Mato Grosso – Presa quadrilha que aplicava golpes na Caixa e no INSS

Mato Grosso – Presa quadrilha que aplicava golpes na Caixa e no INSS

Uma pessoa foi presa e cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos ontem em Rondonópolis e Pedra Preta, no sul de Mato Grosso, durante a Operação Mentor, da Polícia Federal. O objetivo foi desarticular uma associação criminosa que praticava crimes em desfavor da Caixa Econômica Federal (CEF), Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e outras instituições.

Conforme as informações, a associação praticava estelionato, contrafação e uso de documento falso em desfavor às instituições citadas. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Rondonópolis.

Uma pessoa foi presa, mas a polícia não informou a identidade dela, nem qual a ligação que teria com o crime. Foi lembrado ainda que, durante o cumprimento dos mandados, uma arma foi encontrada em uma das residências, mas sem registro de posse.

“Duas pessoas que estavam no local foram encaminhadas para a delegacia para prestar depoimento. Caso uma delas confesse que é dona da arma, será presa por posse ilegal”, lembrou a assessoria da PF.

Todos os mandados foram cumpridos, segundo a polícia. Uma série de documentos foram apreendidos e, agora, eles devem ser estudados para dar continuidade às investigações dos crimes.

Nas primeiras investigações, foi descoberto o uso de expedientes falsos para a abertura de contas na CEF e posterior, saques de empréstimos consignados, além de uma série de golpes aplicados mediante concurso de agentes e valendo-se de interposta pessoa para a execução do estelionato.

Não foi descartada a hipótese de uma nova fase da operação ser deflagrada a partir da análise dos documentos apreendidos, bem como o depoimento do homem que está preso. O INSS e a Caixa Econômica não se pronunciaram sobre a operação.

Fonte http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=486362
YURI RAMIRES

Read More
Construtoras temem que uso do FGTS no consignado afete crédito imobiliário

Construtoras temem que uso do FGTS no consignado afete crédito imobiliário

Associação de incorporadoras diz que é contra novo uso para recursos do fundo

A decisão do governo em disponibilizar os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS) como garantia para contratação de crédito consignado pode prejudicar o mercado imobiliário, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin. Ao direcionar esse capital para outros fins, há o risco de que parte do FGTS fique comprometido e menos dinheiro seja encaminhado para financiamento imobiliário, incluindo as modalidades de crédito do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

“A indústria da construção civil já está enfrentando um problema de carência de funding e não está no momento de dispersar recursos. Todo funding necessário tem de ficar nessa indústria”, afirmou o executivo, ao citar que o mercado imobiliário tem sofrido com falta de crédito e juros elevados. O chefe da Abrainc, que também ocupa a presidência no conselho da MRV Engenharia, ressaltou ainda que o momento das contribuição ao FGTS é “muito ruim”, sob efeito de demissões e redução na oferta de empregos. “O FGTS pode ter uma contribuição negativa no futuro”, acrescentou.

Ao anunciar a medida sobre o consignado na semana passada, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que essa modalidade de crédito poderia crescer em R$ 17 bilhões com a possibilidade de o trabalhador utilizar 10% do saldo do FGTS, mais a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa, como garantia para o empréstimo. Para o executivo da Abrainc, embora se trate apenas de uma garantia, há o risco de os mutuários não cumprirem suas obrigações, gerando uma retirada de capital do fundo. “Podemos ficar com menos recursos para o setor imobiliário, num momento de pico negativo do segmento”, afirmou Rubens Menin.

A questão precisa passar pelo Congresso Nacional, onde o governo vem enfrentando dificuldades para aprovar seus projetos. Também necessita ser aprovado pelo conselho curador do FGTS, onde já enfrenta resistências de alguns conselheiros, por ser uma “desvirtuação” do objetivo do Fundo de Garantia.

“Nós não fomos consultados e, se tivéssemos sido, mostraríamos nossa posição contrária a esse tipo de operação. Poderiam ter sido encontradas outras fontes”, afirmou o presidente da Abrainc. O executivo afirmou ainda que a entidade está produzindo um estudo sobre o impacto negativo no mercado imobiliário e deve apresentar a análise ao governo ainda nesta semana. “Não estamos confortáveis com essa situação”, acrescentou.

O comprometimento do FGTS com garantia para crédito consignado também pode afetar o programa Minha Casa Minha Vida. De acordo com o presidente da Abrainc, a questão pode inibir o ritmo da contratações de empreendimentos na terceira fase da iniciativa habitacional. “Deveriam criar condições para que todos os recursos disponíveis no FGTS se voltassem para geração de riqueza de uma indústria que depende disso. E não passar para outros segmentos”, afirmou.

Dentro do programa, os consumidores das faixas de renda 2 e 3, com ganho mensal de R$ 2.350 a R$ 6.500 por família, podem se beneficiar de juros mais baixos ao contrair empréstimos com recursos do FGTS. Para Rubens Menin, essas são as faixas que mais devem sofrer caso o FGTS fique comprometido com outros fins.

Por outro lado, o governo também anunciou na semana passada medidas para estimular o mercado de imóveis. O plano é usar o FGTS para aumentar o fôlego do crédito habitacional, ao oferecer R$ 10 bilhões como fonte de recursos para esses financiamentos. O fundo será mais uma vez utilizado como fonte de recursos para os financiamentos imobiliários, tendo em vista a fuga de mais de R$ 50 bilhões em 2015 do dinheiro da caderneta de poupança.

Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, a nova linha de crédito habitacional repõe parte da “sangria” na caderneta de poupança em 2015. “Você repõe 20% do que perdeu no ano passado”, enumerou o executivo na semana passada após o anúncio do governo. O mais importante da medida é que ela deu uma “irrigada”, uma vez que hoje, com a ausência de recursos, tem havido um rigor maior na análise do crédito, disse o Martins ao citar um encarecimento do financiamento.

Fonte http://www.gazetadopovo.com.br/economia/construtoras-temem-que-uso-do-fgts-no-consignado-afete-credito-imobiliario-4b1zvzii7rkg3aai87p3ywflc
ESTADÃO CONTEÚDO

Read More
A solução do crédito consignado

A solução do crédito consignado

A liberação de crédito para novos empréstimos não vai garantir a retomada da economia é o que afirma o economista e diretor-geral da Valorize Consultoria Empresarial, José Maria Porto.

“A solução do crédito consignado é para aquelas pessoas que estão endividadas com taxas de juros maiores e querem trocar por uma dívida mais barata. Se o Governo está achando que vai pra consumo, não vai. O problema não está na falta de crédito, mas da falta de condições de pagá-lo”.

Uma situação que se agrava pelo temor do desemprego, que tende a se acentuar este ano. “Estamos em um momento super delicado , onde diversas empresas estão reestruturando processos, tentado reduzir funcionários, algumas fechando as portas. E esta é a única reserva que o trabalhador tem fora o seguro desemprego, seria um erro utilizar como garantia de empréstimo. É uma medida que só beneficia os bancos”.

Além da liberação dos R$ 17 bilhões em recursos do FGTS para consignado ao setor privado, está previsto no pacote do Governo R$ 10 bilhões do FGTS para instituições financeiras contratarem novas operações de crédito imobiliário e mais R$ 22 bilhões em recursos do FI-FGTS (fundo de investimento do FGTS) em crédito para operações de infraestrutura. Medidas consideradas paliativas pelo economista.

Ele lembra ainda que, apesar do Governo ter maioria no Conselho Curador do FGTS, não será tão fácil passar a proposta no Congresso. “O Congresso tem outras medidas polêmicas que também estão sendo passadas por lá, inclusive, relacionadas ao próprio FGTS, como o aumento da remuneração e a distribuição dos lucros”, analisa.

Fonte http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2016/02/02/noticiasjornaleconomia,3569987/a-solucao-do-credito-consignado.shtml

Read More
Mato Grosso – EMPRÉSTIMOS PARA SERVIDORES – TCE nega pedido de associação, mas Estado suspende pregão

Mato Grosso – EMPRÉSTIMOS PARA SERVIDORES – TCE nega pedido de associação, mas Estado suspende pregão

Associação de servidores não anexou nenhum indicativo de fraude

O conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), José Carlos Novelli, negou pedido para suspender a licitação de empresa especializada na prestação de serviços de administração de margem consignável pelo governo do Estado. O pedido foi protocolado pela Associação de Assistência aos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso.
No entanto, foi considerado improcedente porque não havia qualquer documento que viesse a comprovar ilegalidades. O despacho do conselheiro José Novelli cita ainda que não foi identificada nenhuma ilegalidade, mas somente a mera alegação de que o sistema contratado pelo Estado seria ineficiente.“Desde logo, cumpre-me salientar que não há qualquer documento instruindo o requerimento ora examinado. De mais a mais, não se observa o apontamento de ilegalidades, mas tão somente questionamentos acerca da oportunidade e conveniência quanto a realização do aludido certame, na medida em que o sistema vigente, segundo entendimento dos requerentes, já seria eficaz”, diz trecho da decisão.
O serviço de viabilização de margem consignável para empréstimos bancários para servidores públicos em Mato GRosso é prestado há vários anos pela empresa Consignum há vários anos. Apesar da posição do TCE em não suspender o certame, a própria Secretaria de Getsão resolveu no dia 20 de janeiro deste ano está suspenso para análise de impugnações.

ÍNTEGRA DA DECISÃO
DECISÃO Nº 054/JCN/2016 PROCESSO Nº: 910-5/2016
INTERESSADA: ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA AOS SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE MATO GROSSO E OUTROS
ASSUNTO: REQUERIMENTO Trata-se de requerimento formulado pela Associação de Assistência aos Servidores Públicos de Mato Grosso e outros, por meio do qual solicitam a suspensão de licitação cujo objeto seria a contratação, sem ônus ao Governo do Estado de Mato Grosso, de empresa especializada na prestação de serviços de Administração de margem consignável, conforme especificações do respectivo “Termo de Referência”.
Desde logo, cumpre-me salientar que não há qualquer documento instruindo o requerimento ora examinado.
De mais a mais, não se observa o apontamento de ilegalidades, mas tão somente questionamentos acerca da oportunidade e conveniência quanto a realização do aludido certame, na medida em que o sistema vigente, segundo entendimento dos requerentes, já seria eficaz.
Com efeito, não compete ao Tribunal de Contas e sequer ao Poder Judiciário, em regra, o controle da discricionariedade dos atos administrativos, sendo que é unicamente isto o que se pretende por meio deste requerimento, onde não há sequer menção, como já enfatizado, à prática de qualquer impropriedade.
Em face do exposto, nos termos do art. 89, II e IV do RITCE-MT, determino o arquivamento do presente requerimento, com as anotações de praxe. Publique-se.

Fotne http://mail.folhamax.com.br/politica/tce-nega-pedido-de-associacao-mas-estado-suspende-pregao/73709 – Da Redação – RAFAEL COSTA

Read More
Consumidor deve optar por pagar dívida no cartão

Consumidor deve optar por pagar dívida no cartão

Acumular dívidas pode se tornar um problema ainda pior quando o montante devido é no rotativo do cartão de crédito.

Isso porque essa é a modalidade mais cara disponível no mercado brasileiro.

Dados do Banco Central mostram que a taxa de juros do rotativo do cartão chegou a 431,4% ao ano em dezembro do ano passado.

A recomendação é que o consumidor não deve recorrer a esse tipo de crédito.

“A grande armadilha começa no uso não adequado do cartão de crédito. O usuário deve sempre pagar a fatura no total”, diz Ricardo Rocha, professor do Insper.

O professor de matemática financeira José Dutra Sobrinho exemplifica o peso dessas taxas em uma fatura de R$ 1.000.

“Se a pessoa só pagar R$ 200 e ficar devendo R$ 800, no mês seguinte, a dívida já sobe para R$ 924,48.”

Para Rocha, caso o usuário não possua dinheiro suficiente para quitar toda a fatura, ele deve buscar um outro tipo de financiamento.

“A dívida do cartão tem que ser paga, mesmo que para isso ele busque um financiamento consignado, que é mais barato”, diz.

CONSIGNADO

O governo anunciou que pretende permitir que trabalhadores usem recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia para financiamentos consignados (com desconto em folha).

Para Dutra, a iniciativa pode ser positiva para baratear o consumo.

“Obter esse financiamento com taxas menores pode ficar mais fácil e auxiliar na quitação de dívidas altas, como as do rotativo do cartão”.

Já o professor do Insper, Ricardo Rocha, alerta para o aumento da inadimplência.

“Autorizar o uso do FGTS para captar dinheiro mais fácil pode levar o consumidor que já possui dívidas a se endividar ainda mais, afirma”.

Fonte http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/02/1736129-consumidor-deve-optar-por-pagar-divida-no-cartao.shtml – VINICIUS PEREIRA

Read More
Reajuste de aposentadoria impulsiona a procura por crédito consignado

Reajuste de aposentadoria impulsiona a procura por crédito consignado

Com reajuste de 11,28%, aposentados e pensionistas do INSS já buscam por consignados como alternativa para sair do vermelho

O ano de 2015 foi tumultuado para a economia nacional, com um alto índice de desemprego e os constantes aumentos em tarifas básicas, o brasileiro se viu sem muitas alternativas a não ser entrar no vermelho. “Quem podia, buscou por crédito, mas muita gente, principalmente os aposentados, que possuem uma renda menor, se viram endividados e sem muitas alternativas”, disse Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos.

Segundo informações da Previdência Social, baseado no acumulo do INPC /IBGE 2015, 9,9 milhões de aposentados e segurados do INSS, que ganham acima de um salário mínimo, vão receber o reajuste de 11,28%. Com isso o teto previdenciário vai de R$4.663,75 para R$5.189,82. “O consignado sempre foi muito procurado por esse público, pois possui taxas de juros menores, e com o aumento, as procuras pelo consignado tendem a subir, pois a preocupação de muitos é quitar as dívidas”, explicou o diretor da Vazoli.

Aproximadamente 80% dos clientes Vazoli são aposentados e pensionistas, sendo que o diferencial da rede está voltado exatamente para esse público e com atendimento personalizado. “Quando realizamos nossos treinamentos fazemos questão de focar que os clientes não são números, cada um possui a sua necessidade e cada pessoa que entra na loja busca algo diferente. Nosso objetivo é que eles saiam satisfeitos e com o problema solucionado”, contou Vaz de Lima.

Além de vir se destacado no mercado financeiro como a franquia de créditos que mais cresce no Brasil, a Vazoli Franchising também vem ganhando força no mercado de franquias, sendo considerada a terceira melhor rede para se investir pela revista pequenas Empresas Grandes Negócios em 2015. “Ficamos muito felizes com esse reconhecimento, é sinal que estamos realizando um serviço bem feito, tanto para nossos franqueados como para nossos clientes”, falou Eric.

Sobre a Vazoli Franchising:

Fundada em Severínia, no interior de São Paulo, a Vazoli Franchising atua no segmento de serviços financeiros e intermediação de negócios (empréstimos e financiamentos) desde 2008. O diretor e fundador da Vazoli Franchising, Eric Vaz de Lima, atuava como bancário e enxergou no franchising a oportunidade de ter a própria empresa. Em 2011, consolidou a marca com então 10 unidades em funcionamento e Vazoli entrou para o sistema de franchising. Com pouco mais de quatro anos como rede de franquia, a Vazoli possui mais de 90 unidades espalhadas pelas principais cidades do Brasil.

Fonte/Autor por: Fatos&Ideias Comunicação Publicado em Seguros
Fonte http://www.segs.com.br/seguros/1722-reajuste-de-aposentadoria-impulsiona-a-procura-por-credito-consignado.html

Read More
Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

Com 10% do FGTS mais multa, trabalhador poderá ter crédito

São Paulo – O governo Dilma deve usar o FGTS para garantir o crédito consignado, conforme antecipado no blog Direto da Fonte, por Sonia Racy na semana passada.

A fórmula, segundo nota divulgada nesta quarta-feira, 27, no blog, está praticamente pronta, dependendo de alguns detalhes jurídicos.

Na proposta, o trabalhador terá direito a disponibilizar 10% do que tem depositado no seu fundo, somados aos 40% de multa por ter sido despedido, como garantia ao financiamento que está contratando.

Exemplo: com R$ 40 mil na sua conta de FGTS, o tomador de crédito pode usar junto ao banco ou agente financiador R$ 4 mil como garantia mais o valor da multa de R$ 16 mil. Um total de R$ 20 mil.

A não ser que entre alguma pedra hoje neste caminho, o anúncio da medida será feito amanhã durante a reunião do Conselhão em Brasília. Crédito pode chegar a R$ 8 bilhões.

Sonia Racy, do Estadão Conteúdo

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/com-10-do-fgts-mais-multa-trabalhador-podera-ter-credito

Read More
Espírito Santo – Prazo para pagamento de consignado é ampliado no ES

Prazo para pagamento de consignado é ampliado no ES

Servidores do estado vão ter seis anos para o pagamento.
Prazo anterior para quitar as dívidas era de quatro anos.

Luísa Torre – De A Gazeta

O prazo para pagamento de empréstimos consignados aumentou para os servidores, ativos e inativos, do governo do estado do Espírito Santo. Os servidores vão poder pagar suas dívidas em até seis anos, dois a mais do que o prazo anterior, que era de quatro anos.
Seguindo o que foi definido pelo governo federal, o percentual descontado com empréstimos permaneceu com o limite de 35%, sendo que, desse valor, 5% é destinado para amortizar despesa com cartão de crédito ou débito.
A medida segue o exemplo de outros estados brasileiros, que também ampliaram o prazo para o pagamento das dívidas, como a prefeitura do Rio de Janeiro e o governo de São Paulo, onde os prazos subiram de seis para 10 anos e de cinco para oito anos, respectivamente

Enquanto paulistas e cariocas colocam a culpa na crise, em uma tentativa de socorrer servidores públicos endividados, a subsecretária de Administração de Pessoal da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger), Sandra Helena Bellon, ressalta como o aumento vai beneficiar o servidor.
“A ampliação do prazo possibilita a redução das parcelas mensais e aumenta o acesso dos servidores ao empréstimo consignado”, diz.
De acordo com a Seger, podem fazer empréstimo consignado os servidores, civis e militares, ativos, inativos ou pensionistas do Poder Executivo do Estado, um universo de cerca de 70 mil pessoas.
As operações de empréstimo pessoal, explicou Sandra, têm suas taxas máximas fixadas e revisadas nos limites definidos pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), do INSS. Ou seja, para empréstimo pessoal, o percentual máximo é de 2,34% e para empréstimos feitos pelo cartão de crédito, a taxa limite é de 3,36%.

Sindipúblicos
Para Haylson de Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos no Estado (Sindipúblicos), a medida é boa num primeiro momento mas tende a ser ruim para os servidores em longo prazo. Ele conta que, assim como muitos servidores, também usa o crédito consignado.
“São poucos servidores que não têm empréstimos. Essa ampliação é boa porque ajuda o servidor que está desesperado. Mas a longo prazo, vira uma bola de neve. O que leva o servidor recorrer a esse mecanismo é o arrocho salarial”, explica.
Ele acredita a ampliação dos prazos é uma forma de compensar a falta de aumento salarial em 2015. “Como em 2015 o governo não deu aumento, ele criou esse mecanismo para compensar. Mas vai estender para mais longe a dívida. Se num primeiro momento desafoga, é uma bola de neve. Com a alta dos juros, o servidor vai perder mais uma vez”, diz ele.
Haylson ainda usa seu exemplo. Como a maior parte dos servidores, ele trocou a dívida do cartão pelo consignado. “Comprei uma dívida mais barata. Mas não renegociei o prazo. Não quero ficar eternamente no sistema financeiro”, diz.

Fonte http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2016/01/prazo-para-pagamento-de-consignado-e-ampliado-no-es.html

Read More
6 mudanças no crédito consignado

Bancos grandes devem ganhar espaço nessa modalidade de crédito, que é dominada por instituições de pequeno e médio porte e ainda convive com a informalidade

Santander: desafio é automatizar concessão do crédito consignado e liberá-lo também para funcionários de pequenas empresas
São Paulo – O volume de crédito dobrou durante os oito anos do governo Lula. Entre as modalidades de empréstimo à pessoa física, nenhuma cresceu tanto quanto o crédito consignado, em que as parcelas devidas ao banco são descontadas do holerite ou do benefício diretamente pela empresa ou instituição responsável pelo pagamento. Nem mesmo o recente aumento dos juros e as medidas macroprudenciais que reduziram a disponibilidade de capital dos bancos impediram que o crédito consignado continuasse a crescer rápido. O que, sim, mudou nos últimos meses foi a origem dos empréstimos, que migraram de pequenos e médios bancos de nicho para grandes instituições financeiras. As transformações nesse mercado estão apenas no começo, já que novas regulamentações para o crédito consignado devem entrar em vigor nos próximos meses. Para entendê-las, EXAME.com conversou com um representante de uma instituição financeira de pequeno porte e outro de um banco grande. Leia a seguir um compilado das entrevistas de André Bax, diretor comercial Lecca Financeira, e de Marcelo Linardi, superintendente de crédito consignado do Santander, sobre o que deve mudar nesse segmento nos próximos anos:

1 – Os bancos pequenos e médios terão menos fôlego para crescer

O crédito consignado é historicamente um negócio dominado por bancos pequenos e médios. Mas as coisas começaram a mudar nos últimos meses, quando o Banco Central aumentou os custos dos bancos na concessão do crédito consignado. A alta da Selic e as medidas macroprudenciais fizeram com que os bancos pequenos e médios tivessem mais dificuldades para levantar os recursos que depois serão usados para a liberação dos empréstimos a clientes. Essas medidas do BC afetaram todas as instituições financeiras, mas são particularmente ruins para os bancos pequenos é médios, que possuem menos depósitos em caderneta de poupança e conta corrente e dependem mais das condições do mercado para captarem recursos. Esse cenário tende a se agravar nos próximos anos, quando deve entrar em vigor o aumento das exigências de capital para as instituições financeiras previstas nos acordos de Basileia 2 e Basileia 3. Para piorar, foram descobertas as fraudes no banco PanAmericano. Como a instituição vendia o mesmo empréstimo para mais de um banco, a operação conhecida como cessão de carteiras de crédito foi paralisada. Essas operações ajudavam os bancos pequenos a expandir a concessão de empréstimos e só devem ser retomadas no ritmo que se via no ano passado quando estiver pronta a nova Central de Cessão de Crédito, que dará segurança e transparência a esse mercado. Uma última mudança que vai prejudicar os bancos menores a partir de 2012 é que o lucro da cessão de créditos não entrará mais de uma vez no caixa dos bancos pequenos e médios e passará a ser realizada a cada mês, proporcionalmente ao valor do crédito que deve ser abatido pelo tomador. Essa é outra mudança que obrigará os bancos pequenos e médios a pisar no freio. A solução futura para as pequenas instituições passa pela procura de outras fontes de financiamento, como FIDCs, CDBs e RDBs, por exemplo.

2 – Os bancos grandes vão continuar a ganhar mercado

As medidas do Banco Central não fizeram o crédito consignado parar de crescer. O volume de empréstimos a servidores públicos passou de 100 bilhões para 122 bilhões de reais no período de 12 meses encerrado em março. Já entre os trabalhadores privados, o crédito pulou de 15 bilhões para 20 bilhões de reais. Apesar do aperto, os bancos grandes se aproveitaram das dificuldades dos pequenos e médios para avançar nesse mercado. Os grandes bancos conseguiram essa façanha mesmo sem comprar créditos das instituições menores. O que os bancos fizeram foi aumentar a originação própria de crédito consignado e também a compra de empréstimos dos correspondentes bancários. Os bancos pagam uma comissão para os correspondentes em troca desses créditos. O que se observou nos últimos meses foi o aumento da comissão paga. O crédito consignado é um segmento muito disputado pelos bancos porque a inadimplência é mais baixa. Apesar de não ser tão rentável, o banco tem uma garantia mais firme de que vai receber o empréstimo. Como o crédito é descontado diretamente no holerite, só há inadimplência em caso de desemprego ou morte do tomador. Para o banco, não adianta nada expandir a carteira com o aumento de créditos de recebimento duvidoso. Muitas vezes é mais rentável conceder um empréstimo com juros mais baixos, mas que são honrados, do que créditos caros para um tomador que não consegue pagá-los. É por isso que os grandes bancos entrarão cada vez mais nesse filão do mercado.

3 – Haverá menos correspondentes bancários

A partir de 2012, o Banco Central vai aumentar a fiscalização e o controle sobre a concessão do crédito consignado pelos correspondentes bancários que atuam no Brasil. Todos os correspondentes terão de ser certificados. Uma primeira consequência disso será a redução no atual número de correspondentes, que chega a 60.000. Além disso, os promotores de vendas (ou “pastinhas”, no jargão do mercado) terão de ter algum vínculo com o correspondente bancário. Hoje esses profissionais ficam na frente das agências ou fazem vendas porta a porta. Quando fecham um acordo com um tomador do crédito consignado, eles repassam o contrato ao correspondente bancário que pagar a comissão mais alta, que, por sua vez, também repassa o crédito ao banco que pagar a remuneração mais elevada. Com tanto intermediador, fica até difícil responsabilizar alguém quando há uma fraude. Então a intenção do BC é formalizar a atuação de todos os agentes. O banco que comprar o crédito consignado dos correspondentes vai precisar dar atendimento ao cliente que tomou o dinheiro, seja via SAC ou ouvidoria. De certa forma, o banco também passa a ser responsável por prestar esclarecimentos sobre determinado empréstimo que foi concedido fora de suas agências, mas que faz parte de sua carteira de crédito. A partir de fevereiro de 2012, os bancos terão de elaborar relatórios semestrais de qualidade com todos os acionamentos que tiveram via SAC, descrevendo o tipo de problema e a solução apresentada.

4 – Mais empréstimos serão concedidos dentro das agências bancárias

Os bancos têm um poder limitado de geração de créditos consignados e apelam para os correspondentes bancários e os “pastinhas” porque a concessão de empréstimos é diferente do crédito pessoal, por exemplo. A liberação de empréstimos consignados exige o fechamento de um acordo entre o banco e a instituição que deposita o dinheiro na conta do funcionário ou do servidor público ativo ou inativo. Como cada acordo tem peculiaridades próprias, é difícil para o banco vender esse produto de maneira massificada, nas agências ou em caixas eletrônicos. O banco também precisa respeitar a exigência legal de que o cliente só comprometa até 30% da renda com o crédito consignado. Como nem sempre o banco sabe de todos os empréstimos que o cliente tomou, isso às vezes só pode ser avaliado manualmente. Além disso, o Brasil é tradicionalmente mais burocrático na concessão de empréstimos. Há casos em que o crédito só é liberado com um contrato assinado e firma reconhecida em cartório. Mas o avanço da tecnologia é inevitável e vai permitir que essas operações sejam gradualmente automatizadas nos próximos anos. Ainda não é possível prever quando esse processo se tornará tão fabril quanto a concessão do crédito pessoal, mas os bancos já estão testando soluções para que isso um dia aconteça. Paralelamente, os bancos buscam fechar o maior número de convênios com empresas privadas para também crescer nessa frente pouco explorada. O desafio é levar o crédito consignado até mesmo a funcionários de pequenas e médias empresas. Essas mudanças vão aumentar a concessão de empréstimos consignados dentro das agências bancárias. Se os bancos passarem a se responsabilizar eles mesmos pela concessão dos empréstimos, não haverá mais motivo para pagar comissões altas aos correspondentes bancários. A tendência é que isso eleve a rentabilidade do banco com empréstimos consignados e/ou permita a redução das taxas cobradas dos clientes.

5 – O número de fraudes será menor

Se por um lado a regulamentação para a concessão de empréstimos consignados deve ficar mais rígida, por outro o número de fraudes deve diminuir sensivelmente. Hoje o crédito consignado ainda é fecundo em fraudes. Como os “pastinhas” atuam fora das agências bancárias e não são regulamentados, têm liberdade para cometer atos ilícitos. Imagine que o “pastinha” bata na casa de um aposentado do INSS e se identifique como recenseador do IBGE. Ele faz perguntas de dados pessoais a esse aposentado, que infelizmente passa as informações. O golpista então usa esses dados para tomar um crédito consignado em nome do aposentado e saca o dinheiro ou vende o crédito para cobrar a comissão. O aposentado só descobre o golpe dias depois, quando recebe o benefício do INSS já com o desconto do dinheiro que será usado para pagar o empréstimo bancário. Quando isso acontece, o “pastinha” já está aplicando golpes em outra cidade. Lógico que o aposentado ainda poderá reclamar no banco ou no Procon e obter o dinheiro de volta. Quem arcará com o prejuízo é o banco. O que muda em 2012 é que, a partir do momento em que o “pastinha” estiver formalmente ligado a determinado correspondente bancário, esse tipo de golpe se tornará bem mais difícil de ser aplicado.

6 – Os juros vão depender de medidas tomadas pelo BC

As medidas de aperto monetário anunciadas pelo BC nos últimos meses têm tido impacto nos juros cobrados do consumidor. A taxa média cobrada pelos bancos passou de 26% para 28,1% ao ano desde outubro do ano passado. Os juros não subiram de forma linear. Em alguns casos, os convênios firmados com os bancos prevêem um juro máximo a ser cobrado. Um exemplo são os empréstimos concedidos a quem recebe benefícios do INSS. Como é o governo fixou o juro máximo de 2,34% ao mês para essa linha, a instituição financeira tem de esperar que o teto seja elevado para conseguir repassar a alta dos custos. O aumento dos juros tem, portanto, se concentrado nas categorias que não possuem teto. Além das restrições ao crédito, o BC também decidiu proibir que os bancos cobrem a chamada “despesa ressarcível”. Antes disso, os bancos que pagavam uma comissão aos correspondentes bancários por créditos consignados podiam cobrar de volta a despesa proporcional gerada por essa operação quando crédito era liquidado pelo tomador antes do vencimento. A decisão do BC teve o efeito colateral de fazer com que os bancos passassem a embutir no spread bancário o que antes era cobrado como “despesa ressarcível”. Dificilmente o crédito consignado ficará mais barato e permitirá prazos mais longos enquanto o BC não começar a reverter as medidas de aperto monetário adotadas nos últimos meses.

Fonte http://exame.abril.com.br/ – João Sandrini

Read More
Consignado do INSS liberado na hora

Hoje, liberação do dinheiro leva mais de três dias; novo modelo facilitará contratação por meio de terminais de autoatendimento, informa o INSS

Os empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão liberados imediatamente pelos bancos a partir de 15 de setembro. Hoje, o dinheiro demora mais de três dias para chegar às mãos do beneficiário. A medida também facilitará a contratação do empréstimo por meio de terminais de autoatendimento.

 

O sistema deverá acelerar uma modalidade de crédito que registra cerca de 1 milhão de operações por mês e, segundo a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), cresce a uma média de 28% ao ano em volume emprestado.

A agilização do processo de aprovação do empréstimo será possível porque a comunicação entre os bancos e o INSS passará a ser online. O procedimento atual é feito por meio da troca de arquivos – o que é conhecido como rotina batch – e leva, em média, três dias.

Além disso, o banco atualmente pode levar mais algum tempo para liberar os recursos após a averbação, que é o registro do empréstimo pelo INSS. Na Caixa Econômica Federal, esse prazo chega a 24 horas, segundo informou a instituição.

As condições do crédito não mudam: prazo de até 60 meses para, com parcelas que comprometam, no máximo, 30% do valor do benefício. A taxa máxima de juros está em 2,14%.

Novo estímulo

Número de concessão de empréstimos consignados do INSS

A comunicação online entre bancos e INSS é batizada de Projeto ECO (Empréstimo Consignado Online) e é desenvolvida pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social). De acordo com a Caixa, o INSS estabeleceu 15 de setembro de 2014 para início do novo modelo, data decidida em consenso com as instituições financeiras junto à Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O INSS não confirmou a data de início. Em entrevista ao iG no último dia 15, o diretor de benefícios da instituição, Benedito Brunca, disse apenas que o sistema “deve ser implantado neste ano de 2014”, por estar “bastante avançado.”

Além da Caixa, o Santander e o Banco do Brasil confirmaram que participarão do novo sistema tão logo ele esteja disponível.

De olho num mercado de R$ 64,8 bilhões e que representa baixo risco, todas as instituições que operam no segmento devem aderir, segundo a Acrefi.

“O sistema [bancário] vê como produto importante e a concorrência é muito acirrada”, afirma Tingas.

?Sindicato critica facilidade

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), Carlos Andreu Ortiz, avalia que o momento deveria ser para se estabelecer limites, e não facilidades, ao crédito consignado. Como o iG mostrou, a modalidade e a única entre de crédito pessoal em que a inadimplência não tem recuado.

“O consignado teve um baita de um avanço. Há um grande número de aposentados que faz não porque precisa, mas para ajudar alguém na família”, afirma. “Eu tenho minhas restrições.”

Para Tingas, da Acrefi, esse perfil tem se tornado menos comum, assim como a utilização para viagens. A modalidade, afirma, tem sido masi buscada como uma ferramenta para quitar dívidas mais caras – toma-se o consignado do INSS, por exemplo, para pagar o cartão de crédito.

“Isso é bom. Mas é importante ter um planejamento financiero muito bom. Para o aposentado do INSS, o empréstimo signifca o compretimento de uma renda que já é curta”, diz.
Fonte Ig.com.br
Fonte http://correiodopovo-al.com.br/

Read More
Caixa derruba juros do consignado do INSS

Promoção vale para todos os aposentados e também os pensionistas que abrirem conta no banco

Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que fizerem empréstimo consignado no banco terão taxas de juros 8,8% menores. Até o dia 7 de fevereiro, a taxa será de 1,55% ao mês, nas operações de 60 meses. Atualmente o banco cobra 1,7%.

 

Num empréstimo de R$ 1 mil, por exemplo, o valor da prestação, que é de R$ 26,72 com taxa de 1,70% , sairia por de R$ 25,72 com a taxa de 1,55% ao mês. Com a redução, o aposentado vai pagar o equivalente a 2,3 prestações a menos.

O teto legal para a taxa de juros dos empréstimos com desconto na folha do INSS continua em 2,14%, desde maio de 2012, apesar da insistência das entidades de aposentados em reivindicar a redução das taxas ou juros zero para a categoria.
Com a taxa de 2,14%, o aposentado que faz um empréstimo de R$ 1 mil em 60 meses paga R$ 785 só de juros. Pela taxa reduzida da Caixa, o valor total dos juros é de R$ 543,20. Ou seja, R$ 241,80 a menos.

Uma das condições para ter a taxa menor na Caixa é receber o benefício no banco.
Para fazer a migração da conta de recebimento, o aposentado precisa abrir uma conta na Caixa e depois ir até o banco de origem para solicitar a transferência do benefício. O próprio banco informa o INSS sobre a mudança de instituição. O processo é gratuito.

O INSS paga todos os meses 17,2 milhões de aposentadorias e 7,1 milhões de pensões.

A redução da taxa na Caixa Econômica Federal, mesmo temporária, pode estimular a concorrência e provocar a redução em outros bancos.

O Banco do Brasil informou que avalia a redução das taxas dos concorrentes para estabelecer juros competitivos. Hoje a menor taxa do consignado, para prazos curtos de até seis meses, é de 0,98% ao mês.

“Mesmo com taxas menores, o empréstimo não resolve o problema do aposentado. Precisamos de um benefício digno. O nosso reajuste neste ano foi de apenas 5,56%. As despesas do dia a dia subiram muito e o aposentado fica refém do empréstimo”, disse Warley Martins, presidente da Confederação dos Aposentados.

Fonte http://diariosp.com.br/ – JUCA GUIMARÃES

Read More
TO – Após polêmica, correspondentes, IBC, Sindicatos e governo vão se reunir para discutir impasse sobre novo sistema de consignados

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais – Sisepe, Cleiton Pinheiro junto com o correspondente bancário da JK Empréstimos, o consultor financeiro Osvaldo Durães, tomaram a iniciativa de agendar um reunião com os representantes de bancos , do Instituto IBC, responsável pelo sistema de empréstimos consignados do Estado, e a Secretaria Estadual da Administração. A data ainda vai ser definida.

A intenção é dar espaço para todas as partes se pronunciarem com relação ao impasse sobre o novo sistema. “Queremos dar espaço para todos se manifestarem a respeito do assunto e tirar todas as dúvidas”, frisou Pinheiro que defende que todos os Sindicatos também participem da reunião já que o assunto envolve servidores de várias categorias. Nas últimas semanas vários servidores e também correspondentes bancários reclamaram do nosso sistema e questionaram também a taxa cobrada para adesão dos bancos.

O Sisepe deve pedir para o IBC apresentar todos os contratos assinados com os bancos. Para o consultor financeiro e também correspondente Osvaldo Durães há muitos pontos que precisam ser esclarecidos. “Porque não pode ter banco se beneficiando e outros sendo prejudicado”, disse. Durães defendeu ainda que os benefícios que foram prometidos pelo instituto para os servidores sejam cumpridos bem como o repasse de 1.5% para governo.

Em meio à polêmica correspondentes alegaram que o governo suspendeu a operação dos bancos para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos e ainda que os servidores estariam pagando taxas de juros mais altas. Outro problema alegado inclusive por servidores foi a dificuldade para a compra de dívida.

Os presidentes do Sintet, José Roque e do Sintras, Manoel Miranda também questionaram ao Conexão Tocantins a contratação do Instituto e chegaram a dizer que apenas o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro tomou a decisão de apoiar a contratação do Instituto.Os representantes do IBC sempre que procurados negaram os problemas apontados mas a insatisfação com relação ao sistema continuou.

Em meio à polêmica sobre o assunto as intenções do governo com relação à mudança de sistema também foi alvo de questionamento e chegou a se falar num suposto esquema.

Entenda o caso

O antigo sistema de gerenciamento de empréstimos era o SiConsig, software desenvolvido pela própria Secretaria Estadual da Administração, em novembro de 2007, na época os custos operacionais ou taxa de administração era de 1% por operação de crédito. Os recursos arrecadados nesta transação eram destinados ao Fundo de Modernização da Gestão Pública dos empréstimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, no caso dos empréstimos contraídos por aposentados ou pensionistas.

No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Diário Oficial do Estado, a alteração das taxas de administração passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu até então.

E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administração, anunciando o que já havia acontecido no dia 3 de maio, a contratação do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos do Estado do Tocantins.

Fonte http://conexaoto.com.br/

Read More
Amazonas – Lei autoriza servidor municipal a utilizar crédito consignado para casa própria

Na prática, o decreto 2.711, publicado em 24 de janeiro, autoriza a amortização de dívidas diretamente pelo sistema de pagamentos da Prefeitura

Manaus – A partir de agora os servidores da Prefeitura de Manaus poderão ter descontados diretamente da folha de pagamento débitos referentes a compromissos financeiros assumidos.

Na prática, o decreto 2.711, publicado em 24 de janeiro, autoriza a amortização de dívidas diretamente pelo sistema de pagamentos da Prefeitura, o que possibilitará ao servidor a negociação de melhores preços e juros, já que a possibilidade de calote fica quase nula.

Poderão ser descontados da folha de pagamento débitos referentes a financiamentos de casa própria, de gastos com planos de saúde e com a contratação de planos de previdência privada, dívidas com o comércio e até de cartão de crédito.

O desconto consignado poderá ser também involuntário, quando a dívida resulta de decisão judicial, como no caso de pensão alimentícia, por exemplo.

Para realizar a cobrança consignada, a empresa fornecedora deverá estar cadastrada na Prefeitura.

Fonte http://www.d24am.com/

Read More
Calote só resiste no empréstimo consignado do INSS

Inadimplência teve recuo em todas as modalidades de crédito pessoal nos últimos anos, exceto no destinado a aposentados e pensionistas da Previdência Social
O empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem se tornado uma exeção à regra: a modalidade é a única de crédito pessoal em que a inadimplência tem se mantido firme e forte no Brasil dos calotes em queda.

O consignado do INSS continua a a ter o menor índice de inadimplência entre os créditos pessoais, bem abaixo da média do segmento, segundo dados do Banco Central (BC). Afinal, as parcelas do empréstimo tomado pelo aposentado são descontadas automaticamente antes de ele receber o pagamento.

Mas essa diferença tem diminuído. Em março de 2011 – primeiro dado disponível – o índice de calote no consignado do INSS equivalia a cerca de 40% do registrado no conjunto dos créditos pessoais. Em novembro do 2013, essa relação subiu para 50%. Ou seja, o índice calote do aposentado passou a representar metade do observado na média.

A aproximação ocorreu principalmente a partir de meados de 2012. Em agosto daquele ano, a inadimplência do consignado era de 1,73% do total da carteira, índice que subiu ligeiramente para os 1,93% de novembro passado. No mesmo período, o calote na média caiu de 4,78% para 3,98%.

Apesar de o desconto ser em folha, o calote pode acontecer quando, por exemplo, o segurado morre – e deixa de receber o benefício –, é obrigado a pagar alguma pensão alimentícia (também descontada na fonte) ou, como aconteceu recorrentemente em 2013, se há fraude na concessão do empréstimo.

Menos diferentes

Inadimplência do consignado do INSS fica mais parecida com a do crédito pessoal comum
Expansão da carteira

É mais difícil baixar um índice de inadimplência quando ele já é relativamente mais baixo. Mas a expansão da carteira, o esticamento dos prazos para pagamento e as fraudes também podem estar por trás dessa virada para cima do calote do consignado.

“O volume cresceu, então aumentou o volume emprestado, o que aumenta o risco”, afirma o Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

De março de 2011 a novembro de 2013, o saldo da carteira de consignados do INSS aumentou 50%, para R$ 66,4 bilhões. Por isso, Oliveira considera que a inadimplência do consignado passa por um período de estabilidade, e não de elevação.

“É uma linha de crédito em que não haveria sentido [existir alta expressiva da inadimplência] porque quando entra o benefício, já está descontado o empréstimo. É diferente do consignado [para trabalhadores], em que o cara pode perder o emprego.”
Ciranda do consignado

Os calotes no consignado do INSS ocorrem, pondera executivo, quando o aposentado acaba por pegar empréstimos cujas parcelas extrapolam o limite de 30% do benefício – a chamada margem consignável. O teto só pode ser ultrapassado de uma forma: fraude. E, no ano passado, a modalidade de crédito foi alvo de uma onda de golpes justamente para dribla-lo.

A estratégia ficou conhecida como ciranda do consignado: o aposentado pegava um empréstimo, afirmava ao INSS que não o tinha tomado e, com isso, recuperava a margem consignável imediatamente. Em seguida, tomava novo empréstimo num outro banco – o responsável pelo anterior, então, ficava sem poder sacar as parcelas.

Para coibir a prática, o instituto passou a só liberar a margem consignável após 60 dias e com a comprovação de que o primeiro empréstimo era, de fato, falso. A regra entrou em vigor em julho mas ainda não há um balanço sobre o impacto dela, diz Benedito Adalberto Brunca, diretor de benefícios do INSS. Ele não atribui à ciranda do consignado a inadimplência resistente.

“As únicas hipóteses em que não ha adimplência são mortes, revisão de valores que podem reduzir a margem [consignável], uma pensão alimentícia, fixada na Justiça, que determina a redução da margem e acaba levando a não liquidação da obrigação”, exemplifica o diretor, em entrevista ao iG. “Isso está dentro da margem de risco com que as instituições financeiras operam.”

Excesso

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnap), Carlos Andreu Ortiz defende mais rigor para a concessão do crédito, a começar pela diminuição no prazo máximo para quitar o empréstimo. A média, em novembro de 2013, chegou a 57,4 meses – o teto é 60 meses.

Como as parcelas só podem comprometer no máximo 30% do benefício, períodos mais longos são o caminho para dívidas maiores.

“Não dá para ter empréstimo de 60 meses, não poderia ser uma coisa assim tão longa. Isso restringiria o aposentado a pegar menos”, afirma Ortiz. “Tem banco que está abusando, dando 60 meses, dando tudo o que é vantagem para as pessoas entrarem no crédito consignado.”

O diretor do INSS, entretanto, acredita que ainda há espaço para o consignado crescer.

“[O consignado] foi usado por aproximadamente 60% do público [elegível], ainda há 40% de 26 milhões de beneficiários. Você tem aí mais de 10 milhões de pessoas que são potenciais usuários do sistema”, afirma Brunca. “Fora os que vão concluindo a operação e que se interessem [em tomar um novo empréstimo].

 

Fonte iG São Paulo – Vitor Sorano –

Read More
Veja as linhas de crédito que tiveram maior alta dos juros em 2013

Com alta da taxa básica, juros bancários também avançaram no último ano.

Números foram divulgados pelo Banco Central e também pela Anefac.

O crédito ficou mais caro em 2013. Segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros dos empréstimos para pessoas físicas subiu 4,1 pontos percentuais, e fechou o ano em 38%, acompanhando a alta na taxa básica de juros, a Selic. O campeão de alta foi o juro para crédito pessoal (exceto consignado), que ficou 19,8 pontos percentuais maior – passando de 66,3% ao ano em dezembro de 2012 para 86,1% no mesmo mês do ano passado.

Em segundo lugar no ranking, que considera as modalidades de crédito com recursos livres (que excluem habitação, BNDES e crédito rural), aparece o cheque especial, que registrou taxa de juros de 147,9% ao ano em dezembro, contra 138% no mesmo mês do ano anterior. Com a alta, de 9,9 pontos percentuais, o cheque especial segue como uma das modalidades mais caras do mercado. Segundo especialistas, o cheque especial ser usado somente em momentos de emergência.
Já a taxa de juros para aquisição de veículos, segundo o BC, registrou crescimento de 1,5 ponto percentual em 2013 – passando de 19,8% ao ano, em dezembro de 2012, para 21,3% ao ano no final do ano passado.
Por outro lado, a taxa de juros do crédito consignado (que tem desconto na folha de pagamento) foi na contramão das outras modalidades e ficou menor em 2013. No fechamento de 2012, segundo o BC, a taxa média dos bancos estava em 24,5% ao ano, passando para 24,4% ao ano no fim do ano passado. Houve um recuo pequeno, assim, de 0,1 ponto percentual nos juros desta modalidade no ano passado.
Cartão de crédito
No caso do cartão de crédito, houve estabilidade nos juros em 2013 – que são cobrados quando o cliente não paga o total da fatura. Neste caso, os dados foram compilados pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), pois o Banco Central não divulga a taxa média destas operações.
A taxa de juros do cartão de crédito fechou o ano passado, de acordo com a Anefac, em 192,94% ao ano – o mesmo valor de dezembro de 2012. Segundo a Associação, é o menor patamar desde o início da série histórica, em 1995. Mesmo assim, é uma das maiores taxas de juros do mercado, e, assim como o cheque especial, também deve ser evitada, na avaliação de economistas.

Fonte Do G1, em Brasília – Alexandro Martello

Read More
RN – PF prende mais um por fraude contra a Caixa

A Polícia Federal prendeu na tarde desta segunda-feira, 20, mais uma pessoa que tentava obter um empréstimo consignado junto a Caixa Econômica Federal, em Natal, usando documentos falsos. Desta feita, um comerciante de 42 anos, que já tinha assinado contrato, iria receber R$ 73.000,00, quando foi detido no interior de um shopping na zona Sul da capital.

O homem havia comparecido na agência na semana passada e entregou toda a documentação exigida para a obtenção do empréstimo. No dia de hoje, ele retornou para receber o dinheiro e foi preso pelos policiais que já estavam a sua espera.

Levado para autuação na sede da PF, em depoimento ele disse que “achou em via pública” uma carteira contendo vários documentos e, dias depois, munido dos mesmos, procurou a Caixa para tentar fazer o empréstimo. Ele disse ainda que tinha como objetivo comprar uma casa. O suspeito, que vai responder pelo crime de uso de documento falso, encontra-se sob custódia na superintendência da Polícia Federal, à disposição da Justiça.

Esta foi a terceira ocorrência registrada nos últimos dias pela PF, em que os acusados utilizaram idêntica prática criminosa para tentar fraudar a Caixa Econômica Federal. Quatro pessoas já foram presas. Na sexta-feira, 17, a PF já tinha feito a prisão, no interior de uma agência da Caixa Econômica Federal em um shopping da zona sul da capital, de um vendedor de consórcio, 46 anos, carioca e uma costureira, 53 anos, potiguar, ambos residentes em Natal.

A prisão aconteceu no momento em que a mulher abria uma conta corrente e assinava um contrato de crédito consignado no valor de R$ 30.500,00, utilizando para isso documentos falsificados. A dupla continuava detida ontem.

Fonte http://tribunadonorte.com.br/

Read More
TO – Correspondentes bancários questionam operações de consignados para servidores e alegam suposto esquema do governo

Alguns correspondentes bancários do Tocantins afirmaram ao Conexão Tocantins que o governo estadual através da Secretaria Estadual da Administração suspendeu a operação dos bancos para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos. Segundo representantes de algumas instituições financeiras relataram ao Conexão Tocantins nesta terça-feira, 14, há cerca de 20 dias apenas o banco Daycoval está liberado para fazer os empréstimos.

Os bancos alegam ainda que todos os demais que foram suspensos tem contrato devidamente assinado com o governo. “Essa medida configura crime contra a ordem financeira e vai contra a livre concorrência”, reclamou um representante. Uma estimativa de uma fonte do Conexão Tocantins aponta que nestes dias em que os bancos estão desabilitados para fazer empréstimos mais de R$ 10 milhões teriam deixado de ser disponibilizados para escolha da melhor operação pelos servidores.

O Conexão Tocantins entrou em contato com a correspondente Imperial que opera pelo Bradesco e outros bancos ( Banco do Brasil, BMG, Caixa, Banco Bom Sucesso, Panamericano) e a atendente informou que o único banco que está recebendo propostas de empréstimo é o BMG mas o sistema está suspenso e os valores não estão sendo pagos.

Outro correspondente do Banco do Brasil, a Capital Cred, também foi consultada pelo Conexão Tocantins e disse que apenas o Daycoval estaria habilitado para operar os empréstimos e que o Banco do Brasil está fazendo apenas para servidores correntistas. Questionada pelo Conexão Tocantins sobre os motivos da suspensão dos outros bancos uma funcionária foi taxativa: “Isso aí é esquema do governo”, disse.

GRConsig nega

Procurada pelo Conexão Tocantins a Secretaria Estadual da Administração informou que de acordo com o diretor técnico do GRConsig, Alcides Moreira, apenas os bancos que ainda não aderiram ao contrato de prestação de serviços não estão operando empréstimos. Os demais, como Caixa Econômica Federal, Bradesco e outros, estão operando normalmente.

Já o representante do GRConsig, Humberto, alegou ao Conexão Tocantins que todos os bancos a exemplo da Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Brasil e o Panamericano estão operando no Estado menos o BMG, que não teria renovado o contrato. “Todos os bancos fizeram contrato. O único que não fez foi o BMG e foi suspenso até normalizar”, frisou. Ele contou ainda que há uma previsão que até a sexta-feira, 17, o banco deve regularizar a situação e voltar a operar. O representante explicou também que o BMG fez 85 empréstimos nestes dias e que todos serão liberados.

Humberto argumentou ainda que o Banco Daycoval que é apontado por alguns representantes como alvo de um suposto esquema de favorecimento junto com o governo, tem apenas 0,5% da certeira de empréstimos. “Não tem nada por trás disso. O Daycoval é um grão de areia perto da carteira dos outros e não representa nem 1% dos empréstimos do Tocantins”, disse. Segundo ele os dois bancos que mais fazem empréstimos são o Banco do Brasil e o BMG.

Um correspondente chegou a cogitar ao Conexão Tocantins que o bloqueio aos outros bancos seria para beneficiar o Daycoval e fazer com que ele aumente a carteira de empréstimos. Há a suspeita de que o banco Daycoval, que estaria sendo beneficiado pelo governo, será um possível financiador da campanha do ex-senador e ex-secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos.

Tal estratégia por parte do governo, conforme apontou uma fonte, acontece no início do ano também para aproveitar o recesso da Assembleia Legislativa do Tocantins o que evitaria os questionamentos e cobranças por parte dos deputados de oposição.
Servidores

Outro efeito do impasse seria o fato dos servidores estarem pagando taxas de juros mais altas. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos, Cleiton Pinheiro afirmou ao Conexão Tocantins que vai exigir que o governo mantenha todos os bancos interessados e com taxas de juro justas. “Não vamos aceitar monopólio de operação financeira. O governo tem que abrir o consignado para o banco que tiver interesse e apresentar taxa financeiras justas”, frisou. Para o Sisepe não é justo com o servidor centralizar a operação financeira do consignado. “Isso é imoral e ilegal”, disse.

Desde que o novo sistema foi adotado outro impasse já foi alvo de questionamentos de operadores de créditos: as taxas administrativas cobradas com valores diferenciados para alguns bancos que alegaram que a taxa de 6% não seria cobrada do banco Daycoval e da Caixa Econômica Federal. Estes dois bancos pagariam apenas R$ 1,00 por operação de crédito conforme cláusula contratual o que estaria inviabilizando a operação das outras instituições.

Entenda o caso

O antigo sistema de gerenciamento de empréstimos era o SiConsig, software desenvolvido pela própria Secretaria Estadual da Administração, em novembro de 2007, na época os custos operacionais ou taxa de administração era de 1% por operação de crédito. Os recursos arrecadados nesta transação eram destinados ao Fundo de Modernização da Gestão Pública dos empréstimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, no caso dos empréstimos contraídos por aposentados ou pensionistas.

No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Diário Oficial do Estado, a alteração das taxas de administração passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu até então.

E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administração, anunciando o que já havia acontecido no dia 3 de maio, a contratação do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empréstimos consignados em folha dos servidores públicos do Estado do Tocantins.

Fonte http://conexaoto.com.br/

Read More
Contratar crédito consignado exige muita atenção

Todo mundo gosta de garantias e é isso que o crédito consignado oferece. Para o tomador do empréstimo, há a certeza de que ele estará pagando os juros mais baixos do mercado quando comparados aos cobrados por outros tipos de operações. Para o banco que libera os recursos, a certeza é de que vai receber direitinho e sem atrasos já que o dinheiro é descontado diretamente na folha de pagamento.

O limite é de 30% do salário e o tempo de contratação é de, no máximo, 60 meses. Segundo o Banco Central, em média, as menores taxas são as aplicadas aos funcionários públicos, 22,3% ao ano. Depois, vêm os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com 26,7% ao ano, em média. Trabalhadores de empresas privadas, por sua vez, pagam 29,8%.

Mas, quando se faz um empréstimo com pagamento em longo prazo, é preciso pensar nas consequências, inclusive as mais trágicas.

Uma das dúvidas mais recorrentes entre as pessoas de idade mais avançada que pensam em contratar um consignado é o que acontece com a dívida caso ela venha a morrer. De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os únicos financiamentos que são quitados com a morte do cônjuge são crédito consignado e financiamento de imóvel – desde que esteja somente no nome do morto. O seguro que está embutido no pagamento das parcelas é o que garante essa quitação.

“No caso de um aposentado que tem um consignado vir a óbito e sua aposentadoria ser convertida em pensão por morte, o valor a ser recebido pela viúva é de 100%”, explica o advogado especialista em direito previdenciário Patrick Villar. Por outro lado, financiamento de automóvel, contas de cartão de crédito e empréstimo pessoal não se extinguem com a morte de quem os contratou. Elas seguem normalmente e cabe aos herdeiros realizar os pagamentos utilizando, em tese, os bens deixados pelo morto.

O Código Civil, em especial o artigo 1.792, determina que a herança deve ser usada para quitar os débitos do morto e que, se seus herdeiros não pagarem nem entrarem com o inventário, os próprios credores podem tomar essa iniciativa para garantirem a satisfação dos seus créditos.

Essa previsão legal torna a decisão de contratar um empréstimo consignado algo ainda mais sério e que pode complicar a vida de quem ficou neste mundo. Foi o que aconteceu com Antonio Panangeiro, que continua a pagar as parcerlas mensais de um empréstimo consignado feito por sua falecida mulher. “O nome do empréstimo é consignado, mas mesmo avisando a instituição financeira da morte da minha mulher, não houve mudança na rotina de cobrança”, diz Panageiro, que entrou em contato com o Diário por meio do email do Seu Previdêncio para esclarecer essa dúvida.

Procurado pela nossa reportagem, o banco que concedeu o empréstimo prometeu verificar o caso em detalhe, mas adiantou que “no caso de falecimento de cliente que possui empréstimo consignado contratado e cuja operação não esteja coberta por seguro para sua liquidação, deverá ser seguido as regras vigentes estabelecidas no contrato de empréstimo”.

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Andréa Ciaffone

Read More
Exército volta a pagar empréstimos ao Cruzeiro do Sul

Sob liquidação do Banco Central, o Banco Cruzeiro do Sul conseguiu convencer a Justiça a obrigar o Exército a retomar o repasse das prestações dos empréstimos consignados contraídos por seu pessoal. O Exército suspendera as transferências quando as cobranças passaram a ser feitas pela IMS, empresa ligada aos antigos diretores do Fundo Garantidor de Crédito.

Fonte http://epoca.globo.com/ – FELIPE PATURY

Read More
SP – ABC – Demanda de aposentados por consignado cresce 8% na região

Os aposentados e pensionistas da região contrataram 8% a mais de crédito consignado em outubro sobre o mesmo mês de 2012. Foram R$ 74,88 milhões distribuídos em 17.217 operações. O valor médio dos empréstimos subiu 32,2%, para R$ 4.349,70. Os dados são do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O morador de Mauá Dorival Naufal, 52 anos, pertence ao grupo de aposentados que tomou o crédito. “Fiz um empréstimo, no mês passado, para pagar em 60 vezes.” O motivo que levou Naufal a emprestar foram os juros mais baixos em relação ao que encontrou para financiar um veículo, ano 2000. O consignado tem desconto em folha de pagamento. Assim, os bancos observam menor risco de inadimplência e cobram menos juros.

Segundo o BC (Banco Central), a taxa média de juros no consignado para segurados da Previdência Social era de 2,03% ao mês em outubro. O percentual é inferior ao que as instituições cobram pelo crédito para aquisição de um automóvel usado, avaliou o diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira. “Hoje, na média, os bancos financiam veículos usados por 2,5% a 3% ao mês, com entrada e cinco anos de uso. Alguns, mais agressivos, que aceitam carros de até dez anos, chegam a cobrar 7% ao mês (e com entrada)”, explicou Oliveira.

O professor de Gestão de Concessionária Valdner Papa, que ministra aulas na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e na Fundação Dom Cabral, destacou que dificilmente uma instituição financiará um veículo usado sem entrada.

Professor de Finanças da pós-graduação da Universidade Municipal de São Caetano, José Ricardo Escolá de Araújo, que também dá aulas na Trevisan Escola de Negócios e da FGV, pontuou que Naufal fez um bom negócio. “Ele pode vender o carro quando quiser, pois pagou à vista, ele não está alienado.”

Fonte http://www.dgabc.com.br/ – Pedro Souza

Read More

ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.