Aposentados têm direito a plano de saúde empresarial

Aposentados têm direito a plano de saúde empresarial

Guia mostra regras para concessão do benefício, que se estende a demitidos Rio – Apesar de ser um benefício garantido por lei, a manutenção do plano de saúde empresarial aos ex-empregados que se aposentaram ou foram demitidos sem justa causa ainda é pouco conhecida entre esse público. Para divulgar essas regras, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou uma cartilha que informa as condições e prazos de permanência — que são limitados — no convênio médico. A vantagem de manter o plano empresarial é que o seu custo, mesmo integral, é bem mais baixo que os planos individuais cobrados pelas operadoras.

Gerente geral de Regulatória da Estrutura dos Produtos da ANS, Rafael Vinhas ressalta ainda outra vantagem do benefício. “Isso permite ao ex-empregado se manter como beneficiário de um plano empresarial sem a necessidade de cumprir carência (intervalo entre a data de assinatura do convênio e a permissão de uso dos serviços pelo beneficiário)”, diz Vinhas, se referindo ao prazo exigido na contratação de um novo plano.

O benefício contempla trabalhadores que se aposentaram ou foram demitidos sem justa causa e que contribuíram mensalmente para o pagamento do plano, a partir de 1999. E a empresa tem a obrigação de informar esse direito a eles.

O empregador que decidirá se o plano dos ex-empregados será o mesmo oferecido aos ativos na empresa, ou um outro, exclusivo para demitidos e aposentados. No último caso, o convênio tem que ter as mesmas características assistenciais do que estava vinculado antes da demissão ou aposentadoria.

Clique e confira a cartilha produzida pela ANS na íntegra

A opção de continuar com o plano fica a critério dos ex-empregados, que, se decidirem por isso, terão de pagar o valor integral. Eles têm até 30 dias, a partir do desligamento, para optar. O ex-empregado também pode incluir novos dependentes. No caso de morte do titular, cônjuges e filhos podem continuar com o plano pelo período determinado para ele.

PRAZOS DE PERMANÊNCIA

Os demitidos podem permanecer no plano no prazo equivalente a um terço do período em que ele pagou o convênio da empresa. Mas a lei determina o prazo mínimo de permanência, que é de seis meses, e o máximo de dois anos.

Ou seja, quem pagou pelo plano por três meses leva vantagem: o prazo é de seis meses. Mas quem pagou por nove anos, poderia ficar por três anos, mas a lei só permite até dois anos. E esse direito acaba a partir do momento em que o trabalhador for contratado por nova empresa.

Já o prazo para o aposentado é diferente. Quem contribuiu em menos de 10 anos poderá permanecer no plano por tempo equivalente ao período que pagou. E quem pagou por 10 anos tem direito enquanto a empresa mantiver o convênio para os ativos.

Fonte: O Dia
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/aposentados-tem-direito-a-plano-de-saude-empresarial/

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RJ – Corretores desenvolvem produtos de microsseguros em regiões carentes do Rio

RJ – Corretores desenvolvem produtos de microsseguros em regiões carentes do Rio

A MMasullo Corretagem de Seguros, ligada ao escritório Senra Associados, desenvolveu dois produtos específicos para moradores de comunidades carentes na cidade do Rio de Janeiro.

O primeiro deles é um seguro de vida com prêmios a partir de R$ 4,00 e coberturas que podem chegar a R$ 100.000. O outro produto é o seguro funeral “Apoio Familiar”. Também neste caso os diferenciais começam pelo preço do produto: para uma cobertura de R$ 2,5 mil, o segurado paga apenas R$ 1,22.

Há opções para todos os gostos, com prêmios de até R$ 116,33, dependendo da escolha do cliente, que pode optar também por coberturas adicionais como cesta básica para a família, no caso de morte do segurado principal; e reembolsos para a compra de jazido e repatriamento de corpo.

O diretor executivo da MMasullo, Marco Masullo, lembra que o mercado de microsseguros está em plena expansão e que sairá na frente da concorrência quem souber trabalhar com produtos de baixo custo, voltados para as demandas das comunidades mais carentes, que necessitam proteger seus bens mais preciosos com Vida e Saúde.

Com longa experiência adquirido nos 16 anos em que foi funcionário do Banco do Brasil, sendo um dos responsáveis pela organização da carteira da agência em que trabalhava, Masullo desenvolveu um interesse especial pelo ramo de benefícios. Tanto que decidiu fazer o curso da Escola Nacional de Seguros logo que se desligou do banco, em 1995, para seguir carreira no mercado de seguros.

Há nove anos, ele trabalha em parceria com o escritório Senra Associados, onde ganhou a confiança necessária para desenvolver sua própria empresa e abraçar, sob a orientação de Antônio Senra, o mercado de saúde e vida.

Para concretizar esse projeto, Marco Masullo uniu-se a Fabio Malizia, especialista em seguro vida e saúde e ex-consultor da Bradesco Seguros, nas áreas de Vida e Saúde.

Dessa união, surgiu o projeto de desenvolvimento de atendimento no mercado de microsseguros, além de produtos voltados para a proteção da saúde de pessoas e funcionários e dirigentes de pequenas e médias empresas, além de seguros de vida e funeral, com foco direcionado para a população de baixa renda. “A ideia era levar benefícios adequados para essas pessoas. Mas, como desenhar um produto que fosse aceito e que tivesse um custo viável para esse público?”.

A resposta surgiu a partir de parcerias firmadas com lideranças comunitárias. “Quando temos o respeito e reconhecimento de personalidades importantes na comunidade, abrimos espaço para chegar na população. São pais e mães de família que precisam de um seguro de Vida adequado, pequenos comerciantes que precisam segurar estabelecimentos e mercadorias, entre outras necessidades dessa população. Ter alguém que conheça essa realidade é muito importante para chegarmos a eles”, diz o executivo.

Sobre Senra & Associados Assessoria de Seguros: Senra & Associados iniciou pioneiramente as suas operações com o mercado segurador em setembro de 1987. A empresa completou 26 anos em setembro e para marcar a sua nova fase que irá perseguir a qualidade total no atendimento ofereceu vários treinamentos com consultoria especializada para os seus funcionários, inspetores e corretores, através de palestras técnicas sobre vendas, desenvolvimento de negócios e liderança. Iniciou também um trabalho de comunicação para dar visibilidade às suas atividades e de sua equipe e dar transparência às suas ações. A empresa possui parceria com sete seguradoras (SulAmérica, Bradesco, Tokio Marine, Porto Seguro, Itaú, Marítima e Azul) e cerca de 300 corretores em atividade.

 

Fonte http://www.segs.com.br/ – VANIA ABSALÃO

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Susep multa 15 entidades que vendiam seguro irregular

Valores somados chegam a R$ 331 milhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião do Conselho Direto, confirmou a representação contra 15 associações e cooperativas que comercializavam seguros de forma irregular. Com esta decisão, a autarquia manteve as multas a estas entidades que, somadas, chegam R$ 331 milhões.

A maioria dos processos abertos contras a entidades atingidas pela representação foi aberta a o partir de 2011, quando a Susep iniciou efetivo combate ao mercado marginal de seguros. O superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, criou, no âmbito da Diretoria de Fiscalização, uma força-tarefa com fiscais dedicados exclusivamente a este trabalho.

Desde então, a Susep identificou a existência de 300 associações e cooperativas que atuam de forma ilegal no Brasil. A maioria dessas entidades são oriundas do Estado de Minas Gerais. Atuando conjuntamente com a Polícia Federal e o Ministério Público, a Susep vem conseguindo impedir que essas entidades continuem em atividade. Em 2012, durante a Operação Prêmio, realizada em Pernambuco, foram fechadas 10 entidades desse tipo, resultando na prisão de 11 pessoas.

A maior multa aplicada foi contra a União Nacional dos Proprietários de Veículos Automotores (Union), cujo valor chegou a R$ 238,9 milhões. O valor da multa é calculado tendo em vista o quantitativo de associados, somado ao valor da média dos valores dos bens segurados pela entidade. No caso da Union, que se dedicava a proteção veicular, havia oito mil associados, sendo que o valor da IS média da frota do Espírito Santo, estado de origem da associação, é de R$ 29,8 mil.

Além da Union, também foram multadas a Cooperativa Shopping Norte de Transporte, Portal do Tempus Assistência Familiar, Associação dos Servidores do Corpo de Bombeiros e Policiais do Estado de Minas Gerais (Ascobom), Associação Brasileira de Proteção e Amparo aos Proprietários de Veículos Leves, Pesados e Motocicletas (Clube Brasil), Associação Pentecostal do Brasil (Aspem/Brasil), Total Flex Proteção Veicular, Associação dos Proprietários de Veículos, Associação Nacional de Proteção Veicular (Asprovel), Associação de Proteção das Empresas de Trasnporte de Carga, Associação de Proteção e Benefícios aos Transportadores de Cargas (Asatruck), Cooperativa de Comunicação e Apoio Social dos Condutores Autônomos da Grande Belo Horizonte, Associação dos Amigos Proprietários de Veículos Automotores (Amive), Shalom Associação de Proteção Veicular e Associação de Proteção ao Veículo Automotor de Minas Gerais (Apoio Car).

Fonte Susep
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Quando o corretor precisa pagar o imposto duplicado

A Circular 447/12*, divulgada pela Susep vem gerando algumas dúvidas nos corretores de seguros. Uma delas é: o corretor pessoa física e pessoa jurídica precisam pagar um Imposto Sindical duplicado para receber as comissões? A resposta é sim.

Ao estar cadastrado em uma seguradora X, como pessoa física, e em uma seguradora Y, como pessoa jurídica, o profissional precisa comprovar o recolhimento do Imposto nas duas situações

De acordo com a Fenacor, o pagamento da Contribuição Sindical não tem nenhuma relação jurídica com o cadastramento do corretor de seguros em sociedades seguradoras, de capitalização ou entidades de previdência complementar para as quais opera ou tenha algum tipo de relação comercial.

“A obrigatoriedade do pagamento de tal contribuição está prevista no art. 580 e seguintes, da CLT”. A assessoria explica, que segundo o artigo 580, da CLT, quando os agentes ou trabalhadores autônomos e os profissionais liberais estiverem organizados em firma ou empresa, com capital social registrado, recolherão a contribuição sindical, de acordo com a tabela progressiva a que se refere o item II, do mesmo artigo.

“Essa hipótese, no caso, se aplica adequadamente aos corretores de seguros, trabalhadores autônomos, quando reunidos na forma societária, em firma ou empresa”, conclui.

Vale ressaltar que para realizar o pagamento do tributo, o corretor pessoa jurídica precisa ir ao sindicato de seu estado para imprimir a guia de recolhimento e efetuar o pagamento até o dia 31 de janeiro, e o corretor pessoa física até 28 de fevereiro.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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8 dicas para poupar nos seus seguros

O início do ano coincide muitas vezes com a renovação de algumas apólices de seguros. Para evitar duplicações e conseguir reduzir a fatura a pagar, a seguradora Zurich apresenta oito sugestões para conseguir poupar com os seguros.

1. Reunir os seguros automóvel, casa, vida e saúde na mesma companhia de seguros. A maioria das seguradoras oferece condições mais vantajosas aos clientes com várias apólices. É uma forma de premiarem a fidelização dos clientes;

2. Analisar as coberturas que precisa e comparar a oferta. Irá começar, desde logo, a poupar se apenas contratar o que precisa, eliminando o que considera supérfluo. Anualmente reveja as coberturas e confirme se é necessário acrescentar ou eliminar alguma;

3. Seguro de acidentes pessoais poderá ser utilizado em vez do seguro de viagens e, em alguns casos, do seguro de saúde. A versatilidade do seguro de acidentes pessoais permite que este seja acionado em qualquer parte do mundo, cobrindo despesas de tratamento, acidentes rodoviários, incapacidade temporária (a Zurich, por exemplo paga até 360 dias de internamento sem franquias), cuidados intensivos e convalescença ou perda de bagagens;

4. Pagar viagens com cartão de crédito. Se utilizar cartão de crédito para pagar uma viagem já tem um seguro de viagem contratado. Confirme apenas quais são as coberturas concretas que já estão cobertas e se é necessária contratar mais alguma;

5. Tomar uma decisão informada. Antes de subscrever um produto é importante saber o que pretende e familiarizar-se com expressões como coberturas, exclusões, franquias, períodos de carência, limites de capital. Desta forma, poderá avaliar se está a contratar o que é obrigatório por lei e o que precisa ou se estará a pagar por coberturas que não utiliza;

6. Constituir uma poupança mensal fixa. Dentro das possibilidades de cada um, poupar uma quantia fixa por mês irá permitir constituir uma poupança anual, que poderá ser destinada à reforma, a uma viagem, ou à educação, de acordo com as prioridades de cada um. Os dados da Associação Portuguesa de Seguradores confirmam que as contribuições para produtos de poupança dos seguradores cresceram 61% no primeiro semestre deste ano e 70% no que diz respeito aos PPR;

7. Pagar apólice anualmente por débito direto. Em geral, as seguradoras oferecem condições mais favoráveis aos clientes que optam por fazer o pagamento por débito direto, pois desta forma, asseguram o pagamento de forma mais eficaz. A opção pelo pagamento anual também garante, habitualmente, condições mais benéficas para o cliente;

8. Consultar um mediador profissional de seguros. Procurar um mediador de seguros é uma forma de poupar com os seguros, já que permite que um especialista analise especificamente as suas necessidades de proteção. Geralmente, as condições financeiras propostas também são mais favoráveis.

Fonte Dinheiro Vivo
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Desmistificando a Contribuição Sindical

Tenho observado e acompanhado vários comentários dos colegas e amigos profissionais corretores de seguros a respeito do conflito de interpretações a respeito do tão propalado assunto Contribuição Sindical e Contribuição Associativa Sindical.

Vejamos alguns comentários que selecionei para iniciar este meu trabalho:

A Contribuição Sindical é obrigatória?

Não sou sindicalizado, devo pagar a Contribuição Sindical?

Qual o papel da SUSEP diante do não pagamento da contribuição sindical?

Por que a minha comissão ficará retida pela Cia. Seguradora?

É facultado a Cia. Segurada suspender o pagamento da minha comissão?

Qual a destinação da Contribuição Sindical? … etc

Sempre digo o seguinte: em primeiro plano, devemos avaliar, interpretar e distinguir os conceitos de Contribuição Associativa Sindical para em seguida, debater a respeito da obrigatoriedade da Contribuição Sindical.

Da Contribuição Associativa Sindical: Vejamos a natureza e a base legal da Contribuição Associativa Sindical. Cobrada anualmente é tida como sendo a contribuição que o associado paga ao seu sindicato por força do próprio ato de associação (lembrando que esse ato é Facultativo).

A natureza da Contribuição Associativa Sindical é devida exclusivamente pelos seus associados e os valores são estabelecidos em Assembleia Geral. São dois os requisitos básicos para a cobrança da Contribuição Associativa Sindical: a filiação sindical, que é facultativa; e a previsão estatutária.

Desta forma, uma vez que o profissional corretor de seguros e/ou a empresa corretora de seguros se filia ao sindicato, adere automaticamente às normas estatutárias, devendo contribuir com a anuidade que estiver estipulada, conforme aprovado em Assembleia Geral.

O embasamento legal da Contribuição Associativa Sindical é o contido na a alínea “b”, do Art. 548 da CLT. “Art. 548 – Constituem o patrimônio das associações sindicais:

a) …….

b) as contribuições dos associados, na forma estabelecida nos estatutos ou pelas assembleias gerais”.

Da Contribuição Sindical: Em seguida, acreditando ter esclarecido a adesão facultativa do profissional corretor de seguros e/ou da empresa corretora de seguros ao sindicato de sua categoria, passo a comentar a respeito da obrigatoriedade do pagamento da Contribuição Sindical, que é devida por toda a categoria econômica.

Diante de pesquisas realizadas junto ao Supremo Tribunal Federal – STF pude concluir que toda empresa que integra uma categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal é Contribuinte da Contribuição Sindical. E, neste momento, não falo exclusivamente do profissional corretor de seguros ou da empresa corretora de seguros, associada ou não ao sindicato de sua categoria. A obrigatoriedade é para todos. Com referência a atividade de corretagem de seguros permita-me transcrever uma vez mais, para conhecimento dos colegas e amigos, o que a Legislação determina: Lei 4.594/64 Art.5º: O Corretor, seja Pessoa Física ou Jurídica, antes de entrar na profissão deverá: b)- Estar quites com o Imposto Sindical; CLT- Consolidação das Leis do Trabalho Capitulo III – Da Contribuição Sindical Seção I – Da fixação e do Recolhimento da Contribuição Sindical Art.578 – As contribuições devidas aos Sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais apresentadas pelas referidas entidades serão, sob a denominação de “Contribuição Sindical”, pagas, recolhidas e aplicadas na forma estabelecida neste capitulo; Art.579 – A contribuição Sindical é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato Representativo da mesma categoria ou profissão ou, inexistindo este, na conformidade com o art. 591; Art.583 – § 2º – O comprovante de depósito da contribuição sindical será remetido ao respectivo sindicato; na falta deste, a correspondente entidade sindical de grau superior e se for o caso ao Ministério do Trabalho – Redação da Lei 6.386 de 09/12/76 – V.Portaria MTB 3.233 de 29/12/83-(GRCS); Art.584 – Servirá de base para o pagamento da contribuição sindical, pelos agentes ou trabalhadores autônomos e profissionais liberais, a lista de contribuintes organizadas pelos respectivos Sindicatos, e na falta destes, pelas Federações ou Confederações coordenadoras da categoria; Art.589 – Da importância da arrecadação sindical serão feitos os seguintes créditos pela Caixa Econômica Federal, na forma das instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho: 5% Para a Confederação / 15% para a Federação / 60% para o Sindicato / 20% para a conta especial Emprego e Salário. Podemos então concluir que a Circular SUSEP 447 de 09 de agosto de 2012, vem apenas ratificar o contido no artigo 5° da Lei 4.594/64, Lei que regula a profissão de corretor de Seguros, alertando as empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e resseguros quanto à exigência da comprovação do recolhimento da contribuição ou imposto sindical por parte dos profissionais corretores de seguros e das empresas corretoras de seguros. Podemos destacar também, que na mencionada Circular SUSEP 447 não existe a criação de um fato novo e, sim, um alerta quanto à exigência do cumprimento do artigo 5° da Lei 4.594/64. Para reflexão e melhor entendimento, devemos entender que o descumprimento do artigo 5° da Lei 4.594/64 por parte das empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e resseguros, poderá provocar ação de fiscalização por parte da SUSEP e possível aplicabilidade de penalidades administrativas e/ou pecuniárias. Fonte Dorival Alves – Presidente do Sincor-DF Fonte http://www.cqcs.com.br[/text_dd]

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Funcionário de corretora é autorizado a fechar contrato?

Foi veiculado através da área Debate Seguro do CQCS, um questionamento sobre o exercício de fechamento de contrato por funcionários de corretoras de seguros, sem a devida regularidade pela Susep. Neste sentido a comunidade foi em busca da opinião de quem entende do assunto: os corretores de seguros. E os mesmos não foram de acordo com a atividade.

Para o corretor Flávio Antonio Mueller da Muller Corretora de Seguros, essa prática é ilegal. “O corretor de seguros é habilitado para exercer a profissão. A habilitação é intransferível. Portanto se existe essa prática, ela está totalmente fora da legalidade”, afirma. E completa, “funcionário pode atender, mas não pode fechar seguro”.

O corretor Rodrigo Dill da Proterisk Corretora de Seguros compartilhou da opinião e completou, “é importante que todos aqueles que trabalham em corretoras, entendam sobre seguro, por isso é importante obter uma certificação técnica. Porém todos aqueles que fecham o contrato de seguro necessitam do registro da Susep, pois só assim o contrato terá validade jurídica”, conclui.

De acordo com a Lei 4594/64 que regulamenta a profissão do corretor de seguros no 2º Art., o exercício da profissão de corretor de seguros depende da prévia obtenção do título de habilitação, o qual é concedido pelo Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização.

Para saber mais sobre a Lei que regula a profissão do corretor de seguros, acesse: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4594.htm

Fonte CQCS – Irani Nogueira

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Corretor não associado ao Sincor é obrigado a pagar a contribuição Sindical?

Os corretores de seguros independente de estarem ou não associados ao Sincor tem que pagar a Contribuição Sindical. Como explica a Fenacor através de sua assessoria.

“Não existe diferenciação ao fato do corretor de seguros estar ou não associado ao Sincor de sua base territorial. A Contribuição Sindical tem natureza jurídica de tributo, haja vista que 20% (vinte por cento) de sua arrecadação é destinada ao Governo Federal, no caso Ministério do Trabalho e Emprego, além de integrar os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)”, ressalta.

Para realizar o pagamento do tributo, o corretor pessoa jurídica precisa ir ao sindicato de seu estado para imprimir a guia de recolhimento e efetuar o pagamento até o dia 31 de janeiro, e o corretor pessoa física até 28 de fevereiro, como afirma o presidente do Sincor-DF, Dorival Alves.

“O pagamento pode ser efetuado em qualquer agência bancária”, acrescenta. Porém, vale destacar que o pagamento das Contribuições Sindicais em atraso, será feito somente nas Agências da Caixa Econômica Federal.

Atitude vantajosa

Segundo a Fenacor, a vantagem de estar em dias com a contribuição está evidenciada nos dispositivos da CLT, haja vista que 80% (oitenta por cento) da arrecadação da Contribuição Sindical são destinados ao custeio do sistema confederativo da categoria representada.

“Além dos vários benefícios oferecidos pelos Sincor’s, estes representam os interesses individuais e coletivos dos corretores de seguros, além de outras atividades finalísticas contidas em Estatuto Social”, completa.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Seguradora pode ficar isenta de pagar indenização para motorista alcoolizado

Já se encontra em caráter conclusivo e deve passar pelas comissões de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça, bem como de Cidadania, o Projeto de Lei 5.764/13, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO). De acordo com a proposta, as seguradoras ficarão isentas de indenizar segurados que estejam embriagados e causem acidentes de trânsito.

O Projeto também veda a indenização do seguro para pessoas com comprovada alteração da capacidade psicomotora em virtude do uso de drogas.

Segundo a Agência Câmara, a cláusula limitadora será incluída nos contratos de seguros de automóveis, mas não alcança as coberturas de responsabilidade civil, ou seja, relacionadas com danos a terceiros.

Para comprovação de alteração da capacidade psicomotora, o Projeto vai considerar vídeos, testes, exame clínico, perícia ou qualquer outro procedimento disciplinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Na avaliação de deputado Sandro Mabel, o objetivo é “induzir nossos motoristas a um comportamento mais humano no trânsito, punindo aqueles que, alcoolizados, venham a provocar acidentes, na medida em que os impede, se flagrados nessa situação, de se beneficiarem de indenizações contratadas junto à seguradora”.

Fonte CQCS – Pedro Duarte

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Corretor poderá ter comissão retida

Os corretores de seguros (pessoas físicas e jurídicas) que não estiverem em dia com o recolhimento do Imposto Sindical terão suas comissões de corretagem retidas pelas seguradoras até a regularização da pendência.

Com datas de pagamento estabelecidas para 31 de janeiro e 28 de fevereiro, para pessoa jurídica e física, respectivamente, o corretor que não fizer sua contribuição poderá ter problemas na produção e colocação de seguros junto à seguradora ou seguradoras com as quais trabalha, como explica a Fenacor através de sua assessoria.

“A Circular SUSEP nº 447/12, estabelece que as empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização e previdência complementar aberta e resseguros, deverão exigir a comprovação do recolhimento da contribuição sindical, antigo imposto sindical, que é compulsória”, destaca.

Vale ressaltar, que qualquer pendência em relação ao não pagamento da Contribuição Sindical, nos prazos legais, o corretor de seguros deverá providenciar primeiro o adimplemento da obrigação e depois regularizar sua situação junto às empresas para as quais opera, “visando o restabelecimento da colocação de sua produção”, afirma a entidade.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Você sabe para que serve e quando contratar o seguro Prestamista?

O objetivo desta modalidade de seguro é garantir a quitação de uma dívida do segurado, no caso de sua morte ou invalidez ou até mesmo desemprego involuntário

O seguro prestamista tem por objetivo garantir a quitação de uma dívida do segurado, no caso de sua morte ou invalidez ou até mesmo desemprego involuntário. O primeiro beneficiário deste tipo de seguro, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. O segurado contará com a tranquilidade de ter a sua dívida quitada, caso aconteça algum imprevisto.

Para a instituição que concede o crédito, o seguro prestamista é uma garantia de que a inadimplência poderá ser evitada, no caso de morte ou invalidez ou desemprego do segurado.

Para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de algum bem adquirido. Essa modalidade de seguro surgiu para garantir proteção adicional àqueles que têm prestações para pagar.

O seguro prestamista é uma garantia de que a inadimplência poderá ser evitada

Os compromissos financeiros assumidos podem ser afetados por imprevistos, como falecimento, perda involuntária do emprego ou incapacidade para exercer funções, mesmo que temporariamente, impedindo que a pessoa mantenha o pagamento de algumas prestações ou mensalidades.

É bom lembrar também que, na hipótese de o segurado falecer ou ficar inválido e ter contratado um seguro com garantia de pagamento superior à dívida contraída, esta será quitada com a instituição financeira ou empresa que concedeu o crédito ou o empréstimo.

A diferença entre o valor pago da dívida e o da indenização contratada será paga ao beneficiário que o segurado indicar ou a ele próprio, no caso de invalidez. Exemplos:

• Você contraiu um empréstimo de R$ 5 mil e contratou um seguro prestamista para garantir exatamente o valor dessa dívida. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou o empréstimo.

• Você contraiu um empréstimo de R$ 5 mil e contratou um seguro prestamista com cobertura para um capital de R$ 15 mil. Ocorrendo um sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário que você indicou na apólice, podendo ser você mesmo, conforme o sinistro.

Para que serve o seguro prestamista?

Por se tratar de uma modalidade de seguro de vida em grupo, garante a liquidação da dívida do segurado ou o pagamento de um determinado número de parcelas, dependendo do contrato, na hipótese de morte, invalidez, desemprego involuntário e perda de renda do autônomo. \

Veja alguns exemplos nos quais o seguro prestamista pode ser utilizado:

• empréstimos junto a financeiras e bancos;

• cheque especial de bancos;

• cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão);

• consórcios;

• financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e

• empréstimos com pagamento consignado em folha.

A proteção financeira para a quitação do saldo da dívida ou de um determinado número de parcelas, caso aconteça algum imprevisto, oferece vantagens para consumidores e empresas.

Para as empresas, é instrumento auxiliar na redução da inadimplência, e para os familiares de quem contraiu o empréstimo, é garantia de manutenção do patrimônio adquirido. Essas são as principais características desse seguro – até há pouco tempo quase inexplorado no Brasil – que, aliadas à inserção da população de menor poder de compra no mercado de consumo, promoveram seu crescimento nos últimos anos.

O consumidor não compra o seguro prestamista diretamente com a seguradora, mas se a loja ou financeira tiver parceria com uma companhia de seguros, o comprador terá a opção de contratá-lo.

Além de trabalhar junto com redes varejistas e financeiras para a venda de seguro prestamista, as seguradoras firmam parcerias com bancos para a oferta do produto atrelado ao crédito consignado. Por outro lado, a expansão do crédito no Brasil e, em especial, do crédito consignado, nos últimos anos, contribuiu de forma preponderante para o crescimento deste ramo de seguro. Entre 2003 e 2010, o faturamento do seguro prestamista saltou de R$ 227,5 milhões para R$ 3,4 bilhões – com crescimento de 1.300%.

A expectativa é de que esse tipo de seguro continue em expansão, pois se tornou uma prática consolidada nas instituições de crédito.

Tudo Sobre Seguros destaca como você pode preservar os bens que comprou com financiamento e garantir a concessão de crédito para suas compras.

Como eu contrato um seguro prestamista?

Você não fecha o contrato diretamente com a seguradora. Se a loja na qual você comprou um produto tiver parceria com alguma seguradora, existe a opção do seguro. A maioria das lojas que vendem a crédito oferece essa garantia no ato da compra financiada.

Vale lembrar que financeiras e bancos também ofertam o seguro prestamista nas operações de crédito. O seguro prestamista também pode ser contratado para garantir um valor acima da dívida contraída. Na hipótese de ocorrer um dos riscos previstos na apólice, a dívida será integralmente quitada com o credor e o saldo remanescente pago ao beneficiário indicado pelo segurado. As modalidades do seguro prestamista são variadas, desenhadas de acordo com as características de cada contrato de crédito. Mas atenção! De maneira alguma serão quitadas parcelas vencidas em atraso.

Em geral, a garantia é de pagamento de três a seis prestações, nos casos de perda involuntária de emprego ou incapacidade, mesmo que temporária, para exercer algumas atividades. Porém, nos casos de falecimento, ou invalidez total permanente por acidente, o seguro prestamista costuma prever garantia de quitação total da dívida. Ao aceitar a cobertura do seguro prestamista, você vai pagar o valor do seguro todos os meses, junto com a prestação ou parcela do financiamento. Dessa forma, o preço do seguro é diluído nas prestações ou mensalidades e não pesa no bolso.

Quanto custa?

O valor do seguro prestamista varia muito de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a idade do segurado. Ou seja, há diferenças entre os seguros para um liquidificador e para uma moto, como também no pagamento de um seguro de uma dívida de três meses e no de outra de 36 meses, ou se o segurado tem 25 ou 70 anos de idade.

Como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes de uma mesma loja, por exemplo, é possível ter um custo bastante reduzido por segurado/cliente. De uma maneira geral, é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo.

A ampla rede de distribuição das empresas varejistas e concessionárias de serviços públicos, entre outros conglomerados do gênero, permite custos menores do seguro prestamista. Hoje, esses canais de venda pulverizada são tão eficientes como os bancos, porque aproveitam o fortalecimento da renda das classes C, D e E, que ocorreu nos últimos anos, para oferecer vários produtos financeiros que antes não eram consumidos por esse segmento da população.

Como em qualquer seguro, o custo está diretamente relacionado ao risco. Assim, um seguro prestamista de tomadores de empréstimos de uma instituição que contrata com a seguradora uma apólice sem limite de idade para adesão será mais caro que um seguro de uma instituição que limita a idade de empréstimos a 70 anos de idade, por exemplo.

Na média geral do mercado, atualmente, o índice de sinistralidade desta modalidade de seguro situa-se em torno de 25%, o que significa que para cada R$ 1,00 que a seguradora recebe ela tem que pagar indenizações de R$ 0,25. O índice é muito inferior ao de outros tipos de seguros, como o de automóveis, que chega a R$ 0,70, em idêntica proporção.

Como surgiu o seguro prestamista?

A necessidade de as instituições de crédito transferirem o risco de sua atividade fim para uma seguradora foi determinante para a criação do seguro prestamista, da mesma forma que motivações semelhantes estão na origem de todos os tipos de seguro. O termo “prestamista” é definido como a pessoa que empresta a juros. Inicialmente, teria sido usado para definir quem vende a prestação.

Dessa forma, o seguro prestamista surgiu para proteger quem vende a crédito, numa definição ampla, que engloba desde quem empresta dinheiro, passando por quem vende um bem financiado, até quem administra os recursos de um grupo, como os consórcios. No Brasil, este seguro teve grande procura nos anos 1970 e 1980, na fase áurea dos consórcios de veículos. Depois foi incorporado aos financiamentos imobiliários, com o nome de MIP – Morte e Invalidez Permanente.

O grande destaque, contudo, ocorreu na fase posterior ao Plano Real (de 1994 em diante), impulsionado pelos financiamentos de veículos e, mais recentemente, pela explosão do crédito consignado. Ante a sua boa aceitação e demanda crescente, o seguro prestamista apresenta diversificações de uso. Por exemplo, uma concessionária de energia elétrica começou a oferecer a seus clientes a contratação de um seguro que garante, por alguns meses, o pagamento da conta de luz, caso ocorra algum imprevisto com o titular, além de cobertura contra riscos de danos residenciais causados por incêndio, raio e explosão.

O “pacote” inclui, ainda, um sorteio mensal de prêmios em dinheiro vivo (em espécie). Os bancos, por sua vez, oferecem o seguro prestamista para operações de crédito consignado e para o cheque especial, entre outros produtos. Nos empréstimos consignados, a apólice geralmente não inclui cobertura para perda de emprego ou renda, já que esse tipo de empréstimo é feito por funcionários públicos ou aposentados.

Se eu atrasar a prestação, o seguro paga?

O seguro prestamista foi desenvolvido para garantir a sua proteção para o risco de pagamentos atrasados (inadimplência) em caso de desemprego involuntário, de incapacidade (mesmo que temporária) para exercer suas atividades, de falecimento ou de invalidez. Dessa forma, a instituição financeira que concedeu o crédito irá receber do seguro o valor da prestação em atraso.

Em que situações o seguro não garante o pagamento de dívidas do segurado?

Existem algumas situações nas quais o risco de inadimplência está excluído. Por exemplo, se você aderir a um programa de demissão incentivada não terá direito à cobertura do seguro. Em relação à incapacidade física de exercer suas atividades, mesmo que temporariamente, você também não terá direito à cobertura do seguro se o afastamento for ocasionado por doença preexistente. No caso de ser uma consumidora, o mesmo critério se aplica em casos de parto ou aborto.

Fonte Infomoney
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Brasil não tem seguro residencial contra enchente

Para seguradoras, serviço é “inviável”; há apenas cobertura contra granizo, vendaval e raio

A lavradora Ernísia da Penha, de 41 anos, viveu um verdadeiro pesadelo em 21 de dezembro do ano passado — poucos dias antes do Natal. Uma forte tempestade de verão atingiu a cidade de Santa Tereza, no Espírito Santo, e um deslizamento de terra destruiu sua casa e seu carro.

Enchentes na região são bastante frequentes por conta dos rios que rodeiam a cidade. No entanto, o acidente foi o primeiro que atingiu a casa de Ernísia. A família Penha foi supreendida na manhã daquele sábado, conta a lavradora.

“Perdi guarda-roupa, sofá, rack e tive o carro bastante danificado. Contrataria um seguro residencial contra esse tipo de ocorrência, mas infelizmente não existe”, destaca Ernísia, que teve de chamar um pedreiro para reformar a garagem de sua casa, destruída pelas árvores que caíram durante o deslizamento.

Os problemas gerados em acidentes como o de Ernísia poderiam ser amenizados com um seguro residencial que cobrisse enchente e deslizamento de terra. Esse tipo de apólice, contudo, não é oferecido porque é “inviável” para as seguradoras, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg).

Os contratos mais completos englobam apenas chuvas com granizos, queda de raios e vendavais — casos em que a probabilidade de ocorrência é incalculável.

De acordo com Luiz Pomarole, vice-presidente da confederação que representa as seguradoras, essas coberturas não são oferecidas porque, na maioria das vezes, o risco é maior. Além disso, o custo seria alto e o serviço só seria contratado por moradores que realmente estão expostos a esse tipo de situação.

“O morador deveria ter preocupação com o local onde ele constrói sua casa. É necessário outro tipo de investimento [como reforma ou mudança], não a contratação de um seguro”, justifica Pomarole.

Casos excepcionais

A Liberty, por exemplo, oferece seguro contra enchente apenas em casos excepcionais, como uma casa que tem baixíssimo risco de ser alagada e, inesperadamente, sofre o acidente. Caso contrário, a cobertura não é oferecida em nenhuma de suas apólices.

“Quem procura seguro contra enchente é apenas quem precisa. Estamos vendo uma política extensiva para esses casos, mas é difícil a apólice ter um custo acessível para todos os consumidores. O gasto para a empresa seria maior que a arrecadação”, destaca Vilma Monteiro, gerente de seguros residenciais da Liberty Seguros.

Na Porto Seguro, a cobertura contra enchente não é oferecida nem em casos excepcionais. Nos contratos mais completos, são oferecidas apenas apólices contra granizo, vendaval e raio.

“É difícil quando o contrato de seguro não tem essa garantia. Por outro lado, se a água entrar no imóvel por conta de vendaval ou outro evento que possa gerar a situação e o consumidor tiver a garantia, deve receber da seguradora”, explica o especialista.

No caso de a seguradora oferecer uma cobertura contra enchente apenas em caso de exceção, o consumidor que se sentir lesado pode acionar a Justiça, afirma a advogada Ana Rita Petraroli, especiasta em seguros.

“Em geral, não há nada que vete a cláusula da exceção, uma vez que ela oferece uma oportunidade a mais para o segurado ser restituído. No entanto, ela é bem arriscada, uma vez que pode beneficiar um, em detrimento de outro”, explica Ana Rita.

Alguns municípios oferecem uma compensação às vítimas de enchentes. Na cidade de São Paulo, moradores que forem atingidos pelas enchentes têm isenção no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) no ano seguinte à ocorrência, segundo a Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico. Na cidade do Rio de Janeiro, o benefício não é oferecido.

Perda irreparável

Se tivesse a opção de contratar um seguro residencial, a confeiteira Larissa Castilho, de 32 anos, não teria de arcar sozinha com o prejuízo de ter perdido todos os móveis, eletrodomésticos e encomendas que havia produzido para o fim de ano na enchente que atingiu sua casa em dezembro de 2013, no Acari, Rio de Janeiro.

“Só de material para produzir meus doces eu perdi R$ 1,5 mil. Recebi doações de amigos e de igrejas para conseguir comprar, pelo menos, micro-ondas e fogão para trabalhar”, recorda Larissa, dona da empresa Doces da Lara.

Até as bonecas de sua filha, Isabella, de 5 anos, foram perdidas na enchente. A água, segundo a confeiteira, atingiu 1,5m. “Graças a Deus tenho meu trabalho para conquistar tudo de novo. Se fosse depender de seguradoras ou do governo para me recuperar, não conseguiria”, afirma Larissa.

São esses os sinistros que têm maior ocorrência no período de verão, afirma Edson Frizzarim, diretor de ramos elementares da Porto Seguro. “Há um aumento de pelo menos 30% na ocorrência de sinistros de danos elétricos e vendavais, principalmente nos Estados das regiões Sul e Sudeste”, calcula o executivo.

Para Antonio Penteado Mendonça, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA) e advogado especialista em mercado segurador, o consumidor tem o direito de entrar com recurso contra a seguradora, caso ela não cubra um acidente com enchente ou deslizamento. As chances de sucesso, contudo, são pequenas.

Fonte IG – Patrícia Basilio
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Saiba como verificar certidões de regularidade de seguradoras e corretores

A Certidão de Regularidade demonstra a situação de seguradoras e corretores perante a Susep. Já a Certidão de Administradores informa quais são os diretores das companhias homologados pela autarquia. Os dois documentos podem ser acessados pela internet e estão disponíveis para consultas publicas.

Para obtê-los, o interessado deve entrar no site www.susep.gov.br, onde encontrará o link “Serviços ao Cidadão”. Depois, basta clicar em “Emissão de Certidões”.

Em seguida, no campo destinado à pesquisa, deve-se digitar o nome da seguradora. O passo seguinte é clicar em “Consultar”. A Susep informa que a busca pode ser feita apenas com parte do nome e também por CNPJ. Pela segunda opção, devem ser digitados somente os números (sem os pontos, traços e a barra).

O resultado deve ser apresentado com uma lista com os nomes das empresas encontradas. Ao clicar no link desejado, a respectiva certidão será aberta em uma nova janela.

Já no caso de pesquisa sobre corretores, todo o processo e modelo de resultados são idênticos aos já mencionados. Segundo a Susep, o sistema funciona também com apenas uma parte do nome do profissional, a partir do link “Clique Aqui para Emitir a Certidão de Corretores”. O levantamento pode ser realizado ainda por meio do “Código Susep”.

Fonte CQCS – Pedro Duarte

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Corretor de seguros está em alta

A possibilidade de ser um profissional autônomo sem fazer grandes investimentos é um dos grandes atrativos da profissão

O mercado de seguros brasileiro encerrou o ano de 2010 com um crescimento de 12,8%, movimentando um total de R$ 137 bilhões. Em 2011, apesar da alta da inflação e dos juros, o setor deve crescer outros 12%, gerando um lucro aproximado de R$ 160 bilhões. Esse cenário positivo coloca em evidência um profissional em ascensão: o corretor de seguros. O Paraná conta com 4.271 dos 66.745 profissionais do Brasil legalmente habilitados para intermediar os contratos de seguro, segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros, Previ­dência, Saúde e Capita­lização (CNSeg). “A figura do corretor é fundamental, pois ele trabalha como um representante do cliente diante da seguradora, e não o contrário”, afirma Ednei Cesar de Andrade, gerente-regional da seguradora Mongeral Aegon.

Corretor há dois anos, Conrado Adão Glock, 43 anos, fez um curso de capacitação na área de seguros para pessoas, que deve crescer 20,35% neste ano, de acordo com dados da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi). Antes de entrar nesse ramo, Glock foi operador de câmbio e microempresário no Ceará. “Minha experiência no mercado financeiro me ajudou a entender melhor o funcionamento do mercado de seguros”, aponta ele. Para aqueles que não possuem experiência, Glock diz acreditar que três ou quatro meses são suficientes para um bom começo na profissão. Ele faz questão de ressaltar que a palavra-chave é dedicação. “A grande diferença é que aqui ninguém me cobra nada”, alerta o corretor, advertindo que, para alguns, a autonomia de trabalho do profissional pode significar um problema, e não uma vantagem.

Requisitos e vantagens

Para quem deseja ingressar na profissão o primeiro passo é obter o título de habilitação de corretor, conferido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Só obtém a habilitação quem é aprovado pela Escola Nacional de Seguros (Funenseg), que oferece cursos de graduação e pós-graduação voltados para a formação e capacitação de profissionais do mercado de seguros. Depois de aprovado, o corretor está apto a atuar como profissional liberal. Outra vantagem é a formação de uma carteira vitalícia de clientes que, segundo a disposição do corretor para fidelizá-los, pode lhe render ganhos frequentes que vão compor a sua renda.

Quando o assunto é a remuneração, Andrade diz que os valores podem variar de R$ 1 mil a R$ 30 mil por mês, dependendo do tempo de serviço e do número de clientes de cada corretor. De acordo com o presidente da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), Robert Bittar, o mercado de seguros vem experimentando um crescimento médio de 13% ao ano, ou seja, bem acima da média do PIB nacional, que é de 4,5%. Em 2010, a participação do setor de seguros no PIB nacional fechou em 3,6% – número que evidencia um grande potencial de crescimento a ser explorado pelas seguradoras e pelos profissionais nos próximos anos. “Só a nova classe média, que representa cerca de 30 milhões de consumidores, constitui um grande mercado em potencial”, destacou Bittar. Para o ele, a dica é buscar a qualificação técnica que exige o mercado, sem esquecer que um bom profissional precisa ter facilidade de relacionamento com as pessoas.

Na página da Funenseg na internet (http://www.funenseg.org.br) é possível checar todos os cursos disponíveis pela instituição, e quais deles estão disponíveis em Curitiba.

Fonte Gazeta do Povo – Cintia Junges
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Corretores que não pagarem a Contribuição Sindical poderão ter complicações

De acordo com a Circular 447/12 da Susep, as empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e resseguros, deverão exigir dos respectivos corretores a comprovação do recolhimento da contribuição ou imposto sindical.

Nesse contexto, deve-se observar que a Circular determina que as seguradoras exijam dos corretores de seguros a comprovação da quitação anual da contribuição.

Segundo informações da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), o tributo que é compulsório, serve para custear o sistema confederativo na defesa dos interesses da categoria, sendo que 20% da arrecadação são destinados ao Ministério do Trabalho e Emprego e integram os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Para conferir as tabelas de cálculo da contribuição Sindical, acesse: http://www.fenacor.com.br/contribuicao-Sindical-2014.asp

Fonte CQCS – Irani Nogueira

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Quando a única saída é contratar o seguro

Está interessado em um imóvel e quer alugar? Sabia que para concluir a locação é necessário estar munido de uma apólice de seguros? Entenda.

O sócio da Pizzo Imobiliária (Salvador-BA), Tiago Barreto, conta que esta é uma obrigação contratual. É solicitado ao cliente que apresente uma apólice de Seguro Residencial. Ele explica que no ato da locação é passado os dados ao locador para que seja confeccionada a apólice.

“Apresentamos ainda uma cotação com valor médio, caso ele tenha interesse em fazer com nossa corretora parceira”, ressalta. Porém, o locatário fica livre para escolher a corretora e a seguradora de sua preferência, “o importante é que no momento de confirmar a contratação do imóvel, seja apresentada a apólice”, acrescenta.

Contratar o seguro é uma via de mão dupla, é bom tanto para o locatário, quanto para o proprietário do imóvel. No caso de um sinistro, pode evitar uma disfunção, referente aos danos causados ao imóvel, como relata Tiago. “O segurador estará coberto contra incêndio, danos elétricos. É um produto que relativamente não é caro. E pode evitar uma dor de cabeça futura”.

Nessa linha, a segurada Rejane Brito, compartilha a sua experiência ao contratar o seguro. Segundo ela, é muito importante contar com essa garantia, “pois além de estar coberta com qualquer acidente causado na casa, posso contar com serviços de assistências 24 horas, sobre danos elétricos, hidráulicos, e em computadores (Help desk)”.

Já a corretora Rita Granja, da Granja Corretora de Seguros (Salvador-BA), enfatiza que geralmente as pessoas não se interessam por seguro residencial, pois acham que é um seguro mais caro devido ao bem segurado. “Eles costumam comparar com o seguro de carro, além de ser um bem que tem baixo índice de sinistralidade”.

Mas, Rejane afirma que vale a pena a contratação. E cita um exemplo, “minha máquina de lavar quebrou, liguei para a seguradora, e ao informar o que ocorreu foi enviado um técnico para avaliar a situação. Comprei as peças solicitadas e o conserto foi gratuito. O serviço é útil, pois evita um custo de mão de obra”, finaliza.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Seguros – Arrecadação do setor cresceu 13% até novembro, diz Siscorp

O mercado de seguros, incluindo os segmentos de previdência e capitalização totalizou R$ 159,163 bilhões em prêmios entre janeiro e novembro de 2013, o que representa alta de 13% ante o mesmo período de 2012, de R$ 140,475 bilhões, conforme relatório da consultoria Siscorp com base nos números da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Quando considerados apenas as apólices de seguros, que somaram R$ 130,652 bilhões, o crescimento foi de 12%, na mesma base de comparação, quando o total foi de R$ 116,172 bilhões.

Na carteira de seguros gerais, a maior expansão, de 52%, foi vista no segmento de seguro rural, cujos prêmios foram a R$ 2,050 bilhões de janeiro a novembro em relação ao mesmo período de 2012. Riscos especiais, que envolvem vários tipos de coberturas como transportes e obras, tiveram alta de 39%. Riscos financeiros e seguro habitacional cresceram 25% e 24%, respectivamente.

O seguro de automóvel continuou com a maior participação na carteira de seguros gerais, de acordo com a Siscorp. A modalidade respondeu por 51,3% do total arrecadado neste segmento ao somar R$ 26,512 bilhões em prêmios até novembro, alta de 19% em relação ao montante visto em igual intervalo de 2012.

O lucro líquido das empresas de seguros, previdência e capitalização ficou em R$ 11,731 bilhões nos 11 primeiros meses de 2013, crescimento de 7% em um ano. Os dez maiores grupos responderam pela maioria do resultado auferido. A Bradesco Seguros apresentou o maior lucro líquido no período, de R$ 3,338 bilhões de janeiro a novembro, montante 9% superior ao registrado em 12 meses.

O Itaú Seguros registrou lucro líquido de R$ 2,754 bilhões até novembro, conforme a Siscorp com base nos dados divulgados pela Susep. A cifra é 21% maior que a registrada em um ano. O BB Mapfre somou montante de R$ 1,647 bilhão, alta de 41%. Já o lucro da Caixa cresceu 40%, para R$ 938 milhões. O lucro líquido da Porto Seguro subiu 11%, para R$ 481 milhões. Na contramão, o resultado da SulAmérica diminuiu 33%, para R$ 215 milhões.

Para 2013, a expectativa da Siscorp é de que a indústria de seguros cresça 12%, alcançando R$ 176,549 bilhões em prêmios.

Fonte DCI
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Consumidor ou freguês: como o corretor trata o seu cliente?

Com a guerra de preços existente no mercado de seguros, e a disputa entre um corretor e outro, algumas atitudes antiéticas são realizadas por alguns profissionais, como explica o corretor Ernes Virgilio Mendes, da Netto Mendes Corretora de Seguros (Piracicaba-SP).

“Quando um cliente chega ao meu escritório, não cobro pela consulta e procuro oferecer sempre o pacote de cobertura mais adequado para seu perfil e necessidades independente do preço”, conta. Porém, alguns corretores, passam a frente, atendem o mesmo cliente e para ganhar a carteira, abaixam o valor da comissão e oferecem o produto mais barato ao cliente.

“Isso é uma concorrência totalmente desleal e antiética. E o grande prejudicado disso tudo é o consumidor que vai comprar um produto mais barato, mas com qualidade inferior. Esse tipo de profissional está tratando o cliente dele como freguês e não como consumidor, que é a maneira correta de ser tratado”, ressalta Mendes.

A disputa por clientes é saudável? Até que ponto você compromete a sua ética para conquistar mais um cliente para sua carteira? O seu cliente é tratado como consumidor ou freguês? Deixe a sua opinião.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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Quais são as diferenças entre os contratos de seguro e de resseguro?

Os dois contratos ? seguro e resseguro ? são independentes juridicamente, embora a existência do último decorra do primeiro. No Brasil e internacionalmente, o segurado da apólice original não participa diretamente do contrato de resseguro, já que a negociação é feita entre segurador e ressegurador.

A operação de seguro é regida por um contrato típico, ou seja, especificado no ordenamento jurídico do país (Código Civil Brasileiro, capítulo XV, artigos 757 ao 802, por exemplo). Por outro lado, o resseguro constitui um contrato atípico, porque não faz parte das normas jurídicas, especialmente quanto às bases concretas de suas cláusulas.

No contrato, segurador e ressegurador determinam as cláusulas que vão prevalecer, a maioria delas em comum acordo, tornando-se o instrumento legal para ambas as partes. Seguradoras e resseguradoras dispõem de equipes de apoio permanentes de juristas e técnicos, além de recursos materiais.

Ambas são empresas profissionais que se relacionam livremente, podendo estabelecer suas bases contratuais. Os critérios e limites dessa atuação livre estão restritos apenas à melhor conveniência, aos bons costumes e à apuração técnica que caracteriza a atividade. A boa-fé objetiva permeia toda a relação, de ambos os lados.

Resseguro: etapas da diluição de grandes riscos

Segurado

É quem repassa para o segurador determinado risco de sua atividade. Contrato de resseguro Documento firmado entre seguradora e resseguradora.

Segurador direto

Assume o risco com total responsabilidade perante o segurado (individual ou pessoa jurídica). Cessão (transferência do risco para o resseguro) Quando o segurador direto não quer ou não pode assumir a totalidade do risco, ?cede? parte dele a uma ou mais resseguradoras.

O segurador direto passa a ser o ?cedente? nessa operação de resseguro.

Retrocessão

É o resseguro do resseguro. Quando o ressegurador não quer assumir totalmente sua parte no risco, ?retrocede? uma fração das responsabilidades que aceitou a outra ou mais resseguradoras, ou mesmo seguradoras, chamadas retrocessionárias. Neste caso, o primeiro ressegurador se torna o retrocedente. Retrocessionária É a resseguradora que assume uma fração da parte do risco que a primeira resseguradora assumiu.

Fonte Infomoney
Fonte http://www.cqcs.com.br/

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Gerente de banco vira corretor de seguros e fatura mais

Após o debate seguro “Ex-bancário quer saber como se tornar corretor de seguros” publicado no CQCS, o corretor Pessoa Física, Paulo Dias de Belo Horizonte-MG, resolveu compartilhar a sua experiência sobre o tema em destaque.

Paulo conta que iniciou sua carreira como gerente de banco, e, ao lidar diariamente com venda de seguros, se motivou para iniciar na profissão de corretor. “Fazíamos muitas operações de venda casada, então eu tinha a ilusão, a principio, de que a carreira de corretor de seguros seria muito fácil”.

Ele conta ter se equivocado com o pensamento. “Tive muita dificuldade no inicio. Foram dois anos penosos para conseguir uma carteira legal”. E destaca, que primeiro é necessário adquirir experiência como preposto ou funcionário de uma corretora grande, conhecer os produtos aos poucos, para depois iniciar na profissão.

Com quase dez anos como corretor de seguros, Paulo trabalha com praticamente todas as carteiras, exceto Saúde, “por ser muito específico”. Para ele é importante trabalhar com todos os segmentos, pois o corretor “está muito focado em Automóvel“, enfatiza ele.

Especialização e diferencial são as palavras chaves para o sucesso, como ressalta Paulo. “O mercado é muito promissor, desde que você fidelize sua carteira. Hoje em dia, praticamente todo mundo está comercializando seguros. Ainda temos a concorrência das cooperativas irregulares. Logo, se você for igual a todos, não sobrevive”, acrescenta.

Para finalizar, ele confessa que se pudesse, teria iniciado a carreira de corretor há muito tempo. “Estou muito feliz nesta profissão. Hoje eu consigo ser mas bem remunerado do que quando era gerente de banco”, conclui.

Fonte CQCS – Crislaine Cambuí

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ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.