Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central

Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central

Pela metodologia do BC, ranking leva em consideração apenas o número de reclamações consideradas procedentes


Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central. Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

O Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideraram o ranking das instituições financeiras que mais receberam reclamações dos clientes no primeiro bimestre de 2017. O ranking foi publicado nesta quarta-feira (15) pelo Banco Central e considera instituições financeiras com mais de quatro milhões de clientes.

No topo da lista está o Bradesco, com índice de reclamações de 17,28. Neste caso, são consideradas todas as instituições que fazem parte do conglomerado, como o próprio banco Bradesco, o Banco Boa Vista e o Bradesco BBI, entre outras.

Pela metodologia do BC, o índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso do Bradesco, foram 1.598 reclamações consideradas procedentes em janeiro e fevereiro sobre uma base total de 92.474.594 clientes.

Na segunda posição entre as instituições, aparece o BB com índice de 17,25 no segundo semestre (1.024 reclamações procedentes e 59.336.099 clientes). Em seguida, está a Caixa, com índice de 15,37, resultado de 1.286 reclamações procedentes numa base de 83.628.417 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando bancos e financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Santander (índice de 13,75), Itaú (11,54), Banrisul (9,79), Votorantim (5,09), Midway (1,07), Pernambucanas (0,22) e Banco do Nordeste (0,17).

O BC também divulga o ranking de instituições com menos de 4 milhões de clientes. Neste segmento, a liderança das reclamações no primeiro bimestre é do Safra, com índice de reclamações de 83,27. Depois aparecem Pan (72,92), Paraná Banco (49,50), Agiplan (32,55) e Citibank (32,18).

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item “irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços”. Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 790 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor e teve liderança da Caixa, com 277 reclamações procedentes.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada” (756 reclamações) e, em seguida, “débito em conta de depósito não autorizado pelo cliente” (672 reclamações).

Fonte Estadão Conteúdo
Fonte http://www.gazetadopovo.com.br/economia/bradesco-bb-e-caixa-lideram-ranking-de-reclamacoes-no-banco-central-5hceinac4bz8xsm7kri7i7i5n

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Clientes de bancos gastam mais com tarifas e serviços e menos com crédito

Levantamento é baseado nos resultados consolidados das grandes instituições financeiras

Maiores custos fazem parte dos pacotes que os bancos oferecem para os clientes

Os resultados consolidados das grandes instituições financeiras até o terceiro trimestre deste ano mostram que o crédito não está mais caro mesmo com a escalada da taxa Selic, mas o brasileiro está gastando mais com tarifas e serviços bancários.

Na média, a receita com crédito das quatro maiores instituições do País, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, cresceu apenas 0,05% nos nove primeiros meses do ano, segundo dados consolidados pela Austin Rating, e só não teve um decréscimo em função do forte aumento da carteira de empréstimos do Banco do Brasil. Já a receita com serviços cresceu na média 12%, com o Itaú Unibanco registrando o maior crescimento no período.

Os bancos não conseguiram acompanhar a forte escalada dos juros futuros e por isso mesmo estão revisando para baixo as projeções que fizeram para o ano. Isso significa que os ‘spreads’, a diferença entre o que o banco paga para ter o dinheiro e o quanto cobra para emprestá-lo a seus clientes, continuam caindo.

Alguns analistas entendem que as instituições financeiras não vislumbraram que os juros subiriam tanto e estão perdendo com o descasamento entre os empréstimos que concederam e o aumento de seus custos de captação.

Essa foi a explicação dada pelo Banco do Brasil, na semana passada quando divulgou seus resultados do terceiro trimestre, para revisar suas expectativas pela segunda vez no ano.

No Bradesco, a explicação para a revisão das projeções foi a redução do ritmo de crescimento do crédito. O banco previa ter margens maiores entre 4% a 8% e agora estima um crescimento máximo de 3%.

Fonte http://www.d24am.com/

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BANCO POSTAL deverá ser instituição financeira

NOVO BANCO PODE ENTRAR EM FUNCIONAMENTO A PARTIR DO ANO QUE VEM

O Banco do Brasil e os Correios pretendem transformar o Banco Postal em uma instituição financeira de fato. A nova empresa, que manterá a marca e deve continuar tendo participações societárias iguais das duas instituições públicas, poderá oferecer todos os produtos e serviços de um banco comercial e estará sob a supervisão mais rigorosa do Banco Central.

“A intenção das duas empresas é criar uma instituição financeira, o que permitirá ampliar o portfólio dos produtos e serviços oferecidos aos clientes do Banco Postal, além de gerar mais sinergia e eficiência à operação”, explicou, em nota, o BB.

Linhas de crédito, seguros, capitalização, cartões pré-pagos, consórcios são algumas das possibilidades de novos negócios que poderão ser feitas nas agências dos Correios, caso a nova parceria seja aprovada por todos os órgãos reguladores – além do BC, Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e ministérios da Fazenda, das Comunicações e do Planejamento.

Segundo Alexandre Abreu, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, o novo Banco Postal tem chances de entrar em funcionamento a partir do ano que vem, pois as duas empresas pretendem entregar o plano de negócios às autoridades competentes ainda no primeiro semestre de 2014.

Esse novo modelo de negócios para os Correios só foi possível depois de uma mudança na legislação em 2011 que permitiu que a empresa oferecesse serviços financeiros, o que é prática comum em outros países, de acordo com o vice-presidente jurídico do ECT, Cléucio Nunes. Para ele, essa é uma das saídas para compensar o prejuízo com os serviços postais, atividade obrigatória da empresa, prevista na Constituição.

O novo Banco Postal deve utilizar as estruturas das duas instituições, o que, segundo o BB, reduziria o volume de investimento necessário para a expansão da rede física de atendimento do maior banco brasileiro. O Banco do Brasil pretende conquistar a parcela da população que ainda não tem conta corrente, estimada em 55 milhões de pessoas, cuja movimentação é de mais de R$ 600 bilhões por ano fora dos bancos.

“Embora tenha aumentado o autoatendimento, essas pessoas que estão iniciando um relacionamento com o banco precisam do contato com os atendentes”, disse Abreu. “É mais vantajoso para o banco esse tipo de parceria do que um crescimento orgânico”, afirmou.

Os Correios atuam como correspondente bancário do BB desde janeiro de 2012. No entanto, com o status de correspondente, a oferta de produtos é restrita a poucas operações, como movimentação de conta corrente, empréstimo, poupança e recebimento de pagamento.

Segundo o BB, desde então foram abertas 2,2 milhões de contas correntes no Banco Postal e mais de 200 milhões de transações foram realizadas usando os mais de 6 mil pontos de atendimento dos Correios que está presente em 95% dos municípios brasileiros. Antes, a capilaridade do BB só alcançava metade dos municípios do país.

Fonte http://epocanegocios.globo.com/

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BB vê forte competição no crédito a veículos, imobiliário e consignado

O crescimento dos financiamentos imobiliários, o aumento do custo de captação causado pela elevação da Selic e a concorrência entre bancos foram alguns dos motivos que afetaram negativamente o spread de crédito do Banco do Brasil (BB), explicou Ivan de Souza Monteiro, vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB, durante teleconferência com analistas.

“Claramente, houve um retorno da forte competição no financiamento à aquisição de veículos, imobiliário e consignado”, explicou Monteiro.

Vale lembrar que ao longo de 2013, os grandes bancos privados deram foco a segmentos de menor risco, como os de crédito consignado e imobiliário, para fugir da inadimplência.

Ainda durante a teleconferência, Monteiro foi questionado se o banco vai dar mais atenção às receitas de serviços, dado o cenário atual de spreads em queda. O executivo respondeu que não pode dar muitos detalhes sobre as perspectivas para o ano que vem. Ele acrescentou, no entanto, que a performance comercial do banco na área de seguros tem sido “espetacular” e que os resultados prometidos têm sido entregues.

A linha de cartões também tem crescido acima do mercado e organicamente, segundo Monteiro. “Essas áreas continuarão sendo prioritárias para performance no ano que vem.”

Monteiro disse que espera uma melhora “muito grande” dos resultados do Banco Votorantim em 2014.

O avanço das despesas financeiras de captação do BB refletem o aumento recente da taxa básica de juros, a Selic. No terceiro trimestre deste ano, essas despesas aumentaram 13,1% em relação ao período de abril a junho e 10,7% na comparação com terceiro trimestre do ano passado.

Sobre volume de calotes e créditos duvidosos no terceiro trimestre, apontado por analistas como o principal motivo para a depreciação de 5,3% da ação na terça-feira, os executivos de RI voltaram a afirmar que a inadimplência do banco é bastante baixa.

Foram citadas as medidas para mitigação de risco em duas linhas como exemplo. Nos financiamentos a veículos, mais de 80% do crédito a veículos foi tomado por clientes com relacionamento há mais de cinco anos no banco.

Já o crédito ao agronegócio, que tem a menor inadimplência entre as carteiras do BB, mais de 65% do crédito atual safra está protegido contra riscos do setor através de instrumentos mitigadores e de hedge.

Dissídio

O dissídio dos bancários veio ligeiramente acima do que projetava a direção do BB, segundo Ivan Monteiro. Contudo, os executivos do banco esperam que essa elevação dos salários dos funcionários acima do esperado será compensada pelo movimento de aceleração dos processos de aposentadoria.

Na coletiva à imprensa de terça-feira, a direção do BB afirmou que as despesas administrativas devem crescer “dado o dissídio que veio um pouco acima da inflação”.

O executivo garantiu que o banco público está fazendo um “esforço grande” para manter despesas próxima da inflação em 2013. Já para o ano que vem, Monteiro disse que a instituição vai manter a “obsessão” pela melhoria da eficiência e pela redução de custos.

 

Fonte http://www.valor.com.br/ – Karin Sato e Karla Spotorno

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SP – Após Três Meses Fechado, Correspondente Restabelece Atendimento

Unidade em Catanduva e 70% da rede estavam com serviços suspensos

Atendimento em unidade em Catanduva, foi restabelecido desde terça-feira

O correspondente bancário do Banco do Brasil – ‘Pague Bem’ de Catanduva, retomou suas atividades essa semana após 90 dias de serviços suspensos, devido uma suposta fraude ocorrida no mês de agosto, em unidades do município de Franca, retomou suas atividades essa semana. De acordo com as atendes, desde a última terça-feira, dia 5, os serviços bancários foram restabelecidos.
Durante a descoberta, o Banco do Brasil bloqueou todos os pontos da rede Pague Bem, para adotar medidas de segurança aos usuários do sistema.
A empresa Pague Bem chegou a explicar em nota que houve uma fraude em uma terceirizada da rede em Franca, denominada como Miranda e Ramos e frisou que uma auditoria seria feita junto ao Banco do Brasil em todas as unidades da rede e que os serviços para pagamentos nas unidades seriam restabelecidos após o encerramento da auditoria.
Para ler esta e outras notícias, na íntegra, confira a edição impressa e/ou se cadastre no site para ter acesso a versão Online de O REGIONAL desta quinta-feira (07/11).
Da reportagem local
Foto O Regional

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Banco do Brasil lança sistema de pagamento a pessoas sem conta bancária

O Banco do Brasil lançou uma ferramenta que permite aos seus clientes transferir dinheiro para pessoas que ainda não têm conta em banco. Para receber o dinheiro, o beneficiário precisa ter apenas CPF e um número de celular.

No novo sistema, chamado BB Conta de Pagamentos, a transferência do valor é realizada pelo correntista por meio do site do Banco e vai para uma conta-virtual pré-paga vinculada ao celular do beneficiário.

A retirada parcial ou total do dinheiro, por sua vez, pode ser feita nos caixas eletrônicos do Banco ou em correspondentes bancários Mais BB habilitados. Em nota, o BB afirma que a iniciativa busca, além de facilitar o pagamento a pessoas sem conta no banco bancária, maior segurança nas transações.

— Trata-se, portanto, de um produto que alia benefícios como a inclusão bancária, maior segurança no manuseio de dinheiro, educação financeira e acesso aos meios eletrônicos de pagamentos.

Fonte R7

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BB assume carteiras de consignado do Cruzeiro do Sul

Após ser liquidado no ano passado, banco terá suas carteiras de crédito consignados administradas pelo BB a partir de agora

O Banco do Brasil é o novo administrador das carteiras de crédito consignado do banco Cruzeiro do Sul – liquidado em setembro do ano passado pelo Banco Central. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, desta quinta-feira.

O BB vai substituir a IMS Tech, que teve contrato cancelado após denúncias de favorecimento.

De acordo com a reportagem, o liquidante do Cruzeiro do Sul, Eduardo Félix Bianchini, escolheu o Banco do Brasil pela experiência que ele possui no tipo de operação. O BB já possui parte das carteiras de crédito do Cruzeiro do Sul, que pode somar aproximadamente 4 bilhões de reais.

Além do BB, Bradesco Caixa Econômica Federal, Banrisul e Banestes também compraram operações do Cruzeiro do Sul.

Recentemente foi divulgado que o Cruzeiro do Sul aumentou suas perdas o rombo em 70% no período de um ano, totalizando 3,8 bilhões de reais. Os números são referentes a junho deste ano e foram divulgados no balanço patrimonial da empresa.

Fonte http://exame.abril.com.br/ – Daniela Barbosa

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