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Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Na região, um homem foi vítima dos bandidos que fizeram um empréstimo de R$ 13 mil em seu nome


INSS garante que dados dos segurados são sigilosos (Foto: Shutterstock)

Viver de benefício, aposentadoria ou pensão geralmente não é fácil. Mas quando esse dinheiro ainda é alvo de golpistas que fazem empréstimos consignados diretamente na conta das pessoas, sem qualquer autorização, torna-se pior.

É o caso do recém-aposentado Amarildo Dias de Carvalho, de 49 anos. Afastado por motivo de doença, ele conseguiu a aposentadoria por invalidez em fevereiro. Mas, antes mesmo de receber, foi vítima de um golpe.

Neste mês, ao ter problemas para sacar o primeiro benefício, ele tirou um extrato e viu que, além de saques indevidos, havia um empréstimo consignado sendo descontado do seu benefício.

“Ele não recebe nem R$ 1,1 mil e já estão descontando quase R$ 700,00 por mês de um empréstimo de R$ 13 mil. Isso é um absurdo, e ninguém se responsabiliza”, comenta o sobrinho do aposentado, Osmar Barbosa de Carvalho.

Ele relata que, no mês anterior, o tio teve problema com a senha do benefício e teria tido ajuda de um desconhecido. “No banco, dizem que não podem fazer nada, pois o empréstimo teria sido feito no caixa eletrônico, com a senha dele”.

“Eu não autorizei nada, não passei nada para ninguém e estão comendo todo o meu dinheiro”, desespera-se Amarildo de Carvalho.

O aposentado fez um boletim de ocorrência e entrou na Justiça para reaver seu dinheiro. Sua advogada, Arlete Cazura Coutinho Santos, afirma que a prática se dissemina.

“Sou procurada por várias pessoas na mesma situação. Fica claro que esses golpistas estão tendo acesso aos dados dos clientes, mas não se sabe ao certo como eles conseguem isso e se há a participação de funcionários das agências bancárias”, afirma. A Polícia Civil de Cubatão, onde ocorreu o caso, faz investigações.

Vazamentos

Segundo o advogado Theodoro Vicente Agostinho, da Comissão de Seguridade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, estima-se que em torno de 8% dos empréstimos concedidos sejam fraudados.

“Boa parte destas fraudes acontece por conta de vazamento de informações da Previdência Social. Mas o mais difícil é saber como dados e até listas de aposentados chegam aos fraudadores”, menciona o advogado.

O INSS afirma que os dados dos segurados são mantidos em sigilo e que não fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros.

“O Instituto sempre orienta aos seus segurados e beneficiários que, por questões de segurança, não forneçam o número de benefício ou seus dados pessoais a terceiros”, afirma, em nota. Para resolver eventuais problemas, sugere o registro da ocorrência em delegacia e que se faça denúncia na Ouvidoria do INSS, por meio da Central de Atendimento, no telefone 135.

Recomendações

– Nunca aceite ajuda de estranhos nos caixas eletrônicos. Se tiver problemas, procure um funcionário da agência.

– A senha e o número do benefício nunca devem ser passados para ninguém. Evite também anotar a senha em papéis. E nunca guarde cartão e senha no mesmo lugar.

– Ao escolher a senha, não use números previsíveis, como data de nascimento, número de telefone residencial e placa de carro, por exemplo.

– Ao pegar seu cartão, com a desculpa de ajudar, o desconhecido pode aproveitar para trocá-lo por um outro sem que você perceba. Não entregue o cartão na mão de ninguém.

– Todo cuidado é pouco. Se você for assaltado, cancele o cartão na central de atendimento do banco o quanto antes. Faça boletim de ocorrência e comunique o crime ao INSS.

– Se o cartão ficar preso no interior do terminal de autoatendimento, aperte a tecla anula e avise imediatamente o banco, usando o telefone instalado na própria cabine.

– Dê preferência aos caixas eletrônicos que ficam instalados em locais de grande movimentação, como shoppings, lojas de conveniência e postos de gasolina, por exemplo. Bandidos gostam de agir sem grande plateia.

– Evite o horário noturno para usar caixas eletrônicos. É mais seguro fazer saques no horário comercial, quando o movimento de pessoas é maior.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/aposentados-devem-ficar-atentos-para-nao-cair-no-golpe-do-consignado/?cHash=92bf8568cc731f1e41c9361868441f52
EGLE CISTERNA

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Brasileiro está desprotegido diante do Estado que vende dados pessoais

Brasileiro está desprotegido diante do Estado que vende dados pessoais
Envio de informações de aposentados do INSS a empresa de crédito consignado demonstra a barbárie em que se encontra o direito à privacidade


INSS já forneceu dados de aposentados a empresa de crédito. Fonte: Wikimedia Commons

Por Marina Pita*

Boa parte das pessoas respondem com um simples “eu não tenho nada a esconder” quando questionadas sobre suas necessidades de privacidade. Em geral, as pessoas pensam que quem não faz nada errado não precisa ter seus dados salvaguardados e acessíveis apenas a quem tiver autorização. Mas não é bem assim, e um caso recente pode nos ajudar a mostrar como são grandes os riscos da falta de privacidade.

No final de setembro, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) ajuizou uma ação civil pública contra o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) por ter permitido acesso aos dados dos aposentados e demais beneficiários da Previdência Social à Tifim Recuperadora de Crédito e Cobranças Ltda. A Tifim usa os dados para oferecer crédito consignado a aposentados por correspondência.

De acordo com o MPF-SP, os dados foram obtidos ilegalmente. Ao final do processo, a Procuradoria quer que a Justiça condene o INSS e a empresa ao pagamento de indenizações por danos morais individuais e coletivos.

Este não é um caso isolado de desrespeito do Estado no uso de dados dos cidadãos. Em 2013, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) repassou informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros para a Serasa, empresa privada que gerencia um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do País.

Em nenhum momento foi perguntado aos cidadãos se eles queriam ou autorizavam a entrega de suas informações para empresas privadas de crédito ou de qualquer outro ramo econômico. Aliás, a ausência de acordo entre Estado e cidadãos sobre como seus dados serão utilizados é notória nas esferas federal, estadual, municipal, além de autarquias públicas.

Por fim, diante do assombro público e indignação causados pela divulgação do acordo do TSE com a Serasa, o contrato foi cancelado. Mas ninguém está seguro.

Ambos os casos provam que não é apenas para esconder ilegalidades que serve e privacidade, mas também para proteger os cidadãos nas relações de consumo e garantir que não haja vantagem justamente da parte economicamente mais forte.

Demonstram, ainda, a total falta de respeito, bom senso e ética do Estado brasileiro com os dados dos cidadãos, sem falar no desrespeito à Constituição, e, em consequência, a urgência de aprovação de uma lei de proteção de dados pessoais.

A entrega dos dados dos cidadãos pelo Estado é uma das formas mais absurdas de violação da privacidade, porque os cidadãos não têm a opção de não entrega das informações. É obrigado a entregar o Imposto de Renda todos os anos, por exemplo, e quem garante que estes dados serão mantidos em segurança dentro dos órgãos do governo?

Que não haverá repasse entre pastas e que uma delas chegará a formalizar acordo com empresa privada? As guardas legais para isso são frágeis, uma vez que o Brasil é um dos poucos países do mundo que até hoje não têm uma lei de proteção de dados pessoais.

Enquanto isso, permanece o impasse pela votação do PL 5276/16, que segue em tramitação na Câmara dos Deputados, relegado a segundo plano após o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O PL, formulado e reformulado a partir de uma série de debates e negociações com os diversos atores interessados, estabelece que o tratamento de dados pessoais pela administração pública requer que o responsável informe ao titular as hipóteses em que será admitido o tratamento de seus dados.

O PL conta com uma seção específica para regular o tratamento de dados pessoais pelo poder público, em que deve ser realizado para atendimento de sua finalidade pública, na perseguição de interesses públicos.

De acordo com o texto, os órgãos do poder público devem informar as hipóteses em que realizam o tratamento de dados pessoais, com fácil acesso e atualizado constantemente – de preferência em seus sítios na web. O uso compartilhado de dados pessoais pelo poder público também deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas. E, finalmente, o PL veda ao poder público transferir dados pessoais a entidades privadas.

Mais uma vez, insistimos: é urgente a aprovação de uma lei de dados pessoais no Brasil porque, entre várias outras razões, o agravamento da crise econômica eleva o grau de risco de ampliação da promiscuidade entre poder público e entidades de crédito privadas. Quem perde são todos os cidadãos.

*Marina Pita é jornalista e integrante do Conselho Diretor do Intervozes

Fonte http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/brasileiro-esta-desprotegido-com-o-estado-que-vende-dados-pessoais
por Intervozes

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Sorocaba/SP – Consignados para aposentados crescem 150%

Sorocaba/SP – Consignados para aposentados crescem 150%

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O número de aposentados e pensionistas que contrataram empréstimo consignado na região de Sorocaba, de janeiro a agosto deste ano, cresceu 150% em relação ao mesmo período de 2015, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Até o mês passado, a região contabilizou 428.305 consignados, ante 170.736 de janeiro a agosto do ano anterior. Em valores, os empréstimos aumentaram 59% de um período para outro. Os aposentados e pensionistas da região somaram R$ 994.352.532,19 em consignados até agora. O acumulado dos oito primeiros meses de 2015 foi de R$ 625.276.988,49.

Os meses com maior contratação de consignados na região foram março e agosto. Apenas em março, 65.641 aposentados ou pensionistas tomaram R$ 156.224.378,90 em empréstimos. Já em agosto, foram 61.820 pessoas, que contrataram R$ 141.627.909,32. Neste mesmo mês, em 2015, foram tomados 17.845 empréstimos, que somaram R$ 74.858.591,01. A região de Sorocaba possui 20 agências do INSS, em Apiaí, Boituva, Cabreúva, Capão Bonito, Guapiara, Itapetininga, Itapeva, Itararé, Itu, Piedade, Pilar do Sul, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo, São Roque, Sorocaba 1 e 2, Tatuí e Votorantim. A redução da renda dos aposentados e pensionistas, devido a reajustes anuais que ocorrem abaixo da inflação, é o que está por trás do avanço do empréstimo consignado, avalia o presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Sorocaba (Apenso), José Raimundo Queiroz Melo. “Os aumentos que têm acontecido das aposentadorias são mínimos e cada vez mais vão tirando a condição de vida das pessoas.” Segundo ele, os medicamentos mais caros e a inflação sobre os alimentos levam os idosos a se endividarem.

O aumento da busca pelo consignado também se deve às taxas de juros elevadas dos empréstimos comuns, segundo o economista Sidney Oliveira, delegado do Conselho Regional de Economia (Corecon). “O consignado, por sua vez, por ter risco menor, muitas pessoas acabam recorrendo”, comenta. As dificuldades financeiras de familiares, que é um reflexo do desemprego e endividamento, também tem seu peso. “Essa faixa de aposentados dificilmente pega empréstimo para si próprio. Pegam para filhos, netos”, observa Oliveira.

Reclamação

Os dois consignados tomados pelo aposentado Reinaldo Duarte foram para socorrer os filhos. No ano passado, ele havia feito o primeiro empréstimo. O outro, ele fez em fevereiro. “Os filhos estavam em dificuldade e os pais acabam se sacrificando para socorrer. É mais fácil de pegar, a taxas de juros são relativas”, diz Duarte. No entanto, ele avalia que a medida seja uma armadilha, porque acaba amarrando a renda do aposentado. “Oferecem muita facilidade e você acaba ficando preso”, segundo o aposentado, embora ele não tenha ultrapassado o limite de 30% para adquirir o empréstimo.

O prazo longo de quitação, que acaba gerando taxas de juros elevadas, é um problema, na opinião do aposentado Djalma Catarino de Souza. Ele já havia tomado consignados anos atrás e conseguiu pagar tranquilamente. Desta vez, ele reclama do tempo prolongado para pagar. “Eu achei muito demorado o parcelamento. São 97 meses. Antigamente, eram 48 meses.” O aposentado pegou R$ 4 mil para fazer uma pequena reforma em casa.

Fonte http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/731564/consignados-para-aposentados-crescem-150
Anderson Oliveira

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São Carlos/SP – Com a crise, procura por empréstimo consignado sobe 62% em São Carlos

São Carlos/SP – Com a crise, procura por empréstimo consignado sobe 62% em São Carlos

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Com a crise, muitos idosos têm recorrido ao crédito consignado para ajudar a complementar a renda e pagar contas. Em São Carlos (SP), a procura por esse tipo de crédito aumentou 62% e, em São João da Boa Vista, 61% de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período de 2015. Em Araraquara, a alta foi de 51%, em Rio Claro, de 35%, e, em Araras, de 21%. Dono de uma instituição financeira em São Carlos, Bento Carlos Roque contou que desde fevereiro deste ano a procura por empréstimo consignado aumentou 40% por vários motivos, entre eles pagamento dívidas, viagens, reforma na casa e, na maioria das vezes, para evitar as altas taxas de juros dos bancos. “O cartão de crédito é o vilão do mercado, com juros que chegam a 500% ao ano. No consignado você tem uma taxa de 53%, 60% ao ano. Ele te dá a opção de ter um crédito barato, um prazo longo para pagar e realmente resolver o seu problema financeiro”, explicou. Em outra instituição financeira da cidade, a procura por esse tipo de crédito subiu entre 30% e 50% em relação ao mesmo período do ano passado, ressaltou a proprietária, Tatiana Terense Garcia.Ajuda na renda A dona de casa Iracy Novaes de Oliveira é aposentada, mas o que recebe não cobre todas as despesas e apenas neste ano já fez vários empréstimos. “O custo de vida está caro, então não tem como eu ficar sem dinheiro”, contou. A vendedora Julia Fernanda de Oliveira faz salgados para vender, uma forma de complementar a pensão que recebe do marido, que morreu há 10 anos. Ainda assim, ela não tem conseguido manter a casa onde vivem mais seis pessoas. Para não atrasar e mesmo deixar de cumprir com as obrigações, a vendedora recorre ao empréstimo consignado. “Sempre me ajuda muito bem porque é um dinheiro extra que entra para ajudar a pagar conta de água, de luz, alimentos para a casa”, disse. Mas nem todo mundo pode contar com essa forma de empréstimo. Por ser um crédito que desconta as parcelas do salário ou benefício, a opção está liberada para funcionários públicos, pensionistas, aposentados pelo INSS e trabalhadores com carteira assinada ou se a empresa tiver convênio com um banco, e os especialistas recomendam que as prestações mensais não sejam maiores que 30% do salário ou benefício.

Fonte http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2016/09/com-crise-procura-por-emprestimo-consignado-sobe-62-em-sao-carlos.html
Fonte http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=565006

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Aposentados vão poder aumentar os benefícios

Aposentados vão poder aumentar os benefícios

Proposta para reforma da Previdência que será enviada ao Congresso por Michel Temer prevê dois tetos do INSS e contribuição para sistema de capitalização
Rio – A reforma da Previdência possibilitará a quem já é aposentado receber benefício maior considerando contribuições feitas após a concessão da aposentadoria, criando uma espécie de desaposentação (que é a troca do benefício por outro mais vantajoso).


Rosamarie Ferreira, 65 anos, tem uma barraquinha de essências no Largo do Machado. Com a renda, ela complementa a aposentadoria
Maíra Coelho / Agência O Dia
A proposta que será enviada ao Congresso pelo governo Michel Temer também vai permitir que trabalhadores que ganham acima do atual teto previdenciário (R$5.189,82), tenham um valor similar ao que recebem em atividade. O projeto de reforma prevê ainda a implementação de um segundo teto do INSS, cujo valor seria de R$ 8.800.

Para que isso ocorra, tanto os aposentados quantos os trabalhadores da ativa terão que contribuir além do teto atual para um regime capitalizado que seria criado com a reforma, segundo informou ao DIA Leonardo Rolim, da Consultoria de Orçamentos e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (Conof/CD), que elaborou o documento com as diretrizes das mudanças nas regras da Previdência que o presidente Michel Temer quer aprovar.

“Esse modelo faz parte de mudanças estruturais na Previdência para tornar o sistema viável”, avalia Rolim.

O mecanismo é parecido com o que o governo implementou para servidores que ingressaram no serviço público a partir de 2013. Para ganhar o mesmo salário quando se aposentarem, vão ter que contribuir para um fundo de previdência. Do contrário, ficarão limitados ao teto do INSS.

A aposentada Rosamarie Ferreira, 65, se preocupa com as mudanças. Mas aceitaria pagar percentual para o benefício melhorar. Para complementar o que ganha, ela montou barraquinha de essências artesanais no Largo do Machado e tira semanalmente R$ 200. “Dependendo do valor, eu pagaria. Mas não acredito que isso vá acontecer”, diz.

Já o aposentado Alzelino Silva, 73, vê com desconfiança a proposta. Ele não acredita que ganharia valor a mais no benefício se fizesse a capitalização que está na proposta de reforma da Previdência. “Não entendo mais nada que essa política faz. Parece que quanto mais velhos ficamos, menos ganhamos”, reclama. E complementa: “Não pagaria nem um centavo a mais. Já paguei muito”.
Novo modelo vem de outros países

Em outros países, diz Leonardo Rolim, o sistema de capitalização da Previdência, em estudo para ser implantado no Brasil, já existe e conta com três camadas de contribuição.

De acordo com o consultor pela proposta que será apresentada, o trabalhador que recebe até 6 salários mínimos continuaria com o mesmo sistema de contribuição simples e obrigatória de 11%, sendo o teto para esta faixa R$ 5.189,82.

Nesse novo sistema seria criada capitalização obrigatória para quem recebe além do teto e limitado a dez salários mínimos (R$8.800). Esse regime de capitalização da Previdência seria controlado pelo Estado, mas gerido pela iniciativa privada, não só pela Caixa Econômica Federal. Nele, trabalhador e empregador poderiam negociar em qual instituição financeira poderia ser aplicado o dinheiro recolhido. Os bancos e instituições teriam que seguir exigências e dar garantias ao governo para poder ser gestor do dinheiro da contribuição do trabalhador.

Já para quem recebe acima de R$ 8.800 a contribuição seria facultativa, ou seja, é possível não aderir ao sistema de capitalização.

“O trabalhador não contribuiria acima do excedente. Seria como é hoje em dia na Previdência complementar”, aponta.

“A capitalização seria obrigatória para quem recebe de R$5.189,92 a R$ 8.800. Dessa forma o trabalhador contribuiria mais, mas garantiria um benefício maior”, defende o ex-secretário de Previdência.

Fonte http://odia.ig.com.br/economia/2016-09-18/aposentados-vao-poder-aumentar-os-beneficios.html
MARTHA IMENES

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MPF apura vazamento de dados do INSS para uso de bancos e financeiras

MPF apura vazamento de dados do INSS para uso de bancos e financeiras

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Trabalhadores dão entrada na aposentadoria e já recebem ofertas de empréstimo consignado antes mesmo de ter resposta oficial do INSS.

É um mistério. Trabalhadores que deram entrada no pedido de aposentadoria nem receberam a resposta do INSS e, acredite: já estão recebendo ofertas de crédito consignado para aposentados. O Ministério Público está investigando.

Como é que pode? Informações sigilosas que até o próprio trabalhador desconhece já estão nas mãos das financeiras. É um assédio.

Esse tipo de informação – dados pessoais, detalhes do processo no INSS – só podem ser compartilhados com autorização de quem pediu a aposentadoria.

O Ministério Público está investigando como esses dados estão sendo repassados para instituições financeiras que nem estão ligadas com o pagamento do benefício.

Alana mora em Brasília e se aposentou no ano passado. Como o INSS estava em greve, demorou um pouco para ter a confirmação de que a aposentadoria tinha saído. Ela levou um susto quando começou a receber ligações de vários bancos e financeiras oferecendo empréstimo consignado, aquele com desconto em folha. Achou estranho porque os bancos afirmavam que ela era uma aposentada e sabiam tudo.

“Eles tinham mais informação do que eu, porque, por exemplo, eu não sabia que eu estava aposentada e eles já sabiam. E sabiam o valor que eu ia ganhar. Quem passa essas informações para essas financeiras e esses bancos?”, questiona a aposentada Alana Pontes.

Mesma pergunta que a advogada Elseana de Paula faz. Ela mora em Vitória, no Espírito Santo. E também recebeu telefonemas de financeiras antes de saber que estava aposentada. Diz que se sentiu invadida porque as pessoas que ligavam para oferecer o empréstimo consignado tinham muitas informações, inclusive o valor do benefício que ela nem tinha recebido ainda.

“Detalhes. Sabiam endereço, telefone, nome de pai, nome de mãe, tudo. Estado civil. Tudo. Era minha ficha corrida lá. É muito constrangedor. A gente vê a vida da gente sendo colocada na mão de quem você nem tem ideia porque, na verdade, se eu tivesse certeza naquele momento que era o INSS – eu tinha, né, mas se tivesse vindo uma pessoa lá do INSS falar comigo era uma coisa. Agora, eu não sabia nem com quem eu estava falando”, reclama Elseana, agora aposentada.

Outros beneficiários recém-aposentados também foram procurados por bancos e financeiras e decidiram denunciar o caso. O Ministério Público Federal abriu uma investigação e diz que o Código de Defesa do Consumidor proíbe o compartilhamento desse tipo de informação, sem a autorização do cliente.

O procurador Carlos Vinícius Cabeleira diz que quando um trabalhador se aposenta, o INSS repassa as informações dele para o banco que vai ficar responsável pelo pagamento. E esse banco pode oferecer empréstimos para o aposentado. Até aí, tudo bem.

Mas o Ministério Público quer saber como essas informações do INSS estão se espalhando para tantas outras instituições financeiras que não têm nada a ver com o pagamento do benefício.

“Nós podemos pedir que o INSS regulamente melhor a utilização desses dados e, caso a gente tenha verificado alguma utilização indevida de banco de dados, a gente pode pedir também a indenização por danos morais aos consumidores”, explica o procurador da República Carlos Vinícius Cabeleira.

O INSS informou que os dados dos segurados são mantidos em sigilo e que não fornece qualquer dado pessoal a outras instituições que não sejam as responsáveis pelo pagamento da aposentadoria.

O Ministério da Previdência orienta que os segurados procurem a ouvidoria ou liguem para o número 135 se quiserem registrar alguma denúncia.

Fonte http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/02/credito-consignado-e-oferecido-trabalhadores-antes-da-aposentadoria.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

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SP – Aposentado empresta 9,32% mais em 2015

Aposentado empresta 9,32% mais em 2015

Para ajudar a nora, o aposentado andreense de 75 anos, que preferiu não se identificar, precisou pedir empréstimo no ano passado. O valor, por volta de R$ 8.000, foi para completar o montante de R$ 28 mil que sua companheira, a pensionista, que também não quis ter o nome revelado, 75, da mesma cidade, já tinha financiado para a mesma finalidade, com o desconto no benefício da Previdência Social, mas a quantia não era o suficiente.

Situações como esta são cada vez mais comuns. De acordo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a demanda por crédito consignado por aposentados e pensionistas das sete cidades cresceu 9,32% no ano passado, quando comparado ao número de contratos assinados em 2014. O levantamento, feito pelo órgão a pedido do Diário, aponta que os beneficiários contrataram 322.428 operações em 2015, o que significa 27.512 a mais do que no ano anterior.

Para se ter ideia do quanto isso representa, o volume de contratos assinados supera o total de aposentados na região, que em janeiro deste ano era de 302.976. Somados ao número de pensionistas, que estava em 115.155, a quantidade de operações feitas no ano passado representa 77% do total de beneficiários. É importante lembrar que não estão na conta os segurados que recebem benefícios de caráter assistencial, como os auxílios, já que esses não têm direito ao consignado do INSS.

Segundo o instituto, o valor total emprestado foi de R$ 1,33 bilhão, quase R$ 40 milhões a mais do que em 12 meses, quando a quantia somava R$ 1,29 bilhão – incremento de 3,09%.

ESTÍMULO – Um dos motivos que colaboraram para o aumento da procura por crédito e do volume financiado é o endividamento da maioria das famílias nos dias de hoje, devido à situação de crise da economia do País, conforme analisa o educador financeiro da DSOP, Edward Claudio Júnior. “O achatamento da renda e a falta de educação financeira acabam ganhando destaque com a turbulência econômica. Isso faz com que a procura por empréstimos comecem a aumentar”, afirma.

O diretor de políticas sociais da Associação dos Aposentados e Pensionistas do Grande ABC, Luís Antônio Ferreira Rodrigues, complementa. “Não é de hoje que o aposentado recebe um salário que não corresponde à realidade de vida à qual ele é submetido. Com a crise, essa situação se agravou. Como se trata de um empréstimo com juros menores do que a maioria, o consignado do INSS acaba parecendo atrativo”, declara Rodrigues.

Os juros do consignado são os menores do mercado, se comparado às modalidades de crédito para consumo disponíveis. No último boletim de operações de crédito do Banco Central, que abrange o período de 21 a 27 de janeiro, as taxas em bancos e financeiras para um empréstimo pessoal variavam de 1,66% a 20,04% ao mês, enquanto as do crédito consignado do INSS saíam de 1,87% a 2,46%. A diferença se dá devido à garantia que se tem de pagamento pelo fato de o desconto da parcela ocorrer diretamente no benefício da Previdência, e ao limite de 30% de comprometimento da aposentadoria ou pensão, que se estende a 35% se houver dívida de cartão de crédito.

Mas, para o diretor de políticas sociais, é um engano achar que se está fazendo um bom negócio ao pedir o empréstimo. “Se com o salário da aposentadoria já é difícil se manter, imagina com o desconto do crédito. Com o valor do benefício menor, o endividamento acaba virando uma bola de neve, e é assim que o indivíduo acaba se afundando no sistema financeiro.”

LIMITE – O aumento do volume da demanda de consignados em 2015 contra 2014, de 9,32%, é menor do que o de 2014 contra 2013, que foi de 17%. Para o educador financeiro, a explicação para crescimento menor no ano passado é que os aposentados e pensionistas estão chegando no limite do endividamento. “Hoje, as instituições financeiras estão muito mais criteriosas para conceder o empréstimo, porque as pessoas já estão com outras dívidas ativas. Apesar de o consignado descontar direto do benefício, se o aposentado não tiver mais dinheiro, ele vai ter que recorrer a outros empréstimos para se manter, e isso se transforma em um ciclo vicioso”, assinala Claudio Júnior.

Segundo a Pesquisa Socioeconômica do Inpes/USCS (Instituto de Pesquisa da Universidade Municipal de São Caetano), a cada quatro famílias da região, uma está com contas em atraso, ou seja, 25,3% do total. Em 2014, eram 21%.

PEDIDO DE FAMILIARES – Para o representante da entidade dos aposentados, por conta dos juros menores, muitas vezes o destino do recurso é para ajudar familiares. “Hoje, o aposentado acaba sendo arrimo de família. Pelas condições mais atrativas do empréstimo, filhos e parentes preferem recorrer a quem pode conseguir crédito consignado do INSS.”

Esse foi justamente o caso do aposentado citado no início da reportagem que, junto da companheira, emprestou total de R$ 36 mil, a pedido da nora. “A gente fica com medo, porque se uma hora a gente precisar para uso próprio, não vai ser possível, porque já atingimos o limite de crédito consignado de cada um”, lamenta.

Fonte https://www.dgabc.com.br/(X(1)S(yypp5yycstcg0q1hc3yq2yot))/Noticia/1747026/aposentado-empresta-9-32-mais-em-2015
Marina Teodoro
Especial para o Diário

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RS – Homem suspeito de causar R$ 100 mil em prejuízo à Caixa é preso na região metropolitana

RS – Homem suspeito de causar R$ 100 mil em prejuízo à Caixa é preso na região metropolitana

Foto: Divulgação/Polícia Federal

Um homem suspeito de estelionato contra a Caixa Econômica Federal foi preso na região metropolitana após cumprimento de mandado na tarde desta quinta-feira (4). O homem, que tem 43 anos e morava no bairro Guajuviras, em Canoas, foi preso por falsificar documentos.

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O suspeito forjava documentos, como carteira de identidade, extratos bancários, certidões da Previdência e contas, em nome de aposentados. Os crimes eram praticados há mais de cinco anos, conforme a Polícia Federal.

Com os documentos falsos em mãos, o homem fazia créditos consignados e empréstimos em nome dos aposentados. O prejuízo à Caixa chega aos R$ 100 mil. Além disso, as fraudes ocorriam também contra comerciantes em que o preso aplicava golpes, comprando em nome de terceiros.

Fonte http://www.plantao.rs/28476/estado/2016/02/homem-suspeito-de-causar-r-100-mil-em-prejuizo-caixa-e-preso-na-regiao-metropolitana/

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Bancos assinam contrato para operar conta-salário de servidores

Bancos assinam contrato para operar conta-salário de servidores

Nove instituições financeiras assinam hoje (5) contrato com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) para operar as contas-salário dos servidores, aposentados, pensionistas, anistiados e estagiários do Poder Executivo Federal.

Os bancos habilitados são: Banco do Brasil, Bancoob, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú-Unibanco, Santander e Sicredi, informou o ministério. O processo ocorreu por meio de edital de credenciamento publicado em dezembro.

“O objetivo do governo com a medida é gerir, de forma adequada, um ativo financeiro importante que passa a ser rentável ao Estado brasileiro”, diz o ministério, em nota.

Como contrapartida financeira, os bancos pagarão ao governo federal 1,03% sobre o salário líquido de cada remuneração creditada. Esse valor não será descontado da remuneração dos correntistas. A estimativa é de uma arrecadação mensal de R$ 79 milhões e anual de R$ 949 milhões.

O mês de início do recolhimento é março e o valor será direcionado à Conta Única do Tesouro Nacional até o décimo dia útil, após a realização dos créditos nas contas-salário. Os contratos terão validade de 12 meses e poderão ser prorrogados até o limite de 60 meses.

Segundo o ministério, a medida alcança 1,358 milhão de correntistas. Para a maioria deles (1,353 milhão), não será necessário adotar qualquer providência adicional, caso queiram continuar recebendo seus salários nos bancos que atualmente os atendem.

Outros 5.495 assalariados, que hoje recebem por bancos não credenciados, terão que optar por uma das nove instituições bancárias habilitadas. Para esta operação, eles serão contatados e orientados por suas unidades de recursos humanos.

O ministério informou ainda que os trabalhadores que quiserem alterar a opção entre as nove instituições habilitadas a qualquer momento, devem entrar em contato com as suas unidades de recursos humanos para solicitar a mudança.

Fonte Agência Brasil
Fonte http://www.jb.com.br/economia/noticias/2016/02/05/bancos-assinam-contrato-para-operar-conta-salario-de-servidores/

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Aposentados têm direito a plano de saúde empresarial

Aposentados têm direito a plano de saúde empresarial

Guia mostra regras para concessão do benefício, que se estende a demitidos Rio – Apesar de ser um benefício garantido por lei, a manutenção do plano de saúde empresarial aos ex-empregados que se aposentaram ou foram demitidos sem justa causa ainda é pouco conhecida entre esse público. Para divulgar essas regras, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou uma cartilha que informa as condições e prazos de permanência — que são limitados — no convênio médico. A vantagem de manter o plano empresarial é que o seu custo, mesmo integral, é bem mais baixo que os planos individuais cobrados pelas operadoras.

Gerente geral de Regulatória da Estrutura dos Produtos da ANS, Rafael Vinhas ressalta ainda outra vantagem do benefício. “Isso permite ao ex-empregado se manter como beneficiário de um plano empresarial sem a necessidade de cumprir carência (intervalo entre a data de assinatura do convênio e a permissão de uso dos serviços pelo beneficiário)”, diz Vinhas, se referindo ao prazo exigido na contratação de um novo plano.

O benefício contempla trabalhadores que se aposentaram ou foram demitidos sem justa causa e que contribuíram mensalmente para o pagamento do plano, a partir de 1999. E a empresa tem a obrigação de informar esse direito a eles.

O empregador que decidirá se o plano dos ex-empregados será o mesmo oferecido aos ativos na empresa, ou um outro, exclusivo para demitidos e aposentados. No último caso, o convênio tem que ter as mesmas características assistenciais do que estava vinculado antes da demissão ou aposentadoria.

Clique e confira a cartilha produzida pela ANS na íntegra

A opção de continuar com o plano fica a critério dos ex-empregados, que, se decidirem por isso, terão de pagar o valor integral. Eles têm até 30 dias, a partir do desligamento, para optar. O ex-empregado também pode incluir novos dependentes. No caso de morte do titular, cônjuges e filhos podem continuar com o plano pelo período determinado para ele.

PRAZOS DE PERMANÊNCIA

Os demitidos podem permanecer no plano no prazo equivalente a um terço do período em que ele pagou o convênio da empresa. Mas a lei determina o prazo mínimo de permanência, que é de seis meses, e o máximo de dois anos.

Ou seja, quem pagou pelo plano por três meses leva vantagem: o prazo é de seis meses. Mas quem pagou por nove anos, poderia ficar por três anos, mas a lei só permite até dois anos. E esse direito acaba a partir do momento em que o trabalhador for contratado por nova empresa.

Já o prazo para o aposentado é diferente. Quem contribuiu em menos de 10 anos poderá permanecer no plano por tempo equivalente ao período que pagou. E quem pagou por 10 anos tem direito enquanto a empresa mantiver o convênio para os ativos.

Fonte: O Dia
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/aposentados-tem-direito-a-plano-de-saude-empresarial/

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Reajuste de aposentadoria impulsiona a procura por crédito consignado

Reajuste de aposentadoria impulsiona a procura por crédito consignado

Com reajuste de 11,28%, aposentados e pensionistas do INSS já buscam por consignados como alternativa para sair do vermelho

O ano de 2015 foi tumultuado para a economia nacional, com um alto índice de desemprego e os constantes aumentos em tarifas básicas, o brasileiro se viu sem muitas alternativas a não ser entrar no vermelho. “Quem podia, buscou por crédito, mas muita gente, principalmente os aposentados, que possuem uma renda menor, se viram endividados e sem muitas alternativas”, disse Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos.

Segundo informações da Previdência Social, baseado no acumulo do INPC /IBGE 2015, 9,9 milhões de aposentados e segurados do INSS, que ganham acima de um salário mínimo, vão receber o reajuste de 11,28%. Com isso o teto previdenciário vai de R$4.663,75 para R$5.189,82. “O consignado sempre foi muito procurado por esse público, pois possui taxas de juros menores, e com o aumento, as procuras pelo consignado tendem a subir, pois a preocupação de muitos é quitar as dívidas”, explicou o diretor da Vazoli.

Aproximadamente 80% dos clientes Vazoli são aposentados e pensionistas, sendo que o diferencial da rede está voltado exatamente para esse público e com atendimento personalizado. “Quando realizamos nossos treinamentos fazemos questão de focar que os clientes não são números, cada um possui a sua necessidade e cada pessoa que entra na loja busca algo diferente. Nosso objetivo é que eles saiam satisfeitos e com o problema solucionado”, contou Vaz de Lima.

Além de vir se destacado no mercado financeiro como a franquia de créditos que mais cresce no Brasil, a Vazoli Franchising também vem ganhando força no mercado de franquias, sendo considerada a terceira melhor rede para se investir pela revista pequenas Empresas Grandes Negócios em 2015. “Ficamos muito felizes com esse reconhecimento, é sinal que estamos realizando um serviço bem feito, tanto para nossos franqueados como para nossos clientes”, falou Eric.

Sobre a Vazoli Franchising:

Fundada em Severínia, no interior de São Paulo, a Vazoli Franchising atua no segmento de serviços financeiros e intermediação de negócios (empréstimos e financiamentos) desde 2008. O diretor e fundador da Vazoli Franchising, Eric Vaz de Lima, atuava como bancário e enxergou no franchising a oportunidade de ter a própria empresa. Em 2011, consolidou a marca com então 10 unidades em funcionamento e Vazoli entrou para o sistema de franchising. Com pouco mais de quatro anos como rede de franquia, a Vazoli possui mais de 90 unidades espalhadas pelas principais cidades do Brasil.

Fonte/Autor por: Fatos&Ideias Comunicação Publicado em Seguros
Fonte http://www.segs.com.br/seguros/1722-reajuste-de-aposentadoria-impulsiona-a-procura-por-credito-consignado.html

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Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

São Paulo – O governo Dilma deve usar o FGTS para garantir o crédito consignado, conforme antecipado no blog Direto da Fonte, por Sonia Racy na semana passada.

A fórmula, segundo nota divulgada nesta quarta-feira, 27, no blog, está praticamente pronta, dependendo de alguns detalhes jurídicos.

Na proposta, o trabalhador terá direito a disponibilizar 10% do que tem depositado no seu fundo, somados aos 40% de multa por ter sido despedido, como garantia ao financiamento que está contratando.

Exemplo: com R$ 40 mil na sua conta de FGTS, o tomador de crédito pode usar junto ao banco ou agente financiador R$ 4 mil como garantia mais o valor da multa de R$ 16 mil. Um total de R$ 20 mil.

A não ser que entre alguma pedra hoje neste caminho, o anúncio da medida será feito amanhã durante a reunião do Conselhão em Brasília. Crédito pode chegar a R$ 8 bilhões.

Sonia Racy, do Estadão Conteúdo

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/com-10-do-fgts-mais-multa-trabalhador-podera-ter-credito

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Vídeo sobre empréstimo consignado e Custo Efetivo Total (CET)

Vídeo sobre empréstimo consignado e Custo Efetivo Total (CET). Para conhecer outros produtos de educação financeira do Banco Central do Brasil, clique aqui (link para http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC)

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PI – Erro transfere 14 mil pensionistas do INSS do Piauí para o Maranhão

Beneficiários tiveram as contas transferidas para a agência de Timon.

Superintendência do INSS confirma problema e que o caso já foi resolvido.

Um erro do Instituto Nacional da Seguridade Social transferiu as contas de 14 mil pensionistas do Piauí para agência de Timon, no Maranhão. Por conta do engano, os aposentados do INSS estão impedidos de fazer empréstimos.
Aposentado do INSS do Piauí há 10 anos, por causa de uma deficiência visual, Carlos Amorim conta que procurou na semana passada o banco para fazer um empréstimo consignado. O beneficiário teve o crédito aprovado, mas o dinheiro não foi liberado, pois segundo a instituição financeira, ele não poderia receber o empréstimo já que era pensionista no estado do Maranhão.
O problema na conta do aposentado foi confirmado na Superintendência do INSS. De acordo com a gerência, além de Carlos Amorim mais 14 mil pensionistas tiveram as contas transferidas para o Maranhão por engano.
Segundo o superintendente executivo do INSS no Piauí, Carlos Viana, a maioria dos aposentados foram transferidos para a agência de Timon, inaugurada a quase dois anos, junto com os pensionistas da cidade maranhense que recebiam o benefício em Teresina. “Nós fizemos o expediente para a direção geral do INSS para transferir todos os benefícios mantidos em Teresina, mas que vivem em Timon, para a agência da cidade vizinha. Acontece que houve este equívoco na hora desta transferência e acabou levando não somente os pensionistas do Maranhão, como alguns do Piauí”, explicou.
O gerente afirma que a situação já foi resolvida e os aposentados com contas transferidas para o Maranhão já voltaram para a sede de origem. Os beneficiários que quiserem fazer um empréstimo, devem procurar antes a agência onde está inscrito.
Para o presidente da Comissão Direito Previdenciário da OAB-PI, Chico Couto, o problema não causou lesões para os aposentados, apenas houve um desencontro de contas. O pensionista Carlos Amorim não concorda e destaca os danos que teve. “Eu tive prejuízos morais e materiais, pois estava contando com este dinheiro. Assumi compromissos e acabei tendo que conseguir o dinheiro de outra forma, não da maneira como eu queria que fosse”, lamentou.

Fonte Do G1 PI

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