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Sicoob Credisulca lança linha de crédito imobiliário

Sicoob Credisulca lança linha de crédito imobiliário


Financiamento estará a disposição para os associados da cooperativa com taxas e juros atrativos

Adquirir a casa própria por meio de financiamento é a forma que muitas famílias encontram para sair do aluguel. E se as taxas e os juros forem mais atrativas e a linha de crédito menos burocrática todo o processo de aquisição do próprio lar fica ainda mais fácil. Foi pensando em proporcionar tudo isso aos seus associados que o Sicoob Credisulca lançou a linha de crédito imobiliário, com ele é possível aliar comodidade e agilidade no processo de contratação.
Segundo a analista de crédito do Sicoob Credisulca, Aline Patel Biz Marques, a nova modalidade de crédito será concedida para o financiamento de até 80% do imóvel em alvenaria e localizado em área urbana. “O financiamento vale para aquisição de imoveis residenciais novos e usados e o associado pode utilizar o fundo de garantia por tempo de serviço – FGTS durante a contratação. Destaco também que nossa linha tem preços e prazos competitivos com o mercado, podendo ser contratado em até 30 anos”, explica a analista.
Para o presidente do Sicoob Credisulca, Romanim Dagostin, a nova opção de financiamento vem suprir uma necessidade do mercado. “Atualmente o financiamento imobiliário é a única forma pela qual muitas famílias conseguem adquirir a casa própria e as tradicionais instituições financeiras estão restringindo esse tipo de crédito na tentativa de reduzir despesas na área de recursos públicos. Nossa linha vem para somar e auxiliar nossos associados a realizar seus sonhos”, frisou Dagostin.
Entre os principais aspectos do crédito imobiliário lançado pela Credisulca, cabe destacar as taxas e juros mais baixos, a facilidade no acompanhamento do processo, limite de crédito adequado a renda do associado.

Fonte http://www.engeplus.com.br/noticia/economia/2017/sicoob-credisulca-lanca-linha-de-credito-imobiliario/

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Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

Desempregado, casal recorreu ao empreendedorismo criativo para criar negócio de sucesso


Sibele e Eric Vaz de Lima criaram a Vazoli, que já conta com mais de 90 unidades e diversificou a carteira de serviços em 2016

A crise financeira global em 2009 foi o estopim para o início das dificuldades do casal Eric e Sibele Vaz de Lima. Demitido de um banco no interior do Estado de São Paulo, ele passou a se dedicar a pequena Vazoli, até então uma espécie de segunda renda da família, que ocupava um salão de pouco mais de 12m², na cidade de Severínia, na região norte do Estado.

Ela, também funcionária de um grande banco na mesma cidade, não demorou a sofrer o mesmo baque. Desempregados os dois mergulharam em muitas contas em atraso e também no negócio próprio, até então focado na venda de seguros.

“Ainda pequeno, o negócio começava a andar, tínhamos interessados no serviço. Foi aí que, aproveitando esse folego inicial, arriscamos e iniciamos a abertura da segunda unidade, em Olímpia, mas a grande dor de cabeça veio na hora de montar a o espaço”, lembra Sibele.

Endividados após as dívidas acumuladas em um período de “vacas magras”, Eric e Sibele entraram juntos em uma loja de móveis de informática para adquirir as cadeiras e mesas necessárias para a estruturação da segunda operação da Vazoli.

“A grande surpresa foi que o vendedor não aceitou vender de forma parcelada o que precisávamos comprar para a estruturação da nova unidade. Estávamos com nossos nomes sujos, mas precisava empreender. Essa necessidade nos fez pensar que a busca por crédito nessas condições não era exclusividade nossa e que muitas outras pessoas poderiam estar passando pelo mesmo problema”, explica Eric.

A dificuldade fez os dois mudarem o foco. Sibele estudou formas de usar as duas unidades para oferecer crédito a negativados e aposentados, pensionistas e funcionários públicos, até então um público carente de atenção do mercado financeiro. Da parceria com os bancos surgiu o novo modelo de negócios, que tem como meta fechar o ano de 2018 com 20 novas unidades.

“Deu muito certo. A fila para buscar crédito muitas vezes dobrava a esquina e a gente passou a buscar formas de expandir o negócio. Foi aí que o Eric pensou em franquear a Vazoli”, explica Sibele.

Entraram para o franchising em 2011, a formatação demorou praticamente um ano, e o sucesso foi imediato. Pouco a pouco a rede também ampliou os produtos oferecidos ao público final. Hoje fazem parte desta gama financiamentos imobiliários e automotivos, empréstimos consignados e pessoais, além de consórcios e seguros.

“A parceria com os franqueados tem dado muito certo, uma vez que hoje a Vazoli é uma enorme família. O importante é trabalhar com honestidade e de forma clara com o público final. Nosso crescimento está baseado neste pensamento”, finaliza Eric.

Fonte https://catracalivre.com.br/geral/empreendedorismo/indicacao/casal-cria-rede-que-auxilia-negativados-em-busca-de-emprestimo/

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Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Queda dos ganhos em relação a 2015 é de 43%.


Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (28) ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro.
O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).
Crédito
O crédito habitacional alcançou saldo de R$ 406,1 bilhões e aumento de 5,6% em 12 meses. As contratações somaram R$ 81,8 bilhões no ano, dos quais R$ 62,9 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 17,6 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 1,3 bilhão com outros recursos.
As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas chegaram a R$ 191 bilhões: uma redução de 4% em 12 meses, sob influência, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica. O segmento comercial pessoa física apresentou queda de 0,8% no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado, que cresceu 7,2%, fechando o ano com saldo de R$ 63,9 bilhões.
Poupança
O saldo das captações da Caixa cresceu 4,5%, chegando a R$ 984,1 bilhões. “A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 27,7% em CDB e 4,1% na poupança.”
Hoje, o banco contabiliza 68,8 milhões de contas de poupança: um crescimento de 7,8% em relação a dezembro de 2015.

Fonte G1 – http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/caixa-economica-anuncia-lucro-de-r-41-bilhoes-em-2016.ghtml

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Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Que tal a sua próxima conta bancária ser oferecida por uma startup fintech? Se ainda não está por dentro da nova proposta de serviços financeiros, vamos apresentá-la para você e explicar por que é a melhor opção ao microempreendedor individual (MEI)

RICARDO CAPUCIO
ADVOGADO, ESCRITOR, EMPREENDEDOR E FUNDADOR DA CONTA.MOBI
Você sabe o que é startup? E fintech o que é?A união das duas palavras de origem estrangeira constrói um termo que ganha evidência também no Brasil: a startup fintech.

Estamos falando de serviços financeiros oferecidos por negócios de base tecnológica. São empresas que conquistam espaço no mercado com uma proposta diferenciada e que, não por acaso, tem caído no gosto especialmente do público mais jovem.

Neste artigo, vamos explicar o que é uma startup fintech e que tipo de facilidades ela oferece, da conta digital ao cartão de crédito. Também abordaremos as principais diferenças para os bancos, justificando por que esse tipo de empresa é mais vantajosa para um MEI.

Acompanhe a leitura, fique por dentro dessa novidade e descubra tudo sobre as fintech brasileiras, uma nova proposta de serviços financeiros.

O que é startup fintech?
Maior eficiência por um preço mais baixo. Quem não gostaria que seu banco fosse assim? Pois essa é uma característica das startups fintech, modernas empresas que aliam tecnologia e finanças.

Não por acaso, elas vêm causando uma verdadeira revolução em todo o mundo, desafiando e colocando dúvidas sobre um sistema bastante antigo e tradicional.

Mas é um tanto precipitado vê-las como inimigas dos bancos, especialmente porque as semelhanças até existem em alguns dos serviços oferecidos, mas desaparecem na forma como isso acontece.

O que marca as fintechs é a atuação online. Exclusivamente pela internet, as empresas conseguem realizar o que um banco faz, mas de forma única: com tecnologia de ponta e por um custo bastante inferior, o que se justifica pela estrutura bem mais enxuta.

Em todo o mundo, conforme dados da empresa de pesquisa Venture Scanner, eram mais de 1.400 startups fintech no início de 2016. No Brasil, há muitos casos famosos e com milhares de usuários fascinados pela experiência de gestão online do dinheiro.

Desde a administração da conta bancária até a solicitação de empréstimo, passando pelo controle do cartão de crédito, nada mais precisa ser realizado presencialmente. Basta estar conectado à internet, até mesmo pelo celular.

É ou não uma proposta que tem tudo a ver com mentes mais jovens e antenadas?

Quais serviços oferece?
As startups fintech que já atuam no Brasil são uma bela amostra de que não existe limite para elas. É possível, a partir delas, ter acesso a todo o tipo de serviço financeiro. Vamos conhecer alguns deles:
Conta bancária digital: todos os serviços oferecidos por bancos tradicionais, com recursos extras.
Cartão de crédito: sem tarifas e sem anuidade para compras à vista e a prazo.
Microsseguros: para automóveis, motocicletas, empresas, residências, seguro de vida e seguro viagem.
Empréstimos: para pessoas físicas e jurídicas, com taxas de juros mais baixas.
Investimentos: como aplicar seu dinheiro com segurança e rentabilidade.
Gestão de benefícios: pagamentos de alimentação, refeição e combustível.
Soluções em recebimentos para empresas: cobranças em cartões de crédito, débito online e boleto.
Máquina de cartão de crédito: com conexão à internet e gerenciamento por aplicativo.
Controle financeiro pessoal: aplicativo organiza as finanças e fica conectado à conta corrente e ao cartão de crédito.

Como funcionam essas empresas?
São muitos serviços oferecidos em condições diferenciadas, por um custo inferior e agregando as vantagens da tecnologia de ponta. Como isso é possível?
Diferentemente de um banco tradicional, uma fintech não precisa de milhares de funcionários e agências físicas espalhadas pelo país, pois têm funcionamento eletrônico. Por isso, seus custos são menores.

Já a eficiência encontra razão na parceria com a tecnologia. Essas startups têm na inovação um modo de operação e ela aparece na forma como os usuários vivenciam a experiência financeira.

Mais detalhes interessantes sobre a forma como as fintechs funcionam estão no relatório FintechLab. Segundo a publicação, a revolução por elas provocada no mercado se explica por quatro razões principais:

1. Desenho centrado no usuário
O termo remete à maneira como a solução oferecida é desenhada. Isso significa que muitas fintechs tem na forma como se relacionam com o usuário seu principal diferencial. Conforme o documento, desenhar serviços centrados em pessoas exige pesquisa, empatia, co-criação e metodologia.
Essa estratégia desperta o interesse também dos bancos tradicionais. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, declarou em evento no ano passado que os clientes desejam maior velocidade. “Sem dúvida é uma mudança grande, onde o cliente está no centro da proposta”, afirmou.
2. Serviços inovadores
A proposta é de reversão do foco: em vez de o objetivo central estar na geração imediata de receita imediata, opta-se por atender a necessidades latentes do usuários, como a gestão financeira.
3. Eficiência
Uma característica que torna os processos mais eficientes em uma startup fintech é base a tecnológica consistente, com plataformas modernas e com armazenamento de informações na nuvem. Tudo isso reduz seu custo de operação e o tempo para a tomada de decisões.
4. Blockchain
A tecnologia blockchain é utilizada para validar e certificar operações financeiras em ambientes invioláveis devido à sua alta criptografia, o que garante a privacidade e segurança das informações. Não é por acaso que tem despertado interesse também dos bancos tradicionais.
Startup fintech são seguras?
Essa é um receio comum, talvez até capaz de postergar a adesão dos mais experientes à nova proposta de serviços financeiros. Afinal, são anos e anos de convivência com o sistema dos bancos tradicionais. Como encontrar a mesma segurança em um celular?
Se você tem essa dúvida, pode ficar tranquilo. É incomparável o nível de proteção oferecido em uma transação eletrônica com o ato de carregar dinheiro em espécie para ir ao banco, por exemplo.
Além disso, se você tem conta bancária, certamente a instituição que a oferece disponibiliza canais online para consulta de saldo, transferências e pagamentos. Se você já acha que o internet banking, da forma como conhece, é um ambiente seguro, saiba que a tecnologia encontrada nas fintechs amplia essa proteção.
No tópico anterior, acabamos de falar sobre um das razões. A tecnologia blockchain é uma das responsáveis por tornar seguras as operações realizadas por fintech.
E o melhor: a indústria de segurança da informação está permanentemente buscando criar alternativas de tornar o meio digital definitivamente inviolável a práticas criminosas. O esforço é contínuo e já produz um ambiente bem menos ameaçador do que as ruas da sua cidade.
Startup fintech x bancos
De início, quando surgiram as primeiras startups fintech, o tom de concorrência com os bancos era mais elevado do que é hoje.
Atualmente, ao mesmo tempo em que a tecnologia diferencia a nova proposta, estimula uma aproximação de quem está há mais tempo no mercado. Afinal, é preciso fugir do conservadorismo para não perder clientes.
Uma prova vem da pesquisa da Goldman Sachs, divulgada pela Revista Época no ano passado: 33% dos millennials (termo que define jovens nascidos entre 1980 e 2000) acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos e metade espera que seus serviços sejam prestados por startups.
Neste vídeo, o vice-presidente de Markets do Itaú Unibanco, Caio David, fala sobre o impacto das fintechs sobre os bancos.
Mas o foco das fintechs não está apenas serviços bancários. Como veremos a seguir, em exemplos de startups brasileiras já atuantes, todo o tipo de solução financeira já tem entre aqueles que as oferecem um representante de base tecnológica.
Exemplos de startup fintech brasileiras
O relatório FintechLab mapeou no Brasil mais de 130 iniciativas de startups atuantes no setor financeiro por aqui. Elas foram divididas em 10 categorias:
Pagamentos
Gerenciamento Financeiro
Empréstimos e Negociação de Dívidas
Investimento
Funding
Seguros
Eficiência Financeira
Segurança
Conectividade
Bitcoin/Blockchain.
As três primeiras categorias são as que concentram o maior número de empresas: 31% oferecem pagamentos, 18% focam no gerenciamento financeiro e 16% atuam na concessão de empréstimo e negociação de dívidas.
Outra características das fintechs brasileiras reveladas pelo relatório é que 31% delas são direcionadas exclusivamente para o consumidor final, 27% para empresas e 42% atendem ambos os públicos.
Também segundo o levantamento, em 2015, a cada 10 fintechs, três tiveram faturamento superior a um milhão de reais. No conjunto, a receita bruta dessas empresas seria equivalente ao resultado operacional do 16º banco que mais fatura no país e que, em 2015, arrecadou R$ 173 milhões.
O FintechLab cita, entre os cases de sucesso no país, as seguintes empresas: GuiaBolso, ContaAzul, Bank Fácil, Stone, Nubank, Asaas, Kitado, Vindi, Intoo, Biva, Geru, Eqseed, FoxBit e CloudWalk.
A conta.MOBI é também uma das fintechs brasileiras, oferecendo a conta digital mais vantajosa ao microempreendedor individual. Pelo computador ou aplicativo, é possível realizar pagamentos e transferências, consultar o saldo, planejar-se financeiramente e emitir boletos de cobrança.
7 razões das fintech serem mais vantajosas para o MEI
Ainda na dúvida? Reunimos agora as principais razões para afirmar porque as fintechs oferecem as mais vantajosas soluções para um MEI. Perceba pelas características em comum que é quase um casamento perfeito.
Descomplicação: tudo se resolve de forma online
Custo baixo: as menores tarifas para a melhor solução de suas demandas
Segurança: ambientes criptografados afastam possíveis intrusos
Flexibilidade: no celular, tablet ou computador, basta estar conectado para utilizar os serviços
Autonomia: com soluções focadas no usuário, é tudo do seu jeito, assim como é na sua empresa
Eficiência: a proposta compreende oferecer o melhor resultado sem perda de tempo
Suporte: atendimento personalizado por diferentes canais.
Qual o futuro das startups fintech?
Quem tentou responder essa pergunta foi o FintechLab, que estabeleceu ao final do relatório algumas possibilidades.
Uma das mais interessantes se refere à internacionalização das empresas, com o aumento de investimentos externos. É bom destacar que 77% delas buscam parceiros e 30% estão se preparando para o mercado internacional. Qual será a nossa primeira fintech a faturar milhões do outro lado da fronteira?
Melhor organização institucional das fintechs, maior atuação tecnológica dos bancos e o aumento na participação de grandes empresas nesse mercado são outras projeções.
Neste vídeo, você confere uma entrevista com Fábio Ullmann, consultor do setor financeiro da IBM Brasil, que aborda justamente o futuro das fintechs
Conclusão
Neste artigo, apresentamos um pouco sobre o mundo das startups fintech, empresas que aliam finanças e tecnologia e que vem conquistando o mercado com sua proposta diferenciada.
Para quem precisa de soluções financeiras de baixo custo e alta eficiência, vale se informar mais sobre as opções disponíveis no mercado nacional e experimentar na prática as suas vantagens.
Certamente, essa é uma demanda que se encaixa no perfil do MEI. E foi especialmente para esse público que a conta.MOBI surgiu. Tornar mais fácil a vida de quem tem um negócio a gerir é uma missão com a qual a tecnologia muito pode contribuir.
Que tal deixar o futuro entrar na sua empresa?

Fonte http://www.otempo.com.br/interessa/tecnologia-e-games/startup-fintech-uma-nova-proposta-de-servi%C3%A7os-financeiros-1.1450702

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Bradesco é condenado por negativar nome de cliente contemplado

Bradesco é condenado por negativar nome de cliente contemplado


Cliente que perdeu inscrição em programa habitacional será indenizado em R$ 20 mil

Bradesco é condenado por negativar nome de cliente contemplado

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT) manteve a condenação de primeira instância e determinou que o Banco Bradesco Financiamentos pague R$ 20 mil – a titulo de dano moral – a uma pessoa que perdeu a chance de ser contemplada com o programa habitacional “minha Casa, Minha Vida”, por estar com o nome indevidamente negativado junto aos órgãos de proteção ao crédito (SPC).

Segundo o entendimento da câmara o caso, em especial, teria provocado sofrimento extra ao requerente, pois lhe privou de conquistar sonho da casa própria.

“As angustias sofridas pelo ofendido quando, pretendendo se inscrever na ‘minha casa, minha vida’, sonho de todo brasileiro da classe mínima, deve ser vista com grande dose de sofrimento moral. O valor de R$ 20.000,00, para este caso extraordinário, está dentro do previsto, embora não negue certa dose de subjetivismo, devendo ser mantida a sentença recorrida”, destacou.

A ação foi proposta após o requerente ter seu nome incluso no SPC, mesmo sem ter contraído a divida, ou aberto conta na instituição financeira. O autor da ação explicou que no mês de outubro de 2013 foi surpreendido ao ter seu cadastro no programa ‘Minha Casa Minha Vida’ suspenso, por estar com seu nome negativado.

Segundo relato do requerente, ele ficou sabendo da existência de um financiamento em seu nome na monta de R$ 35 mil. A partir dai, pediu a inexigibilidade do débito junto ao banco, bem como a condenação do requerido ao pagamento de indenização por danos morais no importe de 40 salários mínimos, e ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. Os pedidos fora deferidos pelo juiz de primeira instância e mantidos pelo TJMT.

Fonte http://www.24horasnews.com.br/noticias/ver/bradesco-e-condenado-por-negativar-nome-de-cliente-contemplado

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Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Agência Brasil
Industria automobilistica

Com a greve dos bancários, financiamento para a compra de veículos caiu 8,5% em todo o país
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A greve dos bancários ampliou a queda na concessão de crédito pelos bancos, em setembro, principalmente das modalidades de crédito imobiliário, consignado e de financiamento de veículos, informou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Neste ano, a greve dos bancários, que teve inicio em setembro, durou 31 dias, com retorno dos bancários ao trabalho no dia 7 deste mês.

A greve afetou principalmente as modalidades em que é preciso negociar a liberação do crédito nas agências bancárias. Em setembro, as concessões do crédito consignado (com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento) caíram 24,4%. O financiamento para a compra de veículos caiu 8,5%. No caso do financiamento imobiliário, as concessões recaram 24,2%.

Tramitação demorada nos bancos

“Essa é uma concessão [de crédito imobiliário] que tem um trâmite mais demorado, que exige a presença do solicitante nas agências mais de uma vez. Uma agência fechada interrompe todos esses processos. Ano passado foi afetado de uma forma bem mais modesta, tinha recuado 4%, mas este ano afetou de forma significativa”, disse Maciel.

No total, as concessões de crédito de todas as modalidades caíram 7,2% em setembro em relação a agosto deste ano para pessoas físicas.

Maciel ponderou, entretanto, que o crédito seguirá em tendência de desaceleração mesmo sem a greve dos bancários. “A tendência do crédito é desaceleração, com expectativa de retração no ano. O resultado de setembro foi prejudicado pela paralisação bancária, mas isso não significa que haveria uma mudança de tendência. O crédito não irá liderar o movimento de reação da atividade econômica, mas tem como contribuir nesse processo”, disse Maciel.

No mês passado, o BC divulgou sua projeção para o saldo das operações de crédito este ano. Segundo estimativa do BC, os bancos vão registrar este ano a primeira queda no saldo das operações de crédito, na série histórica, iniciada em março de 2007. O recuou deve ser de 2%.

Em setembro, o saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,2% em relação a agosto e ficou em R$ 3,109 trilhões. Em 12 meses encerrados, o saldo das operações de crédito caiu 1,7%.

Taxas de juros

Em entrevista coletiva para explicar os dados do crédito em setembro, Maciel também afirmou que não há uma previsão de quando o efeito da redução da taxa básica, a Selic, será sentido nos juros cobrados dos consumidores. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14% ao ano.

Em setembro, a taxa média de juros cobrada de pessoas físicas subiu para 73,3% ao ano e do cheque especial (324,9% ao ano) e do cartão de crédito (480,3% ao ano) bateram novo recorde.

Segundo Maciel, às vezes os bancos se antecipam à redução da Selic e reduzem os juros do crédito e em outras situações levam alguns meses para reduzir as taxas cobradas dos clientes. “Não se espera uma defasagem muito longa. [A queda da Selic] reduz o custo de captação [de dinheiro pelos bancos] e isso contribui para redução de todas as taxas ativas”, explicou.

Fonte http://istoe.com.br/greve-dos-bancarios-derruba-credito-imobiliario-consignado-e-venda-de-carros/

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Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Bancos elevam as taxas das principais linhas no momento em que os financistas apostam na queda da Selic


Só em agosto, o juro do cartão subiu 3,5 pontos percentuais.
Foto: Eraldo Lopes
Quatro das linhas de crédito mais populares entre famílias e empresas e que envolvem o cheque especial e o cartão de crédito tiveram alta das taxas e atingiram, em agosto, o maior juro na série histórica do Banco Central (BC). A taxa mais elevada foi do rotativo do cartão de crédito, que atingiu 475,2% ao ano, o maior patamar da série histórica, desde março de 2011.

O aumento dos encargos cobrado dos clientes pelos bancos ocorre no momento em que o próprio mercado financeiro eleva expectativa de queda na taxa básica de juros Selic, na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Monetária (Copom), marcada para outubro.

Há um ano, até agosto, o juros do rotativo do cartão estava em 403,5%, ao ano. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão.

Outro juro médio que bateu recorde é o cheque especial, cuja taxa subiu de 312,1% para 318,4% ao ano. Nesse caso, é o maior patamar da série iniciada em julho de 1994. Somente neste ano, a taxa do cheque especial já subiu 34,1 pontos percentuais em relação a dezembro de 2015, quando estava em 287% ao ano.

Já a taxa do crédito pessoal aumentou 0,1 ponto percentual para 132,3% ao ano. A taxa do crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, também subiu 0,1 ponto percentual para 29,3% ao ano.

O mesmo fenômeno também é visto no crédito para as empresas. Pessoas jurídicas que tentam antecipar cheques pré-datados pagavam juro de 47,3% em julho e o custo passou para 47,6% em agosto, maior valor da série histórica.

Fonte http://new.d24am.com/noticias/economia/juro-rotativo-cartao-bate-recorde-475/158588

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Crédito imobiliário tem queda de 31,5% em agosto, diz Abecip

Crédito imobiliário tem queda de 31,5% em agosto, diz Abecip

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança somaram R$ 4 bilhões em agosto, montante 5,2% acima do resultado observado em julho e 31,5% inferior ao registrado em agosto do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 29, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Entre janeiro e agosto, os financiamentos imobiliários totalizam R$ 30,4 bilhões, montante 46,2% inferior ao apurado em igual período de 2015. No acumulado de 12 meses (setembro de 2015 a agosto de 2016), foram destinados R$ 49,4 bilhões em crédito para o setor, retração de 48,9% comparativamente aos 12 meses precedentes.

Em agosto de 2016, 18 mil imóveis foram financiados, crescimento de 3,9% sobre os 17,3 mil imóveis financiados em julho. Na comparação com agosto do ano passado, as concessões foram 36,1% menores.

Entre janeiro e agosto, foram financiados 135,8 mil imóveis, recuo de 47% em relação ao mesmo período de 2015, quando o financiamento atingiu 256,1 mil unidades. Em termos acumulados (12 meses), o crédito imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 221,2 mil imóveis entre setembro de 2015 e agosto de 2016, com redução de 50,1% relativamente às unidades financiadas nos 12 meses precedentes.

Poupança

Os saques nas cadernetas de poupança voltaram a superar os depósitos em agosto, como já vinha ocorrendo ao longo de 2016 e na maioria dos meses do ano passado. Com isso, a captação líquida mensal foi negativa em R$ 3,5 bilhões.

Em termos acumulados, entre janeiro e agosto de 2016, a captação líquida ficou negativa em R$ 39,1 bilhões, volume inferior ao registrado em igual período de 2015, quando ficou em R$ 45,8 bilhões negativos.

Fonte http://istoe.com.br/credito-imobiliario-tem-queda-de-315-em-agosto-diz-abecip/

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Pagando juros altos, consumidor tem acesso a empréstimo até sete vezes maior que o salário

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juros

Levantamento da Proteste Associação de Consumidores alerta que instituições financeiras têm oferecido crédito de forma desenfreada, o que pode levar a dívidas impagáveis

As linhas de crédito mais caras do mercado, o cartão de crédito e cheque especial são as de mais fácil acesso ao consumidor, apesar dos juros, ultrapassarem 400% ao ano, no caso do cartão. Pesquisa da Proteste Associação de Consumidores, alerta que o crédito caro e emergencial está sendo concedido de forma desenfreada. Segundo a Proteste conseguir no mercado empréstimos em várias instituições bancárias é fácil e pode tornar uma dívida impagável. O valor do empréstimo pode ser até oito vezes maior que o a renda mensal do consumidor.

Levantamento da instituição avaliou três perfis reais de consumidores com renda entre R$ 3 mil e R$ 10 mil. No caso do consumidor com renda de aproximadamente R$ 10 mil foi constado conta corrente em sete bancos, o que lhe garantiu crédito total aprovado de mais de R$ 213 mil. Desse valor, R$ 76 mil podem ser usados em um único mês. “Basta gastar o limite de todos os cartões de crédito e usar o cheque especial de todos os bancos”, explica a Proteste.

No modelo de empréstimo avaliado, o valor do empréstimo precisa ser pago integralmente no mês seguinte para evitar juros de atraso e rotativo, por exemplo. “Sendo a dívida quase oito vezes maior do que o salário, é praticamente impossível pagá-la. É aí que a dívida vai se tornar impagável, principalmente diante do aumento do desemprego, queda da renda e persistência da inflação”, reforça a instituição.

Em outro caso avaliado pela Proteste, o consumidor possui uma renda entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, levamos em consideração que a renda é desse consumidor é de R$ 4 mil e só o banco Itaú disponibiliza para ele R$ 32 mil, entre cartão de crédito, cheque especial e crédito pré-aprovado. O crédito é oito vezes superior à renda.

“O crédito pré-aprovado já está na conta, não precisa de autorização, e o consumidor acaba sendo fisgado pela facilidade e se enrola facilmente”, afirma Renata Pedro, técnica da Proteste . Mas não é só dos bancos a responsabilidade de se evitar os altos níveis de endividamento. “Os bancos precisam oferecer crédito consciente, mas também é dever do consumidor ter um orçamento equilibrado e não gastar mais do que deve”, destaca Renata.

Para evitar a bola de neve a Proteste orienta a nunca ultrapassar 30% da renda mensal com parcelas; pagar o total da fatura do cartão de crédito até a data do vencimento;

rever os gastos e fazer cortes quando necessário; evitar fazer compras que não são urgentes; e nunca gastar mais do que se tem. Para isto é importante fazer planejamento mensal se possível com auxílio de uma planilha.

Fonte http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/09/20/internas_economia,805994/pagando-juros-altos-consumidor-tem-acesso-a-emprestimo-ate-sete-vezes.shtml

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BA – Feirão terá imóveis novos com entrada parcelada em Feira e Salvador; veja simulações

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A construtora MRV Engenharia está realizando evento em Feira de Santana, até o dia 31, quando vai chegar a Salvador

Feirão para Tudo é o nome do evento de vendas que a construtora MRV Engenharia está realizando em Feira de Santana, até o dia 31, quando vai chegar a Salvador. Na Princesinha do Sertão, o feirão acontece no interior do Shopping Boulevard e conta com imóveis de dois ou três quartos que podem ser adquiridos sem pagamento de sinal e entrada parcelada em até 36 vezes.

Segundo o diretor regional da companhia, Yuri Chain, um dos principais benefícios de um evento como este é a comodidade propiciada ao consumidor. “Quem está passeando pelo shopping, ou até quem mora perto do local, pode dar uma passada e conferir as ofertas. Também temos atendimento de corretores e correspondentes bancários da Caixa e do Banco do Brasil que fazem simulações de financiamentos”, diz.

Quem comparecer ao feirão poderá comprar imóveis prontos para morar, em construção ou na planta, a partir de R$ 89,9 mil.
Condições
Em Feira, a construtora tem quatro empreendimentos à venda: Parque Filipinas, Parque Fonte das Águas, Parque Florença e Parque Flora. São cerca de mil apartamentos disponíveis.

Entre os benefícios oferecidos, além da entrada parcelada em até 36 vezes, estão o financiamento da moradia em até 30 anos pela Caixa Econômica ou Banco do Brasil, a possibilidade de utilização do FGTS e as vantagens do programa Minha Casa Minha Vida.

“É uma linha de recurso mais barata. Pelo programa, os juros ficam abaixo da inflação”, conta Chain.
A partir do dia 1º de setembro será a vez de Salvador receber o evento. O feirão, que contará com 1.150 imóveis ofertados, acontecerá até o dia 15, no Shopping da Bahia.

Veja quanto pode ficar o financiamento da casa própria
Ainda que a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA) não tenha divulgado os imóveis que estarão em oferta no Salão Imobiliário – entre 16 e 18 de setembro -, o CORREIO fez uma busca entre as incorporadoras e encontrou ofertas para Imóveis como o Residencial Terra Brasilis, em Camaçari, e o Residencial Vila Imperial, em Marechal Rondon, ambos empreendimentos da Construtora Tenda. Os dois, inclusive, contam com subsídios de R$ 20 mil do Programa Minha Casa Minha Vida.

Outra construtora que vai participar do Salão é a MVL Incorporadora, que está oferecendo condições especiais para o 5ª Avenida Residence, em Patamares. O empreendimento conta com unidades de 2 quartos e sai por R$ 415 mil. Funcionários públicos podem financiar até 90% e a entrada de 10% é dividida em até duas vezes. Para ajudar quem pretende adquirir um imóvel novo, a reportagem levantou uma simulação de planos de financiamento na Caixa Econômica de até 80% do valor dos imóveis.

Na amostragem, foram utilizados três valores diferentes:

Fonte http://www.correio24horas.com.br/single-economia/noticia/feirao-tera-imoveis-novos-com-entrada-parcelada-em-feira-e-salvador/?cHash=1832b749fe827f3ebf3783e2da18f8c4

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RS – Feirão da Caixa supera R$ 1,1 bilhão em vendas

RS – Feirão da Caixa supera R$ 1,1 bilhão em vendas


Natasha e Machado fecharam a compra de seu primeiro imóvel
FREDY VIEIRA/JC
Adriana Lampert

Mais de R$ 1,1 bilhão em negócios foram fechados durante os três dias da 12ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria, em Porto Alegre. O evento superou as expectativas não só de negociações, mas também de público, que ultrapassou a marca de 15 mil visitantes. A maioria das negociações girou em torno do financiamento de habitação popular do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) e das demais operações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), cujo teto no Rio Grande do Sul é de R$ 200 mil.
O subsídio do governo federal foi o atrativo para grande parte dos consumidores, a exemplo do metalúrgico Emerson Machado e da namorada Natasha Biazoli. Eles adquiriram uma casa na planta, com entrega prevista para março de 2017, em um condomínio fechado localizado no bairro Granja Esperança, em Cachoeirinha. “O valor do imóvel passou de R$ 170 mil para R$ 138 mil. Estamos muito felizes de ter o financiamento aprovado”, afirmou Natasha, que é estudante de Direito. “Agora, é aguardar 20 dias, quando iremos assinar o contrato de compra com a Caixa.”
“Esta edição foi basicamente focada em atender à demanda de famílias com renda bruta intermediária de até R$ 6,5 mil”, comenta o superintendente Executivo de Habitação da Caixa Econômica Federal (CEF), Anderson da Cunha Possa. A maioria dos 15,5 mil imóveis em oferta se enquadrou na categoria popular, que, além de poder utilizar o subsídio do governo federal de até R$ 25 mil (pelo Minha Casa Minha Vida), tem as taxas de juros (que variam de 5% a 8%) mais baixas e podem ser financiados em até 90%.
Para imóveis acima de R$ 200 mil, o financiamento cai para 80%, e o juros variam de 10% a 12%. “Cerca de 90% dos nossos produtos são destinados à habitação popular, localizados em Porto Alegre, Cachoeirinha e Canoas”, afirma o gerente comercial da Bolognesi, construtora que comercializou 200 imóveis durante os três dias de evento, alcançando um VGV (valor geral de vendas) de R$ 30 milhões. O superintendente da CEF explica o bom desempenho do evento: “Não houve desaquecimento de demanda nesta faixa de valores. Prova disso é que, neste ano, a visitação foi maior que em 2015, quando 11 mil pessoas compareceram durante os três dias de feira”.
No total, 35 construtoras, 33 imobiliárias e 37 correspondentes imobiliários da Caixa ocuparam os estandes do Centro de Exposições da Fiergs, onde ocorreu o Feirão. “A maioria destes parceiros afirmou que a finalização de negócios dentro da feira também foi maior que no ano passado”, destaca Possa. As ofertas incluíram 28 empreendimentos novos, de um total de 12,5 mil imóveis zero e 3 mil usados. “Estamos captando bastante clientes, mas a maioria não está comprando no ato, porque o padrão dos nossos imóveis em prateleira é de médio a alto”, comenta o corretor da Imobiliária Foxter, Leandro Padrax, ao destacar que a empresa preparou descontos especiais para o Feirão. “Os imóveis de médio padrão estavam com descontos de mais de R$ 100 mil”, exemplifica.
Confirmando que o mercado de habitações populares se mantém aquecido, a diretora Comercial da MRV, Lilian Tavares, comemora: “Somente neste domingo, vendemos mais de 50 unidades”. A incorporadora esteve presente no Feirão com mais de 3 mil imóveis localizados em Porto Alegre e Região Metropolitana.

Indecisos aproveitam para pesquisar preços e oportunidades

Apesar do elevado número de vendas, nem todos os consumidores que circularam pela Fiergs decidiram fechar negócio no evento. Alguns estavam inclusive estreando a busca por ofertas para a compra de uma casa própria dentro da feira. Por volta das 16h de domingo, a servidora pública da prefeitura de Porto Alegre, Graziela Severo da Silva, chegou ao centro de exposições acompanhada do marido e da filha buscando encontrar um imóvel com valor até R$ 160 mil. “Nossa renda familiar é de R$ 5 mil e ainda moramos de aluguel. Mas hoje vamos só dar uma olhada, pois queremos pensar bem, para não assumir uma parcela muito alta.”
O advogado Remo Valim também preferiu ponderar. Ele e a esposa Marta foram à Fiergs na tarde de ontem para procurar um apartamento para a filha Vanessa Valim, de 33 anos. Mãe de duas crianças, Vanessa é biomédica e conta com renda familiar de R$ 6 mil. Procurando um imóvel na faixa de R$ 200 mil, a ideia da família era aproveitar o subsídio do Minha Casa Minha Vida. “No entanto, os apartamentos desta faixa são um pouco mais distantes, teremos que ir no local para verificar a estrutura antes de decidir comprar”, explica o pai da biomédica. “A ideia hoje é pesquisar. Queremos comprar em breve, mas não será hoje”, afirma Valim, que sempre adquiriu imóveis a longo prazo. O trio chegou no Feirão às 10h de domingo e percorreu praticamente todos os estandes espalhados em 2,4 mil m². “Tem bastante imóvel bom, mas tem que aliar o preço à distância. Ainda vamos pensar melhor.”
CEF deve injetar R$ 90 bilhões em financiamentos durante 2016

Considerado o maior do ramo imobiliário, o Feirão da Caixa acontece também em outras 13 cidades do País, até junho de 2016. Na edição de Porto Alegre, a instituição manteve um espaço com dezenas de funcionários especializados em crédito habitacional para ajudar os consumidores a realizar uma simulação, com base nos documentos. “A partir da renda da família, fica mais fácil decidir qual imóvel é mais adequado”, lembra Possa.
Além do espaço de triagem, a instituição esteve presente com outros dois estandes: Caixa Seguradora, oferecendo serviços de seguro comercial e residencial; e Caixa Imóveis, com oferta de financiamento para compra de unidades retomadas por inadimplência ou entregues como garantia em operações com a Caixa. Conforme Possa, em 2015, a CEF injetou R$ 90 bilhões em financiamento habitacional no País.

Fonte http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/05/economia/500556-feirao-da-caixa-supera-r-1-1-bilhao-em-vendas.html

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PE – Feirão da Casa Própria da Caixa termina com queda no número de contratos

Feirão da Casa Própria da Caixa termina com queda no número de contratos

Número de contratos firmados foi menor que em 2015 e renda total do evento foi a metade do que foi arrecadado em 2014


Foto: Reprodução/Caixa

O Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, que se encerrou no último domingo (22) e aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, não teve um resultado possitivo. O evento terminou com uma queda registrada no número de contratos firmados. O público, em torno de 22 mil pessoas, manteve a média das edições dos anos anteriores.

As construtoras e imobiliárias apostaram no financiamento do programa federal Minha Casa Minha Vida. No entando, o saldo foi menor que em 2015: cerca de 3.390 contratos. O volume de negócios, R$ 555 milhões, é a metade do contabilizado em 2014.

O Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal disponibilizou mais de 20 mil imóveis, dos quais 15.300 eram novos. Quem não conseguiu concretizar o sonho da moradia pode procurar qualquer agência do banco e negociar. O superintendente regional da Caixa, Paulo Nery, afirma que há, sim, um ganho neste tipo de evento:

Rádio Jornal
Postado por Rebeca Montenegro

Fonte http://radiojornal.ne10.uol.com.br/noticia/2016/05/23/feirao-da-casa-propria-da-caixa-termina-com-queda-no-numero-de-contratos-46696

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Pesquisa aponta consumidor cauteloso com empréstimo, mas aumenta a intenção de contratar financiamento imobiliário

Pesquisa aponta consumidor cauteloso com empréstimo, mas aumenta a intenção de contratar financiamento imobiliário

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Os brasileiros mantem prudência em contratar linhas de crédito em 2016. É o que aponta a pesquisa trimestral realizada em conjunto pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

De acordo com o levantamento, 82% dos consumidores não estão dispostos a tomar crédito em 2016. Na comparação com o levantamento anterior, a intenção do consumidor se manteve estável, entretanto, 43% relevaram a intenção de contratar o crédito imobiliário, alta de 10 pontos percentuais. Quando questionados sobre outras linhas de crédito, 33% disseram que estão dispostos a contratar crédito consignado, 33% automotivo e apenas 24% querem contratar um CDC.

Quanto à intenção de conseguir um financiamento este ano, o percentual subiu 1 ponto este ano para 19%. O sentimento negativo recuou 1 ponto percentual, 81% não se sente propenso a fazer um financiamento. O automóvel aparece como primeiro item na lista de intenções (58%), seguido por imóvel (54%), empréstimo pessoal (21%), eletrodoméstico (20%) e consignado (9%).

Neste quesito, a classe alta (A/B) se diz menos propensa a realizar um financiamento, 18% – redução de 8 pontos percentuais em comparação ao ano anterior.

A amostra inclui 1.00 entrevistas, sendo 52% mulheres e 48% homens – com idade entre 18 e 65 anos.

Avaliação da situação pessoal

Neste primeiro trimestre de 2016, 86% dos entrevistados disseram que pretendem economizar mais, 11% não vão mudar o padrão de consumo e 3% vão gastar mais.

A inflação tem impactado o padrão de consumo de 90% dos entrevistados, sendo que os itens mais atingidos foram lazer 86%, vestuário 83%, alimentação 74%, transporte 50%, saúde 43% e educação 37%.

O nível de endividamento dos consumidores voltou a crescer atingindo 69% – alta de 3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. O comprometimento com o cartão de crédito é apontado por 70% dos endividados, seguido por carnê (30%), financiamento de veículo (19%), financiamento imobiliário (15%), CDC (15%), leasing (3%) e outros (19%).

Situação do Brasil

Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados avaliam a situação do País como péssima, 37% ruim, 13% regular, 3% boa e 1% ótima.

A preocupação em relação ao futuro aumentou 21 pontos percentuais no primeiro trimestre deste ano, comparado ao primeiro levantamento: de 47% (em 2014), 66% (em 2015) e saltou para 68% (em 2016).

Para 68% dos entrevistados o sentimento em relação ao futuro é de preocupação. Quando perguntados sobre a situação do Brasil, 83% dos entrevistados avaliaram como ruim ou péssima. Além disso, 68% acreditam que o consumo das famílias também irá piorar, 66% avaliam que a oferta de crédito vai piorar este ano e 75% dos ouvidos enxergam maior aumento da taxa de juros.

Com relação ao futuro, apenas 1% acredita que a situação econômica do Brasil vai melhorar no primeiro semestre de 2016, um recuo de 10 pontos percentuais. A expectativa de melhora no segundo semestre também caiu (5 pontos). Com relação a 2017 o consumidor se demonstra mais otimista – 18% disseram que a situação vai melhorar no primeiro semestre e 13% no segundo.

Desemprego

Os consumidores acreditam que desemprego vai aumentar nos próximos meses (84%). Por outro lado, estão otimistas quanto a manutenção do seu emprego – (36%) sim, (28%) não. O percentual de desempregados se manteve estável comparado a pesquisa anterior (36%).

Pesquisa completa pode ser lida através do link:

http://tamer.com.br/ftp/PesquisaAcrefi.pdf

Mais informações e entrevistas de imprensa com a Tamer Comunicação Empresarial (11) 3031. 2388

Fonte http://www.segs.com.br/economia/12210-pesquisa-aponta-consumidor-cauteloso-com-emprestimo-mas-aumenta-a-intencao-de-contratar-financiamento-imobiliario.html

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Crédito para fugir da crise econômica

Crédito para fugir da crise econômica


Cleber Gonçalves e Tiago Vergette participaram do programa Diário da Manhã e orientaram os espectadores sobre a possibilidade da busca de empréstimos para vencer o momento de crise

– Caixa disponibiliza linhas especiais para pessoas físicas e jurídicas
A alternativa para vencer a crise econômica que deixa muita gente preocupada no país pode estar em um empréstimo. No momento que o laço aperta, muitas pessoas e até mesmo empresários lançam mão de recursos rápidos, como cartões de crédito e até cheques especiais, que acabam tornando o problema ainda pior. Para ajudar quem está com a corda no pescoço, a Caixa Econômica Federal disponibiliza linhas de crédito especiais para pessoas físicas e jurídicas. A instituição atua com especialistas que trabalham na busca da solução ideal para cada problema.
Um desses profissionais é Cleber Gonçalves Couto, gerente de pessoa física da Caixa. “O momento é de mudanças. Vemos alterações significativas neste cenário do crédito e de produtos. O cliente tem que buscar alternativas às suas necessidades. Hoje em dia ele tem cheque especial ou cartões, que são linhas de crédito mais altas. Nosso objetivo é mostrar que o cliente pode optar por linhas mais seguras e baratas”, comenta o especialista. Segundo Cleber, existem diversas opções, como crédito consignado para servidores públicos, com taxas menores e prazos maiores. “Um exemplo é o prazo que costuma ser concedido para os funcionários da Prefeitura de Teresópolis, que têm até 96 meses pra quitar essas linhas.
Os gerentes da Caixa Cleber Gonçalves e Tiago Vergette apontam a obtenção de linhas de crédito como forma de obter fôlego e enfrentar a crise sem trocar os pés pelas mãos
Os gerentes da Caixa Cleber Gonçalves e Tiago Vergette apontam a obtenção de linhas de crédito como forma de obter fôlego e enfrentar a crise sem trocar os pés pelas mãos
Outra opção, para servidores ou não, é a linha de Crédito Imóvel Próprio, com o imóvel sendo colocado como garantia e um prazo de até 240 meses pra pagar. Com isso a dívida pode ser diluída num prazo mais longo, vencendo o momento da crise e com taxas menores, a partir de 1,39% ao mês, mais TR, o que é bastante reduzido dentro do cenário atual”, detalha Cleber.
Por fim, o gerente Caixa convida os clientes a comparecerem a uma das agências para buscar ajuda dos profissionais. “O interessante é ir à agência para receber as orientações de forma mais clara e precisa de acordo com a necessidade de cada um. Sempre há uma solução para o problema. Quando estamos envolvidos diretamente com a situação, essa solução acaba sendo mais complicada. Quando procuramos alguém que tem o conhecimento no mercado, a gente acaba enxergando o outro lado e novas possibilidades. Na agência conversamos e buscarmos alternativas saudáveis financeiramente para o cliente”, finaliza.

Pessoa jurídica
Mas não são apenas as pessoas físicas que enfrentam problemas econômicos. Empresas também precisam driblar a crise para seguir em frente e auxiliar diretamente na movimentação econômica do município. Segundo o gerente Tiago Vergette, especialista no atendimento às pessoas jurídicas, mesmo trabalhando com cuidado, o empresário não deve deixar de investir. “A cautela é sempre necessária em qualquer tipo de investimento. Mas o empresário não pode perder a vontade de investir, porque é dessa movimentação que vem o crescimento para a cidade como um todo”, recomenda.
Segundo Vergette, enquanto instituição, a Caixa se coloca à disposição do empresariado em geral, principalmente para orientar sobre as melhores linhas e investimentos. “Hoje apresentamos linhas de capital de giro com taxa de juros a partir de 1.8% e linhas de compras de máquinas e equipamentos com taxas a partir de 1.07% ao mês com prazos dilatados, podendo chegar até 60 meses. É importante que o empresário mantenha esse seu perfil de investimento porque a crise é momentânea e vai passar. Quem estiver preparado nessa hora, com investimentos feitos, com certeza vai ter maior taxa de sucesso do que quem ainda estiver se preparando”, recomenda.
Finalizando, Tiago garante que o principal objetivo de seu trabalho é orientar o cliente sobre a melhor linha pra resolver às necessidades imediatas. “Então as linhas rotativas são mais caras, já as linhas de longo prazo são mais baratas. Tudo depende da capacidade e do perfil do cliente. Ninguém tem que se apavorar. Pode procurar a nossa equipe e vamos orientar da melhor maneira para buscar uma parceria para solucionar o problema do empresário e consecutivamente da sociedade também. Solução sempre há, basta sentar e conversar. Sempre é possível achar um caminho”, diz.
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Fonte http://netdiario.com.br/credito-para-fugir-da-crise-economica/

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Crédito imobiliário em fevereiro cai 50,3%, diz Abecip

Crédito imobiliário em fevereiro cai 50,3%, diz Abecip

SÃO PAULO (Reuters) – O volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em fevereiro somou 3,2 bilhões, queda de 2,7 por cento sobre o mês anterior e de 50,3 por cento sobre fevereiro de 2015, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
No primeiro bimestre de 2016, os financiamentos no setor somaram 6,5 bilhões de reais, queda de 58,3 por cento na comparação com igual etapa de 2015.
Em número de unidades, fevereiro teve 14,7 mil imóveis financiados pelo sistema expansão mensal de quase 9 por cento, mas recuo de 49,2 por cento sobre um ano antes.
Segundo a Abecip, a fraqueza do setor reflete em parte a tendência de menor disponibilidade de recursos, dado os sucessivos saques nas cadernetas de poupança. Em fevereiro, a caderneta de poupança teve saída líquida de 6,7 bilhões de reais.
(Por Aluisio Alves)
Fonte Reuters
Fonte http://extra.globo.com/noticias/economia/credito-imobiliario-em-fevereiro-cai-503-diz-abecip-18951507.html

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Há 147 mil famílias com a prestação da casa em atraso

Há 147 mil famílias com a prestação da casa em atraso

PEDRO CRISÓSTOMO

Valor do crédito vencido na habitação aumentou no final de 2015, mas há menos famílias a falhar o pagamento dos empréstimos. No crédito automóvel, o incumprimento abrange 13% das pessoas com financiamento dos bancos.

Em Janeiro havia 2,3 milhões de famílias com empréstimos à habitação, dos quais 6,4% estavam em incumprimento

O número de famílias em situação de incumprimento nos empréstimos à habitação diminuiu pelo terceiro trimestre consecutivo, regressando no final do ano passado a valores de Junho de 2013. Em Dezembro, havia perto de 147 mil famílias que tinham deixado vencer o pagamento do empréstimo da casa. São menos dois mil casos do que no trimestre anterior e menos mil do que um ano antes, mostram dados publicados no Boletim Estatístico publicado na segunda-feira pelo Banco de Portugal (BdP).

No último trimestre do ano passado, havia cerca de 2.296.400 famílias com empréstimos concedidos pelos bancos para a habitação, dos quais 6,4% estavam em incumprimento (o número de devedores com pagamentos em falta era de 146.970).

Embora o montante absoluto dos créditos em incumprimento tenha aumentado de forma ligeira (de 2,9% no terceiro trimestre para 3% no quarto, o correspondente a mais de 3100 milhões de euros), a percentagem de famílias com crédito vencido diminuiu no final do ano passado.

Depois de o número ter subido para 154,4 mil, passando a representar 6,7% do total das famílias a quem a banca concedeu empréstimos, estas situações diminuíram nos três trimestres seguintes. A descida tem sido gradual: de 151,7 mil em Junho para 149 mil em Setembro e, agora, para 146,9 mil. Qual o peso destes números no total de pessoas com empréstimos à habitação? Em Junho do ano passado as famílias com crédito vencido representavam 6,6%; em Setembro baixavam para 6,5%; e agora voltaram a recuar, passando para 6,4%.

Já em Janeiro deste ano, mês em relação ao qual ainda só há dados parciais, as estatísticas do Banco de Portugal apontam para um regresso desta percentagem para 6,5%.

Nos empréstimos à habitação contabilizam-se tanto os financiamentos para a compra de casa, como para arrendamento, realização de obras ou compra de terreno para a construção de habitação própria.

Ao todo, há em Portugal 614,6 mil famílias em incumprimento, somando as situações relativas ao crédito vencido na habitação, no consumo e outros fins.

O valor total dos empréstimos concedidos pelo sector financeiro chegava em Dezembro a 127.523 milhões de euros. Deste montante, 6514 milhões de euros correspondiam a crédito vencido. Este rácio, de 5,1%, manteve-se estável desde Junho. Sempre acima das percentagens registadas em qualquer um dos meses desde pelo menos o resgate da troika, em 2011.

No crédito ao consumo, as situações de incumprimento são mais evidentes. Em Dezembro, 14% do valor concedido pelos bancos diziam respeito a empréstimos já vencidos.

Neste segmento, a percentagem de devedores também é mais elevada do que no crédito à habitação, abrangendo 15,4% das famílias. Estas situações chegaram a atingir 17,5% das famílias em meados de 2012 e desde então os valores mantiveram-se, com intermitências, entre os 16% e 17%, baixando agora pela primeira vez desde 2011 para uma percentagem inferior a 16%.

No financiamento ao consumo em cartão de crédito, o rácio de incumprimento baixou de forma ligeira e também o número de devedores que falharam prazos de pagamento diminui, passando a representar 8,1% das pessoas.

Queda nos juros

Os números do banco central indiciam tradicionalmente que as famílias, quando confrontadas com dificuldades em pagar os empréstimos, dão prioridade à amortização das prestações da casa, porque é no crédito ao consumo que o rácio de incumprimento é mais elevado.

Um dos factores que tem estado a ajudar à diminuição do número de devedores com crédito vencido é o nível baixo das taxas de juro, que “tem permitido a redução da prestação mensal média nos contratos deste segmento”, como lembrava a economista Clara Synek numa análise publicada no final de Outubro do ano passado pelo gabinete de planeamento do Ministério das Finanças.

No crédito automóvel, havia em Dezembro 3862 milhões de euros concedidos, dos quais 439 milhões eram crédito já vencido, ou seja, 11,4% do total. Os bancos tinham emprestado a 661,8 mil particulares. Destes, 13,3% estavam em incumprimento, ou seja, 88 mil. No leasing mobiliário a taxa é mais baixa, havendo 9,8% das pessoas nesta situação.

Onde o incumprimento é mais elevado é nos empréstimos destinados às actividades empresariais dos particulares. De um universo de 243,5 mil casos, há 27,5% com crédito vencido, ou seja, 66,9 mil devedores em incumprimento.

Fonte https://www.publico.pt/economia/noticia/ha-147-mil-familias-com-a-prestacao-da-casa-em-atraso-1726845

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Limite de empréstimo de 70% de imóvel usado começa a valer na quinta-feira

Limite de empréstimo de 70% de imóvel usado começa a valer na quinta-feira

Caixa alterou as condições de financiamento de 50% para 70% no começo do mês

ROSANA RIFE


Novidade pode reaquecer setor imobiliário
A partir de quinta-feira (24), quem quiser financiar um imóvel usado pela Caixa Econômica Federal precisará de, no máximo, 30% do valor do imóvel para dar de entrada.

O banco alterou, no começo do mês, as condições para o financiamento habitacional, elevando de 50% para 70% o montante emprestado.

O percentual é válido para trabalhadores da iniciativa privada. Para servidores públicos, o limite é de 80%

A novidade trouxe alento para o setor imobiliário, que desacelerou em todo o País. Na região, as vendas de imóveis usados caíram 40% no ano passado.

Isso porque a instituição passou a exigir metade do valor do apartamento ou da casa como entrada desde maio de 2015, complicando a vida de muitos que querem comprar a casa própria. “Agora, esperamos que as vendas subam em torno de 15% em imóveis usados e novos, já que um puxa o outro”, informa o diretor regional do Creci, Carlos Ferreira.

Pró-cotista

A Caixa também vai liberar dinheiro, cerca de R$ 7 bilhões, para a linha de crédito Pró-Cotista. Há muitas pessoas esperando o dinheiro chegar nas agências para assinar o contrato.

A data ainda não foi confirmada, mas a informação é de que o dinheiro chegue nessa segunda quinzena de março.

As taxas nessa modalidade vão de 7,85% a 8,85% de juros ao ano para compra de imóveis de até R$ 750 mil.

Cuidado

Apesar da boa notícia, a recomendação dos especialistas é ter cautela, já que o cenário econômico e político não está tranquilo e menos ainda favorável para assumir prestações a longo prazo, diz a economista Karla Simionato.

“Em termos de financiamento, a mudança é boa. Mas os juros ainda estão altos e o nível de desemprego ainda é elevado. O melhor é aguardar mais um pouco”.
Mudanças

O limite do financiado passou de 50% para 70% do valor do imóvel com dinheiro da poupança para trabalhadores da iniciativa privada. Já para servidores públicos o índice passa para 80%.

O percentual também sobe de 40% para 60% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

Os juros estão na faixa de 9% e não há limite de renda.

Como contratar

> Faça uma simulação para saber de quanto vai precisar para comprar a casa.

> Confira a documentação necessária e leve até uma agência da Caixa ou Correspondente Caixa Aqui.

> O banco vai analisar a papelada, e, após a aprovação do cadastro, apresenta as condições permitidas.

> O que pode incluir o tipo de financiamento, se dá para usar o FGTS, o valor de financiamento, a prestação e o prazo para pagar.

> Aprovado o cadastro, a Caixa faz a avaliação do imóvel e você assina o contrato.

Dicas

Faça muitas contas e veja se a prestação caberá no seu bolso.

Lembre-se que você vai assumir uma conta a ser paga por um longo período e isso impacta em cheio o seu orçamento.

Por isso, em momentos de crise, é sempre bom redobrar a cautela. Verifique se o seu emprego não está ameaçado.

Se estiver pronto para enfrentar a negociação, faça simulações e confira quanto poderá dispor para a compra.

Com o valor na cabeça, pesquise muito. Visite vários imóveis até achar o que te traz o melhor custo x benefício.

Veja os serviços ao redor. Faça contas sobre grana que vai gastar com transporte. Se vai facilitar o seu dia a dia e o da sua família também.

Daí, é hora de barganhar. O mercado imobiliário tá bem devagar. Os preços têm caído e quem quer mesmo vender, está disposto a negociar.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/limite-de-emprestimo-de-70-de-imovel-usado-comeca-a-valer-na-quinta-feira/?cHash=467314862298b912549f3dcaee35da94

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Site pesquisa imóvel pelo valor da parcela do financiamento

Site pesquisa imóvel pelo valor da parcela do financiamento


Francesco Rossetti/Thinkstock

Pesquisa do imóvel
Busca por imóveis: ferramenta de busca do Zap permite pesquisar imóveis pelo valor da parcela do financiamento que caiba no bolso

O portal de classificados imobiliários Zap lançou uma funcionalidade que permite buscar imóveis no site pelo valor da parcela do financiamento que cabe no bolso de cada comprador.

De acordo com Alessandro Silva, diretor do Zap, a nova ferramenta é importante para mostrar aos usuários que é necessário verificar qual a capacidade de pagamento do financiamento antes de buscar por imóveis de determinada faixa de preço. “Dessa forma, é possível economizar tempo na busca e evitar que a negociação avance, mas não seja possível obter o crédito no banco depois, principalmente em um momento no qual os bancos estão mais restritivos para conceder crédito” (veja quais os imóveis que você pode financiar de acordo com a sua renda).

Para utilizar a funcionalidade, o usuário deve escolher a opção “Busca Avançada”, disponível na página principal do site, e clicar em “Faixa de preço” e “Buscar por parcela”. Basta então inserir o valor da entrada, valor da parcela e prazo do financiamento para saber qual o preço máximo do imóvel que pode ser financiado e realizar a busca com base neste critério.

Ao informar o valor da parcela, o usuário deve calcular o valor correspondente a 30% da sua renda bruta familiar, já que esta é a regra seguida pela maioria dos bancos. Alguns deles, como o Itaú, podem considerar a renda líquida, ou seja, o valor do salário já descontado impostos e benefícios, no caso de trabalhadores com carteira assinada. Portanto, é recomendável verificar qual a regra seguida pelo banco no qual há interesse em contratar o financiamento antes de simular o valor.

Para realizar a simulação, o Zap leva em conta uma taxa de juros média cobrada no crédito imobiliário por três grandes bancos: Caixa, Itaú e Bradesco, que será atualizada pelo site mensalmente. Portanto, a ferramenta serve apenas como uma referência, já que as taxas podem variar em cada banco e, dependendo do relacionamento do cliente com a instituição financeira, pode ser menor. Linhas subsidiadas pelo governo também podem ter juros mais baixos.

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/site-pesquisa-imovel-pelo-valor-da-parcela-do-financiamento – Marília Almeida Marília Almeida, de EXAME.com

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Crédito é aposta para elevar setor imobiliário

Crédito é aposta para elevar setor imobiliário


Vieira acredita em incremento a partir de março (Foto: Mila Cordeiro l Ag. A TARDE)

Especialistas e representantes do mercado imobiliário baiano esperam os efeitos das recentes medidas do Conselho Monetário Nacional (CMN) de incentivo aos bancos para o oferecimento de mais crédito imobiliário. Informações de fontes ligadas a bancos de Salvador geram a expectativa no mercado de que os efeitos dessa medida do governo comece a ser sentida já a partir de março.
Na semana passada, o Conselho Monetário Nacional definiu uma resolução concedendo aos bancos um prazo de 12 meses para aplicar os recursos da poupança no crédito imobiliário. Com a resolução, em vez de recolher o dinheiro ao Banco Central e assim ter menos dinheiro para conceder crédito, os bancos têm um prazo maior para obter novos recursos e aplicar nos financiamentos imobiliários.
Para o presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-BA), Luciano Muricy, a medida é positiva principalmente após meses de perdas históricas na caderneta de poupança, o principal recurso utilizado para o crédito imobiliário. Em 2015, R$ 53 bilhões foram retirados da poupança. Muricy, no entanto, avalia que não é suficiente.
“Os bancos maiores estão com dificuldades para emprestar pela falta de recursos. Essa medida de certo modo vai ajudar um pouco. Mas nós precisamos de outras medidas estruturantes para consertar a economia. Essas medidas são pontuais e por isso têm eficácia pontual”, afirma Muricy.
Presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-BA), Samuel Arthur Prado acredita que apenas uma redução na taxa de juros dos financiamentos poderia contribuir para a recuperação do mercado. Em sua avaliação, foram as menores taxas de juros um dos importantes fatores para o boom imobiliário do Brasil. “A gente vem cobrando que o governo baixe as taxas de juros para incentivar o mercado. Isso precisa ser realmente retomado para a retomada também do mercado, que está parado”, diz o presidente do Creci-BA.

Dificuldades nas vendas
A escassez de crédito virou rotina no trabalho do corretor Crisnilson Lacerda, gerando uma verdadeira peregrinação dos clientes aos bancos e até atrapalhando as vendas. “Não é mais como era antes, tem que ir procurando de agência em agência, porque há muitas que já atingiram a meta e não têm mais disponibilidade de crédito. Não está impossível, mas dá mais trabalho porque, anteriormente, o cliente chegava em qualquer agência e conseguia um financiamento”, conta Lacerda.
Assessor imobiliário e corretor de imóveis Siney Vieira, por meio dos contatos com interlocutores de bancos, afirma que a expectativa do mercado é que as medidas comecem a fazer efeito a partir de março. “Há uma expectativa que na primeira semana de março a coisa volte a normalizar e o fluxo financeiro melhore. Eles (os bancos) assinaram o protocolo, mas ainda não aconteceu na prática a melhora”, diz Vieira. Neste caso, ele defende uma atuação maior dos corretores e correspondentes bancários, que auxiliam os clientes na busca por crédito.
O bancário Ivan Alírio Castro Filho viveu essa peregrinação por crédito para financiar um apartamento que pretende comprar. O processo está aberto, mas ainda não recebeu respostas do banco.
“Não estou tendo uma experiência muito boa. Os bancos estão solicitando documentos a ponto de cansar. Não falam que tem essa dificuldade abertamente, mas quem já comprou imóvel antes e tem conhecimento do mercado percebe a dificuldade da liberação”, afirma Castro Filho.
Procurados, os bancos do Brasil e Bradesco não comentaram a decisão. A Caixa Econômica Federal afirmou, por nota, que o objetivo é incentivar a securitização do crédito imobiliário, “uma importante alternativa para gerar recursos para os financiamentos”.

Fonte http://atarde.uol.com.br/imoveis/noticias/1748393-credito-e-aposta-para-elevar-setor-imobiliario – Paula Janay

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O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário.

Com estímulo, bancos terão mais crédito imobiliário

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Thinkstock/Jeng_Niamwhan

Casa própria: por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário

O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário.

Em reunião extraordinária, realizada ontem (10), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu uma resolução, divulgada hoje (11), que permite uma melhor gestão das carteiras de crédito imobiliário dos bancos.

Os bancos ganharam um prazo de 12 meses para aplicar recursos de poupança no crédito imobiliário, quando venderem parte da carteira imobiliária.

Por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário.

Quando esse percentual é descumprido, os bancos são obrigados a recolher ao BC montante equivalente à insuficiência de aplicações imobiliárias.

Ao vender parte da carteira imobiliária, o valor cedido tinha que ser total e imediatamente deduzido do saldo de operações de financiamentos imobiliários consideradas para efeito de verificação do cumprimento das exigibilidades de aplicação da poupança.

Agora, em vez de recolher o dinheiro ao BC e assim ter menos dinheiro para conceder crédito, os bancos têm um prazo para obter novos recursos e aplicar nos financiamentos imobiliários.

“Assim, uma instituição que eventualmente esteja operando exatamente no limite mínimo de aplicação obrigatória em financiamentos imobiliários, que no caso é 65% do saldo médio dos depósitos de poupança, teria, caso vendesse parte de sua carteira imobiliária, de recompor imediatamente o montante vendido, por meio da contratação de novas operações imobiliárias”, explicou a Assessoria de Imprensa do BC.

“Do ponto de vista operacional, a resolução permite que os créditos imobiliários cedidos a companhias securitizadoras sejam deduzidos do direcionamento não imediatamente, mas proporcionalmente ao longo de 12 meses”, acrescentou o BC.

Títulos

A securitização, feita por uma empresa especializada, a securitizadora, ocorre quando os créditos imobiliários são transformados em títulos, denominados Certificados de Recebíveis Imobiliários e negociados no mercado financeiro.

Para o BC, o prazo de 12 meses facilita a gestão de ativos e passivos das instituições financeiras, uma vez que é complexo o processo de contração de financiamentos imobiliários, “que envolve rigorosos processos de análise de crédito, obtenção de certidões e avaliações de garantias”.

“Ao conferir prazo um pouco mais dilatado para aplicar os recursos, cria condições mais propícias às instituições financeiras venderem seus créditos para fins de securitização, obter novos recursos e aplicá-los em novos financiamentos imobiliários”, acrescentou o BC.

O BC acrescentou ainda que a medida é complementar à anunciada pelo Ministério da Fazenda na semana passada de aquisição de R$ 10 bilhões de CRI pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), gerido pela Caixa Econômica Federal.

A medida libera mais recursos para a Caixa conceder crédito imobiliário.

Fonte Da AGÊNCIA BRASIL
Fonte http://exame.abril.com.br/economia/noticias/apos-estimulo-do-governo-bancos-poderao-oferecer-mais-credito-imobiliario

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