GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

Eles usavam RG falso em nome de aposentada para o crime, diz polícia.

Terceira suspeita de participar do grupo ainda não foi localizada.
Vitor Santana


Casal é preso suspeito de aplicar golpes para conseguir empréstimo (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um casal foi preso suspeito de usar documento falso para conseguir empréstimos em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, eles usaram os dados de uma aposentada para conseguir o dinheiro. O delegado responsável pelo caso, Webert Leonardo, estima que o prejuízo causado pela dupla a uma única vítima foi de R$ 40 mil. Uma terceira pessoa que fazia parte do golpe ainda não foi localizada.
delegado explicou que Vilmar José da Silva, de 44 anos, e Iara Maria Ribeiro, 52, presos no dia 24, eram os mentores do crime. Já a terceira pessoa, uma mulher que ainda não foi identificada, era a responsável por ir até a empresa que fazia os empréstimos e consórcios e sacar o dinheiro.
saiba mais
Advogado é suspeito de liderar grupo em golpe para financiar veículos
Grupo é preso suspeito de aplicar o golpe ‘bença, tia’ em GO e 5 estados
Os responsáveis pela empresa acionaram a polícia após desconfiar da atitude da suspeita. “Ela já tinha feito seis empréstimos e sempre exigia que o dinheiro fosse entregue na boca do caixa, e não depositado em conta corrente como é de costume. Uma vez, por engano, o dinheiro foi depositado em conta corrente e ela ficou muito brava, o que chamou a atenção dos funcionários”, disse o delegado.
Quando a polícia verificou o nome dado pela suspeita, viram que era, na realidade, de uma aposentada que mora em São Simão e já tinha registrado um boletim de ocorrência denunciando o golpe. Diante desse fato, os policiais passaram a vigiar o local à espera dos criminosos.
No dia 24, segundo a polícia, Vilmar foi até a empresa solicitando documentos do empréstimo feito pela suspeita e acabou preso. “Ele disse que tinha ido ao local à mando da esposa, que por sua vez, disse que estava apenas fazendo um favor a uma amiga que tinha conhecido naquele dia ao passar na porta de um hospital”, explicou o delegado.
A história confusa não convenceu a polícia, que prendeu o casal em flagrante. Entretanto, não conseguiu localizar a terceira suspeita, responsável por fazer os saques. Ao chegar à delegacia, os agentes descobriram que Iara já tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.
“Agora estamos em diligência para tentar achar a terceira pessoa. Eles vão responder por associação criminosa e estelionato. Além disso, vão ter que devolver o dinheiro roubado às vítimas: tanto à aposentada, que estava tendo o valor descontado de sua aposentadoria, quanto à empresa que fazia os empréstimos”, afirmou o delegado.


Grupo usava identidade falsa para conseguir empréstimos em Goiânia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Fonte Do G1 GO
http://g1.globo.com/goias/noticia/2017/03/casal-e-preso-suspeito-de-aplicar-golpe-para-conseguir-emprestimos.html

Read More
MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

A ocorrência de estelionato foi registrada na Delpol.

Uma moradora de Nova Andradina, de 21 anos, perdeu R$ 1.000,00 (Um mil reais) após cair em golpe de empréstimos consignado. A vítima relatou na Delpol de Nova Andradina que na semana passada, entre terça e quarta-feira achou no facebook uma empresa a qual realiza empréstimos consignados. Em posse dessa informação entrou no site da empresa e realizou um cadastro.

Na delegacia, a vítima disse que passado uma semana um indivíduo entrou em contato com a vítima se passando pelo representante da financeira.

Na conversa via telefone, o criminoso então esclareceu à vítima que podia fazer o empréstimo consignado no valor de R$ 10.000,00 e solicitou uma quantia antecipada no valor de 10% do pretendido.

Confiante, a vítima obteve as informações a respeito do pagamento e recebeu via Whatsapp, uma conta poupança da Caixa Econômica Federal a qual foi depositada a quantia de R$ 500,00.

Em outra conta, a vítima efetuou o deposito do restante, totalizando os 10%. Após os depósitos, a mulher entrou em contato com o criminoso via Whatsapp informando e exigindo explicações a respeito do fato, sendo que o mesmo demonstrou frieza nas respostas; ela perguntou o porquê do acontecido e o criminoso informou-lhe que era preciso e não a contatou mais. (Com informações da ocorrência 1066-2017).

http://www.novanoticias.com.br/noticias/policia/nova-andradina-mulher-cai-em-golpe-de-emprestimo-consignado-via-internet

Read More
Juros do consignado do INSS ficam menores

Juros do consignado do INSS ficam menores

Taxa máxima para aposentados cai de 2,34% para 2,14%; servidores federais também terão queda

Os empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) estão mais baratos desde ontem. O governo federal anunciou um corte no teto dos juros que agora passam de 2,5% para 2,2% mensais, o que corresponde a uma queda de 34,5% para 29,8% na taxa anual.
Para segurados do INSS, a taxa máxima mensal que poderá ser cobrada na linha de crédito recuou de 2,34% para 2,14%. Nas operações com o cartão de crédito consignado, os juros mensais máximos r ecuaram de 3,36% para 3,06%.
Para os servidores federais, a taxa caiu de 2,5% para 2,2% ao mês.
Para o diretor-executivo de estudos e pesquisas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a mudança pode ser atribuída à redução da Selic Taxa antiga Nova taxa Taxa antiga Nova taxa 2,34 2,14 3,36 3,06 (taxa básica de juros) promovida pelo Banco Central. Ele diz que há expectativa de novas reduções frente à queda da inflação.
No bolso do aposentado, porém, a diferença não é muito grande. Por exemplo, em um consignado de R$ 3.000, pagos em dois anos e com a maior taxa, ele pagará R$ 87,60 a menos quando tiver quitado o empréstimo, segundo cálculos do especialista.
Segundo Oliveira, a diferença é pequena agora, mas é preciso pensar que devem haver novos cortes de juros. A contratação do empréstimo consignado do INSS não pode ser feita por telefone. O depósito não pode ser feito em conta de terceiros, segundo a Previdência.
Empréstimos e cartão de crédito são operações dife- rentes, portanto exigem contratos específicos. Ao contratar o negócio, o beneficiário deverá apresentar o documento de identidade ou habilitação, ambos com fotografia, e o CPF. O prazo máximo do empréstimo é de seis anos.

Fonte https://www.pressreader.com/brazil/agora/20170331/281887298148688

Read More
Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Na região, um homem foi vítima dos bandidos que fizeram um empréstimo de R$ 13 mil em seu nome


INSS garante que dados dos segurados são sigilosos (Foto: Shutterstock)

Viver de benefício, aposentadoria ou pensão geralmente não é fácil. Mas quando esse dinheiro ainda é alvo de golpistas que fazem empréstimos consignados diretamente na conta das pessoas, sem qualquer autorização, torna-se pior.

É o caso do recém-aposentado Amarildo Dias de Carvalho, de 49 anos. Afastado por motivo de doença, ele conseguiu a aposentadoria por invalidez em fevereiro. Mas, antes mesmo de receber, foi vítima de um golpe.

Neste mês, ao ter problemas para sacar o primeiro benefício, ele tirou um extrato e viu que, além de saques indevidos, havia um empréstimo consignado sendo descontado do seu benefício.

“Ele não recebe nem R$ 1,1 mil e já estão descontando quase R$ 700,00 por mês de um empréstimo de R$ 13 mil. Isso é um absurdo, e ninguém se responsabiliza”, comenta o sobrinho do aposentado, Osmar Barbosa de Carvalho.

Ele relata que, no mês anterior, o tio teve problema com a senha do benefício e teria tido ajuda de um desconhecido. “No banco, dizem que não podem fazer nada, pois o empréstimo teria sido feito no caixa eletrônico, com a senha dele”.

“Eu não autorizei nada, não passei nada para ninguém e estão comendo todo o meu dinheiro”, desespera-se Amarildo de Carvalho.

O aposentado fez um boletim de ocorrência e entrou na Justiça para reaver seu dinheiro. Sua advogada, Arlete Cazura Coutinho Santos, afirma que a prática se dissemina.

“Sou procurada por várias pessoas na mesma situação. Fica claro que esses golpistas estão tendo acesso aos dados dos clientes, mas não se sabe ao certo como eles conseguem isso e se há a participação de funcionários das agências bancárias”, afirma. A Polícia Civil de Cubatão, onde ocorreu o caso, faz investigações.

Vazamentos

Segundo o advogado Theodoro Vicente Agostinho, da Comissão de Seguridade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, estima-se que em torno de 8% dos empréstimos concedidos sejam fraudados.

“Boa parte destas fraudes acontece por conta de vazamento de informações da Previdência Social. Mas o mais difícil é saber como dados e até listas de aposentados chegam aos fraudadores”, menciona o advogado.

O INSS afirma que os dados dos segurados são mantidos em sigilo e que não fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros.

“O Instituto sempre orienta aos seus segurados e beneficiários que, por questões de segurança, não forneçam o número de benefício ou seus dados pessoais a terceiros”, afirma, em nota. Para resolver eventuais problemas, sugere o registro da ocorrência em delegacia e que se faça denúncia na Ouvidoria do INSS, por meio da Central de Atendimento, no telefone 135.

Recomendações

– Nunca aceite ajuda de estranhos nos caixas eletrônicos. Se tiver problemas, procure um funcionário da agência.

– A senha e o número do benefício nunca devem ser passados para ninguém. Evite também anotar a senha em papéis. E nunca guarde cartão e senha no mesmo lugar.

– Ao escolher a senha, não use números previsíveis, como data de nascimento, número de telefone residencial e placa de carro, por exemplo.

– Ao pegar seu cartão, com a desculpa de ajudar, o desconhecido pode aproveitar para trocá-lo por um outro sem que você perceba. Não entregue o cartão na mão de ninguém.

– Todo cuidado é pouco. Se você for assaltado, cancele o cartão na central de atendimento do banco o quanto antes. Faça boletim de ocorrência e comunique o crime ao INSS.

– Se o cartão ficar preso no interior do terminal de autoatendimento, aperte a tecla anula e avise imediatamente o banco, usando o telefone instalado na própria cabine.

– Dê preferência aos caixas eletrônicos que ficam instalados em locais de grande movimentação, como shoppings, lojas de conveniência e postos de gasolina, por exemplo. Bandidos gostam de agir sem grande plateia.

– Evite o horário noturno para usar caixas eletrônicos. É mais seguro fazer saques no horário comercial, quando o movimento de pessoas é maior.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/aposentados-devem-ficar-atentos-para-nao-cair-no-golpe-do-consignado/?cHash=92bf8568cc731f1e41c9361868441f52
EGLE CISTERNA

Read More
Margem consignável e suas limitações indevidas

Margem consignável e suas limitações indevidas

A margem consignável é uma limitadora no percentual total que pode ser comprometido na renda do trabalhador, aposentado ou pensionista.

A boa regra econômica determina e orienta o comprometimento de apenas 30% da renda do seu contracheque. Com exceção dos aposentados e pensionista do INSS que podem comprometer até 35% do seu benefício. Essa margem fica dividida em 30% para empréstimos e 5% para cartão de crédito.

Os empréstimos consignados são oferecidos com 72 meses de prazo para pagamento, e na maioria das vezes é um alento para os aposentados e pensionistas que lutam para enfrentar os tempos de crise financeira que assola o país.

De acordo com a Drª. Tatiana Júlio, advogada especialista em direito previdenciário, alguns cuidados precisam ser adotados na utilização destes empréstimos. Segundo a especialista algumas vezes o beneficiário vai ao banco realizar a contratação do empréstimo e é surpreendido com a informação que não poderá utilizar os 30% da sua margem, o que é lei, pois parte dela está comprometida para a Reserva de Margem Consignável.

O que estes beneficiários não tem conhecimento é que na maioria das vezes quando contratam um empréstimo existe no contrato uma clausula mencionando que parte da margem fica restrita para contratação do cartão de crédito e pagamento da fatura.

Além disto, a empresa envia um cartão de crédito para a casa do beneficiário ou o que é ainda pior, embutem no cartão de débito do beneficiário, aquele que ele usa apenas para sacar o benefício previdenciário, a tal reserva de margem consignada.

De acordo com a orientação da Drª. Tatiana Júlio a solução para isto é retirar um detalhamento de extrato junto ao INSS e um histórico de contratação de empréstimo, nestes documentos aparecerão todas as contratações já realizadas no benefício, inclusive se existe reserva de margem consignável e quem a realizou.

Identificando a reserva da margem consignável, o próximo passo é procurar o banco e solicitar a retirada imediata da reserva de margem existente no benefício. Tal pedido não sendo atendido amigavelmente o aposentado/pensionista deverá procurar a justiça para garantir a retirada bem como a devolução dos valores cobrados e demais reparações legais.

Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/margem-consignavel-e-suas-limitacoes-indevidas,b9054c21fa18d9d3ce83d07d74f67418ddqlzbun.html

Read More
Saiba como realizar um empréstimo consignado Sicoob

Saiba como realizar um empréstimo consignado Sicoob


Sicoob, Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, oferece diversos benefícios aos associados da AVM de todo o Paraná. Dentre as diversas vantagens estão cartão de crédito e débito, conta investimento, financiamento de veículo, consórcios, seguros de vida, residência e automóvel, previdência privada e empréstimo consignado.
Para ter direito ao empréstimo consignado, com taxas de juros mais baixas que o comum, de 1,30% a 2,02%, em até 96 vezes, basta ter margem no PR-Consig, o sistema automatizado de consignações em folha de pagamento.
Os associados que desejam usufruir das outras conveniências oferecidas, precisam apenas abrir uma conta-corrente no Sicoob e depositar R$ 50 para o capital social. O valor ficará aplicado e redendo juros da Selic, podendo ser retirado no fim do ano. Além disso, todos os serviços do Sicoob podem ser acessados pelo site www.sicoob.com.br ou pelo aplicativo, diretamente no celular.
A gerente da instituição, Elisangela Maccarini, explica que o Sicoob tem o produto certo para as necessidades dos militares paranaenses. “A classe militar tem vantagens especiais no Sicoob porque sabemos das dificuldades burocráticas que os bancos impõem aos correntistas. Garantimos aos PMs que temos os serviços que eles precisam”, afirma a gerente.
A filial do Sicoob na AVM está localizada no primeiro andar da sede da Associação, em Curitiba, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas. Para mais informações basta entrar em contato pelos números (41) 3095-0026 ou 3095-0047.

Fonte http://avmpmpr.com.br/site/saiba-como-realizar-um-emprestimo-consignado-sicoob/

Read More
Desconto de empréstimo consignado em conta de servidores do RJ pode ser proibido

Desconto de empréstimo consignado em conta de servidores do RJ pode ser proibido

Valor deveria ser retirado diretamente do salário, mas Estado tem atrasado os vencimentos. Votação do projeto de lei é prevista para esta terça (21) na Alerj.


Em fevereiro, servidores do estado protestaram em frente à Alerj. Assembleia vota fim do desconto nesta terça. (Foto: Henrique Coelho)
Um projeto de lei previsto para ser votado nesta terça-feira (21) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pode proibir que instituições bancárias descontem da conta de servidores (ativos e inativos) valores relativos a empréstimos consignados.
O projeto é do deputado André Ceciliano (PT). De acordo com a proposta, os valores deveriam ser descontados diretamente do salário dos servidores. Mas, com a crise vivida pelo Estado e os frequentes atrasos de pagamento dos vencimentos, o desconto vem sendo feito diretamente na conta – quando não nos dois: na conta e no salário.
“Como o estado não tem efetuado os repasses dos valores descontados dos servidores às instituições financeiras, as mesmas tem se valido de cláusulas contratuais que permitem o desconto automático em conta dos valores não repassados pelo estado, inclusive com a cobrança de juros de mora”, diz Ceciliano.
“Assim, o servidor acaba por efetuar o pagamento em duplicidade, com o desconto em seu salário e em sua conta corrente”, pondera.
O texto será votado em regime de urgência, em discussão única. Ou seja, se aprovado pela maioria dos 70 deputados, vai à sanção do governador Luiz Fernando Pezão em 15 dias úteis.
O que diz o projeto?
“As instituições financeiras do estado do Rio de Janeiro ficam proibidas de descontar automaticamente das contas correntes as parcelas relativas a empréstimos consignados, quando o desconto já tiver sido realizado na respectiva folha de pagamento dos servidores públicos ativos e inativos, aposentados e pensionistas”, diz o documento.

Fonte http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/desconto-de-emprestimo-consignado-em-conta-de-servidores-do-rj-pode-ser-proibido.ghtml

Read More
MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 24ª promotoria de Justiça da Comarca de Natal, ajuizou ação civil pública com o objetivo de combater irregularidades verificadas em empréstimos consignados a servidores públicos estaduais e do município de Natal pelo Banco Bonsucesso.
Segundo depoimentos colhidos no âmbito da promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, os servidores eram frequente e insistentemente procurados por consultores do Banco Bonsucesso para realizar empréstimo consignado, que, na verdade, de forma dissimulada, nada mais eram que a contratação de um cartão de crédito, no qual o servidor tomava o capital pretendido através de saque no sistema rotativo, passando a ser onerado com o desconto apenas do valor mínimo da fatura em contracheque (correspondente ao valor disponível em margem consignável) por tempo indeterminado, gerando aumento exponencial da dívida.
Os servidores/consumidores eram informados que o valor a ser concedido variava de acordo com a margem consignável disponível, sendo o valor contratado depositado em conta-corrente do contratante e o pagamento seria feito por meio de parcelas fixas, consignado em folha.
Acontece, que os consultores do Banco Bonsucesso informaram aos contratantes que encaminhariam além do cartão de crédito, as faturas correspondentes aos descontos, mas, em nenhum momento, repassaram contrato ou qualquer outro documento.
Para o MPRN, apesar das operações consignadas por meio de cartão de crédito terem sido autorizadas pelo Banco Central, resta evidente que essas operações vêm sendo desvirtuadas por algumas instituições financeiras, já que ainda que adimplido por anos, o saldo devedor do contratante permanece o mesmo.
Passado algum tempo, o consumidor atenta-se que não haverá pagamento de prestações fixas e por prazo determinado, mas, sim, de refinanciamento do crédito rotativo do valor correspondente ao total da fatura e o descontado na folha de pagamento, com taxa de juros atualmente na faixa de 5,62% ao mês.
A situação causou estranheza do próprio Poder Judiciário em virtude do grande número de ações judiciais ajuizadas pelos servidores públicos, vislumbrando a necessidade de se apurar o que está ocorrendo com essas contratações, diante da insatisfação dos consumidores.
“Cinge-se, portanto, a questão sobre a enganosidade dissimulada de concessão de cartão de crédito por empréstimo consignado, tal prática merece vigorosa reprovação e correção. Por certo, deve ser garantido aos consumidores a modificação das cláusulas contratuais, a fim de que sejam contemplados com o produto compatível com suas necessidades…”, traz trecho da ação civil pública ajuizada por representante da 24ª promotoria de Justiça de Natal.
Na ação, o MPRN requer tutela cautelar para que o banco proceda a suspensão de todas as cobranças de débitos oriundos de saques no crédito rotativo dos cartões comercializados até então e do desconto do valor mínimo da fatura nos contracheques dos servidores, impedindo também a eventual negativação dos consumidores junto aos cadastros dos maus pagadores, como SPC e Serasa.
Também requer que o Bonsucesso seja impedido temporariamente de comercializar o referido produto sempre que a finalidade da emissão do cartão seja para operação consignada.
Cópia autorizada mediante citação com link: http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/#ixzz4bvazLJkv
Under Creative Commons License: Attribution
Fonte http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/

Read More
MS – ?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

Filiados não sabiam, mas envolvidos negam irregularidades


Izabela Sanchez (Fotos: Divulgação)

Briga judicial entre a Caixa Econômica Federal e um sindicato de servidores em MS revelou o uso ‘suspeito’ do CNPJ sindical para operações financeiras. O processo judicial é movido pela Caixa Econômica Federal contra o Sindicato dos Servidores Municipais de Aparecida do Taboado , a 457 km de Campo Grande, e trouxe à tona atividade financeira da entidade sem conhecimento da maioria dos filiados.

O Sindicato atuou por cerca de 1 ano e meio após firmar contrato com a Caixa em novembro de 2012 como correspondente bancário da entidade, realizando empréstimos consignados para servidores do município. O CNPJ da entidade foi ‘cedido’ a uma terceira pessoa que não é filiada e sequer servidor, para desenvolver a atividade.

A Caixa processou o Sindicato em 2014, na tentativa de reaver um valor R$ 36.439,00. O valor foi obtido pelo sindicato de forma irregular, de acordo com o banco. Conforme explica no processo, a Caixa alega que o dinheiro foi lucrado por um erro no sistema digital. O suposto erro do sistema incidiu sobre a remuneração de empréstimos realizados para quitar outros empréstimos já obtidos anteriormente.

Conforme explica a Caixa, para essas operações, a remuneração do correspondente bancário se dá sobre a diferença entre o novo valor liberado e a dívida anterior que foi liquidada. Não foi o que ocorreu.

O Sindicato teria realizado diversas operações em que teria lucrado sobre o valor total do novo empréstimo, e outras em que lucrou sobre operações inexistentes, conforme alega a Caixa no processo. Não há informações de quanto foi movimentado durante a atuação da entidade como correspondente bancário.

Denúncia
Todo o esquema aconteceu sem que fosse divulgado. A presidente da entidade alega que cedeu o CNPJ a Danilo Alves Sena Oliveira Filho, mas que não participou das operações e que desconhece as irregularidades. Danilo, que não tem vínculo com o sindicato, é filho de Alzair Assis Oliveira da Silva, então secretário-geral da entidade. Ele trabalha em setor administrativo da Prefeitura, responsável por ceder os holerites dos funcionários.

Uma das funcionárias públicas filiadas ao Sindicato, que descobriu o esquema após o processo da Caixa, questiona, além do convênio em si, os valores declarados como remuneração de alguns dos servidores que realizaram empréstimos. Professora, ela denunciou a questão ao MPF (Ministério Público Federal). A Procuradoria da República, agora, encaminhou um pedido de investigação para a Polícia Federal em Três Lagoas, para que apure possível prática de estelionato majorado.

“A gente conseguiu ver um em que um servidor alega que ganhava R$ 15 mil, isso não é verdade, esse servidor nem ganhava esses R$ 15 mil e conseguiu pegar mais de R$ 160 mil. Então, a princípio, acreditamos que tem participação de funcionários da Caixa e que são empréstimos fraudulentos”, afirmou ela.

A professora também alega ter reivindicado prestação de contas do sindicato, que após insistência, foi divulgada pela presidente. O jornal Midiamax teve acesso aos documentos. Não há dados financeiros sobre os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2013.

A Caixa, por meio da assessoria de comunicação, negou qualquer ilegalidade nas atividades firmadas com o Sindicato. Ainda assim, três pessoas foram transferidas da agência, entre elas o gerente da unidade.

Diversos membros da chapa foram destituídos no mês de fevereiro deste ano, conforme publicação em jornal local. A presidente, que nega participação nos empréstimos, continua na entidade, que ainda não realizou assembleia para eleger uma junta governativa, uma das exigências dos filiados após o caso.

Ana Tereza declarou, em conversa junto a servidora, que Danilo seria o responsável e que lucraria com as operações. No áudio ao qual o jornal Midiamax teve acesso, a presidente afirma que “ele fazia o empréstimo pra você de R$ 10 mil, aí você fazia de R$ 20 mil, ele ganhava em cima desse total. Ele tinha uma outra conta. Este dinheiro vinha para conta dele, pra conta do sindicato, e dessa conta ele repassava para conta dele, o que vinha de lucro”.

Por telefone, Danilo negou-se a falar sobre o assunto e pediu que a reportagem acionasse o advogado, Wylson Silva. O jornal Midiamax tentou falar com ele, mas as ligações não foram atendidas. Alzair negou qualquer irregularidade na liberação dos holerites dos servidores e participação nas movimentações. Ele declarou que o processo judicial refere-se apenas à Caixa e ao Sindicato, e que as acusações feitas contra ele serão motivo de ação judicial.

A Caixa tentou reaver os valores, mas com a negativa, ingressou na Justiça. Quem responde ao processo, em nome do Sindicato, é Danilo. Atualmente, ele tem, na cidade, uma ‘Caixa Aqui’, empresa que atua como correspondente da Caixa.

Em entrevista a uma rádio local, o advogado declarou que “o sindicato não participou desses empréstimos consignados efetuados por ele [Danilo]”. Para a Superintendência Regional do Trabalho, ao analisar o processo em questão, a atuação da entidade como correspondente bancário também pareceu “estranha”.

Ao contestar a reivindicação da Caixa no processo, o advogado alega que a instituição financeira seria a única culpada pela irregularidade nos valores. “Ora, se é a própria Caixa que irá determinar o valor a ser repassado e se foi a própria Caixa que repassou os valores, não há, portanto, em falar de equívoco”, afirma, na peça.

Fonte http://www.midiamax.com.br/justica/parceria-financeira-entre-sindicato-caixa-economica-pode-ser-investigada-pela-pf-334668

Read More
Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Rede de franquias MTCred já possui 43 unidades em 13 estados

MTCred, empresa de crédito consignado que está no mercado desde 2008, conta hoje com 43 lojas em 13 estados brasileiros. A rede se encaixa num segmento que os permite uma abrangência nacional, independente da região do país. O que torna mais fácil o processo de expansão da marca, já que não encontra nenhuma barreira regional.

O carro chefe da marca é o crédito consignado, empréstimo descontado diretamente da folha de pagamentos da pessoa física, para aposentados e pensionistas do INSS.

Uma das vantagens da rede é que não é preciso ter experiência na área, já que a franqueadora oferece todos os materiais e auxilio durante todo o período de adaptação. O único requisito que a rede pede é que o interessado tenha aptidão para vendas.

A expectativa para o final do ano é de ter unidades em todos os estados e 100 franquias vendidas, sendo 40 lojas e 60 franquias Smart. Para isso a rede aposta nas participações em 4 feiras do segmento, sendo 3 do SEBRAE e 1 da ABF.

Para saber mais sobre as franquias: www.mtcred.com.br

Raio x:

Franquia Smart – (Home Based)

Investimento Inicial Total: R$14.990,00

Taxa de franquia: R$ Inclusa

Área para o ponto: Home

Faturamento bruto mensal: R$ 80.000,00

Royalties: R$ 1.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 4 a 8 meses

Prazo de contrato de franquia: 3 anos

Esse valor Inclui:

* Kit Inicial (Cartão de Visita, Panfletos, NoteBook, Mochila, Cracha)

*Treinamento de Franqueado (1 Semana) na Matriz, com passagem aérea (Capital-Capital) e Hospedagem inclusas.

Franquia Loja –

Investimento Inicial Total: R$ 60 mil a R$ 100 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Taxa de Franquia de R$ 30 a R$ 50 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Área para o ponto: 40 m2 (Mínimo)

Montagem da Loja R$ 20 a 40 mil

Capital de Giro Inicial: R$ 10 a 20 mil

Treinamento na Matriz por conta do Franqueado

Treinamento da Equipe na Loja do Franqueado (Custo da Franqueadora)

Faturamento bruto mensal: R$ 300.000,00

Royalties: R$ 2.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 12 a 18 meses

Prazo de contrato de franquia: 5 anos

Franquia Master –

Franquia de Expansão – Regional

Incluso R$ 50 mil de mídia para expansão local

Investimento Inicial Total: R$250.000,00

Taxa de franquia: Incluso

Faturamento bruto mensal: R$ 4.000.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 0,5%

Ganho Sobre a Vendas de Novas Unidades: 50% (Taxa de Franquia)

Prazo de retorno do investimento: 12 a 24 meses

Prazo de contrato de franquia: 10 anos

Read More
RJ – Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Decisão vale para 26 bancos e para servidores estaduais de todo o país.

Defensoria e MP receberam denúncias de irregularidades nas cobranças.

Uma liminar da Justiça do Rio proibiu 26 bancos de descontar parcelas do empréstimo consignado diretamente da conta bancária de servidores estaduais. A decisão vale para todo o país.

Salário parcelado e atrasado, sem décimo terceiro, e com empréstimo consignado.
Desde o fim de 2015, não tem sido fácil para o Vittorio, funcionário da Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia do Rio. E o extrato da conta corrente mostra que, mesmo antes do pagamento do salário, o banco já descontou a parcela do empréstimo.

“Como eu não tenho cheque especial, a conta ficou negativa e durante até eu voltar a cobrir. Quando bateu uma outra parcela, eles chegaram a cobrar juros na conta. É um sentimento de injustiça, de humilhação bastante forte”, desabafa Vittorio Leandro Oliveira.

Além de todas as dificuldades enfrentadas pelos servidores do Estado do Rio, a Defensoria Pública e o Ministério Público receberam denúncias de irregularidades na cobrança dos empréstimos consignados, praticadas por pelo menos 26 bancos. As instituições financeiras descontavam o valor referente a parcela do pagamento do empréstimo na conta corrente do servidor. Só que quando o funcionário recebia o salário, já com atraso, descobria que o estado também já tinha descontado o mesmo valor.

A Defensoria Pública e o Ministério Público do Rio se juntaram em uma ação coletiva contra uma cláusula dos contratos de empréstimo consignado. Ela permite que os bancos cobrem do servidor quando não recebem do estado por meio da folha de pagamento.

Mas a cláusula foi considerada abusiva.

A juíza Maria Christina Rucker proibiu qualquer tipo de cobrança direto na conta dos servidores estaduais a título de pagamento de crédito consignado.

No texto, a juíza diz que se o estado atrasa os salários, evidentemente o atraso no desconto do consignado é responsabilidade do estado, e não do servidor.

“A liminar proíbe a inclusão dos nomes dos consumidores nos cadastros restritivos de crédito, e ela vale para todos os contratos no Brasil inteiro, porque a gente sabe que a crise não é só no Rio de Janeiro. A crise está aí por alguns estados da federação. A gente precisava tomar essa atitude para estancar essa prática ilegal”, diz a juíza Maria Christina Rucker.
A Associação Brasileira de Bancos declarou que as associadas citadas na ação não debitam parcelas de crédito consignado das contas dos servidores do Rio.

Fonte http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/03/justica-proibe-bancos-de-descontar-parcelas-do-consignado-de-servidores.html

Read More
Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições


A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.
“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS. “Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: O senhor já está aposentado. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria. A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Outro lado

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/348880/oferta-de-credito-consignado-tira-sono-de-aposentados

Read More
RO – Homem é preso ao tentar sacar R$ 24 mil de vítima de estelionato

RO – Homem é preso ao tentar sacar R$ 24 mil de vítima de estelionato


Um homem identificado como Ronaldo F., de 54 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (17), dentro da agência do Banco do Brasil de Ouro Preto do Oeste, após tentar sacar R$ 24 mil de um empréstimo fraudulento. O fato ocorreu por volta das 11h,na rua Ana Nery, bairro Jardim Tropical, no centro da cidade.

A polícia foi acionada e, ao chegar ao local, foi informada por uma funcionária que um homem estava tentando sacar uma quantia elevada em dinheiro de uma conta bancária originária da agência de Rolim de Moura. Explicou aos militares que, ao verificar junto ao sistema do Banco do Brasil, constava que o correntista teria registrado uma ocorrência de tentativa de fraude após terem tentado realizar um empréstimo de R$ 24 mil em seu nome.

O suspeito foi abordado e com ele foi encontrada uma identidade de origem duvidosa, contendo alguns dados que não conferiam com os do correntista. Também foi localizado em sua posse o contrato de um empréstimo feito na cidade de Porto Velho, uma folha de papel com algumas informações do dono da conta, um aparelho de celular, uma carteira de trabalho, duas fichas de extrato do INSS e uma conta telefônica aparentemente falsificada com endereço de Porto Velho, sendo que a vítima reside em Rolim de Moura.

Ao ser indagado, inicialmente o estelionatário tentou se passar pela vítima. Porém, passou a entrar em contradição ao dizer que ora residia em Porto Velho, ora em Ouro Preto do Oeste, não afirmando o local exato em que morava.

Ao perceber que não conseguiria continuar com a farsa, o suspeito resolveu dizer a verdade afirmando aos policiais que é da cidade de Porto Velho, local onde, segundo ele, teria sido abordado por uma pessoa conhecida por Val que o teria recrutado para realizar essa transação na agência bancária de Ouro Preto do Oeste.

Disse ainda que, caso conseguisse sacar o dinheiro, ficaria com a metade, e que não sabia mais nada sobre quem o recrutou e que essa seria a primeira vez que tentava aplicar este tipo de fraude. O suspeito foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foi entregue aos cuidados do comissário de plantão.

Tag’s: rondonia, homem, preso, saque, estelionato

Fonte: Gazeta Central
Fonte https://www.rondoniaovivo.com/interior/ouro-preto-do-oeste/noticia/homem-e-preso-ao-tentar-sacar-r-24-mil-de-vitima-de-estelionato/173766

Read More
RJ – Ação pede que bancos não descontem consignado diretamente na conta de servidores

RJ – Ação pede que bancos não descontem consignado diretamente na conta de servidores

Defensoria e MP solicitem ainda cancelamento de negativação dos trabalhadores


Notas de real – Free Images

RIO — A Defensoria Pública do Rio de Janeiro e o Ministério Público estadual entraram com uma ação coletiva, nesta segunda-feira, para proibir 26 bancos de descontar o valor dos empréstimos consignados diretamente na conta dos servidores públicos. Denúncias de descontos duplos, na conta corrente e no contracheque pelo Estado, levaram os órgão a investigar e identificar que os 26 contratos dos 26 bancos contêm cláusulas que autorizam o desconto caso não seja feito o repasse. A ação pede a nulidade das cláusulas contratuais abusivas e o cancelamento da negativação dos servidores nos órgãos restritivos de crédito.

Veja também

MPRJ pede esclarecimento ao Estado do Rio sobre atraso de repasse de consignado aos bancos
Aposentada, Vera Lucia de Souza foi surpreendida por um depósito na conta e cobranças do banco Crescem denúncias de abusos financeiros contra idosos
BC 28/05/2008 – Salário de Estagiário. Foto de Gustavo Stephan/ Agência O GloboLISTAO que pode e o que não pode na contratação de empréstimo consignado
.LISTAQuatro armadilhas do crédito consignado
Em setembro do ano passado, já havia sido celebrado um acordo com o banco Itaú, a partir dos dados levantados pela investigação conjunta de Defensoria e MPRJ, em que a instituição se comprometeu com a Defensoria e o MP a não incluir no cadastro de devedores os servidores que tivessem com parcelas atrasadas do empréstimo consignado por falta de repasse do estado. No compromisso, o banco também acertou de não fazer descontos na conta corrente do trabalhador. O Ministério Público firmou ujm acordo nos mesmos termos com a Caixa Econômica. A ação foi ajuizada em face dos seguintes bancos: Bradesco; Bradesco Financiamento; Agiplan; Alfa; BGN; BMG; Olé/Bonsucesso; Cacique; Cifra; Daycoval; Crédito e Varejo; Banco do Brasil; BRB; BV; CCB; Intermedium; Lecca; Mercantil do Brasil; Mercantil do Brasil Financeira; Banrisul; Fibra; Original; Pan; Safra; Santander; Paraná.

— Não estamos dizendo que todos os 26 bancos estão fazendo a dupla cobrança, mas todos têm essa previsão contratual da qual poderiam lançar mão em meio essa crise do estado do Rio. E essa cláusula que prevê a cobrança do consumidor em caso de não repasse do empregador é abusiva, pois transfere para o trabalhador todo o risco do negócio, já que é responsabilidade do empregador o desconto em folha — diz Patrícia Cardosa, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, ressaltando que alguns bancos não se dão ao trabalho sequer de verificar se o desconto foi feito na folha de pagamento.

Segundo Patrícia, entre as queixas dos servidores estão também cobranças de juros por atraso,que também é considerada abusiva:

— O consumidor só pode pagar mora quando dá causa ao atraso, e não é esse o caso — destaca.

PUBLICIDADE

Na avaliação de Patrícia, a manutenção dessas claúsulas nos contratos levaria a uma lesão sem tamanho ao servidor que já está passando por privações pela não regularidade do pagamento de seus vencimentos.

O promotor de Justiça de Tutela Coletiva do Consumidor, Pedro Fortes que — que assina a ação junto com o defensor Eduardo Chow e PAtrícia — acrescenta que os bancos deveriam cobrar o Estado, mas se aproveitam da vulnerabilidade dos servidores públicos endividados, descontados em dobro e negativados ilegalmente. O promotor defende que o Judiciário próiba de imediatamente as cláusulas através de uma liminar.

A ação, além de liminar com efeitos imediatos, pede que os servidores sejam indenizados e os bancos condenados ao pagamento de R$ 1 milhão de indenização por danos morais coletivos. A ação está na 2ª Vara Empresarial.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/acao-pede-que-bancos-nao-descontem-consignado-diretamente-na-conta-de-servidores-20954893#ixzz4ZO17PAxv
© 1996 – 2017. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Fonte http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/acao-pede-que-bancos-nao-descontem-consignado-diretamente-na-conta-de-servidores-20954893
POR O GLOBO

Read More
RJ – Petrópolis – Prefeitura quita R$ 4,4 milhões em dívidas de consignados e zera débitos com Sisep e Caixa

RJ – Petrópolis – Prefeitura quita R$ 4,4 milhões em dívidas de consignados e zera débitos com Sisep e Caixa

Mais de 80% das dívidas com o Banco do Brasil já foram pagas


O secretário de Fazenda Heitor Pereira

Em pouco mais de 45 dias de governo, a Secretaria de Fazenda quitou R$ 4,4 milhões referentes a parcelas de consignados que foram descontados nos contracheques dos servidores e não repassados à Caixa Econômica, ao Banco do Brasil, e ao Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais (Sisep) pela antiga administração da prefeitura. Em alguns casos, como o Cartão Sisep, apesar dos descontos nos salários, os repasses deixaram de ser feitos em setembro.

“Os servidores prestam um serviço fundamental para a cidade e precisam ser respeitados. Todas as secretarias estão enxugando gastos. Estamos fechando as torneiras do desperdício e tendo respeito com a gestão dos recursos públicos, pois o único caminho para se administrar bem uma cidade é com responsabilidade e austeridade”, afirma o prefeito Bernardo Rossi, destacando que a Secretaria de Fazenda vem trabalhando duro para honrar os compromissos do dia a dia e quitar as dívidas deixadas pela gestão passada. “Estamos priorizando questões como os consignados que, em atraso, prejudicaram muito a vida dos servidores. Em alguns casos os servidores chegaram a ter o nome incluído em serviços de restrição ao crédito, como SPC e Serasa,o que é um total absurdo. Hoje esta situação está regularizada” pontua o prefeito.

Nesta quinta-feira (16.02) – com o pagamento de R$ 640 mil ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais- a Secretaria de Fazenda zerou o débito de R$ 1,3 milhão referente ao cartão de compras Sisep. A primeira parcela, no valor de R$ 673 mil, foi paga em 27 de janeiro. O montante é referente a compras feitas pelos servidores, cujos valores foram descontados dos salários, e não repassados ao Sindicato pela antiga gestão da prefeitura.

Relatório encaminhado à Secretaria de Fazenda pelo Sisep aponta que valores, descontados dos servidores referentes a compras com o cartão Sisep não foram repassados nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro. A falta do pagamento prejudicou servidores da prefeitura, das Secretarias de Saúde e Educação, além de servidores ativos e inativos do Inpas, Fundação de Cultura e Turismo, Companhia de Desenvolvimento (Comdep), e Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans).

A Secretaria de Fazenda também zerou esta semana o total de R$ 2,2 milhões em débitos referentes a parcelas de empréstimos consignados igualmente descontados dos salários dos servidores e não repassados à Caixa Econômica ao fim de 2016. O repasse de R$ 559 mil, que regularizou a situação com a Caixa, foi feito na terça-feira (14.02).

Para garantir que servidores não continuassem a ser prejudicados, em janeiro o município firmou um acordo com a Caixa para que os nomes dos servidores que tiveram os valores descontados nos contracheques, e não repassados no ano passado, não fossem incluídos em serviços de proteção ao crédito. O acordo permite, ainda, que servidores contratem novos empréstimos consignados junto à CEF, obedecendo aos parâmetros normalmente estabelecidos pela instituição bancária, que prevê entre outras coisas, limite de crédito compatível à renda do servidor.

Ainda esta semana a Secretaria de Fazenda efetuou o pagamento de R$ 674 mil em consignados pendentes junto ao Banco do Brasil, reduzindo a R$ 300 mil o montante de dívidas acumulado em R$ 1,6 milhão deixado pelos antigos gestores.

“Com isso quitamos mais de R$ 80% das dívidas de consignados pendentes com o Banco do Brasil” pontua o secretário de Fazenda Heitor Pereira, lembrando que o valor restante será quitado dentro do prazo estabelecido na renegociação formalizada com o Banco do Brasil.

Fonte http://www.avozdepetropolis.com.br/prefeitura-quita-r-44-milhoes-em-dividas-de-consignados-e-zera-debitos-com-sisep-e-caixa/

Read More
Dados pessoais de aposentados valem menos de 10 centavos

Dados pessoais de aposentados valem menos de 10 centavos


A comercialização de dados faz a oferta de consignado tirar o sono de quem recebe o benefício do INSS. Recomendação é denunciar ao Ministério Público Federal

A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.

“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS.

“Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: ?O senhor já está aposentado?. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria.

A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito.

CONSUMIDOR DEVE DENUNCIAR ABUSOS AO MINISTÉRIO PÚBLICO

A gravação enumera tudo aquilo que o aposentado pode fazer com o dinheiro: reformar a casa, ajudar parentes, fazer a viagem dos sonhos – só que o consumidor nunca pediu informações sobre crédito consignado.

Segundo Edson Costa, da Aneps, associação de correspondentes bancários, as empresas não podem ter acesso a dados sigilosos sem autorização. “Quem age assim, está operando ilegalmente.”

Para o aposentado que sentir que teve sua privacidade violada, a recomendação é fazer uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), pessoalmente ou pela internet, ou na ouvidoria do INSS, pelo telefone 135.

O Procon-SP recomenda que o consumidor nunca aceite um empréstimo por telefone e, caso se sinta incomodado com a abordagem das financeiras, registre reclamação nos bancos e solicite que não sejam mais feitas ligações com esse tipo de oferta.

Fonte http://www.jornalcontabil.com.br/dados-pessoais-de-aposentados-valem-menos-de-10-centavos/

Read More
RN – Dupla é presa tentando fazer empréstimo com documentos falsos em Capim Macio

Dupla é presa tentando fazer empréstimo com documentos falsos em Capim Macio

Dois homens foram presos em flagrante tentando efetuar um empréstimo bancário com documentos falsos. A prisão aconteceu na manhã desta quinta-feira (16) no Banco do Brasil da avenida Roberto Freire, em Capim Macio, zona sul de Natal.
Identificados como Wagner Cassiano Honorato e Genilson Soares Pereira os dois homens estavam em posse de documentos de identidade e cartões bancários falsos. A vítima dos bandidos já havia comparecido à Polícia Civil para denunciar saques ilegais de sua conta no valor de R$ 170 mil.
“Nós descobrimos que Wagner Cassiano Honorato contratou Odimar Ferreira da Silva, por R$ 1.500,00, para que ele utilizasse documentos falsos e efetuasse um empréstimo na conta corrente da vítima. Odimar emprestou sua fotografia para Wagner Cassiano, que conseguiu falsificar os documentos e fazer um cartão de crédito no nome da vítima. Além disto, Wagner Cassiano deu suporte para que Odimar realizasse o empréstimo. A dupla foi autuada pelos crimes de uso de documentos falsificados e tentativa de estelionato”, detalhou o delegado da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (Decap), Rolim Albuquerque.

Fonte http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/dupla-a-presa-tentando-fazer-empra-stimo-com-documentos-falsos-em-capim-macio/372082

Read More
RJ – Apesar de atraso nos salários, servidores do RJ têm empréstimos consignados descontados

RJ – Apesar de atraso nos salários, servidores do RJ têm empréstimos consignados descontados

Defensoria Pública investiga casos em conjunto com Ministério Público. Bancos afirmam que medida é permitida por contrato.

Servidores do estado com empréstimo consignado estão sendo cobrados em conta corrente
Apesar do salário de janeiro dos servidores do Rio não ter sido depositado, o Governo do Estado continua cobrando as parcelas de quem realizou um empréstimo consignado. Os funcionários públicos reclamam da situação já que este tipo de empréstimo era para ser descontado no contra cheque.
René Reis da Costa adquiriu seis empréstimos para pagar suas contas, já que estava há meses com o salário atrasado. Um dos descontos veio no comprovante do pagamento de janeiro que ainda nem saiu, mas o valor de R$ 142,81 foi debitado. A mesma quantia foi descontada na conta corrente dele, no dia 3 de fevereiro.
“O banco não poderia ter descontado porque o empréstimo consignado é feito no contra cheque. Me dirigi a gerente [do banco], perguntei a ela o que significaria isso e ela disse que havia um acordo entre eles e poderiam debitar na conta corrente”, disse René.
A Defensoria Pública do Rio está investigando os casos em conjunto com o Ministério Público. A defensora Patrícia Cardoso afirmou que o órgão não permitirá ilegalidades com os servidores públicos.
“Hoje a gente vê uma situação muito difícil dos servidores. Eles perderam o domínio dos seus salários. Então as cláusulas contratuais que autorizam desconto duplo, desconto em conta corrente, sem se verificar se entrou são clausulas nulas. Os consumidores têm que reclamar, protestar. A gente está esperando receber denúncias e avaliar demanda na Justiça para impedir arbitrariedades e ilegalidades”, afirmou.

Fonte http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/apesar-de-atraso-nos-salarios-servidores-do-rj-tem-emprestimos-consignados-descontados.ghtml
Fonte RJTV

Read More
AM – Estado limita o pagamento do consignado em até 96 meses

AM – Estado limita o pagamento do consignado em até 96 meses

Decreto fixa o tempo de pagamento e determina que servidor não poderá ultrapassar o equivalente a 35% dos vencimentos nessas operações de crédito

Beatriz Gomes

Regras definem os empréstimos para servidores do Estado.

Foto: Jair Araújo

Manaus – O Governo do Estado publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) decreto com ajustes na regulamentação de empréstimos consignados com desconto em folha de pagamento de servidores do Estado e recadastramento das instituições consignatárias. Entre as alterações está a proibição de empréstimos consignados com prazo superior a 96 meses ou oito anos.

De acordo com a Agência de Comunicação do Governo (Agecom), há 202,9 mil contratos de consignados que totalizam R$ 35,9 milhões. Nos cartões são mais 41 mil contratos que somam R$ 6,2 milhões.

O empréstimo pessoal consignado só poderá ser realizado por instituição autorizada pelo Banco Central (BC) e que possua agência ou posto de atendimento no Estado. Além de vedar as operações com prazo superior a 96 meses, o decreto aponta, ainda, que a Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead) fará o recadastramento das instituições consignatárias para que seja demonstrado o cumprimento da exigência de possuírem agências ou postos de atendimento autorizados a funcionar pelo BC no Estado. As empresas têm até 180 dias para se adequar à nova regra.

Ainda segundo o decreto, a soma mensal dos empréstimos consignados de cada servidor não poderá ultrapassar o equivalente a 35% dos vencimentos, sendo 30% para consignado e 5% para operações via cartão de crédito consignado. Não será permitido o desconto de até 35%, quando a soma destas compulsórias exceder 70% da remuneração do servidor.

Fonte http://new.d24am.com/noticias/economia/estado-limita-pagamento-consignado-96-meses/159984

Read More
SP – Justiça manda banco interromper cobrança de empréstimo após golpe

SP – Justiça manda banco interromper cobrança de empréstimo após golpe


Aposentada, moradora do Boqueirão, teve prejuízo superior a R$ 43 mil

BRUNO LIMA

Vítima de um golpe em janeiro que lhe trouxe um prejuízo financeiro superior a R$ 43 mil, uma aposentada de 73 anos, moradora do Boqueirão, em Santos, conseguiu, na semana passada, uma liminar que suspende o pagamento mensal dos quatro empréstimos feitos pelo estelionatário por meio de sua conta bancária.

Antes de acionar um advogado, a vítima havia feito um pedido administrativo ao banco para não arcar com as despesas feitas pelo criminoso. Contudo, o banco recusou o pedido.

O pesadelo da aposentada, que prefere não se identificar, começou quando, nos primeiros dias do ano, um homem telefonou para sua casa e apresentou-se como funcionário do banco onde ela tem conta.

“O bandido tinha a voz do meu gerente e falou todos os números dos meus documentos. Disse que, por causa do meu cartão de crédito, eu ganharia uns prêmios de utilidades domésticas. Confesso que não desconfiei de nada e me empolguei com os objetos que receberia”, explica ela.

Porém, para que realmente ganhasse os produtos, a aposentada precisaria atualizar o seu cartão bancário. “O suposto gerente disse que me mandaria um novo cartão com letras e números maiores para facilitar a leitura. Além disso, disse que outro funcionário do banco passaria na minha casa para buscar o cartão que vinha usando junto com a minha senha”, relembra a vítima.

Sabiam onde mora

Sem passar seu endereço, a aposentada recebeu a visita de um suposto bancário, conforme tinha sido avisada pelo telefone.

“Nem cheguei a vê-lo. Pedi para que a minha empregada entregasse o cartão com a senha. Ela ainda me alertou, mas eu estava convencida de que se tratava do meu gerente, devido à semelhança na voz e ao fato de conhecer todos os meus dados”, relata.

Bandido se passou por gerente de banco e solicitou cartão e senha da vítima (Foto: Walter Mello)
Passados alguns dias sem ir ao banco, a vítima foi novamente procurada pelo golpista. “Ele queria saber se eu havia retirado os meus prêmios. Expliquei que não, mas ligaria no banco. Todo atencioso, o bandido pediu para não se preocupar que ele resolveria a entrega”, diz a aposentada.

Ilusão: o que o estelionatário queria mesmo era saber se ela já tinha tomado ciência do golpe.

Desconfiada por não receber nada em casa, a vítima compareceu à agência e conversou com uma funcionária. “Foi então que ela me avisou de quatro empréstimos feitos no meu nome. Cancelei o cartão imediatamente e fiz o pedido administrativo, que foi negado. Fui obrigada a começar a pagar as parcelas mensais dos empréstimos feitos pelo bandido”.

Idade da vítima elevou risco

Inconformada, a aposentada acionou, em maio, o advogado Maurício Cury, do escritório Cury e Moure Simão. Ele deu entrada a um pedido de liminar na 2ª Vara Cível de Santos solicitando a suspensão do pagamento das mensalidades.

“Além de todo o transtorno financeiro, a gerente desaconselhou a aposentada a registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil, sob a alegação de que o processo de investigação feito pelo banco não utilizaria o documento”, revela Cury.

A liminar foi concedida no dia 26 pelo juíz Claudio Teixeira Villar, que, em sua decisão, ponderou que a idade da autora é uma “fase da vida na qual muitas vezes se está distante da realidade dos serviços virtuais, e que não raras vezes (se) é alvo de pessoas especializadas na aplicação de golpes”.

Ressarcimento

Com a decisão, o advogado da vítima citará o banco para que se defenda. Se a Justiça der ganho de causa à vítima, ela terá restituídos os R$ 43,9 mil de prejuízo e as parcelas descontadas antes da suspensão do pagamento. O banco também poderá ter de indenizar a aposentada por danos morais.

“Espero que as pessoas, principalmente os idosos, usem o meu caso como exemplo e fiquem em alerta para não terem prejuízos. A semelhança com a voz do meu gerente e os prêmios oferecidos me fizeram cair neste golpe”, conclui ela, que aguarda pelo desfecho do processo para saber quando receberá o dinheiro.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/juiz-manda-banco-parar-cobranca-apos-golpe/?cHash=10aaab22c341e7c37879442cbb156505

Read More