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Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda


Mariano Testa acredita na recuperação da economia somente em 2018 – Foto: Itamar Aguiar

Aumenta a oferta de crédito para as pessoas físicas. Banco Agiplan aposta firme neste segmento de mercado oferecendo inovação e tecnologia para atender a demanda

O longo período de recessão que atravessa a economia brasileira reduziu os investimentos das empresas e, com isso, ampliou a oferta de crédito para as pessoas físicas que representam hoje um mercado equivalente ao das empresas. A constatação é do presidente do Banco Agiplan, Marciano Testa, que prevê um período de estabilização financeira ao longo de 2017 e aposta num aquecimento dos negócios a partir de 2018.

Neste cenário, para atender ao movimento do mercado e as expectativas dos clientes o Banco Agiplan aliou tecnologia para tornar o seu mix de serviços e produtos totalmente digital. Ao mesmo tempo para atender aqueles que não estão conectados ao mundo virtual, anunciou durante o “Tá na Mesa” da Federasul, nesta quarta-feira (05/04), a expansão física do Banco que até junho quer ter 400 agências espalhadas pelo Brasil.

Testa informou que o investimento total será de R$ 110 milhões. Recursos que também serão destinados para qualificar as plataformas digitais e a melhoria dos processos. Com um patrimônio líquido superior a R$ 250 milhões e mais de R$ 1 bilhão de ativos, o Banco Agiplan projeta superar R$ 1 bilhão de receita em 2017.

Ao longo dos 18 anos de atuação, a instituição conquistou a confiança de mais de 1,5 milhões de clientes no País (concentração maior na região sudeste). Destes 70% são jovens entre 18 e 30 anos. Para atender as expectativas do seu público o banco está cada vez mais presente no ambiente digital. Ao lançar o olhar para o futuro, a instituição lançou o seu aplicativo (agipag), considerado pioneiro por permitir que sejam realizadas qualquer operação financeira com poucos toques na tela dos dispositivos móveis. Inclusive pagamento com QR Code.

Recuperação

Testa acredita que o mercado só terá fôlego com a queda taxa Selic e também “quando resgatar a confiança das pessoas físicas”. A medida também vai impulsionar os investimentos por parte da classe produtiva. “Hoje o estoque de crédito para pessoas físicas e jurídica se equiparou”, revelou o presidente ao dizer que a recuperação deve acontecer em meados de 2018.

O presidente confia que as reformas propostas pelo Governo Federal são essenciais para devolver a estabilidade econômica ao País. “Já tivemos o primeiro passo com a regulamentação da terceirização”, pontuou ele ao afirmar que com a nova regra vai ser possível abrir novos postos de trabalho, inclusive no seu Banco. “Precisamos assistir à queda da curva do desemprego”, finalizou Testa.

Fonte http://felipevieira.com.br/site/aumenta-a-oferta-de-credito-para-as-pessoas-fisicas-banco-agiplan-aposta-firme-neste-segmento-de-mercado-oferecendo-inovacao-e-tecnologia-para-atender-a-demanda/

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Conheça passo-a-passo para evitar cancelamento de débito automático

Conheça passo-a-passo para evitar cancelamento de débito automático

Algumas estratégias fazem toda diferença na hora de evitar o cancelamento do débito automático dos clientes. Foi pensando nisso que a equipe da Valle Corretora de Seguros personalizou um modelo de correspondência para alertar os seus segurados.

À frente da Valle Corretora de Seguros, Carlos Valle considera que a melhor forma de se evitar o problema é a administração pessoal. Por isso, a equipe de sua Corretora desenvolveu um modelo de correspondência baseado em um informativo distribuído pelas seguradoras.

O modelo foi personalizado com o nome da Corretora, telefone e endereço e é repassado aos clientes para evitar maiores transtornos. Valle afirma que a correspondência tem alertado os segurados sobre o pagamento e facilitado o trabalho do Corretor.

“Fazemos a orientação no corpo do email que iremos enviar aos clientes e anexamos um passo-a-passo de como ele deve proceder junto ao banco para autorizar o débito”, destacou.

A equipe do CQCS teve acesso ao modelo de correspondência e está disponibilizando aos Corretores interessados para que possam experimentar junto aos seus clientes.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/conheca-passo-passo-para-evitar-cancelamento-de-debito-automatico

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BC: concentração cresce e BB, Itaú, Bradesco e Caixa têm quase 80% do crédito

BC: concentração cresce e BB, Itaú, Bradesco e Caixa têm quase 80% do crédito

A concentração aumentou e os quatro maiores bancos já têm praticamente 80% do mercado de crédito brasileiro. Dados apresentados nesta segunda-feira, 3, pelo Banco Central mostram que as quatro maiores instituições financeiras – Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Caixa Econômica Federal – terminaram dezembro com 78,99% do mercado de crédito. O porcentual revela aumento na comparação com junho, quando o índice estava em 76,95%.

A concentração também cresceu nos outros dois temas acompanhados pelo BC. Em depósitos, a participação das quatro instituições aumentou de 74,56% para 78,48% no mesmo período. Em total de ativos, a parcela do BB, Itaú, Bradesco e Caixa passou de 70,48% para 72,70%.

Ativos problemáticos

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, nega que eventual aumento do risco gerado pela expansão da carteira de ativos problemáticos vá prejudicar a recuperação do mercado de crédito das empresas. O diretor disse que essa piora na margem seria relacionada a “riscos já compreendidos”.

“Esses riscos já estão na conta dos bancos e podem ou não continuar se materializando. Isso depende do cenário idiossincrático de cada empresa. Isso não vai atrasar eventual retomada do crédito”, disse o diretor em entrevista para apresentar o Relatório de Estabilidade Financeira (REF).

Durante a apresentação, o diretor citou que a perspectiva de aumento dos ativos problemáticos é basicamente pelas grandes empresas. “Houve eventos significativos como Lava Jato, Oi e Sete Brasil. Essa perspectiva é muito impactada por eventos específicos”, disse, ao comentar que o risco de ativos problemáticos para pessoa física e pequenas e médias empresas parece ter ficado para trás.

Anthero Meirelles ressaltou que o importante é que os riscos “já estão sobre a mesa” e bancos continuam com indicadores sólidos, como elevados níveis de capital, liquidez e provisão para esses riscos. “O sistema financeiro tem capacidade de absorver esses choques”, disse.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bc-concentracao-cresce-e-bb-itau-bradesco-e-caixa-tem-quase-80-do-credito/

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Empréstimo não pode ser anulado com interdição sem registro

Empréstimo não pode ser anulado com interdição sem registro

Princípio da Boa Fé

Embora a lei proteja os interesses das pessoas incapazes para atos da vida civil, esta proteção não garante que elas se beneficiem às custas de terceiros que agem de boa-fé. Assim, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou sentença que julgou improcedente ação que pedia, além da anulação do negócio jurídico para quitação de empréstimo, a devolução em dobro do que foi pago e reparação por danos morais.

As decisões de primeiro e segundo graus demonstraram que a instituição financeira não poderia ser punida por autorizar empréstimo sem saber que o autor estava interditado desde 1984. Isso porque o curador ainda não havia feito registro da interdição em cartório — como exige a Lei dos Registros Públicos (6.015/1973), em seu artigo 97. Além disso, o incapaz continuou celebrando negócios jurídicos — o empréstimo contestado foi contratado para pagar dívida anterior.

O juiz Roberto Carvalho Fraga, titular da 13ª Vara Cível de Porto Alegre, apontou que o banco concedeu o empréstimo, acreditando nas informações de que dispunha, pois não podia exigir um documento que sequer existia. Tornou, assim, legal e regular a negócio, já que a boa-fé é presumida, conforme o Código Civil.

O juiz observou que o curador do incapaz ajuizou a ação em setembro de 2013 e, dois meses depois, nova ação para pedir a expedição de ofício à 8ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre. Neste novo processo, informou que o curatelado firmou negócios de natureza civil e comercial, sem a representação necessária.

Em despacho, o juiz da 8ª Vara disse que não era preciso ajuizar nova ação, pois se tratava de simples expedição de ofício, declinando competência para a 3ª Vara Cível da Comarca de Viamão — onde tramita o processo de interdição do curatelado.

“Observe-se que mediaram apenas dois meses entre a propositura de uma e de outra demanda, sendo duvidoso o fato de o curador desconhecer, por completo, o procedimento do curatelado, pois na inicial da presente a causa de pedir diz com a não realização de qualquer transação com a parte ré, e não com a nulidade da avença, ante a condição de interdito”, escreveu na sentença.

Enriquecimento ilícito
O relator da Apelação na 9ª Câmara Cível, desembargador Eugênio Facchini Neto, escreveu no acórdão que invalidar o acordo celebrado seria um ‘‘permissivo legal’’ para o enriquecimento ilícito do autor. Além disso, a “incapacidade” do autor não era algo prontamente reconhecível por terceiros.

“Caso fosse realmente incapaz, não poderia ele ter conta pessoal em estabelecimento bancário, movimentando-a abertamente, sem que o seu curador disso tivesse conhecimento. Além disso, não se pode olvidar que à sentença de interdição não foi dada a devida publicização, o que leva à compreensão de sua ineficácia erga omnes [que vale para todos], exata condição a torná-la oponível contra terceiros de boa-fé.”

Conforme o relator, a razão da publicidade da sentença é evidente: como são inválidos os atos e negócios jurídicos praticados por incapazes sem a devida representação ou assistência, a lei impõe a maior publicidade possível ao ato judicial de decretação da incapacidade para proteger os interesses de terceiros. A previsão consta nos artigos 104, inciso I; 166, inciso I; e 171, inciso I, do Código Civil.

Encerrando o voto, Facchini citou precedente da 29ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. “O instituto da interdição visa a proteger o incapaz, e não a servir de escudo para o locupletamento indevido do interdito ou de seus familiares. Ainda: o direito e [a] Justiça não toleram e devem coibir, onde quer que se apresente, o enriquecimento a dano de terceiro, mesmo que o beneficiário seja incapaz, amental, criança, órfão ou viúva desvalida”.

Clique aqui para ler a sentença.
Clique aqui para ler o acórdão.

Fonte Jomar Martins – http://www.conjur.com.br/2017-abr-03/emprestimo-nao-anulado-base-interdicao-registro

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Avanço de smartphones facilitam fechamento de mais de 500 agências

Avanço de smartphones facilitam fechamento de mais de 500 agências

Além do avanço da internet no celular, os principais bancos adotaram planos de demissões voluntárias e de aposentarias, e reduziram quase 25 mil postos de trabalho em 2016, quando 215 locais de atendimento foram desativados

O perfil da nova geração de clientes e o avanço da internet em celulares possibilitarão o enxugamento da rede bancária no País, e a consequente diminuição de custos administrativos e de pessoal nas instituições financeiras.

A expectativa para 2017 é que os principais bancos – num movimento mais concentrado nas instituições públicas – fechem mais de 500 agências, ante as 215 fechadas no ano passado.

Dados dos balanços das cinco principais instituições de varejo – Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco mais HSBC Brasil, Itaú Unibanco e Santander Brasil – mostram que a rede bancária encolheu de 21.732 pontos em 2015, para 21.517 locais em dezembro de 2016.

Nesse período, o número de colaboradores (funcionários e estagiários) nessas instituições também diminuiu de 504.667 pessoas em 2015, para 479.811 trabalhadores em 2016.

Deste recuo de 24.856 postos de trabalho, 10.307 foram concentrados no Banco do Brasil, seguido pela redução de 5.587 postos no conjunto somado por Bradesco e HSBC Brasil, mais a saída de 3.106 pessoas na Caixa, e de 3.086 colaboradores no Itaú e de outras 2.770 no Santander.

“Na medida em que as novas gerações de clientes utilizam cada vez mais os serviços eletrônicos, a frequência de pessoas nas agências diminui. E em diversos pontos não há a necessidade de se manter estruturas com custos em aluguéis, energia, transporte de valores e de mão-de-obra”, aponta o analista de instituições financeiras da Austin Ratings, Luiz Miguel Santacreu.

Entre os bancos públicos, a Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada que pretende fechar entre 100 a 120 agências consideradas deficitárias. E o Banco do Brasil também já havia divulgado seu plano de fechar 402 agências e de transformar 379 em postos de atendimento bancário. “Nos privados, o Bradesco em integração com o HSBC Brasil, e o Itaú que adquiriu a rede local do Citibank também podem adequar suas estruturas devido a sobreposição de agências nas grandes cidades”, observa o analista da Planner Corretora, Victor Martins.

O analista da XP Investimentos, Marco Saravalle, diz que o principal objetivo dos grandes bancos é captar rentabilidade com a melhora dos índices de eficiência. “Está mais difícil rentabilizar em operações de crédito. A saída é educar a população no uso dos canais digitais e estimular as transações eletrônicas. O custo de uma transação eletrônica é quase uma fração (4%) do custo da mesma transação numa agência bancária”, argumenta.

Diante da necessidade de reduzir custos, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse, na semana passada, que o programa de demissão voluntária (PDV) da instituição deve fechar cerca de cinco mil adesões.

O vice-presidente de gestão e pessoas da Caixa, Marcos Jacinto, calcula que o PDV deve gerar uma economia de R$ 975 milhões em nove meses após a saída dos empregados.

Na mesma linha, o plano extraordinário de aposentadoria incentivada do Banco do Brasil teve 9.409 adesões. Essa reorganização gerará uma economia anual de R$ 750 milhões em despesas administrativas.

Canais digitais
Consultados pelo DCI, as instituições financeiras forneceram os dados publicados em seus respectivos balanços. Em nota, o Banco do Brasil respondeu que a reorganização institucional anunciada em 20 de novembro de 2016, preserva a presença do BB nos municípios onde já atua e expande os serviços digitais. “A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a quatro milhões até o final de 2017”, relatou o comunicado.

O Itaú Unibanco respondeu que o perfil de seus clientes está mudando. “Atualmente, mais de 70% das transações do banco são realizadas pelos canais digitais (internet e celular). Refletindo esta mudança, na medida em que nossos clientes demandam um atendimento mais digital, reduzimos os pontos físicos localizados próximos a outras agências. Por outro lado, abrimos dezenas de agências digitais e lançamos diversas soluções para internet e mobile que agilizam e facilitam a rotina de nossos clientes”, destacou o banco privado.

Fonte DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços
Fonte http://www.contabeis.com.br/noticias/33314/avanco-de-smartphones-facilitam-fechamento-de-mais-de-500-agencias/

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Seguradora aprimora serviço e aproxima segurado de Corretor

Seguradora aprimora serviço e aproxima segurado de Corretor


Foram implantadas melhorias no acompanhamento online do sinistro Auto Fácil do Grupo Bradesco Seguros. A partir de agora terceiros também podem acompanhar o andamento do processo pelo site www.bradescoseguros.com.br, e seguir os passos: clicar em central de sinistro; na aba “seguro auto”; em “acompanhe um sinistro”, depois em “sou terceiro” e se identificar com os números dos avisos de sinistros: primeiro do segurado e depois com o número do seu processo.

Também estão disponíveis para terceiros upload de documentos, acesso ao orçamento, histórico do acompanhamento, relação dos documentos pendentes, dados da oficina e os contatos do despachante.

Enrico Ventura, Diretor Executivo de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros, diz que o Sinistro Auto Fácil permite ao Grupo Segurador aprimorar a qualidade do serviço e aproximá-los (segurado e corretor) ainda mais da marca Bradesco Seguros. “Buscamos melhorias contínuas em serviços que agreguem cada vez mais valor e qualidade, garantindo a satisfação de quem mais importa: o cliente”, explica.

Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. Em 2016, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ 71,4 bilhões – evolução de 10,5% sobre o ano anterior. Há cerca de uma década, o Grupo Bradesco Seguros vem sustentando crescimento médio anual na casa de dois dígitos, mantendo market share em torno de 25%. Seu volume de provisões técnicas atingiu R$ 223,3 bilhões em d ezembro de 2016.

Fonte CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-aprimora-servico-e-aproxima-segurado-de-corretor

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James Dickerson: “Há risco de o mercado das fintech ficar saturado”

James Dickerson: “Há risco de o mercado das fintech ficar saturado”


James Dickerson, da Accenture, é responsável por uma incubadora de startups financeiras em Londres. Estará em Lisboa esta segunda-feira, na conferência NEWmoney do ECO. O que irá lá dizer?

Participam duas dezenas de startups no programa de aceleração “Fintech Innovation Lab” em Londres, Reino Unido. Trata-se de uma incubadora da Accenture focada nas tecnologias inovadoras para o setor financeiro. Como responsável tem James Dickerson, que estará esta segunda-feira em Lisboa como um dos oradores principais da conferência NEWmoney do ECO.

Trata-se de uma iniciativa que irá decorrer durante a manhã de 3 de abril, no Museu do Dinheiro, Banco de Portugal. Em cima da mesa, questões como qual é o futuro do dinheiro, o que é a blockchain, como funciona o universo das fintech (startups tecnológicas do setor financeiro), entre muitas outras. Conheça o programa completo neste artigo.

Como forma de antecipação, colocámos algumas dessas questões, por e-mail, ao também gestor da consultora. Durante quanto mais tempo viverá o dinheiro físico? “É desafiador dizer quando é que o dinheiro será 100% digital, tendo em conta que cada mercado tem os seus próprios desafios e dinâmicas em jogo”, começa por dizer. “No entanto, o caminho em direção ao fim do dinheiro [físico] é evidente. Esta transição irá continuar a acelerar”, acrescenta.

Como as Fintech já mexem com o seu dia-a-dia

Aponta a Diretiva Europeia dos Serviços de Pagamento, que terá de ser transposta para a legislação dos Estados-Membros da União Europeia até 2018, como um dos próximos motores para essa transição. “Vai ajudar a acelerar ainda mais, enquanto a proliferação de novos produtos digitais e serviços vai proporcionar experiencias bancárias de uma nova geração“, sublinha James Dickerson.

Questionado sobre o papel da blockchain, a tecnologia que promete revolucionar a banca, nessa mudança, o responsável da Accenture garante não ser um especialista nela, mas que lhe reconhece “o potencial”: “O pragmatismo está agora a substituir o entusiasmo à volta da blockchain“, explica. “Em vez de a blockchain ser considerada a bala de prata dos serviços financeiros, os tecnólogos estão agora a ver onde é que a tecnologia pode ser aplicada em casos de uso sensíveis para trazer benefícios tangíveis, especificamente, redução dos custos e uma maior transparência”, remata.

Conseguirão as pequenas fintech conviver com as gigantes do setor financeiro? James Dickerson acredita que sim. “Sabemos que o mundo é melhor quando [trabalhamos] juntos. Ultimamente, as fintechs e bancos que procuram trabalhar juntos são os que mais chances têm de sobreviver. Isto torna-se evidente com o crescente número de parcerias no mercado”, reitera.

Fin’quê? Conferência NEWmoney discute o futuro do dinheiro

Uma das preocupações no setor é a de que o boom tecnológico se traduza numa saturação do mercado, receios de que James Dickerson também partilha. “Eu acredito que há potencial de o mercado das fintech ficar saturado, com a inundação de proposições de B2C [business-to-consumer, negócios com foco no consumidor] e B2B [business-to-business, negócios com um foco mais corporativo] no mercado. No entanto, não acredito necessariamente que os reguladores tenham de intervir. As forças de mercado irão corrigir onde é necessário“, garante o responsável.

Sobre o que irá dizer na conferência do ECO em Lisboa, diz apenas que vai “partilhar a última perspetiva da Accenture na paisagem das fintech e como ela está a evoluir”. James Dickerson vai falar como keynote speaker na conferência NEWmoney esta segunda-feira, entre as 11h15 e as 11h45. O evento tem início às 9h00. As inscrições esgotaram, mas todos os painéis serão transmitidos em direto no site do ECO e redes sociais.

Fonte https://eco.pt/2017/04/02/james-dickerson-ha-potencial-de-o-mercado-das-fintech-ficar-saturado/ – Flávio Nunes

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Fintechs usam inteligência artificial para inovar no mercado financeiro

Fintechs usam inteligência artificial para inovar no mercado financeiro

Fintechs! O nome surgiu da junção de duas palavras em inglês: financial technology. Em português, tecnologia financeira. São empresas novas e inovadoras que prometem revolucionar o mercado financeiro – o último grande setor que ainda não passou pela revolução da desintermediação. Como, por exemplo, o Uber fez nos transportes; o AirBnb nas acomodações e tantos outros…

Na Europa o nos Estados Unidos, o cenário das fintechs já é realidade há mais de seis anos. Por aqui, em pouco mais de um ano e meio, são mais de 250 iniciativas desse tipo: startups que oferecem serviços de crédito, investimentos, gestão financeira e até meios de pagamento. Enquanto um banco tradicional (com uma estrutura enorme) tem cerca de 4 mil produtos e serviços diferentes, uma fintech (com estrutura bem mais enxuta) se concentra em um ou pouquíssimos serviços – e faz isso da melhor forma possível.

Muito popular entre os jovens, este cartão roxinho representa uma das fintechs de maior expressão no Brasil. Combinando eficiência, atendimento diferenciado e menor preço, a startup oferece um cartão de crédito sem cobrar anuidade. Os gastos são controlados através de um aplicativo no qual é possível inclusive alterar seu limite com um clique. O cartão ainda cobra taxas de juros abaixo do mercado. E a resposta para tudo isso está na estrutura enxuta e, consequentemente, mais barata. Assim, boa parte dessa economia é diretamente repassada aos usuários do cartão.

Mas as fintechs vão além dos meios de pagamento. Fomos conhecer outras duas iniciativas que estão crescendo a passos largos no país. Neste espaço relativamente pequeno – principalmente se compararmos a um grande banco e suas inúmeras agências – , este pessoal criou a maior plataforma de crédito online do Brasil.

No mesmo modelo do cartão roxinho, a estrutura enxuta permite que essa economia seja repassada ao tomador de crédito. Para se ter uma ideia, enquanto a taxa de juros anual quando você pega um empréstimo no banco gira em torno dos 100%, neste serviço online ela cai para aproximadamente 55% – quase metade.

Como o próprio nome diz, as fintechs abusam da tecnologia para oferecer serviços diferenciados. Neste caso, um algoritmo baseado em inteligência artificial foi desenvolvido para aprovar o crédito apenas para clientes “bons pagadores”. Além das informações de mercado, como consulta ao Serasa, SPC e outros serviços, robôs avaliam também o comportamento de navegação do possível cliente, seu uso das mídias sociais e até que tipo de aparelho celular ele tem…

Agilidade, praticidade e informalidade chamam atenção, mas é quando as fintechs mexem no bolso dos clientes que elas fazem a diferença. Esta startup, ainda menor, cuida inteiramente do seu investimento. Associada a uma instituição financeira maior, eles controlam o dinheiro dos clientes. Para equilibrar menor custo e risco pequeno, eles desenvolveram um sistema operacional próprio e ainda contam com um esquadrão de robôs conselheiros.

Outro diferencial que faz com que muitas fintechs conquistem e fidelizem rapidamente seus clientes é a relação que elas mantém com seus usuários – bem diferente das grandes instituições, o atendimento é personalizado, a burocracia é infinitamente menor e, na medida do possível, esse pessoal faz o possível para que as informações sejam o mais claro possível.

Interessante é que os bancos veem com bons olhos esse momento das fintechs – existe um grande movimento de aproximação entre as grandes instituições financeiras e essas startups. O próprio Banco Central mostrou interesse; afinal, a chegada dessas pequenas empresas tornaria o mercado financeiro ainda mais competitivo. Aí, quem ganha somos nós, usuários; o cenário é animador e (ao que tudo indica) bem mais transparente e econômico.

A expectativa, segundo a consultoria Accenture, é que até 2020 as fintechs dominem 35% das receitas dos bancos em alguns países da Europa e da Ásia e também nos Estados Unidos. Se tantos modelos de negócio já foram revolucionados pelo digital – como o transporte, o entretenimento e até o comércio – parece que finalmente chegou a vez dos bancos. E se a gente for ainda mais otimista, quem sabe em um futuro próximo não chegue também a vez dos seguros e dos planos de saúde…

 

Fonte https://olhardigital.uol.com.br/video/fintechs-usam-inteligencia-artificial-para-inovar-no-mercado-financeiro/67203

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Como as fintechs estão transformando o mercado de crédito no Brasil

Como as fintechs estão transformando o mercado de crédito no Brasil

Usar serviços financeiros sem ter que passar pelos bancos tradicionais já é uma realidade e está se tornando algo cada vez mais comum no Brasil. De acordo com o FintechLab, iniciativa da agência de inovação Clay Innovation para acompanhar o segmento de startups de serviços financeiros, em menos de um ano, o número de fintechs saltou de 130 para 244, crescimento de 87%. Mais de R$1 bilhão já foram investidos em fintechs brasileiras desde 2014 e 60% delas concentram-se nos segmentos de Pagamentos, Gestão Financeira e Empréstimos. A nova onda agora é a dos cartões digitais.


Foto: DINO

Marcas consolidadas e pioneiras no lançamento de cartões de créditos, como Nubank e Neon, ganharam, recentemente, um forte competidor no mercado. A Trigg lançou seu primeiro cartão de crédito, inspirada em ideias que prometem transformar o setor. O Trigg Visa (trigg.com.br) é o primeiro cartão de crédito, acompanhado de uma proposta de fomento ao empreendedorismo social no Brasil.

O Triggers powered by Visionários é um programa de educação e pré-aceleração de novos negócios sociais, modelo criado por Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz. O projeto, que está em sua primeira edição, recebeu quase 500 inscrições em apenas 20 dias. Desse total, 20 serão selecionadas, distribuídas em grupos, que passarão a receber mentoria de um time de notáveis, formado por lideranças de mercado. Também participarão de oficinas com o instituto Quintessa e desafios de inovação ao lado de organizações como Graac, Escola de Notícias, HandTalk,, Instituto Fazendo História, Moradigna, So+Ma, Teto, Litro de Luz, Arrastão, Arredondar.

“A inovação está na lógica de uso do cartão. Nossos clientes terão a opção de usar todo ou parte do dinheiro do cashback para apoiar a ideia do negócio vencedor programa de empreendedorismo”, explica Marcela Miranda, sócia e Head da fintech.

Ela explica ainda que uma das grandes vantagens do cartão de crédito da Trigg é o cashback, um dos mais altos do mercado. O retorno pode chegar a 1,3% do total do valor da fatura, podendo ser utilizado como crédito na fatura ou doados para o Triggers powered by Visionários. “Acreditamos que nossos clientes apresentam forte engajamento para apoiar coletivamente negócios que ajudem a melhorar a vida das pessoas, resume Marcela.

Além disso, a fintech está oferecendo aos consumidores a melhor experiência digital do segmento. Por meio de aplicativos (IOS e Android), o cliente pode solicitar o cartão, ter atendimento virtual, acesso a serviços de gestão de despesas – e suporte de gráficos -, revisar limites e pagar faturas. Tudo de maneira bastante lúdica, intuitiva e sem burocracia. O cliente ainda pode participar do programa ‘Member Get Member’ e ganhar dinheiro indicando amigos. A cada indicação de um amigo, o usuário recebe R$10,00 quando seu amigo pagar a primeira fatura.

As compras online podem ser realizadas desde o momento da aprovação da análise de crédito do usuário, antes mesmo da chegada do cartão físico. Não há necessidade de ter uma conta em banco, além da gratuidade da anuidade do cartão nos três primeiros meses.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro mais que um cartão de crédito. Uma nova forma de pensar a tecnologia digital aplicada ao mundo das finanças. É uma lógica que envolve cooperação, mutualidade e renúncia em benefício do apoio e desenvolvimento de negócios naturalmente sustentáveis.”, ressalta Marcela.
A chegada de uma nova empresa com proposta inovadora no setor reforça a revolução que as fintech estão fazendo no Brasil e no mundo. Esse novo formato que conecta tecnologia, inovação e o sistema financeiro está mudando profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com suas finanças. E a tendência é aumentar, com cada vez mais soluções online voltadas para uma melhor experiência do usuário.

Saiba mais em:
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Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/como-as-fintechs-estao-transformando-o-mercado-de-credito-no-brasil,a1f61d08937706b1f90edeb34071ef198styuvqs.html

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DF – Banco não pode fazer desconto salarial direto na conta de empregado

DF – Banco não pode fazer desconto salarial direto na conta de empregado

O Banco do Brasil terá de indenizar um empregado por descontar direto da conta corrente do trabalhador valores que haviam sido pagos a mais. No entendimento da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o desconto teria de ser feito no salário, uma vez que, mesmo sendo empregado do banco mantenedor da conta corrente, os valores existentes nela não pertencem à instituição financeira.

O bancário — que à época do ajuizamento da ação se encontrava afastado em licença previdenciária — recebia do BB uma complementação de auxílio-doença equivalente à diferença entre o benefício recebido pelo INSS e o valor do seu salário da ativa. Entre 2009 e 2010, o banco pagou a totalidade do salário, sem deduzir os valores recebidos pelo INSS, e, ao constatar as irregularidades, debitou os valores na conta do empregado de uma única vez.

O bancário pediu indenização por danos materiais e morais alegando que o desconto, de cerca de R$ 16 mil, causou transtornos de ordem pessoal e financeira. O banco, por sua vez, argumentou que o empregado sabia que os valores foram pagos a maior e deveriam ser restituídos.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Brasília julgou improcedente os pedidos do bancário, e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região deferiu apenas a indenização por danos materiais, no valor de R$ 6 mil, por considerar que os descontos, feitos de maneira inesperada e em montante superior a 30% da remuneração, como prevê a Lei 10.820/2003, causaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

No TST, o ministro José Roberto Freire Pimenta acrescentou à condenação a indenização por danos morais, também no valor de R$ 6 mil. Para o ministro, o ato do banco, independentemente de culpa concorrente do empregado (que sabia do pagamento) ou da necessidade de compensação dos valores, causou-lhe prejuízos como a devolução de cheques não compensados e sua inscrição em cadastros de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o relator, o dano resultou da conduta irregular do Banco do Brasil, que, “na condição de empregador, se julgou autorizado a realizar descontos diretamente da conta corrente, e não sobre a remuneração devida, em total desacordo com a hipótese prevista com o artigo 462 da CLT”. Os valores existentes na conta corrente, explica a decisão unânime, ainda que esta seja de empregado do banco, não pertencem à instituição financeira, sendo totalmente incabível a retenção. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

ARR – 581-13.2011.5.10.0006

Fonte http://www.conjur.com.br/2017-mar-28/banco-nao-desconto-salarial-direto-conta-funcionario

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Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

Casal cria rede que auxilia negativados em busca de empréstimo

Desempregado, casal recorreu ao empreendedorismo criativo para criar negócio de sucesso


Sibele e Eric Vaz de Lima criaram a Vazoli, que já conta com mais de 90 unidades e diversificou a carteira de serviços em 2016

A crise financeira global em 2009 foi o estopim para o início das dificuldades do casal Eric e Sibele Vaz de Lima. Demitido de um banco no interior do Estado de São Paulo, ele passou a se dedicar a pequena Vazoli, até então uma espécie de segunda renda da família, que ocupava um salão de pouco mais de 12m², na cidade de Severínia, na região norte do Estado.

Ela, também funcionária de um grande banco na mesma cidade, não demorou a sofrer o mesmo baque. Desempregados os dois mergulharam em muitas contas em atraso e também no negócio próprio, até então focado na venda de seguros.

“Ainda pequeno, o negócio começava a andar, tínhamos interessados no serviço. Foi aí que, aproveitando esse folego inicial, arriscamos e iniciamos a abertura da segunda unidade, em Olímpia, mas a grande dor de cabeça veio na hora de montar a o espaço”, lembra Sibele.

Endividados após as dívidas acumuladas em um período de “vacas magras”, Eric e Sibele entraram juntos em uma loja de móveis de informática para adquirir as cadeiras e mesas necessárias para a estruturação da segunda operação da Vazoli.

“A grande surpresa foi que o vendedor não aceitou vender de forma parcelada o que precisávamos comprar para a estruturação da nova unidade. Estávamos com nossos nomes sujos, mas precisava empreender. Essa necessidade nos fez pensar que a busca por crédito nessas condições não era exclusividade nossa e que muitas outras pessoas poderiam estar passando pelo mesmo problema”, explica Eric.

A dificuldade fez os dois mudarem o foco. Sibele estudou formas de usar as duas unidades para oferecer crédito a negativados e aposentados, pensionistas e funcionários públicos, até então um público carente de atenção do mercado financeiro. Da parceria com os bancos surgiu o novo modelo de negócios, que tem como meta fechar o ano de 2018 com 20 novas unidades.

“Deu muito certo. A fila para buscar crédito muitas vezes dobrava a esquina e a gente passou a buscar formas de expandir o negócio. Foi aí que o Eric pensou em franquear a Vazoli”, explica Sibele.

Entraram para o franchising em 2011, a formatação demorou praticamente um ano, e o sucesso foi imediato. Pouco a pouco a rede também ampliou os produtos oferecidos ao público final. Hoje fazem parte desta gama financiamentos imobiliários e automotivos, empréstimos consignados e pessoais, além de consórcios e seguros.

“A parceria com os franqueados tem dado muito certo, uma vez que hoje a Vazoli é uma enorme família. O importante é trabalhar com honestidade e de forma clara com o público final. Nosso crescimento está baseado neste pensamento”, finaliza Eric.

Fonte https://catracalivre.com.br/geral/empreendedorismo/indicacao/casal-cria-rede-que-auxilia-negativados-em-busca-de-emprestimo/

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Cinco motivos para confiar em uma fintech

Cinco motivos para confiar em uma fintech

Afinal, como sei que posso confiar meu dinheiro a uma conta em uma empresa que nem banco é?


iStock
Elas estouraram em 2014 e hoje já são mais de 200 só no Brasil. As fintechs, aquelas empresas inovadoras com soluções para gestão financeira, estão cada vez mais em alta. Movimentações, pagamentos, emissão de boletos, transações via cartão de crédito, tudo em alguns cliques, com custos reduzidos. Parece tudo tão simples – e de fato é – que muita gente se pergunta: afinal, como sei que posso confiar meu dinheiro a uma conta em uma empresa que nem banco é? Que não possui agência física nem é vinculada ao Banco Central?

Neste caso, a desconfiança que parte do pressuposto de que as fintechs são muito jovens, às vezes desconhecidas no cenário global e com serviços facilitados até demais, pode ser reduzida pelas cinco razões que listo abaixo:

1 – Vinculada não, prestando informação sim: o fato de uma fintech não depender de autorização do Banco Central para funcionar não significa que ela age de qualquer maneira. A PagueVeloz, por exemplo, presta informações à entidade da mesma forma que instituições tradicionais. A diferença é que uma fintech, que aposta na tecnologia disruptiva, rompendo um padrão e trazendo um conceito totalmente diferente ao mercado financeiro, se encaixa em outras normas de regulamentação. De qualquer forma, ninguém faz o que bem entende. É preciso prestar contas aos órgãos públicos todos os dias, mostrando idoneidade.

2 – Investimentos são constantes: as startups que apostam em soluções para gestão financeira não só conquistaram o público, mas também a atenção de investidores. Grande parte delas recebe aporte ou capital de algum sócio (empresa ou pessoa física) que cobram resultados e boas práticas, já que precisam manter seu nome e reputação em dia. Só no Brasil, já foram investidos mais de R$ 1 bilhão neste modelo.

3 – Boa parte das fintechs está ligada a instituições de fomento: Sebrae (através de programas como o StartupSC, do qual participamos), InovAtiva Brasil, Darwin Starter são exemplos de programas de capacitação e aceleração que recebem anualmente esse tipo de negócio em seus grupos de seleção. Para integrar a equipe é preciso comprovar que o negócio é verdadeiro e que o cliente terá segurança ao contar com os serviços da startup. Além do mais, são mentorias e ações que fortalecem ainda mais a atuação dessas empresas.

4 – Metade dos clientes bancários no mundo já usam serviço de fintech: o que mostra que muita gente tem confiado nesse tipo de serviço e obtido bons resultados. Além disso, a chegada desse novo modelo de negócios fez com que bancos tradicionais buscassem se reinventar. Muitos passaram a oferecer soluções facilitadas, inspirados nos serviços das fintechs. Atualmente, segundo o World FinTech Report (WFTR), estudo conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn, na China e na Índia, 75% das pessoas que utilizam bancos também já apostam nas fintechs.
5 – Informações de fácil acesso e ao mesmo tempo protegidas: a preocupação da maioria dos usuários está voltada à segurança oferecida pelas fintechs. Afinal, meus dados estarão protegidos? Como vou saber o que está acontecendo? Apesar do fácil acesso, você só pode entrar na conta através de login e senhas pessoais. É claro que a internet é um ambiente amplo e cabe ao usuário buscar a conexão segura – evitando, por exemplo, computadores compartilhados, esquecer de sair do sistema após usá-lo ou sites desconhecidos. No entanto, com estes cuidados, sem dúvida a experiência do consumidor será positiva.

Modelos novos de negócios habitualmente causam desconfiança (quem não se lembra da chegada da Internet ou dos smartphones, por exemplo?). Mas basta uma análise de riscos X benefícios para perceber que dá para extrair o que há de melhor nessa nova maneira de gerir as finanças oferecida pelas fintechs e garantir mais tranquilidade no dia a dia.

Nilton Spengler Neto – Diretor da PagueVeloz.

Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-motivos-para-confiar-em-uma-fintech/117840/

Nilton Spengler Neto, Administradores.com

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BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups

BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups


João Kepler, um dos sócios da Bossa Nova Investimentos. Plano é investir em 1.000 startups até 2020
Ralphe Manzoni Jr.

O grupo BMG tornou-se sócio minoritário da Bossa Nova Investimentos, empresa que investe em startups liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler.

Com a sociedade, o BMG vai injetar R$ 100 milhões que serão usados para novos aportes em companhias iniciantes. Atualmente, a Bossa Nova investe em 150 startups, 42 delas nos Estados Unidos.

“Ganhamos agilidade e rapidez com esse novo investimento”, afirmou Kepler ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS.

A holding da família Pentagna Guimarães, dona do banco BMG, já tinha três frentes de investimentos. Uma delas era a Lendido, plataforma online de empréstimos. A outra era a BMG UpTech, que investia em startups em fase inicial. Por fim, o BMG Digital Lab, que busca parcerias com companhias iniciantes em estágios avançados.

Os bancos brasileiros estão cada vez mais interessados em se aproximar de companhias iniciantes. O Itaú, por exemplo, apoia o Cubo, um espaço de co-working desenvolvido em conjunto com o fundo Redpoint e.ventures.

O Bradesco criou o InovaBra Ventures, que fez aporte em duas empresas: a Rede Frete Fácil, uma espécie de Uber do frete, e a Semantix, com foco em computação cognitiva.

A Bossa Nova se autodefine como uma microventure capital, que faz aportes em uma fase chamada antes do Seed Money. Os valores investidores ficam entre R$ 100 mil e R$ 800 mil.

O plano de Schurmann e Kepler é contar com 200 empresas investidas até o fim deste ano. Em 2020, segundo a dupla, a meta é chegar a 1.000 startups. “Os recursos do BMG serão usados para alcançar esse número”, diz Kepler.

A busca da Bossa Nova não se restringe ao Brasil. Com o novo aporte, o fundo está atrás de startups na América Latina e nos Estados Unidos.

Seu modelo de negócio, segundo Kepler, é semelhante ao da SV Angel, um fundo de venture capital baseado em São Francisco que já realizou 720 investimentos em 620 startups.

A SV Angel, por exemplo, foi um dos fundos que apostou, bem no início, na operação de compartilhamento de quartos Airbnb e na rede social para jovens Snapchat, hoje empresas que valem bilhões de dólares.

Kepler diz também que a Bossa Nova Investimentos analisa se prosseguirá com uma captação, que já estava em curso, de outros R$ 100 milhões – sendo que 40% desse valor seria levantando no primeiro semestre deste ano.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bmg-associa-se-bossa-nova-e-tem-r-100-milhoes-para-investir-em-startups/

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Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Queda dos ganhos em relação a 2015 é de 43%.


Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (28) ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro.
O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).
Crédito
O crédito habitacional alcançou saldo de R$ 406,1 bilhões e aumento de 5,6% em 12 meses. As contratações somaram R$ 81,8 bilhões no ano, dos quais R$ 62,9 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 17,6 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 1,3 bilhão com outros recursos.
As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas chegaram a R$ 191 bilhões: uma redução de 4% em 12 meses, sob influência, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica. O segmento comercial pessoa física apresentou queda de 0,8% no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado, que cresceu 7,2%, fechando o ano com saldo de R$ 63,9 bilhões.
Poupança
O saldo das captações da Caixa cresceu 4,5%, chegando a R$ 984,1 bilhões. “A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 27,7% em CDB e 4,1% na poupança.”
Hoje, o banco contabiliza 68,8 milhões de contas de poupança: um crescimento de 7,8% em relação a dezembro de 2015.

Fonte G1 – http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/caixa-economica-anuncia-lucro-de-r-41-bilhoes-em-2016.ghtml

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Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo

Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo


Bancos divulgaram as taxas e parcelamentos para saldo dos cartões com restrição ao rotativo MARCELO G. RIBEIRO/JC Patrícia Comunello

Os bancos já estão divulgando as condições de juros e parcelamentos de saldo devedor com a limitação de uso do crédito rotativo dos cartões.
Os clientes terão de ter as opções a partir de 3 de abril, cumprindo a resolução 4.549 do Conselho Monetário Nacional (CMN) que limitou o uso do rotativo por até 30 dias.
Com isso, o saldo remanescente da fatura só poderá entrar no financiamento do rotativo, com taxas mais altas, até o vencimento da fatura seguinte.
O efeito da resolução deve ser sentido nas faturas dos detentores de cartões com vencimento a partir dos primeiros dias de maio.
A restrição de uso do crédito do rotativo foi colocada para pressionar bancos a migarem os clientes a financiamentos com juros mais em conta.
Os maiores bancos de varejo já definiram as taxas e as modalidades para financiar o saldo.
Itaú-Unibanco, Bradesco, Santander (dos privados), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (públicos) já divulgam as condições de taxas e parcelas.
O Banrisul ainda não definiu os novos juros do parcelamento.
BB, Itaú e Bradesco dizem que também cortaram as taxas. No caso do BB, as taxas do rotativo e do parcelado são quase as mesmas.
O Bradesco diz que acabou com o rotativo e adota um parcelamento automático.

Confira as condições de cada banco:

Banco do Brasil: Parcelado: taxas variam de 1,91% a 9,38% ao mês.
O cliente escolhe o número de parcelas ou automaticamente o saldo será parcelado em 24 vezes.
Rotativo: o banco informa que reduziu em janeiro os juros do rotativo, com taxas de 1,92% a 9,79% ao mês, muito próximas as do parcelado.

Banrisul: Parcelado: até 24 meses. Os juros ainda estão sendo avaliados.
O banco garante que terá taxas competitivas.

Bradesco: Parcelamento: o banco vai oferecer programação de 12 parcelas automáticas.
Aplicativo no site da instituição simula opções com valores e taxas e como vai funcionar os parcelamentos.
Rotativo: o banco acabou com a modalidade, além de dizer que reduziu em 33% as taxas, que vão de 3,6% a 9,8% ao mês e são aplicadas ao parcelado.

Caixa: Parcelamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses. Taxas: 3,3% a 9,9% ao mês.
Parcelamento automático: acionado para valores abaixo do pagamento mínimo e alternativa as seis opções de parcelamento.

Itaú-Unibanco: Parcelamento: até 24 parcelas. Taxas entre 0,99% e 8,9% ao mês.
Juros do rotativo: o banco diz que reduziu quatro pontos suas taxas mensais, que podem cair até 7 pontos dependendo do histórico de pagamentos do cliente.
Santander: Parcelamento: 4 a 18 vezes, com juros de 2,99% a 9,99% ao mês.

Fonte Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/03/economia/553853-bancos-divulgam-taxas-e-condicoes-para-rotativo-do-cartao-de-credito.html)

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BB vai indenizar bancário que sofreu descontos salariais diretamente na conta corrente

BB vai indenizar bancário que sofreu descontos salariais diretamente na conta corrente

Os descontos superaram o limite de 30% da remuneração e ocasionaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

Reprodução: fotospublicas.com
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco do Brasil S.A. por ter descontado valores creditados a mais no salário diretamente na conta corrente de um empregado. No entendimento da Turma, o desconto teria de ser feito no salário, respeitando-se o limite de 30% da remuneração (Lei 10.820/03), uma vez que, mesmo sendo empregado do banco mantenedor da conta corrente, os valores existentes nela não pertencem à instituição financeira.
O bancário – que à época do ajuizamento da ação se encontrava afastado em licença previdenciária – recebia do BB uma complementação de auxílio-doença equivalente à diferença entre o benefício recebido pelo INSS e o valor do seu salário da ativa. Entre 2009 e 2010, o banco pagou a totalidade do salário, sem deduzir os valores recebidos pelo INSS, e, ao constatar as irregularidades, debitou os valores na conta do empregado de uma única vez.

O bancário requereu indenização por danos materiais e morais alegando que o desconto, de cerca de R$ 16 mil, causou transtornos de ordem pessoal e financeira. O banco, por sua vez, argumentou que o empregado sabia que os valores foram pagos a maior e deveriam ser restituídos.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Brasília (DF) julgou improcedente os pedidos do bancário, e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) deferiu apenas a indenização por danos materiais, no valor de R$ 6 mil, por considerar que os descontos, feitos de maneira inesperada e em montante superior a 30% da remuneração, causaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

TST

O ministro José Roberto Freire Pimenta, relator do recurso do bancário ao TST, acrescentou à condenação a indenização por danos morais, também no valor de R$ 6 mil. Para o ministro, o ato do banco, independentemente de culpa concorrente do empregado (que sabia do pagamento a maior) ou da necessidade de compensação dos valores, causou-lhe prejuízos como a devolução de cheques não compensados e sua inscrição em cadastros de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o relator, o dano resultou da conduta irregular do Banco do Brasil, que, “na condição de empregador, se julgou autorizado a realizar descontos diretamente da conta corrente, e não sobre a remuneração devida, em total desacordo com a hipótese prevista com o artigo 462 da CLT”. “Os valores existentes na conta corrente, ainda que esse seja empregado do banco reclamado, não pertencem à instituição financeira, sendo totalmente incabível a retenção verificada nos autos, sob pena de caracterizar apropriação indébita”, concluiu.

A decisão foi unânime.

Processo: 581-13.2011.5.10.0006

Fonte TST
Fonte http://www.jornaljurid.com.br/noticias/bb-vai-indenizar-bancario-que-sofreu-descontos-salariais-diretamente-na-conta-corrente

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Projeto de lei multa banco que vender Seguros

Projeto de lei multa banco que vender Seguros

O projeto de lei da senadora Rose de Freitas do PMDB- ES, publicado na Agência Senado no dia 03 de março, revela que incluir consumidores sem autorização em promoções de bancos pode se tornar crime. Conforme a matéria publicada pelo portal, o texto (PLS 33/2017) prevê a proteção dos consumidores contra dívidas causadas por produtos que não foram solicitados.

Para Sergio Ricardo, executivo do mercado de seguros, a prática da “empurrologia” é uma das maiores besteiras comerciais a que uma empresa pode recorrer. “A prática funciona como isca para os desavisados e pouco esclarecidos, literalmente ‘queimando o filme’ das instituições e quase sempre significando um péssimo negócio para o consumidor”.

Segundo o advogado, Gilberto de Jesus, a prática de cobrar de cliente o preço de um seguro sem que o mesmo tenha solicitado é ilegal, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. “É importante criminalizar a conduta. O consumidor que pagou por produto ou serviço não solicitado deve receber o que pagou em dobro, e ainda pode pleitear indenização por danos morais na esfera judicial”.

O consumidor deve estar atento às condições de vendas, e não se deixar levar pelo preço baixo ou comodidade. Conforme Gilberto, a contratação de um seguro deve ser feita através de um Corretor. “Contratar um seguro por banco, sem a orientação de um profissional capacitado é um ato de muita coragem. Todo seguro ofertado deve ter o Corretor”.

Sergio acredita que a iniciativa parlamentar é reflexo da insatisfação do consumidor de seguros e da sociedade. “A única forma de proteção do consumidor é evitar esse tipo de promoção ou, se for atraído por ela, questionar, pedir informações, documentos, contratos ao limite da exaustão”.

O executivo revela ainda a importância de conhecer o produto que está contratando e de ser assessorado pelo Corretor de Seguros. “Seguro é um serviço. Assim, é necessário conhecer as suas características antes de contratar e ter a quem perguntar para tirar dúvida”.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/projeto-de-lei-multa-banco-que-vender-seguros

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Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Que tal a sua próxima conta bancária ser oferecida por uma startup fintech? Se ainda não está por dentro da nova proposta de serviços financeiros, vamos apresentá-la para você e explicar por que é a melhor opção ao microempreendedor individual (MEI)

RICARDO CAPUCIO
ADVOGADO, ESCRITOR, EMPREENDEDOR E FUNDADOR DA CONTA.MOBI
Você sabe o que é startup? E fintech o que é?A união das duas palavras de origem estrangeira constrói um termo que ganha evidência também no Brasil: a startup fintech.

Estamos falando de serviços financeiros oferecidos por negócios de base tecnológica. São empresas que conquistam espaço no mercado com uma proposta diferenciada e que, não por acaso, tem caído no gosto especialmente do público mais jovem.

Neste artigo, vamos explicar o que é uma startup fintech e que tipo de facilidades ela oferece, da conta digital ao cartão de crédito. Também abordaremos as principais diferenças para os bancos, justificando por que esse tipo de empresa é mais vantajosa para um MEI.

Acompanhe a leitura, fique por dentro dessa novidade e descubra tudo sobre as fintech brasileiras, uma nova proposta de serviços financeiros.

O que é startup fintech?
Maior eficiência por um preço mais baixo. Quem não gostaria que seu banco fosse assim? Pois essa é uma característica das startups fintech, modernas empresas que aliam tecnologia e finanças.

Não por acaso, elas vêm causando uma verdadeira revolução em todo o mundo, desafiando e colocando dúvidas sobre um sistema bastante antigo e tradicional.

Mas é um tanto precipitado vê-las como inimigas dos bancos, especialmente porque as semelhanças até existem em alguns dos serviços oferecidos, mas desaparecem na forma como isso acontece.

O que marca as fintechs é a atuação online. Exclusivamente pela internet, as empresas conseguem realizar o que um banco faz, mas de forma única: com tecnologia de ponta e por um custo bastante inferior, o que se justifica pela estrutura bem mais enxuta.

Em todo o mundo, conforme dados da empresa de pesquisa Venture Scanner, eram mais de 1.400 startups fintech no início de 2016. No Brasil, há muitos casos famosos e com milhares de usuários fascinados pela experiência de gestão online do dinheiro.

Desde a administração da conta bancária até a solicitação de empréstimo, passando pelo controle do cartão de crédito, nada mais precisa ser realizado presencialmente. Basta estar conectado à internet, até mesmo pelo celular.

É ou não uma proposta que tem tudo a ver com mentes mais jovens e antenadas?

Quais serviços oferece?
As startups fintech que já atuam no Brasil são uma bela amostra de que não existe limite para elas. É possível, a partir delas, ter acesso a todo o tipo de serviço financeiro. Vamos conhecer alguns deles:
Conta bancária digital: todos os serviços oferecidos por bancos tradicionais, com recursos extras.
Cartão de crédito: sem tarifas e sem anuidade para compras à vista e a prazo.
Microsseguros: para automóveis, motocicletas, empresas, residências, seguro de vida e seguro viagem.
Empréstimos: para pessoas físicas e jurídicas, com taxas de juros mais baixas.
Investimentos: como aplicar seu dinheiro com segurança e rentabilidade.
Gestão de benefícios: pagamentos de alimentação, refeição e combustível.
Soluções em recebimentos para empresas: cobranças em cartões de crédito, débito online e boleto.
Máquina de cartão de crédito: com conexão à internet e gerenciamento por aplicativo.
Controle financeiro pessoal: aplicativo organiza as finanças e fica conectado à conta corrente e ao cartão de crédito.

Como funcionam essas empresas?
São muitos serviços oferecidos em condições diferenciadas, por um custo inferior e agregando as vantagens da tecnologia de ponta. Como isso é possível?
Diferentemente de um banco tradicional, uma fintech não precisa de milhares de funcionários e agências físicas espalhadas pelo país, pois têm funcionamento eletrônico. Por isso, seus custos são menores.

Já a eficiência encontra razão na parceria com a tecnologia. Essas startups têm na inovação um modo de operação e ela aparece na forma como os usuários vivenciam a experiência financeira.

Mais detalhes interessantes sobre a forma como as fintechs funcionam estão no relatório FintechLab. Segundo a publicação, a revolução por elas provocada no mercado se explica por quatro razões principais:

1. Desenho centrado no usuário
O termo remete à maneira como a solução oferecida é desenhada. Isso significa que muitas fintechs tem na forma como se relacionam com o usuário seu principal diferencial. Conforme o documento, desenhar serviços centrados em pessoas exige pesquisa, empatia, co-criação e metodologia.
Essa estratégia desperta o interesse também dos bancos tradicionais. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, declarou em evento no ano passado que os clientes desejam maior velocidade. “Sem dúvida é uma mudança grande, onde o cliente está no centro da proposta”, afirmou.
2. Serviços inovadores
A proposta é de reversão do foco: em vez de o objetivo central estar na geração imediata de receita imediata, opta-se por atender a necessidades latentes do usuários, como a gestão financeira.
3. Eficiência
Uma característica que torna os processos mais eficientes em uma startup fintech é base a tecnológica consistente, com plataformas modernas e com armazenamento de informações na nuvem. Tudo isso reduz seu custo de operação e o tempo para a tomada de decisões.
4. Blockchain
A tecnologia blockchain é utilizada para validar e certificar operações financeiras em ambientes invioláveis devido à sua alta criptografia, o que garante a privacidade e segurança das informações. Não é por acaso que tem despertado interesse também dos bancos tradicionais.
Startup fintech são seguras?
Essa é um receio comum, talvez até capaz de postergar a adesão dos mais experientes à nova proposta de serviços financeiros. Afinal, são anos e anos de convivência com o sistema dos bancos tradicionais. Como encontrar a mesma segurança em um celular?
Se você tem essa dúvida, pode ficar tranquilo. É incomparável o nível de proteção oferecido em uma transação eletrônica com o ato de carregar dinheiro em espécie para ir ao banco, por exemplo.
Além disso, se você tem conta bancária, certamente a instituição que a oferece disponibiliza canais online para consulta de saldo, transferências e pagamentos. Se você já acha que o internet banking, da forma como conhece, é um ambiente seguro, saiba que a tecnologia encontrada nas fintechs amplia essa proteção.
No tópico anterior, acabamos de falar sobre um das razões. A tecnologia blockchain é uma das responsáveis por tornar seguras as operações realizadas por fintech.
E o melhor: a indústria de segurança da informação está permanentemente buscando criar alternativas de tornar o meio digital definitivamente inviolável a práticas criminosas. O esforço é contínuo e já produz um ambiente bem menos ameaçador do que as ruas da sua cidade.
Startup fintech x bancos
De início, quando surgiram as primeiras startups fintech, o tom de concorrência com os bancos era mais elevado do que é hoje.
Atualmente, ao mesmo tempo em que a tecnologia diferencia a nova proposta, estimula uma aproximação de quem está há mais tempo no mercado. Afinal, é preciso fugir do conservadorismo para não perder clientes.
Uma prova vem da pesquisa da Goldman Sachs, divulgada pela Revista Época no ano passado: 33% dos millennials (termo que define jovens nascidos entre 1980 e 2000) acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos e metade espera que seus serviços sejam prestados por startups.
Neste vídeo, o vice-presidente de Markets do Itaú Unibanco, Caio David, fala sobre o impacto das fintechs sobre os bancos.
Mas o foco das fintechs não está apenas serviços bancários. Como veremos a seguir, em exemplos de startups brasileiras já atuantes, todo o tipo de solução financeira já tem entre aqueles que as oferecem um representante de base tecnológica.
Exemplos de startup fintech brasileiras
O relatório FintechLab mapeou no Brasil mais de 130 iniciativas de startups atuantes no setor financeiro por aqui. Elas foram divididas em 10 categorias:
Pagamentos
Gerenciamento Financeiro
Empréstimos e Negociação de Dívidas
Investimento
Funding
Seguros
Eficiência Financeira
Segurança
Conectividade
Bitcoin/Blockchain.
As três primeiras categorias são as que concentram o maior número de empresas: 31% oferecem pagamentos, 18% focam no gerenciamento financeiro e 16% atuam na concessão de empréstimo e negociação de dívidas.
Outra características das fintechs brasileiras reveladas pelo relatório é que 31% delas são direcionadas exclusivamente para o consumidor final, 27% para empresas e 42% atendem ambos os públicos.
Também segundo o levantamento, em 2015, a cada 10 fintechs, três tiveram faturamento superior a um milhão de reais. No conjunto, a receita bruta dessas empresas seria equivalente ao resultado operacional do 16º banco que mais fatura no país e que, em 2015, arrecadou R$ 173 milhões.
O FintechLab cita, entre os cases de sucesso no país, as seguintes empresas: GuiaBolso, ContaAzul, Bank Fácil, Stone, Nubank, Asaas, Kitado, Vindi, Intoo, Biva, Geru, Eqseed, FoxBit e CloudWalk.
A conta.MOBI é também uma das fintechs brasileiras, oferecendo a conta digital mais vantajosa ao microempreendedor individual. Pelo computador ou aplicativo, é possível realizar pagamentos e transferências, consultar o saldo, planejar-se financeiramente e emitir boletos de cobrança.
7 razões das fintech serem mais vantajosas para o MEI
Ainda na dúvida? Reunimos agora as principais razões para afirmar porque as fintechs oferecem as mais vantajosas soluções para um MEI. Perceba pelas características em comum que é quase um casamento perfeito.
Descomplicação: tudo se resolve de forma online
Custo baixo: as menores tarifas para a melhor solução de suas demandas
Segurança: ambientes criptografados afastam possíveis intrusos
Flexibilidade: no celular, tablet ou computador, basta estar conectado para utilizar os serviços
Autonomia: com soluções focadas no usuário, é tudo do seu jeito, assim como é na sua empresa
Eficiência: a proposta compreende oferecer o melhor resultado sem perda de tempo
Suporte: atendimento personalizado por diferentes canais.
Qual o futuro das startups fintech?
Quem tentou responder essa pergunta foi o FintechLab, que estabeleceu ao final do relatório algumas possibilidades.
Uma das mais interessantes se refere à internacionalização das empresas, com o aumento de investimentos externos. É bom destacar que 77% delas buscam parceiros e 30% estão se preparando para o mercado internacional. Qual será a nossa primeira fintech a faturar milhões do outro lado da fronteira?
Melhor organização institucional das fintechs, maior atuação tecnológica dos bancos e o aumento na participação de grandes empresas nesse mercado são outras projeções.
Neste vídeo, você confere uma entrevista com Fábio Ullmann, consultor do setor financeiro da IBM Brasil, que aborda justamente o futuro das fintechs
Conclusão
Neste artigo, apresentamos um pouco sobre o mundo das startups fintech, empresas que aliam finanças e tecnologia e que vem conquistando o mercado com sua proposta diferenciada.
Para quem precisa de soluções financeiras de baixo custo e alta eficiência, vale se informar mais sobre as opções disponíveis no mercado nacional e experimentar na prática as suas vantagens.
Certamente, essa é uma demanda que se encaixa no perfil do MEI. E foi especialmente para esse público que a conta.MOBI surgiu. Tornar mais fácil a vida de quem tem um negócio a gerir é uma missão com a qual a tecnologia muito pode contribuir.
Que tal deixar o futuro entrar na sua empresa?

Fonte http://www.otempo.com.br/interessa/tecnologia-e-games/startup-fintech-uma-nova-proposta-de-servi%C3%A7os-financeiros-1.1450702

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Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado

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A prática de cadastrar um consumidor em programas promocionais de bancos sem autorização pode virar crime. Por exemplo, empurrar seguros ou cartões de crédito, para “atingir metas”. Isto é o que prevê o projeto de lei da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) estabelece pena de detenção de um a seis meses ou multa. A ideia é proteger os consumidores contra débitos causados por produtos que não foram solicitados.

O texto também torna nulos os débitos gerados por cadastramento desse tipo. Segundo a senadora, muitas vezes esses programas promocionais geram prejuízos aos consumidores sem que eles sequer saibam que foram cadastrados Para ela, criminalizar a conduta do cadastramento sem autorização pode coibir esse tipo de ação por parte das instituições financeiras.

O texto está na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde será analisado em decisão terminativa. Isso significa que o texto pode ir direto para a Câmara se for aprovado na comissão e não houver recurso para a análise pelo Plenário.

Fonte Agência Senado via Sincor-RS
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/banco-que-empurrar-para-seus-clientes-seguros-nao-solicitados-pode-ser-penalizado/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

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Juiz condena banco a indenizar servidor e absolve Consignum

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Ricardo Sobrinho excluiu responsabilidade de empresa e mandou banco indenizar servidor

Justiça de Cáceres condenou banco e absolveu empresa de consignados

O juiz Ricardo Alexandre Sobrinho, da 3ª Vara Cível de Cáceres, condenou o Banco BMG e a MLN Assessoria a pagar R$ 5 mil em danos morais ao servidor público estadual D.P.G.F por cobrança de dívida contraída por meio de fraude, além de devolução em dobro dos valores pagos indevidamente.

A sentença também considerou improcedente a acusação que pesava contra a empresa Consignum, de que teria se omitido quanto à fraude.

Na ação, o servidor narrou que recebeu ligação não identificada no dia 15 de setembro de 2010, em que o interlocutor lhe questionou se teria sido bem atendido pelo BMG e se estaria satisfeito com o empréstimo firmado no valor de R$ 29.413,65. Estranhando a ligação, disse não ter realizado qualquer empréstimo.

Além das cobranças indevidas, o servidor descreveu que também tomou conhecimento de que foi aberta em seu nome uma conta corrente no Banco Bradesco, onde provavelmente o valor teria sido sacado.

A decisão foi embasada na Instrução Normativa nº 006/09, que descreve como competência das instituições financeiras a obrigação de analisar documentos e arquivar os contratos firmados com e os servidores.

“Conforme demonstrado pela requerida, a mesma tem a responsabilidade restrita à gerência da margem consignável dos servidores públicos do estado de Mato Grosso, não interferindo nas atividades contratuais. A fraude demonstrada nos autos não teria sido praticada no âmbito de atuação da requerida, mas apenas na sede de atendimento da pessoa jurídica que atuou em representação do Banco BMG”, diz trecho da sentença.

Caso semelhante

A Consignum informou que vai recorrer da decisão proferida em fevereiro deste ano, de um caso semelhante, em que o magistrado Gilberto Lopes Bussiki, da 9ª Vara Cível de Cuiabá, entendeu que a empresa teve responsabilidade nos descontos indevidos referentes a um suposto empréstimo contraído pela servidora pública no Banco BMG, em 2012, arbitrando uma indenização por dano moral de R$ 18 mil.

Outro caso similar ocorreu na capital, pela juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 2ª Vara Especializada em Direito Bancário da Capital, que avaliou em seu julgamento, publicado no Diário da Justiça no dia 8 de março deste ano, que a Consignum não é parte legítima para constar no polo passivo de uma ação movida pelo servidor D.S.B.

Segundo a magistrada, “não há como a segunda requerida (Consignum) figurar na ação, vez que não firmou o contrato e tão pouco é responsável pelo valor da dívida”.

Fonte http://www.midianews.com.br/judiciario/juiz-condena-banco-a-indenizar-servidor-e-absolve-consignum/291526

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