Pagamento de dívidas é a principal finalidade de quem faz empréstimos, mostra SPC Brasil

Pagamento de dívidas é a principal finalidade de quem faz empréstimos, mostra SPC Brasil

Foto: DivulgaçãoPagamento de dívidas é a principal finalidade de quem faz empréstimos, mostra SPC Brasil

Endividar-se ainda mais para quitar uma dívida. Pode parecer um contrassenso, mas essa é a principal razão observada entre os consumidores brasileiros que recorrem aos empréstimos em bancos e financeiras. De acordo com um levantamento nacional feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a principal finalidade do empréstimo pessoal é o pagamento de dívidas, como faturas do cartão de crédito, prestações de lojas e até mesmo outros empréstimos adquiridos no passado (41,6%). Em segundo lugar aparecem o pagamento de contas básicas, como aluguel, condomínio, luz, telefone e escola (15,1%). A aquisição de eletrodomésticos (8,7%), a compra de móveis (7,5%) e a realização de viagens (5,5%) completam o ranking de motivações.

“O empréstimo sempre foi visto como uma alternativa para a aquisição de bens de valores elevados, mas o estudo mostra que parte relevante dos consumidores já o enxerga como um meio para resolver problemas financeiros. Se as dívidas saem do controle, pode ser conveniente trocar uma modalidade de crédito mais cara por outra mais barata. Porém, em todos os casos é necessário buscar orientação especializada para encontrar tarifas e juros compatíveis com a realidade financeira e a capacidade de pagamento”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

De acordo com a pesquisa, mais de um terço (35,4%) dos consumidores brasileiros possui nos dias de hoje ao menos um tipo de empréstimo, seja ele com banco (31,3%), financeira (18,0%) ou na modalidade pessoal de consignado (25,5%), que é descontado diretamente da folha de pagamento. E a maioria desses consumidores acredita que o empréstimo pode funcionar como solução para a falta de dinheiro: 75,2% dos brasileiros que atualmente possuem algum empréstimo o veem como algo positivo, sobretudo por ser um recurso de auxílio em situações difíceis (28,9%) e possibilitar a realização de sonhos de consumo (25,2%). Em contrapartida, dois em cada dez entrevistados (19,3%) pensam tratar-se de algo negativo, principalmente pelo fato de muitas pessoas não terem controle sobre os gastos (5,6%) e acabar estimulando o consumo desenfreado e desnecessário (4,8%).

Para Marcela Kawauti o empréstimo deve ser sempre a última opção para consumidores endividados. “Quando a pessoa precisa de uma nova dívida para resolver uma outra dívida mais antiga, algo está errado e mostra que as finanças do consumidor estão desequilibradas. Neste momento, é preciso rever hábitos e atitudes para controlar as finanças antes de partir para esse recurso”, explica.

21% não prestaram atenção em juros e taxas antes de fechar empréstimo pessoal

De acordo com o levantamento, 21,0% dos consumidores que hoje estão pagando parcelas de empréstimo pessoal com bancos admitem não ter observado as condições contratuais, como tarifas e juros cobrados. No caso dos que têm empréstimos com financeiras, que na média cobram os juros mais elevados do mercado, sobe para 28,0% o percentual dos que reconhecem não ter analisado as condições atentamente. Entre os que têm empréstimo consignado, a proporção é de 18,9% de consumidores desatentos.

Para o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, em qualquer tipo de empréstimo é sempre fundamental prestar atenção nas próprias finanças e nas contrapartidas exigidas pelo credor. “Os juros cobrados pelas financeiras, em geral, são maiores do que os praticados pelos bancos. Deixar de analisar esses dados é um sério risco ao bolso do consumidor, pois ele poderá estar trocando uma dívida atual por outra que rapidamente poderá se tornar ainda mais grave”.

Dentre os 31,3% do total de consumidores brasileiros que atualmente possuem algum empréstimo pessoal em banco, 55,0% fizeram a solicitação diretamente com o credor, enquanto 16,4% aceitaram a oferta do banco. Já dos 18,0% que possuem empréstimos pessoal em financeiras, mais de um terço (33,9%) o solicitaram diretamente, ao passo que 22,2% receberam a oferta de uma instituição e aceitaram a proposta. Segundo o levantamento, 11,4% dos tomadores de empréstimos em bancos estão com o ‘nome sujo’ devido a atrasos na quitação das parcelas. No caso dos empréstimos com financeiras, o percentual de devedores registrados em serviços de proteção ao crédito é de 10,5%.

Consumidor divide consignado em 26 parcelas, na média

Atualmente, mais de um quarto (26,5%) dos brasileiros possui empréstimo pessoal consignado, que é descontado mensalmente da folha de pagamento de trabalhadores, aposentados e pensionistas. Entre esses consumidores, mais da metade (55,2%) o fizeram por iniciativa própria, tendo procurado a instituição financeira e 12,3% receberam uma proposta e acabaram aceitando. Na média, cada entrevistado dividiu o empréstimo em 26 parcelas, quantidade bastante superior a constatada entre os consumidores que possuem empréstimos com bancos (9 parcelas, em média) e financeiras (5 parcelas, em média).

A economista Marcela Kawauti esclarece que embora o consignado – que cobra taxas mais baratas do que outros tipos de empréstimos – seja uma modalidade popular em situações de sufoco, como pagar uma dívida muito cara, como o rotativo do cartão de crédito ou em situações de emergência, é preciso tomar alguns cuidados extras. “O consumidor que contratar um empréstimo consignado precisa estar consciente de que irá comprometer parte de sua renda por um longo período. Por isso, é fundamental analisar as condições oferecidas e o impacto das parcelas no orçamento mensal. É como se houvesse uma redução de salário e a pessoa precisa ser capaz de adaptar-se a essa nova situação”.

(Redação – Agência IN)

Fonte http://investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/pagamento-de-dividas-e-a-principal-finalidade-de-quem-faz-emprestimos-mostra-spc-brasil

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Pesquisa aponta consumidor cauteloso com empréstimo, mas aumenta a intenção de contratar financiamento imobiliário

Pesquisa aponta consumidor cauteloso com empréstimo, mas aumenta a intenção de contratar financiamento imobiliário

emprestimos

Os brasileiros mantem prudência em contratar linhas de crédito em 2016. É o que aponta a pesquisa trimestral realizada em conjunto pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

De acordo com o levantamento, 82% dos consumidores não estão dispostos a tomar crédito em 2016. Na comparação com o levantamento anterior, a intenção do consumidor se manteve estável, entretanto, 43% relevaram a intenção de contratar o crédito imobiliário, alta de 10 pontos percentuais. Quando questionados sobre outras linhas de crédito, 33% disseram que estão dispostos a contratar crédito consignado, 33% automotivo e apenas 24% querem contratar um CDC.

Quanto à intenção de conseguir um financiamento este ano, o percentual subiu 1 ponto este ano para 19%. O sentimento negativo recuou 1 ponto percentual, 81% não se sente propenso a fazer um financiamento. O automóvel aparece como primeiro item na lista de intenções (58%), seguido por imóvel (54%), empréstimo pessoal (21%), eletrodoméstico (20%) e consignado (9%).

Neste quesito, a classe alta (A/B) se diz menos propensa a realizar um financiamento, 18% – redução de 8 pontos percentuais em comparação ao ano anterior.

A amostra inclui 1.00 entrevistas, sendo 52% mulheres e 48% homens – com idade entre 18 e 65 anos.

Avaliação da situação pessoal

Neste primeiro trimestre de 2016, 86% dos entrevistados disseram que pretendem economizar mais, 11% não vão mudar o padrão de consumo e 3% vão gastar mais.

A inflação tem impactado o padrão de consumo de 90% dos entrevistados, sendo que os itens mais atingidos foram lazer 86%, vestuário 83%, alimentação 74%, transporte 50%, saúde 43% e educação 37%.

O nível de endividamento dos consumidores voltou a crescer atingindo 69% – alta de 3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. O comprometimento com o cartão de crédito é apontado por 70% dos endividados, seguido por carnê (30%), financiamento de veículo (19%), financiamento imobiliário (15%), CDC (15%), leasing (3%) e outros (19%).

Situação do Brasil

Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados avaliam a situação do País como péssima, 37% ruim, 13% regular, 3% boa e 1% ótima.

A preocupação em relação ao futuro aumentou 21 pontos percentuais no primeiro trimestre deste ano, comparado ao primeiro levantamento: de 47% (em 2014), 66% (em 2015) e saltou para 68% (em 2016).

Para 68% dos entrevistados o sentimento em relação ao futuro é de preocupação. Quando perguntados sobre a situação do Brasil, 83% dos entrevistados avaliaram como ruim ou péssima. Além disso, 68% acreditam que o consumo das famílias também irá piorar, 66% avaliam que a oferta de crédito vai piorar este ano e 75% dos ouvidos enxergam maior aumento da taxa de juros.

Com relação ao futuro, apenas 1% acredita que a situação econômica do Brasil vai melhorar no primeiro semestre de 2016, um recuo de 10 pontos percentuais. A expectativa de melhora no segundo semestre também caiu (5 pontos). Com relação a 2017 o consumidor se demonstra mais otimista – 18% disseram que a situação vai melhorar no primeiro semestre e 13% no segundo.

Desemprego

Os consumidores acreditam que desemprego vai aumentar nos próximos meses (84%). Por outro lado, estão otimistas quanto a manutenção do seu emprego – (36%) sim, (28%) não. O percentual de desempregados se manteve estável comparado a pesquisa anterior (36%).

Pesquisa completa pode ser lida através do link:

http://tamer.com.br/ftp/PesquisaAcrefi.pdf

Mais informações e entrevistas de imprensa com a Tamer Comunicação Empresarial (11) 3031. 2388

Fonte http://www.segs.com.br/economia/12210-pesquisa-aponta-consumidor-cauteloso-com-emprestimo-mas-aumenta-a-intencao-de-contratar-financiamento-imobiliario.html

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Procon alerta sobre empréstimo consignado ao trabalhador privado

Procon alerta sobre empréstimo consignado ao trabalhador privado


Os empréstimos consignados, aqueles com desconto em folha de pagamento e que possuem taxas de juros mais baixas que as outras modalidades de crédito, aparentemente não atendem aos empregados da iniciativa privada, já que atualmente esta modalidade de crédito tem se restringido quase que exclusivamente aos servidores públicos e pensionistas do INSS. Talvez a explicação seja o fato de ainda ter na iniciativa privada uma alta rotatividade no mercado de trabalho, trazendo insegurança aos bancos na hora de conceder este tipo de crédito.

Para tentar mudar essa situação, o governo federal, por meio de uma Medida Provisória publicada no final de março deste ano, possibilitou aos servidores públicos que foram demitidos sem justa causa, utilizar até 10% do saldo de sua conta vinculada ao FGTS e até 100% da multa rescisória do FGTS como garantia para o pagamento do saldo devedor desses empréstimos contratados na modalidade de consignado.

A expectativa do governo é que essa medida traga desenvolvimento nessa modalidade de crédito ao setor privado, já que os consignados são mais comuns no setor público e com isso, reduzir as taxas de juros cobrados dos trabalhadores da iniciativa privada. No entanto, ainda que essa mudança traga mais segurança aos bancos e fomente as ofertas desse tipo de empréstimo aos funcionários do setor privado, o Procon Goiás sugere cautela na hora de contratar o empréstimo.

Avalie se a contratação é de fato necessária
Os juros menores se comparado com as outras modalidades de crédito, podem fazer a oferta ficar tentadora. No entanto, faça uma avaliação do quanto isso vai comprometer seu orçamento. Lembre-se das despesas fixas comuns de todo mês (água, luz, aluguel, supermercado, etc) e das despesas imprevistas que podem acontecer (medicamentos, etc).


Contratação
Se de fato for necessária a contratação, faça a escolha por quem lhe fornece não a menor taxa de juros, mas sim, o meno Custo Efetivo Total contrato(CET). Muitas vezes, uma taxa baixa como forma de atrair o consumidor, pode esconder despesas com valores elevados como seguro, taxa de cadastro, etc, que pode fazer com que a opção não seja tão boa quanto outro banco que oferece uma taxa de juros maior.

Este percentual deve ser repassado por escrito, a pedido do consumidor, antes da contratação. Sua recusa configura como prática abusiva e deve ser denunciada. Verifique ainda o valor e a quantidade de cada parcela. Lembre-se que prazo menor é a melhor opção, pois além de pagar menos juros no período, em caso de ocorrer imprevisto e ficar inadimplente, serão cobrados juros moratórios, multa e correção monetária sobre a parcela em atraso.

Cuidados
As instituições financeiras não podem comercializar crédito consignado por telefone, nem cobrar Taxa de Abertura de Crédito (TAC). No entanto, não confunda com a Taxa de Cadastro (TC), que é permitida sua cobrança. Sugere-se que apenas assine o contrato após estar totalmente preenchido.

Liquidação antecipada
Saiba que de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, em caso de pagamento antecipado de qualquer uma das parcelas é obrigatória a retirada dos juros e demais acréscimos proporcionais aos meses restantes. O Procon Goiás realiza esse tipo de cálculo para comparação com o saldo devedor fornecido pelo banco.

Mais informações: (62) 3201-7134

*Assessoria de Imprensa do Procon

Fonte http://www.goiasagora.go.gov.br/procon-alerta-sobre-emprestimo-consignado-ao-trabalhador-privado/

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Crédito para fugir da crise econômica

Crédito para fugir da crise econômica


Cleber Gonçalves e Tiago Vergette participaram do programa Diário da Manhã e orientaram os espectadores sobre a possibilidade da busca de empréstimos para vencer o momento de crise

– Caixa disponibiliza linhas especiais para pessoas físicas e jurídicas
A alternativa para vencer a crise econômica que deixa muita gente preocupada no país pode estar em um empréstimo. No momento que o laço aperta, muitas pessoas e até mesmo empresários lançam mão de recursos rápidos, como cartões de crédito e até cheques especiais, que acabam tornando o problema ainda pior. Para ajudar quem está com a corda no pescoço, a Caixa Econômica Federal disponibiliza linhas de crédito especiais para pessoas físicas e jurídicas. A instituição atua com especialistas que trabalham na busca da solução ideal para cada problema.
Um desses profissionais é Cleber Gonçalves Couto, gerente de pessoa física da Caixa. “O momento é de mudanças. Vemos alterações significativas neste cenário do crédito e de produtos. O cliente tem que buscar alternativas às suas necessidades. Hoje em dia ele tem cheque especial ou cartões, que são linhas de crédito mais altas. Nosso objetivo é mostrar que o cliente pode optar por linhas mais seguras e baratas”, comenta o especialista. Segundo Cleber, existem diversas opções, como crédito consignado para servidores públicos, com taxas menores e prazos maiores. “Um exemplo é o prazo que costuma ser concedido para os funcionários da Prefeitura de Teresópolis, que têm até 96 meses pra quitar essas linhas.
Os gerentes da Caixa Cleber Gonçalves e Tiago Vergette apontam a obtenção de linhas de crédito como forma de obter fôlego e enfrentar a crise sem trocar os pés pelas mãos
Os gerentes da Caixa Cleber Gonçalves e Tiago Vergette apontam a obtenção de linhas de crédito como forma de obter fôlego e enfrentar a crise sem trocar os pés pelas mãos
Outra opção, para servidores ou não, é a linha de Crédito Imóvel Próprio, com o imóvel sendo colocado como garantia e um prazo de até 240 meses pra pagar. Com isso a dívida pode ser diluída num prazo mais longo, vencendo o momento da crise e com taxas menores, a partir de 1,39% ao mês, mais TR, o que é bastante reduzido dentro do cenário atual”, detalha Cleber.
Por fim, o gerente Caixa convida os clientes a comparecerem a uma das agências para buscar ajuda dos profissionais. “O interessante é ir à agência para receber as orientações de forma mais clara e precisa de acordo com a necessidade de cada um. Sempre há uma solução para o problema. Quando estamos envolvidos diretamente com a situação, essa solução acaba sendo mais complicada. Quando procuramos alguém que tem o conhecimento no mercado, a gente acaba enxergando o outro lado e novas possibilidades. Na agência conversamos e buscarmos alternativas saudáveis financeiramente para o cliente”, finaliza.

Pessoa jurídica
Mas não são apenas as pessoas físicas que enfrentam problemas econômicos. Empresas também precisam driblar a crise para seguir em frente e auxiliar diretamente na movimentação econômica do município. Segundo o gerente Tiago Vergette, especialista no atendimento às pessoas jurídicas, mesmo trabalhando com cuidado, o empresário não deve deixar de investir. “A cautela é sempre necessária em qualquer tipo de investimento. Mas o empresário não pode perder a vontade de investir, porque é dessa movimentação que vem o crescimento para a cidade como um todo”, recomenda.
Segundo Vergette, enquanto instituição, a Caixa se coloca à disposição do empresariado em geral, principalmente para orientar sobre as melhores linhas e investimentos. “Hoje apresentamos linhas de capital de giro com taxa de juros a partir de 1.8% e linhas de compras de máquinas e equipamentos com taxas a partir de 1.07% ao mês com prazos dilatados, podendo chegar até 60 meses. É importante que o empresário mantenha esse seu perfil de investimento porque a crise é momentânea e vai passar. Quem estiver preparado nessa hora, com investimentos feitos, com certeza vai ter maior taxa de sucesso do que quem ainda estiver se preparando”, recomenda.
Finalizando, Tiago garante que o principal objetivo de seu trabalho é orientar o cliente sobre a melhor linha pra resolver às necessidades imediatas. “Então as linhas rotativas são mais caras, já as linhas de longo prazo são mais baratas. Tudo depende da capacidade e do perfil do cliente. Ninguém tem que se apavorar. Pode procurar a nossa equipe e vamos orientar da melhor maneira para buscar uma parceria para solucionar o problema do empresário e consecutivamente da sociedade também. Solução sempre há, basta sentar e conversar. Sempre é possível achar um caminho”, diz.
– See more at: http://netdiario.com.br/credito-para-fugir-da-crise-economica/#sthash.6CnPA9ju.dpuf

Fonte http://netdiario.com.br/credito-para-fugir-da-crise-economica/

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TRT-SC determina que Banco do Brasil feche postos de atendimento fora de agências em todo o país

TRT-SC determina que Banco do Brasil feche postos de atendimento fora de agências em todo o país

Agência Banco do Brasil

Decisão em primeiro grau é baseada em alegação de terceirização da atividade fim. Banco ainda não foi notificado e cabe recurso

O juiz Valter Tulio Amado Ribeiro, da Tribunal Regional do Trabalho 12ª Região, em Santa Catarina, determinou, na noite da última quinta-feira, o fechamento das agências correspondentes do Banco do Brasil em todo o país. O pedido foi baseado na alegação de que os contratos firmados com os colaboradores que atuam nestes postos, localizados, em geral, em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos, seriam uma terceirização da atividade fim do banco, o que é proibido por lei.

A ação foi movida por uma mulher que trabalhou em um posto de atendimento do Banco do Brasil até 2014. Ela alega que, mesmo sendo contratada por outra empresa, como caixa terceirizada, desempenhava funções idênticas às dos funcionários do banco, que, por determinação legal, são admitidos por concurso. O advogado responsável pelo pedido, Allexsandre Gerent, afirma que o modelo de contratação por terceirização observado nas agências correspondentes é uma fraude.

– Parece uma agência do Banco do Brasil, mas não é. O cliente nem sabe. E os trabalhadores não têm nenhum dos direitos que os concursados têm – explica Gerent.

Na decisão, o juiz determina que o banco “abstenha-se de delegar sua atividade fim a lojas, postos e agências correspondentes, com a finalidade de desenvolver tarefas de sua atribuição como entidade bancária vinculada ao Banco Central do Brasil”. O descumprimento da ordem acarretaria multa de R$ 1 milhão por dia.

As agências regulares do Banco do Brasil não são atingidas pela decisão, ou seja, seguirão abertas e sem restrições no atendimento. Procurado, o banco afirmou que ainda não foi notificado. Cabe recurso.

Fonte Diário Catarinense
Fonte http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/04/trt-sc-determina-que-banco-do-brasil-feche-postos-de-atendimento-fora-de-agencias-em-todo-o-pais-5778906.html

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Dados de aposentados vazam para instituições – Correspondentes bancários estariam recebendo o resultado da aposentadoria antes dos trabalhadores

Dados de aposentados vazam para instituições – Correspondentes bancários estariam recebendo o resultado da aposentadoria antes dos trabalhadores


Mesmo sem solicitarem e sem a confirmação da aposentadoria, trabalhadores recebem ligações de empresas oferecendo crédito consignado ( FOTO: BRUNO GOMES )

Os trabalhadores que dão entrada no pedido de pensão ou aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estão sendo assediados por instituições financeiras antes mesmo de receber a resposta do órgão. Na realidade, eles estão descobrindo que seus pedidos foram aceitos pelos os próprios operadores bancários, em ligações feitas para oferecer operações de crédito consignado ao recém-segurado.

Foi o que aconteceu com o microempresário Vicente de Paula Sousa. Ele conta ter entrado com o pedido de aposentadoria em uma das agências do INSS no dia 15 de março e, dois dias depois, recebeu uma ligação de uma correspondente bancária. “Quando atendi, ela disse parabéns, que meu pedido tinha sido aprovado e que estava oferecendo um empréstimo no valor de R$ 25.367,70”, relatou.

Vicente, que ainda não tinha recebido uma resposta sobre a sua solicitação ao INSS, ficou surpreso com a ligação. “Perguntei como é que eles sabiam disso e eles responderam que tinham um convênio com o INSS. Como é que pode, um terceiro saber da minha aposentadoria antes de mim? Sabiam o valor da parcela, o dia em que o dinheiro tinha entrado na conta, meu endereço”, reclamou.

Ontem, outra instituição bancária voltou a ligar para o microempresário. “Vieram me parabenizar também e ofereceram um empréstimo de R$ 25.540, para pagar em 72 meses, em parcelas de R$ 774, que dá R$ 55.728. Para que eu pagasse, só de juros, mais de R$ 30 mil. Senti, novamente, uma invasão da minha privacidade”, contou Vicente. Enquanto isso, ele ainda aguarda pelo correio a correspondência do INSS com a resposta para o seu pedido de aposentadoria, que sequer chegou.


Dois dias após pedir a aposentadoria, Vicente de Paula recebeu uma ligação oferecendo empréstimo ( FOTO: KID JÚNIOR )
Inesperado

O mesmo aconteceu com o aposentado João Crisóstomo ao dar entrada no pedido de aposentadoria há cerca de três anos. “Estava em casa, ainda aguardando uma resposta do INSS, quando um banco me ligou oferecendo um empréstimo consignado. Disse que eu estava aposentado desde tal dia e disse até o valor do benefício. Como é que o banco sabe disso antes de mim? Essa informação só pode sair de dentro do INSS”, reclamou.

Incomodado com a situação, Crisóstomo voltou à agência da Previdência Social e relatou o ocorrido ao gerente. “Ele queria que eu fizesse uma reclamação por escrito, mas eu não fiz. Fui lá só para avisar. Ele ficou de tomar providências, mas eu também não procurei mais saber”, destacou Crisóstomo.

A aposentada Iva Holanda também recebeu uma oferta de crédito consignado antes mesmo de que recebesse uma resposta do INSS, quando fez o pedido, há pouco mais de um ano. “Eles já estavam sabendo de vários detalhes do meu pedido. E continuaram mandando coisas, panfletos, para a minha casa. Reclamamos e eles pararam”.

Sigilo

O caso é alvo de investigação do Ministério Público Federal. Procurada pela reportagem para comentar a origem dos dados dos aposentados e pensionistas, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) optou por não posicionar e apontou o INSS como responsável sobre o assunto.

O INSS, por sua vez, informou que os dados dos seus segurados são mantidos em sigilo e que, em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros. O órgão orientou os beneficiários que, por questões de segurança, não forneçam o número de benefício ou seus dados pessoais a terceiros.

Denúncias devem ser feitas por meio da Ouvidoria do Ministério do Trabalho e Previdência Social, pela Central de Atendimento 135. A Previdência Social possui órgãos de controle que apuram e tratam esses assuntos.

Assédio

De acordo com Cláudia Santos, diretora geral do Procon Municipal de Fortaleza, os consumidores que se sentirem constrangidos pela insistências dessas empresas podem fazer uma reclamação no site do Procon (http://www.fortaleza.ce.gov.br/procon), pelo link Atendimento Virtual. Após receber a demanda, o órgão entrará em contato com a instituição.

Saiba mais

Dicas sobre Empréstimos consignados

1 – Analise sua real necessidade de fazer um empréstimo;

2 – Procure somente instituições reconhecidas pelo Banco Central;

3 – Leia o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo;

4 – Não faça empréstimos a terceiros, pois a responsabilidade será sua;

5 – Cuidado com a cobrança de taxas indevidas, como de adesão;

6 – Nunca firme empréstimos com agiotas;

7 – Não aceite a imposição de venda do seguro ou a obrigatoriedade de aceitar cartão de crédito.

Fonte http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/dados-de-aposentados-vazam-para-instituicoes-1.1516857
por Yohanna Pinheiro – Repórter

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MS – Financeira é condenada a pagar R$ 13 mil a cliente cobrada irregularmente

MS – Financeira é condenada a pagar R$ 13 mil a cliente cobrada irregularmente

Uma financeira de Naviraí – cidade localizada a 366 km de Campo Grande – foi condenada pelos desembargadores da 3ª Câmara Cível do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) a pagar R$ 10 mil por danos morais e outros R$ 3 mil por danos materiais para uma cliente, confirmando decisão já tomada em primeira instância.

De acordo com os autos, a autora da ação sofreu durante três meses cobrança indevida, recebendo notificação extrajudicial sob a ameaça de ser ajuizada uma ação de busca e apreensão referente a uma dívida já quitada.

No recurso, a empresa alega que a condenação, quando sucumbente, se limita ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios sucumbenciais, e que os honorários convencionados entre as partes não constituem dano material passível de indenização.

A BV também afirmou que na data em que houve a inscrição nos órgãos de restrição ao crédito, a empresa não registrou nenhum pagamento, razão pela qual não há o que se falar em dano moral, requerendo então minoração do valor definido para danos morais.

Porém, os desembargadores não acataram os pedidos da empresa, mantendo o já definido anteriormente pela Justiça.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/bv-financeira-e-condenada-a-pagar-rs-13-mil-a-cliente-cobrada-irregularmente – Nyelder Rodrigues

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Como declarar dívidas e empréstimos no Imposto de Renda 2016

Como declarar dívidas e empréstimos no Imposto de Renda 2016


A Receita Federal avalia a variação do patrimônio do contribuinte a cada ano, comparando todos os pagamentos efetuados com os rendimentos obtidos. Como os pagamentos de parcelas de uma dívida provocam oscilações no patrimônio, eles devem ser informados na declaração para que o Fisco possa realizar essa análise.
Todos os empréstimos feitos em 2015 e que tenham valor superior a 5 mil reais, incluindo os contraídos e quitados integralmente no ano passado, devem ser declarados à Receita.
Empréstimos que não utilizam os bens adquiridos como garantia – como os feitos entre pessoas físicas, o crédito consignado, crédito pessoal ou cheque especial – devem ser informados na ficha “Dívidas e Ônus Reais” da declaração.
Já os financiamentos de imóveis e de veículos, nos quais o bem que está sendo comprado costuma ser oferecido como garantia do pagamento da dívida ao banco, devem ser incluídos na ficha “Bens e Direitos”.
Como declarar empréstimos que não têm bens como garantia
Todos os empréstimos que não forem feitos por alienação fiduciária (quando o bem é dado como garantia, como no financiamento de carros e imóveis) devem ser informados na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, com o código específico do credor.
Todos os empréstimos concedidos por bancos devem ser informados com o código “11 – Estabelecimento bancário comercial”. Já empréstimos concedidos por cooperativas de crédito devem ser classificados com o código “12 – Sociedade de crédito, financiamento e investimento”.
Empréstimos concedidos por empresas, com exceção de bancos e sociedades de crédito, devem ser incluídos na ficha com o código “13 – Outras pessoas jurídicas”. O código “15 – Empréstimos contraídos no exterior” deve ser usado para declarar empréstimos concedidos por pessoas físicas ou jurídicas localizadas no exterior.
Após escolher o código correspondente ao tipo de empréstimo, o contribuinte deve inserir o valor do saldo devedor, que é o valor total do empréstimo menos as parcelas já pagas até aquela data, no campo “Situação em 31/12/2015”. A cada ano, o saldo devedor deve ser atualizado, subtraindo-se as parcelas pagas ao longo do ano.
No campo “Discriminação”, é necessário informar o valor do empréstimo; o destino dos recursos (reforma da casa, por exemplo); a forma de pagamento, adicionando o número de parcelas e valores; a natureza da dívida (crédito consignado, por exemplo); e os dados do credor, com nome e número do CPF ou CNPJ.
O contribuinte deve incluir o motivo do empréstimo na declaração porque a Receita pode investigar como ele adquiriu determinado bem sem ter os recursos necessários para realizar a compra. Ou seja, se o contribuinte não incluir esse dado na declaração, ele corre o risco de cair na malha fina.

Por exemplo, alguém que tenha contraído um crédito consignado em 2015 para a compra de móveis no valor de 6 mil reais em 10 parcelas de 680 reais (um total de 6.800 reais com juros), e tenha quitado oito parcelas (5.440 reais) até 31/12/2015, deverá informar, no campo “Discriminação”, algo como: “Empréstimo consignado de 6 mil reais para a aquisição de móveis, concedido pelo banco “X” (CNPJ: xxxxxx) e dividido em 10 parcelas de 680 reais”.
Neste caso, o campo “Situação em 31/12/2014” deve ficar em branco, uma vez que o empréstimo foi feito em 2015. Já o campo “Situação em 31/12/2015” deve incluir o saldo devedor, que é quanto resta pagar. No exemplo, o valor a ser inserido seria 1.360 reais (o valor total de 6.800 reais menos 5.440 reais já pagos).
Como declarar empréstimos com bens como garantia, como financiamento de carros e imóveis
Na maioria dos casos, o financiamento de um imóvel ou de um carro usa o bem comprado como garantia por meio da alienação fiduciária. Por isso, em quase todos os casos a transação deverá ser declarada na ficha de “Bens e Direitos”.
Veja detalhes sobre como declarar financiamentos no Imposto de Renda.
Em alguns casos, o comprador pode tomar um empréstimo sem dar o bem como garantia ao utilizar o crédito consignado, por exemplo, para comprar um carro. Transações feitas entre pessoas físicas também não costumam usar o bem como garantia. Em ambas as situações, o empréstimo deve ser declarado na ficha “Dívidas e Ônus Reais”.
Veja como declarar a compra de um carro e a compra de um imóvel
Empréstimo entre familiares, amigos e conhecidos
Os empréstimos feitos entre pessoas físicas também devem ser declarados, contanto que sejam superiores a 5 mil reais.
Esse tipo de empréstimo deve ser declarado praticamente da mesma forma que o concedido pelo banco: na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, mas com o código “14 – Pessoas físicas”. Além disso, em vez de informar o CNPJ do banco, é preciso informar o CPF da pessoa que concedeu o empréstimo.
Quem emprestou o dinheiro também deve informar a transação ao Fisco. A declaração é feita na ficha “Bens e Direitos”, com o código “51- Crédito decorrente de empréstimo”, com o valor, nome e CPF de quem recebeu o empréstimo; e a forma de pagamento, se à vista ou em parcelas, informando as quantias.
Saldo negativo em conta corrente
Os saldos negativos em conta corrente também devem ser declarados como dívidas se forem superiores a 5 mil reais.
Esses valores também devem ser informados na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, mas na linha “11 – Estabelecimento bancário comercial”.
Financiamento estudantil
O pagamento de financiamentos estudantis é declarado na ficha “Dívidas e Ônus Reais” com o código que corresponde ao tipo de credor que forneceu o crédito.
O valor pago à instituição de ensino, ainda que com recursos do financiamento, pode ser deduzido como despesa com educação no ano do pagamento das parcelas. Já o pagamento do empréstimo ao banco que forneceu o crédito não pode ser deduzido (veja quais gastos com educação são dedutíveis do Imposto de Renda).
Ou seja, o contribuinte pode deduzir os gastos com educação da base de cálculo do imposto enquanto estiver de fato estudando e as mensalidades estiverem sendo pagas. Se depois de se formar ele continuar pagando as prestações do empréstimo, como ocorre no Fies, esses valores não poderão ser deduzidos da declaração.
Para deduzir esses gastos com educação, os valores devem ser informados na ficha “Pagamentos Efetuados”, com o código “1 – Instrução no Brasil”.

Fonte http://www.jornalfloripa.com.br/emcimadahora/site/?p=noticias_ver&id=37223

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Cresce número de pessoas que têm empréstimo negado pelos bancos

Cresce número de pessoas que têm empréstimo negado pelos bancos

Por conta dos juros, população está mais cautelosas na hora de fazer empréstimo (Foto: Fernando Antunes)
As pessoas andam com dificuldade para conseguir empréstimos este ano. Com muita gente endividada e o risco de inadimplência, cerca de 15% dos pedidos aos bancos são negados, segundo pessoas que trabalham no setor.

De acordo com o Banco do Brasil, em dezembro de 2015, o crédito consignado da instituição fechou o balanço com R$ 62,50 bilhões concedidos, um aumento de 5,86% em relação a 2014, que foi de R$ 58,84 bilhões. Mas as solicitações tiveram um aumento muito maior no mesmo perído, com crescimento de 50%.

Como está cada vez mais difícil conseguir empréstimo, o setor começou 2016 retraído.

Segundo uma funcionária que trabalha com empréstimo consignado e não quis se identificar, o número de pessoas que tem conseguido liberação de dinheiro caiu cerca de 15% nesses três primeiros meses do ano. “Os clientes estão sem margem porque atingiram o limite de crédito que podem pegar. E por conta disso, nosso serviço cai”.

Endividado, o gerente Walmir Neto disse que antes conseguia refinanciar suas dívidas, mas que do meio do ano passado pra cá não há mais esta possibilidade. Ele fez seu primeiro empréstimo há cerca de oito anos no valor de R$ 10 mil, com juros de cerca de 3%, mas nunca mais conseguiu quitar.

“Por um problema na estrutura da minha casa tive que pegar um dinheiro com o banco há oito anos, e não conseguiu parar desde então. Tive que pegar um valor alto e com isso as parcelas ficaram salgadas, desde então não consigo quitar o empréstimo porque sempre que liberam faço um novo refinanciamento das parcelas. Estou em uma bola de neve e cada vez mais endividado”.

Um dos motivos, segundo a recepcionista Liara Santos é a inflação. Com as contas mais caras e o mesmo salário, a mãe de dois filhos conta que faz empréstimo desde que casou, há cerca de seis anos. Recentemente, a família fez um empréstimo de R$ 12 mil em cinco parcelas de R$ 3.200, aproximadamente.

“Meu marido é funcionário público então conseguimos pegar com taxas menores, mas mesmo assim é complicado. Para não nos enrolarmos ainda mais, tiramos nossos filhos da escola particular e optamos pela pública este ano até nos restabelecermos”.

A informação em algumas financeiras é de que os bancos estão mais criteriosos por conta do aumento da inadimplência. Mas o Banco do Brasil afirma que não tem verificado qualquer sinal de alerta para fraudes nas contratações de crédito consignado e que mantém 96,5% do seus créditos vinculados a servidores públicos e beneficiários do INSS, segmentos que oferecem menor risco. Que o banco monitora suas contratações e que a maioria daqueles que fazem negócios com o Banco possuem conta há pelo menos cinco anos e recebem seus proventos ou benefícios do INSS na instituição.

Até para os que teriam o cadastro do consignado aprovado, empréstimo ganhou um status muito mais sério, que exige calma na hora de avaliar.

A vendedora Lidiane Ferreira lembra dos juros. Apesar de serem mais baixos do que o de empréstimo comum, ainda é alto diante da crise financeira em que está. “Peguei empréstimo uma vez há dois anos e quitei recentemente. Falar que eu não tenho vontade é mentira, afinal quem não precisa de um dinheiro extra hoje em dia? O problema são as taxas que estão muito altas, por isso prefiro economizar e pagar minhas dívidas da forma que posso mesmo”.

O empréstimo consignado é um tipo de serviço oferecido pelas instituições financeiras e empresas conveniadas, onde as parcelas são descontadas diretamente do salário da pessoa que fez a solicitação. Trabalhadores com carteira assinada, aposentados e pensionistas do INSS, funcionários públicos federais, estaduais, municipais e também os militares entram neste grupo. Entre as facilidades, a segurança de recebimento, os juros menores que demais empréstimos e a possibilidade de solicitar o valor mesmo estando com débitos penentes, são os maiores atrativos desta transação. Memso com valores inferiores, muitos consumidores estão evitando esta modalidade porque estão preocupados em como pagar.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/cresce-numero-de-pessoas-que-tem-emprestimo-negado-pelos-bancos – Mariana Castelar

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Sem anuidade, Lendico lança cartão de crédito consignado

Sem anuidade, Lendico lança cartão de crédito consignado

Plataforma online de crédito pessoal, lança o Lendico Plus, cartão de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS

Criado por volta de 1999 pelo Governo, o crédito consignado é uma ótima alternativa para aposentados e pensionistas que precisam de crédito para uma viagem, uma compra e até a realização de um sonho de consumo, e não querem se enrolar com dividas, já que o valor da parcela é descontado diretamente do benefício do cidadão.

O cartão de crédito Lendico Plus traz essa alternativa de forma ainda mais prática para o consumidor e tudo pode ser feito online. O pedido é feito pelo site com o número da matricula do INSS e, assim que aprovado, é enviado diretamente ao consumidor. O valor mínimo da fatura é descontado diretamente da folha de pagamento do benefício.

Com limite de até 1,3 vezes o valor da renda do beneficiário, o cartão ainda permite o saque de 98% do limite, além de ter bandeira internacional. Seguindo a proposta de transparência e taxas mais acessíveis da Lendico, os juros do crédito rotativo são de apenas 3,39%, contra valores de 7% a 11% aplicados atualmente no mercado.

Sobre a Lendico
Lançada em julho de 2015 no Brasil e presente em mais de cinco países, a Lendico chegou para mudar o cenário e a visão sobre crédito pessoal no País. Por meio de um site que proporciona segurança e facilidade de acesso, a empresa oferece as melhores taxas de juros do mercado, mostrando que um empréstimo pode ser uma alternativa vantajosa para quitação de dívidas com tranquilidade ou até mesmo para a realização de um sonho.

Fonte http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,821948,Sem_anuidade_Lendico_lanca_cartao_de_credito_consignado_,821948,4.htm

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Lucro da Caixa em 2015 foi de R$ 7,2 bilhões

Lucro da Caixa em 2015 foi de R$ 7,2 bilhões

Banco teve um aumento de 0,9% em relação a 2014; margem financeira alcançou R$ 41 bilhões


Ações para aumento da eficiência operacional geraram economia de R$ 2,8 bi no ano

A Caixa Econômica Federal alcançou lucro líquido de R$ 7,2 bilhões no ano de 2015, aumento de 0,9% em relação a 2014. O retorno sobre o patrimônio líquido médio nos últimos doze meses foi de 11,4%.

A margem financeira alcançou R$ 41 bilhões, avanço de 18,9% em 2015, impactada, principalmente, pelo aumento de 30,5% nas receitas de crédito e de 44,9% no resultado com títulos e valores mobiliários e derivativos.

A Caixa ampliou o relacionamento com clientes, o que possibilitou o aumento das receitas com prestação de serviços e tarifas em 12,6% em 2015. Os principais destaques foram as receitas originadas pelo relacionamento com clientes nas contas correntes e cestas de serviços, que cresceram 30,7%, pelos cartões de crédito em 12% e pelos convênios e cobrança em 10,1%.

A Caixa intensificou as ações para racionalização de gastos e aumento da produtividade, com foco na sustentabilidade dos seus resultados, o que possibilitou que as outras despesas administrativas crescessem apenas 5,6% em doze meses, significativamente abaixo da inflação observada no período, que ficou em 10,7%. O mesmo comportamento foi observado nas despesas de pessoal, que alcançaram R$ 19,8 bilhões, evolução de 10,5%.

Os índices de cobertura de despesas de pessoal e administrativa apresentaram comportamento de melhoria e aumentaram, respectivamente, 1,9 p.p. e 2,3 p.p. nos últimos doze meses e chegaram a 104,8% e 66,2%, os melhores dos últimos três anos.

A carteira de crédito ampla avançou 11,9% em 12 meses e alcançou saldo de R$ 679,5 bilhões, representando 20,9% do mercado, aumento de 1,1 p.p. no market share em 12 meses. O crédito habitacional continuou a ser o principal destaque do crédito da Caixa, com evolução de 13% no ano e saldo de R$ 384,2 bilhões, que representa a liderança de mercado com 67,2% de participação.

O crédito comercial para pessoas físicas e jurídicas totalizou R$ 199,4 bilhões, alta de 4,8% em 12 meses. Já as operações de saneamento e infraestrutura apresentaram, ao final de 2015, saldo de R$ 70,9 bilhões e crescimento de 24,9% em relação a 2014.

Ao final de 2015, 90% da carteira de crédito da Caixa estava classificada nos ratings de melhor qualidade, de AA-C, e o índice de inadimplência acima de 90 dias foi de 3,55%, aumento de 1 p.p. no ano, influenciado pelas operações comerciais para pessoa física e para micro e pequenas empresas. O impacto da desaceleração econômica na inadimplência desses segmentos foi atenuado pelo fortalecimento dos modelos de risco e de cobrança.

As captações alcançaram saldo de R$ 940,9 bilhões, com crescimento de 15,3% em 12 meses e em volume suficiente para cobrir 138,6% da carteira de crédito. As letras, as captações internacionais e os empréstimos e repasses foram as fontes de recursos que apresentaram maior crescimento em 2015, de respectivamente, 21%, 45,7% e 21,4%.

Os depósitos tiveram crescimento nominal de R$ 35,6 bilhões em 12 meses, e chegaram a R$ 454,7 bilhões em 2015. A poupança, com saldo de R$ 241,4 bilhões, continua sendo a fonte de recursos mais importante para o financiamento das operações habitacionais. Mesmo com o comportamento do mercado, a Poupança da Caixa apresentou elevação de 1,9% no saldo e ampliou a sua participação no mercado em 1 p.p., chegando a 36,8% no final do ano.

Em 2015, a Caixa era responsável pela gestão de mais R$ 2 trilhões em ativos, aumento de 12,3% em 12 meses, impulsionado principalmente pelos ativos próprios, que chegaram a R$ 1,2 trilhão, avanço de 13%.

Em doze meses, a Caixa injetou R$ 732,7 bilhões na economia brasileira por meio de contratações de crédito, distribuição de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal, destinação social das loterias, dentre outros.

A base de clientes da Instituição alcançou 82,9 milhões de correntistas e poupadores em 2015, alta de 5,9% em 12 meses. A carteira de pessoas físicas atingiu 80,7 milhões, e a de pessoas jurídicas, 2,2 milhões.

Carteira de Habitação:
As contratações da carteira de crédito habitacional somaram R$ 91,1 bilhões ao final de 2015, dos quais R$ 55,5 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 34,8 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 807 milhões contratados com outros recursos. A Caixa continua líder nesse segmento com participação no mercado de 67,2%.

Crédito Comercial:
A carteira de crédito comercial atingiu R$ 199,5 bilhões de saldo e R$ 270,7 bilhões contratados ao final de 2015, valores 4,8% e 4,4% superiores aos registrados em 2014, respectivamente. As operações com pessoas físicas atingiram saldo de R$ 103,2 bilhões, alta de 9,8% em 12 meses. O segmento de pessoa jurídica totalizou saldo de R$ 96,2 bilhões.

O crédito consignado foi o principal destaque no segmento pessoa física, com volume contratado de R$ 30,7 bilhões e saldo de R$ 59,6 bilhões, crescimento de 12,8% em 12 meses. A participação da CAIXA no mercado de crédito consignado avançou 0,83 p.p. em 12 meses, alcançando 21,8% em dezembro de 2015.

Saneamento e infraestrutura:
As operações de saneamento e infraestrutura, que possibilitam investimentos nas áreas de mobilidade urbana, energia, logística, e saneamento básico, por exemplo, alcançaram saldo de R$ 70,9 bilhões, com evolução de 24,9% em 12 meses.

Rural:
O Crédito Rural CAIXA atingiu saldo de R$ 7,5 bilhões em 2015, evolução de 52,4% em relação ao ano anterior. As contratações em 2015 atingiram a soma de R$ 7 bilhões, avanço de 40,7% em 12 meses.

Captações de Recursos:
Uma das principais fontes de recursos para o crédito imobiliário, a poupança apresentou saldo de R$ 241,4 bilhões ao final de 2015, alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A CAIXA permaneceu na liderança do mercado, com 36,8% de participação, ganho de 1 p.p. em 12 meses. Ao final de 2015, a CAIXA possuía 63,8 milhões de contas de poupança, crescimento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os depósitos a prazo somaram R$ 168,9 bilhões ao final de 2015, evolução de 18,1% em 12 meses. Os recursos em CDB correspondiam a 63,3% desse total, com saldo de R$ 106,9 bilhões, alta de 19,3% em relação a 2014. Na mesma comparação, os depósitos judiciais aumentaram 16%, atingindo saldo de R$ 62 bilhões.

As Letras de Crédito Imobiliário alcançaram saldo de R$ 111,9 bilhões, avanço de 28,2% em 12 meses. As Letras Financeiras encerraram dezembro com saldo de R$ 40,7 bilhões, crescimento de 7,5% em 12 meses.

Benefícios Sociais e ao Trabalhador:
A Caixa, como principal agente operador dos programas sociais do governo federal, contribui ativamente para a melhoria da qualidade de vida e da distribuição de renda da população brasileira. Em 2015, foram pagos cerca de 163,3 milhões de benefícios sociais, correspondendo a R$ 27,5 bilhões.

O principal programa de transferência de renda, Bolsa Família, pagou cerca de 157,7 milhões de benefícios no período, totalizando R$ 26,4 bilhões.

Em relação aos programas voltados ao trabalhador, a CAIXA foi responsável por realizar 150,1 milhões de pagamentos de benefícios em 2015, que totalizaram R$ 208,8 bilhões. Entre eles o Seguro-Desemprego, Abono Salarial e PIS, corresponderam a R$ 39,7 bilhões.

As aposentadorias e pensões pagas aos beneficiários do INSS totalizaram 64,8 milhões, somando R$ 72,1 bilhões.

A arrecadação do FGTS atingiu R$ 113,5 bilhões e os saques, R$ 96,9 bilhões. No quarto trimestre de 2015, o Fundo era composto por 146,6 milhões de contas.

Rede de Atendimento:
A rede de atendimento CAIXA possui 63,6 mil pontos de atendimento, nos quais foram realizadas mais de 7,9 bilhões de transações bancárias. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 27,6 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 31,7 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento, além de duas agências-barco. A CAIXA conta atualmente com 97,5 mil empregados concursados, além de 15 mil estagiários e aprendizes.

Clique aqui e acesse o balanço completo.

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Caixa aumenta de 50% para 70% limite de empréstimo em imóvel

Caixa aumenta de 50% para 70% limite de empréstimo em imóvel

De acordo com a presidente da Caixa, Miriam Belchior, as condições desse tipo de empréstimos incluirão tanto o primeiro, como o segundo imóvel, criando “uma folga” ao proprietário


DR

Diante da baixa demanda por imóveis, a Caixa Econômica Federal decidiu aumentar de 50% para 70% o limite do financiamento em imóveis usados para trabalhadores do setor privado. No caso do setor público, esse limite chega a 80%.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o aumento vale para empréstimos feitos dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

De acordo com a presidente da Caixa, Miriam Belchior, as condições desse tipo de empréstimos incluirão tanto o primeiro, como o segundo imóvel, criando “uma folga” ao proprietário.

Ela estima que R$ 16,1 bilhões dos R$ 21,7 bilhões anunciados pelo conselho curador do FGTS devem ficar com o banco estatal.

Fonte http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/196168/caixa-aumenta-de-50-para-70-limite-de-emprestimo-em-imovel

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Banco Bonsucesso registra lucro de R$ 133,5 milhões em 2015

Banco Bonsucesso registra lucro de R$ 133,5 milhões em 2015

Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do Banco Bonsucesso

Resultado é o melhor na história do banco, que prevê investimentos para tornar o Bonsucesso um banco digital

O Banco Bonsucesso divulgou, nesta quarta-feira, 2, seu balanço relativo ao exercício de 2015. A instituição financeira registrou, no ano passado, o melhor resultado de sua história, com lucro líquido de R$ 133,5 milhões. O Patrimônio Líquido alcançou o volume a R$ 473,1 milhões; o total das captações atingiu R$1,45 bilhão; e os ativos totais chegaram a R$ 2,1 bilhões.

Para o presidente do Bonsucesso, Paulo Henrique Pentagna Guimarães, o resultado reforça o excelente momento que o banco atravessa. “Estamos capitalizados, com muita liquidez, atuando de forma conservadora no quesito empréstimos e investindo fortemente na nossa estrutura interna de TI, visando segmentos de mercado que podem ampliar nossas receitas de prestação de serviços. Estamos muito preparados para atravessar esse momento de instabilidade da economia”, afirma o presidente.

Após realizar a joint venture com o Banco Santander, em 2014, o Bonsucesso passou por um período de transição em 2015. Ao longo do ano, realizou as cessões das carteiras de crédito consignado e cartão de crédito consignado para o Bonsucesso Consignado (banco criado com a parceria entre as duas instituições), do qual é detentor de 40%.

As operações de crédito para pequenas e médias empresas encerraram o ano com um volume de R$ 273 milhões. O número reflete a atuação conservadora da instituição no segmento Middle Market. “Diminuímos nossa exposição, aumentamos nossas garantias e focamos em operações mais seguras para o banco. Esse movimento já vinha sendo feito desde 2014, momento no qual já vislumbrávamos a crise atual”, explica Paulo Henrique.

Para 2016, o Bonsucesso aposta em novos nichos de mercado que permitirão a instituição crescer suas receitas na oferta de serviços. “Ainda no primeiro semestre, vamos lançar nossa plataforma de Adquirência e nossa expectativa é mais do que dobrar as operações de recebíveis a partir de então”, diz o presidente.

Outro segmento no qual o banco vem investindo é a área de câmbio. Em 2015, a instituição reestruturou o setor, investiu em novos e experientes profissionais e ampliou a oferta de serviços para a transferência de recursos do exterior para o Brasil e vice-versa. “Como o Brasil ficou barato, este é um setor que tem crescido e temos feito boas operações”, explica o executivo.

Paulo Henrique considera que o ano de 2016 será difícil para a economia brasileira, mas tem olhado com bastante atenção para o mundo digital. “Acredito que o futuro é o banco digital e vamos investir para que o Bonsucesso caminhe nesta direção”, afirma.

Fonte http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/financasg/item/2412-banco-bonsucesso-registra-lucro-de-r$-133,5-milh%C3%B5es-em-2015.html

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Caixa registra queda de 30% na demanda de crédito por pessoa física em 2015

Caixa registra queda de 30% na demanda de crédito por pessoa física em 2015

O vice-presidente de Finanças da Caixa Econômica Federal, Márcio Percival, comentou durante a apresentação de resultado da instituição nesta terça-feira, 8, que a demanda por crédito no banco, tomando por base as consultas feitas por clientes, caiu 27% no ano passado. Segundo ele, na pessoa física, houve retração de 30%. Percival disse também que o banco está, assim como as demais instituições do sistema financeiro, procedendo com renegociações de dívida e que o foco tem sido na busca de mais garantias.

O executivo confirmou também a cessão de R$ 13 bilhões de carteiras, o que representa 2% da carteira de crédito total do banco, parte das quais estavam provisionadas e já carregavam perdas.

A Caixa estima crescer entre 7% a 11% sua carteira de crédito em 2016, abaixo da expansão de 11,9% realizada ao longo do ano passado. O guidance de 2015 para a expansão da carteira de crédito era de aumento de 11% a 15%.

Para ativos totais, a Caixa estipulou como guidance um crescimento de 11% a 15%, acima da projeção de 2015, que era de 7% a 11% de expansão. No ano passado, os ativos totais da Caixa cresceram 13%.

O banco público tem como meta gerar receitas de prestação de serviços entre 10% a 13% superiores às obtidas em 2015, quando essas receitas aumentaram 12,6%, dentro da faixa que havia sido estabelecida de expansão de 13% a 16%.

Para o Índice de Basileia, a Caixa estima fechar o ano de 2016 entre 13% a 15%. Em 2015, o índice foi 14,4%, dentro do guidance também de 13% a 15%.

Inadimplência

A Caixa tem expectativa de que a inadimplência permaneça no primeiro trimestre no mesmo patamar de dezembro de 2015, disse Percival. O banco público fechou o ano com o índice de inadimplência em 3,55%, acima do patamar de 2,56% de dezembro de 2014. “Esperamos que a inadimplência comece a cair a partir do segundo semestre e que fique no patamar de 3,55% a 3,80% nos primeiro seis meses”, afirmou Percival.

Captação e PDD

A elevação nas despesas com captação de recursos e as despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD) são os eventos mais desafiadores para a Caixa Econômica Federal em 2016, disse Percival.

“As despesas com captação são o maior desafio da Caixa, assim como as com PDD”, disse. Ele ponderou, entretanto, que o banco está preparado para isso e tomando medidas voltadas para a redução de seus custos e busca de eficiência.

Segundo ele, do ponto de vista de captação, a queda na arrecadação com a poupança levou o banco a aumentar o funding a partir de outras alternativas mais caras, como as letras de crédito imobiliário e certificados de depósito bancário. As captações alcançaram saldo de R$ 940,9 bilhões ao final de 2015, crescimento de 15,3% em 12 meses. Percival afirmou que o custo do funding do banco subiu de 75% do CDI para 76,5% do CDI.

A participação das LCIs no funding total subiu de 16% em 2014 para 17% em 2015, enquanto dos CDBs foi para 18%, de 16%. A participação da poupança no funding da Caixa no ano passado caiu, por sua vez, para 39%, de 43% em 2014. A participação no funding da emissão de letras financeiras ficou estável em 7%, de acordo com Percival.

As despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD) cresceram 49,5% em 2015, para R$ 19,657 bilhões. De acordo com o executivo da Caixa, o aumento das despesas com PDD reflete a inadimplência e a provisão prudencial, de cerca de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões, composta para fazer frente ao cenário macroeconômico desafiador, assim como perdas com Petrobras e Sete Brasil.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160308/caixa-registra-queda-demanda-credito-por-pessoa-fisica-2015/350344

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AL – Banco do Brasil é condenado a pagar quase R$ 25 mil a correntista por saque indevido

AL – Banco do Brasil é condenado a pagar quase R$ 25 mil a correntista por saque indevido

Cliente afirmou não haver sacado ou autorizado a retirada de dinheiro de sua conta; decisão foi publicada no Diário da Justiça desta sexta-feira (4)

O Banco do Brasil terá que pagar indenização de R$ 20 mil, por danos morais, e de R$ 4.825,00, por danos materiais, a uma cliente que teve desconto indevido na conta corrente. A decisão, publicada no Diário da Justiça desta sexta-feira (4), é do juiz Ayrton de Luna Tenório, da 1ª Vara Cível de Maceió.

De acordo com os autos, houve desconto de R$ 4.825,00 da conta da cliente, valor referente ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A correntista afirmou que nunca sacou ou autorizou que sacassem a referida quantia. Disse ainda haver tentado, por diversas vezes, resolver o problema junto ao banco, mas sem sucesso.

A instituição financeira sustentou que não tem qualquer tipo de responsabilidade quanto ao saque realizado na conta da autora, tendo em vista que foram utilizadas as informações pessoais e bancárias da cliente, como senha eletrônica numérica e alfabética, e o cartão da conta corrente, descaracterizando a existência de fraude ou estelionato.

Para o magistrado, o fato de a ré alegar que não tem como informar se foi efetivamente a autora que realizou o saque não afasta a sua responsabilidade quanto ao dano ocorrido. “A negociação de contratos e serviços é responsabilidade da empresa fornecedora, que possui o dever de zelar pela perfeita qualidade do serviço prestado e, por isso, deve obrar com cautela na condução de suas atividades financeiras”, afirmou Ayrton de Luna Tenório, ressaltando que “aquele que obtém proveito econômico em sua atividade torna-se responsável pelos riscos a ela inerentes”.

Matéria referente ao processo nº 0714532-50.2013.8.02.0001

Fonte: TJAL
Fonte http://www.alagoas24horas.com.br/958314/banco-brasil-e-condenado-pagar-quase-r-25-mil-correntista-por-saque-indevido/

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RJ – DESVIO DE FUNÇÃO – Oferecer cartões e empréstimo é atividade de instituição financeira, diz TST

RJ – DESVIO DE FUNÇÃO – Oferecer cartões e empréstimo é atividade de instituição financeira, diz TST

Oferecer cartões e empréstimos a clientes é atividade própria de instituição financeira, mesmo quando exercida em lojas do comércio varejista. Com esse entendimento, a 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o recurso de uma rede de lojas de departamento que contestava a decisão de primeira instância que havia enquadrado uma ex-funcionária nessa categoria. Com isso, a trabalhadora deverá receber as diferenças relativas à carga horária e aos benefícios devidos aos financiários.

A trabalhadora contou na ação que foi contratada pela loja, mas oferecia aos clientes os produtos financeiros de uma empresa do mesmo grupo econômico. Por isso, ela pedia o reconhecimento de vínculo com a financeira, assim como e os direitos especiais concedidos aos financiários, como a jornada de seis horas.

A 54ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro julgou improcedente o pedido, por entender que a trabalhadora foi contratada pelo comércio e exercia sua atividade dentro de uma loja da rede. Segundo a sentença, a outra empresa do grupo não pode ser considerada uma instituição financeira, pois não é controlada pelo Banco Central. Além disso, não se trata de sociedade anônima, como determina o artigo 17 da Lei 4595/64, que trata do sistema financeiro nacional.

No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, ao julgar recurso da funcionária, reformou a decisão e condenou as duas empresas por fraude na terceirização e sonegação de direitos pertencentes aos financiários. A corte entendeu que a financeira fazia todo o atendimento relativo a seus produtos por intermédio de trabalhadores contratados pela loja. De acordo com o acórdão, essa intermediação é ilícita, pois as atividades exercidas pela vendedora se inserem no objeto social da financeira.

As rés recorreram ao TST. Argumentaram que a funcionária apenas abordava os clientes e recolhia dados pessoais, mas não fazia qualquer tarefa de análise e aprovação de crédito. Porém, a relatora do caso, ministra Dora Maria da Costa, não acolheu a explicação.

Para a ministra, o reconhecimento do vínculo com a financeira e dos consequentes direitos previstos nas normas coletivas dos financiários decorre da constatação de que os serviços prestados realmente se inseriam nas atividades da instituição financeira. A decisão foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Processo RR-10103-95.2013.5.01.0054

Fonte http://www.conjur.com.br/2016-fev-24/oferecer-cartoes-emprestimo-atividade-instituicao-financeira

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RS – Liminar determina redução de juro em empréstimo bancário

RS – Liminar determina redução de juro em empréstimo bancário

Em decisão monocrática, a Desembargadora Mylene Maria Michel, da 19ª Câmara Cível, concedeu pedido de um cliente que reclama dos juros de um empréstimo contraído junto ao Itaú Unibanco em novembro de 2015. A taxa anual cobrada pelo banco é de 168%, quando, segundo o autor da ação, deveria se limitar a 84,9%. Na mesma ação, o cliente pede a vedação de inscrição negativa em órgãos de proteção ao crédito.

Decisão

A magistrada entendeu que, por não estar clara a natureza do contrato, a operação deve ser designada como empréstimo pessoal não consignado. Mencionou que a taxa média de juros remuneratórios fica em torno 120,4% ao ano, conforme média indicada pelo Banco Central do Brasil.

Na análise da Desembargadora verifica-se que o percentual, comparado ao aplicado pelo banco, extrapola em muito a média de mercado.

“Considerando que se trata de abusividade no período contratual, alegação verossímil, e havendo o fundão receio de dano grave, cabível a antecipação de tutela, justificada, também, pelo pedido de depósito dos valores incontroversos”.

Assim, ficou o cliente autorizado a depositar em juízo, mensalmente, os valores referentes à taxa média de 120,4%. O Itaú Unibanco fica ainda vedado de incluir o cliente em cadastros restritivos de crédito.

Proc. 70068272939

Fonte: Da redação (Justiça em Foco), com TJRS.

Fonte http://www.justicaemfoco.com.br/desc-noticia.php?id=112995&nome=Liminar%20determina%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20juro%20em%20empr%C3%A9stimo%20banc%C3%A1rio

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Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

Mesmo com juros de 3%, procura por consignado cresce em tempo de crise

Logotipos de Bancos
A taxa de juros do crédito consignado é uma das mais baixas do mercado, já que esse tipo de operação possui convênios que são firmados entre o banco e instituições públicas e privadas. Porém, quem tem dívidas, precisa ficar atento ao contratar o crédito nesse tempo de instabilidade. Os juros podem chegar até 3% ao mês.

No banco Santander, são dois tipos de crédito consignado, um para quem depende do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) com taxa de juros de 2,29%. Já no crédito consignado privado, os juros variam entre 1,70% a 3%, dependendo da negociação da empresa.

Conforme o superintendente executivo de crédito consignado do Santander, Eduardo Jursevic, os clientes estão procurando este tipo de crédito mais do que nunca. “Nós inclusive indicamos mais o crédito consignado do que utilizar o cheque especial, por exemplo, onde a taxa de juros varia de 2,39% a 14,95%”, alega.

Segundo Jursevic, a indicação para o crédito consignado deve-se ao fato de ser mais barato. “A capacidade dos clientes de pagar o rotativo é menor, tanto no INSS quanto no privado, pois o salário mínimo aumentou e isso aumenta o crédito, além de que o consignado alonga a dívida e as parcelas cabem no orçamento”, avalia.

Na Caixa Econômica Federal, as taxas do crédito consignado são bem menores, a partir de 1,5% ao mês. Em Mato Grosso do Sul, 35 mil contratos foram firmados na contratação do crédito em 2015. O banco lembra que as prestações mensais são descontadas diretamente do salário e o valor não pode ser maior que 3??0% do salário ou benefício mensal.

No Sicredi, a procura pelo consignado juntamente com o crédito pessoal são as duas maiores linhas do banco. A instituição não informa qual o valor da taxa de juros, pois variam para o servidor Público, Privado, Estadual e INSS, que são diferenciadas pelo prazo das operações. O principal público que utiliza este tipo de crédito é o servidor público e estadual e em 2015, a maioria das contratações foram renovações.

Para o economista Sérgio Bastos, o crédito consignado tem uma das taxas de juros mais baixas, pois as operações são diferentes de empréstimos. “Como o crédito é concedido para concursados, aposentados e pensionistas, o banco tem uma garantia e as taxas acabam sendo mais baixas”, alega.

A recomendação para quem precisa de empréstimo é recorrer ao consignado. “Melhor o consignado do que o cheque especial que tem taxas altas de juros, mas ao contratar esse crédito, o cliente tem que saber que vai ter uma parcela extra, além dos compromissos que já tem”, comenta.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/economia/mesmo-com-juros-de-3-procura-por-consignado-cresce-em-tempo-de-crise – Renata Volpe Haddad

 

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BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015


BMG teve lucro líquido de R$ 189 milhões em 2015

Com foco em Cartão de Crédito Consignado, banco passou a operar no convênio INSS e lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal com débito em conta para aposentados, pensionistas e servidores públicos

O Banco BMG S.A. e suas controladas (“BMG” ou “Banco”) divulgaram nesta quinta-feira, 18, seus resultados consolidados referentes ao período encerrado em 31 de dezembro de 2015, independentes.

No exercício de 2015, o Lucro Líquido atingiu R$ 189 milhões. O Patrimônio Líquido encerrou o ano com saldo de R$ 3.145 milhões e o Índice de Basileia atingiu 19,1%, já considerando o cronograma de implementação das normas de Basileia III.

O banco mantém uma posição robusta de liquidez, encerrando o trimestre com caixa total de R$ 2.310 milhões. A Margem Financeira Líquida (NIM) foi de 6,6% no exercício de 2015. Por sua vez, o Banco Itaú BMG Consignado S.A., joint venture entre o Itaú Unibanco e o BMG, encerrou o período com carteira de crédito total de R$ 29.271 milhões.

Seguindo a estratégia de focar no Cartão de Crédito Consignado, em setembro o BMG passou a operar no convênio INSS e, em outubro, já era líder de mercado. Por conta da abertura desse convênio, a carteira do BMG cresceu 111,6%, no ano, e 85,1% no trimestre, encerrando 2015 com saldo de R$ 3.321 milhões, sendo a concentração total de 51,7% no INSS.

Em janeiro de 2016, a instituição lançou o BMG em Conta, operação de crédito pessoal, com débito em conta, exclusivo para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. O produto está diretamente correlacionado com o público do Cartão de Crédito Consignado e possui alto potencial de cross-sell.

Fonte http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/financasg/item/2329-bmg-teve-lucro-l%C3%ADquido-de-r$-189-milh%C3%B5es-em-2015.html

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DF – Itaú encerra conta-corrente de cliente sem dar motivos e é condenado na Justiça

DF – Itaú encerra conta-corrente de cliente sem dar motivos e é condenado na Justiça


Banco pagará indenização por danos morais Foto: Edilson Dantas / O Globo

O Itaú terá que indenizar uma correntista que teve a conta encerrada sem qualquer justificativa. A mulher já era cliente há 20 anos do banco e receberá R$ 3 mil por danos morais. A decisão é do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
Em sua defesa, o a instituição financeira argumentou que não há lei que o obrigue a manter relação jurídica com quem não lhe interessa. O Itaú também ressaltou que adotou as cautelas necessárias para o regular encerramento da conta, tendo inclusive avisado a cliente e emitido ordem de pagamento em seu favor, com o saldo disponível na conta.
O juiz responsável pelo caso avaliou que o banco desrespeitou o art. 39, IX, do Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços “recusar a venda de bens ou a prestação de serviços diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento”.
Segundo o magistrado, ficou claro “que a autora mantinha movimentação financeira razoável em sua conta, bem como cumpria regularmente suas obrigações contratuais, razão pela qual não há de se falar que o banco agiu no exercício regular de seu direito”. Além disso, o encerramento abrupto causou prejuízos à cliente, que precisou reorganizar a administração das suas finanças.

Fonte http://extra.globo.com/noticias/economia/itau-encerra-conta-corrente-de-cliente-sem-dar-motivos-e-condenado-na-justica-18706921.html

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Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.