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MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

MS – NOVA ANDRADINA: Mulher cai em golpe de empréstimo consignado via internet

A ocorrência de estelionato foi registrada na Delpol.

Uma moradora de Nova Andradina, de 21 anos, perdeu R$ 1.000,00 (Um mil reais) após cair em golpe de empréstimos consignado. A vítima relatou na Delpol de Nova Andradina que na semana passada, entre terça e quarta-feira achou no facebook uma empresa a qual realiza empréstimos consignados. Em posse dessa informação entrou no site da empresa e realizou um cadastro.

Na delegacia, a vítima disse que passado uma semana um indivíduo entrou em contato com a vítima se passando pelo representante da financeira.

Na conversa via telefone, o criminoso então esclareceu à vítima que podia fazer o empréstimo consignado no valor de R$ 10.000,00 e solicitou uma quantia antecipada no valor de 10% do pretendido.

Confiante, a vítima obteve as informações a respeito do pagamento e recebeu via Whatsapp, uma conta poupança da Caixa Econômica Federal a qual foi depositada a quantia de R$ 500,00.

Em outra conta, a vítima efetuou o deposito do restante, totalizando os 10%. Após os depósitos, a mulher entrou em contato com o criminoso via Whatsapp informando e exigindo explicações a respeito do fato, sendo que o mesmo demonstrou frieza nas respostas; ela perguntou o porquê do acontecido e o criminoso informou-lhe que era preciso e não a contatou mais. (Com informações da ocorrência 1066-2017).

http://www.novanoticias.com.br/noticias/policia/nova-andradina-mulher-cai-em-golpe-de-emprestimo-consignado-via-internet

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MS – ?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

?Briga com a Caixa revela ‘atividade suspeita’ com empréstimos em sindicato de servidores

Filiados não sabiam, mas envolvidos negam irregularidades


Izabela Sanchez (Fotos: Divulgação)

Briga judicial entre a Caixa Econômica Federal e um sindicato de servidores em MS revelou o uso ‘suspeito’ do CNPJ sindical para operações financeiras. O processo judicial é movido pela Caixa Econômica Federal contra o Sindicato dos Servidores Municipais de Aparecida do Taboado , a 457 km de Campo Grande, e trouxe à tona atividade financeira da entidade sem conhecimento da maioria dos filiados.

O Sindicato atuou por cerca de 1 ano e meio após firmar contrato com a Caixa em novembro de 2012 como correspondente bancário da entidade, realizando empréstimos consignados para servidores do município. O CNPJ da entidade foi ‘cedido’ a uma terceira pessoa que não é filiada e sequer servidor, para desenvolver a atividade.

A Caixa processou o Sindicato em 2014, na tentativa de reaver um valor R$ 36.439,00. O valor foi obtido pelo sindicato de forma irregular, de acordo com o banco. Conforme explica no processo, a Caixa alega que o dinheiro foi lucrado por um erro no sistema digital. O suposto erro do sistema incidiu sobre a remuneração de empréstimos realizados para quitar outros empréstimos já obtidos anteriormente.

Conforme explica a Caixa, para essas operações, a remuneração do correspondente bancário se dá sobre a diferença entre o novo valor liberado e a dívida anterior que foi liquidada. Não foi o que ocorreu.

O Sindicato teria realizado diversas operações em que teria lucrado sobre o valor total do novo empréstimo, e outras em que lucrou sobre operações inexistentes, conforme alega a Caixa no processo. Não há informações de quanto foi movimentado durante a atuação da entidade como correspondente bancário.

Denúncia
Todo o esquema aconteceu sem que fosse divulgado. A presidente da entidade alega que cedeu o CNPJ a Danilo Alves Sena Oliveira Filho, mas que não participou das operações e que desconhece as irregularidades. Danilo, que não tem vínculo com o sindicato, é filho de Alzair Assis Oliveira da Silva, então secretário-geral da entidade. Ele trabalha em setor administrativo da Prefeitura, responsável por ceder os holerites dos funcionários.

Uma das funcionárias públicas filiadas ao Sindicato, que descobriu o esquema após o processo da Caixa, questiona, além do convênio em si, os valores declarados como remuneração de alguns dos servidores que realizaram empréstimos. Professora, ela denunciou a questão ao MPF (Ministério Público Federal). A Procuradoria da República, agora, encaminhou um pedido de investigação para a Polícia Federal em Três Lagoas, para que apure possível prática de estelionato majorado.

“A gente conseguiu ver um em que um servidor alega que ganhava R$ 15 mil, isso não é verdade, esse servidor nem ganhava esses R$ 15 mil e conseguiu pegar mais de R$ 160 mil. Então, a princípio, acreditamos que tem participação de funcionários da Caixa e que são empréstimos fraudulentos”, afirmou ela.

A professora também alega ter reivindicado prestação de contas do sindicato, que após insistência, foi divulgada pela presidente. O jornal Midiamax teve acesso aos documentos. Não há dados financeiros sobre os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2013.

A Caixa, por meio da assessoria de comunicação, negou qualquer ilegalidade nas atividades firmadas com o Sindicato. Ainda assim, três pessoas foram transferidas da agência, entre elas o gerente da unidade.

Diversos membros da chapa foram destituídos no mês de fevereiro deste ano, conforme publicação em jornal local. A presidente, que nega participação nos empréstimos, continua na entidade, que ainda não realizou assembleia para eleger uma junta governativa, uma das exigências dos filiados após o caso.

Ana Tereza declarou, em conversa junto a servidora, que Danilo seria o responsável e que lucraria com as operações. No áudio ao qual o jornal Midiamax teve acesso, a presidente afirma que “ele fazia o empréstimo pra você de R$ 10 mil, aí você fazia de R$ 20 mil, ele ganhava em cima desse total. Ele tinha uma outra conta. Este dinheiro vinha para conta dele, pra conta do sindicato, e dessa conta ele repassava para conta dele, o que vinha de lucro”.

Por telefone, Danilo negou-se a falar sobre o assunto e pediu que a reportagem acionasse o advogado, Wylson Silva. O jornal Midiamax tentou falar com ele, mas as ligações não foram atendidas. Alzair negou qualquer irregularidade na liberação dos holerites dos servidores e participação nas movimentações. Ele declarou que o processo judicial refere-se apenas à Caixa e ao Sindicato, e que as acusações feitas contra ele serão motivo de ação judicial.

A Caixa tentou reaver os valores, mas com a negativa, ingressou na Justiça. Quem responde ao processo, em nome do Sindicato, é Danilo. Atualmente, ele tem, na cidade, uma ‘Caixa Aqui’, empresa que atua como correspondente da Caixa.

Em entrevista a uma rádio local, o advogado declarou que “o sindicato não participou desses empréstimos consignados efetuados por ele [Danilo]”. Para a Superintendência Regional do Trabalho, ao analisar o processo em questão, a atuação da entidade como correspondente bancário também pareceu “estranha”.

Ao contestar a reivindicação da Caixa no processo, o advogado alega que a instituição financeira seria a única culpada pela irregularidade nos valores. “Ora, se é a própria Caixa que irá determinar o valor a ser repassado e se foi a própria Caixa que repassou os valores, não há, portanto, em falar de equívoco”, afirma, na peça.

Fonte http://www.midiamax.com.br/justica/parceria-financeira-entre-sindicato-caixa-economica-pode-ser-investigada-pela-pf-334668

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MS – Financeira é condenada a pagar R$ 13 mil a cliente cobrada irregularmente

MS – Financeira é condenada a pagar R$ 13 mil a cliente cobrada irregularmente

Uma financeira de Naviraí – cidade localizada a 366 km de Campo Grande – foi condenada pelos desembargadores da 3ª Câmara Cível do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) a pagar R$ 10 mil por danos morais e outros R$ 3 mil por danos materiais para uma cliente, confirmando decisão já tomada em primeira instância.

De acordo com os autos, a autora da ação sofreu durante três meses cobrança indevida, recebendo notificação extrajudicial sob a ameaça de ser ajuizada uma ação de busca e apreensão referente a uma dívida já quitada.

No recurso, a empresa alega que a condenação, quando sucumbente, se limita ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios sucumbenciais, e que os honorários convencionados entre as partes não constituem dano material passível de indenização.

A BV também afirmou que na data em que houve a inscrição nos órgãos de restrição ao crédito, a empresa não registrou nenhum pagamento, razão pela qual não há o que se falar em dano moral, requerendo então minoração do valor definido para danos morais.

Porém, os desembargadores não acataram os pedidos da empresa, mantendo o já definido anteriormente pela Justiça.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/bv-financeira-e-condenada-a-pagar-rs-13-mil-a-cliente-cobrada-irregularmente – Nyelder Rodrigues

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Pai de membro do PCC é preso tentando dar golpe em banco

Pai de membro do PCC é preso tentando dar golpe em banco

O suspeito estaria também tentando transferir a aposentadoria da vítima para outra conta corrente


Miguel Petrovich Filho pode responder por tentativa de estelionato, uso de documento falso e falsidade ideológica (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um homem de 50 anos foi preso nesta segunda-feira (22), em Campo Grande, enquanto tentava obter empréstimo bancário, se passando por outra pessoa. Em nota, a Polícia Civil destaca que ele é pai de um membrod o PCC.

Miguel Petrovich Filho estaria usando uma documentação falsa em nome de José Francisco Garcia para efetuar, também, a transferência da aposentadoria da vítima para outra conta corrente.

De acordo com a Polícia Civil, no dia 20 de fevereiro deste ano, Miguel já teria feito compras em uma loja de um shopping de Campo Grande em nome de José Francisco.

O suspeito não tem passagens pela polícia, porém, de acordo com a Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), seria pai de Fabio Miguel Alves Petrovich, conhecido como “Ponto Quarenta”, integrante da organização criminosa denominada PCC (Primeiro Comando da Capital).

Fabio apresenta diversas passagens por roubo e estelionato e atualmente encontra-se foragido e tem contra si um mandado de prisão em aberto por roubo.

O suspeito foi encaminhado à Depac Centro onde será autuado em flagrante por tentativa de estelionato, uso de documento falso e falsidade ideológica.

Fonte http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/homem-e-preso-ao-tentar-fazer-emprestimo-bancario-com-documentos-falsos
Bianca Bianchi

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MS – Estelionatário que abria contas na Caixa com documentos falsos é preso

MS – Estelionatário que abria contas na Caixa com documentos falsos é preso


Ele estava em liberdade condicional

W.D. estava em liberdade condicional (Foto: Divulgação)
Na tarde de terça-feira (2), W.D., de 38 anos, foi preso pela Polícia Federal por tentar aplicar golpes de estelionato contra a Caixa Econômica Federal de Três Lagoas, cidade a 338 quilômetros da Capital. Ele abria contas com documentos falsos para sacar valores dos limites de cheque especial, cartão de crédito e empréstimos.
De acordo com a polícia, o suspeito foi preso no momento em que tentava abrir uma conta corrente e obter créditos com documentos falsos, em nome de Gilberto de Oliveira Rodrigues. Com o homem, de 38 anos, ainda foram apreendidos um cartão magnético de outra conta bancária, aberta em outra agência da Caixa em nome de Erik Alexandre Lopes de Coeto, também com uso de documentos falsos.

Cartões e documentos foram apreendidos com o suspeito (Foto: Divulgação)
O crime contra a instituição financeira consistia em abrir contas bancárias e sacar os valores do cartão dos limites do cheque especial, cartão de crédito e empréstimos. O homem ainda tinha um cartão de loja de departamentos em nome de Gilberto de Oliveira.
Ainda segundo a Polícia Federal, W.D. já havia sido condenado pelo mesmo tipo de crime, também contra agência da Caixa, no interior de São Paulo, e estava em liberdade condicional. A polícia também acredita que o suspeito possa ter aplicado golpes em outros bancos e a estimativa é de que os prejuízos ultrapassem R$ 60 mil.
O suspeito foi indiciado por uso de documento falso, falsificação de documento público e tentativa de estelionato, podendo ser condenado a até 18 anos de reclusão.

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Fechado o cerco contra ‘máfia das financeiras’ em MS

Empresas estariam contratando financiamento sem autorização do consumidor

Superintendente do Procon-MS, Alexandre Rezende diz que regras estão mais rigorosas

Como um antídoto para o que o Procon chama de câncer do Código de Defesa do Consumidor, o órgão resolveu fechar o cerco contra as financeiras e fixar regras mais rígidas para o atendimento desse setor – que representa mais de 50% das reclamações, segundo matéria publicada hoje (2) no jornal Correio do Estado. O superintendente Alexandre Rezende denuncia que existe uma “máfia de criminosos para atuar com crédito consignado”, e é na tentativa de coibir as ações dessas pessoas de má-fé que foi publicada, neste mês, resolução com procedimentos específicos para a área. “Estão adulterando, colhendo informações dos clientes e induzindo o consumidor ao erro durante o processo de empréstimo”, alerta.

Além disso, a preocupação é evitar que até o Procon seja usado como “facilitador” nos processos de empréstimo consignado sem o consentimento do cliente. “De maneira indireta, nós acabamos sendo vítimas também”, afirma. Isso acontece porque representantes de empresa Y, dizendo estar em nome de determinado cliente, vão até o Procon pedir a liberação do extrato detalhado e boleto de quitação antecipada da financeira X – que é a titular do financiamento atual do consumidor. O procedimento é normal para conseguir fazer o chamado refinanciamento ou portabilidade do empréstimo (a pessoa transfere o restante da dívida para outra empresa, que ofereça taxas melhores, e geralmente contrata também mais um valor para ser parcelado, prolongando as parcelas) de um estabelecimento para o outro, mas o Procon descobriu que em vários casos o cliente, na verdade, não tinha solicitado o serviço.

Ou seja, um procedimento do Procon para garantir o direito do cliente de transferir ou antecipar o seu empréstimo estava sendo utilizado pelo chamado “pastinha” (pessoa que leva e traz documentos, sempre com uma pasta nos braços) para lesar o consumidor. “O criminoso pedia para o cliente assinar uma procuração pra ele poder ir até o Procon fazer os trâmites, pedir o extrato ou outro tipo de consulta, quando, na verdade, já incluía o contrato do empréstimo no bolo de papéis”, explica. Mas a trama que envolve o crime é ainda mais elaborada em alguns casos, incluindo até falsificação de assinatura, documentos… “É caso de Polícia, mesmo”, afirma o superintendente. A reportagem é de Paula Vitorino.

Fonte http://www.correiodoestado.com.br/

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Fraude em empréstimos rendeu até R$ 300 mil a servidores, diz PF em MS

Funcionários públicos de Corumbá são investigados pela Polícia Federal.

Esquema foi revelado em operação desencadeada com o MP.

O ganho de servidores públicos municipais de Corumbá, a 444 km de Campo Grande, alvos de operação da Polícia Federal (PF) e da 5ª Promotoria de Justiça, desencadeada para combater fraude em empréstimos consignados, variou entre R$ 5 mil e R$ 300 mil.

Segundo o delegado da PF em Corumbá, Alexandre Nascimento, ainda não há a informação de quantos empréstimos foram feitos no esquema, no entanto, mais de 100 funcionários públicos municipais contraíram consignados nesta modalidade e também devem ser investigados.

O delegado explicou ao G1 que servidores faziam mais de um empréstimo, individualmente, e o comprometimento de renda com o consignado variava de R$ 200 a R$ 9 mil. Pelo menos dez funcionários públicos faziam parte do esquema. Um mandado de prisão, um de busca e apreensão e outro de condução coercitiva foram expedidos na operação.
Nascimento afirmou que não há indícios de que as fraudes ocorreram neste ano, apenas entre 2007 e 2012, durante administração de Ruiter Cunha (PT) na prefeitura corumbaense. Caso comprovada participação do petista nas irregularidades, ele pode responder por formação quadrilha, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro, inserção de dados falsos no sistema de informação, uso de documento público falso e falsidade ideológica.

Ao G1, Ruiter Cunha disse que vai tomar conhecimento do caso antes de se pronunciar.
Agora, ainda conforme o delegado, a investigação vai analisar materiais coletados durante a operação como pen drives, comprovantes de depósitos e de aquisição de imóveis. Além disso, a PF vai pedir à Justiça a quebra de sigilo bancário e telefônico dos envolvidos.

As investigações tiveram início há cerca de um ano por meio de denúncia e acesso a documentos. A estimativa é que o desvio tenha atingido R$ 5 milhões. Além dos funcionários públicos, a PF também apura o envolvimento de outros profissionais na fraude.

Esquema
De acordo com a PF, servidores do setor de recursos humanos da prefeitura de Corumbá inseriam informações falsas na folha de pagamento de outros funcionários, dizendo que estes recebiam verbas indenizatórias e, com isso, a margem consignável aumentava. Dessa forma, os funcionários públicos faziam empréstimos consignados, sacavam e repassavam o dinheiro aos organizadores do esquema, segundo a polícia.

A PF informou ainda que os consignados realizados eram todos pagos com verba pública não devida aos funcionários. A operação foi intitulada de Cornucópia, nome que é o símbolo da abundância na mitologia grega e faz alusão à riqueza criminalmente obtida pelos envolvidos e alto volume de recursos públicos disponibilizados.

Fonte Do G1 MS – Fabiano Arruda

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PF investiga fraude em empréstimos consignados em prefeitura de MS

Agentes cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão.

Segundo a polícia, funcionários públicos estariam envolvidos.

A Polícia Federal (PF) realizou na tarde desta quarta-feira (13) operação para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra servidores públicos municipais de Corumbá, a 444 km de Campo Grande, suspeitos de fraude de empréstimos consignados. Ao G1, a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade disse que ainda não tem informações sobre o caso.
De acordo com a PF, servidores do setor de recursos humanos do órgão inseriam informações falsas na folha de pagamento de outros funcionários, dizendo que estes recebiam verbas indenizatórias e, com isso, a margem consignável aumentava.

Dessa forma, os funcionários públicos faziam empréstimos consignados, sacavam e repassavam o dinheiro aos organizadores do esquema, segundo a polícia.
A PF informou ainda que os consignados realizados eram todos pagos com verba pública não devida aos funcionários. A investigação policial aponta que estão envolvidos na fraude mais de uma centena de servidores e a estimativa é que o montante circulado seja de R$ 5 milhões.
Segundo a polícia, peritos analisam documentos e informações que constam nos computadores da prefeitura. O objetivo é verificar a folha de pagamento e a inclusão de dados de informática sobre a administração municipal. Os mandados foram expedidos pela 5ª Promotoria de Justiça de Corumbáx.
A operação chama-se Cornucópia, que de acordo com a Polícia Federal é o símbolo da abundância na mitologia grega e deu nome à ação em alusão à riqueza criminalmente obtida pelos envolvidos e abundância de recursos públicos disponibilizados.

Fonte Do G1 MS

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