MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

A ocorrência de estelionato foi registrada na Delpol.

Uma moradora de Nova Andradina, de 21 anos, perdeu R$ 1.000,00 (Um mil reais) após cair em golpe de empréstimos consignado. A vítima relatou na Delpol de Nova Andradina que na semana passada, entre terça e quarta-feira achou no facebook uma empresa a qual realiza empréstimos consignados. Em posse dessa informação entrou no site da empresa e realizou um cadastro.

Na delegacia, a vítima disse que passado uma semana um indivíduo entrou em contato com a vítima se passando pelo representante da financeira.

Na conversa via telefone, o criminoso então esclareceu à vítima que podia fazer o empréstimo consignado no valor de R$ 10.000,00 e solicitou uma quantia antecipada no valor de 10% do pretendido.

Confiante, a vítima obteve as informações a respeito do pagamento e recebeu via Whatsapp, uma conta poupança da Caixa Econômica Federal a qual foi depositada a quantia de R$ 500,00.

Em outra conta, a vítima efetuou o deposito do restante, totalizando os 10%. Após os depósitos, a mulher entrou em contato com o criminoso via Whatsapp informando e exigindo explicações a respeito do fato, sendo que o mesmo demonstrou frieza nas respostas; ela perguntou o porquê do acontecido e o criminoso informou-lhe que era preciso e não a contatou mais. (Com informações da ocorrência 1066-2017).

http://www.novanoticias.com.br/noticias/policia/nova-andradina-mulher-cai-em-golpe-de-emprestimo-consignado-via-internet

Read More
Juros do consignado do INSS ficam menores

Juros do consignado do INSS ficam menores

Taxa máxima para aposentados cai de 2,34% para 2,14%; servidores federais também terão queda

Os empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) estão mais baratos desde ontem. O governo federal anunciou um corte no teto dos juros que agora passam de 2,5% para 2,2% mensais, o que corresponde a uma queda de 34,5% para 29,8% na taxa anual.
Para segurados do INSS, a taxa máxima mensal que poderá ser cobrada na linha de crédito recuou de 2,34% para 2,14%. Nas operações com o cartão de crédito consignado, os juros mensais máximos r ecuaram de 3,36% para 3,06%.
Para os servidores federais, a taxa caiu de 2,5% para 2,2% ao mês.
Para o diretor-executivo de estudos e pesquisas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a mudança pode ser atribuída à redução da Selic Taxa antiga Nova taxa Taxa antiga Nova taxa 2,34 2,14 3,36 3,06 (taxa básica de juros) promovida pelo Banco Central. Ele diz que há expectativa de novas reduções frente à queda da inflação.
No bolso do aposentado, porém, a diferença não é muito grande. Por exemplo, em um consignado de R$ 3.000, pagos em dois anos e com a maior taxa, ele pagará R$ 87,60 a menos quando tiver quitado o empréstimo, segundo cálculos do especialista.
Segundo Oliveira, a diferença é pequena agora, mas é preciso pensar que devem haver novos cortes de juros. A contratação do empréstimo consignado do INSS não pode ser feita por telefone. O depósito não pode ser feito em conta de terceiros, segundo a Previdência.
Empréstimos e cartão de crédito são operações dife- rentes, portanto exigem contratos específicos. Ao contratar o negócio, o beneficiário deverá apresentar o documento de identidade ou habilitação, ambos com fotografia, e o CPF. O prazo máximo do empréstimo é de seis anos.

Fonte https://www.pressreader.com/brazil/agora/20170331/281887298148688

Read More
Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Na região, um homem foi vítima dos bandidos que fizeram um empréstimo de R$ 13 mil em seu nome


INSS garante que dados dos segurados são sigilosos (Foto: Shutterstock)

Viver de benefício, aposentadoria ou pensão geralmente não é fácil. Mas quando esse dinheiro ainda é alvo de golpistas que fazem empréstimos consignados diretamente na conta das pessoas, sem qualquer autorização, torna-se pior.

É o caso do recém-aposentado Amarildo Dias de Carvalho, de 49 anos. Afastado por motivo de doença, ele conseguiu a aposentadoria por invalidez em fevereiro. Mas, antes mesmo de receber, foi vítima de um golpe.

Neste mês, ao ter problemas para sacar o primeiro benefício, ele tirou um extrato e viu que, além de saques indevidos, havia um empréstimo consignado sendo descontado do seu benefício.

“Ele não recebe nem R$ 1,1 mil e já estão descontando quase R$ 700,00 por mês de um empréstimo de R$ 13 mil. Isso é um absurdo, e ninguém se responsabiliza”, comenta o sobrinho do aposentado, Osmar Barbosa de Carvalho.

Ele relata que, no mês anterior, o tio teve problema com a senha do benefício e teria tido ajuda de um desconhecido. “No banco, dizem que não podem fazer nada, pois o empréstimo teria sido feito no caixa eletrônico, com a senha dele”.

“Eu não autorizei nada, não passei nada para ninguém e estão comendo todo o meu dinheiro”, desespera-se Amarildo de Carvalho.

O aposentado fez um boletim de ocorrência e entrou na Justiça para reaver seu dinheiro. Sua advogada, Arlete Cazura Coutinho Santos, afirma que a prática se dissemina.

“Sou procurada por várias pessoas na mesma situação. Fica claro que esses golpistas estão tendo acesso aos dados dos clientes, mas não se sabe ao certo como eles conseguem isso e se há a participação de funcionários das agências bancárias”, afirma. A Polícia Civil de Cubatão, onde ocorreu o caso, faz investigações.

Vazamentos

Segundo o advogado Theodoro Vicente Agostinho, da Comissão de Seguridade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, estima-se que em torno de 8% dos empréstimos concedidos sejam fraudados.

“Boa parte destas fraudes acontece por conta de vazamento de informações da Previdência Social. Mas o mais difícil é saber como dados e até listas de aposentados chegam aos fraudadores”, menciona o advogado.

O INSS afirma que os dados dos segurados são mantidos em sigilo e que não fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros.

“O Instituto sempre orienta aos seus segurados e beneficiários que, por questões de segurança, não forneçam o número de benefício ou seus dados pessoais a terceiros”, afirma, em nota. Para resolver eventuais problemas, sugere o registro da ocorrência em delegacia e que se faça denúncia na Ouvidoria do INSS, por meio da Central de Atendimento, no telefone 135.

Recomendações

– Nunca aceite ajuda de estranhos nos caixas eletrônicos. Se tiver problemas, procure um funcionário da agência.

– A senha e o número do benefício nunca devem ser passados para ninguém. Evite também anotar a senha em papéis. E nunca guarde cartão e senha no mesmo lugar.

– Ao escolher a senha, não use números previsíveis, como data de nascimento, número de telefone residencial e placa de carro, por exemplo.

– Ao pegar seu cartão, com a desculpa de ajudar, o desconhecido pode aproveitar para trocá-lo por um outro sem que você perceba. Não entregue o cartão na mão de ninguém.

– Todo cuidado é pouco. Se você for assaltado, cancele o cartão na central de atendimento do banco o quanto antes. Faça boletim de ocorrência e comunique o crime ao INSS.

– Se o cartão ficar preso no interior do terminal de autoatendimento, aperte a tecla anula e avise imediatamente o banco, usando o telefone instalado na própria cabine.

– Dê preferência aos caixas eletrônicos que ficam instalados em locais de grande movimentação, como shoppings, lojas de conveniência e postos de gasolina, por exemplo. Bandidos gostam de agir sem grande plateia.

– Evite o horário noturno para usar caixas eletrônicos. É mais seguro fazer saques no horário comercial, quando o movimento de pessoas é maior.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/aposentados-devem-ficar-atentos-para-nao-cair-no-golpe-do-consignado/?cHash=92bf8568cc731f1e41c9361868441f52
EGLE CISTERNA

Read More
Margem consignável e suas limitações indevidas

Margem consignável e suas limitações indevidas

A margem consignável é uma limitadora no percentual total que pode ser comprometido na renda do trabalhador, aposentado ou pensionista.

A boa regra econômica determina e orienta o comprometimento de apenas 30% da renda do seu contracheque. Com exceção dos aposentados e pensionista do INSS que podem comprometer até 35% do seu benefício. Essa margem fica dividida em 30% para empréstimos e 5% para cartão de crédito.

Os empréstimos consignados são oferecidos com 72 meses de prazo para pagamento, e na maioria das vezes é um alento para os aposentados e pensionistas que lutam para enfrentar os tempos de crise financeira que assola o país.

De acordo com a Drª. Tatiana Júlio, advogada especialista em direito previdenciário, alguns cuidados precisam ser adotados na utilização destes empréstimos. Segundo a especialista algumas vezes o beneficiário vai ao banco realizar a contratação do empréstimo e é surpreendido com a informação que não poderá utilizar os 30% da sua margem, o que é lei, pois parte dela está comprometida para a Reserva de Margem Consignável.

O que estes beneficiários não tem conhecimento é que na maioria das vezes quando contratam um empréstimo existe no contrato uma clausula mencionando que parte da margem fica restrita para contratação do cartão de crédito e pagamento da fatura.

Além disto, a empresa envia um cartão de crédito para a casa do beneficiário ou o que é ainda pior, embutem no cartão de débito do beneficiário, aquele que ele usa apenas para sacar o benefício previdenciário, a tal reserva de margem consignada.

De acordo com a orientação da Drª. Tatiana Júlio a solução para isto é retirar um detalhamento de extrato junto ao INSS e um histórico de contratação de empréstimo, nestes documentos aparecerão todas as contratações já realizadas no benefício, inclusive se existe reserva de margem consignável e quem a realizou.

Identificando a reserva da margem consignável, o próximo passo é procurar o banco e solicitar a retirada imediata da reserva de margem existente no benefício. Tal pedido não sendo atendido amigavelmente o aposentado/pensionista deverá procurar a justiça para garantir a retirada bem como a devolução dos valores cobrados e demais reparações legais.

Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/margem-consignavel-e-suas-limitacoes-indevidas,b9054c21fa18d9d3ce83d07d74f67418ddqlzbun.html

Read More
RO – Margem de consignado descontado em salário de servidores municipais de Rolim de Moura não poderá ultrapassar 40%

Margem de consignado descontado em salário de servidores municipais de Rolim de Moura não poderá ultrapassar 40%

A facilidade para contratação, a rapidez na liberação do dinheiro e a praticidade do desconto em folha, ou diretamente no benefício previdenciário, das parcelas pactuadas, são alguns dos atrativos que seduzem os servidores.


Margem de consignado descontado em salário de servidores municipais de Rolim de Moura não poderá ultrapassar 40%

A Prefeitura de Rolim de Moura (RO), a fim de evitar o endividamento excessivo dos servidores, o Executivo Municipal por meio da Lei Municipal nº 1059/2003, que dispõe sobre a autorização para desconto de prestações de empréstimos em folha de pagamento contraídos por servidores municipais de Rolim de Moura com Bancos e Instituições financeiras, previu de forma taxativa em seu art. 1º, § 2º, que a soma dos descontos não poderá exceder a 40% da remuneração mensal disponível.

A facilidade para contratação, a rapidez na liberação do dinheiro e a praticidade do desconto em folha, ou diretamente no benefício previdenciário, das parcelas pactuadas, são alguns dos atrativos que seduzem os servidores.

Tal medida, tem por escopo a preservação da família, diante da natureza alimentar e da proteção ao salário esculpido no artigo 7º, inciso X da CF/88. Onde sabiamente ao prever a limitação da margem consignável, tem o intuito de preservar uma parte suficiente do salário do trabalhador, para suprir suas necessidades e de seus familiares.

Entretanto, muitos bancos e instituições não respeitando a legislação têm efetuado descontos que superam o limite de 40% (quarenta por cento), absorvendo quase toda verba salarial e não preservando dessa feita um mínimo suficiente ao sustento do servidor.

Preocupado com essa situação a Administração Municipal limitará a consignar, em folha, apenas a margem de 40%, sobre o salário mensal, somando as vantagens.

Fonte http://www.tudorondonia.com/noticias/margem-de-consignado-descontado-em-salario-de-servidores-municipais-de-rolim-de-moura-nao-podera-ultrapassar-40,247.shtmla

Read More
Cinco motivos para confiar em uma fintech

Cinco motivos para confiar em uma fintech

Afinal, como sei que posso confiar meu dinheiro a uma conta em uma empresa que nem banco é?


iStock
Elas estouraram em 2014 e hoje já são mais de 200 só no Brasil. As fintechs, aquelas empresas inovadoras com soluções para gestão financeira, estão cada vez mais em alta. Movimentações, pagamentos, emissão de boletos, transações via cartão de crédito, tudo em alguns cliques, com custos reduzidos. Parece tudo tão simples – e de fato é – que muita gente se pergunta: afinal, como sei que posso confiar meu dinheiro a uma conta em uma empresa que nem banco é? Que não possui agência física nem é vinculada ao Banco Central?

Neste caso, a desconfiança que parte do pressuposto de que as fintechs são muito jovens, às vezes desconhecidas no cenário global e com serviços facilitados até demais, pode ser reduzida pelas cinco razões que listo abaixo:

1 – Vinculada não, prestando informação sim: o fato de uma fintech não depender de autorização do Banco Central para funcionar não significa que ela age de qualquer maneira. A PagueVeloz, por exemplo, presta informações à entidade da mesma forma que instituições tradicionais. A diferença é que uma fintech, que aposta na tecnologia disruptiva, rompendo um padrão e trazendo um conceito totalmente diferente ao mercado financeiro, se encaixa em outras normas de regulamentação. De qualquer forma, ninguém faz o que bem entende. É preciso prestar contas aos órgãos públicos todos os dias, mostrando idoneidade.

2 – Investimentos são constantes: as startups que apostam em soluções para gestão financeira não só conquistaram o público, mas também a atenção de investidores. Grande parte delas recebe aporte ou capital de algum sócio (empresa ou pessoa física) que cobram resultados e boas práticas, já que precisam manter seu nome e reputação em dia. Só no Brasil, já foram investidos mais de R$ 1 bilhão neste modelo.

3 – Boa parte das fintechs está ligada a instituições de fomento: Sebrae (através de programas como o StartupSC, do qual participamos), InovAtiva Brasil, Darwin Starter são exemplos de programas de capacitação e aceleração que recebem anualmente esse tipo de negócio em seus grupos de seleção. Para integrar a equipe é preciso comprovar que o negócio é verdadeiro e que o cliente terá segurança ao contar com os serviços da startup. Além do mais, são mentorias e ações que fortalecem ainda mais a atuação dessas empresas.

4 – Metade dos clientes bancários no mundo já usam serviço de fintech: o que mostra que muita gente tem confiado nesse tipo de serviço e obtido bons resultados. Além disso, a chegada desse novo modelo de negócios fez com que bancos tradicionais buscassem se reinventar. Muitos passaram a oferecer soluções facilitadas, inspirados nos serviços das fintechs. Atualmente, segundo o World FinTech Report (WFTR), estudo conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn, na China e na Índia, 75% das pessoas que utilizam bancos também já apostam nas fintechs.
5 – Informações de fácil acesso e ao mesmo tempo protegidas: a preocupação da maioria dos usuários está voltada à segurança oferecida pelas fintechs. Afinal, meus dados estarão protegidos? Como vou saber o que está acontecendo? Apesar do fácil acesso, você só pode entrar na conta através de login e senhas pessoais. É claro que a internet é um ambiente amplo e cabe ao usuário buscar a conexão segura – evitando, por exemplo, computadores compartilhados, esquecer de sair do sistema após usá-lo ou sites desconhecidos. No entanto, com estes cuidados, sem dúvida a experiência do consumidor será positiva.

Modelos novos de negócios habitualmente causam desconfiança (quem não se lembra da chegada da Internet ou dos smartphones, por exemplo?). Mas basta uma análise de riscos X benefícios para perceber que dá para extrair o que há de melhor nessa nova maneira de gerir as finanças oferecida pelas fintechs e garantir mais tranquilidade no dia a dia.

Nilton Spengler Neto – Diretor da PagueVeloz.

Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-motivos-para-confiar-em-uma-fintech/117840/

Nilton Spengler Neto, Administradores.com

Read More
BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups

BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups


João Kepler, um dos sócios da Bossa Nova Investimentos. Plano é investir em 1.000 startups até 2020
Ralphe Manzoni Jr.

O grupo BMG tornou-se sócio minoritário da Bossa Nova Investimentos, empresa que investe em startups liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler.

Com a sociedade, o BMG vai injetar R$ 100 milhões que serão usados para novos aportes em companhias iniciantes. Atualmente, a Bossa Nova investe em 150 startups, 42 delas nos Estados Unidos.

“Ganhamos agilidade e rapidez com esse novo investimento”, afirmou Kepler ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS.

A holding da família Pentagna Guimarães, dona do banco BMG, já tinha três frentes de investimentos. Uma delas era a Lendido, plataforma online de empréstimos. A outra era a BMG UpTech, que investia em startups em fase inicial. Por fim, o BMG Digital Lab, que busca parcerias com companhias iniciantes em estágios avançados.

Os bancos brasileiros estão cada vez mais interessados em se aproximar de companhias iniciantes. O Itaú, por exemplo, apoia o Cubo, um espaço de co-working desenvolvido em conjunto com o fundo Redpoint e.ventures.

O Bradesco criou o InovaBra Ventures, que fez aporte em duas empresas: a Rede Frete Fácil, uma espécie de Uber do frete, e a Semantix, com foco em computação cognitiva.

A Bossa Nova se autodefine como uma microventure capital, que faz aportes em uma fase chamada antes do Seed Money. Os valores investidores ficam entre R$ 100 mil e R$ 800 mil.

O plano de Schurmann e Kepler é contar com 200 empresas investidas até o fim deste ano. Em 2020, segundo a dupla, a meta é chegar a 1.000 startups. “Os recursos do BMG serão usados para alcançar esse número”, diz Kepler.

A busca da Bossa Nova não se restringe ao Brasil. Com o novo aporte, o fundo está atrás de startups na América Latina e nos Estados Unidos.

Seu modelo de negócio, segundo Kepler, é semelhante ao da SV Angel, um fundo de venture capital baseado em São Francisco que já realizou 720 investimentos em 620 startups.

A SV Angel, por exemplo, foi um dos fundos que apostou, bem no início, na operação de compartilhamento de quartos Airbnb e na rede social para jovens Snapchat, hoje empresas que valem bilhões de dólares.

Kepler diz também que a Bossa Nova Investimentos analisa se prosseguirá com uma captação, que já estava em curso, de outros R$ 100 milhões – sendo que 40% desse valor seria levantando no primeiro semestre deste ano.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bmg-associa-se-bossa-nova-e-tem-r-100-milhoes-para-investir-em-startups/

Read More
Seguradora investe cerca de R$ 100 milhões para melhorar o dia a dia dos Corretores

Seguradora investe cerca de R$ 100 milhões para melhorar o dia a dia dos Corretores


A Seguradora fez uma série de inovações para agilizar os processos internos que sustentam o crescimento e facilitam o dia a dia das pessoas. A Companhia investe anualmente cerca de R$ 100 milhões em melhorias e sistemas que incluem gastos com a atualização da infraestrutura básica (como armazenamento de dados, rede, servidores e telefonia) e o desenvolvimento de ferramentas e novidades.

De acordo com Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora, o principal projeto desenvolvido em 2016 foi o serviço de Apólice Digital, que tornou a companhia 100% digital. “A iniciativa foi finalizada com a reestruturação de todos os cadastros e documentações da carteira de Produtos Pessoa Jurídica, beneficiando também corretores e clientes desse segmento”, afirmou.

Ele acrescentou ainda que a digitalização promove uma série de vantagens, como o acesso às apólices no Portal Nosso Corretor, no Portal Autoatendimento (segurado) e nos aplicativos mobile do Corretor e do Cliente. Em linha com a estratégia de ser uma empresa totalmente digital e contribuir tanto com os Corretores e Clientes como com a sociedade de uma forma sustentável, outro projeto realizado em 2016 que teve impacto nessa meta foi o de integração com sistemas de multicálculos e plataformas de corretoras, também seguindo uma tendência do mercado segurador.

O sistema de solicitações de cotações também foi renovado com o objetivo de aprimorar a navegação na ferramenta e aumentar a produtividade do processo. “A ferramenta, disponível no site institucional da Tokio Marine, proporciona diversas facilidades, como segunda via e atualização de boleto (para pagamento atrasado), segunda via de apólice, cartão on-line com todas as informações da apólice, do item segurado e telefones das assistências, (para ver e imprimir), aviso e acompanhamento de sinistros (Auto e Residencial), entre outras conveniências”, explica Lavrador.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-investe-cerca-de-r-100-milhoes-para-melhorar-o-dia-dia-dos-corretores

Read More
Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Queda dos ganhos em relação a 2015 é de 43%.


Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (28) ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro.
O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).
Crédito
O crédito habitacional alcançou saldo de R$ 406,1 bilhões e aumento de 5,6% em 12 meses. As contratações somaram R$ 81,8 bilhões no ano, dos quais R$ 62,9 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 17,6 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 1,3 bilhão com outros recursos.
As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas chegaram a R$ 191 bilhões: uma redução de 4% em 12 meses, sob influência, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica. O segmento comercial pessoa física apresentou queda de 0,8% no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado, que cresceu 7,2%, fechando o ano com saldo de R$ 63,9 bilhões.
Poupança
O saldo das captações da Caixa cresceu 4,5%, chegando a R$ 984,1 bilhões. “A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 27,7% em CDB e 4,1% na poupança.”
Hoje, o banco contabiliza 68,8 milhões de contas de poupança: um crescimento de 7,8% em relação a dezembro de 2015.

Fonte G1 – http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/caixa-economica-anuncia-lucro-de-r-41-bilhoes-em-2016.ghtml

Read More
Mercado de benefícios: Corretor deve ficar atento aos novos modelos de negócios

Mercado de benefícios: Corretor deve ficar atento aos novos modelos de negócios

 


Durante o 9º Congresso dos Corretores de Minas Gerais que aconteceu na cidade de Contagem, Leonardo Freitas, Diretor de Mercado da Bradesco Seguros, chamou atenção dos Corretores para os produtos de Vida e Previdência. Ele lembrou que o país tem quase 10 milhões de consumidores potenciais para vida e previdência.

Além disso, Freitas falou também do mercado de benefícios para PME´s. “O setor de benefícios teve uma evolução considerável e as PME’s podem oferecer benefícios aos funcionários como forma de reter talentos”, destacou. O dirigente falou que o Corretor de Seguros faz o equilíbrio entre os interesses da empresa e os interesses do empregado. “Há novos modelos de negócios e a oportunidade para o Corretor está em entregar ao cliente uma proposta de valor”, afirmou.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/mercado-de-beneficios-corretor-deve-ficar-atento-aos-novos-modelos-de-negocios

Read More
Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo

Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo


Bancos divulgaram as taxas e parcelamentos para saldo dos cartões com restrição ao rotativo MARCELO G. RIBEIRO/JC Patrícia Comunello

Os bancos já estão divulgando as condições de juros e parcelamentos de saldo devedor com a limitação de uso do crédito rotativo dos cartões.
Os clientes terão de ter as opções a partir de 3 de abril, cumprindo a resolução 4.549 do Conselho Monetário Nacional (CMN) que limitou o uso do rotativo por até 30 dias.
Com isso, o saldo remanescente da fatura só poderá entrar no financiamento do rotativo, com taxas mais altas, até o vencimento da fatura seguinte.
O efeito da resolução deve ser sentido nas faturas dos detentores de cartões com vencimento a partir dos primeiros dias de maio.
A restrição de uso do crédito do rotativo foi colocada para pressionar bancos a migarem os clientes a financiamentos com juros mais em conta.
Os maiores bancos de varejo já definiram as taxas e as modalidades para financiar o saldo.
Itaú-Unibanco, Bradesco, Santander (dos privados), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (públicos) já divulgam as condições de taxas e parcelas.
O Banrisul ainda não definiu os novos juros do parcelamento.
BB, Itaú e Bradesco dizem que também cortaram as taxas. No caso do BB, as taxas do rotativo e do parcelado são quase as mesmas.
O Bradesco diz que acabou com o rotativo e adota um parcelamento automático.

Confira as condições de cada banco:

Banco do Brasil: Parcelado: taxas variam de 1,91% a 9,38% ao mês.
O cliente escolhe o número de parcelas ou automaticamente o saldo será parcelado em 24 vezes.
Rotativo: o banco informa que reduziu em janeiro os juros do rotativo, com taxas de 1,92% a 9,79% ao mês, muito próximas as do parcelado.

Banrisul: Parcelado: até 24 meses. Os juros ainda estão sendo avaliados.
O banco garante que terá taxas competitivas.

Bradesco: Parcelamento: o banco vai oferecer programação de 12 parcelas automáticas.
Aplicativo no site da instituição simula opções com valores e taxas e como vai funcionar os parcelamentos.
Rotativo: o banco acabou com a modalidade, além de dizer que reduziu em 33% as taxas, que vão de 3,6% a 9,8% ao mês e são aplicadas ao parcelado.

Caixa: Parcelamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses. Taxas: 3,3% a 9,9% ao mês.
Parcelamento automático: acionado para valores abaixo do pagamento mínimo e alternativa as seis opções de parcelamento.

Itaú-Unibanco: Parcelamento: até 24 parcelas. Taxas entre 0,99% e 8,9% ao mês.
Juros do rotativo: o banco diz que reduziu quatro pontos suas taxas mensais, que podem cair até 7 pontos dependendo do histórico de pagamentos do cliente.
Santander: Parcelamento: 4 a 18 vezes, com juros de 2,99% a 9,99% ao mês.

Fonte Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/03/economia/553853-bancos-divulgam-taxas-e-condicoes-para-rotativo-do-cartao-de-credito.html)

Read More
BB vai indenizar bancário que sofreu descontos salariais diretamente na conta corrente

BB vai indenizar bancário que sofreu descontos salariais diretamente na conta corrente

Os descontos superaram o limite de 30% da remuneração e ocasionaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

Reprodução: fotospublicas.com
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco do Brasil S.A. por ter descontado valores creditados a mais no salário diretamente na conta corrente de um empregado. No entendimento da Turma, o desconto teria de ser feito no salário, respeitando-se o limite de 30% da remuneração (Lei 10.820/03), uma vez que, mesmo sendo empregado do banco mantenedor da conta corrente, os valores existentes nela não pertencem à instituição financeira.
O bancário – que à época do ajuizamento da ação se encontrava afastado em licença previdenciária – recebia do BB uma complementação de auxílio-doença equivalente à diferença entre o benefício recebido pelo INSS e o valor do seu salário da ativa. Entre 2009 e 2010, o banco pagou a totalidade do salário, sem deduzir os valores recebidos pelo INSS, e, ao constatar as irregularidades, debitou os valores na conta do empregado de uma única vez.

O bancário requereu indenização por danos materiais e morais alegando que o desconto, de cerca de R$ 16 mil, causou transtornos de ordem pessoal e financeira. O banco, por sua vez, argumentou que o empregado sabia que os valores foram pagos a maior e deveriam ser restituídos.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Brasília (DF) julgou improcedente os pedidos do bancário, e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) deferiu apenas a indenização por danos materiais, no valor de R$ 6 mil, por considerar que os descontos, feitos de maneira inesperada e em montante superior a 30% da remuneração, causaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

TST

O ministro José Roberto Freire Pimenta, relator do recurso do bancário ao TST, acrescentou à condenação a indenização por danos morais, também no valor de R$ 6 mil. Para o ministro, o ato do banco, independentemente de culpa concorrente do empregado (que sabia do pagamento a maior) ou da necessidade de compensação dos valores, causou-lhe prejuízos como a devolução de cheques não compensados e sua inscrição em cadastros de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o relator, o dano resultou da conduta irregular do Banco do Brasil, que, “na condição de empregador, se julgou autorizado a realizar descontos diretamente da conta corrente, e não sobre a remuneração devida, em total desacordo com a hipótese prevista com o artigo 462 da CLT”. “Os valores existentes na conta corrente, ainda que esse seja empregado do banco reclamado, não pertencem à instituição financeira, sendo totalmente incabível a retenção verificada nos autos, sob pena de caracterizar apropriação indébita”, concluiu.

A decisão foi unânime.

Processo: 581-13.2011.5.10.0006

Fonte TST
Fonte http://www.jornaljurid.com.br/noticias/bb-vai-indenizar-bancario-que-sofreu-descontos-salariais-diretamente-na-conta-corrente

Read More
Saiba como realizar um empréstimo consignado Sicoob

Saiba como realizar um empréstimo consignado Sicoob


Sicoob, Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, oferece diversos benefícios aos associados da AVM de todo o Paraná. Dentre as diversas vantagens estão cartão de crédito e débito, conta investimento, financiamento de veículo, consórcios, seguros de vida, residência e automóvel, previdência privada e empréstimo consignado.
Para ter direito ao empréstimo consignado, com taxas de juros mais baixas que o comum, de 1,30% a 2,02%, em até 96 vezes, basta ter margem no PR-Consig, o sistema automatizado de consignações em folha de pagamento.
Os associados que desejam usufruir das outras conveniências oferecidas, precisam apenas abrir uma conta-corrente no Sicoob e depositar R$ 50 para o capital social. O valor ficará aplicado e redendo juros da Selic, podendo ser retirado no fim do ano. Além disso, todos os serviços do Sicoob podem ser acessados pelo site www.sicoob.com.br ou pelo aplicativo, diretamente no celular.
A gerente da instituição, Elisangela Maccarini, explica que o Sicoob tem o produto certo para as necessidades dos militares paranaenses. “A classe militar tem vantagens especiais no Sicoob porque sabemos das dificuldades burocráticas que os bancos impõem aos correntistas. Garantimos aos PMs que temos os serviços que eles precisam”, afirma a gerente.
A filial do Sicoob na AVM está localizada no primeiro andar da sede da Associação, em Curitiba, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas. Para mais informações basta entrar em contato pelos números (41) 3095-0026 ou 3095-0047.

Fonte http://avmpmpr.com.br/site/saiba-como-realizar-um-emprestimo-consignado-sicoob/

Read More
Projeto de lei multa banco que vender Seguros

Projeto de lei multa banco que vender Seguros

O projeto de lei da senadora Rose de Freitas do PMDB- ES, publicado na Agência Senado no dia 03 de março, revela que incluir consumidores sem autorização em promoções de bancos pode se tornar crime. Conforme a matéria publicada pelo portal, o texto (PLS 33/2017) prevê a proteção dos consumidores contra dívidas causadas por produtos que não foram solicitados.

Para Sergio Ricardo, executivo do mercado de seguros, a prática da “empurrologia” é uma das maiores besteiras comerciais a que uma empresa pode recorrer. “A prática funciona como isca para os desavisados e pouco esclarecidos, literalmente ‘queimando o filme’ das instituições e quase sempre significando um péssimo negócio para o consumidor”.

Segundo o advogado, Gilberto de Jesus, a prática de cobrar de cliente o preço de um seguro sem que o mesmo tenha solicitado é ilegal, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. “É importante criminalizar a conduta. O consumidor que pagou por produto ou serviço não solicitado deve receber o que pagou em dobro, e ainda pode pleitear indenização por danos morais na esfera judicial”.

O consumidor deve estar atento às condições de vendas, e não se deixar levar pelo preço baixo ou comodidade. Conforme Gilberto, a contratação de um seguro deve ser feita através de um Corretor. “Contratar um seguro por banco, sem a orientação de um profissional capacitado é um ato de muita coragem. Todo seguro ofertado deve ter o Corretor”.

Sergio acredita que a iniciativa parlamentar é reflexo da insatisfação do consumidor de seguros e da sociedade. “A única forma de proteção do consumidor é evitar esse tipo de promoção ou, se for atraído por ela, questionar, pedir informações, documentos, contratos ao limite da exaustão”.

O executivo revela ainda a importância de conhecer o produto que está contratando e de ser assessorado pelo Corretor de Seguros. “Seguro é um serviço. Assim, é necessário conhecer as suas características antes de contratar e ter a quem perguntar para tirar dúvida”.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/projeto-de-lei-multa-banco-que-vender-seguros

Read More
Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Que tal a sua próxima conta bancária ser oferecida por uma startup fintech? Se ainda não está por dentro da nova proposta de serviços financeiros, vamos apresentá-la para você e explicar por que é a melhor opção ao microempreendedor individual (MEI)

RICARDO CAPUCIO
ADVOGADO, ESCRITOR, EMPREENDEDOR E FUNDADOR DA CONTA.MOBI
Você sabe o que é startup? E fintech o que é?A união das duas palavras de origem estrangeira constrói um termo que ganha evidência também no Brasil: a startup fintech.

Estamos falando de serviços financeiros oferecidos por negócios de base tecnológica. São empresas que conquistam espaço no mercado com uma proposta diferenciada e que, não por acaso, tem caído no gosto especialmente do público mais jovem.

Neste artigo, vamos explicar o que é uma startup fintech e que tipo de facilidades ela oferece, da conta digital ao cartão de crédito. Também abordaremos as principais diferenças para os bancos, justificando por que esse tipo de empresa é mais vantajosa para um MEI.

Acompanhe a leitura, fique por dentro dessa novidade e descubra tudo sobre as fintech brasileiras, uma nova proposta de serviços financeiros.

O que é startup fintech?
Maior eficiência por um preço mais baixo. Quem não gostaria que seu banco fosse assim? Pois essa é uma característica das startups fintech, modernas empresas que aliam tecnologia e finanças.

Não por acaso, elas vêm causando uma verdadeira revolução em todo o mundo, desafiando e colocando dúvidas sobre um sistema bastante antigo e tradicional.

Mas é um tanto precipitado vê-las como inimigas dos bancos, especialmente porque as semelhanças até existem em alguns dos serviços oferecidos, mas desaparecem na forma como isso acontece.

O que marca as fintechs é a atuação online. Exclusivamente pela internet, as empresas conseguem realizar o que um banco faz, mas de forma única: com tecnologia de ponta e por um custo bastante inferior, o que se justifica pela estrutura bem mais enxuta.

Em todo o mundo, conforme dados da empresa de pesquisa Venture Scanner, eram mais de 1.400 startups fintech no início de 2016. No Brasil, há muitos casos famosos e com milhares de usuários fascinados pela experiência de gestão online do dinheiro.

Desde a administração da conta bancária até a solicitação de empréstimo, passando pelo controle do cartão de crédito, nada mais precisa ser realizado presencialmente. Basta estar conectado à internet, até mesmo pelo celular.

É ou não uma proposta que tem tudo a ver com mentes mais jovens e antenadas?

Quais serviços oferece?
As startups fintech que já atuam no Brasil são uma bela amostra de que não existe limite para elas. É possível, a partir delas, ter acesso a todo o tipo de serviço financeiro. Vamos conhecer alguns deles:
Conta bancária digital: todos os serviços oferecidos por bancos tradicionais, com recursos extras.
Cartão de crédito: sem tarifas e sem anuidade para compras à vista e a prazo.
Microsseguros: para automóveis, motocicletas, empresas, residências, seguro de vida e seguro viagem.
Empréstimos: para pessoas físicas e jurídicas, com taxas de juros mais baixas.
Investimentos: como aplicar seu dinheiro com segurança e rentabilidade.
Gestão de benefícios: pagamentos de alimentação, refeição e combustível.
Soluções em recebimentos para empresas: cobranças em cartões de crédito, débito online e boleto.
Máquina de cartão de crédito: com conexão à internet e gerenciamento por aplicativo.
Controle financeiro pessoal: aplicativo organiza as finanças e fica conectado à conta corrente e ao cartão de crédito.

Como funcionam essas empresas?
São muitos serviços oferecidos em condições diferenciadas, por um custo inferior e agregando as vantagens da tecnologia de ponta. Como isso é possível?
Diferentemente de um banco tradicional, uma fintech não precisa de milhares de funcionários e agências físicas espalhadas pelo país, pois têm funcionamento eletrônico. Por isso, seus custos são menores.

Já a eficiência encontra razão na parceria com a tecnologia. Essas startups têm na inovação um modo de operação e ela aparece na forma como os usuários vivenciam a experiência financeira.

Mais detalhes interessantes sobre a forma como as fintechs funcionam estão no relatório FintechLab. Segundo a publicação, a revolução por elas provocada no mercado se explica por quatro razões principais:

1. Desenho centrado no usuário
O termo remete à maneira como a solução oferecida é desenhada. Isso significa que muitas fintechs tem na forma como se relacionam com o usuário seu principal diferencial. Conforme o documento, desenhar serviços centrados em pessoas exige pesquisa, empatia, co-criação e metodologia.
Essa estratégia desperta o interesse também dos bancos tradicionais. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, declarou em evento no ano passado que os clientes desejam maior velocidade. “Sem dúvida é uma mudança grande, onde o cliente está no centro da proposta”, afirmou.
2. Serviços inovadores
A proposta é de reversão do foco: em vez de o objetivo central estar na geração imediata de receita imediata, opta-se por atender a necessidades latentes do usuários, como a gestão financeira.
3. Eficiência
Uma característica que torna os processos mais eficientes em uma startup fintech é base a tecnológica consistente, com plataformas modernas e com armazenamento de informações na nuvem. Tudo isso reduz seu custo de operação e o tempo para a tomada de decisões.
4. Blockchain
A tecnologia blockchain é utilizada para validar e certificar operações financeiras em ambientes invioláveis devido à sua alta criptografia, o que garante a privacidade e segurança das informações. Não é por acaso que tem despertado interesse também dos bancos tradicionais.
Startup fintech são seguras?
Essa é um receio comum, talvez até capaz de postergar a adesão dos mais experientes à nova proposta de serviços financeiros. Afinal, são anos e anos de convivência com o sistema dos bancos tradicionais. Como encontrar a mesma segurança em um celular?
Se você tem essa dúvida, pode ficar tranquilo. É incomparável o nível de proteção oferecido em uma transação eletrônica com o ato de carregar dinheiro em espécie para ir ao banco, por exemplo.
Além disso, se você tem conta bancária, certamente a instituição que a oferece disponibiliza canais online para consulta de saldo, transferências e pagamentos. Se você já acha que o internet banking, da forma como conhece, é um ambiente seguro, saiba que a tecnologia encontrada nas fintechs amplia essa proteção.
No tópico anterior, acabamos de falar sobre um das razões. A tecnologia blockchain é uma das responsáveis por tornar seguras as operações realizadas por fintech.
E o melhor: a indústria de segurança da informação está permanentemente buscando criar alternativas de tornar o meio digital definitivamente inviolável a práticas criminosas. O esforço é contínuo e já produz um ambiente bem menos ameaçador do que as ruas da sua cidade.
Startup fintech x bancos
De início, quando surgiram as primeiras startups fintech, o tom de concorrência com os bancos era mais elevado do que é hoje.
Atualmente, ao mesmo tempo em que a tecnologia diferencia a nova proposta, estimula uma aproximação de quem está há mais tempo no mercado. Afinal, é preciso fugir do conservadorismo para não perder clientes.
Uma prova vem da pesquisa da Goldman Sachs, divulgada pela Revista Época no ano passado: 33% dos millennials (termo que define jovens nascidos entre 1980 e 2000) acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos e metade espera que seus serviços sejam prestados por startups.
Neste vídeo, o vice-presidente de Markets do Itaú Unibanco, Caio David, fala sobre o impacto das fintechs sobre os bancos.
Mas o foco das fintechs não está apenas serviços bancários. Como veremos a seguir, em exemplos de startups brasileiras já atuantes, todo o tipo de solução financeira já tem entre aqueles que as oferecem um representante de base tecnológica.
Exemplos de startup fintech brasileiras
O relatório FintechLab mapeou no Brasil mais de 130 iniciativas de startups atuantes no setor financeiro por aqui. Elas foram divididas em 10 categorias:
Pagamentos
Gerenciamento Financeiro
Empréstimos e Negociação de Dívidas
Investimento
Funding
Seguros
Eficiência Financeira
Segurança
Conectividade
Bitcoin/Blockchain.
As três primeiras categorias são as que concentram o maior número de empresas: 31% oferecem pagamentos, 18% focam no gerenciamento financeiro e 16% atuam na concessão de empréstimo e negociação de dívidas.
Outra características das fintechs brasileiras reveladas pelo relatório é que 31% delas são direcionadas exclusivamente para o consumidor final, 27% para empresas e 42% atendem ambos os públicos.
Também segundo o levantamento, em 2015, a cada 10 fintechs, três tiveram faturamento superior a um milhão de reais. No conjunto, a receita bruta dessas empresas seria equivalente ao resultado operacional do 16º banco que mais fatura no país e que, em 2015, arrecadou R$ 173 milhões.
O FintechLab cita, entre os cases de sucesso no país, as seguintes empresas: GuiaBolso, ContaAzul, Bank Fácil, Stone, Nubank, Asaas, Kitado, Vindi, Intoo, Biva, Geru, Eqseed, FoxBit e CloudWalk.
A conta.MOBI é também uma das fintechs brasileiras, oferecendo a conta digital mais vantajosa ao microempreendedor individual. Pelo computador ou aplicativo, é possível realizar pagamentos e transferências, consultar o saldo, planejar-se financeiramente e emitir boletos de cobrança.
7 razões das fintech serem mais vantajosas para o MEI
Ainda na dúvida? Reunimos agora as principais razões para afirmar porque as fintechs oferecem as mais vantajosas soluções para um MEI. Perceba pelas características em comum que é quase um casamento perfeito.
Descomplicação: tudo se resolve de forma online
Custo baixo: as menores tarifas para a melhor solução de suas demandas
Segurança: ambientes criptografados afastam possíveis intrusos
Flexibilidade: no celular, tablet ou computador, basta estar conectado para utilizar os serviços
Autonomia: com soluções focadas no usuário, é tudo do seu jeito, assim como é na sua empresa
Eficiência: a proposta compreende oferecer o melhor resultado sem perda de tempo
Suporte: atendimento personalizado por diferentes canais.
Qual o futuro das startups fintech?
Quem tentou responder essa pergunta foi o FintechLab, que estabeleceu ao final do relatório algumas possibilidades.
Uma das mais interessantes se refere à internacionalização das empresas, com o aumento de investimentos externos. É bom destacar que 77% delas buscam parceiros e 30% estão se preparando para o mercado internacional. Qual será a nossa primeira fintech a faturar milhões do outro lado da fronteira?
Melhor organização institucional das fintechs, maior atuação tecnológica dos bancos e o aumento na participação de grandes empresas nesse mercado são outras projeções.
Neste vídeo, você confere uma entrevista com Fábio Ullmann, consultor do setor financeiro da IBM Brasil, que aborda justamente o futuro das fintechs
Conclusão
Neste artigo, apresentamos um pouco sobre o mundo das startups fintech, empresas que aliam finanças e tecnologia e que vem conquistando o mercado com sua proposta diferenciada.
Para quem precisa de soluções financeiras de baixo custo e alta eficiência, vale se informar mais sobre as opções disponíveis no mercado nacional e experimentar na prática as suas vantagens.
Certamente, essa é uma demanda que se encaixa no perfil do MEI. E foi especialmente para esse público que a conta.MOBI surgiu. Tornar mais fácil a vida de quem tem um negócio a gerir é uma missão com a qual a tecnologia muito pode contribuir.
Que tal deixar o futuro entrar na sua empresa?

Fonte http://www.otempo.com.br/interessa/tecnologia-e-games/startup-fintech-uma-nova-proposta-de-servi%C3%A7os-financeiros-1.1450702

Read More
Presença do Corretor é imprescindível para as operadoras de telefonia oferecerem seguro

Presença do Corretor é imprescindível para as operadoras de telefonia oferecerem seguro


O estudo realizado em 2016 pela Kantar Worldpanel apontou que nove em cada dez brasileiros já tem um celular. A crescente adesão de smartphones pela população brasileira aumentou a procura por seguros. Em razão desta procura, algumas seguradoras vêm firmando parcerias com operadoras de telefonia, visando facilitar o processo de contratação do serviço.

O advogado e especialista em seguros, Gilberto de Jesus, acredita que é uma tendência do mercado segurador, as seguradoras fecharem parcerias com operadoras. “Acredito que isso se torne ainda mais comum, tendo em vista, que as operadoras possuem um canal de vendas massificado, por conta disto, os serviços e produtos atingem um maior número de pessoas”.

O advogado ressalta ainda que a comercialização de seguros pelas operadoras é possível, desde que, a instituição de varejo mantenha o convênio com as seguradoras e apresente a autorização da SUSEP. “As operadoras podem comercializar seguros, desde que elas tenham um contrato com a seguradora e tenha a assessoria de um Corretor de seguros para prestar toda a assistência técnica às operações”.

Durante a contratação de um seguro, seja ele qual for, é imprescindível a presença de um Corretor de Seguros. “Se a operadora disponibilizar todas as informações ao consumidor não haverá problemas”. O advogado considera ainda que o Corretor possui uma formação específica para prestar esclarecimentos relacionados a sua atividade.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/presenca-do-corretor-e-imprescindivel-para-as-operadoras-de-telefonia-oferecerem-seguro

Read More
Corretor: saiba se vale a pena ter um produtor

Corretor: saiba se vale a pena ter um produtor


No “Pare e Pense” dessa semana, o diretor executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, discute um assunto que é tema recorrente nos grupos de whatsApp administrados pelo CQCS: ter ou não ter produtor?

Doria diz que essa é a dúvida existencial de muitos corretores, mas é preciso levar muitos fatores antes de tomar essa decisão. “Usar o produtor para aumentar volume de prêmio da corretora não vale a pena. O produtor tem de ser alguém que agregue valor que seja uma extensão da sua corretora”, sugere.

Além disso, ele alerta para um fator importante: “o produtor é corretor habilitado? Se não for, pode ter um problema aí”, diz. Doria lembra ainda que para vender seguros é preciso ter formação. “Produtor que não é corretor não garante ao corretor a qualidade na distribuição”, diz. E um outro detalhe que o corretor que decide trabalhar com produtor deve pensar é o aspecto trabalhista: “se você tem alguém vendendo seguro pra você todo dia, você tem um vinculo trabalhista. Ter alguém vendendo pra você é mais sério do que você imagina”, alerta.

Isso para não falar de outros problemas que um produtor pode trazer como uma fraude. O corretor precisa estar atento ao fato de que nesse caso, isso coloca em risco a sua habilitação e reputação. “O corretor deve discutir se vale a pena ter produtor e qual produtor. O ideal um distribuidor que fosse habilitado, cadastrado como preposto ou remunerado com a corretagem e que estivesse alinhado com a filosofia da corretora”, sugere.

Ele lembra ainda que o produtor pode ser um corretor em início de carreira interessado apenas em montar a sua própria corretora. “Se for assim, é preciso combinar antes para que um dia o corretor não se sinta traído porque o produtor sumiu com toda a sua carteira”, alerta.

Assista o vídeo na integra e acesse nosso canal e se inscreva.

Fonte CQCS | Sueli Santos – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-saiba-se-vale-pena-ter-um-produtor/?utm_source=news-23-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=2e562b61c3-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_23&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-2e562b61c3-15123961

Read More
Como duas corretoras, que teoricamente deveriam ser concorrentes, podem se ajudar?

Como duas corretoras, que teoricamente deveriam ser concorrentes, podem se ajudar?


Aconteceu na ultima quinta-feira, 16/03, o primeiro encontro entre as corretoras Projacseg e Shelter.

A ação idealizada e realizada pela Kuantta Consultoria consiste em que os gestores das duas corretoras façam uma palestra um para o time da outra.

Jader Bastos foi à Shelter e fez a sua apresentação durante quase duas horas com perguntas e respostas no final.

Os assuntos abordados, além da história e da evolução da Projacseg nos 20 anos de existência, foram: a evolução do mercado de seguros e o papel do corretor, a concorrência e como devemos nos preparar para enfrentar e o que fazer para continuarmos crescendo em um cenário de mudança.

Na próxima terça, 21/03, é a vez da Shelter enviar o seu representante para ir falar para a equipe da Projacseg.

Arley Boullosa, sócio fundador responsável pela estratégia e área comercial da Shelter, também fundador da Kuantta, seguirá o mesmo formato e irá falar sobre como surgiu a corretora, qual o seu modelo de negócio, como está vendo o mercado e perspectivas para 2017 e 2018.

A iniciativa busca a troca de experiências entre as duas empresas e mostrar que existe uma nova forma de fazer negócios e crescer: a colaboração entre corretores.

A Kuantta irá repetir a ação com outras corretoras porque acredita que ficou para trás aquela velha história que corretores são concorrentes e não devem se ajudar.

Fonte Arley Boullosa Shelter
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/como-duas-corretoras-que-teoricamente-deveria-se-concorrentes-podem-se-ajudar/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

Read More
Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado

Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado


A prática de cadastrar um consumidor em programas promocionais de bancos sem autorização pode virar crime. Por exemplo, empurrar seguros ou cartões de crédito, para “atingir metas”. Isto é o que prevê o projeto de lei da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) estabelece pena de detenção de um a seis meses ou multa. A ideia é proteger os consumidores contra débitos causados por produtos que não foram solicitados.

O texto também torna nulos os débitos gerados por cadastramento desse tipo. Segundo a senadora, muitas vezes esses programas promocionais geram prejuízos aos consumidores sem que eles sequer saibam que foram cadastrados Para ela, criminalizar a conduta do cadastramento sem autorização pode coibir esse tipo de ação por parte das instituições financeiras.

O texto está na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde será analisado em decisão terminativa. Isso significa que o texto pode ir direto para a Câmara se for aprovado na comissão e não houver recurso para a análise pelo Plenário.

Fonte Agência Senado via Sincor-RS
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/banco-que-empurrar-para-seus-clientes-seguros-nao-solicitados-pode-ser-penalizado/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

Read More
Desconto de empréstimo consignado em conta de servidores do RJ pode ser proibido

Desconto de empréstimo consignado em conta de servidores do RJ pode ser proibido

Valor deveria ser retirado diretamente do salário, mas Estado tem atrasado os vencimentos. Votação do projeto de lei é prevista para esta terça (21) na Alerj.


Em fevereiro, servidores do estado protestaram em frente à Alerj. Assembleia vota fim do desconto nesta terça. (Foto: Henrique Coelho)
Um projeto de lei previsto para ser votado nesta terça-feira (21) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pode proibir que instituições bancárias descontem da conta de servidores (ativos e inativos) valores relativos a empréstimos consignados.
O projeto é do deputado André Ceciliano (PT). De acordo com a proposta, os valores deveriam ser descontados diretamente do salário dos servidores. Mas, com a crise vivida pelo Estado e os frequentes atrasos de pagamento dos vencimentos, o desconto vem sendo feito diretamente na conta – quando não nos dois: na conta e no salário.
“Como o estado não tem efetuado os repasses dos valores descontados dos servidores às instituições financeiras, as mesmas tem se valido de cláusulas contratuais que permitem o desconto automático em conta dos valores não repassados pelo estado, inclusive com a cobrança de juros de mora”, diz Ceciliano.
“Assim, o servidor acaba por efetuar o pagamento em duplicidade, com o desconto em seu salário e em sua conta corrente”, pondera.
O texto será votado em regime de urgência, em discussão única. Ou seja, se aprovado pela maioria dos 70 deputados, vai à sanção do governador Luiz Fernando Pezão em 15 dias úteis.
O que diz o projeto?
“As instituições financeiras do estado do Rio de Janeiro ficam proibidas de descontar automaticamente das contas correntes as parcelas relativas a empréstimos consignados, quando o desconto já tiver sido realizado na respectiva folha de pagamento dos servidores públicos ativos e inativos, aposentados e pensionistas”, diz o documento.

Fonte http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/desconto-de-emprestimo-consignado-em-conta-de-servidores-do-rj-pode-ser-proibido.ghtml

Read More