Susep defende união do mercado para combater seguro pirata

Susep defende união do mercado para combater seguro pirata


Susep não consegue combater as empresas de seguro pirata sozinha. Joaquim Mendanha, superintendente da Susep, diz que a assumiu a direção da autarquia ele disse que tem dado prioridade ao encaminhamento de processos contra o mercado marginal para o Ministério Público Federal. “A Susep tem suas limitações jurídicas”, diz ele.

Mendanha alerta que é importante o empenho do mercado em combater o problema. Para isso, ele disse que pretende conversar com o presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), Armando Vergílio, e com Márcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) para que todos enfrentem juntos o problema. “O mercado precisa encontrar uma solução definitiva para o problema porque é preciso proteger o consumidor que, sem proteção nenhuma, busca essas empresas de proteção veicular”, alerta.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/susep-defende-uniao-do-mercado-para-combater-seguro-pirata/?utm_source=news-20-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=575cbd6bee-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_20&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-575cbd6bee-15123961

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Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum

Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum


Ricardo Sobrinho excluiu responsabilidade de empresa e mandou banco indenizar servidor

Justiça de Cáceres condenou banco e absolveu empresa de consignados

O juiz Ricardo Alexandre Sobrinho, da 3ª Vara Cível de Cáceres, condenou o Banco BMG e a MLN Assessoria a pagar R$ 5 mil em danos morais ao servidor público estadual D.P.G.F por cobrança de dívida contraída por meio de fraude, além de devolução em dobro dos valores pagos indevidamente.

A sentença também considerou improcedente a acusação que pesava contra a empresa Consignum, de que teria se omitido quanto à fraude.

Na ação, o servidor narrou que recebeu ligação não identificada no dia 15 de setembro de 2010, em que o interlocutor lhe questionou se teria sido bem atendido pelo BMG e se estaria satisfeito com o empréstimo firmado no valor de R$ 29.413,65. Estranhando a ligação, disse não ter realizado qualquer empréstimo.

Além das cobranças indevidas, o servidor descreveu que também tomou conhecimento de que foi aberta em seu nome uma conta corrente no Banco Bradesco, onde provavelmente o valor teria sido sacado.

A decisão foi embasada na Instrução Normativa nº 006/09, que descreve como competência das instituições financeiras a obrigação de analisar documentos e arquivar os contratos firmados com e os servidores.

“Conforme demonstrado pela requerida, a mesma tem a responsabilidade restrita à gerência da margem consignável dos servidores públicos do estado de Mato Grosso, não interferindo nas atividades contratuais. A fraude demonstrada nos autos não teria sido praticada no âmbito de atuação da requerida, mas apenas na sede de atendimento da pessoa jurídica que atuou em representação do Banco BMG”, diz trecho da sentença.

Caso semelhante

A Consignum informou que vai recorrer da decisão proferida em fevereiro deste ano, de um caso semelhante, em que o magistrado Gilberto Lopes Bussiki, da 9ª Vara Cível de Cuiabá, entendeu que a empresa teve responsabilidade nos descontos indevidos referentes a um suposto empréstimo contraído pela servidora pública no Banco BMG, em 2012, arbitrando uma indenização por dano moral de R$ 18 mil.

Outro caso similar ocorreu na capital, pela juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 2ª Vara Especializada em Direito Bancário da Capital, que avaliou em seu julgamento, publicado no Diário da Justiça no dia 8 de março deste ano, que a Consignum não é parte legítima para constar no polo passivo de uma ação movida pelo servidor D.S.B.

Segundo a magistrada, “não há como a segunda requerida (Consignum) figurar na ação, vez que não firmou o contrato e tão pouco é responsável pelo valor da dívida”.

Fonte http://www.midianews.com.br/judiciario/juiz-condena-banco-a-indenizar-servidor-e-absolve-consignum/291526

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MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 24ª promotoria de Justiça da Comarca de Natal, ajuizou ação civil pública com o objetivo de combater irregularidades verificadas em empréstimos consignados a servidores públicos estaduais e do município de Natal pelo Banco Bonsucesso.
Segundo depoimentos colhidos no âmbito da promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, os servidores eram frequente e insistentemente procurados por consultores do Banco Bonsucesso para realizar empréstimo consignado, que, na verdade, de forma dissimulada, nada mais eram que a contratação de um cartão de crédito, no qual o servidor tomava o capital pretendido através de saque no sistema rotativo, passando a ser onerado com o desconto apenas do valor mínimo da fatura em contracheque (correspondente ao valor disponível em margem consignável) por tempo indeterminado, gerando aumento exponencial da dívida.
Os servidores/consumidores eram informados que o valor a ser concedido variava de acordo com a margem consignável disponível, sendo o valor contratado depositado em conta-corrente do contratante e o pagamento seria feito por meio de parcelas fixas, consignado em folha.
Acontece, que os consultores do Banco Bonsucesso informaram aos contratantes que encaminhariam além do cartão de crédito, as faturas correspondentes aos descontos, mas, em nenhum momento, repassaram contrato ou qualquer outro documento.
Para o MPRN, apesar das operações consignadas por meio de cartão de crédito terem sido autorizadas pelo Banco Central, resta evidente que essas operações vêm sendo desvirtuadas por algumas instituições financeiras, já que ainda que adimplido por anos, o saldo devedor do contratante permanece o mesmo.
Passado algum tempo, o consumidor atenta-se que não haverá pagamento de prestações fixas e por prazo determinado, mas, sim, de refinanciamento do crédito rotativo do valor correspondente ao total da fatura e o descontado na folha de pagamento, com taxa de juros atualmente na faixa de 5,62% ao mês.
A situação causou estranheza do próprio Poder Judiciário em virtude do grande número de ações judiciais ajuizadas pelos servidores públicos, vislumbrando a necessidade de se apurar o que está ocorrendo com essas contratações, diante da insatisfação dos consumidores.
“Cinge-se, portanto, a questão sobre a enganosidade dissimulada de concessão de cartão de crédito por empréstimo consignado, tal prática merece vigorosa reprovação e correção. Por certo, deve ser garantido aos consumidores a modificação das cláusulas contratuais, a fim de que sejam contemplados com o produto compatível com suas necessidades…”, traz trecho da ação civil pública ajuizada por representante da 24ª promotoria de Justiça de Natal.
Na ação, o MPRN requer tutela cautelar para que o banco proceda a suspensão de todas as cobranças de débitos oriundos de saques no crédito rotativo dos cartões comercializados até então e do desconto do valor mínimo da fatura nos contracheques dos servidores, impedindo também a eventual negativação dos consumidores junto aos cadastros dos maus pagadores, como SPC e Serasa.
Também requer que o Bonsucesso seja impedido temporariamente de comercializar o referido produto sempre que a finalidade da emissão do cartão seja para operação consignada.
Cópia autorizada mediante citação com link: http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/#ixzz4bvazLJkv
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Fonte http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/

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MS – ?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

Filiados não sabiam, mas envolvidos negam irregularidades


Izabela Sanchez (Fotos: Divulgação)

Briga judicial entre a Caixa Econômica Federal e um sindicato de servidores em MS revelou o uso ‘suspeito’ do CNPJ sindical para operações financeiras. O processo judicial é movido pela Caixa Econômica Federal contra o Sindicato dos Servidores Municipais de Aparecida do Taboado , a 457 km de Campo Grande, e trouxe à tona atividade financeira da entidade sem conhecimento da maioria dos filiados.

O Sindicato atuou por cerca de 1 ano e meio após firmar contrato com a Caixa em novembro de 2012 como correspondente bancário da entidade, realizando empréstimos consignados para servidores do município. O CNPJ da entidade foi ‘cedido’ a uma terceira pessoa que não é filiada e sequer servidor, para desenvolver a atividade.

A Caixa processou o Sindicato em 2014, na tentativa de reaver um valor R$ 36.439,00. O valor foi obtido pelo sindicato de forma irregular, de acordo com o banco. Conforme explica no processo, a Caixa alega que o dinheiro foi lucrado por um erro no sistema digital. O suposto erro do sistema incidiu sobre a remuneração de empréstimos realizados para quitar outros empréstimos já obtidos anteriormente.

Conforme explica a Caixa, para essas operações, a remuneração do correspondente bancário se dá sobre a diferença entre o novo valor liberado e a dívida anterior que foi liquidada. Não foi o que ocorreu.

O Sindicato teria realizado diversas operações em que teria lucrado sobre o valor total do novo empréstimo, e outras em que lucrou sobre operações inexistentes, conforme alega a Caixa no processo. Não há informações de quanto foi movimentado durante a atuação da entidade como correspondente bancário.

Denúncia
Todo o esquema aconteceu sem que fosse divulgado. A presidente da entidade alega que cedeu o CNPJ a Danilo Alves Sena Oliveira Filho, mas que não participou das operações e que desconhece as irregularidades. Danilo, que não tem vínculo com o sindicato, é filho de Alzair Assis Oliveira da Silva, então secretário-geral da entidade. Ele trabalha em setor administrativo da Prefeitura, responsável por ceder os holerites dos funcionários.

Uma das funcionárias públicas filiadas ao Sindicato, que descobriu o esquema após o processo da Caixa, questiona, além do convênio em si, os valores declarados como remuneração de alguns dos servidores que realizaram empréstimos. Professora, ela denunciou a questão ao MPF (Ministério Público Federal). A Procuradoria da República, agora, encaminhou um pedido de investigação para a Polícia Federal em Três Lagoas, para que apure possível prática de estelionato majorado.

“A gente conseguiu ver um em que um servidor alega que ganhava R$ 15 mil, isso não é verdade, esse servidor nem ganhava esses R$ 15 mil e conseguiu pegar mais de R$ 160 mil. Então, a princípio, acreditamos que tem participação de funcionários da Caixa e que são empréstimos fraudulentos”, afirmou ela.

A professora também alega ter reivindicado prestação de contas do sindicato, que após insistência, foi divulgada pela presidente. O jornal Midiamax teve acesso aos documentos. Não há dados financeiros sobre os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2013.

A Caixa, por meio da assessoria de comunicação, negou qualquer ilegalidade nas atividades firmadas com o Sindicato. Ainda assim, três pessoas foram transferidas da agência, entre elas o gerente da unidade.

Diversos membros da chapa foram destituídos no mês de fevereiro deste ano, conforme publicação em jornal local. A presidente, que nega participação nos empréstimos, continua na entidade, que ainda não realizou assembleia para eleger uma junta governativa, uma das exigências dos filiados após o caso.

Ana Tereza declarou, em conversa junto a servidora, que Danilo seria o responsável e que lucraria com as operações. No áudio ao qual o jornal Midiamax teve acesso, a presidente afirma que “ele fazia o empréstimo pra você de R$ 10 mil, aí você fazia de R$ 20 mil, ele ganhava em cima desse total. Ele tinha uma outra conta. Este dinheiro vinha para conta dele, pra conta do sindicato, e dessa conta ele repassava para conta dele, o que vinha de lucro”.

Por telefone, Danilo negou-se a falar sobre o assunto e pediu que a reportagem acionasse o advogado, Wylson Silva. O jornal Midiamax tentou falar com ele, mas as ligações não foram atendidas. Alzair negou qualquer irregularidade na liberação dos holerites dos servidores e participação nas movimentações. Ele declarou que o processo judicial refere-se apenas à Caixa e ao Sindicato, e que as acusações feitas contra ele serão motivo de ação judicial.

A Caixa tentou reaver os valores, mas com a negativa, ingressou na Justiça. Quem responde ao processo, em nome do Sindicato, é Danilo. Atualmente, ele tem, na cidade, uma ‘Caixa Aqui’, empresa que atua como correspondente da Caixa.

Em entrevista a uma rádio local, o advogado declarou que “o sindicato não participou desses empréstimos consignados efetuados por ele [Danilo]”. Para a Superintendência Regional do Trabalho, ao analisar o processo em questão, a atuação da entidade como correspondente bancário também pareceu “estranha”.

Ao contestar a reivindicação da Caixa no processo, o advogado alega que a instituição financeira seria a única culpada pela irregularidade nos valores. “Ora, se é a própria Caixa que irá determinar o valor a ser repassado e se foi a própria Caixa que repassou os valores, não há, portanto, em falar de equívoco”, afirma, na peça.

Fonte http://www.midiamax.com.br/justica/parceria-financeira-entre-sindicato-caixa-economica-pode-ser-investigada-pela-pf-334668

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Fintech Creditas inicia busca por parceiros off-line

Fintech Creditas inicia busca por parceiros off-line

Felipe Zullino comanda a empresa que empresta dinheiro a 1,1% ao mês


Felipe Zullino comanda a fintech Creditas que empresta dinheiro a 1,1% ao mês

A fintech [startup que cria inovações na área de serviços financeiros, com processos baseados em tecnologia] Creditas anunciou que está buscando parceiros off-line. A companhia, criada em São Paulo em 2013, resolveu colocar a estratégia em ação depois de ganhar um aporte de R$ 60 milhões liderado pela International Finance Corporation (IFC), braço do grupo do Banco Mundial para mercados emergentes. Agora, a Creditas se apoia na modalidade de crédito com garantia para dobrar de tamanho neste ano, além de trabalhar para reduzir os juros no país, uma das missões da empresa. Em 2016, de acordo com o sócio e diretor de desenvolvimento de negócios da Creditas, Felipe Zullino (foto), a empresa triplicou de tamanho. “Em número de acessos [pessoas buscando a plataforma on-line] foi um crescimento de mais de quatro vezes. Hoje estamos com 800 mil acessos por mês. [E] esse novo aporte já estava já nos nossos planos. Como toda startup clássica, precisamos de investimento para ampliar. Com um produto [crédito com garantia] pouco difundido [no país] para ser vendido [apenas] on-line, agora vamos buscar também parceiros off-line”, contou Zullino em reportagem veiculada pelo jornal Gazeta do Povo desta quarta-feira (15).

“Entre os parceiros buscados estão, por exemplo, consultores financeiros que já ajudam pessoas físicas e jurídicas em investimentos e também na reestruturação de dívidas. Dentro da ideia de que o dinheiro oriundo dos empréstimos também pode ser usado em uma reforma, por exemplo, a Creditas também procura parceiros como lojas de varejo, arquitetos e empresas de engenharia. Em números, a empresa pretende dobrar a atual carteira de ativos de crédito de R$ 135 milhões e também o atual número de 120 funcionários”, revela a matéria.

“A Creditas oferece dois tipos de empréstimos com garantia e, com isso, não muito segredo quanto as razões que permitem à fintech emprestar a taxas abaixo do mercado. O segredo maior do sucesso da empresa talvez esteja na clareza de missão da Creditas – que faz com que, por exemplo, ela repasse as quedas na taxa básica de juros diretamente para os clientes sem o questionamento dos seus acionistas – e também na desburocratização de todo o processo de empréstimo. Outra vantagem da Creditas, segundo a própria empresa, é que ela também funciona como um marketplace, ou seja, serve de ponte entre várias entidades de financiamento (investidores institucionais e instituições financeira), apresentando para o cliente a melhor opção de crédito possível. Por essas características, é que a empresa também resolveu mudar de nome, para se distanciar cada vez mais da figura do banco e se aproximar mais da imagem de uma plataforma de serviços de crédito”, explica a reportagem veiculada no jornal paranaense.

Linhas de crédito
No caso do crédito com garantia do automóvel, a linha começa com um empréstimo mínimo de R$ 2 mil e taxas de 1,99% ao mês. O prazo máximo para pagamento é de cinco anos. A regra básica é que os valores emprestados sejam de até 80% do valor do carro na tabela Fipe. Já o crédito concedido tendo como garantia imóveis começa com um mínimo de R$ 30 mil e taxas de 1,15% mais a correção monetária pelo IPCA. O prazo máximo de financiamento da dívida é de 20 anos e o valor máximo que pode ser emprestado é de R$ 2 milhões. Nesse caso, a regra é de que o empréstimo seja de até 50% do valor do imóvel. A reportagem revela que a Creditas também está atuando no mercado C2C, de consumidor para consumidor, tendo por meta a comercialização de carros entre pessoas físicas. “Como nos financiamentos oferecidos pelos bancos, essas linhas exigem a mesma documentação e também a vistoria do imóvel ou do automóvel. Novamente, o que, segundo a Creditas, a diferencia das instituições financeiras tradicionais, é que isso tudo ocorre em menos tempo e com o auxílio dos consultores. Segundo Zullino, para os empréstimos com garantia de automóvel o tempo médio entre solicitação e aprovação é de dois dias; no caso dos imóveis, esse tempo fica entre 35 e 40 dias”, detalha a Gazeta do Povo.

Fonte http://www.amanha.com.br/posts/view/3714/fintech-creditas-inicia-busca-por-parceiros-off-line

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Dinheiro rápido e barato: Crédito consignado é mais ?atrativo que empréstimo pessoal

Dinheiro rápido e barato: Crédito consignado é mais ?atrativo que empréstimo pessoal


Em Itajaí, a AC Cred é uma das agências credenciadas para operar o empréstimo consignado

A oferta é sedutora: dinheiro com pouca burocracia, com liberação rápida e, o mais importante, com juros muito baixos. As vantagens do chamado crédito consignado são muito superiores aos empréstimos convencionais, praticados pelas instituições bancárias, o que facilita a vida de quem precisa de dinheiro rápido e barato.
Cristiano dos Santos, proprietário da AC Cred, agência que opera empréstimos consignados, diz que uma das principais vantagens desse tipo de crédito é justamente o valor dos juros. “A taxa de juros é bem mais em conta do que um empréstimo pessoal”, afirma.
Em média, os juros de um crédito consignado giram em torno de 2,10% ao mês. Que é menos da metade do conhecido CDC, o crédito direto ao consumidor, praticado por banco ou grandes redes de varejo (veja tabela comparativa abaixo).
O proprietário da AC Cred explica que os juros do crédito consignado conseguem ser baixos porque os bancos credores têm a garantia de que receberão o que foi liberado, já que o pagamento das parcelas é feito através de desconto direto nas folhas de pagamento.
Por isso, em geral, os consignados são feitos para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. No caso da AC Cred, ressalta Cristiano, além dos aposentados, barnabés do estado e de órgãos federais podem fazer o empréstimo.
Os prazos de pagamento dos empréstimos consignados também costumam ser amplos. No caso de aposentados e pensionistas do INSS, chega até seis anos. Para servidores do estado e de órgãos federais, é ainda maior: oito anos. Em todos os casos, quem pede o dinheiro emprestado pode comprometer até 30% de sua renda.
Outra vantagem do consignado, diz Cristiano, é a facilidade de obter o empréstimo. “Não tem consulta no CPC ou no Serasa e não precisa deixar nada em garantia”, afirma. Por isso, o crédito consignado é muito mais desburocratizado e acaba saindo num tempo menor que um empréstimo comum bancário.

Agência credenciada
O empresário indica que as pessoas procurem sempre agências que tenham escritório físico e sejam credenciadas pela Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País (Aneps). “E é muito importante que as pessoas não entreguem seus dados por telefone para evitar caírem em golpes”, alerta.
O dono da AC Cred ainda lembra que é possível refinanciar as dívidas do empréstimo consignado e até mesmo fazer a “portabilidade”, que é mudar de uma instituição bancária credora para outra, procurando juros mais baratos. No caso da AC Cred, por exemplo, são 12 bancos que estão à disposição dos clientes.
A AC Cred tem quatro escritórios físicos na região. O central fica na rua Olímpio Miranda Júnior, 137, no centro de Itajaí. O outros são em Navegantes (Av. Santos Dumont, 136, centro); Penha (Rua Antônio Joaquim Tavares, 237, centro); e Barra Velha (Rua Paraná, 457, centro).

 

Comparação entre consignado e CDC
Instituição Taxa de juros
AC Cred 2,10%
Banco do Brasil* 5,81%
Bradesco* 6,54%
Caixa Econômica Federal* 5,71%
Itaú* 6,43%
Safra * 5,90%
Santander* 7,99%

Fonte http://diarinho.com.br/noticias/economia/dinheiro-rapido-e-baratocredito-consignado-e-mais-%E2%80%A8atrativo-que-emprestimo-pessoal/

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Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país

Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país


Levantamento da corretora de seguros online Minuto Seguros simulou preços médios das apólices para cinco capitais. Veja a diferença

Os valores dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.549 reais, valor médio do seguro do Novo Fox em Curitiba, e podem chegar a até 4.057 reais, preço médio do seguro do HR-V no Rio de Janeiro.

Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba).

Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, AIG, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro e Tokio Marine.

As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de fevereiro de 2017. Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país.

Fonte Exame
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/os-precos-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidos-do-pais-2/?utm_source=news-15-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=a53e5aa3e0-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_15&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-a53e5aa3e0-15123961

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Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central

Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central

Pela metodologia do BC, ranking leva em consideração apenas o número de reclamações consideradas procedentes


Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central. Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

O Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideraram o ranking das instituições financeiras que mais receberam reclamações dos clientes no primeiro bimestre de 2017. O ranking foi publicado nesta quarta-feira (15) pelo Banco Central e considera instituições financeiras com mais de quatro milhões de clientes.

No topo da lista está o Bradesco, com índice de reclamações de 17,28. Neste caso, são consideradas todas as instituições que fazem parte do conglomerado, como o próprio banco Bradesco, o Banco Boa Vista e o Bradesco BBI, entre outras.

Pela metodologia do BC, o índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso do Bradesco, foram 1.598 reclamações consideradas procedentes em janeiro e fevereiro sobre uma base total de 92.474.594 clientes.

Na segunda posição entre as instituições, aparece o BB com índice de 17,25 no segundo semestre (1.024 reclamações procedentes e 59.336.099 clientes). Em seguida, está a Caixa, com índice de 15,37, resultado de 1.286 reclamações procedentes numa base de 83.628.417 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando bancos e financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Santander (índice de 13,75), Itaú (11,54), Banrisul (9,79), Votorantim (5,09), Midway (1,07), Pernambucanas (0,22) e Banco do Nordeste (0,17).

O BC também divulga o ranking de instituições com menos de 4 milhões de clientes. Neste segmento, a liderança das reclamações no primeiro bimestre é do Safra, com índice de reclamações de 83,27. Depois aparecem Pan (72,92), Paraná Banco (49,50), Agiplan (32,55) e Citibank (32,18).

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item “irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços”. Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 790 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor e teve liderança da Caixa, com 277 reclamações procedentes.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada” (756 reclamações) e, em seguida, “débito em conta de depósito não autorizado pelo cliente” (672 reclamações).

Fonte Estadão Conteúdo
Fonte http://www.gazetadopovo.com.br/economia/bradesco-bb-e-caixa-lideram-ranking-de-reclamacoes-no-banco-central-5hceinac4bz8xsm7kri7i7i5n

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Startup facilita crédito a negativados e já arrecadou R$ 800 mil

Startup facilita crédito a negativados e já arrecadou R$ 800 mil

A EasyCrédito foca em pessoas com pouco acesso a instituições financeiras – e, em uma campanha de equity crowdfunding, arrecadou 800 mil reais


Mulher pensa em dinheiro

Dinheiro: todos os dias, cerca de 100 propostas são fechadas pela EasyCrédito (./Thinkstock)
São Paulo – Se você já tomou um crediário ou conhece alguém que já o tenha feito, deve saber quão penoso costuma ser tal processo – especialmente para quem sente na pele os efeitos da crise econômica.

O cliente vai a uma loja; olha os produtos vendidos, fazendo sua lista de desejos; negocia os valores com o vendedor; e então submete suas informações para uma análise de risco. Muitas vezes, esse longo procedimento não dá resultado: o consumidor tem seu crédito negado e sai da loja de mãos abanando.

O consultor financeiro Marco Túlio Ramos logo percebeu esse problema. Combinando tal demanda com o sonho de abrir uma startup, fundou em 2015 a EasyCrédito: um marketplace de serviços de crédito para quem tem nenhum ou pouco acesso às instituições financeiras.

Com dois anos de vida e quatro acelerações, a EasyCrédito já conta com 200 mil usuários cadastrados e 32 empresas oferecendo serviços (incluindo fintechs). Todos os dias, cerca 100 propostas são fechadas.

Na última rodada de investimentos recebido pela startup, por meio de uma campanha de equity crowdfunding, o negócio arrecadou 800 mil reais. Agora, a EasyCrédito negocia novos aportes e planeja uma expansão internacional.

Começo de negócio

Ramos já conhecia a área e o mundo do empreendedorismo: seu primeiro negócio foi uma consultoria de crédito para pequenas e médias empresas, aconselhando os documentos que deveriam ser apresentados e como se portar em uma negociação com um banco.

“O negócio começou a crescer bastante, beneficiando tanto para as empresas quanto os bancos. Mas eu não sabia nada sobre startups ainda, só sobre mercado financeiro. Então, me sugeriram que eu começasse a trabalhar em um espaço de coworking de Goiânia”, conta o empreendedor.

O começo foi estranho para Ramos, mas logo ele abandonou o jeitão de advogado e se inseriu no mundo de startups. Eventualmente, virou o sócio desse espaço de coworking por um tempo.

Ele só via um problema: ainda que fomentasse muitos negócios inovadores, seu próprio empreendimento continuava sendo tradicional. “Eu quis me desafiar a montar uma startup de finanças, que é a área pela qual me apaixonei.”

Aí surgiu a ideia da EasyCrédito – uma plataforma que antecipa a análise de crédito, para fazer com que a pessoa só vá à loja tendo a certeza de que poderá comprar.

“Quem precisa de crediário costuma ser quem tem nenhum ou pouco acesso ao sistema financeiro: o usuário que não conhece poderes de compra, como cartões”, explica Ramos. “A pessoa se frustra ao ir ao estabelecimento, escolher os produtos, negociar com o vendedor e, só depois de todo esse processo emocional e operacional, vê que seu crédito foi reprovado e volta de mãos vazias.”

Essa proposta se tornou realidade em março de 2015, quando a EasyCrédito foi lançada, em Goiânia. Ramos começou o negócio, mas hoje há outros quatro sócios-fundadores: Bárbara Moreira, Douglas Jason, Egio Arruda e Rodrigo Siqueira.


Espaço da EasyCrédito no Google Campus, em São Paulo (Google Campus/Divulgação)

Como funciona, para os bancos e os usuários?

A EasyCrédito funciona tanto em uma versão para desktop quanto para smartphones (aplicativo), ambas gratuitas. O usuário se cadastra, escolhe o serviço de crédito desejado e confirma a solicitação. A resposta é enviada por e-mail.

As modalidades oferecidas são empréstimo pessoal, financiamento de bens de consumo, crediário, cartões bandeirados de crédito e abertura de conta corrente. Para sair apenas do crediário, incluiu instituições financeiras na plataforma e se transformou em um marketplace. A plataforma fica com uma porcentagem variável por contrato, cobrada da instituição, indo até 17% do valor combinado.

Segundo Ramos, a EasyCrédito é interessante a essas instituições porque oferece mais dados colocados pelo usuário, como perfis em redes sociais. Isso facilita a análise real do risco de crédito do candidato e permite, portanto, que mais operações de crédito possam ser aprovadas.

Já do lado do consumidor, a pessoa pode consultar suas informações de crédito sem nenhum atrito ou constrangimento que podem existir em um atendimento presencial. Ele também afirma que a burocracia é menor, fazendo com que a concessão ou não de crédito saia mais rápido.

O público maior da EasyCrédito pertence às classes C, D e E, com uma renda média de dois mil reais por mês. O ticket médio de empréstimo é de 3 mil reais, por exemplo.

Pessoas que já tiveram crédito negativado podem participar da plataforma. “Hoje, no mercado, existe o que chamamos de assimetria de informações: se você foi reprovado em uma loja, pode ser aprovado em outra. É algo que depende do apetite de risco da instituição que concede o crédito, então é possível tentar em novas assim que houver uma reprovação”, afirma Ramos.

Mesmo assim, o empreendedor diz orientar que uma pessoa muito endividada, com dezenas de restrições, pondere se adquirir mais crédito será a solução ou apenas uma bola de neve de dívidas. Na plataforma, é possível consultar a situação do CPF e acessar conteúdos gratuitos sobre educação financeira.

Infelizmente, as taxas de juros dos serviços financeiros não costumam abaixar em relação aos pedidos comuns: o diferencial do negócio está mais na facilidade de uso. As taxas variam de 0% (financiamento sem juros) até 5% ou 6% ao mês.

“Esse público que está entrando no mercado financeiro agora não dá informações suficientes para que as taxas consigam ser menores. Os bons acabam pagando pelos maus. O que nós fazemos é insistir em taxas mais justas, apresentando as informações que coletamos”, afirma.
Acelerações e investimentos

A EasyCrédito passou por diversas acelerações ao longo de seus dois anos de vida. A primeira foi em dezembro de 2014: o programa Start-Up Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Com o processo, os empreendedores conseguiram modelar o negócio e lançá-lo alguns meses depois.

Depois, passou pelos processos InovAtiva Brasil (do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e Inovabra (do banco Bradesco).

Em agosto de 2016, a startup foi selecionada para a primeira turma de residentes no Google Campus, espaço da gigante de tecnologia localizado no bairro do Paraíso, em São Paulo.


Marco Túlio Ramos, da EasyCrédito, em Demo Day no Google Campus, em São Paulo (Google Campus/Divulgação)

Em uma rodada de equity crowdfunding feita também em 2016, a EasyCrédito arrecadou 800 mil reais ao todo. Hoje, o negócio continua no Campus e conversa com investidores.

A meta para 2017 é terminar o ano com ao menos 700 mil usuários, além de iniciar a conversa com instituições financeiras de outros países de língua portuguesa, da América Latina e do Leste Europeu.

Fonte Exame Por Mariana Fonseca
Fonte http://exame.abril.com.br/pme/startup-facilita-credito-a-negativados-e-ja-arrecadou-r-800-mil/

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Bradesco é condenado por negativar nome de cliente contemplado

Bradesco é condenado por negativar nome de cliente contemplado


Cliente que perdeu inscrição em programa habitacional será indenizado em R$ 20 mil

Bradesco é condenado por negativar nome de cliente contemplado

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT) manteve a condenação de primeira instância e determinou que o Banco Bradesco Financiamentos pague R$ 20 mil – a titulo de dano moral – a uma pessoa que perdeu a chance de ser contemplada com o programa habitacional “minha Casa, Minha Vida”, por estar com o nome indevidamente negativado junto aos órgãos de proteção ao crédito (SPC).

Segundo o entendimento da câmara o caso, em especial, teria provocado sofrimento extra ao requerente, pois lhe privou de conquistar sonho da casa própria.

“As angustias sofridas pelo ofendido quando, pretendendo se inscrever na ‘minha casa, minha vida’, sonho de todo brasileiro da classe mínima, deve ser vista com grande dose de sofrimento moral. O valor de R$ 20.000,00, para este caso extraordinário, está dentro do previsto, embora não negue certa dose de subjetivismo, devendo ser mantida a sentença recorrida”, destacou.

A ação foi proposta após o requerente ter seu nome incluso no SPC, mesmo sem ter contraído a divida, ou aberto conta na instituição financeira. O autor da ação explicou que no mês de outubro de 2013 foi surpreendido ao ter seu cadastro no programa ‘Minha Casa Minha Vida’ suspenso, por estar com seu nome negativado.

Segundo relato do requerente, ele ficou sabendo da existência de um financiamento em seu nome na monta de R$ 35 mil. A partir dai, pediu a inexigibilidade do débito junto ao banco, bem como a condenação do requerido ao pagamento de indenização por danos morais no importe de 40 salários mínimos, e ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. Os pedidos fora deferidos pelo juiz de primeira instância e mantidos pelo TJMT.

Fonte http://www.24horasnews.com.br/noticias/ver/bradesco-e-condenado-por-negativar-nome-de-cliente-contemplado

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Roubo de automóvel durante a vistoria: De quem é a responsabilidade?

Roubo de automóvel durante a vistoria: De quem é a responsabilidade?


A noticia publicada ontem (15) sobre o carro que foi furtado durante a vistoria do seguro em Vitória, levantou um questionamento entre os leitores: De quem é a responsabilidade neste caso? Para entender os fatos, o CQCS entrou em contato com o advogado Gilberto de Jesus que exemplificou as duas situações possíveis.

No caso, o carro de uma analista de mercado foi roubado durante uma vistoria do seguro. De acordo com testemunhas, a vítima estacionou o veículo, desceu e encontrou com vistoriador. Minutos depois, dois criminosos chegaram e os renderam. Não se sabe ao certo o local em que a analista foi rendida, o que acaba dificultando os esclarecimentos.

Conforme Gilberto de Jesus, “pelo relato, presume-se que o veículo e o condutor encontravam-se em via pública, em direção ao local da vistoria. Neste caso, difícil se atribuir culpa à oficina pelo crime, pelo simples fato de estar o interessado pelo seguro conduzindo o veículo para a vistoria”.

“Se o veículo e o condutor estavam dentro do recinto da oficina, ou em local de propriedade controlado pela mesma, é possível se atribuir culpa à oficina, e também à seguradora, porque ambas estavam em fase pré-contratual, visando prestação do serviço”, considerou o advogado.

O Corretor Eduardo Aranda, acredita que nesta situação, existe uma relação entre seguradora e segurado, de acordo com o código do consumidor. “Ao entrar em um estabelecimento, o cidadão deve ser protegido pela seguradora ou pelo dono do estabelecimento. Se a proposta da vistoria foi emitida, e a seguradora indicou um lugar, o cliente confiou e foi. Não cabendo ao segurado esta responsabilidade”.

A Delegacia de Furtos e Roubos e Veículos (DFRV) está investigando o caso e até o momento ninguém foi preso.

Fonte CQCS | Juliana Leite
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/roubo-de-automovel-durante-vistoria-de-quem-e-responsabilidade/?utm_source=news-16-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=f5a2841fca-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_16&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-f5a2841fca-15123961

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Concorra a R$ 15 mil para acelerar o seu negócio

Concorra a R$ 15 mil para acelerar o seu negócio


Começar um negócio próprio não é uma tarefa fácil. Empreender é uma jornada muito gratificante, mas também de muitos tombos, desafios e noites mal-dormidas. Mas você não precisa passar por tudo isso sozinha. Existem centenas de mulheres, que, como você, estão começando uma empresa, e que podem ser suas aliadas nessa jornada. Por isso criamos o grupo do Mulheres Seguras no LinkedIn.

Lá você vai poder trocar ideias com empreendedoras de todo o Brasil e contar com a consultoria da Viviane Duarte, fundadora do site Plano Feminino. Ficou interessada? As participantes que mais se engajarem no grupo até abril podem ganhar prêmios de até R$ 15 mil para alavancarem seus negócios.

Saiba como participar:

Para concorrer ao prêmio, você precisa primeiro entrar no grupo do LinkedIn do Mulheres Seguras e ter um cadastro ativo no Mulheres Seguras. Podem participar mulheres maiores de 18 anos que tenham um projeto de negócio próprio.
Cem mulheres do grupo receberão, de fevereiro a abril, uma consultoria de negócios particular com a Viviane Duarte: tudo pelo InMail do LinkedIn.
No final da ação, as 20 empreendedoras mais engajadas com a consultoria participarão de um encontro presencial realizado pelo Mulheres Seguras, em parceria com o Plano Feminino, no dia 12 de maio em São Paulo.
Neste encontro, serão anunciadas as três empreendedoras premiadas. Quem tiver as melhores ideias de negócios e o melhor desempenho durante a ação será premiada com R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, de acordo com a sua colocação.
O que você está esperando para trocar experiências com outras empreendedoras e ter a chance de começar o negócio dos seus sonhos mais rápido? Confira o regulamento completo da ação, e inscreva-se no grupo do Mulheres Seguras no LinkedIn aqui.

Fonte DESENVOLVIMENTO PESSOAL / Por Mulheres Seguras
Fonte http://mulheresseguras.com.br/concorra-a-15-mil-para-acelerar-o-seu-negocio/?utm_source=newsletter201703&utm_medium=email&utm_campaign=news201703

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Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Rede de franquias MTCred já possui 43 unidades em 13 estados

MTCred, empresa de crédito consignado que está no mercado desde 2008, conta hoje com 43 lojas em 13 estados brasileiros. A rede se encaixa num segmento que os permite uma abrangência nacional, independente da região do país. O que torna mais fácil o processo de expansão da marca, já que não encontra nenhuma barreira regional.

O carro chefe da marca é o crédito consignado, empréstimo descontado diretamente da folha de pagamentos da pessoa física, para aposentados e pensionistas do INSS.

Uma das vantagens da rede é que não é preciso ter experiência na área, já que a franqueadora oferece todos os materiais e auxilio durante todo o período de adaptação. O único requisito que a rede pede é que o interessado tenha aptidão para vendas.

A expectativa para o final do ano é de ter unidades em todos os estados e 100 franquias vendidas, sendo 40 lojas e 60 franquias Smart. Para isso a rede aposta nas participações em 4 feiras do segmento, sendo 3 do SEBRAE e 1 da ABF.

Para saber mais sobre as franquias: www.mtcred.com.br

Raio x:

Franquia Smart – (Home Based)

Investimento Inicial Total: R$14.990,00

Taxa de franquia: R$ Inclusa

Área para o ponto: Home

Faturamento bruto mensal: R$ 80.000,00

Royalties: R$ 1.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 4 a 8 meses

Prazo de contrato de franquia: 3 anos

Esse valor Inclui:

* Kit Inicial (Cartão de Visita, Panfletos, NoteBook, Mochila, Cracha)

*Treinamento de Franqueado (1 Semana) na Matriz, com passagem aérea (Capital-Capital) e Hospedagem inclusas.

Franquia Loja –

Investimento Inicial Total: R$ 60 mil a R$ 100 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Taxa de Franquia de R$ 30 a R$ 50 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Área para o ponto: 40 m2 (Mínimo)

Montagem da Loja R$ 20 a 40 mil

Capital de Giro Inicial: R$ 10 a 20 mil

Treinamento na Matriz por conta do Franqueado

Treinamento da Equipe na Loja do Franqueado (Custo da Franqueadora)

Faturamento bruto mensal: R$ 300.000,00

Royalties: R$ 2.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 12 a 18 meses

Prazo de contrato de franquia: 5 anos

Franquia Master –

Franquia de Expansão – Regional

Incluso R$ 50 mil de mídia para expansão local

Investimento Inicial Total: R$250.000,00

Taxa de franquia: Incluso

Faturamento bruto mensal: R$ 4.000.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 0,5%

Ganho Sobre a Vendas de Novas Unidades: 50% (Taxa de Franquia)

Prazo de retorno do investimento: 12 a 24 meses

Prazo de contrato de franquia: 10 anos

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RJ – Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Decisão vale para 26 bancos e para servidores estaduais de todo o país.

Defensoria e MP receberam denúncias de irregularidades nas cobranças.

Uma liminar da Justiça do Rio proibiu 26 bancos de descontar parcelas do empréstimo consignado diretamente da conta bancária de servidores estaduais. A decisão vale para todo o país.

Salário parcelado e atrasado, sem décimo terceiro, e com empréstimo consignado.
Desde o fim de 2015, não tem sido fácil para o Vittorio, funcionário da Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia do Rio. E o extrato da conta corrente mostra que, mesmo antes do pagamento do salário, o banco já descontou a parcela do empréstimo.

“Como eu não tenho cheque especial, a conta ficou negativa e durante até eu voltar a cobrir. Quando bateu uma outra parcela, eles chegaram a cobrar juros na conta. É um sentimento de injustiça, de humilhação bastante forte”, desabafa Vittorio Leandro Oliveira.

Além de todas as dificuldades enfrentadas pelos servidores do Estado do Rio, a Defensoria Pública e o Ministério Público receberam denúncias de irregularidades na cobrança dos empréstimos consignados, praticadas por pelo menos 26 bancos. As instituições financeiras descontavam o valor referente a parcela do pagamento do empréstimo na conta corrente do servidor. Só que quando o funcionário recebia o salário, já com atraso, descobria que o estado também já tinha descontado o mesmo valor.

A Defensoria Pública e o Ministério Público do Rio se juntaram em uma ação coletiva contra uma cláusula dos contratos de empréstimo consignado. Ela permite que os bancos cobrem do servidor quando não recebem do estado por meio da folha de pagamento.

Mas a cláusula foi considerada abusiva.

A juíza Maria Christina Rucker proibiu qualquer tipo de cobrança direto na conta dos servidores estaduais a título de pagamento de crédito consignado.

No texto, a juíza diz que se o estado atrasa os salários, evidentemente o atraso no desconto do consignado é responsabilidade do estado, e não do servidor.

“A liminar proíbe a inclusão dos nomes dos consumidores nos cadastros restritivos de crédito, e ela vale para todos os contratos no Brasil inteiro, porque a gente sabe que a crise não é só no Rio de Janeiro. A crise está aí por alguns estados da federação. A gente precisava tomar essa atitude para estancar essa prática ilegal”, diz a juíza Maria Christina Rucker.
A Associação Brasileira de Bancos declarou que as associadas citadas na ação não debitam parcelas de crédito consignado das contas dos servidores do Rio.

Fonte http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/03/justica-proibe-bancos-de-descontar-parcelas-do-consignado-de-servidores.html

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Mulheres têm produção maior que homens na Porto Seguro

Mulheres têm produção maior que homens na Porto Seguro

No dia internacional das mulheres, o Sincor-SP fez uma homenagem por intermédio das corretoras. A entidade reuniu cerca de 300 mulheres no Villa Country, um espaço de shows e eventos da cidade.

Alexandre Camilo, presidente do Sincor-SP, e a diretoria preparou uma tarde onde as corretoras pudessem ter um dia de congraçamento. Ele destacou que a mulher tem ganhado espaço de destaque junto ao consumidor e à instituição seguro seja nas seguradoras ou corretoras. “Cabe ao Sincor-SP exaltar o papel que a mulher vem cumprindo na sociedade e, principalmente, à corretora que ajuda a divulgar a proteção do seguro”, afirmou.

Boris Ber, vice-presidente da entidade, destacou que o bonito do evento, além da homenagem às mulheres, é o clima de congraçamento. “Corretor de seguros é a única profissão em que os concorrentes fazem confraternização, trocam informações, isso não acontece em outras profissões”, diz ele.

Simone Martins, vice-presidente do Sincor-SP, e única mulher na diretoria, destacou a importância da mulher no mercado segurador e seu orgulho em participar dele. “A mulher vem tendo um destaque no mercado de seguros. Fico lisonjeada por representar a mulher na executiva do Sincor-SP e me orgulho bastante de ser corretora”, destacou.

Raquel Gomes, da Comissão Feminina da entidade, afirmou que há uma busca diária pela igualdade de direitos e o reforço do papel da mulher no mercado de seguros.

Das corretoras presentes, muitas vieram de cidades do interior, das regionais do Sincor-SP, como Piracicaba, Ribeirão Preto, entre outras.

A mulher no mercado de trabalho

O presidente da Porto Seguro, Fábio Luchetti, esteve presente no evento falando sobre o potencial da mulher no mercado de seguros. Apresentando dados e estudos, ele disse que a mulher é o equilíbrio da família e da sociedade. “Há muito mais mulheres ativas na sociedade do que mostram as estatísticas”, afirmou.

Luchetti lembrou que hoje muitas mulheres deixam de trabalhar para cuidar dos filhos ou dos pais idosos. “Infelizmente vivemos em um país que não está preparado para proporcionar uma velhice amparada”, analisou. Ele citou ainda o fato de que a mídia, na maior parte das vezes, não contribui para desconstrução de estereótipos.

Para o presidente da Porto Seguro, a característica feminina de conciliar diversas áreas da vida é uma vantagem profissional para as mulheres. “Hoje as coisas acontecem ao mesmo tempo. Se hoje trabalhamos até os 60/65 anos de idade, viveremos até os 90 e precisaremos encontrar formas diferentes de trabalhar para ter nosso sustento”, disse.

Ele destacou ainda que as mulheres têm um viés mais ético e são mais confiáveis para negociar. Ele revelou ainda que na Porto Seguro, as corretoras tem uma produção 20% maior que os homens. “Isso não quer dizer que devemos pagar uma comissão maior a elas” brincou. Luchetti disse ainda que na seguradora que dirige, a maior taxa de renovação está com elas. Por isso, ele sugeriu que o Sincor-SP desenvolva um projeto especial que estimule a formação de um número maior de mulheres corretoras de seguros.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/mulheres-tem-producao-maior-que-homens-na-porto-seguro/?utm_source=news-09-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=2ab74af7d9-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_09&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-2ab74af7d9-15123961

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Porto Seguro oferece uma nova oportunidade de negócio

Porto Seguro oferece uma nova oportunidade de negócio


Atualmente cerca de 27,5 milhões de veículos não possuem seguro, o que corresponde a 68% da frota de veículos leves do Brasil. Dessa forma, produtos como os rastreadores da Porto Seguro Proteção e Monitoramento são uma alternativa de novos mercados para os corretores. “A Porto Seguro Proteção e Monitoramento, atenta à demanda de mercado e às necessidades dos corretores por mais opções de produtos, oferece o serviço de rastreamento veicular, que tem se mostrado uma alternativa interessante aos clientes que possuem ou não seguro, visto que é uma forma de aumentar a segurança do veículo, com preços competitivos”, conta Fabio Braga, Superintendente da Porto Seguro Proteção e Monitoramento. O sistema de rastreamento é orientado via GPS e o veículo é monitorado por uma central 24 horas, preparada para atender em situações de roubo ou furto, agilizando o processo de localização do veículo. A Porto Seguro Proteção e Monitoramento oferece produtos como o Rastreador Porto Seguro, em que além de acessar as informações do veículo pela internet, o cliente poderá ter desconto nas renovações do seguro e as manutenções do dispositivo rastreador são gratuitas. Já o Rastreador Mais Seguro está disponível para clientes que não possuem seguro auto e que buscam proteção ao seu veículo a um valor competitivo. Além de ter informações sobre a localização e velocidade, conta com cobertura para situações de roubo, furto ou incêndio, que garante a indenização de 100% do valor de tabela Fipe, caso o veículo não seja localizado. Tudo isso sem análise de perfil do condutor, sem burocracia na contratação, e com assistência 24 horas nos serviços emergenciais como socorro mecânico, troca de pneus, chaveiro, guincho e muito mais. “Através da tecnologia de rastreamento, é possível localizar o veículo com amplitude e agilidade através da central de monitoramento 24 horas, possibilitando ainda o acesso a localização, velocidade e percursos do veículo através da internet, bastando para isso ter um dispositivo rastreador instalado”, finaliza Braga.

Fonte CQCS | Livia Montenegro
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/256331/?utm_source=news-13-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=ab0316ce25-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_13&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-ab0316ce25-15123961

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Nova regra do cartão restringe pagamento mínimo da fatura a 1 mês; entenda

Nova regra do cartão restringe pagamento mínimo da fatura a 1 mês; entenda

As regras para o uso do rotativo do cartão de crédito vão mudar. A partir do dia 3 de abril, os clientes terão restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo. A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26 de janeiro, e tem gerado dúvidas entre os consumidores. A principal mudança é que, ao contrário do que acontece atualmente, quem optar por fazer o pagamento mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos.

A novas regras foram criadas para coibir o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou o ano passado em 484,6% ao ano, segundo dados do Banco Central que considera a média de todas as instituições financeiras.

Como funciona hoje?
Hoje, para não ficar inadimplente, o consumidor precisa pagar ao menos 15% do valor da fatura de seu cartão de crédito (pagamento mínimo) até o vencimento da fatura. O restante da dívida fica para o mês seguinte, sujeito aos juros do cartão considerados proibitivos.
No mês seguinte, o cliente recebe a fatura com o saldo da dívida do mês anterior acrescido dos juros. Se não conseguir pagar o valor integral, ele pode, então, fazer novamente o pagamento mínimo de 15%, no mesmo processo anterior, e assim sucessivamente. Daí surge a metáfora da “bola de neve” associada frequentemente ao uso do rotativo do cartão de crédito.

O que muda?
A partir do dia 3 de abril, o consumidor que não conseguir fazer o pagamento integral de sua fatura do cartão de crédito poderá fazer o pagamento mínimo de 15% apenas por um mês. Na fatura seguinte, ele não poderá repetir o processo, pois o banco é obrigado a oferecer uma linha de crédito para que o consumidor parcele a sua dívida.
O cliente negocia então um prazo e uma taxa de juros para pagar a pendência. Entre os grandes bancos brasileiros, quatro já anunciaram as taxas que vão ser oferecidas – todas menores que os atuais juros do cartão, variando de 1,99% a 9,99% ao mês.
Na prática, em vez de alongar indefinidamente sua dívida fazendo o pagamento mínimo da fatura por vários meses consecutivos, o cliente terá de assumir o financiamento de sua dívida com prazo determinado e juros menores.
É importante destacar que, pelas novas regras, o cliente ainda pode fazer o pagamento integral de sua dívida a qualquer momento, mesmo antes do vencimento da próxima parcela.

Na ponta do lápis
Com taxas menores, o valor final pago pelos consumidores ao fim do parcelamento acaba ficando mais baixo do que seriam com juros rotativos do cartão. No entanto, o cliente pode ficar sujeito a parcelas maiores do que pagaria caso fizesse o pagamento mínimo da fatura por vários meses.
O economista Samy Dana, colunista do G1, fez a simulação de uma dívida de R$ 1 mil paga em 1 ano. Pelo rotativo do cartão, considerando os juros médios de 4 grandes bancos do Brasil (16,4% ao mês), o cliente que optasse por pagar o valor mínimo da fatura por 11 meses arcaria com parcelas de R$ 134 a R$ 148. Pagando o saldo devedor restante de R$ 885,42 no 12º mês, a dívida de R$ 1 mil teria se tornado R$ 2.588. Para comparação: considerando os juros médios já anunciados pelos bancos nas novas regras, a dívida final somaria R$ 1.872, com 12 parcelas iguais de R$ 143.
A simulação do G1 considera a média das taxas máximas informadas pelos bancos nas linhas de parcelamento.

O que dizem os especialistas
Marcos Crivelaro, especialista em finanças pessoais e professor da FIAP, avalia que as pessoas que têm o costume de, equivocadamente, “usar o rotativo do cartão de crédito como complemento do salário” podem sentir agora que “o estão privando dessa liberdade”. No entanto, o educador acredita que a nova regra defende o consumidor, já que o valor da dívida final é menor.
Crivelaro também estima que as novas regras inibam o descontrole financeiro. “Com rotativo o cartão, aquele ‘algo a mais’ que o salário não cobria estava sempre lá, pronto, pré-aprovado, sem burocracia”, descreve. “Agora, financiar a sim mesmo vai dar trabalho”, diz ele sobre as negociações dos parcelamentos.
Para o economista Samy Dana, colunista do G1, a solução encontrada pelos bancos ainda é uma opção de crédito cara e que deve ser evitada pelo brasileiro.
Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP, acredita que, apesar de o parcelamento a juros menores diminuírem o valor final da dívida, as novas condições não devem ter um impacto grande nos índices de inadimplência. “Se uma pessoa não consegue pagar o mínimo de 15%, também não vai conseguir pagar a parcela financiada.”
Para Domingos, a nova medida que permite financiar o valor total “não está dando nenhum tipo de benefício para o devedor”. “Essa dívida vai acabar se tornando objeto de negativação do nome desse consumidor.”

O que fazer?
Para quem já está endividado, os educadores financeiros recomendam a procura de crédito mais barato antes de ficar sujeitos aos juros do cartão de crédito, mesmo considerando as taxas mais baixas das novas regras. Entre os exemplos estão créditos pessoais a juros menores, como o consignado, além da procura do banco ou instituição financeira que ofereça as condições mais vantajosas para liquidar as pendências.
Além disso, a recomendação é prestar atenção ao orçamento familiar, identificando as despesas que podem ser cortadas para que os gastos não ultrapassem os ganhos. “Quando a gente fala em cortar gastos, a pessoa não consegue visualizar onde está gastando. Reduzir padrão é adequar a realidade do que eu ganho comparado com o que eu gasto. E eu não tenho como descobrir aonde está indo cada centavo do meu dinheiro se não fizer um acompanhamento minucioso”, ensina Domingos.

Fonte http://www.correiodoestado.com.br/economia/nova-regra-do-cartao-restringe-pagamento-minimo-da-fatura-a-1-mes/299765/

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Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições


A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.
“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS. “Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: O senhor já está aposentado. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria. A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Outro lado

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/348880/oferta-de-credito-consignado-tira-sono-de-aposentados

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RO – Homem é preso ao tentar sacar R$ 24 mil de vítima de estelionato

RO – Homem é preso ao tentar sacar R$ 24 mil de vítima de estelionato


Um homem identificado como Ronaldo F., de 54 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (17), dentro da agência do Banco do Brasil de Ouro Preto do Oeste, após tentar sacar R$ 24 mil de um empréstimo fraudulento. O fato ocorreu por volta das 11h,na rua Ana Nery, bairro Jardim Tropical, no centro da cidade.

A polícia foi acionada e, ao chegar ao local, foi informada por uma funcionária que um homem estava tentando sacar uma quantia elevada em dinheiro de uma conta bancária originária da agência de Rolim de Moura. Explicou aos militares que, ao verificar junto ao sistema do Banco do Brasil, constava que o correntista teria registrado uma ocorrência de tentativa de fraude após terem tentado realizar um empréstimo de R$ 24 mil em seu nome.

O suspeito foi abordado e com ele foi encontrada uma identidade de origem duvidosa, contendo alguns dados que não conferiam com os do correntista. Também foi localizado em sua posse o contrato de um empréstimo feito na cidade de Porto Velho, uma folha de papel com algumas informações do dono da conta, um aparelho de celular, uma carteira de trabalho, duas fichas de extrato do INSS e uma conta telefônica aparentemente falsificada com endereço de Porto Velho, sendo que a vítima reside em Rolim de Moura.

Ao ser indagado, inicialmente o estelionatário tentou se passar pela vítima. Porém, passou a entrar em contradição ao dizer que ora residia em Porto Velho, ora em Ouro Preto do Oeste, não afirmando o local exato em que morava.

Ao perceber que não conseguiria continuar com a farsa, o suspeito resolveu dizer a verdade afirmando aos policiais que é da cidade de Porto Velho, local onde, segundo ele, teria sido abordado por uma pessoa conhecida por Val que o teria recrutado para realizar essa transação na agência bancária de Ouro Preto do Oeste.

Disse ainda que, caso conseguisse sacar o dinheiro, ficaria com a metade, e que não sabia mais nada sobre quem o recrutou e que essa seria a primeira vez que tentava aplicar este tipo de fraude. O suspeito foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foi entregue aos cuidados do comissário de plantão.

Tag’s: rondonia, homem, preso, saque, estelionato

Fonte: Gazeta Central
Fonte https://www.rondoniaovivo.com/interior/ouro-preto-do-oeste/noticia/homem-e-preso-ao-tentar-sacar-r-24-mil-de-vitima-de-estelionato/173766

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RJ – Ação pede que bancos não descontem consignado diretamente na conta de servidores

RJ – Ação pede que bancos não descontem consignado diretamente na conta de servidores

Defensoria e MP solicitem ainda cancelamento de negativação dos trabalhadores


Notas de real – Free Images

RIO — A Defensoria Pública do Rio de Janeiro e o Ministério Público estadual entraram com uma ação coletiva, nesta segunda-feira, para proibir 26 bancos de descontar o valor dos empréstimos consignados diretamente na conta dos servidores públicos. Denúncias de descontos duplos, na conta corrente e no contracheque pelo Estado, levaram os órgão a investigar e identificar que os 26 contratos dos 26 bancos contêm cláusulas que autorizam o desconto caso não seja feito o repasse. A ação pede a nulidade das cláusulas contratuais abusivas e o cancelamento da negativação dos servidores nos órgãos restritivos de crédito.

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Em setembro do ano passado, já havia sido celebrado um acordo com o banco Itaú, a partir dos dados levantados pela investigação conjunta de Defensoria e MPRJ, em que a instituição se comprometeu com a Defensoria e o MP a não incluir no cadastro de devedores os servidores que tivessem com parcelas atrasadas do empréstimo consignado por falta de repasse do estado. No compromisso, o banco também acertou de não fazer descontos na conta corrente do trabalhador. O Ministério Público firmou ujm acordo nos mesmos termos com a Caixa Econômica. A ação foi ajuizada em face dos seguintes bancos: Bradesco; Bradesco Financiamento; Agiplan; Alfa; BGN; BMG; Olé/Bonsucesso; Cacique; Cifra; Daycoval; Crédito e Varejo; Banco do Brasil; BRB; BV; CCB; Intermedium; Lecca; Mercantil do Brasil; Mercantil do Brasil Financeira; Banrisul; Fibra; Original; Pan; Safra; Santander; Paraná.

— Não estamos dizendo que todos os 26 bancos estão fazendo a dupla cobrança, mas todos têm essa previsão contratual da qual poderiam lançar mão em meio essa crise do estado do Rio. E essa cláusula que prevê a cobrança do consumidor em caso de não repasse do empregador é abusiva, pois transfere para o trabalhador todo o risco do negócio, já que é responsabilidade do empregador o desconto em folha — diz Patrícia Cardosa, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, ressaltando que alguns bancos não se dão ao trabalho sequer de verificar se o desconto foi feito na folha de pagamento.

Segundo Patrícia, entre as queixas dos servidores estão também cobranças de juros por atraso,que também é considerada abusiva:

— O consumidor só pode pagar mora quando dá causa ao atraso, e não é esse o caso — destaca.

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Na avaliação de Patrícia, a manutenção dessas claúsulas nos contratos levaria a uma lesão sem tamanho ao servidor que já está passando por privações pela não regularidade do pagamento de seus vencimentos.

O promotor de Justiça de Tutela Coletiva do Consumidor, Pedro Fortes que — que assina a ação junto com o defensor Eduardo Chow e PAtrícia — acrescenta que os bancos deveriam cobrar o Estado, mas se aproveitam da vulnerabilidade dos servidores públicos endividados, descontados em dobro e negativados ilegalmente. O promotor defende que o Judiciário próiba de imediatamente as cláusulas através de uma liminar.

A ação, além de liminar com efeitos imediatos, pede que os servidores sejam indenizados e os bancos condenados ao pagamento de R$ 1 milhão de indenização por danos morais coletivos. A ação está na 2ª Vara Empresarial.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/acao-pede-que-bancos-nao-descontem-consignado-diretamente-na-conta-de-servidores-20954893#ixzz4ZO17PAxv
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Fonte http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/acao-pede-que-bancos-nao-descontem-consignado-diretamente-na-conta-de-servidores-20954893
POR O GLOBO

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