Você sabe para que serve e quando contratar o seguro Prestamista?

O objetivo desta modalidade de seguro é garantir a quitação de uma dívida do segurado, no caso de sua morte ou invalidez ou até mesmo desemprego involuntário

O seguro prestamista tem por objetivo garantir a quitação de uma dívida do segurado, no caso de sua morte ou invalidez ou até mesmo desemprego involuntário. O primeiro beneficiário deste tipo de seguro, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. O segurado contará com a tranquilidade de ter a sua dívida quitada, caso aconteça algum imprevisto.

Para a instituição que concede o crédito, o seguro prestamista é uma garantia de que a inadimplência poderá ser evitada, no caso de morte ou invalidez ou desemprego do segurado.

Para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de algum bem adquirido. Essa modalidade de seguro surgiu para garantir proteção adicional àqueles que têm prestações para pagar.

O seguro prestamista é uma garantia de que a inadimplência poderá ser evitada

Os compromissos financeiros assumidos podem ser afetados por imprevistos, como falecimento, perda involuntária do emprego ou incapacidade para exercer funções, mesmo que temporariamente, impedindo que a pessoa mantenha o pagamento de algumas prestações ou mensalidades.

É bom lembrar também que, na hipótese de o segurado falecer ou ficar inválido e ter contratado um seguro com garantia de pagamento superior à dívida contraída, esta será quitada com a instituição financeira ou empresa que concedeu o crédito ou o empréstimo.

A diferença entre o valor pago da dívida e o da indenização contratada será paga ao beneficiário que o segurado indicar ou a ele próprio, no caso de invalidez. Exemplos:

• Você contraiu um empréstimo de R$ 5 mil e contratou um seguro prestamista para garantir exatamente o valor dessa dívida. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou o empréstimo.

• Você contraiu um empréstimo de R$ 5 mil e contratou um seguro prestamista com cobertura para um capital de R$ 15 mil. Ocorrendo um sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário que você indicou na apólice, podendo ser você mesmo, conforme o sinistro.

Para que serve o seguro prestamista?

Por se tratar de uma modalidade de seguro de vida em grupo, garante a liquidação da dívida do segurado ou o pagamento de um determinado número de parcelas, dependendo do contrato, na hipótese de morte, invalidez, desemprego involuntário e perda de renda do autônomo. \

Veja alguns exemplos nos quais o seguro prestamista pode ser utilizado:

• empréstimos junto a financeiras e bancos;

• cheque especial de bancos;

• cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão);

• consórcios;

• financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e

• empréstimos com pagamento consignado em folha.

A proteção financeira para a quitação do saldo da dívida ou de um determinado número de parcelas, caso aconteça algum imprevisto, oferece vantagens para consumidores e empresas.

Para as empresas, é instrumento auxiliar na redução da inadimplência, e para os familiares de quem contraiu o empréstimo, é garantia de manutenção do patrimônio adquirido. Essas são as principais características desse seguro – até há pouco tempo quase inexplorado no Brasil – que, aliadas à inserção da população de menor poder de compra no mercado de consumo, promoveram seu crescimento nos últimos anos.

O consumidor não compra o seguro prestamista diretamente com a seguradora, mas se a loja ou financeira tiver parceria com uma companhia de seguros, o comprador terá a opção de contratá-lo.

Além de trabalhar junto com redes varejistas e financeiras para a venda de seguro prestamista, as seguradoras firmam parcerias com bancos para a oferta do produto atrelado ao crédito consignado. Por outro lado, a expansão do crédito no Brasil e, em especial, do crédito consignado, nos últimos anos, contribuiu de forma preponderante para o crescimento deste ramo de seguro. Entre 2003 e 2010, o faturamento do seguro prestamista saltou de R$ 227,5 milhões para R$ 3,4 bilhões – com crescimento de 1.300%.

A expectativa é de que esse tipo de seguro continue em expansão, pois se tornou uma prática consolidada nas instituições de crédito.

Tudo Sobre Seguros destaca como você pode preservar os bens que comprou com financiamento e garantir a concessão de crédito para suas compras.

Como eu contrato um seguro prestamista?

Você não fecha o contrato diretamente com a seguradora. Se a loja na qual você comprou um produto tiver parceria com alguma seguradora, existe a opção do seguro. A maioria das lojas que vendem a crédito oferece essa garantia no ato da compra financiada.

Vale lembrar que financeiras e bancos também ofertam o seguro prestamista nas operações de crédito. O seguro prestamista também pode ser contratado para garantir um valor acima da dívida contraída. Na hipótese de ocorrer um dos riscos previstos na apólice, a dívida será integralmente quitada com o credor e o saldo remanescente pago ao beneficiário indicado pelo segurado. As modalidades do seguro prestamista são variadas, desenhadas de acordo com as características de cada contrato de crédito. Mas atenção! De maneira alguma serão quitadas parcelas vencidas em atraso.

Em geral, a garantia é de pagamento de três a seis prestações, nos casos de perda involuntária de emprego ou incapacidade, mesmo que temporária, para exercer algumas atividades. Porém, nos casos de falecimento, ou invalidez total permanente por acidente, o seguro prestamista costuma prever garantia de quitação total da dívida. Ao aceitar a cobertura do seguro prestamista, você vai pagar o valor do seguro todos os meses, junto com a prestação ou parcela do financiamento. Dessa forma, o preço do seguro é diluído nas prestações ou mensalidades e não pesa no bolso.

Quanto custa?

O valor do seguro prestamista varia muito de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a idade do segurado. Ou seja, há diferenças entre os seguros para um liquidificador e para uma moto, como também no pagamento de um seguro de uma dívida de três meses e no de outra de 36 meses, ou se o segurado tem 25 ou 70 anos de idade.

Como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes de uma mesma loja, por exemplo, é possível ter um custo bastante reduzido por segurado/cliente. De uma maneira geral, é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo.

A ampla rede de distribuição das empresas varejistas e concessionárias de serviços públicos, entre outros conglomerados do gênero, permite custos menores do seguro prestamista. Hoje, esses canais de venda pulverizada são tão eficientes como os bancos, porque aproveitam o fortalecimento da renda das classes C, D e E, que ocorreu nos últimos anos, para oferecer vários produtos financeiros que antes não eram consumidos por esse segmento da população.

Como em qualquer seguro, o custo está diretamente relacionado ao risco. Assim, um seguro prestamista de tomadores de empréstimos de uma instituição que contrata com a seguradora uma apólice sem limite de idade para adesão será mais caro que um seguro de uma instituição que limita a idade de empréstimos a 70 anos de idade, por exemplo.

Na média geral do mercado, atualmente, o índice de sinistralidade desta modalidade de seguro situa-se em torno de 25%, o que significa que para cada R$ 1,00 que a seguradora recebe ela tem que pagar indenizações de R$ 0,25. O índice é muito inferior ao de outros tipos de seguros, como o de automóveis, que chega a R$ 0,70, em idêntica proporção.

Como surgiu o seguro prestamista?

A necessidade de as instituições de crédito transferirem o risco de sua atividade fim para uma seguradora foi determinante para a criação do seguro prestamista, da mesma forma que motivações semelhantes estão na origem de todos os tipos de seguro. O termo “prestamista” é definido como a pessoa que empresta a juros. Inicialmente, teria sido usado para definir quem vende a prestação.

Dessa forma, o seguro prestamista surgiu para proteger quem vende a crédito, numa definição ampla, que engloba desde quem empresta dinheiro, passando por quem vende um bem financiado, até quem administra os recursos de um grupo, como os consórcios. No Brasil, este seguro teve grande procura nos anos 1970 e 1980, na fase áurea dos consórcios de veículos. Depois foi incorporado aos financiamentos imobiliários, com o nome de MIP – Morte e Invalidez Permanente.

O grande destaque, contudo, ocorreu na fase posterior ao Plano Real (de 1994 em diante), impulsionado pelos financiamentos de veículos e, mais recentemente, pela explosão do crédito consignado. Ante a sua boa aceitação e demanda crescente, o seguro prestamista apresenta diversificações de uso. Por exemplo, uma concessionária de energia elétrica começou a oferecer a seus clientes a contratação de um seguro que garante, por alguns meses, o pagamento da conta de luz, caso ocorra algum imprevisto com o titular, além de cobertura contra riscos de danos residenciais causados por incêndio, raio e explosão.

O “pacote” inclui, ainda, um sorteio mensal de prêmios em dinheiro vivo (em espécie). Os bancos, por sua vez, oferecem o seguro prestamista para operações de crédito consignado e para o cheque especial, entre outros produtos. Nos empréstimos consignados, a apólice geralmente não inclui cobertura para perda de emprego ou renda, já que esse tipo de empréstimo é feito por funcionários públicos ou aposentados.

Se eu atrasar a prestação, o seguro paga?

O seguro prestamista foi desenvolvido para garantir a sua proteção para o risco de pagamentos atrasados (inadimplência) em caso de desemprego involuntário, de incapacidade (mesmo que temporária) para exercer suas atividades, de falecimento ou de invalidez. Dessa forma, a instituição financeira que concedeu o crédito irá receber do seguro o valor da prestação em atraso.

Em que situações o seguro não garante o pagamento de dívidas do segurado?

Existem algumas situações nas quais o risco de inadimplência está excluído. Por exemplo, se você aderir a um programa de demissão incentivada não terá direito à cobertura do seguro. Em relação à incapacidade física de exercer suas atividades, mesmo que temporariamente, você também não terá direito à cobertura do seguro se o afastamento for ocasionado por doença preexistente. No caso de ser uma consumidora, o mesmo critério se aplica em casos de parto ou aborto.

Fonte Infomoney
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Brasil não tem seguro residencial contra enchente

Para seguradoras, serviço é “inviável”; há apenas cobertura contra granizo, vendaval e raio

A lavradora Ernísia da Penha, de 41 anos, viveu um verdadeiro pesadelo em 21 de dezembro do ano passado — poucos dias antes do Natal. Uma forte tempestade de verão atingiu a cidade de Santa Tereza, no Espírito Santo, e um deslizamento de terra destruiu sua casa e seu carro.

Enchentes na região são bastante frequentes por conta dos rios que rodeiam a cidade. No entanto, o acidente foi o primeiro que atingiu a casa de Ernísia. A família Penha foi supreendida na manhã daquele sábado, conta a lavradora.

“Perdi guarda-roupa, sofá, rack e tive o carro bastante danificado. Contrataria um seguro residencial contra esse tipo de ocorrência, mas infelizmente não existe”, destaca Ernísia, que teve de chamar um pedreiro para reformar a garagem de sua casa, destruída pelas árvores que caíram durante o deslizamento.

Os problemas gerados em acidentes como o de Ernísia poderiam ser amenizados com um seguro residencial que cobrisse enchente e deslizamento de terra. Esse tipo de apólice, contudo, não é oferecido porque é “inviável” para as seguradoras, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg).

Os contratos mais completos englobam apenas chuvas com granizos, queda de raios e vendavais — casos em que a probabilidade de ocorrência é incalculável.

De acordo com Luiz Pomarole, vice-presidente da confederação que representa as seguradoras, essas coberturas não são oferecidas porque, na maioria das vezes, o risco é maior. Além disso, o custo seria alto e o serviço só seria contratado por moradores que realmente estão expostos a esse tipo de situação.

“O morador deveria ter preocupação com o local onde ele constrói sua casa. É necessário outro tipo de investimento [como reforma ou mudança], não a contratação de um seguro”, justifica Pomarole.

Casos excepcionais

A Liberty, por exemplo, oferece seguro contra enchente apenas em casos excepcionais, como uma casa que tem baixíssimo risco de ser alagada e, inesperadamente, sofre o acidente. Caso contrário, a cobertura não é oferecida em nenhuma de suas apólices.

“Quem procura seguro contra enchente é apenas quem precisa. Estamos vendo uma política extensiva para esses casos, mas é difícil a apólice ter um custo acessível para todos os consumidores. O gasto para a empresa seria maior que a arrecadação”, destaca Vilma Monteiro, gerente de seguros residenciais da Liberty Seguros.

Na Porto Seguro, a cobertura contra enchente não é oferecida nem em casos excepcionais. Nos contratos mais completos, são oferecidas apenas apólices contra granizo, vendaval e raio.

“É difícil quando o contrato de seguro não tem essa garantia. Por outro lado, se a água entrar no imóvel por conta de vendaval ou outro evento que possa gerar a situação e o consumidor tiver a garantia, deve receber da seguradora”, explica o especialista.

No caso de a seguradora oferecer uma cobertura contra enchente apenas em caso de exceção, o consumidor que se sentir lesado pode acionar a Justiça, afirma a advogada Ana Rita Petraroli, especiasta em seguros.

“Em geral, não há nada que vete a cláusula da exceção, uma vez que ela oferece uma oportunidade a mais para o segurado ser restituído. No entanto, ela é bem arriscada, uma vez que pode beneficiar um, em detrimento de outro”, explica Ana Rita.

Alguns municípios oferecem uma compensação às vítimas de enchentes. Na cidade de São Paulo, moradores que forem atingidos pelas enchentes têm isenção no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) no ano seguinte à ocorrência, segundo a Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico. Na cidade do Rio de Janeiro, o benefício não é oferecido.

Perda irreparável

Se tivesse a opção de contratar um seguro residencial, a confeiteira Larissa Castilho, de 32 anos, não teria de arcar sozinha com o prejuízo de ter perdido todos os móveis, eletrodomésticos e encomendas que havia produzido para o fim de ano na enchente que atingiu sua casa em dezembro de 2013, no Acari, Rio de Janeiro.

“Só de material para produzir meus doces eu perdi R$ 1,5 mil. Recebi doações de amigos e de igrejas para conseguir comprar, pelo menos, micro-ondas e fogão para trabalhar”, recorda Larissa, dona da empresa Doces da Lara.

Até as bonecas de sua filha, Isabella, de 5 anos, foram perdidas na enchente. A água, segundo a confeiteira, atingiu 1,5m. “Graças a Deus tenho meu trabalho para conquistar tudo de novo. Se fosse depender de seguradoras ou do governo para me recuperar, não conseguiria”, afirma Larissa.

São esses os sinistros que têm maior ocorrência no período de verão, afirma Edson Frizzarim, diretor de ramos elementares da Porto Seguro. “Há um aumento de pelo menos 30% na ocorrência de sinistros de danos elétricos e vendavais, principalmente nos Estados das regiões Sul e Sudeste”, calcula o executivo.

Para Antonio Penteado Mendonça, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA) e advogado especialista em mercado segurador, o consumidor tem o direito de entrar com recurso contra a seguradora, caso ela não cubra um acidente com enchente ou deslizamento. As chances de sucesso, contudo, são pequenas.

Fonte IG – Patrícia Basilio
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Quando a única saída é contratar o seguro

Está interessado em um imóvel e quer alugar? Sabia que para concluir a locação é necessário estar munido de uma apólice de seguros? Entenda.

O sócio da Pizzo Imobiliária (Salvador-BA), Tiago Barreto, conta que esta é uma obrigação contratual. É solicitado ao cliente que apresente uma apólice de Seguro Residencial. Ele explica que no ato da locação é passado os dados ao locador para que seja confeccionada a apólice.

“Apresentamos ainda uma cotação com valor médio, caso ele tenha interesse em fazer com nossa corretora parceira”, ressalta. Porém, o locatário fica livre para escolher a corretora e a seguradora de sua preferência, “o importante é que no momento de confirmar a contratação do imóvel, seja apresentada a apólice”, acrescenta.

Contratar o seguro é uma via de mão dupla, é bom tanto para o locatário, quanto para o proprietário do imóvel. No caso de um sinistro, pode evitar uma disfunção, referente aos danos causados ao imóvel, como relata Tiago. “O segurador estará coberto contra incêndio, danos elétricos. É um produto que relativamente não é caro. E pode evitar uma dor de cabeça futura”.

Nessa linha, a segurada Rejane Brito, compartilha a sua experiência ao contratar o seguro. Segundo ela, é muito importante contar com essa garantia, “pois além de estar coberta com qualquer acidente causado na casa, posso contar com serviços de assistências 24 horas, sobre danos elétricos, hidráulicos, e em computadores (Help desk)”.

Já a corretora Rita Granja, da Granja Corretora de Seguros (Salvador-BA), enfatiza que geralmente as pessoas não se interessam por seguro residencial, pois acham que é um seguro mais caro devido ao bem segurado. “Eles costumam comparar com o seguro de carro, além de ser um bem que tem baixo índice de sinistralidade”.

Mas, Rejane afirma que vale a pena a contratação. E cita um exemplo, “minha máquina de lavar quebrou, liguei para a seguradora, e ao informar o que ocorreu foi enviado um técnico para avaliar a situação. Comprei as peças solicitadas e o conserto foi gratuito. O serviço é útil, pois evita um custo de mão de obra”, finaliza.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Seguros – Arrecadação do setor cresceu 13% até novembro, diz Siscorp

O mercado de seguros, incluindo os segmentos de previdência e capitalização totalizou R$ 159,163 bilhões em prêmios entre janeiro e novembro de 2013, o que representa alta de 13% ante o mesmo período de 2012, de R$ 140,475 bilhões, conforme relatório da consultoria Siscorp com base nos números da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Quando considerados apenas as apólices de seguros, que somaram R$ 130,652 bilhões, o crescimento foi de 12%, na mesma base de comparação, quando o total foi de R$ 116,172 bilhões.

Na carteira de seguros gerais, a maior expansão, de 52%, foi vista no segmento de seguro rural, cujos prêmios foram a R$ 2,050 bilhões de janeiro a novembro em relação ao mesmo período de 2012. Riscos especiais, que envolvem vários tipos de coberturas como transportes e obras, tiveram alta de 39%. Riscos financeiros e seguro habitacional cresceram 25% e 24%, respectivamente.

O seguro de automóvel continuou com a maior participação na carteira de seguros gerais, de acordo com a Siscorp. A modalidade respondeu por 51,3% do total arrecadado neste segmento ao somar R$ 26,512 bilhões em prêmios até novembro, alta de 19% em relação ao montante visto em igual intervalo de 2012.

O lucro líquido das empresas de seguros, previdência e capitalização ficou em R$ 11,731 bilhões nos 11 primeiros meses de 2013, crescimento de 7% em um ano. Os dez maiores grupos responderam pela maioria do resultado auferido. A Bradesco Seguros apresentou o maior lucro líquido no período, de R$ 3,338 bilhões de janeiro a novembro, montante 9% superior ao registrado em 12 meses.

O Itaú Seguros registrou lucro líquido de R$ 2,754 bilhões até novembro, conforme a Siscorp com base nos dados divulgados pela Susep. A cifra é 21% maior que a registrada em um ano. O BB Mapfre somou montante de R$ 1,647 bilhão, alta de 41%. Já o lucro da Caixa cresceu 40%, para R$ 938 milhões. O lucro líquido da Porto Seguro subiu 11%, para R$ 481 milhões. Na contramão, o resultado da SulAmérica diminuiu 33%, para R$ 215 milhões.

Para 2013, a expectativa da Siscorp é de que a indústria de seguros cresça 12%, alcançando R$ 176,549 bilhões em prêmios.

Fonte DCI
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Consumidor ou freguês: como o corretor trata o seu cliente?

Com a guerra de preços existente no mercado de seguros, e a disputa entre um corretor e outro, algumas atitudes antiéticas são realizadas por alguns profissionais, como explica o corretor Ernes Virgilio Mendes, da Netto Mendes Corretora de Seguros (Piracicaba-SP).

“Quando um cliente chega ao meu escritório, não cobro pela consulta e procuro oferecer sempre o pacote de cobertura mais adequado para seu perfil e necessidades independente do preço”, conta. Porém, alguns corretores, passam a frente, atendem o mesmo cliente e para ganhar a carteira, abaixam o valor da comissão e oferecem o produto mais barato ao cliente.

“Isso é uma concorrência totalmente desleal e antiética. E o grande prejudicado disso tudo é o consumidor que vai comprar um produto mais barato, mas com qualidade inferior. Esse tipo de profissional está tratando o cliente dele como freguês e não como consumidor, que é a maneira correta de ser tratado”, ressalta Mendes.

A disputa por clientes é saudável? Até que ponto você compromete a sua ética para conquistar mais um cliente para sua carteira? O seu cliente é tratado como consumidor ou freguês? Deixe a sua opinião.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Quais são as diferenças entre os contratos de seguro e de resseguro?

Os dois contratos ? seguro e resseguro ? são independentes juridicamente, embora a existência do último decorra do primeiro. No Brasil e internacionalmente, o segurado da apólice original não participa diretamente do contrato de resseguro, já que a negociação é feita entre segurador e ressegurador.

A operação de seguro é regida por um contrato típico, ou seja, especificado no ordenamento jurídico do país (Código Civil Brasileiro, capítulo XV, artigos 757 ao 802, por exemplo). Por outro lado, o resseguro constitui um contrato atípico, porque não faz parte das normas jurídicas, especialmente quanto às bases concretas de suas cláusulas.

No contrato, segurador e ressegurador determinam as cláusulas que vão prevalecer, a maioria delas em comum acordo, tornando-se o instrumento legal para ambas as partes. Seguradoras e resseguradoras dispõem de equipes de apoio permanentes de juristas e técnicos, além de recursos materiais.

Ambas são empresas profissionais que se relacionam livremente, podendo estabelecer suas bases contratuais. Os critérios e limites dessa atuação livre estão restritos apenas à melhor conveniência, aos bons costumes e à apuração técnica que caracteriza a atividade. A boa-fé objetiva permeia toda a relação, de ambos os lados.

Resseguro: etapas da diluição de grandes riscos

Segurado

É quem repassa para o segurador determinado risco de sua atividade. Contrato de resseguro Documento firmado entre seguradora e resseguradora.

Segurador direto

Assume o risco com total responsabilidade perante o segurado (individual ou pessoa jurídica). Cessão (transferência do risco para o resseguro) Quando o segurador direto não quer ou não pode assumir a totalidade do risco, ?cede? parte dele a uma ou mais resseguradoras.

O segurador direto passa a ser o ?cedente? nessa operação de resseguro.

Retrocessão

É o resseguro do resseguro. Quando o ressegurador não quer assumir totalmente sua parte no risco, ?retrocede? uma fração das responsabilidades que aceitou a outra ou mais resseguradoras, ou mesmo seguradoras, chamadas retrocessionárias. Neste caso, o primeiro ressegurador se torna o retrocedente. Retrocessionária É a resseguradora que assume uma fração da parte do risco que a primeira resseguradora assumiu.

Fonte Infomoney
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Gerente de banco vira corretor de seguros e fatura mais

Após o debate seguro “Ex-bancário quer saber como se tornar corretor de seguros” publicado no CQCS, o corretor Pessoa Física, Paulo Dias de Belo Horizonte-MG, resolveu compartilhar a sua experiência sobre o tema em destaque.

Paulo conta que iniciou sua carreira como gerente de banco, e, ao lidar diariamente com venda de seguros, se motivou para iniciar na profissão de corretor. “Fazíamos muitas operações de venda casada, então eu tinha a ilusão, a principio, de que a carreira de corretor de seguros seria muito fácil”.

Ele conta ter se equivocado com o pensamento. “Tive muita dificuldade no inicio. Foram dois anos penosos para conseguir uma carteira legal”. E destaca, que primeiro é necessário adquirir experiência como preposto ou funcionário de uma corretora grande, conhecer os produtos aos poucos, para depois iniciar na profissão.

Com quase dez anos como corretor de seguros, Paulo trabalha com praticamente todas as carteiras, exceto Saúde, “por ser muito específico”. Para ele é importante trabalhar com todos os segmentos, pois o corretor “está muito focado em Automóvel“, enfatiza ele.

Especialização e diferencial são as palavras chaves para o sucesso, como ressalta Paulo. “O mercado é muito promissor, desde que você fidelize sua carteira. Hoje em dia, praticamente todo mundo está comercializando seguros. Ainda temos a concorrência das cooperativas irregulares. Logo, se você for igual a todos, não sobrevive”, acrescenta.

Para finalizar, ele confessa que se pudesse, teria iniciado a carreira de corretor há muito tempo. “Estou muito feliz nesta profissão. Hoje eu consigo ser mas bem remunerado do que quando era gerente de banco”, conclui.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Afinal, vender preço ou produto?

Para o presidente da Porto Seguro, Fabio Luchetti, a resposta é simples: “produto. Esta será sempre a melhor alternativa”, afirma. Segundo ele, dessa maneira é possível fidelizar o cliente diariamente, sem a necessidade de conquistar os mesmos segurados todos os anos. A afirmativa foi pontuada durante o almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), promovido no início do mês, em São Paulo-SP, e gerou polêmicas entre os participantes.

“Através dos melhores produtos, ganhamos a confiança do cliente, permitimos uma sociedade mais protegida, e prestamos assim, o melhor atendimento, suprindo todas as necessidades do corretor de seguros”, acrescentou.

Porém, Luchetti explicou que a dificuldade em aceitar esse meio é que a grande maioria dos corretores enxerga isso como uma ameaça, por achar que a internet – como “vilã do contato presencial – é uma ferramenta para vender preço.

“Na verdade esse deveria ser visto como mais um meio, pelo qual é possível que clientes, corretores e seguradoras, possam se conhecer e entender melhor suas necessidades. Fazendo assim, por parte do corretor, uma oferta mais aprofundada dos diversos produtos que temos no mercado brasileiro”, ressaltou.

Ele frisou ainda que o corretor precisa ter mais domínio sobre o assunto. “Entender as necessidades que um cidadão comum tem: essa é a função primordial do corretor se seguros. Não é só estampar numa tela 20 preços e deixar o consumidor escolher”, observou Luchetti, param quem os parceiros precisam estar mais atentos com o futuro da profissão. “E o único jeito de fazer isso é estudando, se aprofundando e dialogando entre si”, finalizou.

Fonte CQCS – Crislaine

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Como dizer não ao cliente e ainda assim fidelizá-lo?

A depender da forma como você diz não ao seu cliente, ele pode virar o seu eterno inimigo, ou ser fiel a você durante toda a vida. Mas, como agir? Para o corretor especializado em Seguro Garantia, Lucas Vilas Boas, é importante que tenha conhecimento sobre o assunto para explicar o porquê do não. Inclusive, para que o cliente possa trabalhar em cima daquele aspecto negativo, e numa próxima oportunidade, receber o sim.

“O corretor pode orientar o cliente, muitas vezes até conversar com o contador. É importante ainda, a velocidade que se diz o não. Um corretor experiente olha o balanço da empresa e já alerta sobre a possível dificuldade. Mas tem aqueles afoitos, que dizem ‘deixa comigo, eu resolvo’. Com isso muitas vezes ele bate a cara na porta e deixa o cliente na mão”, explica.

Lucas conta ainda, que é interessante antes de levar a proposta do seguro para a seguradora, fazer uma análise antecipada do cliente e tentar resolver as pendências. “Ai está a diferença do corretor especializado e não especializado”. Ele ressalta que ouvir um “não” no Seguro Garantia é comum, pois, quem faz o limite do seguro e a possibilidade dele conseguir a apólice é o próprio cliente. “São os balanços da empresa e sua história no mercado”.

E cita o exemplo. “Um cliente que está com restrições no Serasa, se o corretor não conseguir emitir a apólice, a culpa não é dele, e sim do cliente, pois o mesmo se colocou numa situação em que as seguradoras não vão ceder o credito para ele”. Portanto, é importante estar preparado para dizer que nesse momento não será possível atender esta demanda. “Muito clientes não aceitam o não. E o corretor inexperiente se assusta. Mas cabe a nós, saber explicar a situação”.

Essa e mais notícias você confere no site: www.segurogarantia.net

Fonte Segurogarantia.net – Crislaine Cambuí
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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