Porto Seguro oferece uma nova oportunidade de negócio

Porto Seguro oferece uma nova oportunidade de negócio


Atualmente cerca de 27,5 milhões de veículos não possuem seguro, o que corresponde a 68% da frota de veículos leves do Brasil. Dessa forma, produtos como os rastreadores da Porto Seguro Proteção e Monitoramento são uma alternativa de novos mercados para os corretores. “A Porto Seguro Proteção e Monitoramento, atenta à demanda de mercado e às necessidades dos corretores por mais opções de produtos, oferece o serviço de rastreamento veicular, que tem se mostrado uma alternativa interessante aos clientes que possuem ou não seguro, visto que é uma forma de aumentar a segurança do veículo, com preços competitivos”, conta Fabio Braga, Superintendente da Porto Seguro Proteção e Monitoramento. O sistema de rastreamento é orientado via GPS e o veículo é monitorado por uma central 24 horas, preparada para atender em situações de roubo ou furto, agilizando o processo de localização do veículo. A Porto Seguro Proteção e Monitoramento oferece produtos como o Rastreador Porto Seguro, em que além de acessar as informações do veículo pela internet, o cliente poderá ter desconto nas renovações do seguro e as manutenções do dispositivo rastreador são gratuitas. Já o Rastreador Mais Seguro está disponível para clientes que não possuem seguro auto e que buscam proteção ao seu veículo a um valor competitivo. Além de ter informações sobre a localização e velocidade, conta com cobertura para situações de roubo, furto ou incêndio, que garante a indenização de 100% do valor de tabela Fipe, caso o veículo não seja localizado. Tudo isso sem análise de perfil do condutor, sem burocracia na contratação, e com assistência 24 horas nos serviços emergenciais como socorro mecânico, troca de pneus, chaveiro, guincho e muito mais. “Através da tecnologia de rastreamento, é possível localizar o veículo com amplitude e agilidade através da central de monitoramento 24 horas, possibilitando ainda o acesso a localização, velocidade e percursos do veículo através da internet, bastando para isso ter um dispositivo rastreador instalado”, finaliza Braga.

Fonte CQCS | Livia Montenegro
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/256331/?utm_source=news-13-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=ab0316ce25-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_13&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-ab0316ce25-15123961

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RJ – Violência gera mais fraudes no seguro Auto

RJ – Violência gera mais fraudes no seguro Auto


Em 2016, a cada 13 minutos, um motorista foi vítima de roubo no Rio de Janeiro. Um total de 41.704 ocorrências, o maior em 25 anos, acabou devolvendo ao seguro de automóvel fluminense a posição de mais caro do país. O título foi da vizinha São Paulo nos últimos três anos, como apontam os dados do Instituto de Segurança Pública.

“O principal fator relacionado ao aumento da violência no Rio é a falta de recursos do Governo do Estado para pagar os servidores, estando, entre eles, os policiais”, avalia Jayme Torres, presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ).

Ele também cita os altos índices de desemprego e o aumento das fraudes. “São os chamados fraudadores eventuais. O consumidor comum se vê às voltas com o carnê do carro em atraso, ou ficou desempregado e não está conseguindo vender o seu carro, então ‘desaparece’ com ele para receber da seguradora, como indenização, o valor da FIPE, o que ele não conseguiria no mercado”, explica.

Tudo isso contribui para o aumento do preço do seguro, que chegou a 20% por conta da explosão no número de roubos em diversas regiões do estado. “O problema pulverizou. Niterói, que tinha índices estáveis, hoje apresenta elevação acima da média. A Baixada também. Mesmo regiões como Barra, Ipanema, Copacabana, que tinham os menores índices, começaram a ter elevação acima da média”, contou o vice presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Luiz Pomarole, aos jornais Extra e O Globo.

O local com maior número de roubos foi o bairro de Mesquita, com 5.242 casos, enquanto a região que sofreu maior aumento foi Itaboraí, 116% mais violenta em 2016, com 708 ocorrências. O presidente do CCS-RJ aponta ainda outra consequência negativa da situação: “diante de preços mais altos, os consumidores podem cair na armadilha das associações de proteção veicular, que vendem proteção aos automóveis sem oferecer, de fato, um seguro”, alerta, acrescentando que esse tipo de produto não dá garantia alguma e que o prejuízo só é percebido quando o motorista precisa utilizá-lo.

Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/violencia-gera-mais-fraudes-no-seguro-auto
Fonte Fenacor

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Corretores estão mais otimistas

Corretores estão mais otimistas

Corretores Os corretores de seguros estão mais otimistas neste início de ano. Segundo pesquisa realizada pela Fenacor, no final de janeiro, para calcular o ICSS, indicador mensal que mede o nível de confiança do mercado, 89% dos entrevistados acreditam que o faturamento do setor vai crescer (39%) ou, ao menos, permanecer estável (50%) nos próximos seis meses. Já entre os seguradores e resseguradores, esses percentuais atingiram 25% e 64% e 29% e 42%, respectivamente.

Ainda entre os corretores, 56% acreditam que a rentabilidade do mercado vai se manter no mesmo patamar neste semestre e outros 22% apostam em crescimento, mesmo percentual de quem teme uma queda.

Metade dos seguradores entrevistados acredita que a rentabilidade permanecerá estável e somente 16% apostam em um avanço nos próximos meses.

Quanto ao desempenho da economia brasileira, 88% dos corretores, 93% dos seguradores e 86% dos resseguradores projetam um cenário melhor ou, no mínimo, igual ao que prevalece atualmente, nos próximos seis meses.

O ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil.

Esse indicador é o resultado de três variáveis: ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

Todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor.

Ao todo, aproximadamente 100 executivos de corretoras, seguradoras e resseguradoras são entrevistados em cada oportunidade.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretores-estao-mais-otimistas

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Corretor faz do mercado brasileiro o mais interessante do mundo

Corretor faz do mercado brasileiro o mais interessante do mundo


O corretor de seguros é responsável direto pelo fato de o mercado brasileiro ser visto como o mais interessante do mundo. Aqui, a empresa encontra uma ampla rede de distribuição já pronta. Não existe isso em qualquer outro lugar do planeta. A afirmação foi feita pelo novo presidente da HDI Seguros, Murilo Setti Riedel, ao participar do programa “Bate Bola”, sendo entrevistado pelo diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho.

Segundo ele, a parceira com os corretores de seguros foi um dos pilares do rápido e consistente avanço da HDI no Brasil. A companhia, ainda utilizando a marca Hannover, era uma seguradora pequena, com foco nos riscos industriais, em contas mundiais, e atuação concentrada na Região Sul do Brasil.

Quando os acionistas alemães aceitaram a proposta de expansão da sua operação no País, os corretores de seguros tiveram um papel preponderante no projeto. “Em 2006, compramos a HSBC Seguros, que já tinha presença nacional, embora fosse uma companhia do mesmo porte da HDI. Aproveitamos essa distribuição nacional e a capacidade instalada para abrir filiais em todo o Brasil”, explicou o executivo.

Ele acrescentou que, hoje, a HDI conta com a parceria de cerca de 20 mil corretores de seguros, 1,4 mil funcionários e 72 filais, e contabiliza 4,2 milhões de segurados, 500 mil residências protegidas. “Somos a 5ª seguradora do ranking. A gente olha isso e sente orgulho, muita energia e alegria”, comentou Murilo Riedel.

Para o presidente da HSI, essa sinergia com os corretores será ainda mais essencial em 2017, ano que, na visão dele, será repleto de “desafios complicados”, com pouca possibilidade de recuperação na indústria automobilística, desemprego ainda em alta e falta de crédito.

Riedel advertiu que, nesse contexto, será preciso “trabalhar mais, fazer ajustes internos, aumentar a produtividade e a eficiência e investir forte na informatização” para superar os obstáculos que virão pela frente. “Será preciso um esforço adicional de trabalho, investimento e muito esforço”, observou.

Ele disse ainda que o corretor deve mesmo buscar a diversificação para manter seu espaço no mercado. Contudo, lembrou que a diversificação, apontada por muitos como a solução para todos os problemas da categoria, nem sempre é “tão simples”.

De acordo com o presidente da HDI, para diversificar com sucesso, é preciso conhecer muito bem a operação, como a maioria dos corretores conhece no caso da carteira de automóveis. “No ramo auto, o nível de conhecimento é impressionante. Por isso, entendo que não é tão simples a diversificação. Isso requer de todas as partes preparo e investimento”, concluiu.

Fonte: CQCS

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Cabe ao corretor definir quanto vai ganhar

Cabe ao corretor definir quanto vai ganhar


Em mais uma edição do “Pare e Pense”, o diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, aborda o tema “Comissão Mínima, quem deve determinar o ganho do corretor?”. Segundo ele, é importante que o corretor de seguros reflita bem sobre essa questão para avaliar, principalmente, se vale mesmo a pena ter um piso de comissionamento estabelecido por lei. “Quem determina o seu ganho é o corretor, não a legislação. Preço baixo não cria vínculo. Se o corretor fizer a cobertura adequada, o segurado certamente vai lembrar-se dele, no momento da renovação”, adverte Gustavo Doria.

Ele acrescenta que não há razão para alguns corretores insistirem nessa questão. Doria lembra, inclusive, que, na época das tarifas únicas, os prêmios eram determinados pelo IRB. Todo mundo sabia quanto cada seguro ia custar.

Além disso, a comissão era limitada, mas o corretor ganhava adicionais. E muitos profissionais devolviam dinheiro para clientes, o chamado “por fora”.

Na avaliação de Doria, essa situação pode retornar com a comissão mínima. “Baratinho nunca foi sinônimo de qualidade. É preciso lembrar ao segurado que o que ele está protegendo com o seguro vale muito mais que uma economia de R$ 10,00 ou R$ 100,00. Não é melhor buscar quem pode pagar pelos seus serviços de qualidade”, questiona.

Para Gustavo Doria, a comissão mínima não garante o segurado que não tem escrúpulos, que aceita dinheiro por fora. “Pare e pense: quem vai determinar quanto vai ganhar é você, corretor”, conclui.

Fonte: CQCS

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Corretor tem nova opção para superar a queda nas vendas

Corretor tem nova opção para superar a queda nas vendas

seguro_carro
seguro-carroO corretor de seguros tem mais uma boa opção para enfrentar, e vencer, a queda na comercialização de seguros de veículos, provocada pela instabilidade na economia e a consequente retração das vendas de carros novos. Trata-se de um seguro que pode ser até 50% mais barato que as apólices tradicionais, mesmo oferecendo um amplo leque de coberturas e serviços ao segurado.

O Auto Roubo + Rastreador, desenvolvido pela Tokio Marine, já pode ser comercializado a partir desta terça-feira (27/09). O produto oferece vantagens como cobertura básica para furto, roubo e incêndio, além de assistência 24 horas e a instalação em comodato gratuita do rastreador.

Outra novidade que pode ajudar o corretor no processo de venda do produto, é a possibilidade de inclusão de cobertura para terceiros – responsabilidade civil danos materiais e corporais – vidros, carro reserva e todas as demais coberturas e serviços de seguro Auto. “Com este produto, vamos ampliar significativamente as oportunidades de negócios dos profissionais que comercializam nossos seguros e suprir as necessidades da parcela de consumidores que não contratam seguro porque não encontram preços acessíveis”, afirma o diretor de Automóvel da companhia, Luiz Padial, acrescentando que a Tokio Marine é a primeira grande seguradora a “oferecer um seguro de qualidade com rastreador, em vez de um rastreador com seguro.

Ele destaca ainda o fato de o seguro ser pago em até seis vezes sem juros ou 12 parcelas fixas.

O otimismo quanto ao sucesso de vendas do produto gera a expectativa de que, em três anos, o novo seguro responda por até 10% da receita total apurada na carteira de Auto.

Para o corretor, a Seguradora também oferece outras opções de produtos, cuja cotação pode ser feita por meio do Cotador Tokio Marine Auto – CTA. São elas: Tokio Marine Auto e Tokio Marine Auto Clássico.

A companhia também possibilita comissão flexível e preços mais competitivos e atraentes aos seus parceiros e clientes.

A Tokio Marine tem 1,2 milhão de veículos segurados e registrou R$ 1,1 bilhão em produção no primeiro semestre. Com esses números, o Market share da seguradora passou de 6,8% para 7,3%. “Atribuímos esse desempenho ao nosso foco na qualidade dos produtos e serviços, à flexibilidade dos seguros Tokio Marine e ao apoio dos mais de 20 mil corretores que trabalham conosco”, diz o executivo.

Não por acaso, há quatro anos consecutivos, considerando o intervalo entre 2012 e 2015, a Tokio Marine é a companhia que mais cresce em seguro Automóvel entre as dez maiores do setor. Em 2015, por exemplo, a companhia cresceu 19,3% nesse segmento, enquanto o mercado avançou 2,8%.

De acordo com Padial, a seguradora deve fechar o ano com um crescimento entre 5% e 6% em relação ao ano passado, mantendo o melhor desempenho entre as congêneres.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-tem-nova-opcao-para-superar-queda-nas-vendas/?utm_source=news-28-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Seguros baratos estão em alta

Seguros baratos estão em alta


Alternativas de proteção com mensalidades de até R$ 20 ganham espaço no Brasil. As voltadas para quitar dívidas com escolas, em caso de problemas, têm forte expansão

Diante do encolhimento da renda das famílias, produtos de baixo custo, que têm como apelo a proteção contra o desemprego, ganham força e escapam da crise, surfando na direção contrária. Entre janeiro e junho, o seguro educacional, que tem parcelas entre R$ 10 e R$ 20, em média, e promete quitar a mensalidade escolar em caso de desemprego, cresceu quase 80% frente igual período de 2015. No período, a arrecadação do setor saltou de R$ 12,3 milhões para R$ 22 milhões, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O produto atinge de creches ao ensino superior e prevê também outras coberturas, como festa de formatura e até aulas particulares em caso de o estudante adoecer.

As escolas particulares estimam que em Minas Gerais o número de alunos na rede deve encolher entre 4% e 6% em 2017 em razão da crise econômica vivida pelo país. É esse cenário que motiva a contratação dos seguros voltados para a educação. No entanto, a Proteste Associação de Consumidores, alerta que é importante ter cuidado com o bombardeio de ofertas.

Para se proteger, o consumidor deve analisar o peso da parcela em seu orçamento e quais coberturas são de fato relevantes para sua rotina. O coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, também reforça que ler e entender o conteúdo da apólice é o primeiro passo antes de assinar um contrato. E ele reforça que os produtos não devem ser empurrados ou ter a compra forçada. “Entendemos que a venda obrigatória, quando o seguro já vem incluído na mensalidade escolar, é abusiva. Em caso de inadimplência, a escola pode executar o contrato e não obrigar a compra de um seguro, que deve ser de livre escolha e adesão do consumidor”, alerta.

BONS VENTOS

Em Belo Horizonte os seguros de educação estão concentrados nas escolas de maior porte. A sócia-diretora da BHR Corretora de Seguros, Regina Coeli, acredita que o produto tem horizonte favorável para crescer. O valor hoje, de R$ 15 em média, do seguro, segundo ela, pode ficar menor com a massificação e contar a favor da adesão das famílias. Segundo a especialista em seguros, a modalidade é ampla e pode cobrir o pagamento de toda a vida escolar da criança ou a faculdade, no caso de morte do responsável financeiro – que não pode ter mais de 70 anos. “Essa é uma modalidade vantajosa para o consumidor. Existem coberturas mais amplas, que vão além do desemprego, mas o brasileiro ainda não desenvolveu essa cultura.”

A estudante de medicina Mônica Prado, de 27 anos, diz que adquiriu um seguro em sua faculdade para proteção no caso de estágios feitos fora da escola. No entanto, ela não tem mais informações sobre o seguro educacional. Segundo Regina Coeli, ao aderir ao seguro escolar o consumidor deve avaliar a amplitude das coberturas, algumas são reduzidas e cobrem apenas de três a seis mensalidades, em caso de desemprego. Outras são mais amplas e atingem toda a vida escolar.

Há opções como cobertura básica, que abrange somente a série atual que o aluno está cursando. A apólice pode cobrir ainda todo o ciclo escolar ou do primeiro ao último ciclo oferecidos pela instituição de ensino. Não há limite quanto ao prazo de cobertura em caso de morte ou invalidez do responsável financeiro. Na hipótese de perda de renda ou desemprego, a apólice cobre de três a seis mensalidades escolares.

Para que servem?

Seguro para prestações: É contratado quando o consumidor faz um financiamento, empréstimo ou para quitar parcelas de dívidas de cartão de crédito, crediário e cheque especial em caso de desemprego (exceto justa causa), invalidez, incapacidade física ou até mesmo morte. Seguros educacionais: São úteis para quitar a mensalidade escolar da série atual que o aluno está cursando ou ainda todo o ciclo escolar oferecido pela instituição de ensino.

Quando a dívida é quitada? >> No seguro de prestações, a quitação da dívida é total em caso de morte e invalidez permanente. No entanto, em caso de desemprego involuntário, geralmente são quitadas no máximo seis parcelas. E pode haver carência >> No seguro escolar, mensalidades são quitadas em caso de desemprego involuntário e também morte ou invalidez. O número de parcelas vai depender de cada contrato.

O que o seguro não cobre? >> As exclusões mais comuns nesse tipo de produto são o desemprego voluntário, ou seja, caso você peça demissão não terá direito à quitação das parcelas do seguro. >> Também não há cobertura para morte decorrente de doenças preexistentes (de conhecimento do segurado) que não tenham sido declaradas na proposta de adesão; ou para suicídio quando ocorrido dentro dos primeiros dois anos de vigência do seguro. >> Fique atento às carências exigidas, aos prazos e documentos para reivindicar a indenização.

Qual o valor do seguro?

>> Educacional: em média, 1% do valor da mensalidade da escola. >> Prestamista: pode custar menos de R$ 10, mas quando a parcela é maior, geralmente para cada R$ 10 mil, a mensalidade varia entre R$ 40 e R$ 70.

Fonte em.com.br
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/seguros-baratos-estao-em-alta/?utm_source=news-26-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Monopólio do Corretor de Seguros provoca reflexão e encanta

Monopólio do Corretor de Seguros provoca reflexão e encanta

Uma atenta e participativa plateia coroou de êxito a primeira versão da palestra “O Monopólio do Corretor de Seguros”, que o diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, apresentou durante a 10ª edição do Ecos, promovida pelo Sincor-PR, na cidade de Cascavel.

Patrocinada pela Bradesco Seguros, a palestra, que é baseada no livro De Zero a Um – o que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício”, de Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, como o Facebook e o Google, foi muito elogiada pelos Corretores de Seguros presentes, que deixaram o local do evento com ensinamentos que podem se colocados em prática no seu dia a dia profissional.

Foi o caso de Carlos Tiem, profissional de Cascavel, que destacou o fato de Gustavo Doria ser do mercado e conhecer bem os anseios e necessidades do corretor de seguros. “A apresentação foi muito boa. Trouxe ensinamentos relevantes sobre a valorização profissional. Essa motivação é muito importante para todos nós”, destacou.

A mesma sensação de que “valeu a pena” teve o corretor Jurandir Leite. Para ele, a apresentação “foi excepcional” e ajudará muito os profissionais que participaram do evento. Leite destacou, particularmente, o comportamento da plateia. “Todos os presentes ficaram muito atentos. Para nós, foi muito importante a forma como a palestra foi apresentada, com muitas informações sobre assuntos pertinentes neste momento, servindo para que a gente fique de olhos aberto. O envolvimento foi total”, frisou.

O presidente do Sincor-PR, José Antonio de Castro, também gostou do que viu na palestra. Segundo ele, foi compensador a forma como a plateia se comportou. “Houve uma total interação nos aspectos debatidos. O Gustavo Doria mexeu com a plateia e fez pensar sobre o que o corretor deve fazer para evoluir, mudar de atitude e crescer”, acentuou.

O palestrante também ficou satisfeito com o resultado obtido. Para Gustavo Doria, foi muito importante realizar essa palestra para um pblico questionador e participativo. “Creio que deixei uma semente dos pontos principais que podem ajudar na perpetuidade dos Corretores de Seguros, observou Doria.

Na palestra, Gustavo Doria se inspirou na teoria desenvolvida por Peter Thiel por identificar vários pontos em comum com a trajetória do corretor de seguros. “O Corretor é o monopolista da distribuição de seguros, o inventor a distribuição de seguros no Brasil. O Corretor é o responsável por haver toda essa enorme frota segurada no País, quem difundiu o seguro no Brasil foi o corretor de seguros”, frisou o diretor do CQCS.

Para ele, os outros canais que surgem agora, como o canal eletrônico, a venda direta, as lojas de departamento e até os bancos são “replicadores do modelo do corretor de seguros”.

Gustavo Doria acredita que será possível difundir a palestra em 2017. “Espero que muita gente se interesse e que haja muitos convites para muitas praças. Na verdade, o que a gente busca aqui é perpetuar o corretor de seguros como o grande distribuidor de seguros e protetor da sociedade brasileira”, ressaltou.

A Bradesco Seguros patrocina Gustavo Doria neste novo road show, que será levado a várias praças, começando pelo Paraná e, em seguida, o Rio Grande do Sul.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretores-elogiam-palestra-de-gustavo-doria-filho/?utm_source=news-26-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Corretor deve “blindar” seu relacionamento com o cliente

Corretor deve “blindar” seu relacionamento com o cliente


O maior investimento que o Corretor de Seguros deve fazer é no relacionamento com o cliente. O conselho partiu do presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, para quem a categoria deve ficar atenta à ampliação de canais que podem trazer tanto riscos quanto oportunidades, como a internet e a tecnologia. “É fundamental para o Corretor se mostrar como uma referência para o cliente, oferecendo os produtos mais adequados, que possam garantir a fidelização do consumidor”, observou Portella em entrevista exclusiva ao CQCS.

Ele acrescentou que, nesse contexto, “todos os tipos de produtos cabem para fortalecer esse relacionamento”. Daí, a importância dos treinamentos oferecidos pela SulAmérica, que permitem aos seus parceiros aumentar os negócios em ramos que normalmente não operavam. “Essa é a melhor resposta que temos”, frisou o executivo.

O presidente da SulAmérica disse ainda que a companhia manteve, no primeiro semestre, lucro e receita em patamares superiores aos registrados no mesmo período do ano passado.

Ele destacou também que, apesar do momento difícil que a economia brasileira atravessa, a SulAmérica não demitiu, nem desativou investimentos. “Pelo contrário, não nos desesperamos, vimos oportunidades a conquistar e reforçamos nossos planos, preparando a companhia para o momento em que o país vai começar a reagir”, observou.

Para Gabriel Portella, a retomada do crescimento da economia virá “daqui a pouco” e não há razão para mudar o ritmo de atuação da companhia, com uma postura ainda mais cuidadosa e disciplinada. “O Brasil vai voltar a crescer, embora lentamente. Mudanças estruturais precisam ser feitas, mas o País vai se recuperar”, concluiu.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-deve-blindar-seu-relacionamento-com-o-cliente/?utm_source=news-21-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Programa “Porteiro Amigo do Idoso”, do Grupo Bradesco Seguros, inicia 100ª turma

Programa “Porteiro Amigo do Idoso”, do Grupo Bradesco Seguros, inicia 100ª turma

Iniciativa pioneira, que já capacitou mais de 2 mil profissionais de portaria, chega esta semana a Santos

Começou hoje, na cidade de São Paulo, a 100ª turma do programa “Porteiro Amigo do Idoso”, iniciativa pioneira do Grupo Bradesco Seguros que visa a capacitar profissionais de portaria a oferecer soluções e cuidados adequados às necessidades de moradores idosos. Com metodologia de ensino desenvolvida pelo Senac RJ, as aulas – inteiramente gratuitas – serão realizadas no bairro República, na sede da corretora Vila Velha. Ainda nesta terça, o município de Santos – cuja população de idosos equivale a 19% do total, segundo o IBGE – recebe a primeira turma do programa. Ambas as turmas acontecem nos dias 20, 21 e 22 de setembro.

Criado em 2010, a partir de pesquisa realizada pelo Grupo Bradesco Seguros com cidadãos longevos do bairro de Copacabana, que apontou o porteiro como o “melhor amigo do idoso”, o programa “Porteiro Amigo do Idoso” está presente nos principais centros urbanos dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, somando mais de 2 mil profissionais capacitados. Na capital paulista, já foram capacitados cerca de 500 porteiros e 750 no estado, incluindo as cidades de Campinas, Ribeirão Preto e Santo André.

A metodologia de ensino inclui uma vivência para que os alunos aprendam a se colocar no lugar dos idosos. Óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, são utilizados de forma que os porteiros sintam as limitações da idade e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos. Para participar do programa, o porteiro deve estar autorizado pelo síndico.

De acordo com o último censo demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, a população de idosos no Brasil (65 anos ou mais) era de aproximadamente 20 milhões de indivíduos, equivalente a cerca de 10% do total. Até 2050, a estimativa é que esse universo triplique, o que significa que, para cada grupo de dez pessoas, três serão idosas.

São Paulo

Lançado há seis anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, o programa chegou, dois anos mais tarde, ao bairro de Higienópolis, em São Paulo. Em 2015, o programa foi expandido para o interior paulista, Minas Gerais – em Belo Horizonte e Betim – e Espírito Santo, nas cidades de Vitória e Vila Velha. Este ano, além de Ribeirão Preto, o interior do estado inclui, pela primeira vez, a cidade de Santos, que receberá três turmas entre setembro e novembro.

— Com a extensão das aulas a novos bairros e cidades, o programa “Porteiro Amigo do Idoso” passa a atingir os principais centros urbanos da Região Sudeste, colaborando para que os porteiros se tornem ainda mais amigos dos idosos e possam entender o processo de envelhecimento em todos os seus aspectos — explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

O programafaz parte de uma série de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o objetivo de difundir a importância da prática regular de exercícios físicos, adoção de hábitos saudáveis e difusão de conhecimento sobre envelhecimento ativo, como pilares para a conquista da longevidade com saúde, qualidade de vida e bem-estar.

O “Porteiro Amigo do Idoso” foi desenvolvido pelo Grupo Bradesco Seguros, sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, Kalache é consultor do Grupo Segurador para questões relacionadas à longevidade.

Pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) com os participantes do curso revelou que 86% tiveram suas expectativas superadas, 92% avaliaram o programa “Porteiro Amigo do Idoso” como ótimo e 92% o recomendariam a outros profissionais.

Fonte http://jrscomunicacao.com/2016/09/21/programa-porteiro-amigo-do-idoso-do-grupo-bradesco-seguros-inicia-100a-turma/

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Itaú Unibanco vende área de seguros de vida em grupo para Prudential

Itaú Unibanco vende área de seguros de vida em grupo para Prudential

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Operação teve prêmios líquidos de cerca de R$ 465 milhões em 2015.

Banco havia reduzido expectativa de crescimento de receitas com ramo.

O Itaú Unibanco anunciou nesta segunda-feira (19) a venda da totalidade de suas operações com seguro de vida em grupo para a subsidiária brasileira da Prudential, em um negócio que não teve valor revelado.
O maior banco privado do país informou que a venda dos negócios de seguro de vida em grupo não terá impacto contábil relevante nos resultados do grupo em 2016.
A operação de seguros de vida em grupo do Itaú Unibanco teve prêmios líquidos de cerca de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.
“A alienação dessa operação reitera a estratégia do Itaú Unibanco de focar em seguros massificados, tipicamente relacionados ao varejo bancário”, afirmou o grupo financeiro.
A conclusão da venda está sujeita a “cumprimento de determinadas condições previstas” no contrato e autorizações regulatórias.
No início de agosto, o Itaú Unibanco reduziu a expectativa para o crescimento das receitas com serviços e resultado de seguros, que caiu para 4 a 7% ante estimativa de alta de 6 a 9%.

Fonte http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/09/itau-unibanco-vende-area-de-seguros-de-vida-em-grupo-para-prudential-20160919093004506065.html
Da Reuters

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Seguradora lança campanha nacional para Corretores

Seguradora lança campanha nacional para Corretores


Para incentivar os corretores, a Porto Seguro lançou uma campanha para seu produto Residência. Com o tema “Casa com seu Sonho”, os corretores participantes poderão acumular pontos para troca por prêmios, e ao final da campanha, o vencedor de cada região ganhará um prêmio especial, uma viagem. A campanha começou dia 1º de março e vai até o dia até 31 de maio. Os corretores devem fazer o cadastro no site www.casacomseusonho.com.

De acordo com Jarbas Medeiros, superintendente de Ramos Elementares, o objetivo da campanha é incentivar, reconhecer e premiar os corretores que ampliarem os negócios em suas carteiras com o seguro Residencial. “Esse tipo de seguro ainda não é um hábito comum entre os brasileiros, mas tende a se tornar uma tendência entre os proprietários de imóveis que veem como um benefício que vai muito além da proteção dos aparelhos domésticos e cobertura de incêndio. Por isso, acreditamos que o produto possui um grande potencial de vendas”, afirma.

Seguro residencial

Com o objetivo de proporcionar proteção a patrimônios residenciais, a Porto Seguro desenvolveu produtos com coberturas que vão de básicas as mais completas, desde danos elétricos, incêndio e roubo até responsabilidade civil. Os produtos também oferecem vários serviços emergenciais gratuitos. Além disso, os segurados contam com um portal de benefícios, o Clube Porto Seguro (www.clubeportoseguro.com.br) para descontos em diversas lojas, restaurantes, cinemas e teatros.

Fonte: CQCS
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-lanca-campanha-nacional-para-corretores/?utm_source=news-08-03-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Quadrilha é presa por aplicar “golpe do seguro” em carros no Vale do Sinos

Quadrilha é presa por aplicar “golpe do seguro” em carros no Vale do Sinos


Fonte ClicRBS | Blog Caso de Polícia | Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil realizada nesta semana prendeu sete pessoas e encontrou oito carros em processo de desmanche no Vale do Sinos. A suspeita é que a quadrilha aplicava golpe do seguro em carros financiados.

A primeira ação aconteceu na segunda-feira (15), quando quatro pessoas foram presas desmanchando um carro em São Leopoldo. Um dos presos inclusive era o dono do veículo que seria roubado. Conforme a investigação, ele iria registrar ocorrência depois para acionar o seguro.

A Polícia conseguiu rastrear onde as peças eram levadas, no município de Portão, e realizam abordagem na tarde desta quinta-feira (18). No local, seis veículos já cortados foram localizados, todos eles com financiamento. Uma Tiguan roubada também foi localizada.

O Delegado Rodrigo Zucco, responsável pela investigação, os fatos levam a crer que existe um golpe contra seguradoras e financeiras. “Eles paravam de pagar o financiamento, entregavam para o desmanche e depois registravam ocorrência”, explicou Zucco.

Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/quadrilha-e-presa-por-aplicar-golpe-do-seguro-em-carros-no-vale-do-sinos/?utm_source=news-19-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Seguradora deve ressarcir motorista

Seguradora deve ressarcir motorista

O motorista que teve o automóvel invadido pela água ou atingido por estrutura levada pelo vento tem direito de ser ressarcido pela seguradora, segundo afirma o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor). Em Mogi das Cruzes, o temporal da última segunda-feira derrubou 15 árvores – pelo menos três caíram em cima de carros – e deixou vários pontos de alagamentos na Cidade. Ontem o cenário se repetiu em alguns pontos.

Segundo o corretor Wilton Nogueira, membro da Comissão de Interesses do Corretor do Sincor-SP e ex-presidente do escritório, o seguro básico para automóvel cobre colisão, incêndio, roubo, alagamento ou qualquer prejuízo causado pela força da natureza. Entretanto, geralmente a seguradora realiza uma investigação para apurar se o acidente aconteceu por uma fatalidade ou se foi facilitado pelo motorista.

O diretor da regional do Sincor no Alto Tietê, Fábio Ferreira Mattos, explica que virou regra entre as seguradoras a cobertura de danos causados por intercorrências da natureza. Entretanto, ele afirma que é muito importante ao segurado prestar atenção no contrato – para saber da existência de cláusulas exclusivas.

O coordenador da Comissão de Automóvel do Sincor-SP, Salvador Edison Jacintho, explica que a principal negativa de sinistros é o “calço hidráulico”, enchimento da câmara de componentes internos do motor. Isso pode indicar que o segurado assumiu o risco de trafegar com o carro por uma rua alagada, por exemplo. É diferente de quando o veículo estava estacionado e foi atingido pela enchente.

As regras também valem para seguro de imóveis. Entretanto, o próprio Sincor-SP mapeou pontos no Estado de São Paulo com risco de inundações e deslizamentos de terra. Mogi das cruzes tem destaque na lista, com 38 áreas mapeadas. Campinas tem 36 áreas de risco, já o Litoral Norte aparece com 100 pontos de inundações e Sorocaba com 88. Nessas regiões, o seguro residencial pode – e geralmente isso acontece – excluir a cláusula de alagamentos.

Fonte O Diário de Mogi
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-deve-ressarcir-motorista/?utm_source=news-19-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Corretor de Seguros: Aumente seus ganhos

Corretor de Seguros: Aumente seus ganhos


Líder no segmento de segmento de assistência odontológica no mercado brasileiro, a OdontoPrev tem atualmente mais de 6,3 milhões de beneficiários e cerca de 80 mil empresas clientes, oferecendo soluções completas para todos os segmentos de atuação: grandes, médias e pequenas companhias, e planos individuais. Sua rede de cirurgiões-dentistas é integrada por mais de 25 mil credenciados, alcançando cerca de 2,2 mil municípios em todos os estados do país. O grupo é composto por várias marcas, reunidas em um modelo único de gestão (Rede UNNA). Todas as modalidades permitem livre escolha de prestadores de serviços com reembolso das despesas e procedimentos cobertos, de acordo com o plano contratado, como diferencial em relação ao mercado. Reconhecida pela qualidade no atendimento, se enquadra na faixa mais elevada de avaliação no IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) entre as operadoras com mais de 100.000 beneficiário.

Sob a marca Bradesco Dental, o corretor possui à sua disposição uma linha completa de produtos para empresas, a partir de três beneficiários, bem como para pessoas física que podem adquirir um produto sem coparticipação, com duas modalidades de pagamento mensal ou anual (desconto de duas parcelas) e livre escolha com reembolso das despesas cobertas de acordo com a modalidade contratada.

No caso dos planos destinados ao segmento de empresas (Bradesco Dental SPG e Empresarial) um importante diferencial é a possibilidade de contratação do plano de forma conjugada ao produto Saúde, o que possibilita ganhos de produtividade como movimentação cadastral e atendimento unificados, uma única carteirinha de identificação, além de um desconto no momento da contratação. Os produtos oferecidos são de fácil contratação e utilização em âmbito nacional. No Bradesco Dental SPG, de 3 a 199 beneficiários, são duas opções de contratação de acordo com a necessidade da empresa: o ‘Plano Padrão e o ‘Premium Top’ e no Bradesco Dental Empresarial, são ofertados 6 modalidades de planos diferentes, possibilidade de inclusão de coparticipação, múltiplos níveis de reembolso, modalidades de contratação de acordo com a quantidade de funcionários, além de vários outros benefícios no gerenciamento do plano.

O plano odontológico é um produto que pode ser trabalhado com total apoio de nossa equipe de profissionais com grande experiência na comercialização desse tipo de produto, apoiando todo o processo de negociação, desde a visita inicial até o fechamento do negócio, além de subsidiar o profissional de seguros com apresentações, informações de mercado, comparativos, treinamentos e materiais de comunicação entre outras ferramentas, possibilitando dessa oferecer uma opção moderna e eficiente em termos de venda e fidelização o que pode representar um aumento de ganhos ao longo do ciclo de vida de seu cliente.

Para saber mais sobre o Bradesco Dental acesse http://www.bradescodental.com.br/portal/home.do

Fonte: CQCS – https://www.youtube.com/watch?v=l4pE9-_gL88&index=18&list=RDMx5Iq0LTYw0

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Conheça o novo e promissor nicho de mercado para o corretor de seguros

Conheça o novo e promissor nicho de mercado para o corretor de seguros

A Susep prorrogou para 1º de março (terça-feira) o prazo final para o envio de críticas e sugestões relacionadas à minuta de resolução do CNSP que irá regulamentar o seguro de vida universal. O texto da minuta está disponível no site www.susep.gov.br.

A norma trará um novo e promissor nicho de mercado para o corretor de seguros, uma vez que esse produto é muito comum e bastante popular nos países desenvolvidos, por oferecer uma série de atrativos para os segurados, que vão muito além da simples cobertura por morte.

Entre as novidades propostas pela Susep consta a possibilidade de o segurado ter direito a participação nos resultados apurados com as aplicações financeiras dos valores referentes às reservas.

Deverá ser estabelecido também um critério de atualização de valores, com base na regulação específica em vigor.

A atualização anual dos capitais segurados e prêmios será aplicada ao capital segurado e prêmio regular ou ao capital segurado de risco e prêmio de risco, dependendo da modalidade de seguro de vida universal contratada pelo segurado.

A seguradora poderá cobrar carregamento para fazer face às despesas administrativas e de comercialização, ficando vedada, contudo, a cobrança de inscrição e quaisquer outros encargos ou comissões incidentes sobre o valor dos prêmios, inclusive a título de intermediação.

O carregamento poderá ser cobrado: no pagamento dos prêmios regulares, extraordinários ou, alternativamente, prêmios de risco, líquidos de impostos, quando houver ou no resgate ou na portabilidade de recursos, calculado proporcionalmente ao saldo do valor nominal dos prêmios pagos, contido no montante resgatado ou portado.

O texto estabelece ainda que os planos de Seguro de Vida Universal somente poderão ser estruturados com uma ou mais coberturas de risco, sendo vedado o oferecimento de cobertura por sobrevivência.

Esses planos devem oferecer, no mínimo, a cobertura de Morte por Causas Naturais ou Acidentais.

Todos os valores do plano deverão ser expressos em moeda corrente nacional, sendo vedada a utilização de unidade monetária de qualquer outra natureza.

O capital segurado de cada uma das coberturas do plano será composto pela soma do capital segurado de risco com o capital segurado de acumulação.

A seguradora, quando da elaboração do plano, deverá optar por uma das duas modalidades de seguro. Na primeira, o capital segurado de risco é recalculado ao longo da vigência do seguro, em função da evolução do capital segurado de acumulação, com o objetivo de que a soma de ambas as parcelas de capital se mantenha equivalente ao valor do capital segurado inicial.

Na outra, o capital segurado é variável ao longo da vigência do seguro e igual à soma do capital segurado de acumulação e do capital segurado de risco, este último, igual ao capital segurado inicial.

O segurado poderá solicitar formalmente, durante o prazo de vigência da apólice, a alteração do valor do capital segurado inicial, podendo a solicitação ser aceita, ou não, pela seguradora, observadas as disposições das condições gerais e, quando for o caso, das condições especiais.

A seguradora deverá, quando for o caso, descontar, da indenização a ser paga, a quantia necessária à quitação do saldo devedor de assistência financeira concedida ao segurado, além do imposto de renda eventualmente devido.

Na ocorrência de evento coberto durante o prazo de tolerância, a seguradora poderá abater do valor da indenização a quantia correspondente ao prêmio de risco que deixou de ser pago.

Os procedimentos e o prazo para pagamento da indenização deverão constar nas condições gerais e, quando for o caso, nas condições especiais, com especificação dos documentos a serem apresentados à seguradora para cada tipo de cobertura, sendo a ela facultado, no caso de dúvida fundada e justificável, solicitar documentação e/ou informação complementar.

O prazo para pagamento da indenização devida é de, no máximo, trinta dias, contados a partir da data de entrega à seguradora de todos os documentos previstos nas condições gerais e, quando for o caso, nas condições especiais.

Os planos de seguro deverão, obrigatoriamente, ter prazo de vigência maior ou igual a cinco anos completos, sendo vedada a renovação de apólice de seguro de vida universal.

Esses planos devem oferecer, no mínimo, a cobertura de Morte por Causas Naturais ou Acidentais.

Fonte: CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/conheca-o-novo-e-promissor-nicho-de-mercado-para-o-corretor/?utm_source=news-16-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Proibição sobre a venda de seguros em sites sofre novo revés

Proibição sobre a venda de seguros em sites sofre novo revés

 

A tramitação do projeto de lei que proíbe a venda de serviços como seguros nos sites oficiais das companhias aéreas, de autoria do deputado Roberto Alves (PRB-SP), teve nova reviravolta na Câmara, após a relatora, deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ), ter apresentado, no final do ano passado, parecer pela rejeição da proposta, alegando que a Constituição brasileira “abriga tanto a livre concorrência e quanto a defesa do consumidor, de forma que a liberdade concorrencial entre as empresas de um determinado mercado não seja empecilho ao exercício dos direitos dos consumidores e vice-versa”.

Isso porque o deputado Ronaldo Martins (PRB-CE) apresentou voto em separado, na Comissão de Viação e Transportes, onde a proposta tramita agora, defendendo a aprovação do projeto. “É um importante instrumento para assegurar ao consumidor condições de utilização adequada dos mecanismos oferecidos on line sem serem confundidos pelas companhias. Bastam digitarmos o endereço eletrônico de uma companhia aérea para comprovarmos a permanência de banners, popups, janelas e links de oferta de aquisição de seguros, locações de veículos, reservas em hotéis ou pacotes turísticos, prejudicando o entendimento do consumidor no que tange ao negócio principal em exercício pelas companhias, o transporte aéreo de passageiros em voos comerciais”, argumenta o parlamentar.

Segundo ele, nesse contexto, a vedação às companhias aéreas de oferecer, em seus sites, produtos e serviços que não se relacionem diretamente com o processo de aquisição de passagens aéreas, incluindo seguros de viagem ou de qualquer modalidade, tem o objetivo de enfrentar “abusos praticados pela indústria de transporte aéreo de passageiros”.

O deputado assinala ainda que nada impede as companhias aéreas na consolidação de sites específicos para venda de outros serviços a partir da aquisição de passagem aérea. Ele cita o exemplo da TAM, que mantém dois sites distintos, o primeiro para oferta de pacotes e outros serviços e o outro, para a venda de passagens.

Por fim, Ronaldo Martins acentua que o excesso de ofertas de serviços nos sites de venda de passagens para deslocamento aéreo vem ocasionando transtornos dia a dia na vida do consumidor brasileiro que, por essa razão, tem procurado ressarcimento nos órgãos competentes frente aos abusos praticados pelas companhias aéreas.

Fonte CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/proibicao-sobre-a-venda-de-seguros-em-sites-sofre-novo-reves/?utm_source=news-17-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Seguro auto 60% mais barato é opção na crise

Seguro auto 60% mais barato é opção na crise

Seguro da QBE Brasil possui uma cobertura básica para roubo e perda total por colisão, e pode ser até 60% mais barato que os convencionais.

Apesar da crise, o mercado brasileiro de seguros como um todo cresceu mais de 12%. O seguro de automóvel, entretanto, avançou menos que 5% por causa do declínio do setor automobilístico – em 2014, havia subido 9%. Para 2016, o desafio das seguradoras é oferecer um produto que dê tranquilidade e ao mesmo tempo não pese no bolso do motorista.

Pensando nisso, a QBE Brasil colocou no mercado o Flex Seguro Auto, um seguro simplificado para automóveis, que pode ser até 60% mais barato que os convencionais.

Com venda através de corretores – nos canais convencionais – e pela internet, o produto conta com coberturas de roubo, perda total por colisão, assistência 24 horas, quebra de vidros e reparo de para-choques.

A contratação do seguro é feita mediante a instalação do rastreador. “Nosso foco é indenizar e não consertar, logo não trabalhamos com coberturas para perdas parciais. Se o carro for roubado e o rastreador não ajudar a recuperar, a seguradora vai ressarcir o investimento”, esclarece Raphael Swierczynski, CEO da QBE Brasil.

Este modelo de negócios foi desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro e busca ser uma opção para os proprietários de automóveis que não se adaptam aos seguros tradicionais.

A contratação online é bastante simples. O cliente preenche os dados no site, visualiza a cotação e pode contratar o seguro de uma maneira rápida e sem burocracia. O pagamento é realizado com cartão de crédito, mas o veículo só estará segurado após a instalação do rastreador, que é agendada também pela internet e realizada na data e local escolhido pelo consumidor.

O objetivo da QBE é promover a expansão dentro do segmento de seguros para autos, trazendo novos consumidores que não contavam com um produto que atendesse às suas expectativas. “Estima-se que cerca de 65% da frota de automóveis no Brasil não tenha nenhum tipo de seguro. É exatamente esse o público que queremos atingir, além de nos tornarmos uma real opção no momento da renovação do seguro”, afirma Swierczynski.

Por conta deste perfil diferenciado, o Seguro Auto Flex custa, em média, entre 40 e 60% do valor de um seguro tradicional, a partir de R$ 69,90/mês. De acordo com o CEO da companhia no Brasil, o seguro é modular, ou seja, o segurado escolhe quais as coberturas deseja contratar.

Website: http://www.qbeseguroauto.com.br

Fonte Tamer
Fonte http://www.cqcs.com.br/noticia/seguro-auto-60-mais-barato-e-opcao-na-crise-2/?utm_source=news-15-02-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Seguro de eletrônicos pode valer a pena

Seguro de eletrônicos pode valer a pena

Mas antes de assinar o contrato é preciso checar as condições da apólice, para evitar surpresas desagradáveis em caso de sinistro

A PROTESTE Associação de Consumidores analisou as ofertas de duas seguradoras (Porto Seguro e Bradesco) para proteção de equipamentos eletrônicos e constatou que vale a pena a contratação. O custo da Porto Seguro sai mais em conta, mas como a Bradesco já oferece a cobertura contra furto e roubo no plano básico, acaba sendo a mais indicada.

Em geral, as seguradoras aceitam cobrir aparelhos como smartphones, tablets, notebooks, câmeras fotográficas e filmadoras. Para saber qual modalidade contratar, é preciso considerar quanto se está disposto a gastar. O custo varia de acordo com o valor da nota fiscal do aparelho e as coberturas.

O plano básico da Porto Seguro abrange prejuízos de quebra, queda, amassados e arranhadura, provocados por incêndio, raio, explosão e colisão de veículos, por exemplo. Já a Bradesco garante a indenização por roubo e furto nessa cobertura básica, além de cobrir outros danos materiais.

A Porto Seguro disponibiliza a proteção contra furto e roubo e danos elétricos como coberturas adicionais, assim como a garantia internacional, que dá direito à extensão do seguro fora do Brasil. Por outro lado, a Bradesco oferece como plano de maior abrangência apenas o que cobre riscos de danos elétricos.

São essenciais no seguro de eletrônicos as coberturas de danos materiais (incêndio, raio, explosão e acidentes de causas externas) e roubo e furto, como também prejuízos elétricos. Quem opta em contratar o seguro para o aparelho de celular em operadoras de telefonia móvel, tem disponibilidade de algumas dessas coberturas. No entanto, é preciso prestar atenção no valor da franquia nessas lojas, porque é fixo em 25% sobre o preço do aparelho.

A PROTESTE recomenda ficar atento às condições da apólice para evitar surpresas desagradáveis, caso precise acionar o seguro. É o caso da carência por exemplo. Antes de assinar o contrato, observe também a abrangência geográfica e os riscos excluídos, cuja lista costuma ser grande.

Entre os itens que não são cobertos, estão defeito de fabricação, corrosão e ferrugem. A seguradora pode ainda se recusar a proteger o equipamento. Ela tem prazo de 15 dias para dar a resposta negativa e informar o motivo por escrito. Porém, passado esse período sem manifestação, a apólice foi aprovada.

Em caso de sinistro, você precisa telefonar para a central de atendimento da seguradora. Feito isso, envie a documentação solicitada (nota fiscal e boletim de ocorrência, por exemplo) à empresa. Aprovada a indenização, você deve pagar a franquia para receber o valor em até 30 dias após o pedido.

Para a contratação do seguro para produtos novos, basta apresentar a nota fiscal em até 72 horas após a emissão. Em outros casos, a cobertura pode ser solicitada por meio de uma vistoria do prestador de serviço credenciado pela seguradora e sem qualquer despesa adicional.

Todos os eletrônicos são garantidos por seguradoras, mesmo que sejam disponibilizados em lojas físicas ou online de redes de eletrodomésticos, por exemplo, no momento da compra do equipamento. Hoje, a Porto Seguro e a Bradesco Seguros oferecem o serviço diretamente em seus próprios sites.

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Qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?

Qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?

Corretores discutem situação do produtor no “Bom Dia Seguro”

Os corretores de seguros novamente utilizaram o “Bom Dia Seguro”, programa do WhatsApp do CQCS, para discutirem um tema de grande relevância para a categoria. Desta vez, o debate girou em torno da remuneração do produtor que trabalha para corretoras de seguros, após a primeira manifestação sobre o tema, no comentário “Normalmente qual é o percentual sobre a comissão pago para os produtores em uma corretora?”.

Após vários sócios de empresas terem respondido que pagam 80%, as reações foram imediatas. “Recebendo 80% é melhor virar produtor”, comentou Christian Szmajser, recebendo o apoio de Fabio Dias, segundo o qual “se me pagarem 80% livre, fecho a corretora e vou trabalhar de produtor”.

Já para o corretor Vitor de Souza Macedo, não dá para entender “essa matemática”, uma vez que, segundo relatos, há casos de esses 80% serem livres de impostos. “Se 80% são pagos ao produtor, qual seria o lucro do patrão? Quem que paga a estrutura do escritório?”, questiona Macedo, que paga salario da categoria e premiação para quem atinge três metas: renovação, crescimento e percentual de comissão.

Há ainda quem sugira uma redução daquele percentual. O corretor Luciano Souza, por exemplo, entende que “o correto” seria pagar 50%, para a operação valer a pena para todos. “O que adianta pagar 80%? Só para ter mais clientes na carteira? Não faz sentido”, observa. E você o que acha desse tema?

Fonte: CQCS – http://www.cqcs.com.br/noticia/qual-e-o-percentual-sobre-a-comissao-pago-para-os-produtores-em-uma-corretora

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ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.