BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups

BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups


João Kepler, um dos sócios da Bossa Nova Investimentos. Plano é investir em 1.000 startups até 2020
Ralphe Manzoni Jr.

O grupo BMG tornou-se sócio minoritário da Bossa Nova Investimentos, empresa que investe em startups liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler.

Com a sociedade, o BMG vai injetar R$ 100 milhões que serão usados para novos aportes em companhias iniciantes. Atualmente, a Bossa Nova investe em 150 startups, 42 delas nos Estados Unidos.

“Ganhamos agilidade e rapidez com esse novo investimento”, afirmou Kepler ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS.

A holding da família Pentagna Guimarães, dona do banco BMG, já tinha três frentes de investimentos. Uma delas era a Lendido, plataforma online de empréstimos. A outra era a BMG UpTech, que investia em startups em fase inicial. Por fim, o BMG Digital Lab, que busca parcerias com companhias iniciantes em estágios avançados.

Os bancos brasileiros estão cada vez mais interessados em se aproximar de companhias iniciantes. O Itaú, por exemplo, apoia o Cubo, um espaço de co-working desenvolvido em conjunto com o fundo Redpoint e.ventures.

O Bradesco criou o InovaBra Ventures, que fez aporte em duas empresas: a Rede Frete Fácil, uma espécie de Uber do frete, e a Semantix, com foco em computação cognitiva.

A Bossa Nova se autodefine como uma microventure capital, que faz aportes em uma fase chamada antes do Seed Money. Os valores investidores ficam entre R$ 100 mil e R$ 800 mil.

O plano de Schurmann e Kepler é contar com 200 empresas investidas até o fim deste ano. Em 2020, segundo a dupla, a meta é chegar a 1.000 startups. “Os recursos do BMG serão usados para alcançar esse número”, diz Kepler.

A busca da Bossa Nova não se restringe ao Brasil. Com o novo aporte, o fundo está atrás de startups na América Latina e nos Estados Unidos.

Seu modelo de negócio, segundo Kepler, é semelhante ao da SV Angel, um fundo de venture capital baseado em São Francisco que já realizou 720 investimentos em 620 startups.

A SV Angel, por exemplo, foi um dos fundos que apostou, bem no início, na operação de compartilhamento de quartos Airbnb e na rede social para jovens Snapchat, hoje empresas que valem bilhões de dólares.

Kepler diz também que a Bossa Nova Investimentos analisa se prosseguirá com uma captação, que já estava em curso, de outros R$ 100 milhões – sendo que 40% desse valor seria levantando no primeiro semestre deste ano.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bmg-associa-se-bossa-nova-e-tem-r-100-milhoes-para-investir-em-startups/

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Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum

Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum


Ricardo Sobrinho excluiu responsabilidade de empresa e mandou banco indenizar servidor

Justiça de Cáceres condenou banco e absolveu empresa de consignados

O juiz Ricardo Alexandre Sobrinho, da 3ª Vara Cível de Cáceres, condenou o Banco BMG e a MLN Assessoria a pagar R$ 5 mil em danos morais ao servidor público estadual D.P.G.F por cobrança de dívida contraída por meio de fraude, além de devolução em dobro dos valores pagos indevidamente.

A sentença também considerou improcedente a acusação que pesava contra a empresa Consignum, de que teria se omitido quanto à fraude.

Na ação, o servidor narrou que recebeu ligação não identificada no dia 15 de setembro de 2010, em que o interlocutor lhe questionou se teria sido bem atendido pelo BMG e se estaria satisfeito com o empréstimo firmado no valor de R$ 29.413,65. Estranhando a ligação, disse não ter realizado qualquer empréstimo.

Além das cobranças indevidas, o servidor descreveu que também tomou conhecimento de que foi aberta em seu nome uma conta corrente no Banco Bradesco, onde provavelmente o valor teria sido sacado.

A decisão foi embasada na Instrução Normativa nº 006/09, que descreve como competência das instituições financeiras a obrigação de analisar documentos e arquivar os contratos firmados com e os servidores.

“Conforme demonstrado pela requerida, a mesma tem a responsabilidade restrita à gerência da margem consignável dos servidores públicos do estado de Mato Grosso, não interferindo nas atividades contratuais. A fraude demonstrada nos autos não teria sido praticada no âmbito de atuação da requerida, mas apenas na sede de atendimento da pessoa jurídica que atuou em representação do Banco BMG”, diz trecho da sentença.

Caso semelhante

A Consignum informou que vai recorrer da decisão proferida em fevereiro deste ano, de um caso semelhante, em que o magistrado Gilberto Lopes Bussiki, da 9ª Vara Cível de Cuiabá, entendeu que a empresa teve responsabilidade nos descontos indevidos referentes a um suposto empréstimo contraído pela servidora pública no Banco BMG, em 2012, arbitrando uma indenização por dano moral de R$ 18 mil.

Outro caso similar ocorreu na capital, pela juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 2ª Vara Especializada em Direito Bancário da Capital, que avaliou em seu julgamento, publicado no Diário da Justiça no dia 8 de março deste ano, que a Consignum não é parte legítima para constar no polo passivo de uma ação movida pelo servidor D.S.B.

Segundo a magistrada, “não há como a segunda requerida (Consignum) figurar na ação, vez que não firmou o contrato e tão pouco é responsável pelo valor da dívida”.

Fonte http://www.midianews.com.br/judiciario/juiz-condena-banco-a-indenizar-servidor-e-absolve-consignum/291526

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MG – Leilão da folha de pagamento pode salvar 13º do Estado

MG – Leilão da folha de pagamento pode salvar 13º do Estado

Banco que comprar a folha terá pela frente uma movimentação de R$ 40,35 bilhões por ano

0Filão. Bradesco levou a folha de pagamentos da Prefeitura de Belo Horizonte por R$ 140 milhões
PUBLICADO EM 26/10/16 – 03h00

QUEILA ARIADNE
Sem dinheiro suficiente em caixa até mesmo para pagar os salários em dia, o governo de Minas Gerais parece ter encontrado a saída para conseguir arcar com o 13º. O Estado está leiloando a folha de pagamento e, segundo apurou a reportagem, espera receber cerca de R$ 1,5 bilhão, que é pelo menos metade do valor estimado para as despesas com o benefício. Hoje, os servidores recebem pelo Banco do Brasil, mas o contrato com a instituição vence em dezembro. O banco que pagar mais pelo direito de administrar a folha vai levar uma carteira de aproximadamente 632 mil clientes, que recebem algo em torno de R$ 3,1 bilhões por mês.

A assessoria de imprensa da Secretaria da Fazenda informou que, por enquanto, não há detalhes da renovação do contrato, pois a negociação ainda está em andamento. Entretanto, informações de bastidores indicam o Bradesco e o Itaú como favoritos.

Procurado pela reportagem, o Bradesco não quis comentar o assunto. Mas a instituição tem apostado na compra de carteiras de servidores públicos. Em setembro, arrematou a folha dos servidores da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) por R$ 140 milhões. São 65.592 contas, incluindo aposentados e pensionistas. O banco pagou R$ 2.134,41 pelo direito de administrar cada uma. Se o valor for o mesmo no caso do governo estadual, a venda da carteira dos servidores do Estado arrecadaria R$ 1,35 bilhão.

O Itaú Unibanco disse que somente poderá se manifestar sobre eventual interesse “se e quando o governo do Estado publicar o respectivo edital de licitação”.

O professor de contabilidade governamental do Ibmec Thiago Borges explica que, diante do rombo das contas do governo, a venda da carteira é uma ótima alternativa para pelo menos salvar o 13º. A forma de pagamento será definida em uma reunião, marcada para novembro. Na semana passado, o governador Fernando Pimentel declarou que ainda não sabia se conseguiria pagar o 13º antes do Natal.

“A situação realmente está muito crítica. O que o Estado tem recebido com a arrecadação de impostos só dá para saldar a folha de pagamento e fazer uma manutenção básica. Os programas já estão paralisados, e o governo não tem mais onde cortar gastos. Portanto, a venda dos direitos da gestão da folha de pagamento é uma estratégia viável para levantar recursos para o 13º e garantir o benefício, que é a salvação de muita gente” afirma o especialista.

O banco que comprar a folha terá pela frente uma movimentação de R$ 40,35 bilhões por ano, somente com as despesas previstas para pagamento de pessoal e encargos sociais, segundo previsões da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016.
Banco do Brasil. Questionada sobre o interesse de continuar com a folha do Estado, a instituição disse que não se manifesta sobre questões que envolvam sigilo bancário ou comercial.

BANCO DO BRASIL

Em 2007, valor pago foi R$ 1,23 bilhão
Na última vez que o Estado vendeu a folha de pagamento, em 2007, o Banco do Brasil pagou R$ 1,23 bilhão por ela. Na época, eram 541 mil servidores. É como se cada conta tivesse sido vendida por R$ 2.273. Se o negócio for fechado por R$ 1,5 bilhão, o valor de cada conta aumentará só R$ 100, sem considerar a inflação.

“Não houve valorização porque hoje a situação é diferente. O Estado é quem está desesperado para vender. O banco pode oferecer outros produtos, como empréstimos, mas os clientes também estão mais endividados”, diz o professor de contabilidade governamental Thiago Borges.

PBH

Servidores já estão trocando a conta
Quem trabalha na Prefeitura de Belo Horizonte já está sendo convocados para escolher uma agência e abrir sua conta no Bradesco. A partir de janeiro do ano que vem, os 49.760 servidores, além dos 15.832 aposentados e pensionistas, já não receberão mais os salários pelo Banco do Brasil. Entre 31 de outubro e 29 de novembro deste ano, todos já terão sido convocados para efetuarem a troca.

De acordo com publicação no “Diário Oficial do Município” (DOM) do dia 13 de setembro, o Bradesco venceu a queda de braço com o Santander e arrematou a folha dos servidores municipais por R$ 140 milhões. No começo do leilão, o vencedor teria oferecido R$ 123,96 milhões, contra R$ 124 milhões do concorrente. Mas, à medida em que os lances foram sendo feitos, o Bradesco aumentou a oferta e levou uma carteira de 65.592 servidores, que recebem mensalmente, entre salários e benefícios, cerca de R$ 335,55 milhões, segundo dados disponíveis no Portal da Transparência, referentes ao pagamento do mês de agosto.

A partir de janeiro, o Bradesco será responsável, de forma exclusiva, pelos serviços de processamento de créditos de remunerações, proventos de aposentadorias, pensões, benefícios e bolsas de estágio. Também vai gerenciar o pagamento das pensões alimentícias concedidas administrativa e/ou judicialmente, devidas aos beneficiários e aos seus dependentes, da administração direta e indireta do município de Belo Horizonte.

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RJ – Aposentada ganha ação após ser cobrada por consignado no cartão que não contratou

Aposentada ganha ação após ser cobrada por consignado no cartão que não contratou


Família reproduziu a cobrança da fatura contratada do Dona Conceição Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal
Nelson Lima Neto

Aos 84 anos, a servidora estadual inativa Conceição André Ferreira saiu vitoriosa de uma ação após fazer um empréstimo consignado e ser cobrada por um cartão de crédito que nunca pediu. Ao contratar a operação de crédito pelo banco BMG, em 2009, a aposentada seria descontada em seu benefício pago pelo Rioprevidência.
O problema, porém, é que ela também recebia a cobrança de um cartão de crédito que não solicitou, e que sequer chegou a ter. Eram, no mínimo, R$ 200 a mais descontados todos os meses. Mesmo após a quitação do consignado, o desconto continuou. Quando a família percebeu a manobra, a dívida ultrapassava R$ 15 mil.
— Minha mãe já tinha alguns empréstimos, mas este do BMG vinha discriminado como cartão de crédito — lembrou Paulo César Ferreira, filho de Conceição: — Ela me mostrou as cobranças de algo que nunca contratou e, então, procuramos os direitos dela.
O julgamento da ação ficou a cargo da juíza Fernanda Rosado de Souza, da 36ª Vara Cível, que ordenou a devolução do valor pago por Conceição, o cancelamento da cobrança e danos morais de R$ 10 mil. Se o BMG não respeitar a decisão, terá de pagar uma multa estipulada pela juiza. A magistrada apontou prática abusiva por parte do banco por se aproveitar da idade avançada da aposentada para lhe vender algo que ela nunca buscou. Foram oferecidos um cartão a juros altos, diferentes dos praticados nos consignados.
— É algo que assusta, pois outros idosos são prejudicados por essa mesma questão em todo o país — disse o advogado Eduardo Pinheiro, que representou Conceição no processo.
Procurado, o BMG prometeu analisar a situação que envolveu a aposentada para dar sua posição.
Fonte http://extra.globo.com/noticias/economia/aposentada-ganha-acao-apos-ser-cobrada-por-consignado-no-cartao-que-nao-contratou-18810239.html

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TO – Banco deve indenizar aposentado por empréstimo consignado fraudulento

Banco deve indenizar aposentado por empréstimo consignado fraudulento


Um aposentado de 64 anos, morador da zona rural de Silvanópolis, será indenizado em R$ 10 mil por danos morais. O pagamento deverá ser feito pelo Banco BMG S.A, que teve um empréstimo bancário contratado com o aposentado considerado fraudulento pela Justiça Estadual. A decisão é dos desembargadores da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) que acompanharam, por unanimidade, voto do desembargador Luiz Gadotti, na sessão da quarta-feira (3/3) negando provimento ao recurso do banco.

Segundo dados do processo, o aposentado recebeu carta do INSS comunicando-lhe a concessão da aposentadoria por idade, com o primeiro recebimento em dezembro de 2011, por meio de uma agência do Banco do Bradesco de Silvanópolis. A uma semana do prazo, um desconhecido, ao se passar por servidor do INSS, fez o aposentado assinar papéis sob o argumento de que só assim receberia o benefício previdenciário.

Ao perceber os descontos na aposentadoria buscou informação no INSS e foi informado de que tinha em seu cadastro um empréstimo consignado junto ao BMG no valor de R$ 5.004,59, a ser pago em 60 parcelas mensais, no valor de R$ 163,40, com início em 07/02/2012 e término em 07/01/2017. O aposentado garantiu à Justiça que jamais tomou conhecimento dessa contratação, nem consentiu sua celebração e tampouco tomou para si qualquer quantia financeira.
Condenação

Em 1ª Instância, o juiz Gerson Fernandes Azevedo, então auxiliar no Núcleo de Apoio às Comarcas (Nacom), declarou a inexistência do contrato de empréstimo. Também condenou o banco a restituir, em dobro, os valores descontados indevidamente do benefício (num total de R$ 4.575,20) com correção monetária acrescidos de juros de mora de 1% ao mês. Por danos morais, o magistrado estipulou o valor R$ 10 mil a ser pago também corrigido monetariamente e acrescido de juros de mora de 1% ao mês.
Recurso

O Banco BMG S.A. recorreu ao Tribunal de Justiça pedindo a reforma da decisão. O banco defendeu a legalidade do contrato de empréstimo que deu origem aos descontos. Pediu também a exclusão da condenação de restituição em dobro do que fora descontado e afirmou que não houve dano moral. Para a defesa do banco houve mero aborrecimento. Tentou afastar, ainda, a condenação judicial por danos morais alegando que o valor arbitrado “é excessivo, desarrazoado e desproporcional” configurando “enriquecimento indevido” do aposentado.
Voto

Conforme o voto do relator, a sentença de condenação deve ser mantida “sem qualquer retoque”. O desembargador anota que o empréstimo bancário foi constituído mediante fraude, por terceiros, que acarretou no desconto, indevido, sobre o benefício previdenciário do aposentado.

No voto, ressalta que o juiz de 1ª instância, acertadamente, usou súmula (nº 479) do Superior Tribunal de Justiça, para fundamentar a sentença condenatória. A súmula afirma que os bancos respondem “objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”.

O desembargador também negou o pedido do banco para não restituir o valor descontado em dobro, pois esta determinação “advém da lei”. O relator também concordou com o valor de R$ 10 mil arbitrado pelo juiz como danos morais. “Dadas as peculiaridades da causa, explicitadas pelo Juízo, a condenação respeitou, sem margem de dúvida, os parâmetros da proporcionalidade”, registrou.

Confira o voto do relator.

Fonte http://surgiu.com.br/noticia/234074/banco-deve-indenizar-aposentado-por-emprestimo-consignado-fraudulento.html

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BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015


BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

Com foco em Cartão de Crédito Consignado, banco passou a operar no convênio INSS e lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal com débito em conta para aposentados, pensionistas e servidores públicos

O Banco BMG S.A. e suas controladas (“BMG” ou “Banco”) divulgaram nesta quinta-feira, 18, seus resultados consolidados referentes ao período encerrado em 31 de dezembro de 2015, independentes.

No exercício de 2015, o Lucro Líquido atingiu R$ 189 milhões. O Patrimônio Líquido encerrou o ano com saldo de R$ 3.145 milhões e o Índice de Basileia atingiu 19,1%, já considerando o cronograma de implementação das normas de Basileia III.

O banco mantém uma posição robusta de liquidez, encerrando o trimestre com caixa total de R$ 2.310 milhões. A Margem Financeira Líquida (NIM) foi de 6,6% no exercício de 2015. Por sua vez, o Banco Itaú BMG Consignado S.A., joint venture entre o Itaú Unibanco e o BMG, encerrou o período com carteira de crédito total de R$ 29.271 milhões.

Seguindo a estratégia de focar no Cartão de Crédito Consignado, em setembro o BMG passou a operar no convênio INSS e, em outubro, já era líder de mercado. Por conta da abertura desse convênio, a carteira do BMG cresceu 111,6%, no ano, e 85,1% no trimestre, encerrando 2015 com saldo de R$ 3.321 milhões, sendo a concentração total de 51,7% no INSS.

Em janeiro de 2016, a instituição lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal, com débito em conta, exclusivo para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. O produto está diretamente correlacionado com o público do Cartão de Crédito Consignado e possui alto potencial de cross-sell.

Fonte http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/financasg/item/2329-bmg-teve-lucro-l%C3%ADquido-de-r$-189-milh%C3%B5es-em-2015.html

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BMG, Caixa e Itaú lideram reclamações em janeiro

BMG, Caixa e Itaú lideram reclamações em janeiro

Alliance/Thinkstock

Cliente de banco reclamando

Reclamações: em janeiro, o número de reclamações consideradas procedentes pelo BC contra o BMG ficou em 158

O banco BMG passou a liderar o ranking de reclamações de clientes contra instituições financeiras, em janeiro deste ano, segundo informou hoje o Banco Central (BC).

O banco entrou para a lista de bancos e financeiras com mais de 2 milhões de clientes e superou a Caixa Econômica Federal. O BMG registrou índice de 71,85, bem distante da Caixa, que ficou em segundo lugar com 10,73 e o Itaú, com 7,99.

O BMG tem forte atuação no segmento de crédito consignado e fechou em 2012 uma parceria com o Itaú Unibanco para a criação de uma instituição voltada para esse tipo de operação, o Banco Itaú BMG Consignado.

Além disso, o Itaú compra carteiras de consignado do BMG.

Das 158 reclamações contra o BMG confirmadas pelo BC em janeiro, 55 se referiam à ausência de título adequado relativo a cartão de crédito consignado, 21 a concessão de consignado sem título e 13 a irregularidades no fornecimento de documentos para liquidação antecipada de consignado.

Índice proporcional ao número de clientes

Para fazer o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão.

Assim, é calculado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes.

A pesquisa também faz o ranking para bancos e instituições financeiras com menos de 2 milhões de clientes. Em dezembro, quando o BMG ainda estava entre as pequenas instituições, ficou em segundo lugar no ranking, com 136,48.

Em janeiro, o número de reclamações consideradas procedentes pelo BC contra o BMG ficou em 158. No caso da Caixa, foram 842 reclamações e do Itaú, 480.

Quase 3 mil reclamações

No total, o BC recebeu em janeiro 2.946 reclamações consideradas procedentes. A principal reclamação, com 367 casos, está relacionada a irregularidades envolvendo a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito.

Em seguida, ficaram as queixas (253) relacionadas a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada.

Em terceiro lugar (244), a cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados.

Em nota, a Caixa Econômica Federal disse que tem investido em treinamento e capacitação de empregados e em soluções tecnológicas para promover a qualificação do atendimento bancário em respeito aos direitos do consumidor.

“A Caixa revisa permanentemente seus serviços e produtos para garantir a satisfação dos seus clientes e reitera que a redução das reclamações e o aumento da solução em todos os canais, são prioridades do banco”.

A instituição acrescenta que ”valoriza as informações e reclamações dos clientes, feitas por canal interno ou externo, e as utiliza como subsídio para melhorar e modernizar o seu atendimento”.

O Itaú disse que todas as manifestações levadas ao BC são resolvidas ou esclarecidas com os clientes. “Continuaremos investindo nessas oportunidades para aprimorar nossos serviços e aumentar a satisfação de nossos clientes.”

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/bmg-lidera-reclamacoes-de-clientes-em-janeiro-diz-bc
Angelo Pavini, da Arena do Pavini

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BMG fecha terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 71 milhões

O Banco BMG fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 71 milhões, queda de 147,5% no lucro líquido contábil na comparação com o mesmo trimestre de 2012 e 68,2% inferior ao segundo trimestre. Em nove meses, o lucro líquido foi de R$ 414,8 milhões, 179% acima do mesmo período de 2012.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (Roae) subiu 27 pontos porcentuais ao fim do terceiro trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2012, para 8,6%; frente ao segundo trimestre, houve queda de 21,2 pontos porcentuais. No acumulado em nove meses, o Roae foi de 17,3% anualizado, queda de 20,8% em relação ao mesmo intervalo de 2012.

A margem líquida financeira subiu 4,2 pontos porcentuais em relação ao terceiro trimestre de 2012, para 9,9%; em nove meses subiu 6,8 pontos porcentuais, para 11,1%. As receitas com intermediação financeira subiram 48,7% no terceiro trimestre, na comparação anual, para R$ 843 milhões; de janeiro a setembro, cresceram 42,2%, em base anual, para R$ 2,434 bilhões.

A carteira de crédito geradora de receita cresceu 25,1% para R$ 20,286 bilhões no terceiro trimestre na comparação com o mesmo intervalo de 2012 e a carteira de crédito cedida caiu 67% para R$ 3,729 bilhões. A carteira de crédito total recuou 12,7% para R$ 24,015 bilhões no terceiro trimestre em base anual.

As captações totais caíram 12,7% para R$ 25,2 bilhões no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2012 e subiram 0,3% em relação ao segundo trimestre. As despesas operacionais, líquidas de outras receitas operacionais, somaram R$ 260 milhões, queda de 0,3% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

O patrimônio líquido do banco cresceu 17,7% em base anual no terceiro trimestre, para R$ 3,453 bilhões, e avançou 2,1% na comparação com o segundo trimestre. Os ativos totais subiram 21,3% no terceiro trimestre, no comparativo anual, para R$ 28,183 bilhões. O índice de Basileia subiu 1 ponto porcentual, para 13,8%, no fechamento do terceiro trimestre, de 12,8% no fim do mesmo período de 2012.

Fonte http://jcrs.uol.com.br/

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