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GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

Eles usavam RG falso em nome de aposentada para o crime, diz polícia.

Terceira suspeita de participar do grupo ainda não foi localizada.
Vitor Santana


Casal é preso suspeito de aplicar golpes para conseguir empréstimo (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um casal foi preso suspeito de usar documento falso para conseguir empréstimos em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, eles usaram os dados de uma aposentada para conseguir o dinheiro. O delegado responsável pelo caso, Webert Leonardo, estima que o prejuízo causado pela dupla a uma única vítima foi de R$ 40 mil. Uma terceira pessoa que fazia parte do golpe ainda não foi localizada.
delegado explicou que Vilmar José da Silva, de 44 anos, e Iara Maria Ribeiro, 52, presos no dia 24, eram os mentores do crime. Já a terceira pessoa, uma mulher que ainda não foi identificada, era a responsável por ir até a empresa que fazia os empréstimos e consórcios e sacar o dinheiro.
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Os responsáveis pela empresa acionaram a polícia após desconfiar da atitude da suspeita. “Ela já tinha feito seis empréstimos e sempre exigia que o dinheiro fosse entregue na boca do caixa, e não depositado em conta corrente como é de costume. Uma vez, por engano, o dinheiro foi depositado em conta corrente e ela ficou muito brava, o que chamou a atenção dos funcionários”, disse o delegado.
Quando a polícia verificou o nome dado pela suspeita, viram que era, na realidade, de uma aposentada que mora em São Simão e já tinha registrado um boletim de ocorrência denunciando o golpe. Diante desse fato, os policiais passaram a vigiar o local à espera dos criminosos.
No dia 24, segundo a polícia, Vilmar foi até a empresa solicitando documentos do empréstimo feito pela suspeita e acabou preso. “Ele disse que tinha ido ao local à mando da esposa, que por sua vez, disse que estava apenas fazendo um favor a uma amiga que tinha conhecido naquele dia ao passar na porta de um hospital”, explicou o delegado.
A história confusa não convenceu a polícia, que prendeu o casal em flagrante. Entretanto, não conseguiu localizar a terceira suspeita, responsável por fazer os saques. Ao chegar à delegacia, os agentes descobriram que Iara já tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.
“Agora estamos em diligência para tentar achar a terceira pessoa. Eles vão responder por associação criminosa e estelionato. Além disso, vão ter que devolver o dinheiro roubado às vítimas: tanto à aposentada, que estava tendo o valor descontado de sua aposentadoria, quanto à empresa que fazia os empréstimos”, afirmou o delegado.


Grupo usava identidade falsa para conseguir empréstimos em Goiânia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Fonte Do G1 GO
http://g1.globo.com/goias/noticia/2017/03/casal-e-preso-suspeito-de-aplicar-golpe-para-conseguir-emprestimos.html

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MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

A ocorrência de estelionato foi registrada na Delpol.

Uma moradora de Nova Andradina, de 21 anos, perdeu R$ 1.000,00 (Um mil reais) após cair em golpe de empréstimos consignado. A vítima relatou na Delpol de Nova Andradina que na semana passada, entre terça e quarta-feira achou no facebook uma empresa a qual realiza empréstimos consignados. Em posse dessa informação entrou no site da empresa e realizou um cadastro.

Na delegacia, a vítima disse que passado uma semana um indivíduo entrou em contato com a vítima se passando pelo representante da financeira.

Na conversa via telefone, o criminoso então esclareceu à vítima que podia fazer o empréstimo consignado no valor de R$ 10.000,00 e solicitou uma quantia antecipada no valor de 10% do pretendido.

Confiante, a vítima obteve as informações a respeito do pagamento e recebeu via Whatsapp, uma conta poupança da Caixa Econômica Federal a qual foi depositada a quantia de R$ 500,00.

Em outra conta, a vítima efetuou o deposito do restante, totalizando os 10%. Após os depósitos, a mulher entrou em contato com o criminoso via Whatsapp informando e exigindo explicações a respeito do fato, sendo que o mesmo demonstrou frieza nas respostas; ela perguntou o porquê do acontecido e o criminoso informou-lhe que era preciso e não a contatou mais. (Com informações da ocorrência 1066-2017).

http://www.novanoticias.com.br/noticias/policia/nova-andradina-mulher-cai-em-golpe-de-emprestimo-consignado-via-internet

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Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Na região, um homem foi vítima dos bandidos que fizeram um empréstimo de R$ 13 mil em seu nome


INSS garante que dados dos segurados são sigilosos (Foto: Shutterstock)

Viver de benefício, aposentadoria ou pensão geralmente não é fácil. Mas quando esse dinheiro ainda é alvo de golpistas que fazem empréstimos consignados diretamente na conta das pessoas, sem qualquer autorização, torna-se pior.

É o caso do recém-aposentado Amarildo Dias de Carvalho, de 49 anos. Afastado por motivo de doença, ele conseguiu a aposentadoria por invalidez em fevereiro. Mas, antes mesmo de receber, foi vítima de um golpe.

Neste mês, ao ter problemas para sacar o primeiro benefício, ele tirou um extrato e viu que, além de saques indevidos, havia um empréstimo consignado sendo descontado do seu benefício.

“Ele não recebe nem R$ 1,1 mil e já estão descontando quase R$ 700,00 por mês de um empréstimo de R$ 13 mil. Isso é um absurdo, e ninguém se responsabiliza”, comenta o sobrinho do aposentado, Osmar Barbosa de Carvalho.

Ele relata que, no mês anterior, o tio teve problema com a senha do benefício e teria tido ajuda de um desconhecido. “No banco, dizem que não podem fazer nada, pois o empréstimo teria sido feito no caixa eletrônico, com a senha dele”.

“Eu não autorizei nada, não passei nada para ninguém e estão comendo todo o meu dinheiro”, desespera-se Amarildo de Carvalho.

O aposentado fez um boletim de ocorrência e entrou na Justiça para reaver seu dinheiro. Sua advogada, Arlete Cazura Coutinho Santos, afirma que a prática se dissemina.

“Sou procurada por várias pessoas na mesma situação. Fica claro que esses golpistas estão tendo acesso aos dados dos clientes, mas não se sabe ao certo como eles conseguem isso e se há a participação de funcionários das agências bancárias”, afirma. A Polícia Civil de Cubatão, onde ocorreu o caso, faz investigações.

Vazamentos

Segundo o advogado Theodoro Vicente Agostinho, da Comissão de Seguridade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, estima-se que em torno de 8% dos empréstimos concedidos sejam fraudados.

“Boa parte destas fraudes acontece por conta de vazamento de informações da Previdência Social. Mas o mais difícil é saber como dados e até listas de aposentados chegam aos fraudadores”, menciona o advogado.

O INSS afirma que os dados dos segurados são mantidos em sigilo e que não fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros.

“O Instituto sempre orienta aos seus segurados e beneficiários que, por questões de segurança, não forneçam o número de benefício ou seus dados pessoais a terceiros”, afirma, em nota. Para resolver eventuais problemas, sugere o registro da ocorrência em delegacia e que se faça denúncia na Ouvidoria do INSS, por meio da Central de Atendimento, no telefone 135.

Recomendações

– Nunca aceite ajuda de estranhos nos caixas eletrônicos. Se tiver problemas, procure um funcionário da agência.

– A senha e o número do benefício nunca devem ser passados para ninguém. Evite também anotar a senha em papéis. E nunca guarde cartão e senha no mesmo lugar.

– Ao escolher a senha, não use números previsíveis, como data de nascimento, número de telefone residencial e placa de carro, por exemplo.

– Ao pegar seu cartão, com a desculpa de ajudar, o desconhecido pode aproveitar para trocá-lo por um outro sem que você perceba. Não entregue o cartão na mão de ninguém.

– Todo cuidado é pouco. Se você for assaltado, cancele o cartão na central de atendimento do banco o quanto antes. Faça boletim de ocorrência e comunique o crime ao INSS.

– Se o cartão ficar preso no interior do terminal de autoatendimento, aperte a tecla anula e avise imediatamente o banco, usando o telefone instalado na própria cabine.

– Dê preferência aos caixas eletrônicos que ficam instalados em locais de grande movimentação, como shoppings, lojas de conveniência e postos de gasolina, por exemplo. Bandidos gostam de agir sem grande plateia.

– Evite o horário noturno para usar caixas eletrônicos. É mais seguro fazer saques no horário comercial, quando o movimento de pessoas é maior.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/aposentados-devem-ficar-atentos-para-nao-cair-no-golpe-do-consignado/?cHash=92bf8568cc731f1e41c9361868441f52
EGLE CISTERNA

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Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum

Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum


Ricardo Sobrinho excluiu responsabilidade de empresa e mandou banco indenizar servidor

Justiça de Cáceres condenou banco e absolveu empresa de consignados

O juiz Ricardo Alexandre Sobrinho, da 3ª Vara Cível de Cáceres, condenou o Banco BMG e a MLN Assessoria a pagar R$ 5 mil em danos morais ao servidor público estadual D.P.G.F por cobrança de dívida contraída por meio de fraude, além de devolução em dobro dos valores pagos indevidamente.

A sentença também considerou improcedente a acusação que pesava contra a empresa Consignum, de que teria se omitido quanto à fraude.

Na ação, o servidor narrou que recebeu ligação não identificada no dia 15 de setembro de 2010, em que o interlocutor lhe questionou se teria sido bem atendido pelo BMG e se estaria satisfeito com o empréstimo firmado no valor de R$ 29.413,65. Estranhando a ligação, disse não ter realizado qualquer empréstimo.

Além das cobranças indevidas, o servidor descreveu que também tomou conhecimento de que foi aberta em seu nome uma conta corrente no Banco Bradesco, onde provavelmente o valor teria sido sacado.

A decisão foi embasada na Instrução Normativa nº 006/09, que descreve como competência das instituições financeiras a obrigação de analisar documentos e arquivar os contratos firmados com e os servidores.

“Conforme demonstrado pela requerida, a mesma tem a responsabilidade restrita à gerência da margem consignável dos servidores públicos do estado de Mato Grosso, não interferindo nas atividades contratuais. A fraude demonstrada nos autos não teria sido praticada no âmbito de atuação da requerida, mas apenas na sede de atendimento da pessoa jurídica que atuou em representação do Banco BMG”, diz trecho da sentença.

Caso semelhante

A Consignum informou que vai recorrer da decisão proferida em fevereiro deste ano, de um caso semelhante, em que o magistrado Gilberto Lopes Bussiki, da 9ª Vara Cível de Cuiabá, entendeu que a empresa teve responsabilidade nos descontos indevidos referentes a um suposto empréstimo contraído pela servidora pública no Banco BMG, em 2012, arbitrando uma indenização por dano moral de R$ 18 mil.

Outro caso similar ocorreu na capital, pela juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 2ª Vara Especializada em Direito Bancário da Capital, que avaliou em seu julgamento, publicado no Diário da Justiça no dia 8 de março deste ano, que a Consignum não é parte legítima para constar no polo passivo de uma ação movida pelo servidor D.S.B.

Segundo a magistrada, “não há como a segunda requerida (Consignum) figurar na ação, vez que não firmou o contrato e tão pouco é responsável pelo valor da dívida”.

Fonte http://www.midianews.com.br/judiciario/juiz-condena-banco-a-indenizar-servidor-e-absolve-consignum/291526

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MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 24ª promotoria de Justiça da Comarca de Natal, ajuizou ação civil pública com o objetivo de combater irregularidades verificadas em empréstimos consignados a servidores públicos estaduais e do município de Natal pelo Banco Bonsucesso.
Segundo depoimentos colhidos no âmbito da promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, os servidores eram frequente e insistentemente procurados por consultores do Banco Bonsucesso para realizar empréstimo consignado, que, na verdade, de forma dissimulada, nada mais eram que a contratação de um cartão de crédito, no qual o servidor tomava o capital pretendido através de saque no sistema rotativo, passando a ser onerado com o desconto apenas do valor mínimo da fatura em contracheque (correspondente ao valor disponível em margem consignável) por tempo indeterminado, gerando aumento exponencial da dívida.
Os servidores/consumidores eram informados que o valor a ser concedido variava de acordo com a margem consignável disponível, sendo o valor contratado depositado em conta-corrente do contratante e o pagamento seria feito por meio de parcelas fixas, consignado em folha.
Acontece, que os consultores do Banco Bonsucesso informaram aos contratantes que encaminhariam além do cartão de crédito, as faturas correspondentes aos descontos, mas, em nenhum momento, repassaram contrato ou qualquer outro documento.
Para o MPRN, apesar das operações consignadas por meio de cartão de crédito terem sido autorizadas pelo Banco Central, resta evidente que essas operações vêm sendo desvirtuadas por algumas instituições financeiras, já que ainda que adimplido por anos, o saldo devedor do contratante permanece o mesmo.
Passado algum tempo, o consumidor atenta-se que não haverá pagamento de prestações fixas e por prazo determinado, mas, sim, de refinanciamento do crédito rotativo do valor correspondente ao total da fatura e o descontado na folha de pagamento, com taxa de juros atualmente na faixa de 5,62% ao mês.
A situação causou estranheza do próprio Poder Judiciário em virtude do grande número de ações judiciais ajuizadas pelos servidores públicos, vislumbrando a necessidade de se apurar o que está ocorrendo com essas contratações, diante da insatisfação dos consumidores.
“Cinge-se, portanto, a questão sobre a enganosidade dissimulada de concessão de cartão de crédito por empréstimo consignado, tal prática merece vigorosa reprovação e correção. Por certo, deve ser garantido aos consumidores a modificação das cláusulas contratuais, a fim de que sejam contemplados com o produto compatível com suas necessidades…”, traz trecho da ação civil pública ajuizada por representante da 24ª promotoria de Justiça de Natal.
Na ação, o MPRN requer tutela cautelar para que o banco proceda a suspensão de todas as cobranças de débitos oriundos de saques no crédito rotativo dos cartões comercializados até então e do desconto do valor mínimo da fatura nos contracheques dos servidores, impedindo também a eventual negativação dos consumidores junto aos cadastros dos maus pagadores, como SPC e Serasa.
Também requer que o Bonsucesso seja impedido temporariamente de comercializar o referido produto sempre que a finalidade da emissão do cartão seja para operação consignada.
Cópia autorizada mediante citação com link: http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/#ixzz4bvazLJkv
Under Creative Commons License: Attribution
Fonte http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/

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Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições


A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.
“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS. “Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: O senhor já está aposentado. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria. A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Outro lado

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/348880/oferta-de-credito-consignado-tira-sono-de-aposentados

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RO – Homem é preso ao tentar sacar R$ 24 mil de vítima de estelionato

RO – Homem é preso ao tentar sacar R$ 24 mil de vítima de estelionato


Um homem identificado como Ronaldo F., de 54 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (17), dentro da agência do Banco do Brasil de Ouro Preto do Oeste, após tentar sacar R$ 24 mil de um empréstimo fraudulento. O fato ocorreu por volta das 11h,na rua Ana Nery, bairro Jardim Tropical, no centro da cidade.

A polícia foi acionada e, ao chegar ao local, foi informada por uma funcionária que um homem estava tentando sacar uma quantia elevada em dinheiro de uma conta bancária originária da agência de Rolim de Moura. Explicou aos militares que, ao verificar junto ao sistema do Banco do Brasil, constava que o correntista teria registrado uma ocorrência de tentativa de fraude após terem tentado realizar um empréstimo de R$ 24 mil em seu nome.

O suspeito foi abordado e com ele foi encontrada uma identidade de origem duvidosa, contendo alguns dados que não conferiam com os do correntista. Também foi localizado em sua posse o contrato de um empréstimo feito na cidade de Porto Velho, uma folha de papel com algumas informações do dono da conta, um aparelho de celular, uma carteira de trabalho, duas fichas de extrato do INSS e uma conta telefônica aparentemente falsificada com endereço de Porto Velho, sendo que a vítima reside em Rolim de Moura.

Ao ser indagado, inicialmente o estelionatário tentou se passar pela vítima. Porém, passou a entrar em contradição ao dizer que ora residia em Porto Velho, ora em Ouro Preto do Oeste, não afirmando o local exato em que morava.

Ao perceber que não conseguiria continuar com a farsa, o suspeito resolveu dizer a verdade afirmando aos policiais que é da cidade de Porto Velho, local onde, segundo ele, teria sido abordado por uma pessoa conhecida por Val que o teria recrutado para realizar essa transação na agência bancária de Ouro Preto do Oeste.

Disse ainda que, caso conseguisse sacar o dinheiro, ficaria com a metade, e que não sabia mais nada sobre quem o recrutou e que essa seria a primeira vez que tentava aplicar este tipo de fraude. O suspeito foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foi entregue aos cuidados do comissário de plantão.

Tag’s: rondonia, homem, preso, saque, estelionato

Fonte: Gazeta Central
Fonte https://www.rondoniaovivo.com/interior/ouro-preto-do-oeste/noticia/homem-e-preso-ao-tentar-sacar-r-24-mil-de-vitima-de-estelionato/173766

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Dados pessoais de aposentados valem menos de 10 centavos

Dados pessoais de aposentados valem menos de 10 centavos


A comercialização de dados faz a oferta de consignado tirar o sono de quem recebe o benefício do INSS. Recomendação é denunciar ao Ministério Público Federal

A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.

“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS.

“Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: ?O senhor já está aposentado?. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria.

A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito.

CONSUMIDOR DEVE DENUNCIAR ABUSOS AO MINISTÉRIO PÚBLICO

A gravação enumera tudo aquilo que o aposentado pode fazer com o dinheiro: reformar a casa, ajudar parentes, fazer a viagem dos sonhos – só que o consumidor nunca pediu informações sobre crédito consignado.

Segundo Edson Costa, da Aneps, associação de correspondentes bancários, as empresas não podem ter acesso a dados sigilosos sem autorização. “Quem age assim, está operando ilegalmente.”

Para o aposentado que sentir que teve sua privacidade violada, a recomendação é fazer uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), pessoalmente ou pela internet, ou na ouvidoria do INSS, pelo telefone 135.

O Procon-SP recomenda que o consumidor nunca aceite um empréstimo por telefone e, caso se sinta incomodado com a abordagem das financeiras, registre reclamação nos bancos e solicite que não sejam mais feitas ligações com esse tipo de oferta.

Fonte http://www.jornalcontabil.com.br/dados-pessoais-de-aposentados-valem-menos-de-10-centavos/

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RN – Dupla é presa tentando fazer empréstimo com documentos falsos em Capim Macio

Dupla é presa tentando fazer empréstimo com documentos falsos em Capim Macio

Dois homens foram presos em flagrante tentando efetuar um empréstimo bancário com documentos falsos. A prisão aconteceu na manhã desta quinta-feira (16) no Banco do Brasil da avenida Roberto Freire, em Capim Macio, zona sul de Natal.
Identificados como Wagner Cassiano Honorato e Genilson Soares Pereira os dois homens estavam em posse de documentos de identidade e cartões bancários falsos. A vítima dos bandidos já havia comparecido à Polícia Civil para denunciar saques ilegais de sua conta no valor de R$ 170 mil.
“Nós descobrimos que Wagner Cassiano Honorato contratou Odimar Ferreira da Silva, por R$ 1.500,00, para que ele utilizasse documentos falsos e efetuasse um empréstimo na conta corrente da vítima. Odimar emprestou sua fotografia para Wagner Cassiano, que conseguiu falsificar os documentos e fazer um cartão de crédito no nome da vítima. Além disto, Wagner Cassiano deu suporte para que Odimar realizasse o empréstimo. A dupla foi autuada pelos crimes de uso de documentos falsificados e tentativa de estelionato”, detalhou o delegado da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (Decap), Rolim Albuquerque.

Fonte http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/dupla-a-presa-tentando-fazer-empra-stimo-com-documentos-falsos-em-capim-macio/372082

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SP – Justiça manda banco interromper cobrança de empréstimo após golpe

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Aposentada, moradora do Boqueirão, teve prejuízo superior a R$ 43 mil

BRUNO LIMA

Vítima de um golpe em janeiro que lhe trouxe um prejuízo financeiro superior a R$ 43 mil, uma aposentada de 73 anos, moradora do Boqueirão, em Santos, conseguiu, na semana passada, uma liminar que suspende o pagamento mensal dos quatro empréstimos feitos pelo estelionatário por meio de sua conta bancária.

Antes de acionar um advogado, a vítima havia feito um pedido administrativo ao banco para não arcar com as despesas feitas pelo criminoso. Contudo, o banco recusou o pedido.

O pesadelo da aposentada, que prefere não se identificar, começou quando, nos primeiros dias do ano, um homem telefonou para sua casa e apresentou-se como funcionário do banco onde ela tem conta.

“O bandido tinha a voz do meu gerente e falou todos os números dos meus documentos. Disse que, por causa do meu cartão de crédito, eu ganharia uns prêmios de utilidades domésticas. Confesso que não desconfiei de nada e me empolguei com os objetos que receberia”, explica ela.

Porém, para que realmente ganhasse os produtos, a aposentada precisaria atualizar o seu cartão bancário. “O suposto gerente disse que me mandaria um novo cartão com letras e números maiores para facilitar a leitura. Além disso, disse que outro funcionário do banco passaria na minha casa para buscar o cartão que vinha usando junto com a minha senha”, relembra a vítima.

Sabiam onde mora

Sem passar seu endereço, a aposentada recebeu a visita de um suposto bancário, conforme tinha sido avisada pelo telefone.

“Nem cheguei a vê-lo. Pedi para que a minha empregada entregasse o cartão com a senha. Ela ainda me alertou, mas eu estava convencida de que se tratava do meu gerente, devido à semelhança na voz e ao fato de conhecer todos os meus dados”, relata.

Bandido se passou por gerente de banco e solicitou cartão e senha da vítima (Foto: Walter Mello)
Passados alguns dias sem ir ao banco, a vítima foi novamente procurada pelo golpista. “Ele queria saber se eu havia retirado os meus prêmios. Expliquei que não, mas ligaria no banco. Todo atencioso, o bandido pediu para não se preocupar que ele resolveria a entrega”, diz a aposentada.

Ilusão: o que o estelionatário queria mesmo era saber se ela já tinha tomado ciência do golpe.

Desconfiada por não receber nada em casa, a vítima compareceu à agência e conversou com uma funcionária. “Foi então que ela me avisou de quatro empréstimos feitos no meu nome. Cancelei o cartão imediatamente e fiz o pedido administrativo, que foi negado. Fui obrigada a começar a pagar as parcelas mensais dos empréstimos feitos pelo bandido”.

Idade da vítima elevou risco

Inconformada, a aposentada acionou, em maio, o advogado Maurício Cury, do escritório Cury e Moure Simão. Ele deu entrada a um pedido de liminar na 2ª Vara Cível de Santos solicitando a suspensão do pagamento das mensalidades.

“Além de todo o transtorno financeiro, a gerente desaconselhou a aposentada a registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil, sob a alegação de que o processo de investigação feito pelo banco não utilizaria o documento”, revela Cury.

A liminar foi concedida no dia 26 pelo juíz Claudio Teixeira Villar, que, em sua decisão, ponderou que a idade da autora é uma “fase da vida na qual muitas vezes se está distante da realidade dos serviços virtuais, e que não raras vezes (se) é alvo de pessoas especializadas na aplicação de golpes”.

Ressarcimento

Com a decisão, o advogado da vítima citará o banco para que se defenda. Se a Justiça der ganho de causa à vítima, ela terá restituídos os R$ 43,9 mil de prejuízo e as parcelas descontadas antes da suspensão do pagamento. O banco também poderá ter de indenizar a aposentada por danos morais.

“Espero que as pessoas, principalmente os idosos, usem o meu caso como exemplo e fiquem em alerta para não terem prejuízos. A semelhança com a voz do meu gerente e os prêmios oferecidos me fizeram cair neste golpe”, conclui ela, que aguarda pelo desfecho do processo para saber quando receberá o dinheiro.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/juiz-manda-banco-parar-cobranca-apos-golpe/?cHash=10aaab22c341e7c37879442cbb156505

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MG – Mais um “vovô estelionatário” é preso na região

MG – Mais um “vovô estelionatário” é preso na região


Aldemi de Almeida foi preso e levado à delegacia de polícia da cidade

Um idoso de 61 anos foi preso pela Polícia Militar em Barão de Cocais, suspeito de estelionato. O alvo foi a agência da Caixa Econômica Federal da avenida Wilson Alvarenga, onde o autor concluía, com documentos falsos, um pedido de empréstimo consignado no valor aproximado de R$ 15 mil.

O suspeito é Aldemi de Almeida. Com identidades falsas ele tentou se passar por José Nonato de Queiroz e ainda José de Lima, e iniciou o pedido de empréstimo ainda na semana passada. Um gerente do banco, no entanto, desconfiou da ação do homem.

Além disso, a agência da Caixa em Nova Era informou à unidade que o mesmo indivíduo tentou empréstimo no município anteriormente.

Funcionários da agência acionaram a polícia. Aldemi é reincidente na prática de estelionato e é de Governador Valadares, informou a PM. Ele foi levado à delegacia de polícia do município.
Na semana passada um caso parecido foi registrado em Santa Bárbara. Um homem de 68 anos foi preso na agência do Banco do Brasil tentando empréstimo com documentos falsificados.

Fonte http://www.defatoonline.com.br/noticias/ultimas/01-11-2016/mais-um-vovo-estelionatario-e-preso-na-regiao

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Em MG, grupo é preso por falsificar documentos para obter empréstimos

Em MG, grupo é preso por falsificar documentos para obter empréstimos

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Três foram detidos em Inhapim quando tentavam sacar empréstimo em banco.

Suspeito de falsificar os documentos foi preso em Governador Valadares.

A Polícia Militar de Inhapim (MG) prendeu quatro pessoas, nessa quinta-feira (3), suspeitas de fazerem parte de uma quadrilha de estelionatários, que utilizava documentos falsos para conseguir empréstimos em bancos. Segundo a PM, os autores são de Governador Valadares e atuavam na região de Caratinga.

O grupo foi descoberto depois que uma das vítimas foi até um banco em Inhapim, tentar um empréstimo em seu nome e foi surpreendida com a notícia de que a solicitação já havia sido feita e aprovada. O funcionário do banco confirmou a armação após conferir as identidades e acionou a Polícia Militar.

Os policiais foram informados de que o autor iria buscar o dinheiro do empréstimo durante a tarde e ficaram na porta do banco. O suspeito, de 54 anos, chegou em um carro e foi detido ao entrar na agência. Outros dois homens, de 28 e 31 anos, que estavam dentro do veículo também foram presos.

Os presos confessaram o crime e disseram para a polícia que os documentos utilizados para fazer os empréstimos eram falsificados dentro de uma oficina mecânica em Governador Valadares. Militares de Valadares foram até o estabelecimento e prenderam um homem de 35 anos com cartões de bancos e documentos falsificados.

Eles foram encaminhados para as delegacias de Caratinga e Valadares.

Fonte Do G1 Vales de Minas Gerais – http://g1.globo.com/mg/vales-mg/noticia/2016/11/em-mg-grupo-e-preso-por-falsificar-documentos-para-obter-emprestimos.html

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Homem preso já teria emprestado R$ 38 mil com documentos falsos, no AP

Homem preso já teria emprestado R$ 38 mil com documentos falsos, no AP


Um homem de 54 anos foi detido pela Polícia Militar (PM) na sexta-feira (4), no Centro de Macapá, suspeito de estelionato e falsificação de documentos. Ele estaria usando a identidade falsa de outra pessoa e estava tentando realizar transições bancárias no nome da vítima, quando foi flagrado pela polícia. Junto com outro suspeito, o homem já teria feito um empréstimo de quase R$ 38 mil. A polícia foi acionada pela própria vítima e o flagrante aconteceu em uma agência bancária localizada na esquina da Rua Cândido Mendes com a Av. Pe. Júlio Maria Lombaerd, no Centro. Abordado, o suspeito, que estava tentando realizar um saque de R$ 10 mil, apresentou documentos de identificação falsos. Com ele foi encontrado cerca de R$ 1,8 mil em espécie e um cheque no valor de mais de R$ 2,3 mil. O suspeito, segundo a PM, confirmou a fraude. Ele alegou ainda que o mentor do crime seria o suposto proprietário de uma agência de serviços bancários de Macapá. A dupla teria falsificado a identidade da vítima e realizado um empréstimo no valor de R$ 37.940. A polícia informou que chegou a fazer buscas pelo segundo suspeito, mas ele não foi localizado no endereço dado pelo suspeito, que foi apresentado no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval para prestar esclarecimentos. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.

Fonte http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=843227
Fonte http://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2016/11/homem-preso-ja-teria-emprestado-r-38-mil-com-documentos-falsos-no-ap.html

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Brasileiro está desprotegido diante do Estado que vende dados pessoais

Brasileiro está desprotegido diante do Estado que vende dados pessoais
Envio de informações de aposentados do INSS a empresa de crédito consignado demonstra a barbárie em que se encontra o direito à privacidade


INSS já forneceu dados de aposentados a empresa de crédito. Fonte: Wikimedia Commons

Por Marina Pita*

Boa parte das pessoas respondem com um simples “eu não tenho nada a esconder” quando questionadas sobre suas necessidades de privacidade. Em geral, as pessoas pensam que quem não faz nada errado não precisa ter seus dados salvaguardados e acessíveis apenas a quem tiver autorização. Mas não é bem assim, e um caso recente pode nos ajudar a mostrar como são grandes os riscos da falta de privacidade.

No final de setembro, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) ajuizou uma ação civil pública contra o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) por ter permitido acesso aos dados dos aposentados e demais beneficiários da Previdência Social à Tifim Recuperadora de Crédito e Cobranças Ltda. A Tifim usa os dados para oferecer crédito consignado a aposentados por correspondência.

De acordo com o MPF-SP, os dados foram obtidos ilegalmente. Ao final do processo, a Procuradoria quer que a Justiça condene o INSS e a empresa ao pagamento de indenizações por danos morais individuais e coletivos.

Este não é um caso isolado de desrespeito do Estado no uso de dados dos cidadãos. Em 2013, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) repassou informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros para a Serasa, empresa privada que gerencia um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do País.

Em nenhum momento foi perguntado aos cidadãos se eles queriam ou autorizavam a entrega de suas informações para empresas privadas de crédito ou de qualquer outro ramo econômico. Aliás, a ausência de acordo entre Estado e cidadãos sobre como seus dados serão utilizados é notória nas esferas federal, estadual, municipal, além de autarquias públicas.

Por fim, diante do assombro público e indignação causados pela divulgação do acordo do TSE com a Serasa, o contrato foi cancelado. Mas ninguém está seguro.

Ambos os casos provam que não é apenas para esconder ilegalidades que serve e privacidade, mas também para proteger os cidadãos nas relações de consumo e garantir que não haja vantagem justamente da parte economicamente mais forte.

Demonstram, ainda, a total falta de respeito, bom senso e ética do Estado brasileiro com os dados dos cidadãos, sem falar no desrespeito à Constituição, e, em consequência, a urgência de aprovação de uma lei de proteção de dados pessoais.

A entrega dos dados dos cidadãos pelo Estado é uma das formas mais absurdas de violação da privacidade, porque os cidadãos não têm a opção de não entrega das informações. É obrigado a entregar o Imposto de Renda todos os anos, por exemplo, e quem garante que estes dados serão mantidos em segurança dentro dos órgãos do governo?

Que não haverá repasse entre pastas e que uma delas chegará a formalizar acordo com empresa privada? As guardas legais para isso são frágeis, uma vez que o Brasil é um dos poucos países do mundo que até hoje não têm uma lei de proteção de dados pessoais.

Enquanto isso, permanece o impasse pela votação do PL 5276/16, que segue em tramitação na Câmara dos Deputados, relegado a segundo plano após o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O PL, formulado e reformulado a partir de uma série de debates e negociações com os diversos atores interessados, estabelece que o tratamento de dados pessoais pela administração pública requer que o responsável informe ao titular as hipóteses em que será admitido o tratamento de seus dados.

O PL conta com uma seção específica para regular o tratamento de dados pessoais pelo poder público, em que deve ser realizado para atendimento de sua finalidade pública, na perseguição de interesses públicos.

De acordo com o texto, os órgãos do poder público devem informar as hipóteses em que realizam o tratamento de dados pessoais, com fácil acesso e atualizado constantemente – de preferência em seus sítios na web. O uso compartilhado de dados pessoais pelo poder público também deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas. E, finalmente, o PL veda ao poder público transferir dados pessoais a entidades privadas.

Mais uma vez, insistimos: é urgente a aprovação de uma lei de dados pessoais no Brasil porque, entre várias outras razões, o agravamento da crise econômica eleva o grau de risco de ampliação da promiscuidade entre poder público e entidades de crédito privadas. Quem perde são todos os cidadãos.

*Marina Pita é jornalista e integrante do Conselho Diretor do Intervozes

Fonte http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/brasileiro-esta-desprotegido-com-o-estado-que-vende-dados-pessoais
por Intervozes

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MS- Justiça condena vereador candidato a vice por esquema em consignados

MS- Justiça condena vereador candidato a vice por esquema em consignados

Acusado diz que vai recorrer e que campanha segue normal

Ludyney Moura


Pato diz que vai recorrer da decisãoPato diz que vai recorrer da decisãoO vereador do município de Bela Vista, Antonio Flávio Barbosa Cabral, o Pato (PMDB), candidato a vice-prefeito na cidade, na chapa peemedebista, foi condenado por ato de improbidade administrativa por ter, segundo a Justiça, comandado um esquema que falsificação de holerites para contratação de empréstimo consignado de pessoas que nunca foram servidoras da Câmara.

De acordo com a denúncia oferecida pelo MPE-MS (Ministério Público Estadual), no período em que presidiu a Câmara de Bela Vista, entre 2007 e 2009, Pato autorizou a celebração de parceria com o Banco Morada para contratação de empréstimos consignados, e falsificou holerites para que pelo menos nove pessoas emprestassem em média R$ 15 mil.

Para a Justiça, o vereador e o então secretário geral da Câmara, Fátimo Trindade Mendes, utilizaram-se do cargo e poder conferido pela função, ‘para beneficiar a si próprio e a terceiros ao autorizar a falsificação de documentos públicos para fazer constar na folha de pagamento do órgão legislativo servidores fantasmas e informações falsas sobre vencimentos para possibilitá-las a obter empréstimos ao Banco Morada’.

“Tamanha a grandeza dessa vergonhosa manobra que todos os empréstimos tiveram valores altos – a maioria acima de R$ 15.000,00 – e foram incluídos na folha de pagamentos 9 (nove) servidores inexistentes, repita-se, em um órgão municipal que possuía pouquíssimos funcionários efetivos, quiçá menos que os funcionários fantasmas”, afirmou na sentença o juiz Vinicius Pedrosa Santos.

Durante o desenrolar do processo, o vereador negou os fatos e o secretário da Câmara disse que agiu a mando do então presidente, e foi criticado pelo juiz. “Ciente da iminência de ocorrer uma fraude dessa natureza, a conduta esperada de um servidor público era a imediata comunicação dos fatos ao órgão de fiscalização da Câmara, à autoridade policial, ao Ministério Público, mormente porque era o Secretário Geral da Casa Legislativa de Bela Vista, a exigir ainda mais dele uma postura proba e de retidão. Entretanto, como se extrai do conjunto probatório, não foi isso o que ocorreu”, destacou o magistrado.

Pena

Pato e Fátimo foram condenados e tiveram os direitos políticos suspensos por cinco, além de perda da funções públicas que eventualmente ocupam. Eles tambem foram proibidos de contratarem com o Poder Público ou de receber incentivos fiscais por três anos.

A dupla também foi multada em 100 vezes os valores que recebiam de salário na época em que a fraude aconteceu.

Resposta

Procurado, o vereador e candidato a vice-prefeito, na chapa encabeçada por Guto Zacarias (PMDB), disse que não sabia do que aconteceu no período, já que mesmo morando em Bela Vista ele cursava faculdade em Campo Grande, e a Casa ficava sob comando do então vice-presidente, Henrique Moraes Dedé (que faleceu em 2010).

“É uma condenação de primeiro grau. Tem recursos até o STF (Supremo Tribunal Federal)”, disse Pato, que nega as irregularidade e diz que sua campanha segue normalmente no município de Bela Vista.

Fonte http://www.midiamax.com.br/politica/justica-condena-vereador-candidato-vice-esquema-consignados-317045

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Em 9 dias, fraude em posto bancário desviou mais de R$ 500 mil, diz polícia

Em 9 dias, fraude em posto bancário desviou mais de R$ 500 mil, diz polícia

Quantia equivale a 800 boletos que deveriam ter sido pagos este mês.

Nova proprietária teria usado cofres da empresa para esconder dinheiro.

Thays Estarque – Do G1 PE


Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri) investiga fraude (Foto: Artur Ferraz/G1)
Em apenas nove dias, uma ação fraudulenta em uma correspondente bancária no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, desviou mais de R$ 500 mil dos moradores do distrito de Ponte dos Carvalhos. A quantia equivale a 800 boletos que deveriam ter sido pagos no início deste mês, de acordo com a Polícia Civil.
Em depoimento, na manhã desta terça-feira (27), a dona do posto de pagamentos alegou que também foi engada. Segundo o delegado de repressão ao estelionato, Rômulo Alves, ela repassou o ponto comercial devido problemas financeiros, mas não formalizou o contrato. A nova proprietária teria usado dois dos três cofres do estabelecimento para esconder o dinheiro entregue pelos clientes.

De acordo com o delegado, a dona do estabelecimento tinha a autorização para atuar como correspondente bancária do Banco do Brasil há dois anos. Em agosto deste ano, no entanto, ela resolveu anunciar a correspondente em um site de comercio virtual.
“Foi quando surgiu uma mulher, dizendo que era da Paraíba. Ela se interessou pelo negócio e queria conhecer a empresa. Inclusive, esteve no Recife três vezes. Na última, efetuou um pagamento de R$ 20 mil e apresentou uma minuta de um contrato. Nele, garantia que pagaria o restante, R$ 15 mil, em 30 dias”, afirmou o delegado.
Delegado Rômulo Alves (Foto: Thays Estarque/G1)
Dona foi ouvida pelo delegado Rômulo Alves na
manhã desta terça-feira (Foto: Thays Estarque/G1)
A partir desse acordo informal, a suspeita já começou a atuar como nova proprietária. Ela teria proibido que os funcionários mantivessem qualquer vínculo com a antiga dona.
“Essa nova proprietária disse aos funcionários que estaria implantando um novo sistema. Além de operar com o Banco do Brasil, trabalharia com o Santander”, relatou o delegado. Ele disse que a mulher ainda imprimia falsos comprovantes com a logomarca do Santander. “Ela deixou apenas uma máquina do sistema antigo para não levantar suspeitar e esses dois outros caixas guardavam o valor dos pagamentos para ela”, completou.
A fraude foi praticada entre os dias 8 e 17 de setembro. Rômulo Alves ainda aguarda alguns dados da delegacia do Cabo de Santo Agostinho, que recebeu as denúncias, informando quantas pessoas foram lesadas. Na última sexta-feira (23), uma fila de denunciantes se formou na porta da delegacia.

O crime só foi descoberto na manhã da segunda-feira (19) com a chegada dos funcionários. “A correspondente estava de portas fechadas e com uma placa de ‘greve’ para despistar. Aos poucos, foram surgindo pessoas alegando que seus boletos não haviam sido pagos”, comentou o delegado.
A suspeita ainda levou os computadores, os três caixas e as câmeras do circuito interno de vigilância. “Vamos analisar as câmeras de outras lojas para tentar identificar a mulher, já que os dados que foram passados para a dona são falsos”, observou Alves. População faz fila em delegacia para denunciar suposta fraude bancária
O esquema foi tão bem elaborado que, segundo o delegado, a nova proprietária chegou a pendurar cartazes, anunciando que havia incluído o sistema do Santander. Ela recebia ajuda de um homem, identificado como seu namorado. Ele era responsável por recolher a quantia dos cofres no fim do dia.

“Já descobrimos uma fraude similar em Natal [RN]. Tudo leva a crer que se trata do mesmo casal, mas ainda não podemos precisar”. A polícia trabalha com a hipótese de uma quadrilha especializada nesse tipo de golpe. [Veja vídeo acima]

Caso sejam localizados, os dois responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de material e uso de documentação falsa. Como a antiga dona ainda estava em via de negociação, ela não chegou a firmar o contrato e nem a comunicar o banco da transação. “Ela defende que faria isso só quando recebesse os R$ 15 mil”, conclui Rômulo Alves.

Por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa em Pernambuco, o Banco do Brasil informou que “apura o caso junto ao correspondente para tomar as providências cabíveis e que vai colaborar com as investigações da polícia”. O banco Santander enviou uma nota na qual afirma que “não mantém relação comercial com o correspondente bancário citado pela reportagem” e que “sua marca foi utilizada indevidamente e todas as medidas cabíveis serão tomadas”.

Fonte http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2016/09/em-9-dias-fraude-em-posto-bancario-desviou-mais-de-r-500-mil-diz-policia.html

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MG – Consignado – Desvio de R$ 11,5 mi envolve 139 pessoas em Sete Lagoas

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Corregedoria de Sete Lagoas acusa funcionários e vereadores de participação em esquema de fraudes na Câmara Municipal

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Isabella Souto / Câmara Municipal/Divulgação
Plenário do Legislativo: investigações começaram há um ano e meio (foto: Câmara Municipal/Divulgação)

A Corregedoria do Município de Sete Lagoas, na Região Central de Minas, acusa 139 funcionários efetivos e contratados da Câmara Municipal, vereadores e ex-parlamentares de terem participado de um esquema de pagamentos irregulares de empréstimos, sonegação de Imposto de Renda e de repasse ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As fraudes teriam causado um prejuízo de pelo menos R$ 11,5 milhões para os cofres da cidade.

Saiba mais
Prefeitura de Sete Lagoas denuncia desvio de R$ 11,5 milhões pela Câmara Municipal
O esquema iniciado em 2000 consistia em pagamentos irregulares de parcelas de empréstimo consignado feito com a Caixa Econômica Federal. A parcela era descontada em valor inferior no contracheque do servidor, e o restante era bancado pela Câmara. Os empréstimos variaram de cerca de R$ 300 a R$ 557 mil. “Tem gente que não pagou nada do empréstimo. Há casos de descontos em folha de pessoas quem nem tinham feito empréstimo. Como o funcionário não reclamou?”, afirma o corregedor-geral de Sete Lagoas, Jansey Patrick Paixão da Matta. Uma das suspeitas é de que teria havido divisão ilegal de salário com vereadores.

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De acordo com o corregedor-geral, as investigações começaram em fevereiro do ano passado, a partir da quebra de sigilo de um processo administrativo envolvendo um ex-servidor e de documento encaminhado pela Câmara com dados financeiros de 2000 a 2016. O esquema envolveu 435 pessoas, das quais 139 tiveram a participação comprovada. A maioria dos envolvidos, segundo Jansey da Matta, não trabalha mais na Câmara M.

Além da irregularidade nos empréstimos com a Caixa, a Corregedoria identificou a sonegação de IR e de contribuição previdenciária (o valor do desconto era menor que o previsto em lei), distribuição ilegal de benefícios, horas extras e gratificações pagas em dobro aos funcionários, aumento de salários de forma desproporcional e alteração do limite de 30% dos empréstimos a servidores da Câmara.

Na segunda-feira, toda a documentação com as apurações da Corregedoria será encaminhada às polícias Civil e Federal e ao Ministério Publico. “Nosso trabalho foi realizado até o momento em que não tínhamos mais como avançar. Diante do impedimento que a Câmara impôs para a abertura de processos administrativos, estamos repassando tudo para a polícia e MP para que o assunto não vire uma pizza”, ponderou Jansey da Matta.

Os servidores que ainda trabalham na Câmara estão sujeitos a demissão, e os vereadores, a responder a ações por crime de improbidade, podendo resultar na perda do mandato. A ideia é que o município ainda abra 139 processos administrativos para ações de ressarcimento aos cofres públicos.

Defesa
Em nota encaminhada ao Estado de Minas, a Câmara Municipal de Sete Lagoas afirmou que a listagem divulgada pelo corregedor-geral está desatualizada e refere-se a um balanço financeiro realizado em dezembro de 2014. “A referida lista não é, nem nunca foi, a lista dos acusados de qualquer irregularidade na Câmara Municipal”, diz trecho da nota.

Segundo a Câmara, os nomes fazem parte de um balanço financeiro de dezembro de 2014. Os dados foram apurados porque naquele mês houve uma antecipação – no pagamento para a CEF, que deveria ser feito em janeiro, por um erro do Departamento de Pessoal da Casa.

Ainda de acordo com a nota, a Câmara não tentou impedir o trabalho da Corregedoria nem quer esconder irregularidades. E que não autorizou a divulgação dos nomes das pessoas “porque essa investigação corre em sigilo, justamente para não incriminar pessoas inocentes e também para não possibilitar que os verdadeiros culpados atrapalhem a investigação”.

“Essa atitude demonstra a temeridade do ato do Corregedor Geral da Prefeitura Municipal de Sete Lagoas que por ato unilateral fez divulgação de documentos desatualizados gerando grande comoção na cidade e prejuízo incomensurável às partes envolvidas”, afirma a nota.

A direção da Câmara alega ainda que partiu da Casa uma auditoria para apurar as supostas irregularidades nas operações de crédito consignado e que lei aprovada neste mês prevê que a própria Câmara poderá cobrar os valores de modo administrativo.

“Falta com a verdade, então, o Sr. Jansen Patrick Paixão da Matta que, de modo irresponsável, faz crer que está havendo morosidade da Câmara Municipal, que desde 2015 já encaminhou a documentação ao único órgão com competência para fazer a investigação, ou seja, o Ministério Público Estadual”.

A Câmara negou também que tenha sido apurado crime de sonegação de contribuições previdenciárias, sonegação de imposto de renda, e possível crime perante a Caixa, cabendo ao corregedor de Sete Lagoas fazer a prova das acusações.

Fonte http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2016/09/24/interna_politica,807242/desvio-de-r-11-5-mi-envolve-139-pessoas.shtml

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SP – Polícia investiga empresa de crédito pessoal após golpe a internauta

Polícia investiga empresa de crédito pessoal após golpe a internauta


Página orienta cliente a depositar 20% do valor a ser emprestado.

Vítima de Piracicaba (SP) denunciou perda de R$ 1,4 mil após cadastro.

A Polícia Civil de Piracicaba (SP) investiga uma assessoria financeira por suposto crime de estelionato. Uma mulher, que preferiu não se identificar, registrou boletim de ocorrência, após perder R$ 1,4 mil ao dar entrada a um empréstimo oferecido pela empresa, pela internet, para pagamento de aluguel atrasado.
O caso é investigado pelo Unidade de Polícia Judiciária Grupada de Piracicaba. Em conversa com G1, nenhum outro lugar aceitava fazer o empréstimo para pagamento do aluguel atrasado.
A suposta financeira foi a única que aceitou negociar o empréstimo para ela. No entanto, a empresa pediu um depósito de 20% do valor para que não fosse necessário fiador. “Eles entram no psicológico da gente, fazem a gente acreditar que é uma empresa séria”, contou.
A vítima chegou a fazer dois depósitos de R$ 700 reais cada, em duas contas diferentes, até perceber que se tratava de um golpe. “Era o único dinheiro que eu tinha”, lamentou.
Segundo a vítima, a cada depósito que ela fazia, a suposta empresa dava um prazo de 30 minutos para entrar em contato, mas demorava o dobro ou triplo do tempo.
A empresa citada pela mulher chama-se Kafran Assessoria e em sua página na internet a suposta financeira disponibiliza telefone e e-mail. O G1 tentou entrar em contato com o estabelecimento por meio das informações fornecidas no site, na quinta (22) e nesta sexta-feira (23), mas não obteve retorno. Também na página a empresa oferece empréstimos a taxa de 0,88% ao mês, índice bem abaixo do que é praticado pelo mercado.

Fonte Do G1 Piracicaba e Região
http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2016/09/site-promete-emprestimo-para-aplicar-golpe-em-internautas-de-piracicaba.html

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AL – MP investiga denúncia de falta de repasse de empréstimo de servidores em Maribondo

AL – MP investiga denúncia de falta de repasse de empréstimo de servidores em Maribondo

A promotoria do Ministério Público Estadual (MPE/AL) do município de Maribondo irá investigar denúncia de a ausência do repasse às instituições financeiras e bancárias pelo Município em face dos empréstimos consignados dos servidores públicos.

Na portaria, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (26), o promotor Marlissson Andrade relatou a necessidade de apurar a representação encaminhada pela Câmara de Vereadores do município.

“Considerando a gravidade dos fatos denunciados e a necessidade de apurar o débito existente entre o Município de Maribondo e as instituições bancárias e financeiras nacionais, no que concerne ao repasse dos valores de empréstimos consignados dos servidores públicos, bem como o prejuízo para a Municipalidade, em face de ações de danos morais decorrentes desse atraso e consequente negativação dos nomes dos servidores nos órgãos de proteção ao crédito”.

O promotor solicitou ainda que sejam requisitados ao prefeito do município informações e documentos acerca dos fatos apontados.

Fonte http://conexaopenedo.com.br/2016/09/mp-investiga-denuncia-de-falta-de-repasse-de-emprestimo-de-servidores-em-maribondo/

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Grupo Ouro Cred dá dicas importantes de como o consumidor pode se proteger de golpes de crédito consignado

Grupo Ouro Cred dá dicas importantes de como o consumidor pode se proteger de golpes de crédito consignado

Em tempos de crise, crédito consignado pode ser uma forma acessível de financiamento, mas, consumidor precisa estar atento

Você já ouviu alguma história de alguém que tenha caído em golpes de financiamento fácil? Ou, o golpe do crédito consignado? Talvez isto tenha acontecido por falta de informação, pois o crédito consignado tem regras claras determinadas pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), conhecê-las é fundamental para fazer o uso desta ferramenta de crédito e proteger suas finanças ou a de seus familiares. Saiba agora um pouco mais sobre esta modalidade de crédito.


Foto: DINO
Uma das opções de financiamento é o crédito consignado, concedido aos aposentados e pensionistas do INSS, que tem juros baixos e é descontado direto no vencimento do benefício. Apesar de ter regras claras para ser oferecido é preciso ter atenção na hora de contratar tal financiamento, pois há sim riscos que devem ser avaliados: “A nossa experiência mostrou que é melhor para todos (cliente e empresa) ter tudo registrado, por isso nosso atendimento é feito por nossos funcionários e é todo gravado”, explica Eduardo Pileggi, fundador do Grupo Ouro Cred especializado em crédito consignado.
Segundo Pileggi, ainda há desinformação que prejudica a todos, por isso ele dá dicas de como evitar cair em armações:

1) Exija sempre sua via do contrato;

2) Outro detalhe que não é respeitado: não faça empréstimo para outras pessoas, ou seja, para terceiros. Por mais boa vontade que se tenha este é o risco que não se deve correr, pois se a pessoa não pagar, a conta vai sobrar para você;

3) Passadas as duas dicas básicas e você decidiu fazer um empréstimo consignado, o banco ou financeira escolhida para esta operação não deve exigir que você compre outro produto financeiro, pois isto configura venda casada, prática proibida pelas regras do Banco Central (Bacen).

4) O limite da parcela a ser paga é de 30% do valor líquido do benefício do solicitante para empréstimo e mais 5% para o cartão de crédito consignado. Por mais que o cliente esteja em uma situação de urgência, pelas regras do INSS, não é permitido comprometimento maior do benefício. Este detalhe é importante, pois quando for feita proposta de empréstimo maior que o percentual permitido o consumidor deve ficar atento.

5) Fique atento à taxa de juros combinada e a registrada no contrato, se estiverem diferentes, não assine o contrato, nem prossiga com a operação.
6) Se a sorte mudar e você conseguir quitar o seu empréstimo antes do vencimento final, ótimo! Solicite o boleto de quitação e a financeira ou banco tem que dar, pois é um direito seu. Exija o boleto e verifique se está com valor correto que deve ser menor devido à redução do tempo de pagamento.

7) Procure um correspondente bancário certificado pelo Banco Central. O atendimento será personalizado e sem filas, ao contrário das tradicionais agências bancárias.

O crédito consignado tem regras especificadas pelo INSS, fique atento para fazer bom uso deste crédito. Em caso de dúvidas ou reclamações procure o órgão de defesa do consumidor da sua cidade.
Gestão diferenciada evita desentendimentos futuros

Ao longo dos anos de experiência, foi sendo desenvolvido um padrão de qualidade no Grupo Ouro Cred o qual envolve ações incomuns no mercado, tais como:

– Equipe própria de atendimento: 100% das vendas do grupo são realizadas por equipe interna de vendas, não terceirizada, para ser treinada e ampliada a qualidade constantemente. O Grupo Ouro Cred tem como fórmula de sucesso: funcionário satisfeito + cliente satisfeito.

– Gestão de Negócios: O grupo é especializado em crédito consignado, tem processos definidos, com números e resultados que demonstram eficiência. A expertise do grupo é compartilhada com parceiros, que são capacitados e desenvolvidos por meio deste sistema de negócios.

– Controle de Qualidade: Todas as vendas são auditadas e todas as ligações são gravadas e registradas. Esse procedimento já ajudou inclusive a eliminar uma quadrilha que fraudava empréstimos consignados, parceria de auxílio ao trabalho realizado pela Polícia Civil.

Para contribuir com o esclarecimento dos clientes e consumidores a empresa publica diversos conteúdos gratuitos que podem ser acessados em www.grupoourocred.com.br/blog, além disso, dispõe de atendimento telefônico para esclarecer dúvidas. Interessados podem discar para 11 3070 0500.

Sobre o Grupo Ouro Cred: empresa especializada em crédito consignado, atuando desde 2007, com cerca de 100 mil clientes atendidos, com 6 pontos de atendimento, sendo 5 na cidade de Guarulhos e 1 na cidade de Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo.

Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/grupo-ouro-cred-da-dicas-importantes-de-como-o-consumidor-pode-se-proteger-de-golpes-de-credito-consignado,1f9feffdb2cc976ee5bafda3964244b8ag55o4we.html

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