dia 10 de outubro, bandidos invadiram agência dos Correios e fugiram levando dinheiro.

O Cidadeverde.com tentou, por inúmeras vezes, falar com a Polícia Civil e Militar, mas não obteve informações oficiais sobre o assalto.

Fonte http://www.cidadeverde.com/

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Banco do Brasil lança sistema de pagamento a pessoas sem conta bancária

O Banco do Brasil lançou uma ferramenta que permite aos seus clientes transferir dinheiro para pessoas que ainda não têm conta em banco. Para receber o dinheiro, o beneficiário precisa ter apenas CPF e um número de celular.

No novo sistema, chamado BB Conta de Pagamentos, a transferência do valor é realizada pelo correntista por meio do site do Banco e vai para uma conta-virtual pré-paga vinculada ao celular do beneficiário.

A retirada parcial ou total do dinheiro, por sua vez, pode ser feita nos caixas eletrônicos do Banco ou em correspondentes bancários Mais BB habilitados. Em nota, o BB afirma que a iniciativa busca, além de facilitar o pagamento a pessoas sem conta no banco bancária, maior segurança nas transações.

— Trata-se, portanto, de um produto que alia benefícios como a inclusão bancária, maior segurança no manuseio de dinheiro, educação financeira e acesso aos meios eletrônicos de pagamentos.

Fonte R7

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TRT de Rondônia e Acre reconhece competência para julgar processo de quase R$ 6,5 bi

A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, com jurisdição em Rondônia e Acre, reconheceu a competência da Justiça do Trabalho para processar e julgar a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho contra o Banco Central do Brasil, Banco do Brasil S/A, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco S/A, Banco Bradesco S/A, HSBC Bank Brasil S/A – Banco Múltiplo, Banco Santander (Brasil) S/A e Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. O valor da causa é de quase seis bilhões e meio de reais.

Com relatoria do desembargador do trabalho Carlos Augusto Gomes Lôbo, a Turma entendeu que a causa de pedir se relaciona diretamente à relação de trabalho, atraindo, assim, a ressalva contida na parte final do inciso I do art. 109 da Constituição de 1988, determinando que o processo retorne para a 4ª Vara do Trabalho de Rio Branco, de origem, para processamento e julgamento da ação.
Segundo Ministério Público do Trabalho, a ação foi ingressada devido a prática de terceirização ilícita e inconstitucional por meio de contratação de correspondentes bancários. Na ação, o MPT pede o pagamento de indenização por dano moral de R$ 3,8 bilhões e dumping social de R$ 2,5 bilhões, em um total de R$ 6,4 bilhões. Além disso, quer a anulação da contratação do serviço e o reconhecimento dos trabalhadores como bancários, o que significa pagamento de diferenças salariais, auxílio-refeição e horas extras e o reconhecimento da jornada especial de trabalho de seis horas. A multa por descumprimento prevê R$ 10 milhões por dia.
Na inicial o MPT esclarece que no decorrer da investigação feita nos Inquéritos Civis n. 000191.2010.14.000/0 e 000061.2013.14.001/6, cujos objetos eram a terceirização ilícita da atividade-fim dos bancos réus mediante a contratação de correspondentes bancários (casas lotéricas, agências dos Correios, farmácias, papelarias, supermercados, imobiliárias, concessionárias de veículos, lan houses, empresas de ônibus, sindicatos, etc.) para prestação de atividades típicas bancárias, após profunda reflexão, pesquisa, estudo e investigação sobre os correspondentes bancários no Brasil, durante os últimos dois anos, constataram que a situação dos correspondentes bancários no Brasil precisa ser revista.
“O Banco Central do Brasil promove e incentiva a transgressão aos direitos sociais, ao permitir aos bancos réus e aos Correios ? inconstitucional e ilicitamente ? a terceirização da atividade-fim das instituições financeiras por meio da contratação de correspondentes bancários. O falso argumento de que ter correspondentes bancários decorre da necessidade de bancarização e inclusão financeira são falácias ? artimanhas da argumentação – para deturpar o Sistema Financeiro Nacional, lesar e pulverizar a categoria bancária, ampliar os lucros dos bancos (que todos os anos batem recorde após recorde) e usar o correspondente bancário como “segmentação e exclusão social, expondo a população a um verdadeiro apartheid social”, diz a inicial.
Ainda afirma que enquanto a população mais rica pode fazer uso de suas pomposas agências Estilo (Banco do Brasil), Personalité (Itaú), Premier (HSBC), Prime (Bradesco), etc., o cidadão pobre é obrigado a realizar suas operações bancárias em pequenos estabelecimentos comerciais como padarias, farmácias, supermercados, papelarias, lojas de varejo de eletrônicos e eletrodomésticos, casas lotéricas, agências dos Correios, etc., sem o mínimo de segurança adequada e sem a prestação de informações bancárias adequadas por trabalhadores bancários preparados e com experiência para presta o serviço bancário.
A Caixa Econômica Federal apresentou recurso de revista, ao Tribunal Superior do Trabalho, para anular a decisão do Tribunal ou, alternativamente, que seja declarada a incompetência da Justiça do Trabalho para conhecimento e julgamento do processo.
Para o presidente do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), José Pinheiro, a ação civil pública do MPT é de extrema importância tanto para os bancários como para os clientes e usuários pois hoje os bancos utilizam os correspondentes para praticar a mão-de-obra barata.
“Estes trabalhadores fazem o serviço de bancário e tem uma remuneração infinitamente menor do que um bancário, sem os direitos conquistados nas convenções coletivas de trabalho e os clientes também são penalizados, pois acabam sendo vítimas de um atendimento precarizado, e sendo feito em ambientes sem as mínimas condições de segurança ou de privacidade”, avaliou Pinheiro.

Fonte http://www.rondoniaovivo.com.br/

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Greve derruba em 74% o consignado dos aposentados na região

Doze dias. Esse foi o período de setembro que os bancários ficaram em greve. Suficiente para diminuir o total de empréstimos consignados para os aposentados e pensionistas da região em R$ 63 milhões.

Segundo dados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o Grande ABC contratou R$ 83 milhões em empréstimos consignados em agosto. No mês seguinte, o órgão informou que os segurados da Previdência Social demandaram apenas R$ 20,9 milhões – 74% a menos.

“É resultado da greve dos bancários. Todo ano ocorre isso em setembro”, disse o especialista em Finanças e ex-economista chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) Roberto Luis Troster.

No ano passado, conforme destacou Troster, a greve também impactou os empréstimos consignados vinculados ao INSS. Mas a queda foi de 26,6%, tendo em vista que passou de R$ 64,7 milhões, em agosto, para R$ 45,5 milhões em setembro.

A diferença é que em 2012, a greve dos bancários durou nove dias, entre 18 e 26 de setembro. Portanto, três dias a menos do que neste ano – a paralisação em 2013 durou, ao todo, 23 dias, terminada em outubro. O resultado foi volume de contratações 54% menor em setembro do que no nono mês do ano passado.

Professor de Economia da FSA (Fundação Santo André), Volney Gouveia apresentou duas hipóteses que podem explicar o recuo no volume contratado. Uma delas é a interpretação das famílias em relação ao cenário econômico, que está desacelerado e, outra, à possível proximidade do esgotamento da capacidade de contratação do crédito. “Entendo que o PIB (Produto Interno Bruto) em marcha lenta também influencia a demanda do crédito”, disse Gouveia.

“A segunda tese, quanto ao esgotamento da base dos aposentados em contratar esses créditos, vejo que a base pode estar apresentando certa fadiga por já estar com a renda comprometida, muitas vezes com o mesmo tipo de operação”, analisou o professor da FSA.

Ele pontuou que a margem consignável de parcelas, que não ultrapassem 30% da renda líquida mensal do segurado, é um fator limitador da demanda.

CAMPANHA – Para forçar os bancos a ofertarem reajuste salarial e melhorias laborais, os bancários em todo o Brasil cruzaram os braços por 23 dias. Foi a segunda maior mobilização, em duração, da história. A mais extensa ocorreu em 2004, quando a categoria paralisou as atividades das agências por 30 dias.

No Grande ABC, a estratégia do Sindicato dos Bancários foi travar os serviços das unidades das instituições localizadas nos centros das cidades. Para a entidade, são essas as responsáveis pela maior movimentação financeira.

Na prática, agências fechadas são o mesmo que aposentados e pensionistas sem contratar crédito consignado. Apesar de existir a possibilidade de emprestar dinheiro por meio de cartão de crédito com desconto em folha, praticamente 99% do segurados fazem a operação padrão, com atendimento presencial nos bancos.

Por isso, no Brasil, o volume concedido também apresentou um decréscimo, como ocorreu na região. Dados do boletim de operações de crédito do BC (Banco Central) revelam que o montante consignado liberado em setembro foi 15% menor do que em agosto. Foram R$ 2,86 bilhões emprestados para desconto em folha de pagamento, contra R$ 3,38 bilhões em agosto.

ORIENTAÇÃO – Por se tratar de um empréstimo que tem as parcelas descontadas na folha do benefício, essa é a modalidade de consumo mais barata para os aposentados e pensionistas, com média de juros de 2,3% ao mês. Para se ter ideia, a taxa de empréstimo pessoal não consignado está em torno de 5,12% ao mês.

No entanto, avisa o educador financeiro e sócio-diretor da Mais Ativos, Álvaro Modernell, o consignado deve ser evitado como qualquer outro tipo de empréstimo. “Não se pode utilizá-lo como uma continuidade da renda. Crédito é bom, mas deve ser utilizado apenas quando necessário.”

Fonte Diário do Grande ABC – Pedro Souza

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ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.