Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

Diante da inadimplência, bancos públicos voltam a ter taxa dos privados

No final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo

Diante do aumento da inadimplência, bancos públicos começaram a recuar na concessão de crédito e estipular taxas mais próximas do setor privado.

Em 2015, a política de taxas de juros diferenciadas nos bancos públicos, iniciada pelo governo Dilma em abril de 2012, para forçar o setor privado a mudar o nível das taxas praticadas no Brasil, acabou.

De acordo com o Banco Central, no final do ano passado, a diferença entre as taxas médias nessas instituições e nas privadas voltou a se tornar irrelevante nas principais linhas de crédito ao consumo.

No cheque especial, a Caixa chegou a ter taxa média quase 50% menor que a do Itaú Unibanco e do Bradesco no fim de 2013.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, nem mesmo as linhas de crédito consignado dos bancos públicos conseguiram manter taxas menores.

No cartão, por exemplo, a taxa média na Caixa era de 4,7% ao mês em 2013, quase um terço do verificado nos dois maiores privados. No fim de 2015, estava em 13%; no Itaú, no Bradesco e no BB, entre 14% e 15%.

Fonte http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/189958/diante-da-inadimplencia-bancos-publicos-voltam-a-ter-taxa-dos-privados

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BMG, Caixa e Itaú lideram reclamações em janeiro

BMG, Caixa e Itaú lideram reclamações em janeiro

Alliance/Thinkstock

Cliente de banco reclamando

Reclamações: em janeiro, o número de reclamações consideradas procedentes pelo BC contra o BMG ficou em 158

O banco BMG passou a liderar o ranking de reclamações de clientes contra instituições financeiras, em janeiro deste ano, segundo informou hoje o Banco Central (BC).

O banco entrou para a lista de bancos e financeiras com mais de 2 milhões de clientes e superou a Caixa Econômica Federal. O BMG registrou índice de 71,85, bem distante da Caixa, que ficou em segundo lugar com 10,73 e o Itaú, com 7,99.

O BMG tem forte atuação no segmento de crédito consignado e fechou em 2012 uma parceria com o Itaú Unibanco para a criação de uma instituição voltada para esse tipo de operação, o Banco Itaú BMG Consignado.

Além disso, o Itaú compra carteiras de consignado do BMG.

Das 158 reclamações contra o BMG confirmadas pelo BC em janeiro, 55 se referiam à ausência de título adequado relativo a cartão de crédito consignado, 21 a concessão de consignado sem título e 13 a irregularidades no fornecimento de documentos para liquidação antecipada de consignado.

Índice proporcional ao número de clientes

Para fazer o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão.

Assim, é calculado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes.

A pesquisa também faz o ranking para bancos e instituições financeiras com menos de 2 milhões de clientes. Em dezembro, quando o BMG ainda estava entre as pequenas instituições, ficou em segundo lugar no ranking, com 136,48.

Em janeiro, o número de reclamações consideradas procedentes pelo BC contra o BMG ficou em 158. No caso da Caixa, foram 842 reclamações e do Itaú, 480.

Quase 3 mil reclamações

No total, o BC recebeu em janeiro 2.946 reclamações consideradas procedentes. A principal reclamação, com 367 casos, está relacionada a irregularidades envolvendo a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito.

Em seguida, ficaram as queixas (253) relacionadas a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada.

Em terceiro lugar (244), a cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados.

Em nota, a Caixa Econômica Federal disse que tem investido em treinamento e capacitação de empregados e em soluções tecnológicas para promover a qualificação do atendimento bancário em respeito aos direitos do consumidor.

“A Caixa revisa permanentemente seus serviços e produtos para garantir a satisfação dos seus clientes e reitera que a redução das reclamações e o aumento da solução em todos os canais, são prioridades do banco”.

A instituição acrescenta que ”valoriza as informações e reclamações dos clientes, feitas por canal interno ou externo, e as utiliza como subsídio para melhorar e modernizar o seu atendimento”.

O Itaú disse que todas as manifestações levadas ao BC são resolvidas ou esclarecidas com os clientes. “Continuaremos investindo nessas oportunidades para aprimorar nossos serviços e aumentar a satisfação de nossos clientes.”

Fonte http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/bmg-lidera-reclamacoes-de-clientes-em-janeiro-diz-bc
Angelo Pavini, da Arena do Pavini

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Analistas consideram arriscado usar FGTS para fazer consignado

Analistas consideram arriscado usar FGTS para fazer consignado
Governo prepara medida provisória que autoriza o trabalhador a empregar parte do fundo como garantia do empréstimo


Utilizar o fundo para contrair empréstimo é desvio de função do FGTS, dizem especialistas.

Para injetar crédito no mercado consumidor, o governo propôs a criação de uma medida provisória (MP) que permitirá o uso de parte do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e da multa rescisória em caso de demissão como garantia para o crédito consignado.

INFOGRÁFICO: Entenda o que é o FGTS e o que pode mudar com a medida provisória

 

TIRA-DÚVIDAS

Entenda o que é o FGTS e o que deve mudar com a Medida Provisória do governo:

 

Segundo o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, a MP, que ainda será votada no Congresso, colocará R$ 17 bilhões no mercado e deverá reduzir o valor das taxas cobradas para trabalhadores da iniciativa privada, hoje em torno de 35,5% ao ano, conforme o Banco Central (BC).

Embora o governo afirme que a proposta tornará o consignado mais acessível, economistas e analistas financeiros discordam e apontam para o risco que esta facilidade representa para o bolso do trabalhador. “Esse é um negócio que só traz desvantagens, porque aumenta o endividamento em caso de demissão ao dar como garantia aos bancos a reserva que se tem com uma eventual perda de emprego”, avalia o professor de Finanças e Crédito do ISAE/FGV Cesar Augusto França Fernandes.

Se aprovada, a medida permitirá o uso da multa rescisória – que corresponde a 40% do fundo – e 10% do saldo do FGTS para contrair a modalidade de crédito, considerada a mais barata do mercado. Como base de comparação, em 2015 o juro médio do cartão de crédito foi de 431%; o do cheque especial de 287%; e o do consignado de 28,8% ao ano, de acordo com o BC.

Para o diretor de economia da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Roberto Vertamatti, a ação proposta pelo governo irá aumentar o crédito para o consumo, mas não resolverá problemas estruturais da economia, como o incentivo à infraestrutura e ao setor produtivo.

“O FGTS foi criado para salvaguardar os trabalhadores, principalmente em um momento de grande volume de demissões. E usar o fundo para a contração de crédito é um desvio de função semelhante ao que vimos 12 anos atrás, quando era possível comprar ações da Petrobras e da Vale com esse dinheiro”, opina.

Cautela
Diante do atual momento da economia do país, Vertamatti aconselha que o uso do FGTS para empréstimos seja considerado apenas em casos extremos de dívidas no cartão ou no cheque especial, ou então para o financiamento imobiliário.

Já o educador financeiro Reinaldo Domingos é enfático e declara que o trabalhador deve fugir desta possibilidade. “O FGTS tem o objetivo de dar uma garantia para o trabalhador se reconstruir e manter os gastos se for demitido. É um dinheiro sagrado.”

Fonte http://www.gazetadopovo.com.br/economia/financas-pessoais/analistas-consideram-arriscado-usar-fgts-para-fazer-consignado-9nkgq3cprpj2m9zpkoghddf0j – Fábio Cherubini

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Itaú e Banco do Brasil sobem juros do cheque especial e empréstimo pessoal

Itaú e Banco do Brasil sobem juros do cheque especial e empréstimo pessoal

Com a alta de 6,22% para 6,43% ao mês do empréstimo pessoal, Itaú ultrapassou a média da taxa de juros do mercado

O crédito está mais caro em dois dos principais bancos do País. Itaú e Banco do Brasil subiram as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal. Os dados são da pesquisa de taxas de juros realizada pelo Procon-SP e divulgada nesta quinta-feira (11).


PEDRO SILVEIRA
Pesquisa do Procon-SP compilou dados de sete instituições financeiras do País
O Itaú alterou a taxa do cheque especial de 10,56%, em janeiro, para 12,33% ao mês em fevereiro. Já o Banco do Brasil saiu dos antigos 11,80% para 11,91% ao mês. Mesmo com as altas, ambos os bancos ficaram abaixo da média praticada no mercado. De acordo com o levantamento, que abrange sete instituições financeiras, a taxa média neste mês ficou em 12,79%, superior à do mês anterior em 0,27 ponto percentual.

Os juros ao mês do empréstimo pessoal também subiram nas duas instituições financeiras. No entanto, o Itaú foi o único que teve alta acima da média dos sete bancos pesquisados. O banco alterou sua taxa de 6,22% para 6,43% ao mês, ultrapassando a média de 6,41%, que teve leve alta de 0,04 ponto percentual. Já o Banco do Brasil, mesmo com o aumento de 5,50% para 5,60%, ficou bem abaixo.

Além de Itaú e Banco do Brasil, foram pesquisados Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Safra e Santander. Todas essas instituições mantiveram as taxas vigentes em janeiro.

Fonte iG São Paulo
Fotne http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/2016-02-11/itau-e-banco-do-brasil-sobem-juros-do-cheque-especial-e-emprestimo-pessoal.html

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O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário.

Com estímulo, bancos terão mais crédito imobiliário

http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2015/12/594932/size_810_16_9_casa-imovel.jpg
Thinkstock/Jeng_Niamwhan

Casa própria: por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário

O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário.

Em reunião extraordinária, realizada ontem (10), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu uma resolução, divulgada hoje (11), que permite uma melhor gestão das carteiras de crédito imobiliário dos bancos.

Os bancos ganharam um prazo de 12 meses para aplicar recursos de poupança no crédito imobiliário, quando venderem parte da carteira imobiliária.

Por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário.

Quando esse percentual é descumprido, os bancos são obrigados a recolher ao BC montante equivalente à insuficiência de aplicações imobiliárias.

Ao vender parte da carteira imobiliária, o valor cedido tinha que ser total e imediatamente deduzido do saldo de operações de financiamentos imobiliários consideradas para efeito de verificação do cumprimento das exigibilidades de aplicação da poupança.

Agora, em vez de recolher o dinheiro ao BC e assim ter menos dinheiro para conceder crédito, os bancos têm um prazo para obter novos recursos e aplicar nos financiamentos imobiliários.

“Assim, uma instituição que eventualmente esteja operando exatamente no limite mínimo de aplicação obrigatória em financiamentos imobiliários, que no caso é 65% do saldo médio dos depósitos de poupança, teria, caso vendesse parte de sua carteira imobiliária, de recompor imediatamente o montante vendido, por meio da contratação de novas operações imobiliárias”, explicou a Assessoria de Imprensa do BC.

“Do ponto de vista operacional, a resolução permite que os créditos imobiliários cedidos a companhias securitizadoras sejam deduzidos do direcionamento não imediatamente, mas proporcionalmente ao longo de 12 meses”, acrescentou o BC.

Títulos

A securitização, feita por uma empresa especializada, a securitizadora, ocorre quando os créditos imobiliários são transformados em títulos, denominados Certificados de Recebíveis Imobiliários e negociados no mercado financeiro.

Para o BC, o prazo de 12 meses facilita a gestão de ativos e passivos das instituições financeiras, uma vez que é complexo o processo de contração de financiamentos imobiliários, “que envolve rigorosos processos de análise de crédito, obtenção de certidões e avaliações de garantias”.

“Ao conferir prazo um pouco mais dilatado para aplicar os recursos, cria condições mais propícias às instituições financeiras venderem seus créditos para fins de securitização, obter novos recursos e aplicá-los em novos financiamentos imobiliários”, acrescentou o BC.

O BC acrescentou ainda que a medida é complementar à anunciada pelo Ministério da Fazenda na semana passada de aquisição de R$ 10 bilhões de CRI pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), gerido pela Caixa Econômica Federal.

A medida libera mais recursos para a Caixa conceder crédito imobiliário.

Fonte Da AGÊNCIA BRASIL
Fonte http://exame.abril.com.br/economia/noticias/apos-estimulo-do-governo-bancos-poderao-oferecer-mais-credito-imobiliario

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Caixa Federal limita crédito para imóveis

Caixa Federal limita crédito para imóveis

Devido ao aumento de saques da poupança, banco está mais criterioso no financiamento

A Caixa Econômica Federal aumentou o rigor para dar crédito imobiliário, devido à elevação dos saques da caderneta de poupança, principal fonte de recursos para a modalidade de empréstimo. A aprovação dos pedidos de financiamento, segundo a agência de notícias Reuters, passou a ser mais rigorosa e demorada. Clientes sem renda formal ou estável, como autônomos, teriam os pedidos reprovados. E os contratos avalizados têm que esperar até cinco meses para receber os recursos e pagam um valor maior de entrada.

De acordo com a Reuters, dois gerentes de agências da Caixa em São Paulo confirmam o aumento do rigor na aprovação das propostas. Eles informaram que estão fazendo menos crédito imobiliário e mais devagar. A prioridade estaria voltada para os mutuários de empreendimentos financiados pelo próprio banco.

O movimento ocorre em função dos resgates no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principal fonte de financiamentos para o setor. Em 2015, a poupança teve resgates líquidos recordes de R$ 53,57 bilhões.

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto de Abreu Filho, a consequência será o encarecimento do crédito.
A Caixa aposta na expansão da carteira imobiliária pelo Minha Casa, Minha Vida que usa recurso do governo federal. Mas a terceira fase do programa terá 2 milhões de unidades, 1 milhão a menos do que o anunciado anteriormente.

Executivos de construtoras afirmam que o aumento do rigor também atingiu o programa. O diretor de relações institucionais da Cury Construtora, Ronaldo Cury, afirmou que pessoas com renda não estável, como taxistas, têm mais dificuldades para conseguir crédito. Em nota à Reuters, a Caixa informou que “sempre foi e continuará rigorosa nos critérios de concessão de crédito” e que segue os critérios de apuração de renda definidos pelo BC.

Fonte O DIA
Fonte http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2016-02-06/caixa-limita-credito-para-imoveis.html

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Bancos assinam contrato para operar conta-salário de servidores

Bancos assinam contrato para operar conta-salário de servidores

Nove instituições financeiras assinam hoje (5) contrato com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) para operar as contas-salário dos servidores, aposentados, pensionistas, anistiados e estagiários do Poder Executivo Federal.

Os bancos habilitados são: Banco do Brasil, Bancoob, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú-Unibanco, Santander e Sicredi, informou o ministério. O processo ocorreu por meio de edital de credenciamento publicado em dezembro.

“O objetivo do governo com a medida é gerir, de forma adequada, um ativo financeiro importante que passa a ser rentável ao Estado brasileiro”, diz o ministério, em nota.

Como contrapartida financeira, os bancos pagarão ao governo federal 1,03% sobre o salário líquido de cada remuneração creditada. Esse valor não será descontado da remuneração dos correntistas. A estimativa é de uma arrecadação mensal de R$ 79 milhões e anual de R$ 949 milhões.

O mês de início do recolhimento é março e o valor será direcionado à Conta Única do Tesouro Nacional até o décimo dia útil, após a realização dos créditos nas contas-salário. Os contratos terão validade de 12 meses e poderão ser prorrogados até o limite de 60 meses.

Segundo o ministério, a medida alcança 1,358 milhão de correntistas. Para a maioria deles (1,353 milhão), não será necessário adotar qualquer providência adicional, caso queiram continuar recebendo seus salários nos bancos que atualmente os atendem.

Outros 5.495 assalariados, que hoje recebem por bancos não credenciados, terão que optar por uma das nove instituições bancárias habilitadas. Para esta operação, eles serão contatados e orientados por suas unidades de recursos humanos.

O ministério informou ainda que os trabalhadores que quiserem alterar a opção entre as nove instituições habilitadas a qualquer momento, devem entrar em contato com as suas unidades de recursos humanos para solicitar a mudança.

Fonte Agência Brasil
Fonte http://www.jb.com.br/economia/noticias/2016/02/05/bancos-assinam-contrato-para-operar-conta-salario-de-servidores/

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Juntos, Itaú, Bradesco e Santander lucram R$ 47 bilhões

Juntos, Itaú, Bradesco e Santander lucram R$ 47 bilhões

Os grandes bancos privados sentiram de forma mais intensa a recessão do Brasil no final de 2015, quando viram seu lucro líquido e os empréstimos encolherem no fechamento do quarto trimestre ante o terceiro. Diante da deterioração mais intensa dos indicadores econômicos, os calotes subiram, puxando para cima as despesas com provisões para devedores duvidosos (PDDs) e sinalizando que, além de baixa demanda, o ciclo de crédito atual pode ter o risco ainda mais deteriorado ao longo de 2016.

No comparativo anual, ainda foi possível entregar um resultado crescente, mas em contínua desaceleração. Juntos, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander registraram lucro líquido de R$ 11,658 bilhões no quarto trimestre, cifra 5,66% maior que a vista 12 meses antes, de R$ 11,034 bilhões. Se considerados ajustes, o resultado foi 10,9% maior. Em 2015, no entanto, a alta de dois dígitos ainda foi mantida. O resultado líquido dos três maiores bancos do País cresceu 14,55% em relação a 2014, totalizando R$ 47,2 bilhões.

Diante dos sinais de maior fragilidade da economia brasileira, os grandes bancos privados optaram por traçar metas mais tímidas para 2016, além de fornecerem um maior detalhamento do cenário que trabalham para frente. O Itaú, que abriu ontem seus números, adotou, como de costume, uma dose maior de conservadorismo e já admite que sua carteira de crédito pode encolher neste ano. Na melhor das hipóteses, segundo o banco, cresce 4,5%, com destaque para crédito à exportação, enquanto o Bradesco projeta alta entre 1% e 5%. O Santander preferiu não fazer projeções ao mercado.

Quanto aos calotes, os três bancos privados trabalham com a piora na qualidade de ativos em todo o ano de 2016. No caso do Bradesco, o indicador, que mede atrasos acima de 90 dias, deve se deteriorar entre 0,1 e 0,2 ponto porcentual a cada trimestre neste ano. Itaú e Santander (este último foi o único a manter a inadimplência estável no quarto trimestre) não detalharam suas estimativas, mas não veem reversão de tendência na conjuntura atual.

Com mais clientes em atraso, os bancos tiveram de reservar um colchão extra para perdas. O saldo de PDDs cresceu mais de 24% no quarto trimestre de 2015 ante um ano, totalizando R$ 80,4 bilhões.

As despesas com calotes acompanharam a trajetória ascendente, ao avançarem 28,8% de outubro a dezembro, para R$ 13,8 bilhões. Itaú, Bradesco e Santander empurraram, assim, o gasto total com calotes de para mais de R$ 50 bilhões em 2015, número 17,5% maior que o de 2014. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160203/juntos-itau-bradesco-santander-lucram-bilhoes/339904

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Cooperativas de crédito têm mais unidades de atendimento do que outras IF do Sistema Financeiro Nacional

Cooperativas de crédito têm mais unidades de atendimento do que outras IF do Sistema Financeiro Nacional

Além disso, em três meses, a participação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo no SFN passou de 4,40% em junho/15 para 4,58% (set/15)

O número de unidades de atendimento ao público das cooperativas de crédito no Brasil ocupa o primeiro lugar em um ranking que compara o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal. Os dados constam do relatório trimestral do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), referente a setembro de 2015, divulgado pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop).

De acordo com os dados levantados, as cooperativas de crédito possuem 5.432 unidades de atendimento, número superior ao da rede do Banco do Brasil (5.424) e ao de bancos como o Bradesco (4.601), Itau (3.837) e Caixa (3.401).

Outro dado bastante relevante diz respeito aos depósitos do Sistema Financeiro Nacional (SFN) – excluídos os depósitos interbancários – que alcançaram, em setembro do ano passado, o montante de R$ 1,9 trilhões, com crescimento de 2,50% no trimestre. Mesmo com a turbulência econômica a participação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo no SFN (um total de R$ 91,2 bilhões) passou de 4,40% em junho/15 para 4,58% (set/15), sendo os depósitos a prazo nas cooperativas singulares e a captação de depósitos à vista dos bancos cooperativos os principais responsáveis pelo aumento.

O documento acaba de ser divulgado pelo FGCoop. O objetivo, segundo o diretor executivo do Fundo, Lúcio Faria, é consolidar os números do sistema para trazer maior transparência às informações e dados estatísticos, ampliando, assim, o conhecimento do segmento de crédito cooperativo dentro e fora do país. O relatório trimestral é composto por três tópicos: 1) Estrutura do SNCC; 2) Depósitos; 3) Operações de crédito.

IDIOMA – E com o objetivo de conferir maior visibilidade e transparência às informações do SNCC, o site, bem como seu conteúdo está sendo traduzido. Boa parte do material já pode ser lido em inglês. Até o fim deste mês, a versão espanhola também poderá ser acessada.

Fonte brasilcooperativo.coop.br
Fonte http://cooperativismodecredito.coop.br/2016/02/cooperativas-de-credito-tem-mais-unidades-de-atendimento-do-que-outros-bancos-do-sistema-financeiro-nacional/

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Lucro do Bradesco cresce para R$ 17,19 bilhões em 2015

O Bradesco anunciou na manhã desta quinta-feira (28) que seu lucro líquido cresceu para R$ 17,19 bilhões em 2015, um aumento de 14% em relação aos R$ 15,08 bilhões registrados no ano anterior.

No quarto trimestre, os ganhos também cresceram em relação ao três meses anteriores. De R$ 4,12 bilhões, o lucro passou para R$ 4,35 bilhões, alta de 5,6%.

No final do ano passado, a carteira de crédito expandida do Bradesco somou R$ 474,0 bilhões, mostrando estabilidade em relação ao trimestre anterior. As micro, pequenas e médias empresas e as grandes empresas registraram queda de 1,2% e de 0,8%, respectivamente. Já a pessoa física cresceu 1,7% no período.

O índice de inadimplência das operações com atrasos superiores a 90 dias, aumentou, principalmente, em função do menor ritmo de crescimento da carteira de crédito e pelo processo de desaceleração da atividade econômica. De setembro para dezembro, a taxa subiu de 3,81% para 4,06%.

No 4º trimestre de 2015, a despesa de provisão para devedores duvidosos chegou a R$ 4,192 bilhões, uma alta de 8,8% frente ao 3º trimestre, “devido, em boa parte, à inadimplência no período, decorrente, principalmente, da desaceleração da atividade econômica”, diz o balanço.

Fonte http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/01/lucro-do-bradesco-cresce-para-r-1719-bilhoes-em-2015.html

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SP – Bancos lideram ranking do Procon de Santo André

Segundo o levantamento, o banco Itaú Unibanco lidera, com 628 pedidos. O Bradesco vem a seguir, com 616.

De janeiro a dezembro de 2013, o Procon de Santo André registrou 12,4 mil atendimentos. Bancos, empresas de telefonia fixa e móvel, redes de supermercado e operadora de TV por assinatura foram os campeões de reclamação, no acumulado do ano, aponta o ranking divulgado pelo órgão. Segundo o levantamento, o banco Itaú Unibanco lidera, com 628 pedidos. O Bradesco vem a seguir, com 616. Em terceiro lugar aparece a Vivo Telefônica, operadora de telefonia fixa, com 534 reclamações.

Das 628 reclamações do Itaú Unibanco, a empresa conseguiu solucionar 95% dos casos. O item mais reclamado foi referente a cálculo de prestações e de taxa de juros. Já o Bradesco deu resposta positiva a 97% das reclamações, tendo a cobrança indevida como principal reclamação. Terceira colocada, a Vivo Telefônica conseguiu solucionar 78% dos casos e o que mais gerou insatisfação dos consumidores foram cobranças indevidas e abusivas.

Para o diretor do Procon andreense, Marco Aurélio Ferreira dos Anjos, os moradores estão mais atentos em relação a seus direitos e, portanto, reclamam e fiscalizam mais. “Quando a população está mais informada sobre os seus direitos de consumidor, a tendência é que aumente o número de reclamações aqui no Procon”, comenta.

Completam a lista de dez mais reclamadas a operadora de telefonia móvel Claro (533), a TV por assinatura NET (402), as operadoras de telefonia móvel TIM (327) e Oi (274), a rede varejista Grupo Pão de Acúcar (230), a Vivo Celular (229) e o banco Caixa Econômica Federal (186). O ranking completo de atendimento do Procon municipal pode ser acessado no site da Prefeitura ou diretamente no link: http://sistemas.procon.sp.gov.br/rank_estadual2/?m=rank_atend&cid=6.

Fonte http://www.reporterdiario.com.br/

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Juro de banco público é metade do privado

Embora ainda nas alturas, as taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal em 2013 diminuíram um pouco na comparação com o ano anterior, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Procon-SP.

No caso dos empréstimos, a taxa média ficou em 5,27% ao mês, uma queda de 0,27 ponto percentual em relação à de 2012. No cheque especial, a taxa de 8,02% ao mês representa um recuo de 0,57 ponto percentual sobre os juros estratosféricos praticados no ano passado.

O comparativo anual é feito com base na pesquisa mensal do Procon, que capta as taxas de juros máximas praticadas por sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Bradesco, com 6,22% ao mês. A menor taxa foi adotada pela Caixa Econômica Federal, 3,60% ao mês, uma diferença de 2,62 pontos percentuais em comparação ao maior valor. Em relação ao cheque especial, o maior juro médio anual foi do Santander, com 10,09% ao mês. O menor, nessa modalidade, também foi o da Caixa Econômica, com 4,32% ao mês.

Fonte http://www.monitormercantil.com.br/

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Paraná – Banco Mercantil do Brasil encerra atividades em Ponta Grossa

Sem maiores explicações, instituição fecha tradicional unidade em Ponta Grossa. Atendimentos específicos serão realizados na agência até o dia 14 de fevereiro

Sindicato dos Bancários realizou uma mobilização na manhã de ontem

A Agência do Banco Mercantil do Brasil em Ponta Grossa, uma das mais tradicionais na cidade, que iniciou suas operações em 1966, está encerrando o atendimento ao público no município. Fechada nesta terça-feira, a instituição informa que encerrará as atividades por motivo estratégico, e que os clientes serão orientados sobre os procedimentos através de correspondências e avisos na agência. Além de Ponta Grossa, outras sete cidades ficarão sem agência. Um atendimento especializado aos clientes está sendo prestado até o dia 14 de fevereiro – quando fecha em definitivo – na própria agência, localizada na esquina entre as ruas XV de Novembro e Engenheiro Schamber.
Leia a matéria na integra no JM impresso.

Fonte http://www.jmnews.com.br/

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Volume de crédito bancário cresce menos em outubro, informa BC

Em outubro, estoque subiu 0,5%, contra alta de 0,8% no mês anterior.

Pessoas físicas procuram menos cheque especial e cartão de crédito.

O volume total de crédito bancário subiu 0,5% em outubro, para R$ 2,6 trilhões, o que representa uma desaceleração frente ao crescimento de 0,8% registrado no mês anterior, informou o Banco Central nesta quinta-feira (28).
A expansão do crédito em outubro também ficou abaixo da média dos últimos doze meses, informou a autoridade monetária. Com isso, o crédito das instituições financeiras, na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), caiu 0,1 ponto percentual, para 55,4%, no mês passado.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o crescimento menor do crédito bancário em outubro está relacionado com alguns fatores, como a greve dos bancos, que se estendeu até o dia 11 de outubro, além da alta dos juros bancários e, também, do dólar – fator que encarece o endividamento atrelado à variação da moeda norte-americana.

Procura menor por crédito mais caro
Os números do Banco Central mostram que, após procurar um crédito mais caro em setembro (cheque especial e cartão de crédito rotativo – modalidades pré-aprovadas), por conta da greve dos bancários, essa demanda diminuiu no mês passado.
O volume do crédito do cheque especial, por exemplo, subiu 0,4% em outubro – após avançar 4,3% em setembro. O mesmo aconteceu com a procura pelo crédito do cartão de crédito rotativo. Em setembro, o estoque de financiamentos desta modalidade havia avançado 2,8%. Já no mês passado, houve queda de 2,2%. O cheque especial e o cartão de crédito rotativo estão entre as modalidades de crédito mais caras do mercado para pessoas físicas.
Ao mesmo tempo, o volume do crédito consignado (com desconto em folha de pagamentos), uma das modalidades com taxas mais baixas para pessoas físicas, continuou crescendo em outubro. No mês passado, o estoque de crédito desta modalidade subiu 1% – o mesmo percentual de setembro. No crédito consignado, o trabalhador precisa ir nas agências bancárias para contratar o financiamento.
“Não se pode afirmar com certeza que é isso, mas é natural pensar que aquele indivíduo que estava propenso a tomar um empréstimo no início do mês [de outubro] tenha feito depois [do fim da greve]. Os dias posteriores ao fim da greve podem ter tido uma concentração maior de concessões [de crédito]”, avaliou Maciel, do Banco Central.

Fonte Do G1, em Brasília – Alexandro Martello

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Contrariados, bancos estatais brasileiros desaceleram crédito em 2014

Pela 1ª vez em cinco anos, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estão pessimistas

O calendário de Basileia 3 estabelece que, de 2016 a 2019, a exigência do piso de capital subirá gradualmente até 13%, ante os atuais 11% exigidos pelo Banco Central brasileiro.

Uma das principais ferramentas dos bancos para reforçar o patrimônio líquido é a retenção de lucros, mas a pressão do governo federal desde o ano passado para baixar os spreads bancários tem pressionado as margens.

A rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) do setor, historicamente superior a 20%, vem caindo no Brasil e a previsão de executivos dos bancos é de continuidade da queda nos próximos anos.

A Caixa tem conseguido manter níveis maiores — no terceiro trimestre, seu ROE foi de 27%. Contudo, a retenção de lucro tem sido menor, dada a necessidade do governo de receber dividendos para ajudar a reforçar o superávit primário.

Em setembro, o índice de Basileia de Caixa era de 17,7% e o do BB estava em 15,2%. Em relação ao piso atual de 11%, ambos poderiam ampliar a oferta de crédito sem se preocupar com as necessidades de capital. O problema é que as condições para reforçar o capital pioraram e os bancos querem ter alguma folga, por isso a saída é pisar no freio.

Diante da deterioração do quadro macroeconômico nos últimos meses, BB e Caixa notaram uma piora das condições de captação externa, também refletindo a maior instabilidade do mercado com sinais de que o Federal Reserve — banco central dos Estados Unidos — gradualmente reduzirá os estímulos à economia norte-americana, retirando parte da liquidez global.

A Caixa, que pretendia emitir R$ 5,71 bilhões (US$ 2,5 bilhões) em sua estreia com bônus no exterior, levantou metade disso em setembro. O BB, que tem sido frequentador assíduo do mercado de bônus nos últimos anos, ainda considera captar neste ano, após ter feito sondagens mais cedo e decidido esperar mais.

Nos últimos anos, BB e Caixa conseguiram sustentar elevadas taxas de expansão do crédito, e reforçaram a estrutura de capital com recursos do Tesouro ou captações a baixo custo, dada a forte liquidez internacional.

Em 12 meses até setembro, a expansão da carteira de crédito do BB foi de 22,5%o, mais que o dobro da média dos principais concorrentes privados. No caso da Caixa, a expansão foi de 40%.

Fonte http://www.paraibatotal.com.br/

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Clientes de bancos gastam mais com tarifas e serviços e menos com crédito

Levantamento é baseado nos resultados consolidados das grandes instituições financeiras

Maiores custos fazem parte dos pacotes que os bancos oferecem para os clientes

Os resultados consolidados das grandes instituições financeiras até o terceiro trimestre deste ano mostram que o crédito não está mais caro mesmo com a escalada da taxa Selic, mas o brasileiro está gastando mais com tarifas e serviços bancários.

Na média, a receita com crédito das quatro maiores instituições do País, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, cresceu apenas 0,05% nos nove primeiros meses do ano, segundo dados consolidados pela Austin Rating, e só não teve um decréscimo em função do forte aumento da carteira de empréstimos do Banco do Brasil. Já a receita com serviços cresceu na média 12%, com o Itaú Unibanco registrando o maior crescimento no período.

Os bancos não conseguiram acompanhar a forte escalada dos juros futuros e por isso mesmo estão revisando para baixo as projeções que fizeram para o ano. Isso significa que os ‘spreads’, a diferença entre o que o banco paga para ter o dinheiro e o quanto cobra para emprestá-lo a seus clientes, continuam caindo.

Alguns analistas entendem que as instituições financeiras não vislumbraram que os juros subiriam tanto e estão perdendo com o descasamento entre os empréstimos que concederam e o aumento de seus custos de captação.

Essa foi a explicação dada pelo Banco do Brasil, na semana passada quando divulgou seus resultados do terceiro trimestre, para revisar suas expectativas pela segunda vez no ano.

No Bradesco, a explicação para a revisão das projeções foi a redução do ritmo de crescimento do crédito. O banco previa ter margens maiores entre 4% a 8% e agora estima um crescimento máximo de 3%.

Fonte http://www.d24am.com/

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BANCO POSTAL deverá ser instituição financeira

NOVO BANCO PODE ENTRAR EM FUNCIONAMENTO A PARTIR DO ANO QUE VEM

O Banco do Brasil e os Correios pretendem transformar o Banco Postal em uma instituição financeira de fato. A nova empresa, que manterá a marca e deve continuar tendo participações societárias iguais das duas instituições públicas, poderá oferecer todos os produtos e serviços de um banco comercial e estará sob a supervisão mais rigorosa do Banco Central.

“A intenção das duas empresas é criar uma instituição financeira, o que permitirá ampliar o portfólio dos produtos e serviços oferecidos aos clientes do Banco Postal, além de gerar mais sinergia e eficiência à operação”, explicou, em nota, o BB.

Linhas de crédito, seguros, capitalização, cartões pré-pagos, consórcios são algumas das possibilidades de novos negócios que poderão ser feitas nas agências dos Correios, caso a nova parceria seja aprovada por todos os órgãos reguladores – além do BC, Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e ministérios da Fazenda, das Comunicações e do Planejamento.

Segundo Alexandre Abreu, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, o novo Banco Postal tem chances de entrar em funcionamento a partir do ano que vem, pois as duas empresas pretendem entregar o plano de negócios às autoridades competentes ainda no primeiro semestre de 2014.

Esse novo modelo de negócios para os Correios só foi possível depois de uma mudança na legislação em 2011 que permitiu que a empresa oferecesse serviços financeiros, o que é prática comum em outros países, de acordo com o vice-presidente jurídico do ECT, Cléucio Nunes. Para ele, essa é uma das saídas para compensar o prejuízo com os serviços postais, atividade obrigatória da empresa, prevista na Constituição.

O novo Banco Postal deve utilizar as estruturas das duas instituições, o que, segundo o BB, reduziria o volume de investimento necessário para a expansão da rede física de atendimento do maior banco brasileiro. O Banco do Brasil pretende conquistar a parcela da população que ainda não tem conta corrente, estimada em 55 milhões de pessoas, cuja movimentação é de mais de R$ 600 bilhões por ano fora dos bancos.

“Embora tenha aumentado o autoatendimento, essas pessoas que estão iniciando um relacionamento com o banco precisam do contato com os atendentes”, disse Abreu. “É mais vantajoso para o banco esse tipo de parceria do que um crescimento orgânico”, afirmou.

Os Correios atuam como correspondente bancário do BB desde janeiro de 2012. No entanto, com o status de correspondente, a oferta de produtos é restrita a poucas operações, como movimentação de conta corrente, empréstimo, poupança e recebimento de pagamento.

Segundo o BB, desde então foram abertas 2,2 milhões de contas correntes no Banco Postal e mais de 200 milhões de transações foram realizadas usando os mais de 6 mil pontos de atendimento dos Correios que está presente em 95% dos municípios brasileiros. Antes, a capilaridade do BB só alcançava metade dos municípios do país.

Fonte http://epocanegocios.globo.com/

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BMG fecha terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 71 milhões

O Banco BMG fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 71 milhões, queda de 147,5% no lucro líquido contábil na comparação com o mesmo trimestre de 2012 e 68,2% inferior ao segundo trimestre. Em nove meses, o lucro líquido foi de R$ 414,8 milhões, 179% acima do mesmo período de 2012.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (Roae) subiu 27 pontos porcentuais ao fim do terceiro trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2012, para 8,6%; frente ao segundo trimestre, houve queda de 21,2 pontos porcentuais. No acumulado em nove meses, o Roae foi de 17,3% anualizado, queda de 20,8% em relação ao mesmo intervalo de 2012.

A margem líquida financeira subiu 4,2 pontos porcentuais em relação ao terceiro trimestre de 2012, para 9,9%; em nove meses subiu 6,8 pontos porcentuais, para 11,1%. As receitas com intermediação financeira subiram 48,7% no terceiro trimestre, na comparação anual, para R$ 843 milhões; de janeiro a setembro, cresceram 42,2%, em base anual, para R$ 2,434 bilhões.

A carteira de crédito geradora de receita cresceu 25,1% para R$ 20,286 bilhões no terceiro trimestre na comparação com o mesmo intervalo de 2012 e a carteira de crédito cedida caiu 67% para R$ 3,729 bilhões. A carteira de crédito total recuou 12,7% para R$ 24,015 bilhões no terceiro trimestre em base anual.

As captações totais caíram 12,7% para R$ 25,2 bilhões no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2012 e subiram 0,3% em relação ao segundo trimestre. As despesas operacionais, líquidas de outras receitas operacionais, somaram R$ 260 milhões, queda de 0,3% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

O patrimônio líquido do banco cresceu 17,7% em base anual no terceiro trimestre, para R$ 3,453 bilhões, e avançou 2,1% na comparação com o segundo trimestre. Os ativos totais subiram 21,3% no terceiro trimestre, no comparativo anual, para R$ 28,183 bilhões. O índice de Basileia subiu 1 ponto porcentual, para 13,8%, no fechamento do terceiro trimestre, de 12,8% no fim do mesmo período de 2012.

Fonte http://jcrs.uol.com.br/

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BB vê forte competição no crédito a veículos, imobiliário e consignado

O crescimento dos financiamentos imobiliários, o aumento do custo de captação causado pela elevação da Selic e a concorrência entre bancos foram alguns dos motivos que afetaram negativamente o spread de crédito do Banco do Brasil (BB), explicou Ivan de Souza Monteiro, vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB, durante teleconferência com analistas.

“Claramente, houve um retorno da forte competição no financiamento à aquisição de veículos, imobiliário e consignado”, explicou Monteiro.

Vale lembrar que ao longo de 2013, os grandes bancos privados deram foco a segmentos de menor risco, como os de crédito consignado e imobiliário, para fugir da inadimplência.

Ainda durante a teleconferência, Monteiro foi questionado se o banco vai dar mais atenção às receitas de serviços, dado o cenário atual de spreads em queda. O executivo respondeu que não pode dar muitos detalhes sobre as perspectivas para o ano que vem. Ele acrescentou, no entanto, que a performance comercial do banco na área de seguros tem sido “espetacular” e que os resultados prometidos têm sido entregues.

A linha de cartões também tem crescido acima do mercado e organicamente, segundo Monteiro. “Essas áreas continuarão sendo prioritárias para performance no ano que vem.”

Monteiro disse que espera uma melhora “muito grande” dos resultados do Banco Votorantim em 2014.

O avanço das despesas financeiras de captação do BB refletem o aumento recente da taxa básica de juros, a Selic. No terceiro trimestre deste ano, essas despesas aumentaram 13,1% em relação ao período de abril a junho e 10,7% na comparação com terceiro trimestre do ano passado.

Sobre volume de calotes e créditos duvidosos no terceiro trimestre, apontado por analistas como o principal motivo para a depreciação de 5,3% da ação na terça-feira, os executivos de RI voltaram a afirmar que a inadimplência do banco é bastante baixa.

Foram citadas as medidas para mitigação de risco em duas linhas como exemplo. Nos financiamentos a veículos, mais de 80% do crédito a veículos foi tomado por clientes com relacionamento há mais de cinco anos no banco.

Já o crédito ao agronegócio, que tem a menor inadimplência entre as carteiras do BB, mais de 65% do crédito atual safra está protegido contra riscos do setor através de instrumentos mitigadores e de hedge.

Dissídio

O dissídio dos bancários veio ligeiramente acima do que projetava a direção do BB, segundo Ivan Monteiro. Contudo, os executivos do banco esperam que essa elevação dos salários dos funcionários acima do esperado será compensada pelo movimento de aceleração dos processos de aposentadoria.

Na coletiva à imprensa de terça-feira, a direção do BB afirmou que as despesas administrativas devem crescer “dado o dissídio que veio um pouco acima da inflação”.

O executivo garantiu que o banco público está fazendo um “esforço grande” para manter despesas próxima da inflação em 2013. Já para o ano que vem, Monteiro disse que a instituição vai manter a “obsessão” pela melhoria da eficiência e pela redução de custos.

 

Fonte http://www.valor.com.br/ – Karin Sato e Karla Spotorno

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Os 10 maiores lucros dos bancos em um 3º trimestre

Itaú lidera ranking com ganhos de R$ 4,2 bilhões – alcançados entre julho e setembro deste ano

São Paulo – O Itaú Unibanco registrou no terceiro trimestre o maior lucro da história dos bancos em um terceiro trimestre, segundo dados da Economatica.

No período, a instituição financeira somou ganhos de 4,2 bilhões de reais, superando o próprio recorde, de 3,8 bilhões de reais acumulados no terceiro trimestre de 2011.

O lucro do Banco do Brasil, referente ao terceiro trimestre deste ano, ficou de fora dos dez maiores ganhos dos bancos entre os meses de julho e setembro.

O BB lucrou de 2,704 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 0,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Já o lucro do Bradesco no período foi o quarto maior, de acordo com o ranking da consultoria. No terceiro trimestre, a instituição somou ganhos de ais de 3 bilhões de reais.

Veja, a seguir, os 10 maiores lucros de bancos acumulados em um terceiro trimestre, segundo a Economatica:

Banco Lucro em um 3º trimestre Ano
Itaú Unibanco R$ 4,286 bilhões 2013
Itaú Unibanco R$ 3,807 bilhões 2011
Itaú Unibanco R$ 3,372 bilhões 2012
Bradesco R$ 3,064 bilhões 2013
Itaú Unibanco R$ 3,034 bilhões 2010
Banco do Brasil R$ 2,945 bilhões 2011
Bradesco R$ 2,862 bilhões 2012
Bradesco R$ 2,815 bilhões 2011
Banco do Brasil R$ 2,728 bilhões 2012
Banco do Brasil R$ 2,625 bilhões 2010

Fonte http://exame.abril.com.br – Daniela Barbosa

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