Avanço de smartphones facilitam fechamento de mais de 500 agências

Avanço de smartphones facilitam fechamento de mais de 500 agências

Além do avanço da internet no celular, os principais bancos adotaram planos de demissões voluntárias e de aposentarias, e reduziram quase 25 mil postos de trabalho em 2016, quando 215 locais de atendimento foram desativados

O perfil da nova geração de clientes e o avanço da internet em celulares possibilitarão o enxugamento da rede bancária no País, e a consequente diminuição de custos administrativos e de pessoal nas instituições financeiras.

A expectativa para 2017 é que os principais bancos – num movimento mais concentrado nas instituições públicas – fechem mais de 500 agências, ante as 215 fechadas no ano passado.

Dados dos balanços das cinco principais instituições de varejo – Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco mais HSBC Brasil, Itaú Unibanco e Santander Brasil – mostram que a rede bancária encolheu de 21.732 pontos em 2015, para 21.517 locais em dezembro de 2016.

Nesse período, o número de colaboradores (funcionários e estagiários) nessas instituições também diminuiu de 504.667 pessoas em 2015, para 479.811 trabalhadores em 2016.

Deste recuo de 24.856 postos de trabalho, 10.307 foram concentrados no Banco do Brasil, seguido pela redução de 5.587 postos no conjunto somado por Bradesco e HSBC Brasil, mais a saída de 3.106 pessoas na Caixa, e de 3.086 colaboradores no Itaú e de outras 2.770 no Santander.

“Na medida em que as novas gerações de clientes utilizam cada vez mais os serviços eletrônicos, a frequência de pessoas nas agências diminui. E em diversos pontos não há a necessidade de se manter estruturas com custos em aluguéis, energia, transporte de valores e de mão-de-obra”, aponta o analista de instituições financeiras da Austin Ratings, Luiz Miguel Santacreu.

Entre os bancos públicos, a Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada que pretende fechar entre 100 a 120 agências consideradas deficitárias. E o Banco do Brasil também já havia divulgado seu plano de fechar 402 agências e de transformar 379 em postos de atendimento bancário. “Nos privados, o Bradesco em integração com o HSBC Brasil, e o Itaú que adquiriu a rede local do Citibank também podem adequar suas estruturas devido a sobreposição de agências nas grandes cidades”, observa o analista da Planner Corretora, Victor Martins.

O analista da XP Investimentos, Marco Saravalle, diz que o principal objetivo dos grandes bancos é captar rentabilidade com a melhora dos índices de eficiência. “Está mais difícil rentabilizar em operações de crédito. A saída é educar a população no uso dos canais digitais e estimular as transações eletrônicas. O custo de uma transação eletrônica é quase uma fração (4%) do custo da mesma transação numa agência bancária”, argumenta.

Diante da necessidade de reduzir custos, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse, na semana passada, que o programa de demissão voluntária (PDV) da instituição deve fechar cerca de cinco mil adesões.

O vice-presidente de gestão e pessoas da Caixa, Marcos Jacinto, calcula que o PDV deve gerar uma economia de R$ 975 milhões em nove meses após a saída dos empregados.

Na mesma linha, o plano extraordinário de aposentadoria incentivada do Banco do Brasil teve 9.409 adesões. Essa reorganização gerará uma economia anual de R$ 750 milhões em despesas administrativas.

Canais digitais
Consultados pelo DCI, as instituições financeiras forneceram os dados publicados em seus respectivos balanços. Em nota, o Banco do Brasil respondeu que a reorganização institucional anunciada em 20 de novembro de 2016, preserva a presença do BB nos municípios onde já atua e expande os serviços digitais. “A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a quatro milhões até o final de 2017”, relatou o comunicado.

O Itaú Unibanco respondeu que o perfil de seus clientes está mudando. “Atualmente, mais de 70% das transações do banco são realizadas pelos canais digitais (internet e celular). Refletindo esta mudança, na medida em que nossos clientes demandam um atendimento mais digital, reduzimos os pontos físicos localizados próximos a outras agências. Por outro lado, abrimos dezenas de agências digitais e lançamos diversas soluções para internet e mobile que agilizam e facilitam a rotina de nossos clientes”, destacou o banco privado.

Fonte DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços
Fonte http://www.contabeis.com.br/noticias/33314/avanco-de-smartphones-facilitam-fechamento-de-mais-de-500-agencias/

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Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo

Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo


Bancos divulgaram as taxas e parcelamentos para saldo dos cartões com restrição ao rotativo MARCELO G. RIBEIRO/JC Patrícia Comunello

Os bancos já estão divulgando as condições de juros e parcelamentos de saldo devedor com a limitação de uso do crédito rotativo dos cartões.
Os clientes terão de ter as opções a partir de 3 de abril, cumprindo a resolução 4.549 do Conselho Monetário Nacional (CMN) que limitou o uso do rotativo por até 30 dias.
Com isso, o saldo remanescente da fatura só poderá entrar no financiamento do rotativo, com taxas mais altas, até o vencimento da fatura seguinte.
O efeito da resolução deve ser sentido nas faturas dos detentores de cartões com vencimento a partir dos primeiros dias de maio.
A restrição de uso do crédito do rotativo foi colocada para pressionar bancos a migarem os clientes a financiamentos com juros mais em conta.
Os maiores bancos de varejo já definiram as taxas e as modalidades para financiar o saldo.
Itaú-Unibanco, Bradesco, Santander (dos privados), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (públicos) já divulgam as condições de taxas e parcelas.
O Banrisul ainda não definiu os novos juros do parcelamento.
BB, Itaú e Bradesco dizem que também cortaram as taxas. No caso do BB, as taxas do rotativo e do parcelado são quase as mesmas.
O Bradesco diz que acabou com o rotativo e adota um parcelamento automático.

Confira as condições de cada banco:

Banco do Brasil: Parcelado: taxas variam de 1,91% a 9,38% ao mês.
O cliente escolhe o número de parcelas ou automaticamente o saldo será parcelado em 24 vezes.
Rotativo: o banco informa que reduziu em janeiro os juros do rotativo, com taxas de 1,92% a 9,79% ao mês, muito próximas as do parcelado.

Banrisul: Parcelado: até 24 meses. Os juros ainda estão sendo avaliados.
O banco garante que terá taxas competitivas.

Bradesco: Parcelamento: o banco vai oferecer programação de 12 parcelas automáticas.
Aplicativo no site da instituição simula opções com valores e taxas e como vai funcionar os parcelamentos.
Rotativo: o banco acabou com a modalidade, além de dizer que reduziu em 33% as taxas, que vão de 3,6% a 9,8% ao mês e são aplicadas ao parcelado.

Caixa: Parcelamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses. Taxas: 3,3% a 9,9% ao mês.
Parcelamento automático: acionado para valores abaixo do pagamento mínimo e alternativa as seis opções de parcelamento.

Itaú-Unibanco: Parcelamento: até 24 parcelas. Taxas entre 0,99% e 8,9% ao mês.
Juros do rotativo: o banco diz que reduziu quatro pontos suas taxas mensais, que podem cair até 7 pontos dependendo do histórico de pagamentos do cliente.
Santander: Parcelamento: 4 a 18 vezes, com juros de 2,99% a 9,99% ao mês.

Fonte Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/03/economia/553853-bancos-divulgam-taxas-e-condicoes-para-rotativo-do-cartao-de-credito.html)

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Projeto de lei multa banco que vender Seguros

Projeto de lei multa banco que vender Seguros

O projeto de lei da senadora Rose de Freitas do PMDB- ES, publicado na Agência Senado no dia 03 de março, revela que incluir consumidores sem autorização em promoções de bancos pode se tornar crime. Conforme a matéria publicada pelo portal, o texto (PLS 33/2017) prevê a proteção dos consumidores contra dívidas causadas por produtos que não foram solicitados.

Para Sergio Ricardo, executivo do mercado de seguros, a prática da “empurrologia” é uma das maiores besteiras comerciais a que uma empresa pode recorrer. “A prática funciona como isca para os desavisados e pouco esclarecidos, literalmente ‘queimando o filme’ das instituições e quase sempre significando um péssimo negócio para o consumidor”.

Segundo o advogado, Gilberto de Jesus, a prática de cobrar de cliente o preço de um seguro sem que o mesmo tenha solicitado é ilegal, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. “É importante criminalizar a conduta. O consumidor que pagou por produto ou serviço não solicitado deve receber o que pagou em dobro, e ainda pode pleitear indenização por danos morais na esfera judicial”.

O consumidor deve estar atento às condições de vendas, e não se deixar levar pelo preço baixo ou comodidade. Conforme Gilberto, a contratação de um seguro deve ser feita através de um Corretor. “Contratar um seguro por banco, sem a orientação de um profissional capacitado é um ato de muita coragem. Todo seguro ofertado deve ter o Corretor”.

Sergio acredita que a iniciativa parlamentar é reflexo da insatisfação do consumidor de seguros e da sociedade. “A única forma de proteção do consumidor é evitar esse tipo de promoção ou, se for atraído por ela, questionar, pedir informações, documentos, contratos ao limite da exaustão”.

O executivo revela ainda a importância de conhecer o produto que está contratando e de ser assessorado pelo Corretor de Seguros. “Seguro é um serviço. Assim, é necessário conhecer as suas características antes de contratar e ter a quem perguntar para tirar dúvida”.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/projeto-de-lei-multa-banco-que-vender-seguros

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Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado

Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado


A prática de cadastrar um consumidor em programas promocionais de bancos sem autorização pode virar crime. Por exemplo, empurrar seguros ou cartões de crédito, para “atingir metas”. Isto é o que prevê o projeto de lei da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) estabelece pena de detenção de um a seis meses ou multa. A ideia é proteger os consumidores contra débitos causados por produtos que não foram solicitados.

O texto também torna nulos os débitos gerados por cadastramento desse tipo. Segundo a senadora, muitas vezes esses programas promocionais geram prejuízos aos consumidores sem que eles sequer saibam que foram cadastrados Para ela, criminalizar a conduta do cadastramento sem autorização pode coibir esse tipo de ação por parte das instituições financeiras.

O texto está na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde será analisado em decisão terminativa. Isso significa que o texto pode ir direto para a Câmara se for aprovado na comissão e não houver recurso para a análise pelo Plenário.

Fonte Agência Senado via Sincor-RS
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/banco-que-empurrar-para-seus-clientes-seguros-nao-solicitados-pode-ser-penalizado/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

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Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão

Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão

O sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.

O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 diasO sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo Estado, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.

O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bancos-se-preparam-para-a-migracao-do-rotativo-do-cartao/

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Bancos, o fim de uma era!

Bancos, o fim de uma era!

“É o mesmo sol que derrete a cera que seca a argila”.

Bancos - Fim de uma Era

Selecionado pela Korn Ferry, e por Alex Cerqueira Leite Thiele, recebi a missão de montar e comandar a 1ª área de marketing de um banco no Brasil. A do Itaú, 1971. Na época, um banco com 300 agências, decorrente de uma sucessão de fusões e incorporações, e em busca de unidade/identidade.

Numa das primeiras reuniões com Olavo Setubal, e convencido o quanto a falta de unidade/identidade inibia o crescimento do banco, perguntou sobre a possibilidade de fazermos uma campanha para resolver esse grave problema.

Em 1º de setembro daquele ano, numa convenção no Cine Regina na Av. São João, lançamos a campanha assinada pela DPZ, “AJUDE O ITAÚ A SER O PRIMEIRO, UM DIA PODERÁ AJUDAR VOCÊ”. E no dia seguinte anúncios nos principais jornais do país convidando, pelo nome, centenas de líderes e formadores de opinião para abrirem uma conta.

Dentre os inconvenientes do sistema de administração por campanha, alertamos ao Dr. Olavo que, muito especialmente em organizações em processo de formação, o estimulo é de tal ordem que os envolvidos – no caso os gerentes – cometem todas as barbaridades possíveis para alcançarem as metas e ganharem prêmios e reconhecimento. E assim foi.

No dia 1º de setembro, a relação era Itaú 60, Bradesco 100. No dia 31 de dezembro, fechamento de balanço, a relação saltou para Itaú 99, Bradesco 100. Um mês depois o Itaú tinha uma única e mesma identidade, os gerentes conscientes que trabalhavam numa mesma organização, mas, os depósitos voltaram para o nível original e assim permaneceram por décadas. Até o Itaú comprar o Unibanco e alcançar, finalmente, o 1º lugar do ranking.

Meses atrás, o Bradesco comprou o HSBC e retomou a briga pela liderança. Matéria de capa da Exame 1095, com Lázaro Brandão e Luiz Carlos Trabuco na capa, “A Revanche do Bradesco – Com uma agressividade incomum, o Bradesco vence a disputa para comprar o HSBC e encosta no Itaú na luta para ser o maior banco do privado do país”.

A foto revelada, hoje, aponta o Itaú “focinho” na frente do Bradesco. Mas, com a “digestão” do Unibanco praticamente concluída. Enquanto o Bradesco terá que encarar semelhante desafio – a “digestão” do HSBC –, no mínimo, pelos próximos dois anos. De qualquer maneira essa emocionante disputa, chega ao fim. No dia da compra do HSBC pelo Bradesco postei o seguinte comentário em meu blog com o título, OS BANCOS SUBIRAM NO TELHADO:

“Não necessariamente virarão pó. Mas sofrerão, em todos os próximos anos, uma redução sensível em seus territórios de atuação. Depois de décadas de soberania e risco zero os bancos até ontem navegavam em céu de brigadeiro e no piloto automático. Agora, e ainda bocejando, descobrem que tempestades se aproximam e ingressarão em período de graves turbulências. Vai acontecer com os bancos o mesmo que aconteceu com os táxis e com a hotelaria. Centenas, para não dizer milhares de aplicativos, tipo UBER e AIRBNB tornarão absolutamente desnecessárias dezenas de transações que até hoje passam pelos bancos e custam muito caro para seus clientes. E assim, e à semelhança do ataque de “APPS CUPINS” – silenciosos e incansáveis – correm o risco de, comidos pela base, cantos e lados, mergulharem em suave e irreversível decomposição.”

Apenas isso.

Fonte Antoine Saint-Exupéry – http://www.inteligemcia.com.br/bancos-o-fim-de-uma-era/

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Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Agência Brasil
Industria automobilistica

Com a greve dos bancários, financiamento para a compra de veículos caiu 8,5% em todo o país
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A greve dos bancários ampliou a queda na concessão de crédito pelos bancos, em setembro, principalmente das modalidades de crédito imobiliário, consignado e de financiamento de veículos, informou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Neste ano, a greve dos bancários, que teve inicio em setembro, durou 31 dias, com retorno dos bancários ao trabalho no dia 7 deste mês.

A greve afetou principalmente as modalidades em que é preciso negociar a liberação do crédito nas agências bancárias. Em setembro, as concessões do crédito consignado (com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento) caíram 24,4%. O financiamento para a compra de veículos caiu 8,5%. No caso do financiamento imobiliário, as concessões recaram 24,2%.

Tramitação demorada nos bancos

“Essa é uma concessão [de crédito imobiliário] que tem um trâmite mais demorado, que exige a presença do solicitante nas agências mais de uma vez. Uma agência fechada interrompe todos esses processos. Ano passado foi afetado de uma forma bem mais modesta, tinha recuado 4%, mas este ano afetou de forma significativa”, disse Maciel.

No total, as concessões de crédito de todas as modalidades caíram 7,2% em setembro em relação a agosto deste ano para pessoas físicas.

Maciel ponderou, entretanto, que o crédito seguirá em tendência de desaceleração mesmo sem a greve dos bancários. “A tendência do crédito é desaceleração, com expectativa de retração no ano. O resultado de setembro foi prejudicado pela paralisação bancária, mas isso não significa que haveria uma mudança de tendência. O crédito não irá liderar o movimento de reação da atividade econômica, mas tem como contribuir nesse processo”, disse Maciel.

No mês passado, o BC divulgou sua projeção para o saldo das operações de crédito este ano. Segundo estimativa do BC, os bancos vão registrar este ano a primeira queda no saldo das operações de crédito, na série histórica, iniciada em março de 2007. O recuou deve ser de 2%.

Em setembro, o saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,2% em relação a agosto e ficou em R$ 3,109 trilhões. Em 12 meses encerrados, o saldo das operações de crédito caiu 1,7%.

Taxas de juros

Em entrevista coletiva para explicar os dados do crédito em setembro, Maciel também afirmou que não há uma previsão de quando o efeito da redução da taxa básica, a Selic, será sentido nos juros cobrados dos consumidores. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14% ao ano.

Em setembro, a taxa média de juros cobrada de pessoas físicas subiu para 73,3% ao ano e do cheque especial (324,9% ao ano) e do cartão de crédito (480,3% ao ano) bateram novo recorde.

Segundo Maciel, às vezes os bancos se antecipam à redução da Selic e reduzem os juros do crédito e em outras situações levam alguns meses para reduzir as taxas cobradas dos clientes. “Não se espera uma defasagem muito longa. [A queda da Selic] reduz o custo de captação [de dinheiro pelos bancos] e isso contribui para redução de todas as taxas ativas”, explicou.

Fonte http://istoe.com.br/greve-dos-bancarios-derruba-credito-imobiliario-consignado-e-venda-de-carros/

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Greve dos bancários deve durar ainda toda esta semana

Greve dos bancários deve durar ainda toda esta semana

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Não há previsão de negociação entre classe e Federação.

A semana começa com continuidade da greve dos bancários, que já alcança 21 dias, a mesma duração da paralisação registrada no ano passado. E como não há previsão de negociação, já é possível afirmar que ela vai superar a edição anterior e ainda durar vários dias, segundo informa o Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região.

De acordo com o sindicato, a situação permanece a mesma neste início de semana. Estão de portas abertas o Banco do Brasil do Centro e o Banrisul. Já a Caixa Econômica Federal do Centro e Imigrantes, Banco do Brasil da Marechal Deodoro, Itaú, HSBC, Santander e Bradesco seguem fechados. Na região, paralisação no Banco do Brasil dos municípios de Seara, Xavantina, Ipira/Peritiba, Faxinal dos Guedes e Itá. Além destes, há mobilização também na Caixa Econômica Federal de Seara e Faxinal dos Guedes.

O vice-presidente do Sindicato, Rogério Czarnobay, diz que até o momento a Federação Nacional dos Bancos não acenou para negociações. Com isso, é possível que a greve dure ainda toda esta semana, e possa alcançar, no início do próximo mês, a marca de um mês, uma das mais duradouras dos últimos anos.

SC e Brasil

Sem uma nova proposta dos bancos, a adesão à greve nacional dos bancários aumenta a cada dia. Em Santa Catarina, mais de 600 agências estão com as portas fechadas. No Oeste, 90 locais de trabalho suspenderam as atividades, 42 só na base de Chapecó.

Em todo o país, há 13,4 mil agências e 40 centros administrativos fechados, o que representa 57% do total de estabelecimentos. É a maior paralisação da história da categoria.

Reivindicações

A categoria rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 6,5% de reajuste sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. Os sindicatos alegam que a oferta ficou abaixo da inflação projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para o bolso.

Eles reivindicam a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras questões, como melhores condições de trabalho.

Fonte http://www.radiorural.com.br/noticias/22295-greve-dos-bancarios-deve-durar-ainda-toda-esta-semana
Por Luan de Bortoli

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Bancos disputam FGTS com a Caixa

Bancos disputam FGTS com a Caixa

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Grandes bancos privados começam a se movimentar para defender o fim do monopólio da Caixa Econômica Federal na gestão dos mais de R$ 450 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A principal bandeira é a promessa de maior rentabilidade para o trabalhador, mas os argumentos passam até pelo tema fiscal com a chance de geração de receita extra para o Tesouro.

Operadora única prevista em lei, a Caixa reage e prepara discurso de que eventuais mudanças podem resultar em “desequilíbrios econômicos” como crédito mais caro para a casa própria ou redução de recursos para habitação popular e saneamento básico.

O movimento que começa a ganhar corpo entre os concorrentes da Caixa tenta aproveitar a agenda reformista do governo Michel Temer para tentar emplacar uma profunda mudança na gestão do FGTS: acabar com a exclusividade da Caixa. Desde 1990, o banco federal é o único administrador do dinheiro depositado mensalmente em nome de todos os trabalhadores com carteira assinada. No fim de 2015, eram mais de 235 milhões de contas e patrimônio de R$ 457,6 bilhões.

Concorrentes, especialmente os privados, reclamam que o FGTS representa uma enorme fonte de dinheiro com baixíssimo custo para a Caixa, o que distorceria o funcionamento do mercado bancário. Isso aconteceria porque o Fundo representa uma parcela relevante do chamado “funding” do banco estatal. Para efeito de comparação: o FGTS já representa 70% do total depositado nas cadernetas de poupança no País. “É o dinheiro mais barato disponível no Brasil e canalizado exclusivamente para a Caixa”, diz o executivo de um dos grandes bancos privados.

Segundo o executivo, há apoio para a mudança entre os cinco maiores bancos do País. Ele diz que o “placar mostra 4 a 1” a favor do fim do monopólio da Caixa. Entre os maiores nomes, estão Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Caixa.

Rentabilidade

Se a regra da gestão do FGTS mudar, dizem apoiadores da ideia, trabalhadores poderiam ter maior retorno para o dinheiro depositado pelas empresas. Atualmente, as contas têm rentabilidade anual de 3% acrescida da Taxa Referencial (TR). O retorno é basicamente a metade do oferecido pela poupança, de 6% + TR. Não há proposta oficial sobre a mesa, mas bancos acenam com a chance de mais que dobrar o valor com rentabilidade de até 10% ao ano. Pela regra atual, o rendimento perde até para a inflação e não alcança sequer os 5% anuais.

Além da intenção reformista do governo Temer, o argumento pela mudança no FGTS também se apoia em operações recentes que geraram prejuízo ao trabalhador, como o Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) que alocou parte do dinheiro em empresas envolvidas em casos de corrupção como a Sete Brasil e a Odebrecht (ler box abaixo).

Um terceiro argumento pela mudança passa pelo tema fiscal. Alguns dos bancos dizem que eventual abertura da gestão poderia acontecer com leilões para que bancos adquiram o direito de gerir parte da carteira atualmente na Caixa. Assim, o Tesouro – através do banco estatal – poderia receber recursos em um modelo comparável à venda da folha de pagamentos dos servidores públicos. Mais simples, outra via seria a opção do trabalhador transferir seus depósitos para outro banco como na portabilidade do crédito.

Reação

Na Caixa, o tema tem sido tratado com cautela. Oficialmente, o banco não se pronuncia. Internamente, porém, executivos têm citado que a mudança poderia gerar “desequilíbrios” macroeconômicos com aumento do custo do financiamento imobiliário e do crédito de longo prazo para infraestrutura. Além disso, há lembrança de que bancos privados não têm o mesmo comprometimento social e poderia ser ameaçada a destinação do FGTS para a habitação de baixa renda, saneamento básico e infraestrutura.

A pesquisadora da Universidade de São Paulo e consultora em financiamento habitacional, Cláudia Magalhães Eloy, diz que a mudança do sistema poderia ajudar a aumentar a oferta de crédito imobiliário no longo prazo, mas é preciso ter cautela para não haver distorção do papel do Fundo. “Há potencial positivo para o crédito, mas, ao mesmo tempo, é preciso lembrar que os privados têm dificuldade em alocar recursos da poupança no crédito imobiliário e muitas vezes optam pelas operações mais rentáveis. Além disso, com apenas cinco grandes a concorrência entre bancos não é grande”.

Procurado, o Santander informou que “apoia medidas que visem a gradual desregulamentação do sistema financeiro nacional”. Banco do Brasil, Bradesco e Caixa informaram através da assessoria de imprensa que não comentariam o assunto. O Itaú não respondeu o pedido de entrevista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20160926/bancos-disputam-fgts-com-caixa/416614

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Pagando juros altos, consumidor tem acesso a empréstimo até sete vezes maior que o salário

Pagando juros altos, consumidor tem acesso a empréstimo até sete vezes maior que o salário

juros

Levantamento da Proteste Associação de Consumidores alerta que instituições financeiras têm oferecido crédito de forma desenfreada, o que pode levar a dívidas impagáveis

As linhas de crédito mais caras do mercado, o cartão de crédito e cheque especial são as de mais fácil acesso ao consumidor, apesar dos juros, ultrapassarem 400% ao ano, no caso do cartão. Pesquisa da Proteste Associação de Consumidores, alerta que o crédito caro e emergencial está sendo concedido de forma desenfreada. Segundo a Proteste conseguir no mercado empréstimos em várias instituições bancárias é fácil e pode tornar uma dívida impagável. O valor do empréstimo pode ser até oito vezes maior que o a renda mensal do consumidor.

Levantamento da instituição avaliou três perfis reais de consumidores com renda entre R$ 3 mil e R$ 10 mil. No caso do consumidor com renda de aproximadamente R$ 10 mil foi constado conta corrente em sete bancos, o que lhe garantiu crédito total aprovado de mais de R$ 213 mil. Desse valor, R$ 76 mil podem ser usados em um único mês. “Basta gastar o limite de todos os cartões de crédito e usar o cheque especial de todos os bancos”, explica a Proteste.

No modelo de empréstimo avaliado, o valor do empréstimo precisa ser pago integralmente no mês seguinte para evitar juros de atraso e rotativo, por exemplo. “Sendo a dívida quase oito vezes maior do que o salário, é praticamente impossível pagá-la. É aí que a dívida vai se tornar impagável, principalmente diante do aumento do desemprego, queda da renda e persistência da inflação”, reforça a instituição.

Em outro caso avaliado pela Proteste, o consumidor possui uma renda entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, levamos em consideração que a renda é desse consumidor é de R$ 4 mil e só o banco Itaú disponibiliza para ele R$ 32 mil, entre cartão de crédito, cheque especial e crédito pré-aprovado. O crédito é oito vezes superior à renda.

“O crédito pré-aprovado já está na conta, não precisa de autorização, e o consumidor acaba sendo fisgado pela facilidade e se enrola facilmente”, afirma Renata Pedro, técnica da Proteste . Mas não é só dos bancos a responsabilidade de se evitar os altos níveis de endividamento. “Os bancos precisam oferecer crédito consciente, mas também é dever do consumidor ter um orçamento equilibrado e não gastar mais do que deve”, destaca Renata.

Para evitar a bola de neve a Proteste orienta a nunca ultrapassar 30% da renda mensal com parcelas; pagar o total da fatura do cartão de crédito até a data do vencimento;

rever os gastos e fazer cortes quando necessário; evitar fazer compras que não são urgentes; e nunca gastar mais do que se tem. Para isto é importante fazer planejamento mensal se possível com auxílio de uma planilha.

Fonte http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/09/20/internas_economia,805994/pagando-juros-altos-consumidor-tem-acesso-a-emprestimo-ate-sete-vezes.shtml

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Bancos empurram cartão Elo e clientes reclamam

Bancos empurram cartão Elo e clientes reclamam

Cartões Elo
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Cartões Elo: taxa mais alta cobrada de comerciantes pode justificar falta de aceitação
Marília Almeida Marília Almeida, de EXAME.com

São Paulo – Bradesco, Caixa e Banco do Brasil priorizam emitir cartões com a bandeira Elo, da qual são sócios, o que vem provocando queixas de clientes em sites como o Reclame Aqui.

O principal motivo de descontentamento com a bandeira, criada em 2010, é a falta de aceitação do cartão em estabelecimentos pelo país, o que provoca constrangimentos (e já gerou até memes). Surpreendidos com o cartão, clientes buscam mudar a bandeira do plástico para as líderes do mercado, Visa e MasterCard.

É o caso da professora Elza Mauricio Moreira, 61, que tinha um cartão com a bandeira Visa e aponta que o Banco do Brasil fez, sem motivo aparente, a troca para a bandeira Elo. Foi aí que começaram os problemas, conta Elza, que pede a troca do plástico ao banco para outro com a bandeira antiga.

“Percebi que o cartão não é aceito em muitos lugares. Alguns colocam cartazes, mas outros parecem disfarçar e acabam dizendo que a máquina que aceita o cartão está sem conexão. Não costumo andar com dinheiro e estou nervosa de tanto passar vergonha e ter de deixar as minhas compras no caixa”, desabafa.

Segundo estudo da consultoria especializada em varejo Boanerges & Cia, a prioridade que Bradesco e Banco do Brasil têm dado à emissão de cartões Elo explica, em parte, o avanço da bandeira no mercado, que já reúne 17,9% dos cartões de débito ativos no país. Antes, esses bancos costumavam impulsionar a emissão de cartões Visa Electron.

Mas apesar da participação da bandeira no mercado ter crescido, o número de transações registradas em cartões Elo ainda é baixo se comparado ao de concorrentes. “A falta de aceitação pode ser uma das justificativas”, diz Vitor França, consultor da Boanerges & Cia.

Procurado, o Banco do Brasil enfatiza que cabe exclusivamente ao cliente a decisão final quanto à bandeira de sua preferência e toda a rede de agências é frequentemente orientada a deixar clara a liberdade que os clientes têm em suas escolhas.

Já a Caixa diz, em nota, que “as reclamações são objeto de atuação do banco, em parceria com a bandeira, para verificar as condições de aceitação na cidade ou região indicadas pelos clientes e promover a rápida ampliação da rede credenciada”.

O Bradesco disse que segue uma estratégia de distribuição de cartões e que o cliente sempre tem a opção de solicitar o produto com a bandeira de sua preferência.

“O banco busca constantemente adotar medidas que aprimorem os serviços prestados, por isso todas as manifestações dos clientes são atenciosamente recebidas, analisadas e respondidas. Vale acrescentar que o Bradesco tem o selo RA8000 no Reclame Aqui, o que reforça o seu comprometimento com os clientes.”

Taxa alta pode ser barreira

Levantamento da Boanerges & Cia indica que a Cielo cobra uma taxa mais alta do que a média de mercado a comerciantes por cada transação com cartões de débito Elo. A cobrança poderia ser um dos obstáculos para a maior aceitação do cartão Elo até setembro do ano passado, quando a bandeira ainda era aceita somente em máquinas da Cielo.

No quarto trimestre de 2015, a credenciadora cobrava em média 1,6% nestas transações, enquanto a média do mercado era de 1,51%.
França, da Boanerges & Cia, faz a ressalva de que a taxa média é apenas um indicador, já que a tarifa varia conforme o tipo e porte do estabelecimento. “Uma credenciadora que atue em segmentos no qual as taxas são mais altas terá, naturalmente, taxas maiores”.

O comerciante William Herbert Mac Laren, 53, tem conta no Bradesco há mais de 10 anos, e sempre teve cartão de débito com bandeira Visa. Quando o seu cartão expirou, um funcionário do banco disse que o banco passou a emitir somente cartões com a bandeira Elo. William reclamou. “Como lojista, sei que o cartão não é aceito em muitos lugares porque a taxa cobrada é alta. Empurrar o cartão ao consumidor parece uma forma de pressionar os lojistas a aceitarem o cartão”.

Aceitação do cartão cresce

Desde que as regras para arranjos de pagamentos foram modificadas pelo Banco Central em setembro de 2015, a exclusividade do contrato entre Elo e Cielo foi encerrada. Desde então a bandeira passou a ser aceita também em máquinas da Getnet, Rede, BIN e Sipag.

Como consequência, a aceitação da bandeira deu um salto e praticamente dobrou, segundo dados da própria Elo. De acordo com a companhia, a rede de estabelecimentos que aceitam o cartão com a bandeira passou de 1,45 milhão em 2014 para 2,6 milhões este mês.

Ainda assim existe um espaço no mercado a ser preenchido, já que a estimativa é de que 3 milhões de estabelecimentos aceitem cartões no país, segundo informações da bandeira.

A partir de julho, o cartão da Elo também passou a ser aceito em compras no exterior por meio de uma parceria com uma rede americana. Desde então a bandeira é aceita em 185 países e mais de 39 milhões de estabelecimentos lá fora. A parceria também vale para compras em sites internacionais.

Quais são seus direitos

Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que o consumidor não é obrigado a aceitar o cartão pelo qual não tenha interesse e que não tem aceitação consolidada, de acordo com o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. “A prática é abusiva e pode ser considerada como venda casada”.

Ao realizar qualquer mudança em contratos de cartões, como troca de bandeira, por exemplo, o banco deve consultar o cliente, diz Ione.

Consumidores que se depararem com um cartão não solicitado da bandeira e a justificativa de que não pode ser trocado por outro deve registrar a queixa no Banco Central, além de sites como o Consumidor.gov.br e o Procon, que podem aplicar penalidades à instituição financeira, como multas.

Estabelecimentos que não aceitem o plástico devem deixar a informação visível de forma ostensiva e em local acessível, tanto em meios eletrônicos como ambientes físicos. “O comerciante não pode induzir o cliente a consumir e somente depois dizer que não trabalha com a bandeira. O cliente passará por uma situação constrangedora se não tiver outro meio de pagamento alternativo”, diz Ione.

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/bancos-empurram-cartao-elo-e-clientes-reclamam

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Caixa, Santander e Bradesco lideram ranking do BC de reclamações contra bancos

Caixa, Santander e Bradesco lideram ranking do BC de reclamações contra bancos

Logotipos de Bancos

A Caixa Econômica Federal, o Santander e o Bradesco são as instituições que aparecem na liderança do mais recente Ranking de Instituições por Índice de Reclamações, divulgado pelo Banco Central. No topo do ranking, referente a julho e agosto, está justamente o banco público, com índice de reclamações de 16,69. Neste caso, são consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes.

Pela metodologia do BC, este índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes, dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso da Caixa, foram 1.364 reclamações consideradas procedentes em julho e agosto, numa base total de 81.683.644 clientes.

Na segunda posição entre os bancos que foram alvos de reclamações aparece o Santander, com índice de 15,86 (578 reclamações procedentes e 36.438.353 clientes). Na terceira posição do ranking está o Bradesco, com índice de 15,75, resultado de 1.464 reclamações procedentes numa base de 92.939.302 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando os bancos e as financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Itaú Unibanco (índice de 15,18), Banco do Brasil (9,52), Banrisul (9,45), Votorantim (5,63), Midway (1,48), Pernambucanas (0,23) e Banco do Nordeste (0,17).

O ranking principal divulgado nesta quinta-feira, 15, que passou a ser bimestral, trouxe mudanças na forma de organização das instituições. O BC já havia informado que a base de clientes para formulação do ranking passaria a contemplar operações iguais ou superiores a R$ 200. Antes, a base era de R$ 1 mil. Ao mesmo tempo, as instituições foram organizadas levando-se em conta o parâmetro mínimo de 4 milhões de clientes.

Com isso, instituições como BMG e Banco Pan, que figuravam no ranking antigo, passaram a aparecer em outro ranking, de instituições com menos de 4 milhões de clientes. Neste caso, a liderança é do Daycoval, com índice de reclamações de 92,90. Depois aparecem CCB (88,34) e BMG (84,61).

Motivação.

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é a “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada”. Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 768 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem “outras irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações” e, em seguida, “irregularidades relativas a operações e serviços relacionados a cartões de crédito”.

Fonte http://istoe.com.br/caixa-santander-e-bradesco-lideram-ranking-do-bc-de-reclamacoes-contra-bancos/

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Banco é condenado a pagar R$ 30 mil por investigar vida financeira de gerente

Banco é condenado a pagar R$ 30 mil por investigar vida financeira de gerente

espionar

Os bancos não têm o direito de quebrar o sigilo bancário de seus empregados para investigar suas vidas financeiras. Em caso de movimentações suspeitas, o dever da instituição é simplesmente informar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Por isso, a 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou que o Bradesco extrapolou os limites impostos pela norma legal ao quebrar sigilo de um de seus gerentes e chamá-lo para prestar explicações. Para a Justiça do Trabalho, a empresa expôs a dignidade e a honra de seu empregado, pois o fato chegava ao conhecimento dos outros funcionários da agência. O banco foi condenado a pagar R$ 30 mil ao gerente.

O relator do caso no TST, desembargador convocado Marcelo Lamego Pertence, explicou que o artigo 11, incisos I e II, da Lei 9.613/98 (Lei de Lavagem de Dinheiro) dispõe que as instituições financeiras deverão informar as movimentações financeiras que apresentem “sérios indícios” do crime de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores. A Circular 3.461/2009 do Banco Central do Brasil, que fixa as regras para a prevenção e o combate às práticas de lavagem, determina que as instituições bancárias comuniquem ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) as operações superiores a R$ 10 mil feitas por seus clientes.

O relator destacou que há entendimento da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST quanto à inexistência de dano moral se demonstrado que a atuação da instituição bancária se deu de forma indiscriminada em relação a seus correntistas, e na estrita observância aos dispositivos da Lei 9.613/98. “Em tais circunstâncias, a instituição age por dever legal, não se configurando conduta de caráter fiscalizador ou punitivo dirigida apenas aos empregados”, afirma a decisão.

Assim, o desembargador convocado concluiu que o banco extrapolou os limites impostos pela norma legal, “cometendo ato ilícito, violando a intimidade do empregado, causando-lhe, com essa conduta, dano moral, passível de reparação, na forma do disposto nos artigos 186 e 927 do Código Civil”.

“Além de praticar uma conduta antijurídica, ao cobrar explicações acerca de movimentações extraordinárias, o banco não adotou nenhuma medida para evitar que tal situação constrangedora fosse conhecida por outros trabalhadores da agência”, ressaltou. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

RR-78700-51.2006.5.17.0011

Fonte http://www.conjur.com.br/2016-set-11/banco-pagara-30-mil-investigar-vida-financeira-gerente

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Banco vai permitir que clientes abram conta usando selfie

Banco vai permitir que clientes abram conta usando selfie


O banco HSBC vai permitir que seus clientes usem selfies para abrir novas contas. O banco, visando agilizar e simplificar o processo de abertura de novas contas, permitirá que novos clientes se registrem com um autorretrato, que terá validade ao ser usado junto com outras informações da pessoa, presentes em um passaporte, por exemplo.

Os clientes poderão utilizar o recurso com selfies a partir de dispositivos Android e iOS. De acordo com Richard Davies, executivo do HSBC, o banco conseguirá ser capaz de abrir contas mais rapidamente com esse formato.

A tecnologia do HSBC será semelhante a do ‘Mastercard Identity Check’, que utiliza rastreamento facial para verificar contas de clientes. No método da Mastercard, quando um usuário tira uma selfie o sistema avalia a imagem com fotos de documentos oficiais e verifica a legitimidade da operação.
Via TheNextWeb

Fonte http://olhardigital.uol.com.br/noticia/hsbc-vai-permitir-que-clientes-criem-conta-atraves-de-selfie/61825

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Cresce número de pessoas que têm empréstimo negado pelos bancos

Cresce número de pessoas que têm empréstimo negado pelos bancos

Por conta dos juros, população está mais cautelosas na hora de fazer empréstimo (Foto: Fernando Antunes)
As pessoas andam com dificuldade para conseguir empréstimos este ano. Com muita gente endividada e o risco de inadimplência, cerca de 15% dos pedidos aos bancos são negados, segundo pessoas que trabalham no setor.

De acordo com o Banco do Brasil, em dezembro de 2015, o crédito consignado da instituição fechou o balanço com R$ 62,50 bilhões concedidos, um aumento de 5,86% em relação a 2014, que foi de R$ 58,84 bilhões. Mas as solicitações tiveram um aumento muito maior no mesmo perído, com crescimento de 50%.

Como está cada vez mais difícil conseguir empréstimo, o setor começou 2016 retraído.

Segundo uma funcionária que trabalha com empréstimo consignado e não quis se identificar, o número de pessoas que tem conseguido liberação de dinheiro caiu cerca de 15% nesses três primeiros meses do ano. “Os clientes estão sem margem porque atingiram o limite de crédito que podem pegar. E por conta disso, nosso serviço cai”.

Endividado, o gerente Walmir Neto disse que antes conseguia refinanciar suas dívidas, mas que do meio do ano passado pra cá não há mais esta possibilidade. Ele fez seu primeiro empréstimo há cerca de oito anos no valor de R$ 10 mil, com juros de cerca de 3%, mas nunca mais conseguiu quitar.

“Por um problema na estrutura da minha casa tive que pegar um dinheiro com o banco há oito anos, e não conseguiu parar desde então. Tive que pegar um valor alto e com isso as parcelas ficaram salgadas, desde então não consigo quitar o empréstimo porque sempre que liberam faço um novo refinanciamento das parcelas. Estou em uma bola de neve e cada vez mais endividado”.

Um dos motivos, segundo a recepcionista Liara Santos é a inflação. Com as contas mais caras e o mesmo salário, a mãe de dois filhos conta que faz empréstimo desde que casou, há cerca de seis anos. Recentemente, a família fez um empréstimo de R$ 12 mil em cinco parcelas de R$ 3.200, aproximadamente.

“Meu marido é funcionário público então conseguimos pegar com taxas menores, mas mesmo assim é complicado. Para não nos enrolarmos ainda mais, tiramos nossos filhos da escola particular e optamos pela pública este ano até nos restabelecermos”.

A informação em algumas financeiras é de que os bancos estão mais criteriosos por conta do aumento da inadimplência. Mas o Banco do Brasil afirma que não tem verificado qualquer sinal de alerta para fraudes nas contratações de crédito consignado e que mantém 96,5% do seus créditos vinculados a servidores públicos e beneficiários do INSS, segmentos que oferecem menor risco. Que o banco monitora suas contratações e que a maioria daqueles que fazem negócios com o Banco possuem conta há pelo menos cinco anos e recebem seus proventos ou benefícios do INSS na instituição.

Até para os que teriam o cadastro do consignado aprovado, empréstimo ganhou um status muito mais sério, que exige calma na hora de avaliar.

A vendedora Lidiane Ferreira lembra dos juros. Apesar de serem mais baixos do que o de empréstimo comum, ainda é alto diante da crise financeira em que está. “Peguei empréstimo uma vez há dois anos e quitei recentemente. Falar que eu não tenho vontade é mentira, afinal quem não precisa de um dinheiro extra hoje em dia? O problema são as taxas que estão muito altas, por isso prefiro economizar e pagar minhas dívidas da forma que posso mesmo”.

O empréstimo consignado é um tipo de serviço oferecido pelas instituições financeiras e empresas conveniadas, onde as parcelas são descontadas diretamente do salário da pessoa que fez a solicitação. Trabalhadores com carteira assinada, aposentados e pensionistas do INSS, funcionários públicos federais, estaduais, municipais e também os militares entram neste grupo. Entre as facilidades, a segurança de recebimento, os juros menores que demais empréstimos e a possibilidade de solicitar o valor mesmo estando com débitos penentes, são os maiores atrativos desta transação. Memso com valores inferiores, muitos consumidores estão evitando esta modalidade porque estão preocupados em como pagar.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/cresce-numero-de-pessoas-que-tem-emprestimo-negado-pelos-bancos – Mariana Castelar

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Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

Logotipos de Bancos
A taxa de juros do crédito consignado é uma das mais baixas do mercado, já que esse tipo de operação possui convênios que são firmados entre o banco e instituições públicas e privadas. Porém, quem tem dívidas, precisa ficar atento ao contratar o crédito nesse tempo de instabilidade. Os juros podem chegar até 3% ao mês.

No banco Santander, são dois tipos de crédito consignado, um para quem depende do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) com taxa de juros de 2,29%. Já no crédito consignado privado, os juros variam entre 1,70% a 3%, dependendo da negociação da empresa.

Conforme o superintendente executivo de crédito consignado do Santander, Eduardo Jursevic, os clientes estão procurando este tipo de crédito mais do que nunca. “Nós inclusive indicamos mais o crédito consignado do que utilizar o cheque especial, por exemplo, onde a taxa de juros varia de 2,39% a 14,95%”, alega.

Segundo Jursevic, a indicação para o crédito consignado deve-se ao fato de ser mais barato. “A capacidade dos clientes de pagar o rotativo é menor, tanto no INSS quanto no privado, pois o salário mínimo aumentou e isso aumenta o crédito, além de que o consignado alonga a dívida e as parcelas cabem no orçamento”, avalia.

Na Caixa Econômica Federal, as taxas do crédito consignado são bem menores, a partir de 1,5% ao mês. Em Mato Grosso do Sul, 35 mil contratos foram firmados na contratação do crédito em 2015. O banco lembra que as prestações mensais são descontadas diretamente do salário e o valor não pode ser maior que 3??0% do salário ou benefício mensal.

No Sicredi, a procura pelo consignado juntamente com o crédito pessoal são as duas maiores linhas do banco. A instituição não informa qual o valor da taxa de juros, pois variam para o servidor Público, Privado, Estadual e INSS, que são diferenciadas pelo prazo das operações. O principal público que utiliza este tipo de crédito é o servidor público e estadual e em 2015, a maioria das contratações foram renovações.

Para o economista Sérgio Bastos, o crédito consignado tem uma das taxas de juros mais baixas, pois as operações são diferentes de empréstimos. “Como o crédito é concedido para concursados, aposentados e pensionistas, o banco tem uma garantia e as taxas acabam sendo mais baixas”, alega.

A recomendação para quem precisa de empréstimo é recorrer ao consignado. “Melhor o consignado do que o cheque especial que tem taxas altas de juros, mas ao contratar esse crédito, o cliente tem que saber que vai ter uma parcela extra, além dos compromissos que já tem”, comenta.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/mesmo-com-juros-de-3-procura-por-consignado-cresce-em-tempo-de-crise – Renata Volpe Haddad

 

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BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015


BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

Com foco em Cartão de Crédito Consignado, banco passou a operar no convênio INSS e lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal com débito em conta para aposentados, pensionistas e servidores públicos

O Banco BMG S.A. e suas controladas (“BMG” ou “Banco”) divulgaram nesta quinta-feira, 18, seus resultados consolidados referentes ao período encerrado em 31 de dezembro de 2015, independentes.

No exercício de 2015, o Lucro Líquido atingiu R$ 189 milhões. O Patrimônio Líquido encerrou o ano com saldo de R$ 3.145 milhões e o Índice de Basileia atingiu 19,1%, já considerando o cronograma de implementação das normas de Basileia III.

O banco mantém uma posição robusta de liquidez, encerrando o trimestre com caixa total de R$ 2.310 milhões. A Margem Financeira Líquida (NIM) foi de 6,6% no exercício de 2015. Por sua vez, o Banco Itaú BMG Consignado S.A., joint venture entre o Itaú Unibanco e o BMG, encerrou o período com carteira de crédito total de R$ 29.271 milhões.

Seguindo a estratégia de focar no Cartão de Crédito Consignado, em setembro o BMG passou a operar no convênio INSS e, em outubro, já era líder de mercado. Por conta da abertura desse convênio, a carteira do BMG cresceu 111,6%, no ano, e 85,1% no trimestre, encerrando 2015 com saldo de R$ 3.321 milhões, sendo a concentração total de 51,7% no INSS.

Em janeiro de 2016, a instituição lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal, com débito em conta, exclusivo para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. O produto está diretamente correlacionado com o público do Cartão de Crédito Consignado e possui alto potencial de cross-sell.

Fonte http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/financasg/item/2329-bmg-teve-lucro-l%C3%ADquido-de-r$-189-milh%C3%B5es-em-2015.html

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DF – Itaú encerra conta-corrente de cliente sem dar motivos e é condenado na Justiça

DF – Itaú encerra conta-corrente de cliente sem dar motivos e é condenado na Justiça


Banco pagará indenização por danos morais Foto: Edilson Dantas / O Globo

O Itaú terá que indenizar uma correntista que teve a conta encerrada sem qualquer justificativa. A mulher já era cliente há 20 anos do banco e receberá R$ 3 mil por danos morais. A decisão é do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
Em sua defesa, o a instituição financeira argumentou que não há lei que o obrigue a manter relação jurídica com quem não lhe interessa. O Itaú também ressaltou que adotou as cautelas necessárias para o regular encerramento da conta, tendo inclusive avisado a cliente e emitido ordem de pagamento em seu favor, com o saldo disponível na conta.
O juiz responsável pelo caso avaliou que o banco desrespeitou o art. 39, IX, do Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços “recusar a venda de bens ou a prestação de serviços diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento”.
Segundo o magistrado, ficou claro “que a autora mantinha movimentação financeira razoável em sua conta, bem como cumpria regularmente suas obrigações contratuais, razão pela qual não há de se falar que o banco agiu no exercício regular de seu direito”. Além disso, o encerramento abrupto causou prejuízos à cliente, que precisou reorganizar a administração das suas finanças.

Fonte http://extra.globo.com/noticias/economia/itau-encerra-conta-corrente-de-cliente-sem-dar-motivos-e-condenado-na-justica-18706921.html

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Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

No final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo

Diante do aumento da inadimplência, bancos públicos começaram a recuar na concessão de crédito e estipular taxas mais próximas do setor privado.

Em 2015, a política de taxas de juros diferenciadas nos bancos públicos, iniciada pelo governo Dilma em abril de 2012, para forçar o setor privado a mudar o nível das taxas praticadas no Brasil, acabou.

De acordo com o Banco Central, no final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo.

No cheque especial, a Caixa chegou a ter taxa média quase 50% menor que a do Itaú Unibanco e do Bradesco no fim de 2013.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, nem mesmo as linhas de crédito consignado dos bancos públicos conseguiram manter taxas menores.

No cartão, por exemplo, a taxa média na Caixa era de 4,7% ao mês em 2013, quase um terço do verificado nos dois maiores privados. No fim de 2015, estava em 13%; no Itaú, no Bradesco e no BB, entre 14% e 15%.

Fonte http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/189958/diante-da-inadimplencia-bancos-publicos-voltam-a-ter-taxa-dos-privados

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CE – Audic Mota alerta sobre empréstimo bancário sem autorização

CE – Audic Mota alerta sobre empréstimo bancário sem autorização


Dep. Audic Mota (PMDB)Foto: Máximo Moura

O deputado Audic Mota (PMDB) informou, durante o tempo de liderança partidária da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta sexta-feira (19/02), que o Ministério Público entrou com ação civil pública contra o banco Itaú, no município de Catarina.
De acordo com ele, o banco tem concedido empréstimos consignados para seus clientes sem autorização. “Precisamos encontrar uma brecha na nossa atuação como parlamentares para que possamos partir em defesa da população em casos como esse”, disse.

O peemedebista explicou que os empréstimos estão sendo realizados sem os requisitos legais para a transação. “Eles só veem que o cliente tem uma margem para a aquisição de empréstimo e jogam o dinheiro na conta dele, nem comunicam. Nem contrato há”, explicou, ressaltando que o esquema tem atingido, principalmente, pessoas analfabetas.

Audic Mota lembrou que o tema “empréstimo consignado” já foi pauta, inclusive, de Comissão Parlamentar de Inquérito na AL. “Precisamos voltar a discutir esse tema e elaborar meios de proteger o consumidor”, frisou.
PE/AT

Fonte http://www.al.ce.gov.br/index.php/pronunciamentos-ordem-do-dia/item/49793-19-02-2016-pe03

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