Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda


Mariano Testa acredita na recuperação da economia somente em 2018 – Foto: Itamar Aguiar

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

O longo período de recessão que atravessa a economia brasileira reduziu os investimentos das empresas e, com isso, ampliou a oferta de crédito para as pessoas físicas que representam hoje um mercado equivalente ao das empresas. A constatação é do presidente do Banco Agiplan, Marciano Testa, que prevê um período de estabilização financeira ao longo de 2017 e aposta num aquecimento dos negócios a partir de 2018.

Neste cenário, para atender ao movimento do mercado e as expectativas dos clientes o Banco Agiplan aliou tecnologia para tornar o seu mix de serviços e produtos totalmente digital. Ao mesmo tempo para atender aqueles que não estão conectados ao mundo virtual, anunciou durante o “Tá na Mesa” da Federasul, nesta quarta-feira (05/04), a expansão física do Banco que até junho quer ter 400 agências espalhadas pelo Brasil.

Testa informou que o investimento total será de R$ 110 milhões. Recursos que também serão destinados para qualificar as plataformas digitais e a melhoria dos processos. Com um patrimônio líquido superior a R$ 250 milhões e mais de R$ 1 bilhão de ativos, o Banco Agiplan projeta superar R$ 1 bilhão de receita em 2017.

Ao longo dos 18 anos de atuação, a instituição conquistou a confiança de mais de 1,5 milhões de clientes no País (concentração maior na região sudeste). Destes 70% são jovens entre 18 e 30 anos. Para atender as expectativas do seu público o banco está cada vez mais presente no ambiente digital. Ao lançar o olhar para o futuro, a instituição lançou o seu aplicativo (agipag), considerado pioneiro por permitir que sejam realizadas qualquer operação financeira com poucos toques na tela dos dispositivos móveis. Inclusive pagamento com QR Code.

Recuperação

Testa acredita que o mercado só terá fôlego com a queda taxa Selic e também “quando resgatar a confiança das pessoas físicas”. A medida também vai impulsionar os investimentos por parte da classe produtiva. “Hoje o estoque de crédito para pessoas físicas e jurídica se equiparou”, revelou o presidente ao dizer que a recuperação deve acontecer em meados de 2018.

O presidente confia que as reformas propostas pelo Governo Federal são essenciais para devolver a estabilidade econômica ao País. “Já tivemos o primeiro passo com a regulamentação da terceirização”, pontuou ele ao afirmar que com a nova regra vai ser possível abrir novos postos de trabalho, inclusive no seu Banco. “Precisamos assistir à queda da curva do desemprego”, finalizou Testa.

Fonte http://felipevieira.com.br/site/aumenta-a-oferta-de-credito-para-as-pessoas-fisicas-banco-agiplan-aposta-firme-neste-segmento-de-mercado-oferecendo-inovacao-e-tecnologia-para-atender-a-demanda/

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BC: concentração cresce e BB, Itaú, Bradesco e Caixa têm quase 80% do crédito

BC: concentração cresce e BB, Itaú, Bradesco e Caixa têm quase 80% do crédito

A concentração aumentou e os quatro maiores bancos já têm praticamente 80% do mercado de crédito brasileiro. Dados apresentados nesta segunda-feira, 3, pelo Banco Central mostram que as quatro maiores instituições financeiras – Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Caixa Econômica Federal – terminaram dezembro com 78,99% do mercado de crédito. O porcentual revela aumento na comparação com junho, quando o índice estava em 76,95%.

A concentração também cresceu nos outros dois temas acompanhados pelo BC. Em depósitos, a participação das quatro instituições aumentou de 74,56% para 78,48% no mesmo período. Em total de ativos, a parcela do BB, Itaú, Bradesco e Caixa passou de 70,48% para 72,70%.

Ativos problemáticos

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, nega que eventual aumento do risco gerado pela expansão da carteira de ativos problemáticos vá prejudicar a recuperação do mercado de crédito das empresas. O diretor disse que essa piora na margem seria relacionada a “riscos já compreendidos”.

“Esses riscos já estão na conta dos bancos e podem ou não continuar se materializando. Isso depende do cenário idiossincrático de cada empresa. Isso não vai atrasar eventual retomada do crédito”, disse o diretor em entrevista para apresentar o Relatório de Estabilidade Financeira (REF).

Durante a apresentação, o diretor citou que a perspectiva de aumento dos ativos problemáticos é basicamente pelas grandes empresas. “Houve eventos significativos como Lava Jato, Oi e Sete Brasil. Essa perspectiva é muito impactada por eventos específicos”, disse, ao comentar que o risco de ativos problemáticos para pessoa física e pequenas e médias empresas parece ter ficado para trás.

Anthero Meirelles ressaltou que o importante é que os riscos “já estão sobre a mesa” e bancos continuam com indicadores sólidos, como elevados níveis de capital, liquidez e provisão para esses riscos. “O sistema financeiro tem capacidade de absorver esses choques”, disse.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bc-concentracao-cresce-e-bb-itau-bradesco-e-caixa-tem-quase-80-do-credito/

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DF – Banco não pode fazer desconto salarial direto na conta de empregado

DF – Banco não pode fazer desconto salarial direto na conta de empregado

O Banco do Brasil terá de indenizar um empregado por descontar direto da conta corrente do trabalhador valores que haviam sido pagos a mais. No entendimento da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o desconto teria de ser feito no salário, uma vez que, mesmo sendo empregado do banco mantenedor da conta corrente, os valores existentes nela não pertencem à instituição financeira.

O bancário — que à época do ajuizamento da ação se encontrava afastado em licença previdenciária — recebia do BB uma complementação de auxílio-doença equivalente à diferença entre o benefício recebido pelo INSS e o valor do seu salário da ativa. Entre 2009 e 2010, o banco pagou a totalidade do salário, sem deduzir os valores recebidos pelo INSS, e, ao constatar as irregularidades, debitou os valores na conta do empregado de uma única vez.

O bancário pediu indenização por danos materiais e morais alegando que o desconto, de cerca de R$ 16 mil, causou transtornos de ordem pessoal e financeira. O banco, por sua vez, argumentou que o empregado sabia que os valores foram pagos a maior e deveriam ser restituídos.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Brasília julgou improcedente os pedidos do bancário, e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região deferiu apenas a indenização por danos materiais, no valor de R$ 6 mil, por considerar que os descontos, feitos de maneira inesperada e em montante superior a 30% da remuneração, como prevê a Lei 10.820/2003, causaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

No TST, o ministro José Roberto Freire Pimenta acrescentou à condenação a indenização por danos morais, também no valor de R$ 6 mil. Para o ministro, o ato do banco, independentemente de culpa concorrente do empregado (que sabia do pagamento) ou da necessidade de compensação dos valores, causou-lhe prejuízos como a devolução de cheques não compensados e sua inscrição em cadastros de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o relator, o dano resultou da conduta irregular do Banco do Brasil, que, “na condição de empregador, se julgou autorizado a realizar descontos diretamente da conta corrente, e não sobre a remuneração devida, em total desacordo com a hipótese prevista com o artigo 462 da CLT”. Os valores existentes na conta corrente, explica a decisão unânime, ainda que esta seja de empregado do banco, não pertencem à instituição financeira, sendo totalmente incabível a retenção. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

ARR – 581-13.2011.5.10.0006

Fonte http://www.conjur.com.br/2017-mar-28/banco-nao-desconto-salarial-direto-conta-funcionario

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GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

GO – Casal é preso suspeito de aplicar golpe para conseguir empréstimos

Eles usavam RG falso em nome de aposentada para o crime, diz polícia.

Terceira suspeita de participar do grupo ainda não foi localizada.
Vitor Santana


Casal é preso suspeito de aplicar golpes para conseguir empréstimo (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um casal foi preso suspeito de usar documento falso para conseguir empréstimos em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, eles usaram os dados de uma aposentada para conseguir o dinheiro. O delegado responsável pelo caso, Webert Leonardo, estima que o prejuízo causado pela dupla a uma única vítima foi de R$ 40 mil. Uma terceira pessoa que fazia parte do golpe ainda não foi localizada.
delegado explicou que Vilmar José da Silva, de 44 anos, e Iara Maria Ribeiro, 52, presos no dia 24, eram os mentores do crime. Já a terceira pessoa, uma mulher que ainda não foi identificada, era a responsável por ir até a empresa que fazia os empréstimos e consórcios e sacar o dinheiro.
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Os responsáveis pela empresa acionaram a polícia após desconfiar da atitude da suspeita. “Ela já tinha feito seis empréstimos e sempre exigia que o dinheiro fosse entregue na boca do caixa, e não depositado em conta corrente como é de costume. Uma vez, por engano, o dinheiro foi depositado em conta corrente e ela ficou muito brava, o que chamou a atenção dos funcionários”, disse o delegado.
Quando a polícia verificou o nome dado pela suspeita, viram que era, na realidade, de uma aposentada que mora em São Simão e já tinha registrado um boletim de ocorrência denunciando o golpe. Diante desse fato, os policiais passaram a vigiar o local à espera dos criminosos.
No dia 24, segundo a polícia, Vilmar foi até a empresa solicitando documentos do empréstimo feito pela suspeita e acabou preso. “Ele disse que tinha ido ao local à mando da esposa, que por sua vez, disse que estava apenas fazendo um favor a uma amiga que tinha conhecido naquele dia ao passar na porta de um hospital”, explicou o delegado.
A história confusa não convenceu a polícia, que prendeu o casal em flagrante. Entretanto, não conseguiu localizar a terceira suspeita, responsável por fazer os saques. Ao chegar à delegacia, os agentes descobriram que Iara já tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.
“Agora estamos em diligência para tentar achar a terceira pessoa. Eles vão responder por associação criminosa e estelionato. Além disso, vão ter que devolver o dinheiro roubado às vítimas: tanto à aposentada, que estava tendo o valor descontado de sua aposentadoria, quanto à empresa que fazia os empréstimos”, afirmou o delegado.


Grupo usava identidade falsa para conseguir empréstimos em Goiânia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Fonte Do G1 GO
http://g1.globo.com/goias/noticia/2017/03/casal-e-preso-suspeito-de-aplicar-golpe-para-conseguir-emprestimos.html

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Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

Desempregado, casal recorreu ao empreendedorismo criativo para criar negócio de sucesso


Sibele e Eric Vaz de Lima criaram a Vazoli, que já conta com mais de 90 unidades e diversificou a carteira de serviços em 2016

A crise financeira global em 2009 foi o estopim para o início das dificuldades do casal Eric e Sibele Vaz de Lima. Demitido de um banco no interior do Estado de São Paulo, ele passou a se dedicar a pequena Vazoli, até então uma espécie de segunda renda da família, que ocupava um salão de pouco mais de 12m², na cidade de Severínia, na região norte do Estado.

Ela, também funcionária de um grande banco na mesma cidade, não demorou a sofrer o mesmo baque. Desempregados os dois mergulharam em muitas contas em atraso e também no negócio próprio, até então focado na venda de seguros.

“Ainda pequeno, o negócio começava a andar, tínhamos interessados no serviço. Foi aí que, aproveitando esse folego inicial, arriscamos e iniciamos a abertura da segunda unidade, em Olímpia, mas a grande dor de cabeça veio na hora de montar a o espaço”, lembra Sibele.

Endividados após as dívidas acumuladas em um período de “vacas magras”, Eric e Sibele entraram juntos em uma loja de móveis de informática para adquirir as cadeiras e mesas necessárias para a estruturação da segunda operação da Vazoli.

“A grande surpresa foi que o vendedor não aceitou vender de forma parcelada o que precisávamos comprar para a estruturação da nova unidade. Estávamos com nossos nomes sujos, mas precisava empreender. Essa necessidade nos fez pensar que a busca por crédito nessas condições não era exclusividade nossa e que muitas outras pessoas poderiam estar passando pelo mesmo problema”, explica Eric.

A dificuldade fez os dois mudarem o foco. Sibele estudou formas de usar as duas unidades para oferecer crédito a negativados e aposentados, pensionistas e funcionários públicos, até então um público carente de atenção do mercado financeiro. Da parceria com os bancos surgiu o novo modelo de negócios, que tem como meta fechar o ano de 2018 com 20 novas unidades.

“Deu muito certo. A fila para buscar crédito muitas vezes dobrava a esquina e a gente passou a buscar formas de expandir o negócio. Foi aí que o Eric pensou em franquear a Vazoli”, explica Sibele.

Entraram para o franchising em 2011, a formatação demorou praticamente um ano, e o sucesso foi imediato. Pouco a pouco a rede também ampliou os produtos oferecidos ao público final. Hoje fazem parte desta gama financiamentos imobiliários e automotivos, empréstimos consignados e pessoais, além de consórcios e seguros.

“A parceria com os franqueados tem dado muito certo, uma vez que hoje a Vazoli é uma enorme família. O importante é trabalhar com honestidade e de forma clara com o público final. Nosso crescimento está baseado neste pensamento”, finaliza Eric.

Fonte https://catracalivre.com.br/geral/empreendedorismo/indicacao/casal-cria-rede-que-auxilia-negativados-em-busca-de-emprestimo/

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MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

A ocorrência de estelionato foi registrada na Delpol.

Uma moradora de Nova Andradina, de 21 anos, perdeu R$ 1.000,00 (Um mil reais) após cair em golpe de empréstimos consignado. A vítima relatou na Delpol de Nova Andradina que na semana passada, entre terça e quarta-feira achou no facebook uma empresa a qual realiza empréstimos consignados. Em posse dessa informação entrou no site da empresa e realizou um cadastro.

Na delegacia, a vítima disse que passado uma semana um indivíduo entrou em contato com a vítima se passando pelo representante da financeira.

Na conversa via telefone, o criminoso então esclareceu à vítima que podia fazer o empréstimo consignado no valor de R$ 10.000,00 e solicitou uma quantia antecipada no valor de 10% do pretendido.

Confiante, a vítima obteve as informações a respeito do pagamento e recebeu via Whatsapp, uma conta poupança da Caixa Econômica Federal a qual foi depositada a quantia de R$ 500,00.

Em outra conta, a vítima efetuou o deposito do restante, totalizando os 10%. Após os depósitos, a mulher entrou em contato com o criminoso via Whatsapp informando e exigindo explicações a respeito do fato, sendo que o mesmo demonstrou frieza nas respostas; ela perguntou o porquê do acontecido e o criminoso informou-lhe que era preciso e não a contatou mais. (Com informações da ocorrência 1066-2017).

http://www.novanoticias.com.br/noticias/policia/nova-andradina-mulher-cai-em-golpe-de-emprestimo-consignado-via-internet

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Juros do consignado do INSS ficam menores

Juros do consignado do INSS ficam menores

Taxa máxima para aposentados cai de 2,34% para 2,14%; servidores federais também terão queda

Os empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) estão mais baratos desde ontem. O governo federal anunciou um corte no teto dos juros que agora passam de 2,5% para 2,2% mensais, o que corresponde a uma queda de 34,5% para 29,8% na taxa anual.
Para segurados do INSS, a taxa máxima mensal que poderá ser cobrada na linha de crédito recuou de 2,34% para 2,14%. Nas operações com o cartão de crédito consignado, os juros mensais máximos r ecuaram de 3,36% para 3,06%.
Para os servidores federais, a taxa caiu de 2,5% para 2,2% ao mês.
Para o diretor-executivo de estudos e pesquisas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a mudança pode ser atribuída à redução da Selic Taxa antiga Nova taxa Taxa antiga Nova taxa 2,34 2,14 3,36 3,06 (taxa básica de juros) promovida pelo Banco Central. Ele diz que há expectativa de novas reduções frente à queda da inflação.
No bolso do aposentado, porém, a diferença não é muito grande. Por exemplo, em um consignado de R$ 3.000, pagos em dois anos e com a maior taxa, ele pagará R$ 87,60 a menos quando tiver quitado o empréstimo, segundo cálculos do especialista.
Segundo Oliveira, a diferença é pequena agora, mas é preciso pensar que devem haver novos cortes de juros. A contratação do empréstimo consignado do INSS não pode ser feita por telefone. O depósito não pode ser feito em conta de terceiros, segundo a Previdência.
Empréstimos e cartão de crédito são operações dife- rentes, portanto exigem contratos específicos. Ao contratar o negócio, o beneficiário deverá apresentar o documento de identidade ou habilitação, ambos com fotografia, e o CPF. O prazo máximo do empréstimo é de seis anos.

Fonte https://www.pressreader.com/brazil/agora/20170331/281887298148688

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Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Aposentados devem ficar atentos para não cair no golpe do consignado

Na região, um homem foi vítima dos bandidos que fizeram um empréstimo de R$ 13 mil em seu nome


INSS garante que dados dos segurados são sigilosos (Foto: Shutterstock)

Viver de benefício, aposentadoria ou pensão geralmente não é fácil. Mas quando esse dinheiro ainda é alvo de golpistas que fazem empréstimos consignados diretamente na conta das pessoas, sem qualquer autorização, torna-se pior.

É o caso do recém-aposentado Amarildo Dias de Carvalho, de 49 anos. Afastado por motivo de doença, ele conseguiu a aposentadoria por invalidez em fevereiro. Mas, antes mesmo de receber, foi vítima de um golpe.

Neste mês, ao ter problemas para sacar o primeiro benefício, ele tirou um extrato e viu que, além de saques indevidos, havia um empréstimo consignado sendo descontado do seu benefício.

“Ele não recebe nem R$ 1,1 mil e já estão descontando quase R$ 700,00 por mês de um empréstimo de R$ 13 mil. Isso é um absurdo, e ninguém se responsabiliza”, comenta o sobrinho do aposentado, Osmar Barbosa de Carvalho.

Ele relata que, no mês anterior, o tio teve problema com a senha do benefício e teria tido ajuda de um desconhecido. “No banco, dizem que não podem fazer nada, pois o empréstimo teria sido feito no caixa eletrônico, com a senha dele”.

“Eu não autorizei nada, não passei nada para ninguém e estão comendo todo o meu dinheiro”, desespera-se Amarildo de Carvalho.

O aposentado fez um boletim de ocorrência e entrou na Justiça para reaver seu dinheiro. Sua advogada, Arlete Cazura Coutinho Santos, afirma que a prática se dissemina.

“Sou procurada por várias pessoas na mesma situação. Fica claro que esses golpistas estão tendo acesso aos dados dos clientes, mas não se sabe ao certo como eles conseguem isso e se há a participação de funcionários das agências bancárias”, afirma. A Polícia Civil de Cubatão, onde ocorreu o caso, faz investigações.

Vazamentos

Segundo o advogado Theodoro Vicente Agostinho, da Comissão de Seguridade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, estima-se que em torno de 8% dos empréstimos concedidos sejam fraudados.

“Boa parte destas fraudes acontece por conta de vazamento de informações da Previdência Social. Mas o mais difícil é saber como dados e até listas de aposentados chegam aos fraudadores”, menciona o advogado.

O INSS afirma que os dados dos segurados são mantidos em sigilo e que não fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros.

“O Instituto sempre orienta aos seus segurados e beneficiários que, por questões de segurança, não forneçam o número de benefício ou seus dados pessoais a terceiros”, afirma, em nota. Para resolver eventuais problemas, sugere o registro da ocorrência em delegacia e que se faça denúncia na Ouvidoria do INSS, por meio da Central de Atendimento, no telefone 135.

Recomendações

– Nunca aceite ajuda de estranhos nos caixas eletrônicos. Se tiver problemas, procure um funcionário da agência.

– A senha e o número do benefício nunca devem ser passados para ninguém. Evite também anotar a senha em papéis. E nunca guarde cartão e senha no mesmo lugar.

– Ao escolher a senha, não use números previsíveis, como data de nascimento, número de telefone residencial e placa de carro, por exemplo.

– Ao pegar seu cartão, com a desculpa de ajudar, o desconhecido pode aproveitar para trocá-lo por um outro sem que você perceba. Não entregue o cartão na mão de ninguém.

– Todo cuidado é pouco. Se você for assaltado, cancele o cartão na central de atendimento do banco o quanto antes. Faça boletim de ocorrência e comunique o crime ao INSS.

– Se o cartão ficar preso no interior do terminal de autoatendimento, aperte a tecla anula e avise imediatamente o banco, usando o telefone instalado na própria cabine.

– Dê preferência aos caixas eletrônicos que ficam instalados em locais de grande movimentação, como shoppings, lojas de conveniência e postos de gasolina, por exemplo. Bandidos gostam de agir sem grande plateia.

– Evite o horário noturno para usar caixas eletrônicos. É mais seguro fazer saques no horário comercial, quando o movimento de pessoas é maior.

Fonte http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/aposentados-devem-ficar-atentos-para-nao-cair-no-golpe-do-consignado/?cHash=92bf8568cc731f1e41c9361868441f52
EGLE CISTERNA

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Margem consignável e suas limitações indevidas

Margem consignável e suas limitações indevidas

A margem consignável é uma limitadora no percentual total que pode ser comprometido na renda do trabalhador, aposentado ou pensionista.

A boa regra econômica determina e orienta o comprometimento de apenas 30% da renda do seu contracheque. Com exceção dos aposentados e pensionista do INSS que podem comprometer até 35% do seu benefício. Essa margem fica dividida em 30% para empréstimos e 5% para cartão de crédito.

Os empréstimos consignados são oferecidos com 72 meses de prazo para pagamento, e na maioria das vezes é um alento para os aposentados e pensionistas que lutam para enfrentar os tempos de crise financeira que assola o país.

De acordo com a Drª. Tatiana Júlio, advogada especialista em direito previdenciário, alguns cuidados precisam ser adotados na utilização destes empréstimos. Segundo a especialista algumas vezes o beneficiário vai ao banco realizar a contratação do empréstimo e é surpreendido com a informação que não poderá utilizar os 30% da sua margem, o que é lei, pois parte dela está comprometida para a Reserva de Margem Consignável.

O que estes beneficiários não tem conhecimento é que na maioria das vezes quando contratam um empréstimo existe no contrato uma clausula mencionando que parte da margem fica restrita para contratação do cartão de crédito e pagamento da fatura.

Além disto, a empresa envia um cartão de crédito para a casa do beneficiário ou o que é ainda pior, embutem no cartão de débito do beneficiário, aquele que ele usa apenas para sacar o benefício previdenciário, a tal reserva de margem consignada.

De acordo com a orientação da Drª. Tatiana Júlio a solução para isto é retirar um detalhamento de extrato junto ao INSS e um histórico de contratação de empréstimo, nestes documentos aparecerão todas as contratações já realizadas no benefício, inclusive se existe reserva de margem consignável e quem a realizou.

Identificando a reserva da margem consignável, o próximo passo é procurar o banco e solicitar a retirada imediata da reserva de margem existente no benefício. Tal pedido não sendo atendido amigavelmente o aposentado/pensionista deverá procurar a justiça para garantir a retirada bem como a devolução dos valores cobrados e demais reparações legais.

Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/margem-consignavel-e-suas-limitacoes-indevidas,b9054c21fa18d9d3ce83d07d74f67418ddqlzbun.html

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RO – Margem de consignado descontado em salário de servidores municipais de Rolim de Moura não poderá ultrapassar 40%

Margem de consignado descontado em salário de servidores municipais de Rolim de Moura não poderá ultrapassar 40%

A facilidade para contratação, a rapidez na liberação do dinheiro e a praticidade do desconto em folha, ou diretamente no benefício previdenciário, das parcelas pactuadas, são alguns dos atrativos que seduzem os servidores.


Margem de consignado descontado em salário de servidores municipais de Rolim de Moura não poderá ultrapassar 40%

A Prefeitura de Rolim de Moura (RO), a fim de evitar o endividamento excessivo dos servidores, o Executivo Municipal por meio da Lei Municipal nº 1059/2003, que dispõe sobre a autorização para desconto de prestações de empréstimos em folha de pagamento contraídos por servidores municipais de Rolim de Moura com Bancos e Instituições financeiras, previu de forma taxativa em seu art. 1º, § 2º, que a soma dos descontos não poderá exceder a 40% da remuneração mensal disponível.

A facilidade para contratação, a rapidez na liberação do dinheiro e a praticidade do desconto em folha, ou diretamente no benefício previdenciário, das parcelas pactuadas, são alguns dos atrativos que seduzem os servidores.

Tal medida, tem por escopo a preservação da família, diante da natureza alimentar e da proteção ao salário esculpido no artigo 7º, inciso X da CF/88. Onde sabiamente ao prever a limitação da margem consignável, tem o intuito de preservar uma parte suficiente do salário do trabalhador, para suprir suas necessidades e de seus familiares.

Entretanto, muitos bancos e instituições não respeitando a legislação têm efetuado descontos que superam o limite de 40% (quarenta por cento), absorvendo quase toda verba salarial e não preservando dessa feita um mínimo suficiente ao sustento do servidor.

Preocupado com essa situação a Administração Municipal limitará a consignar, em folha, apenas a margem de 40%, sobre o salário mensal, somando as vantagens.

Fonte http://www.tudorondonia.com/noticias/margem-de-consignado-descontado-em-salario-de-servidores-municipais-de-rolim-de-moura-nao-podera-ultrapassar-40,247.shtmla

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Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Queda dos ganhos em relação a 2015 é de 43%.


Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (28) ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro.
O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).
Crédito
O crédito habitacional alcançou saldo de R$ 406,1 bilhões e aumento de 5,6% em 12 meses. As contratações somaram R$ 81,8 bilhões no ano, dos quais R$ 62,9 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 17,6 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 1,3 bilhão com outros recursos.
As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas chegaram a R$ 191 bilhões: uma redução de 4% em 12 meses, sob influência, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica. O segmento comercial pessoa física apresentou queda de 0,8% no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado, que cresceu 7,2%, fechando o ano com saldo de R$ 63,9 bilhões.
Poupança
O saldo das captações da Caixa cresceu 4,5%, chegando a R$ 984,1 bilhões. “A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 27,7% em CDB e 4,1% na poupança.”
Hoje, o banco contabiliza 68,8 milhões de contas de poupança: um crescimento de 7,8% em relação a dezembro de 2015.

Fonte G1 – http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/caixa-economica-anuncia-lucro-de-r-41-bilhoes-em-2016.ghtml

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Saiba como realizar um empréstimo consignado Sicoob

Saiba como realizar um empréstimo consignado Sicoob


Sicoob, Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, oferece diversos benefícios aos associados da AVM de todo o Paraná. Dentre as diversas vantagens estão cartão de crédito e débito, conta investimento, financiamento de veículo, consórcios, seguros de vida, residência e automóvel, previdência privada e empréstimo consignado.
Para ter direito ao empréstimo consignado, com taxas de juros mais baixas que o comum, de 1,30% a 2,02%, em até 96 vezes, basta ter margem no PR-Consig, o sistema automatizado de consignações em folha de pagamento.
Os associados que desejam usufruir das outras conveniências oferecidas, precisam apenas abrir uma conta-corrente no Sicoob e depositar R$ 50 para o capital social. O valor ficará aplicado e redendo juros da Selic, podendo ser retirado no fim do ano. Além disso, todos os serviços do Sicoob podem ser acessados pelo site www.sicoob.com.br ou pelo aplicativo, diretamente no celular.
A gerente da instituição, Elisangela Maccarini, explica que o Sicoob tem o produto certo para as necessidades dos militares paranaenses. “A classe militar tem vantagens especiais no Sicoob porque sabemos das dificuldades burocráticas que os bancos impõem aos correntistas. Garantimos aos PMs que temos os serviços que eles precisam”, afirma a gerente.
A filial do Sicoob na AVM está localizada no primeiro andar da sede da Associação, em Curitiba, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas. Para mais informações basta entrar em contato pelos números (41) 3095-0026 ou 3095-0047.

Fonte http://avmpmpr.com.br/site/saiba-como-realizar-um-emprestimo-consignado-sicoob/

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Desconto de empréstimo consignado em conta de servidores do RJ pode ser proibido

Desconto de empréstimo consignado em conta de servidores do RJ pode ser proibido

Valor deveria ser retirado diretamente do salário, mas Estado tem atrasado os vencimentos. Votação do projeto de lei é prevista para esta terça (21) na Alerj.


Em fevereiro, servidores do estado protestaram em frente à Alerj. Assembleia vota fim do desconto nesta terça. (Foto: Henrique Coelho)
Um projeto de lei previsto para ser votado nesta terça-feira (21) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pode proibir que instituições bancárias descontem da conta de servidores (ativos e inativos) valores relativos a empréstimos consignados.
O projeto é do deputado André Ceciliano (PT). De acordo com a proposta, os valores deveriam ser descontados diretamente do salário dos servidores. Mas, com a crise vivida pelo Estado e os frequentes atrasos de pagamento dos vencimentos, o desconto vem sendo feito diretamente na conta – quando não nos dois: na conta e no salário.
“Como o estado não tem efetuado os repasses dos valores descontados dos servidores às instituições financeiras, as mesmas tem se valido de cláusulas contratuais que permitem o desconto automático em conta dos valores não repassados pelo estado, inclusive com a cobrança de juros de mora”, diz Ceciliano.
“Assim, o servidor acaba por efetuar o pagamento em duplicidade, com o desconto em seu salário e em sua conta corrente”, pondera.
O texto será votado em regime de urgência, em discussão única. Ou seja, se aprovado pela maioria dos 70 deputados, vai à sanção do governador Luiz Fernando Pezão em 15 dias úteis.
O que diz o projeto?
“As instituições financeiras do estado do Rio de Janeiro ficam proibidas de descontar automaticamente das contas correntes as parcelas relativas a empréstimos consignados, quando o desconto já tiver sido realizado na respectiva folha de pagamento dos servidores públicos ativos e inativos, aposentados e pensionistas”, diz o documento.

Fonte http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/desconto-de-emprestimo-consignado-em-conta-de-servidores-do-rj-pode-ser-proibido.ghtml

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Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum

Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum


Ricardo Sobrinho excluiu responsabilidade de empresa e mandou banco indenizar servidor

Justiça de Cáceres condenou banco e absolveu empresa de consignados

O juiz Ricardo Alexandre Sobrinho, da 3ª Vara Cível de Cáceres, condenou o Banco BMG e a MLN Assessoria a pagar R$ 5 mil em danos morais ao servidor público estadual D.P.G.F por cobrança de dívida contraída por meio de fraude, além de devolução em dobro dos valores pagos indevidamente.

A sentença também considerou improcedente a acusação que pesava contra a empresa Consignum, de que teria se omitido quanto à fraude.

Na ação, o servidor narrou que recebeu ligação não identificada no dia 15 de setembro de 2010, em que o interlocutor lhe questionou se teria sido bem atendido pelo BMG e se estaria satisfeito com o empréstimo firmado no valor de R$ 29.413,65. Estranhando a ligação, disse não ter realizado qualquer empréstimo.

Além das cobranças indevidas, o servidor descreveu que também tomou conhecimento de que foi aberta em seu nome uma conta corrente no Banco Bradesco, onde provavelmente o valor teria sido sacado.

A decisão foi embasada na Instrução Normativa nº 006/09, que descreve como competência das instituições financeiras a obrigação de analisar documentos e arquivar os contratos firmados com e os servidores.

“Conforme demonstrado pela requerida, a mesma tem a responsabilidade restrita à gerência da margem consignável dos servidores públicos do estado de Mato Grosso, não interferindo nas atividades contratuais. A fraude demonstrada nos autos não teria sido praticada no âmbito de atuação da requerida, mas apenas na sede de atendimento da pessoa jurídica que atuou em representação do Banco BMG”, diz trecho da sentença.

Caso semelhante

A Consignum informou que vai recorrer da decisão proferida em fevereiro deste ano, de um caso semelhante, em que o magistrado Gilberto Lopes Bussiki, da 9ª Vara Cível de Cuiabá, entendeu que a empresa teve responsabilidade nos descontos indevidos referentes a um suposto empréstimo contraído pela servidora pública no Banco BMG, em 2012, arbitrando uma indenização por dano moral de R$ 18 mil.

Outro caso similar ocorreu na capital, pela juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 2ª Vara Especializada em Direito Bancário da Capital, que avaliou em seu julgamento, publicado no Diário da Justiça no dia 8 de março deste ano, que a Consignum não é parte legítima para constar no polo passivo de uma ação movida pelo servidor D.S.B.

Segundo a magistrada, “não há como a segunda requerida (Consignum) figurar na ação, vez que não firmou o contrato e tão pouco é responsável pelo valor da dívida”.

Fonte http://www.midianews.com.br/judiciario/juiz-condena-banco-a-indenizar-servidor-e-absolve-consignum/291526

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MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

MPRN ajuíza ação contra Banco Bonsucesso por irregularidades em empréstimos a servidores

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 24ª promotoria de Justiça da Comarca de Natal, ajuizou ação civil pública com o objetivo de combater irregularidades verificadas em empréstimos consignados a servidores públicos estaduais e do município de Natal pelo Banco Bonsucesso.
Segundo depoimentos colhidos no âmbito da promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, os servidores eram frequente e insistentemente procurados por consultores do Banco Bonsucesso para realizar empréstimo consignado, que, na verdade, de forma dissimulada, nada mais eram que a contratação de um cartão de crédito, no qual o servidor tomava o capital pretendido através de saque no sistema rotativo, passando a ser onerado com o desconto apenas do valor mínimo da fatura em contracheque (correspondente ao valor disponível em margem consignável) por tempo indeterminado, gerando aumento exponencial da dívida.
Os servidores/consumidores eram informados que o valor a ser concedido variava de acordo com a margem consignável disponível, sendo o valor contratado depositado em conta-corrente do contratante e o pagamento seria feito por meio de parcelas fixas, consignado em folha.
Acontece, que os consultores do Banco Bonsucesso informaram aos contratantes que encaminhariam além do cartão de crédito, as faturas correspondentes aos descontos, mas, em nenhum momento, repassaram contrato ou qualquer outro documento.
Para o MPRN, apesar das operações consignadas por meio de cartão de crédito terem sido autorizadas pelo Banco Central, resta evidente que essas operações vêm sendo desvirtuadas por algumas instituições financeiras, já que ainda que adimplido por anos, o saldo devedor do contratante permanece o mesmo.
Passado algum tempo, o consumidor atenta-se que não haverá pagamento de prestações fixas e por prazo determinado, mas, sim, de refinanciamento do crédito rotativo do valor correspondente ao total da fatura e o descontado na folha de pagamento, com taxa de juros atualmente na faixa de 5,62% ao mês.
A situação causou estranheza do próprio Poder Judiciário em virtude do grande número de ações judiciais ajuizadas pelos servidores públicos, vislumbrando a necessidade de se apurar o que está ocorrendo com essas contratações, diante da insatisfação dos consumidores.
“Cinge-se, portanto, a questão sobre a enganosidade dissimulada de concessão de cartão de crédito por empréstimo consignado, tal prática merece vigorosa reprovação e correção. Por certo, deve ser garantido aos consumidores a modificação das cláusulas contratuais, a fim de que sejam contemplados com o produto compatível com suas necessidades…”, traz trecho da ação civil pública ajuizada por representante da 24ª promotoria de Justiça de Natal.
Na ação, o MPRN requer tutela cautelar para que o banco proceda a suspensão de todas as cobranças de débitos oriundos de saques no crédito rotativo dos cartões comercializados até então e do desconto do valor mínimo da fatura nos contracheques dos servidores, impedindo também a eventual negativação dos consumidores junto aos cadastros dos maus pagadores, como SPC e Serasa.
Também requer que o Bonsucesso seja impedido temporariamente de comercializar o referido produto sempre que a finalidade da emissão do cartão seja para operação consignada.
Cópia autorizada mediante citação com link: http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/#ixzz4bvazLJkv
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Fonte http://oportaln10.com.br/mprn-ajuiza-acao-contra-banco-bonsucesso-por-irregularidades-em-emprestimos-servidores-58699/

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MS – ?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

Filiados não sabiam, mas envolvidos negam irregularidades


Izabela Sanchez (Fotos: Divulgação)

Briga judicial entre a Caixa Econômica Federal e um sindicato de servidores em MS revelou o uso ‘suspeito’ do CNPJ sindical para operações financeiras. O processo judicial é movido pela Caixa Econômica Federal contra o Sindicato dos Servidores Municipais de Aparecida do Taboado , a 457 km de Campo Grande, e trouxe à tona atividade financeira da entidade sem conhecimento da maioria dos filiados.

O Sindicato atuou por cerca de 1 ano e meio após firmar contrato com a Caixa em novembro de 2012 como correspondente bancário da entidade, realizando empréstimos consignados para servidores do município. O CNPJ da entidade foi ‘cedido’ a uma terceira pessoa que não é filiada e sequer servidor, para desenvolver a atividade.

A Caixa processou o Sindicato em 2014, na tentativa de reaver um valor R$ 36.439,00. O valor foi obtido pelo sindicato de forma irregular, de acordo com o banco. Conforme explica no processo, a Caixa alega que o dinheiro foi lucrado por um erro no sistema digital. O suposto erro do sistema incidiu sobre a remuneração de empréstimos realizados para quitar outros empréstimos já obtidos anteriormente.

Conforme explica a Caixa, para essas operações, a remuneração do correspondente bancário se dá sobre a diferença entre o novo valor liberado e a dívida anterior que foi liquidada. Não foi o que ocorreu.

O Sindicato teria realizado diversas operações em que teria lucrado sobre o valor total do novo empréstimo, e outras em que lucrou sobre operações inexistentes, conforme alega a Caixa no processo. Não há informações de quanto foi movimentado durante a atuação da entidade como correspondente bancário.

Denúncia
Todo o esquema aconteceu sem que fosse divulgado. A presidente da entidade alega que cedeu o CNPJ a Danilo Alves Sena Oliveira Filho, mas que não participou das operações e que desconhece as irregularidades. Danilo, que não tem vínculo com o sindicato, é filho de Alzair Assis Oliveira da Silva, então secretário-geral da entidade. Ele trabalha em setor administrativo da Prefeitura, responsável por ceder os holerites dos funcionários.

Uma das funcionárias públicas filiadas ao Sindicato, que descobriu o esquema após o processo da Caixa, questiona, além do convênio em si, os valores declarados como remuneração de alguns dos servidores que realizaram empréstimos. Professora, ela denunciou a questão ao MPF (Ministério Público Federal). A Procuradoria da República, agora, encaminhou um pedido de investigação para a Polícia Federal em Três Lagoas, para que apure possível prática de estelionato majorado.

“A gente conseguiu ver um em que um servidor alega que ganhava R$ 15 mil, isso não é verdade, esse servidor nem ganhava esses R$ 15 mil e conseguiu pegar mais de R$ 160 mil. Então, a princípio, acreditamos que tem participação de funcionários da Caixa e que são empréstimos fraudulentos”, afirmou ela.

A professora também alega ter reivindicado prestação de contas do sindicato, que após insistência, foi divulgada pela presidente. O jornal Midiamax teve acesso aos documentos. Não há dados financeiros sobre os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2013.

A Caixa, por meio da assessoria de comunicação, negou qualquer ilegalidade nas atividades firmadas com o Sindicato. Ainda assim, três pessoas foram transferidas da agência, entre elas o gerente da unidade.

Diversos membros da chapa foram destituídos no mês de fevereiro deste ano, conforme publicação em jornal local. A presidente, que nega participação nos empréstimos, continua na entidade, que ainda não realizou assembleia para eleger uma junta governativa, uma das exigências dos filiados após o caso.

Ana Tereza declarou, em conversa junto a servidora, que Danilo seria o responsável e que lucraria com as operações. No áudio ao qual o jornal Midiamax teve acesso, a presidente afirma que “ele fazia o empréstimo pra você de R$ 10 mil, aí você fazia de R$ 20 mil, ele ganhava em cima desse total. Ele tinha uma outra conta. Este dinheiro vinha para conta dele, pra conta do sindicato, e dessa conta ele repassava para conta dele, o que vinha de lucro”.

Por telefone, Danilo negou-se a falar sobre o assunto e pediu que a reportagem acionasse o advogado, Wylson Silva. O jornal Midiamax tentou falar com ele, mas as ligações não foram atendidas. Alzair negou qualquer irregularidade na liberação dos holerites dos servidores e participação nas movimentações. Ele declarou que o processo judicial refere-se apenas à Caixa e ao Sindicato, e que as acusações feitas contra ele serão motivo de ação judicial.

A Caixa tentou reaver os valores, mas com a negativa, ingressou na Justiça. Quem responde ao processo, em nome do Sindicato, é Danilo. Atualmente, ele tem, na cidade, uma ‘Caixa Aqui’, empresa que atua como correspondente da Caixa.

Em entrevista a uma rádio local, o advogado declarou que “o sindicato não participou desses empréstimos consignados efetuados por ele [Danilo]”. Para a Superintendência Regional do Trabalho, ao analisar o processo em questão, a atuação da entidade como correspondente bancário também pareceu “estranha”.

Ao contestar a reivindicação da Caixa no processo, o advogado alega que a instituição financeira seria a única culpada pela irregularidade nos valores. “Ora, se é a própria Caixa que irá determinar o valor a ser repassado e se foi a própria Caixa que repassou os valores, não há, portanto, em falar de equívoco”, afirma, na peça.

Fonte http://www.midiamax.com.br/justica/parceria-financeira-entre-sindicato-caixa-economica-pode-ser-investigada-pela-pf-334668

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Dinheiro rápido e barato: Crédito consignado é mais ?atrativo que empréstimo pessoal

Dinheiro rápido e barato: Crédito consignado é mais ?atrativo que empréstimo pessoal


Em Itajaí, a AC Cred é uma das agências credenciadas para operar o empréstimo consignado

A oferta é sedutora: dinheiro com pouca burocracia, com liberação rápida e, o mais importante, com juros muito baixos. As vantagens do chamado crédito consignado são muito superiores aos empréstimos convencionais, praticados pelas instituições bancárias, o que facilita a vida de quem precisa de dinheiro rápido e barato.
Cristiano dos Santos, proprietário da AC Cred, agência que opera empréstimos consignados, diz que uma das principais vantagens desse tipo de crédito é justamente o valor dos juros. “A taxa de juros é bem mais em conta do que um empréstimo pessoal”, afirma.
Em média, os juros de um crédito consignado giram em torno de 2,10% ao mês. Que é menos da metade do conhecido CDC, o crédito direto ao consumidor, praticado por banco ou grandes redes de varejo (veja tabela comparativa abaixo).
O proprietário da AC Cred explica que os juros do crédito consignado conseguem ser baixos porque os bancos credores têm a garantia de que receberão o que foi liberado, já que o pagamento das parcelas é feito através de desconto direto nas folhas de pagamento.
Por isso, em geral, os consignados são feitos para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. No caso da AC Cred, ressalta Cristiano, além dos aposentados, barnabés do estado e de órgãos federais podem fazer o empréstimo.
Os prazos de pagamento dos empréstimos consignados também costumam ser amplos. No caso de aposentados e pensionistas do INSS, chega até seis anos. Para servidores do estado e de órgãos federais, é ainda maior: oito anos. Em todos os casos, quem pede o dinheiro emprestado pode comprometer até 30% de sua renda.
Outra vantagem do consignado, diz Cristiano, é a facilidade de obter o empréstimo. “Não tem consulta no CPC ou no Serasa e não precisa deixar nada em garantia”, afirma. Por isso, o crédito consignado é muito mais desburocratizado e acaba saindo num tempo menor que um empréstimo comum bancário.

Agência credenciada
O empresário indica que as pessoas procurem sempre agências que tenham escritório físico e sejam credenciadas pela Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País (Aneps). “E é muito importante que as pessoas não entreguem seus dados por telefone para evitar caírem em golpes”, alerta.
O dono da AC Cred ainda lembra que é possível refinanciar as dívidas do empréstimo consignado e até mesmo fazer a “portabilidade”, que é mudar de uma instituição bancária credora para outra, procurando juros mais baratos. No caso da AC Cred, por exemplo, são 12 bancos que estão à disposição dos clientes.
A AC Cred tem quatro escritórios físicos na região. O central fica na rua Olímpio Miranda Júnior, 137, no centro de Itajaí. O outros são em Navegantes (Av. Santos Dumont, 136, centro); Penha (Rua Antônio Joaquim Tavares, 237, centro); e Barra Velha (Rua Paraná, 457, centro).

 

Comparação entre consignado e CDC
Instituição Taxa de juros
AC Cred 2,10%
Banco do Brasil* 5,81%
Bradesco* 6,54%
Caixa Econômica Federal* 5,71%
Itaú* 6,43%
Safra * 5,90%
Santander* 7,99%

Fonte http://diarinho.com.br/noticias/economia/dinheiro-rapido-e-baratocredito-consignado-e-mais-%E2%80%A8atrativo-que-emprestimo-pessoal/

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Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Rede de franquias MTCred já possui 43 unidades em 13 estados

MTCred, empresa de crédito consignado que está no mercado desde 2008, conta hoje com 43 lojas em 13 estados brasileiros. A rede se encaixa num segmento que os permite uma abrangência nacional, independente da região do país. O que torna mais fácil o processo de expansão da marca, já que não encontra nenhuma barreira regional.

O carro chefe da marca é o crédito consignado, empréstimo descontado diretamente da folha de pagamentos da pessoa física, para aposentados e pensionistas do INSS.

Uma das vantagens da rede é que não é preciso ter experiência na área, já que a franqueadora oferece todos os materiais e auxilio durante todo o período de adaptação. O único requisito que a rede pede é que o interessado tenha aptidão para vendas.

A expectativa para o final do ano é de ter unidades em todos os estados e 100 franquias vendidas, sendo 40 lojas e 60 franquias Smart. Para isso a rede aposta nas participações em 4 feiras do segmento, sendo 3 do SEBRAE e 1 da ABF.

Para saber mais sobre as franquias: www.mtcred.com.br

Raio x:

Franquia Smart – (Home Based)

Investimento Inicial Total: R$14.990,00

Taxa de franquia: R$ Inclusa

Área para o ponto: Home

Faturamento bruto mensal: R$ 80.000,00

Royalties: R$ 1.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 4 a 8 meses

Prazo de contrato de franquia: 3 anos

Esse valor Inclui:

* Kit Inicial (Cartão de Visita, Panfletos, NoteBook, Mochila, Cracha)

*Treinamento de Franqueado (1 Semana) na Matriz, com passagem aérea (Capital-Capital) e Hospedagem inclusas.

Franquia Loja –

Investimento Inicial Total: R$ 60 mil a R$ 100 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Taxa de Franquia de R$ 30 a R$ 50 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Área para o ponto: 40 m2 (Mínimo)

Montagem da Loja R$ 20 a 40 mil

Capital de Giro Inicial: R$ 10 a 20 mil

Treinamento na Matriz por conta do Franqueado

Treinamento da Equipe na Loja do Franqueado (Custo da Franqueadora)

Faturamento bruto mensal: R$ 300.000,00

Royalties: R$ 2.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 12 a 18 meses

Prazo de contrato de franquia: 5 anos

Franquia Master –

Franquia de Expansão – Regional

Incluso R$ 50 mil de mídia para expansão local

Investimento Inicial Total: R$250.000,00

Taxa de franquia: Incluso

Faturamento bruto mensal: R$ 4.000.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 0,5%

Ganho Sobre a Vendas de Novas Unidades: 50% (Taxa de Franquia)

Prazo de retorno do investimento: 12 a 24 meses

Prazo de contrato de franquia: 10 anos

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RJ – Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Decisão vale para 26 bancos e para servidores estaduais de todo o país.

Defensoria e MP receberam denúncias de irregularidades nas cobranças.

Uma liminar da Justiça do Rio proibiu 26 bancos de descontar parcelas do empréstimo consignado diretamente da conta bancária de servidores estaduais. A decisão vale para todo o país.

Salário parcelado e atrasado, sem décimo terceiro, e com empréstimo consignado.
Desde o fim de 2015, não tem sido fácil para o Vittorio, funcionário da Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia do Rio. E o extrato da conta corrente mostra que, mesmo antes do pagamento do salário, o banco já descontou a parcela do empréstimo.

“Como eu não tenho cheque especial, a conta ficou negativa e durante até eu voltar a cobrir. Quando bateu uma outra parcela, eles chegaram a cobrar juros na conta. É um sentimento de injustiça, de humilhação bastante forte”, desabafa Vittorio Leandro Oliveira.

Além de todas as dificuldades enfrentadas pelos servidores do Estado do Rio, a Defensoria Pública e o Ministério Público receberam denúncias de irregularidades na cobrança dos empréstimos consignados, praticadas por pelo menos 26 bancos. As instituições financeiras descontavam o valor referente a parcela do pagamento do empréstimo na conta corrente do servidor. Só que quando o funcionário recebia o salário, já com atraso, descobria que o estado também já tinha descontado o mesmo valor.

A Defensoria Pública e o Ministério Público do Rio se juntaram em uma ação coletiva contra uma cláusula dos contratos de empréstimo consignado. Ela permite que os bancos cobrem do servidor quando não recebem do estado por meio da folha de pagamento.

Mas a cláusula foi considerada abusiva.

A juíza Maria Christina Rucker proibiu qualquer tipo de cobrança direto na conta dos servidores estaduais a título de pagamento de crédito consignado.

No texto, a juíza diz que se o estado atrasa os salários, evidentemente o atraso no desconto do consignado é responsabilidade do estado, e não do servidor.

“A liminar proíbe a inclusão dos nomes dos consumidores nos cadastros restritivos de crédito, e ela vale para todos os contratos no Brasil inteiro, porque a gente sabe que a crise não é só no Rio de Janeiro. A crise está aí por alguns estados da federação. A gente precisava tomar essa atitude para estancar essa prática ilegal”, diz a juíza Maria Christina Rucker.
A Associação Brasileira de Bancos declarou que as associadas citadas na ação não debitam parcelas de crédito consignado das contas dos servidores do Rio.

Fonte http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/03/justica-proibe-bancos-de-descontar-parcelas-do-consignado-de-servidores.html

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Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições


A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.
“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS. “Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: O senhor já está aposentado. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria. A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Outro lado

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/348880/oferta-de-credito-consignado-tira-sono-de-aposentados

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