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Quer trabalhar em uma fintech? Você precisa ter essas 5 habilidades

Quer trabalhar em uma fintech? Você precisa ter essas 5 habilidades


Bianca Franzini, diretora da área de Gente e Cultura da fintech sueca iZettle, comentou o que um candidato precisa ter para entrar em fintechs

SÃO PAULO – De acordo com o último relatório da Fintechlab, o número de fintechs no Brasil passou de 54 para 244 entre 2015 e 2017, crescimento de mais de 200%. Algumas delas, como o Nubank e o GuiaBolso, mudaram o mercado financeiro do país e já se tornaram as queridinhas do público, cada uma em seu nicho específico.
Além de serem um dos principais mercados que unem finanças e tecnologias no mundo, no Brasil elas abrem diversas oportunidades de atuação para os profissionais. Elas são lugares onde as pessoas agora desejam trabalhar, seja por conta da cultura diferenciada, por conta dos benefícios que oferece ou de sua perspectiva a longo prazo.

“As demandas das fintechs são diferentes de uma empresa tradicional, que, a rigor, trabalham com cargos bem definidos e promoções a longo prazo. O mercado das fintechs exige mais do que um profissional bem qualificado: precisamos de pessoas que tenham versatilidade de habilidades, pois as áreas se interligam; que estejam dispostas a crescer junto e que tenham os mesmos valores que os nossos”, comenta Bianca Franzini, diretora da área de Gente e Cultura da iZettle, fintech suíça.
Para quem deseja trabalhar em uma fintech e construir sua carreira nesse mercado, a recomendação de Bianca é ter as seguintes habilidades:

Questione sem medo
Atuar em uma fintech, segundo Bianca, exige que o profissional seja curioso, independentemente da área de atuação em que trabalha. Por serem empresas novas, as fintechs podem ter equipes reduzidas, o que implica, em alguns casos, na migração de área entre os funcionários. “Questionar, explorar e descobrir informações sobre uma empresa é essencial. Uma pessoa curiosa costuma ter grande bagagem cultura, o que só agrega para o trabalho”, disse.

Esteja pronto para mudar
A capacidade de adaptação do funcionário é indispensável para qualquer funcionário. Elas são empresas que crescem em ritmo acelerado, em que é comum que os funcionários mudem de posição ou passem a conviver com uma equipe diferente em pouco tempo. Por isso, é preciso sempre estar aberto a mudanças – e saber lidar com elas.

Idiomas estrangeiros são valiosos
Ter fluência em um ou mais idiomas estrangeiros no currículo é um bom diferencial para os candidatos que desejam atuar em fintechs, já que muitas delas podem ter tecnologia estrangeira. Além do inglês, que é fundamental, idiomas como o sueco, espanhol, alemão e mandarim estão em alta no mercado de fintechs,

Esteja pronto para novas rotinas
“Sabemos que as pessoas que atuam no mercado tradicional das finanças estão acostumadas com notícias rígidas, então é essencial estar aberto a novas opções e pronto para se adaptar ao que a nova empresa propõe”, explicou Bianca, ressaltando que, em muitos casos, as fintechs adoram formatos de trabalho mais flexíveis, como home office.

Esteja aberto a mudar de carreira
O que mais diferencia um candidato no processo seletivo de uma startup é sua experiência e especialização, mais até do que o curso formal. Por isso, é importante estar apto e disposto a trabalhar em uma carreira diferente, fora de seu mercado de formação.

Fonte http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/6312964/quer-trabalhar-uma-fintech-voce-precisa-ter-essas-habilidades

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Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda


Mariano Testa acredita na recuperação da economia somente em 2018 – Foto: Itamar Aguiar

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

O longo período de recessão que atravessa a economia brasileira reduziu os investimentos das empresas e, com isso, ampliou a oferta de crédito para as pessoas físicas que representam hoje um mercado equivalente ao das empresas. A constatação é do presidente do Banco Agiplan, Marciano Testa, que prevê um período de estabilização financeira ao longo de 2017 e aposta num aquecimento dos negócios a partir de 2018.

Neste cenário, para atender ao movimento do mercado e as expectativas dos clientes o Banco Agiplan aliou tecnologia para tornar o seu mix de serviços e produtos totalmente digital. Ao mesmo tempo para atender aqueles que não estão conectados ao mundo virtual, anunciou durante o “Tá na Mesa” da Federasul, nesta quarta-feira (05/04), a expansão física do Banco que até junho quer ter 400 agências espalhadas pelo Brasil.

Testa informou que o investimento total será de R$ 110 milhões. Recursos que também serão destinados para qualificar as plataformas digitais e a melhoria dos processos. Com um patrimônio líquido superior a R$ 250 milhões e mais de R$ 1 bilhão de ativos, o Banco Agiplan projeta superar R$ 1 bilhão de receita em 2017.

Ao longo dos 18 anos de atuação, a instituição conquistou a confiança de mais de 1,5 milhões de clientes no País (concentração maior na região sudeste). Destes 70% são jovens entre 18 e 30 anos. Para atender as expectativas do seu público o banco está cada vez mais presente no ambiente digital. Ao lançar o olhar para o futuro, a instituição lançou o seu aplicativo (agipag), considerado pioneiro por permitir que sejam realizadas qualquer operação financeira com poucos toques na tela dos dispositivos móveis. Inclusive pagamento com QR Code.

Recuperação

Testa acredita que o mercado só terá fôlego com a queda taxa Selic e também “quando resgatar a confiança das pessoas físicas”. A medida também vai impulsionar os investimentos por parte da classe produtiva. “Hoje o estoque de crédito para pessoas físicas e jurídica se equiparou”, revelou o presidente ao dizer que a recuperação deve acontecer em meados de 2018.

O presidente confia que as reformas propostas pelo Governo Federal são essenciais para devolver a estabilidade econômica ao País. “Já tivemos o primeiro passo com a regulamentação da terceirização”, pontuou ele ao afirmar que com a nova regra vai ser possível abrir novos postos de trabalho, inclusive no seu Banco. “Precisamos assistir à queda da curva do desemprego”, finalizou Testa.

Fonte http://felipevieira.com.br/site/aumenta-a-oferta-de-credito-para-as-pessoas-fisicas-banco-agiplan-aposta-firme-neste-segmento-de-mercado-oferecendo-inovacao-e-tecnologia-para-atender-a-demanda/

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Seguradora contempla Corretores com viagem para Barcelona

Seguradora contempla Corretores com viagem para Barcelona


A Zurich segue inovando e valorizando o Corretor que trabalha junto à companhia.
Este ano, a companhia está oferecendo aos corretores parceiros: uma semana inteira em Barcelona. O grupo embarca rumo à Espanha em 2 de abril e retorna ao Brasil na semana seguinte, no dia 9. Márcio Benevides, Head de Distribuição Brasil, ressalta a importância deste evento para reforçar vínculos com os parceiros, estreitar laços e impulsionar novos negócios. “Não há dúvidas de que os corretores desenvolvem papel vital para o desenvolvimento, amadurecimento e evolução do mercado de seguros.”, aponta o executivo. “Propiciar esse encontro por alguns dias é uma forma de valorizar, agradecer, reconhecer e celebrar a próspera parceria”.

A viagem faz parte da Campanha “Vou com a Zurich” que irá apresentar as belezas da cidade espanhola para os Corretores que se destacaram em 2016. Tudo foi cuidadosamente pensado para propiciar uma vivência única aos convidados da Zurich, que desfrutarão de uma semana personalizada repleta de passeios. Entre as atrações, que prometem encantar os corretores, estão visitas a algumas das obras primas do mundialmente famoso arquiteto catalão Antoni Gaudí e aos principais pontos turísticos da cidade, como Museu Picasso, Bairro Gótico e estádio Camp Nou.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-contempla-corretores-com-viagem-para-barcelona

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Youse alega que a presença do Corretor encarece o Seguro

Youse alega que a presença do Corretor encarece o Seguro

A Youse ainda desperta polêmica.

Recentemente o Corretor Rogério Rodrigues acessou a plataforma para fazer a simulação de um seguro e usou os dados do seu próprio veículo. No fim do procedimento, para sua surpresa, um atendente da seguradora disse que a Youse oferece um seguro mais barato porque não faz uso do trabalho dos corretores.

“Comentei sobre o valor ofertado por eles que é mais barato, foi quando o atendente justificou o custo, respondendo que eles não trabalham com Corretor”, contou.

Rogério relatou ainda que ficou chateado e surpreso com a forma que o representante da seguradora apresentou a justificativa sobre o valor mais em conta. “Deu a entender, não em termos claros, mas que o responsável pelo custo do seguro é o Corretor”.

Durante o processo, o Corretor alegou que não conseguiu identificar informações importantes como, a cobertura ideal, caso o veículo fosse utilizado para Uber. Percebendo que o site é razoável para quem possui um conhecimento prévio sobre seguros. Mas uma plataforma perigosa para uma pessoa leiga no setor.

Segundo o Corretor, sua intenção ao fazer a simulação era, inicialmente, conhecer o site e seu funcionamento. Mas confirmou que irá continuar visitando a plataforma e fazendo cotações com a Youse. “Vou criar um hábito de ficar fazendo cotações no site. Naturalmente eles terão um custo pela confirmação do seguro e no custo operacional, ao ponto de se tornar inviável esse tipo de negócio”, afirmou.

Rogério acredita que o melhor passo para evitar esse tipo de comentários é realizando uma divulgação e tornar público que não existe vilão no preço. Para ele, o custo do seguro varia conforme muitas questões, como o aumento de roubos e fraudes.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/youse-alega-que-presenca-do-corretor-encarece-o-seguro

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Conheça passo-a-passo para evitar cancelamento de débito automático

Conheça passo-a-passo para evitar cancelamento de débito automático

Algumas estratégias fazem toda diferença na hora de evitar o cancelamento do débito automático dos clientes. Foi pensando nisso que a equipe da Valle Corretora de Seguros personalizou um modelo de correspondência para alertar os seus segurados.

À frente da Valle Corretora de Seguros, Carlos Valle considera que a melhor forma de se evitar o problema é a administração pessoal. Por isso, a equipe de sua Corretora desenvolveu um modelo de correspondência baseado em um informativo distribuído pelas seguradoras.

O modelo foi personalizado com o nome da Corretora, telefone e endereço e é repassado aos clientes para evitar maiores transtornos. Valle afirma que a correspondência tem alertado os segurados sobre o pagamento e facilitado o trabalho do Corretor.

“Fazemos a orientação no corpo do email que iremos enviar aos clientes e anexamos um passo-a-passo de como ele deve proceder junto ao banco para autorizar o débito”, destacou.

A equipe do CQCS teve acesso ao modelo de correspondência e está disponibilizando aos Corretores interessados para que possam experimentar junto aos seus clientes.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/conheca-passo-passo-para-evitar-cancelamento-de-debito-automatico

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BC: concentração cresce e BB, Itaú, Bradesco e Caixa têm quase 80% do crédito

BC: concentração cresce e BB, Itaú, Bradesco e Caixa têm quase 80% do crédito

A concentração aumentou e os quatro maiores bancos já têm praticamente 80% do mercado de crédito brasileiro. Dados apresentados nesta segunda-feira, 3, pelo Banco Central mostram que as quatro maiores instituições financeiras – Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Caixa Econômica Federal – terminaram dezembro com 78,99% do mercado de crédito. O porcentual revela aumento na comparação com junho, quando o índice estava em 76,95%.

A concentração também cresceu nos outros dois temas acompanhados pelo BC. Em depósitos, a participação das quatro instituições aumentou de 74,56% para 78,48% no mesmo período. Em total de ativos, a parcela do BB, Itaú, Bradesco e Caixa passou de 70,48% para 72,70%.

Ativos problemáticos

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, nega que eventual aumento do risco gerado pela expansão da carteira de ativos problemáticos vá prejudicar a recuperação do mercado de crédito das empresas. O diretor disse que essa piora na margem seria relacionada a “riscos já compreendidos”.

“Esses riscos já estão na conta dos bancos e podem ou não continuar se materializando. Isso depende do cenário idiossincrático de cada empresa. Isso não vai atrasar eventual retomada do crédito”, disse o diretor em entrevista para apresentar o Relatório de Estabilidade Financeira (REF).

Durante a apresentação, o diretor citou que a perspectiva de aumento dos ativos problemáticos é basicamente pelas grandes empresas. “Houve eventos significativos como Lava Jato, Oi e Sete Brasil. Essa perspectiva é muito impactada por eventos específicos”, disse, ao comentar que o risco de ativos problemáticos para pessoa física e pequenas e médias empresas parece ter ficado para trás.

Anthero Meirelles ressaltou que o importante é que os riscos “já estão sobre a mesa” e bancos continuam com indicadores sólidos, como elevados níveis de capital, liquidez e provisão para esses riscos. “O sistema financeiro tem capacidade de absorver esses choques”, disse.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bc-concentracao-cresce-e-bb-itau-bradesco-e-caixa-tem-quase-80-do-credito/

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Empréstimo não pode ser anulado com interdição sem registro

Empréstimo não pode ser anulado com interdição sem registro

Princípio da Boa Fé

Embora a lei proteja os interesses das pessoas incapazes para atos da vida civil, esta proteção não garante que elas se beneficiem às custas de terceiros que agem de boa-fé. Assim, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou sentença que julgou improcedente ação que pedia, além da anulação do negócio jurídico para quitação de empréstimo, a devolução em dobro do que foi pago e reparação por danos morais.

As decisões de primeiro e segundo graus demonstraram que a instituição financeira não poderia ser punida por autorizar empréstimo sem saber que o autor estava interditado desde 1984. Isso porque o curador ainda não havia feito registro da interdição em cartório — como exige a Lei dos Registros Públicos (6.015/1973), em seu artigo 97. Além disso, o incapaz continuou celebrando negócios jurídicos — o empréstimo contestado foi contratado para pagar dívida anterior.

O juiz Roberto Carvalho Fraga, titular da 13ª Vara Cível de Porto Alegre, apontou que o banco concedeu o empréstimo, acreditando nas informações de que dispunha, pois não podia exigir um documento que sequer existia. Tornou, assim, legal e regular a negócio, já que a boa-fé é presumida, conforme o Código Civil.

O juiz observou que o curador do incapaz ajuizou a ação em setembro de 2013 e, dois meses depois, nova ação para pedir a expedição de ofício à 8ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre. Neste novo processo, informou que o curatelado firmou negócios de natureza civil e comercial, sem a representação necessária.

Em despacho, o juiz da 8ª Vara disse que não era preciso ajuizar nova ação, pois se tratava de simples expedição de ofício, declinando competência para a 3ª Vara Cível da Comarca de Viamão — onde tramita o processo de interdição do curatelado.

“Observe-se que mediaram apenas dois meses entre a propositura de uma e de outra demanda, sendo duvidoso o fato de o curador desconhecer, por completo, o procedimento do curatelado, pois na inicial da presente a causa de pedir diz com a não realização de qualquer transação com a parte ré, e não com a nulidade da avença, ante a condição de interdito”, escreveu na sentença.

Enriquecimento ilícito
O relator da Apelação na 9ª Câmara Cível, desembargador Eugênio Facchini Neto, escreveu no acórdão que invalidar o acordo celebrado seria um ‘‘permissivo legal’’ para o enriquecimento ilícito do autor. Além disso, a “incapacidade” do autor não era algo prontamente reconhecível por terceiros.

“Caso fosse realmente incapaz, não poderia ele ter conta pessoal em estabelecimento bancário, movimentando-a abertamente, sem que o seu curador disso tivesse conhecimento. Além disso, não se pode olvidar que à sentença de interdição não foi dada a devida publicização, o que leva à compreensão de sua ineficácia erga omnes [que vale para todos], exata condição a torná-la oponível contra terceiros de boa-fé.”

Conforme o relator, a razão da publicidade da sentença é evidente: como são inválidos os atos e negócios jurídicos praticados por incapazes sem a devida representação ou assistência, a lei impõe a maior publicidade possível ao ato judicial de decretação da incapacidade para proteger os interesses de terceiros. A previsão consta nos artigos 104, inciso I; 166, inciso I; e 171, inciso I, do Código Civil.

Encerrando o voto, Facchini citou precedente da 29ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. “O instituto da interdição visa a proteger o incapaz, e não a servir de escudo para o locupletamento indevido do interdito ou de seus familiares. Ainda: o direito e [a] Justiça não toleram e devem coibir, onde quer que se apresente, o enriquecimento a dano de terceiro, mesmo que o beneficiário seja incapaz, amental, criança, órfão ou viúva desvalida”.

Clique aqui para ler a sentença.
Clique aqui para ler o acórdão.

Fonte Jomar Martins – http://www.conjur.com.br/2017-abr-03/emprestimo-nao-anulado-base-interdicao-registro

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Sicoob Credisulca lança linha de crédito imobiliário

Sicoob Credisulca lança linha de crédito imobiliário


Financiamento estará a disposição para os associados da cooperativa com taxas e juros atrativos

Adquirir a casa própria por meio de financiamento é a forma que muitas famílias encontram para sair do aluguel. E se as taxas e os juros forem mais atrativas e a linha de crédito menos burocrática todo o processo de aquisição do próprio lar fica ainda mais fácil. Foi pensando em proporcionar tudo isso aos seus associados que o Sicoob Credisulca lançou a linha de crédito imobiliário, com ele é possível aliar comodidade e agilidade no processo de contratação.
Segundo a analista de crédito do Sicoob Credisulca, Aline Patel Biz Marques, a nova modalidade de crédito será concedida para o financiamento de até 80% do imóvel em alvenaria e localizado em área urbana. “O financiamento vale para aquisição de imoveis residenciais novos e usados e o associado pode utilizar o fundo de garantia por tempo de serviço – FGTS durante a contratação. Destaco também que nossa linha tem preços e prazos competitivos com o mercado, podendo ser contratado em até 30 anos”, explica a analista.
Para o presidente do Sicoob Credisulca, Romanim Dagostin, a nova opção de financiamento vem suprir uma necessidade do mercado. “Atualmente o financiamento imobiliário é a única forma pela qual muitas famílias conseguem adquirir a casa própria e as tradicionais instituições financeiras estão restringindo esse tipo de crédito na tentativa de reduzir despesas na área de recursos públicos. Nossa linha vem para somar e auxiliar nossos associados a realizar seus sonhos”, frisou Dagostin.
Entre os principais aspectos do crédito imobiliário lançado pela Credisulca, cabe destacar as taxas e juros mais baixos, a facilidade no acompanhamento do processo, limite de crédito adequado a renda do associado.

Fonte http://www.engeplus.com.br/noticia/economia/2017/sicoob-credisulca-lanca-linha-de-credito-imobiliario/

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Avanço de smartphones facilitam fechamento de mais de 500 agências

Avanço de smartphones facilitam fechamento de mais de 500 agências

Além do avanço da internet no celular, os principais bancos adotaram planos de demissões voluntárias e de aposentarias, e reduziram quase 25 mil postos de trabalho em 2016, quando 215 locais de atendimento foram desativados

O perfil da nova geração de clientes e o avanço da internet em celulares possibilitarão o enxugamento da rede bancária no País, e a consequente diminuição de custos administrativos e de pessoal nas instituições financeiras.

A expectativa para 2017 é que os principais bancos – num movimento mais concentrado nas instituições públicas – fechem mais de 500 agências, ante as 215 fechadas no ano passado.

Dados dos balanços das cinco principais instituições de varejo – Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco mais HSBC Brasil, Itaú Unibanco e Santander Brasil – mostram que a rede bancária encolheu de 21.732 pontos em 2015, para 21.517 locais em dezembro de 2016.

Nesse período, o número de colaboradores (funcionários e estagiários) nessas instituições também diminuiu de 504.667 pessoas em 2015, para 479.811 trabalhadores em 2016.

Deste recuo de 24.856 postos de trabalho, 10.307 foram concentrados no Banco do Brasil, seguido pela redução de 5.587 postos no conjunto somado por Bradesco e HSBC Brasil, mais a saída de 3.106 pessoas na Caixa, e de 3.086 colaboradores no Itaú e de outras 2.770 no Santander.

“Na medida em que as novas gerações de clientes utilizam cada vez mais os serviços eletrônicos, a frequência de pessoas nas agências diminui. E em diversos pontos não há a necessidade de se manter estruturas com custos em aluguéis, energia, transporte de valores e de mão-de-obra”, aponta o analista de instituições financeiras da Austin Ratings, Luiz Miguel Santacreu.

Entre os bancos públicos, a Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada que pretende fechar entre 100 a 120 agências consideradas deficitárias. E o Banco do Brasil também já havia divulgado seu plano de fechar 402 agências e de transformar 379 em postos de atendimento bancário. “Nos privados, o Bradesco em integração com o HSBC Brasil, e o Itaú que adquiriu a rede local do Citibank também podem adequar suas estruturas devido a sobreposição de agências nas grandes cidades”, observa o analista da Planner Corretora, Victor Martins.

O analista da XP Investimentos, Marco Saravalle, diz que o principal objetivo dos grandes bancos é captar rentabilidade com a melhora dos índices de eficiência. “Está mais difícil rentabilizar em operações de crédito. A saída é educar a população no uso dos canais digitais e estimular as transações eletrônicas. O custo de uma transação eletrônica é quase uma fração (4%) do custo da mesma transação numa agência bancária”, argumenta.

Diante da necessidade de reduzir custos, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse, na semana passada, que o programa de demissão voluntária (PDV) da instituição deve fechar cerca de cinco mil adesões.

O vice-presidente de gestão e pessoas da Caixa, Marcos Jacinto, calcula que o PDV deve gerar uma economia de R$ 975 milhões em nove meses após a saída dos empregados.

Na mesma linha, o plano extraordinário de aposentadoria incentivada do Banco do Brasil teve 9.409 adesões. Essa reorganização gerará uma economia anual de R$ 750 milhões em despesas administrativas.

Canais digitais
Consultados pelo DCI, as instituições financeiras forneceram os dados publicados em seus respectivos balanços. Em nota, o Banco do Brasil respondeu que a reorganização institucional anunciada em 20 de novembro de 2016, preserva a presença do BB nos municípios onde já atua e expande os serviços digitais. “A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a quatro milhões até o final de 2017”, relatou o comunicado.

O Itaú Unibanco respondeu que o perfil de seus clientes está mudando. “Atualmente, mais de 70% das transações do banco são realizadas pelos canais digitais (internet e celular). Refletindo esta mudança, na medida em que nossos clientes demandam um atendimento mais digital, reduzimos os pontos físicos localizados próximos a outras agências. Por outro lado, abrimos dezenas de agências digitais e lançamos diversas soluções para internet e mobile que agilizam e facilitam a rotina de nossos clientes”, destacou o banco privado.

Fonte DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços
Fonte http://www.contabeis.com.br/noticias/33314/avanco-de-smartphones-facilitam-fechamento-de-mais-de-500-agencias/

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Seguradora aprimora serviço e aproxima segurado de Corretor

Seguradora aprimora serviço e aproxima segurado de Corretor


Foram implantadas melhorias no acompanhamento online do sinistro Auto Fácil do Grupo Bradesco Seguros. A partir de agora terceiros também podem acompanhar o andamento do processo pelo site www.bradescoseguros.com.br, e seguir os passos: clicar em central de sinistro; na aba “seguro auto”; em “acompanhe um sinistro”, depois em “sou terceiro” e se identificar com os números dos avisos de sinistros: primeiro do segurado e depois com o número do seu processo.

Também estão disponíveis para terceiros upload de documentos, acesso ao orçamento, histórico do acompanhamento, relação dos documentos pendentes, dados da oficina e os contatos do despachante.

Enrico Ventura, Diretor Executivo de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros, diz que o Sinistro Auto Fácil permite ao Grupo Segurador aprimorar a qualidade do serviço e aproximá-los (segurado e corretor) ainda mais da marca Bradesco Seguros. “Buscamos melhorias contínuas em serviços que agreguem cada vez mais valor e qualidade, garantindo a satisfação de quem mais importa: o cliente”, explica.

Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. Em 2016, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ 71,4 bilhões – evolução de 10,5% sobre o ano anterior. Há cerca de uma década, o Grupo Bradesco Seguros vem sustentando crescimento médio anual na casa de dois dígitos, mantendo market share em torno de 25%. Seu volume de provisões técnicas atingiu R$ 223,3 bilhões em d ezembro de 2016.

Fonte CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-aprimora-servico-e-aproxima-segurado-de-corretor

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Saiba como utilizar o WhatsApp para alavancar sua Corretora

Saiba como utilizar o WhatsApp para alavancar sua Corretora


O WhatsApp está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. O aplicativo é um canal indispensável para o profissional que busca um contato mais íntimo e vem ganhando força na divulgação de trabalhos e no fechamento de negócios no Mercado de Seguros.

Corretor de Seguros há 10 anos, Daniel Neves afirma que o Whatsapp impactou diretamente no desenvolvimento dos negócios. “O Whatsapp hoje é uma das principais ferramentas de comunicação entre a nossa Corretora e o cliente. Desde a venda até o pós-venda, o relacionamento com o cliente ficou mais fácil e mais pessoal”.

“O canal deu mais agilidade e estreitou as relações com os clientes. É normal hoje não conseguirmos falar com o cliente por ligações e conseguirmos falar com ele por whatsapp. O whatsapp não é inoportuno. Você pode contatar o cliente a qualquer momento que ele poderá visualizar a hora que ele puder te responder”, disse Daniel.

Daniel é proprietário da Corretora Roberto Seguros e destacou algumas vantagens que estão presentes no aplicativo e que vem auxiliando no desenvolvimento da Corretora:

– Podemos fornecer cotações e informações a qualquer momento, o que fideliza clientes.

– É possível conversar com vários clientes de uma só vez, o que aumenta a rapidez do atendimento se comparado a um atendimento telefônico.

– A plataforma também representa um dos custos mais baixos de investimento em atendimento.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/saiba-como-utilizar-o-whatsapp-para-alavancar-sua-corretora

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James Dickerson: “Há risco de o mercado das fintech ficar saturado”

James Dickerson: “Há risco de o mercado das fintech ficar saturado”


James Dickerson, da Accenture, é responsável por uma incubadora de startups financeiras em Londres. Estará em Lisboa esta segunda-feira, na conferência NEWmoney do ECO. O que irá lá dizer?

Participam duas dezenas de startups no programa de aceleração “Fintech Innovation Lab” em Londres, Reino Unido. Trata-se de uma incubadora da Accenture focada nas tecnologias inovadoras para o setor financeiro. Como responsável tem James Dickerson, que estará esta segunda-feira em Lisboa como um dos oradores principais da conferência NEWmoney do ECO.

Trata-se de uma iniciativa que irá decorrer durante a manhã de 3 de abril, no Museu do Dinheiro, Banco de Portugal. Em cima da mesa, questões como qual é o futuro do dinheiro, o que é a blockchain, como funciona o universo das fintech (startups tecnológicas do setor financeiro), entre muitas outras. Conheça o programa completo neste artigo.

Como forma de antecipação, colocámos algumas dessas questões, por e-mail, ao também gestor da consultora. Durante quanto mais tempo viverá o dinheiro físico? “É desafiador dizer quando é que o dinheiro será 100% digital, tendo em conta que cada mercado tem os seus próprios desafios e dinâmicas em jogo”, começa por dizer. “No entanto, o caminho em direção ao fim do dinheiro [físico] é evidente. Esta transição irá continuar a acelerar”, acrescenta.

Como as Fintech já mexem com o seu dia-a-dia

Aponta a Diretiva Europeia dos Serviços de Pagamento, que terá de ser transposta para a legislação dos Estados-Membros da União Europeia até 2018, como um dos próximos motores para essa transição. “Vai ajudar a acelerar ainda mais, enquanto a proliferação de novos produtos digitais e serviços vai proporcionar experiencias bancárias de uma nova geração“, sublinha James Dickerson.

Questionado sobre o papel da blockchain, a tecnologia que promete revolucionar a banca, nessa mudança, o responsável da Accenture garante não ser um especialista nela, mas que lhe reconhece “o potencial”: “O pragmatismo está agora a substituir o entusiasmo à volta da blockchain“, explica. “Em vez de a blockchain ser considerada a bala de prata dos serviços financeiros, os tecnólogos estão agora a ver onde é que a tecnologia pode ser aplicada em casos de uso sensíveis para trazer benefícios tangíveis, especificamente, redução dos custos e uma maior transparência”, remata.

Conseguirão as pequenas fintech conviver com as gigantes do setor financeiro? James Dickerson acredita que sim. “Sabemos que o mundo é melhor quando [trabalhamos] juntos. Ultimamente, as fintechs e bancos que procuram trabalhar juntos são os que mais chances têm de sobreviver. Isto torna-se evidente com o crescente número de parcerias no mercado”, reitera.

Fin’quê? Conferência NEWmoney discute o futuro do dinheiro

Uma das preocupações no setor é a de que o boom tecnológico se traduza numa saturação do mercado, receios de que James Dickerson também partilha. “Eu acredito que há potencial de o mercado das fintech ficar saturado, com a inundação de proposições de B2C [business-to-consumer, negócios com foco no consumidor] e B2B [business-to-business, negócios com um foco mais corporativo] no mercado. No entanto, não acredito necessariamente que os reguladores tenham de intervir. As forças de mercado irão corrigir onde é necessário“, garante o responsável.

Sobre o que irá dizer na conferência do ECO em Lisboa, diz apenas que vai “partilhar a última perspetiva da Accenture na paisagem das fintech e como ela está a evoluir”. James Dickerson vai falar como keynote speaker na conferência NEWmoney esta segunda-feira, entre as 11h15 e as 11h45. O evento tem início às 9h00. As inscrições esgotaram, mas todos os painéis serão transmitidos em direto no site do ECO e redes sociais.

Fonte https://eco.pt/2017/04/02/james-dickerson-ha-potencial-de-o-mercado-das-fintech-ficar-saturado/ – Flávio Nunes

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Fintechs usam inteligência artificial para inovar no mercado financeiro

Fintechs usam inteligência artificial para inovar no mercado financeiro

Fintechs! O nome surgiu da junção de duas palavras em inglês: financial technology. Em português, tecnologia financeira. São empresas novas e inovadoras que prometem revolucionar o mercado financeiro – o último grande setor que ainda não passou pela revolução da desintermediação. Como, por exemplo, o Uber fez nos transportes; o AirBnb nas acomodações e tantos outros…

Na Europa o nos Estados Unidos, o cenário das fintechs já é realidade há mais de seis anos. Por aqui, em pouco mais de um ano e meio, são mais de 250 iniciativas desse tipo: startups que oferecem serviços de crédito, investimentos, gestão financeira e até meios de pagamento. Enquanto um banco tradicional (com uma estrutura enorme) tem cerca de 4 mil produtos e serviços diferentes, uma fintech (com estrutura bem mais enxuta) se concentra em um ou pouquíssimos serviços – e faz isso da melhor forma possível.

Muito popular entre os jovens, este cartão roxinho representa uma das fintechs de maior expressão no Brasil. Combinando eficiência, atendimento diferenciado e menor preço, a startup oferece um cartão de crédito sem cobrar anuidade. Os gastos são controlados através de um aplicativo no qual é possível inclusive alterar seu limite com um clique. O cartão ainda cobra taxas de juros abaixo do mercado. E a resposta para tudo isso está na estrutura enxuta e, consequentemente, mais barata. Assim, boa parte dessa economia é diretamente repassada aos usuários do cartão.

Mas as fintechs vão além dos meios de pagamento. Fomos conhecer outras duas iniciativas que estão crescendo a passos largos no país. Neste espaço relativamente pequeno – principalmente se compararmos a um grande banco e suas inúmeras agências – , este pessoal criou a maior plataforma de crédito online do Brasil.

No mesmo modelo do cartão roxinho, a estrutura enxuta permite que essa economia seja repassada ao tomador de crédito. Para se ter uma ideia, enquanto a taxa de juros anual quando você pega um empréstimo no banco gira em torno dos 100%, neste serviço online ela cai para aproximadamente 55% – quase metade.

Como o próprio nome diz, as fintechs abusam da tecnologia para oferecer serviços diferenciados. Neste caso, um algoritmo baseado em inteligência artificial foi desenvolvido para aprovar o crédito apenas para clientes “bons pagadores”. Além das informações de mercado, como consulta ao Serasa, SPC e outros serviços, robôs avaliam também o comportamento de navegação do possível cliente, seu uso das mídias sociais e até que tipo de aparelho celular ele tem…

Agilidade, praticidade e informalidade chamam atenção, mas é quando as fintechs mexem no bolso dos clientes que elas fazem a diferença. Esta startup, ainda menor, cuida inteiramente do seu investimento. Associada a uma instituição financeira maior, eles controlam o dinheiro dos clientes. Para equilibrar menor custo e risco pequeno, eles desenvolveram um sistema operacional próprio e ainda contam com um esquadrão de robôs conselheiros.

Outro diferencial que faz com que muitas fintechs conquistem e fidelizem rapidamente seus clientes é a relação que elas mantém com seus usuários – bem diferente das grandes instituições, o atendimento é personalizado, a burocracia é infinitamente menor e, na medida do possível, esse pessoal faz o possível para que as informações sejam o mais claro possível.

Interessante é que os bancos veem com bons olhos esse momento das fintechs – existe um grande movimento de aproximação entre as grandes instituições financeiras e essas startups. O próprio Banco Central mostrou interesse; afinal, a chegada dessas pequenas empresas tornaria o mercado financeiro ainda mais competitivo. Aí, quem ganha somos nós, usuários; o cenário é animador e (ao que tudo indica) bem mais transparente e econômico.

A expectativa, segundo a consultoria Accenture, é que até 2020 as fintechs dominem 35% das receitas dos bancos em alguns países da Europa e da Ásia e também nos Estados Unidos. Se tantos modelos de negócio já foram revolucionados pelo digital – como o transporte, o entretenimento e até o comércio – parece que finalmente chegou a vez dos bancos. E se a gente for ainda mais otimista, quem sabe em um futuro próximo não chegue também a vez dos seguros e dos planos de saúde…

 

Fonte https://olhardigital.uol.com.br/video/fintechs-usam-inteligencia-artificial-para-inovar-no-mercado-financeiro/67203

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Como as fintechs estão transformando o mercado de crédito no Brasil

Como as fintechs estão transformando o mercado de crédito no Brasil

Usar serviços financeiros sem ter que passar pelos bancos tradicionais já é uma realidade e está se tornando algo cada vez mais comum no Brasil. De acordo com o FintechLab, iniciativa da agência de inovação Clay Innovation para acompanhar o segmento de startups de serviços financeiros, em menos de um ano, o número de fintechs saltou de 130 para 244, crescimento de 87%. Mais de R$1 bilhão já foram investidos em fintechs brasileiras desde 2014 e 60% delas concentram-se nos segmentos de Pagamentos, Gestão Financeira e Empréstimos. A nova onda agora é a dos cartões digitais.


Foto: DINO

Marcas consolidadas e pioneiras no lançamento de cartões de créditos, como Nubank e Neon, ganharam, recentemente, um forte competidor no mercado. A Trigg lançou seu primeiro cartão de crédito, inspirada em ideias que prometem transformar o setor. O Trigg Visa (trigg.com.br) é o primeiro cartão de crédito, acompanhado de uma proposta de fomento ao empreendedorismo social no Brasil.

O Triggers powered by Visionários é um programa de educação e pré-aceleração de novos negócios sociais, modelo criado por Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz. O projeto, que está em sua primeira edição, recebeu quase 500 inscrições em apenas 20 dias. Desse total, 20 serão selecionadas, distribuídas em grupos, que passarão a receber mentoria de um time de notáveis, formado por lideranças de mercado. Também participarão de oficinas com o instituto Quintessa e desafios de inovação ao lado de organizações como Graac, Escola de Notícias, HandTalk,, Instituto Fazendo História, Moradigna, So+Ma, Teto, Litro de Luz, Arrastão, Arredondar.

“A inovação está na lógica de uso do cartão. Nossos clientes terão a opção de usar todo ou parte do dinheiro do cashback para apoiar a ideia do negócio vencedor programa de empreendedorismo”, explica Marcela Miranda, sócia e Head da fintech.

Ela explica ainda que uma das grandes vantagens do cartão de crédito da Trigg é o cashback, um dos mais altos do mercado. O retorno pode chegar a 1,3% do total do valor da fatura, podendo ser utilizado como crédito na fatura ou doados para o Triggers powered by Visionários. “Acreditamos que nossos clientes apresentam forte engajamento para apoiar coletivamente negócios que ajudem a melhorar a vida das pessoas, resume Marcela.

Além disso, a fintech está oferecendo aos consumidores a melhor experiência digital do segmento. Por meio de aplicativos (IOS e Android), o cliente pode solicitar o cartão, ter atendimento virtual, acesso a serviços de gestão de despesas – e suporte de gráficos -, revisar limites e pagar faturas. Tudo de maneira bastante lúdica, intuitiva e sem burocracia. O cliente ainda pode participar do programa ‘Member Get Member’ e ganhar dinheiro indicando amigos. A cada indicação de um amigo, o usuário recebe R$10,00 quando seu amigo pagar a primeira fatura.

As compras online podem ser realizadas desde o momento da aprovação da análise de crédito do usuário, antes mesmo da chegada do cartão físico. Não há necessidade de ter uma conta em banco, além da gratuidade da anuidade do cartão nos três primeiros meses.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro mais que um cartão de crédito. Uma nova forma de pensar a tecnologia digital aplicada ao mundo das finanças. É uma lógica que envolve cooperação, mutualidade e renúncia em benefício do apoio e desenvolvimento de negócios naturalmente sustentáveis.”, ressalta Marcela.
A chegada de uma nova empresa com proposta inovadora no setor reforça a revolução que as fintech estão fazendo no Brasil e no mundo. Esse novo formato que conecta tecnologia, inovação e o sistema financeiro está mudando profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com suas finanças. E a tendência é aumentar, com cada vez mais soluções online voltadas para uma melhor experiência do usuário.

Saiba mais em:
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Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/como-as-fintechs-estao-transformando-o-mercado-de-credito-no-brasil,a1f61d08937706b1f90edeb34071ef198styuvqs.html

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DF – Banco não pode fazer desconto salarial direto na conta de empregado

DF – Banco não pode fazer desconto salarial direto na conta de empregado

O Banco do Brasil terá de indenizar um empregado por descontar direto da conta corrente do trabalhador valores que haviam sido pagos a mais. No entendimento da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o desconto teria de ser feito no salário, uma vez que, mesmo sendo empregado do banco mantenedor da conta corrente, os valores existentes nela não pertencem à instituição financeira.

O bancário — que à época do ajuizamento da ação se encontrava afastado em licença previdenciária — recebia do BB uma complementação de auxílio-doença equivalente à diferença entre o benefício recebido pelo INSS e o valor do seu salário da ativa. Entre 2009 e 2010, o banco pagou a totalidade do salário, sem deduzir os valores recebidos pelo INSS, e, ao constatar as irregularidades, debitou os valores na conta do empregado de uma única vez.

O bancário pediu indenização por danos materiais e morais alegando que o desconto, de cerca de R$ 16 mil, causou transtornos de ordem pessoal e financeira. O banco, por sua vez, argumentou que o empregado sabia que os valores foram pagos a maior e deveriam ser restituídos.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Brasília julgou improcedente os pedidos do bancário, e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região deferiu apenas a indenização por danos materiais, no valor de R$ 6 mil, por considerar que os descontos, feitos de maneira inesperada e em montante superior a 30% da remuneração, como prevê a Lei 10.820/2003, causaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

No TST, o ministro José Roberto Freire Pimenta acrescentou à condenação a indenização por danos morais, também no valor de R$ 6 mil. Para o ministro, o ato do banco, independentemente de culpa concorrente do empregado (que sabia do pagamento) ou da necessidade de compensação dos valores, causou-lhe prejuízos como a devolução de cheques não compensados e sua inscrição em cadastros de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o relator, o dano resultou da conduta irregular do Banco do Brasil, que, “na condição de empregador, se julgou autorizado a realizar descontos diretamente da conta corrente, e não sobre a remuneração devida, em total desacordo com a hipótese prevista com o artigo 462 da CLT”. Os valores existentes na conta corrente, explica a decisão unânime, ainda que esta seja de empregado do banco, não pertencem à instituição financeira, sendo totalmente incabível a retenção. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

ARR – 581-13.2011.5.10.0006

Fonte http://www.conjur.com.br/2017-mar-28/banco-nao-desconto-salarial-direto-conta-funcionario

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Plataforma inovadora na venda de Seguros inicia cadastro de Corretores

Plataforma inovadora na venda de Seguros inicia cadastro de Corretores

Agora, Corretores, seguradoras e clientes podem interagir através de uma plataforma 100% online. Na nova plataforma a compra do seguro pelo usuário acontece pelo celular, mas com a presença de um Corretor para mostrar o funcionamento e auxiliar o público. A thinkseg iniciou nesta semana o cadastramento dos corretores para atuarem no seu marketplace, um espaço online onde seguradoras, clientes e corretores estarão presentes.

“Nosso objetivo é atingir mil profissionais qualificados nesta primeira fase. É que chamamos de corretores apaixonados pelo formato de inovação proposto pela thinkseg. O Corretor é o nosso principal personagem”, diz o CEO da thinkseg, André Gregori.

Em pouco menos de um mês, cerca de 200 corretores de todo Brasil já efetuaram o cadastro na plataforma mobile. “Temos recebido um retorno muito positivo dos corretores. Eles veem o aplicativo e a plataforma thinkseg como uma maneira de se digitalizarem e acompanharem a inovação, bem como se defenderem da venda direta ou não tradicional”, explica o CEO da thinkseg.

O Corretor que deseja se cadastrar na plataforma, deve entrar na home page www.thinkseg.com. No site, ele irá perceber um espaço destacado “seja um corretor “. Após clicar nesta aba, ele deve iniciar o preenchimento do cadastro com dados pessoais.

Com o cadastro finalizado, a etapa seguinte é baixar o app thinkseg através da loja virtual do seu smartphone. No momento, o aplicativo está disponível apenas para celulares com android, mas em breve, aparelhos com sistema IOS também poderão acessar. No aplicativo, será necessário preencher alguns campos com informações pessoais para a definição da senha de acesso.

A partir da plataforma 100% mobile, o Corretor estará sendo protagonista de um processo de “digitalização do corretor”, considerado um importante influenciador da plataforma. “Queremos auxiliar o corretor que não está ambientado com a tecnologia. Além disso, vamos qualificar os corretores com pontos para indicá-los às pessoas que não tiverem corretor”, diz Gregori.

Segundo Gregori, o modelo de contratação thinkseg vai apoiar o corretor no uso da tecnologia para que ele aumente sua rentabilidade e fique satisfeito com o modelo inovador da plataforma 100% mobile.

O Seguro Auto thinkseg poderá ser contratado em minutos pelo celular. Após o download do app thinkseg no mobile, ele passa a captar informações referentes à maneira que o motorista dirige, por meio da tecnologia da telemática.

Enquanto o condutor estiver no veiculo, o app verifica a velocidade do motorista, a maneira como ele freia, acelera, quantas vezes avança um sinal vermelho ou muda de pista, e quantas vezes lê mensagens e fala no celular enquanto está dirigindo.

Estas informações coletadas irão beneficiar as pessoas conscientes no trânsito. Atualmente, o Mercado de Seguros nacional tem mais ou menos 75% de bons motoristas que pagam pelas infrações de outros condutores. Todo o setor faz uma medição do grupo de risco. Para a thinkseg, o risco individual é o que vale.

Com o APP thinkseg, os motoristas prudentes pagarão menos por seus seguros e terão benefícios, uma forma de criar mais motoristas conscientes no trânsito.

Sobre a Thinkseg

Primeira plataforma 100% mobile que acompanha o jeito do motorista dirigir no Brasil. A thinkseg não é uma corretora. A thinkseg não é uma seguradora. Na start-up de seguros thinkseg, clientes e corretores fazem tudo pelo celular. Por ser uma start-up na área financeira (fintech de seguros), não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas. Todas as etapas que envolve o Seguro Auto são acompanhadas, de modo transparente, pelo mobile

Sobre André Gregori:

CEO da Thinkseg. Em 2010, iniciou o negócio de Seguros como sócio do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/plataforma-inovadora-na-venda-de-seguros-inicia-cadastro-de-corretores

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Corretor não pode ser incluído em processos movidos contra as seguradoras

Corretor não pode ser incluído em processos movidos contra as seguradoras

Muitos consumidores de seguros têm dificuldades de compreender qual a diferença entre o corretor de seguros e a companhia seguradora. E essa compreensão equivocada, às vezes, pode fazer com que o corretor personifique a própria seguradora, o que entendemos não ser correto. É comum, por exemplo, nos processos judiciais movidos por clientes, que o corretor seja incluso indevidamente.

Inclusive tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei de autoria do deputado Lucas Vergílio, que tem o objetivo de impedir que os processos movidos por segurados contra as seguradoras incluam os corretores no polo passivo, respondendo conjuntamente por eventuais condenações. Pelo projeto, a solidariedade passiva não poderá ser invocada pelo segurado, ou aceita pelo juiz, em ações de pagamento de sinistros, indenizações e ressarcimentos de valores contratuais. Também não será aceita em questões sobre o cumprimento de condições e cláusulas contratuais firmadas, ou sobre a intermediação do negócio.

O deputado, na justificativa do seu projeto de lei, afirma: “É uma questão bem simples para o entendimento correto, qual seja, as sociedades seguradoras quando aceitam a subscrição de riscos e, na ocorrência de sinistros, é incumbência exclusivamente delas, a realização da regulação do sinistro (análise da documentação exigida), e o correspondente pagamento das indenizações e ressarcimentos, das garantias contratadas, o que, nesse caso, constitui relação jurídica única (sociedade seguradora e segurado)”.

Reforçamos que, ao corretor de seguros cabe angariar e promover contratos de seguros, realizando somente a intermediação de negócios, conforme a Lei no 4.594/64, prestando ao segurado o necessário assessoramento técnico. Já às sociedades seguradoras autorizadas a operar, cabe aceitar as propostas de seguros intermediadas pelos corretores de seguros, a subscrição do risco, e emitir as apólices de seguros, ou até mesmo declinar da aceitação do risco, com o cancelamento do negócio.

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Santa Catarina, no papel de entidade representativa dos profissionais corretores de seguros, entende ser de extrema importância a aprovação deste projeto de lei na Câmara Federal, para extinguir este equívoco jurídico que vem ocorrendo, por falta de entendimento do consumidor e pela ausência de previsão legal neste sentido.

A aprovação do Projeto de Lei em curso, não isenta o Corretor de Seguros, que na sua atividade pode cometer erros ou falhas que possam lhe imputar a responsabilidade por eventuiais danos aos seus clientes. Assim lembramos a importância da contratação de Seguro de Responsabilidade Civil do Profissional Corretor de Seguros, o qual dará respaldo a eventuais ações por parte dos clientes. O SINCOR-SC oferece condições especiais dessa cobertura para os associados. As informações completas podem ser acessadas no site www.sincor-sc.com.br na aba “Convênios”.

Auri Bertelli

Presidente do SINCOR-SC

Fonte Sincor-SC
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-nao-pode-ser-incluido-em-processos-movidos-contra-as-seguradoras

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Fintech de empréstimos analisa seu perfil em 3 minutos com 3 documentos

Fintech de empréstimos analisa seu perfil em 3 minutos com 3 documentos

Companhia usa a tecnologia para ajudar na investigação

Braço da empresa chinesa de análise de crédito Wecash, a fintech de empréstimos iEmpréstimos chegou ao Brasil em janeiro prometendo análise de perfil e retorno ao solicitante em 3 minutos. Ela funciona como uma correspondente e promete baratear empréstimos e diminuir burocracias.
Oferecendo empréstimos de até R$ 100 mil, a empresa faz parcerias com bancos, financeiras e outras instituições e atua apenas como representante de crédito. A partir da análise do cliente feita pela iEmprestimos, as instituições oferecem produtos adequados ao solicitante.

A base de infraestrutura tecnológica da startup combina Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem. Em outras palavras: tudo o que puder ser encontrado na rede sobre o cliente será analisado.
Após da solicitação, feita pelo site da companhia, o cliente envia fotos do RG, CPF, comprovante de renda e de endereço e recebe, em três minutos, uma ligação para confirmar os dados fornecidos. Depois disso, mais dados são levantados e entregues para as credoras.

De acordo com representantes da companhia, os relatórios da Wecash, feitos em 15 minutos, são “100 vezes mais precisos” que aqueles levantados pelas empresas tradicionais do setor. Em dois anos de funcionamento, a chinesa já possui uma base de 63 milhões de usuários ativos.

Fonte http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/credito/noticia/6282452/fintech-emprestimos-analisa-seu-perfil-minutos-com-documentos

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GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

Eles usavam RG falso em nome de aposentada para o crime, diz polícia.

Terceira suspeita de participar do grupo ainda não foi localizada.
Vitor Santana


Casal é preso suspeito de aplicar golpes para conseguir empréstimo (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um casal foi preso suspeito de usar documento falso para conseguir empréstimos em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, eles usaram os dados de uma aposentada para conseguir o dinheiro. O delegado responsável pelo caso, Webert Leonardo, estima que o prejuízo causado pela dupla a uma única vítima foi de R$ 40 mil. Uma terceira pessoa que fazia parte do golpe ainda não foi localizada.
delegado explicou que Vilmar José da Silva, de 44 anos, e Iara Maria Ribeiro, 52, presos no dia 24, eram os mentores do crime. Já a terceira pessoa, uma mulher que ainda não foi identificada, era a responsável por ir até a empresa que fazia os empréstimos e consórcios e sacar o dinheiro.
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Os responsáveis pela empresa acionaram a polícia após desconfiar da atitude da suspeita. “Ela já tinha feito seis empréstimos e sempre exigia que o dinheiro fosse entregue na boca do caixa, e não depositado em conta corrente como é de costume. Uma vez, por engano, o dinheiro foi depositado em conta corrente e ela ficou muito brava, o que chamou a atenção dos funcionários”, disse o delegado.
Quando a polícia verificou o nome dado pela suspeita, viram que era, na realidade, de uma aposentada que mora em São Simão e já tinha registrado um boletim de ocorrência denunciando o golpe. Diante desse fato, os policiais passaram a vigiar o local à espera dos criminosos.
No dia 24, segundo a polícia, Vilmar foi até a empresa solicitando documentos do empréstimo feito pela suspeita e acabou preso. “Ele disse que tinha ido ao local à mando da esposa, que por sua vez, disse que estava apenas fazendo um favor a uma amiga que tinha conhecido naquele dia ao passar na porta de um hospital”, explicou o delegado.
A história confusa não convenceu a polícia, que prendeu o casal em flagrante. Entretanto, não conseguiu localizar a terceira suspeita, responsável por fazer os saques. Ao chegar à delegacia, os agentes descobriram que Iara já tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.
“Agora estamos em diligência para tentar achar a terceira pessoa. Eles vão responder por associação criminosa e estelionato. Além disso, vão ter que devolver o dinheiro roubado às vítimas: tanto à aposentada, que estava tendo o valor descontado de sua aposentadoria, quanto à empresa que fazia os empréstimos”, afirmou o delegado.


Grupo usava identidade falsa para conseguir empréstimos em Goiânia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Fonte Do G1 GO
http://g1.globo.com/goias/noticia/2017/03/casal-e-preso-suspeito-de-aplicar-golpe-para-conseguir-emprestimos.html

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Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

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Desempregado, casal recorreu ao empreendedorismo criativo para criar negócio de sucesso


Sibele e Eric Vaz de Lima criaram a Vazoli, que já conta com mais de 90 unidades e diversificou a carteira de serviços em 2016

A crise financeira global em 2009 foi o estopim para o início das dificuldades do casal Eric e Sibele Vaz de Lima. Demitido de um banco no interior do Estado de São Paulo, ele passou a se dedicar a pequena Vazoli, até então uma espécie de segunda renda da família, que ocupava um salão de pouco mais de 12m², na cidade de Severínia, na região norte do Estado.

Ela, também funcionária de um grande banco na mesma cidade, não demorou a sofrer o mesmo baque. Desempregados os dois mergulharam em muitas contas em atraso e também no negócio próprio, até então focado na venda de seguros.

“Ainda pequeno, o negócio começava a andar, tínhamos interessados no serviço. Foi aí que, aproveitando esse folego inicial, arriscamos e iniciamos a abertura da segunda unidade, em Olímpia, mas a grande dor de cabeça veio na hora de montar a o espaço”, lembra Sibele.

Endividados após as dívidas acumuladas em um período de “vacas magras”, Eric e Sibele entraram juntos em uma loja de móveis de informática para adquirir as cadeiras e mesas necessárias para a estruturação da segunda operação da Vazoli.

“A grande surpresa foi que o vendedor não aceitou vender de forma parcelada o que precisávamos comprar para a estruturação da nova unidade. Estávamos com nossos nomes sujos, mas precisava empreender. Essa necessidade nos fez pensar que a busca por crédito nessas condições não era exclusividade nossa e que muitas outras pessoas poderiam estar passando pelo mesmo problema”, explica Eric.

A dificuldade fez os dois mudarem o foco. Sibele estudou formas de usar as duas unidades para oferecer crédito a negativados e aposentados, pensionistas e funcionários públicos, até então um público carente de atenção do mercado financeiro. Da parceria com os bancos surgiu o novo modelo de negócios, que tem como meta fechar o ano de 2018 com 20 novas unidades.

“Deu muito certo. A fila para buscar crédito muitas vezes dobrava a esquina e a gente passou a buscar formas de expandir o negócio. Foi aí que o Eric pensou em franquear a Vazoli”, explica Sibele.

Entraram para o franchising em 2011, a formatação demorou praticamente um ano, e o sucesso foi imediato. Pouco a pouco a rede também ampliou os produtos oferecidos ao público final. Hoje fazem parte desta gama financiamentos imobiliários e automotivos, empréstimos consignados e pessoais, além de consórcios e seguros.

“A parceria com os franqueados tem dado muito certo, uma vez que hoje a Vazoli é uma enorme família. O importante é trabalhar com honestidade e de forma clara com o público final. Nosso crescimento está baseado neste pensamento”, finaliza Eric.

Fonte https://catracalivre.com.br/geral/empreendedorismo/indicacao/casal-cria-rede-que-auxilia-negativados-em-busca-de-emprestimo/

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