Concorra a R$ 15 mil para acelerar o seu negócio

Concorra a R$ 15 mil para acelerar o seu negócio


Começar um negócio próprio não é uma tarefa fácil. Empreender é uma jornada muito gratificante, mas também de muitos tombos, desafios e noites mal-dormidas. Mas você não precisa passar por tudo isso sozinha. Existem centenas de mulheres, que, como você, estão começando uma empresa, e que podem ser suas aliadas nessa jornada. Por isso criamos o grupo do Mulheres Seguras no LinkedIn.

Lá você vai poder trocar ideias com empreendedoras de todo o Brasil e contar com a consultoria da Viviane Duarte, fundadora do site Plano Feminino. Ficou interessada? As participantes que mais se engajarem no grupo até abril podem ganhar prêmios de até R$ 15 mil para alavancarem seus negócios.

Saiba como participar:

Para concorrer ao prêmio, você precisa primeiro entrar no grupo do LinkedIn do Mulheres Seguras e ter um cadastro ativo no Mulheres Seguras. Podem participar mulheres maiores de 18 anos que tenham um projeto de negócio próprio.
Cem mulheres do grupo receberão, de fevereiro a abril, uma consultoria de negócios particular com a Viviane Duarte: tudo pelo InMail do LinkedIn.
No final da ação, as 20 empreendedoras mais engajadas com a consultoria participarão de um encontro presencial realizado pelo Mulheres Seguras, em parceria com o Plano Feminino, no dia 12 de maio em São Paulo.
Neste encontro, serão anunciadas as três empreendedoras premiadas. Quem tiver as melhores ideias de negócios e o melhor desempenho durante a ação será premiada com R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, de acordo com a sua colocação.
O que você está esperando para trocar experiências com outras empreendedoras e ter a chance de começar o negócio dos seus sonhos mais rápido? Confira o regulamento completo da ação, e inscreva-se no grupo do Mulheres Seguras no LinkedIn aqui.

Fonte DESENVOLVIMENTO PESSOAL / Por Mulheres Seguras
Fonte http://mulheresseguras.com.br/concorra-a-15-mil-para-acelerar-o-seu-negocio/?utm_source=newsletter201703&utm_medium=email&utm_campaign=news201703

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Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Empresa de crédito consignado quer chegar a todos os estados brasileiros

Rede de franquias MTCred já possui 43 unidades em 13 estados

MTCred, empresa de crédito consignado que está no mercado desde 2008, conta hoje com 43 lojas em 13 estados brasileiros. A rede se encaixa num segmento que os permite uma abrangência nacional, independente da região do país. O que torna mais fácil o processo de expansão da marca, já que não encontra nenhuma barreira regional.

O carro chefe da marca é o crédito consignado, empréstimo descontado diretamente da folha de pagamentos da pessoa física, para aposentados e pensionistas do INSS.

Uma das vantagens da rede é que não é preciso ter experiência na área, já que a franqueadora oferece todos os materiais e auxilio durante todo o período de adaptação. O único requisito que a rede pede é que o interessado tenha aptidão para vendas.

A expectativa para o final do ano é de ter unidades em todos os estados e 100 franquias vendidas, sendo 40 lojas e 60 franquias Smart. Para isso a rede aposta nas participações em 4 feiras do segmento, sendo 3 do SEBRAE e 1 da ABF.

Para saber mais sobre as franquias: www.mtcred.com.br

Raio x:

Franquia Smart – (Home Based)

Investimento Inicial Total: R$14.990,00

Taxa de franquia: R$ Inclusa

Área para o ponto: Home

Faturamento bruto mensal: R$ 80.000,00

Royalties: R$ 1.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 4 a 8 meses

Prazo de contrato de franquia: 3 anos

Esse valor Inclui:

* Kit Inicial (Cartão de Visita, Panfletos, NoteBook, Mochila, Cracha)

*Treinamento de Franqueado (1 Semana) na Matriz, com passagem aérea (Capital-Capital) e Hospedagem inclusas.

Franquia Loja –

Investimento Inicial Total: R$ 60 mil a R$ 100 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Taxa de Franquia de R$ 30 a R$ 50 mil (dependendo do tamanho da cidade)

Área para o ponto: 40 m2 (Mínimo)

Montagem da Loja R$ 20 a 40 mil

Capital de Giro Inicial: R$ 10 a 20 mil

Treinamento na Matriz por conta do Franqueado

Treinamento da Equipe na Loja do Franqueado (Custo da Franqueadora)

Faturamento bruto mensal: R$ 300.000,00

Royalties: R$ 2.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 10%

Prazo de retorno do investimento: 12 a 18 meses

Prazo de contrato de franquia: 5 anos

Franquia Master –

Franquia de Expansão – Regional

Incluso R$ 50 mil de mídia para expansão local

Investimento Inicial Total: R$250.000,00

Taxa de franquia: Incluso

Faturamento bruto mensal: R$ 4.000.000,00

Lucratividade média sobre o faturamento: 0,5%

Ganho Sobre a Vendas de Novas Unidades: 50% (Taxa de Franquia)

Prazo de retorno do investimento: 12 a 24 meses

Prazo de contrato de franquia: 10 anos

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RJ – Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Justiça proíbe bancos de descontar parcelas do consignado de servidores

Decisão vale para 26 bancos e para servidores estaduais de todo o país.

Defensoria e MP receberam denúncias de irregularidades nas cobranças.

Uma liminar da Justiça do Rio proibiu 26 bancos de descontar parcelas do empréstimo consignado diretamente da conta bancária de servidores estaduais. A decisão vale para todo o país.

Salário parcelado e atrasado, sem décimo terceiro, e com empréstimo consignado.
Desde o fim de 2015, não tem sido fácil para o Vittorio, funcionário da Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia do Rio. E o extrato da conta corrente mostra que, mesmo antes do pagamento do salário, o banco já descontou a parcela do empréstimo.

“Como eu não tenho cheque especial, a conta ficou negativa e durante até eu voltar a cobrir. Quando bateu uma outra parcela, eles chegaram a cobrar juros na conta. É um sentimento de injustiça, de humilhação bastante forte”, desabafa Vittorio Leandro Oliveira.

Além de todas as dificuldades enfrentadas pelos servidores do Estado do Rio, a Defensoria Pública e o Ministério Público receberam denúncias de irregularidades na cobrança dos empréstimos consignados, praticadas por pelo menos 26 bancos. As instituições financeiras descontavam o valor referente a parcela do pagamento do empréstimo na conta corrente do servidor. Só que quando o funcionário recebia o salário, já com atraso, descobria que o estado também já tinha descontado o mesmo valor.

A Defensoria Pública e o Ministério Público do Rio se juntaram em uma ação coletiva contra uma cláusula dos contratos de empréstimo consignado. Ela permite que os bancos cobrem do servidor quando não recebem do estado por meio da folha de pagamento.

Mas a cláusula foi considerada abusiva.

A juíza Maria Christina Rucker proibiu qualquer tipo de cobrança direto na conta dos servidores estaduais a título de pagamento de crédito consignado.

No texto, a juíza diz que se o estado atrasa os salários, evidentemente o atraso no desconto do consignado é responsabilidade do estado, e não do servidor.

“A liminar proíbe a inclusão dos nomes dos consumidores nos cadastros restritivos de crédito, e ela vale para todos os contratos no Brasil inteiro, porque a gente sabe que a crise não é só no Rio de Janeiro. A crise está aí por alguns estados da federação. A gente precisava tomar essa atitude para estancar essa prática ilegal”, diz a juíza Maria Christina Rucker.
A Associação Brasileira de Bancos declarou que as associadas citadas na ação não debitam parcelas de crédito consignado das contas dos servidores do Rio.

Fonte http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/03/justica-proibe-bancos-de-descontar-parcelas-do-consignado-de-servidores.html

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Porto Seguro oferece uma nova oportunidade de negócio

Porto Seguro oferece uma nova oportunidade de negócio


Atualmente cerca de 27,5 milhões de veículos não possuem seguro, o que corresponde a 68% da frota de veículos leves do Brasil. Dessa forma, produtos como os rastreadores da Porto Seguro Proteção e Monitoramento são uma alternativa de novos mercados para os corretores. “A Porto Seguro Proteção e Monitoramento, atenta à demanda de mercado e às necessidades dos corretores por mais opções de produtos, oferece o serviço de rastreamento veicular, que tem se mostrado uma alternativa interessante aos clientes que possuem ou não seguro, visto que é uma forma de aumentar a segurança do veículo, com preços competitivos”, conta Fabio Braga, Superintendente da Porto Seguro Proteção e Monitoramento. O sistema de rastreamento é orientado via GPS e o veículo é monitorado por uma central 24 horas, preparada para atender em situações de roubo ou furto, agilizando o processo de localização do veículo. A Porto Seguro Proteção e Monitoramento oferece produtos como o Rastreador Porto Seguro, em que além de acessar as informações do veículo pela internet, o cliente poderá ter desconto nas renovações do seguro e as manutenções do dispositivo rastreador são gratuitas. Já o Rastreador Mais Seguro está disponível para clientes que não possuem seguro auto e que buscam proteção ao seu veículo a um valor competitivo. Além de ter informações sobre a localização e velocidade, conta com cobertura para situações de roubo, furto ou incêndio, que garante a indenização de 100% do valor de tabela Fipe, caso o veículo não seja localizado. Tudo isso sem análise de perfil do condutor, sem burocracia na contratação, e com assistência 24 horas nos serviços emergenciais como socorro mecânico, troca de pneus, chaveiro, guincho e muito mais. “Através da tecnologia de rastreamento, é possível localizar o veículo com amplitude e agilidade através da central de monitoramento 24 horas, possibilitando ainda o acesso a localização, velocidade e percursos do veículo através da internet, bastando para isso ter um dispositivo rastreador instalado”, finaliza Braga.

Fonte CQCS | Livia Montenegro
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/256331/?utm_source=news-13-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=ab0316ce25-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_13&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-ab0316ce25-15123961

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Nova regra do cartão restringe pagamento mínimo da fatura a 1 mês; entenda

Nova regra do cartão restringe pagamento mínimo da fatura a 1 mês; entenda

As regras para o uso do rotativo do cartão de crédito vão mudar. A partir do dia 3 de abril, os clientes terão restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo. A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26 de janeiro, e tem gerado dúvidas entre os consumidores. A principal mudança é que, ao contrário do que acontece atualmente, quem optar por fazer o pagamento mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos.

A novas regras foram criadas para coibir o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou o ano passado em 484,6% ao ano, segundo dados do Banco Central que considera a média de todas as instituições financeiras.

Como funciona hoje?
Hoje, para não ficar inadimplente, o consumidor precisa pagar ao menos 15% do valor da fatura de seu cartão de crédito (pagamento mínimo) até o vencimento da fatura. O restante da dívida fica para o mês seguinte, sujeito aos juros do cartão considerados proibitivos.
No mês seguinte, o cliente recebe a fatura com o saldo da dívida do mês anterior acrescido dos juros. Se não conseguir pagar o valor integral, ele pode, então, fazer novamente o pagamento mínimo de 15%, no mesmo processo anterior, e assim sucessivamente. Daí surge a metáfora da “bola de neve” associada frequentemente ao uso do rotativo do cartão de crédito.

O que muda?
A partir do dia 3 de abril, o consumidor que não conseguir fazer o pagamento integral de sua fatura do cartão de crédito poderá fazer o pagamento mínimo de 15% apenas por um mês. Na fatura seguinte, ele não poderá repetir o processo, pois o banco é obrigado a oferecer uma linha de crédito para que o consumidor parcele a sua dívida.
O cliente negocia então um prazo e uma taxa de juros para pagar a pendência. Entre os grandes bancos brasileiros, quatro já anunciaram as taxas que vão ser oferecidas – todas menores que os atuais juros do cartão, variando de 1,99% a 9,99% ao mês.
Na prática, em vez de alongar indefinidamente sua dívida fazendo o pagamento mínimo da fatura por vários meses consecutivos, o cliente terá de assumir o financiamento de sua dívida com prazo determinado e juros menores.
É importante destacar que, pelas novas regras, o cliente ainda pode fazer o pagamento integral de sua dívida a qualquer momento, mesmo antes do vencimento da próxima parcela.

Na ponta do lápis
Com taxas menores, o valor final pago pelos consumidores ao fim do parcelamento acaba ficando mais baixo do que seriam com juros rotativos do cartão. No entanto, o cliente pode ficar sujeito a parcelas maiores do que pagaria caso fizesse o pagamento mínimo da fatura por vários meses.
O economista Samy Dana, colunista do G1, fez a simulação de uma dívida de R$ 1 mil paga em 1 ano. Pelo rotativo do cartão, considerando os juros médios de 4 grandes bancos do Brasil (16,4% ao mês), o cliente que optasse por pagar o valor mínimo da fatura por 11 meses arcaria com parcelas de R$ 134 a R$ 148. Pagando o saldo devedor restante de R$ 885,42 no 12º mês, a dívida de R$ 1 mil teria se tornado R$ 2.588. Para comparação: considerando os juros médios já anunciados pelos bancos nas novas regras, a dívida final somaria R$ 1.872, com 12 parcelas iguais de R$ 143.
A simulação do G1 considera a média das taxas máximas informadas pelos bancos nas linhas de parcelamento.

O que dizem os especialistas
Marcos Crivelaro, especialista em finanças pessoais e professor da FIAP, avalia que as pessoas que têm o costume de, equivocadamente, “usar o rotativo do cartão de crédito como complemento do salário” podem sentir agora que “o estão privando dessa liberdade”. No entanto, o educador acredita que a nova regra defende o consumidor, já que o valor da dívida final é menor.
Crivelaro também estima que as novas regras inibam o descontrole financeiro. “Com rotativo o cartão, aquele ‘algo a mais’ que o salário não cobria estava sempre lá, pronto, pré-aprovado, sem burocracia”, descreve. “Agora, financiar a sim mesmo vai dar trabalho”, diz ele sobre as negociações dos parcelamentos.
Para o economista Samy Dana, colunista do G1, a solução encontrada pelos bancos ainda é uma opção de crédito cara e que deve ser evitada pelo brasileiro.
Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP, acredita que, apesar de o parcelamento a juros menores diminuírem o valor final da dívida, as novas condições não devem ter um impacto grande nos índices de inadimplência. “Se uma pessoa não consegue pagar o mínimo de 15%, também não vai conseguir pagar a parcela financiada.”
Para Domingos, a nova medida que permite financiar o valor total “não está dando nenhum tipo de benefício para o devedor”. “Essa dívida vai acabar se tornando objeto de negativação do nome desse consumidor.”

O que fazer?
Para quem já está endividado, os educadores financeiros recomendam a procura de crédito mais barato antes de ficar sujeitos aos juros do cartão de crédito, mesmo considerando as taxas mais baixas das novas regras. Entre os exemplos estão créditos pessoais a juros menores, como o consignado, além da procura do banco ou instituição financeira que ofereça as condições mais vantajosas para liquidar as pendências.
Além disso, a recomendação é prestar atenção ao orçamento familiar, identificando as despesas que podem ser cortadas para que os gastos não ultrapassem os ganhos. “Quando a gente fala em cortar gastos, a pessoa não consegue visualizar onde está gastando. Reduzir padrão é adequar a realidade do que eu ganho comparado com o que eu gasto. E eu não tenho como descobrir aonde está indo cada centavo do meu dinheiro se não fizer um acompanhamento minucioso”, ensina Domingos.

Fonte http://www.correiodoestado.com.br/economia/nova-regra-do-cartao-restringe-pagamento-minimo-da-fatura-a-1-mes/299765/

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Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Oferta de crédito consignado tira sono de aposentados

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições


A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.
“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS. “Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: O senhor já está aposentado. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria. A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Outro lado

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/348880/oferta-de-credito-consignado-tira-sono-de-aposentados

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Dados pessoais de aposentados valem menos de 10 centavos

Dados pessoais de aposentados valem menos de 10 centavos


A comercialização de dados faz a oferta de consignado tirar o sono de quem recebe o benefício do INSS. Recomendação é denunciar ao Ministério Público Federal

A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.

“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”

Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS.

“Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: ?O senhor já está aposentado?. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”

No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.

A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria.

A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.

Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.

“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados.

A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.

Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.

A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito.

CONSUMIDOR DEVE DENUNCIAR ABUSOS AO MINISTÉRIO PÚBLICO

A gravação enumera tudo aquilo que o aposentado pode fazer com o dinheiro: reformar a casa, ajudar parentes, fazer a viagem dos sonhos – só que o consumidor nunca pediu informações sobre crédito consignado.

Segundo Edson Costa, da Aneps, associação de correspondentes bancários, as empresas não podem ter acesso a dados sigilosos sem autorização. “Quem age assim, está operando ilegalmente.”

Para o aposentado que sentir que teve sua privacidade violada, a recomendação é fazer uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), pessoalmente ou pela internet, ou na ouvidoria do INSS, pelo telefone 135.

O Procon-SP recomenda que o consumidor nunca aceite um empréstimo por telefone e, caso se sinta incomodado com a abordagem das financeiras, registre reclamação nos bancos e solicite que não sejam mais feitas ligações com esse tipo de oferta.

Fonte http://www.jornalcontabil.com.br/dados-pessoais-de-aposentados-valem-menos-de-10-centavos/

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Corretores estão mais otimistas

Corretores estão mais otimistas

Corretores Os corretores de seguros estão mais otimistas neste início de ano. Segundo pesquisa realizada pela Fenacor, no final de janeiro, para calcular o ICSS, indicador mensal que mede o nível de confiança do mercado, 89% dos entrevistados acreditam que o faturamento do setor vai crescer (39%) ou, ao menos, permanecer estável (50%) nos próximos seis meses. Já entre os seguradores e resseguradores, esses percentuais atingiram 25% e 64% e 29% e 42%, respectivamente.

Ainda entre os corretores, 56% acreditam que a rentabilidade do mercado vai se manter no mesmo patamar neste semestre e outros 22% apostam em crescimento, mesmo percentual de quem teme uma queda.

Metade dos seguradores entrevistados acredita que a rentabilidade permanecerá estável e somente 16% apostam em um avanço nos próximos meses.

Quanto ao desempenho da economia brasileira, 88% dos corretores, 93% dos seguradores e 86% dos resseguradores projetam um cenário melhor ou, no mínimo, igual ao que prevalece atualmente, nos próximos seis meses.

O ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil.

Esse indicador é o resultado de três variáveis: ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

Todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor.

Ao todo, aproximadamente 100 executivos de corretoras, seguradoras e resseguradoras são entrevistados em cada oportunidade.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretores-estao-mais-otimistas

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Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão

Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão

O sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.

O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 diasO sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo Estado, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.

O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bancos-se-preparam-para-a-migracao-do-rotativo-do-cartao/

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Bancos, o fim de uma era!

Bancos, o fim de uma era!

“É o mesmo sol que derrete a cera que seca a argila”.

Bancos - Fim de uma Era

Selecionado pela Korn Ferry, e por Alex Cerqueira Leite Thiele, recebi a missão de montar e comandar a 1ª área de marketing de um banco no Brasil. A do Itaú, 1971. Na época, um banco com 300 agências, decorrente de uma sucessão de fusões e incorporações, e em busca de unidade/identidade.

Numa das primeiras reuniões com Olavo Setubal, e convencido o quanto a falta de unidade/identidade inibia o crescimento do banco, perguntou sobre a possibilidade de fazermos uma campanha para resolver esse grave problema.

Em 1º de setembro daquele ano, numa convenção no Cine Regina na Av. São João, lançamos a campanha assinada pela DPZ, “AJUDE O ITAÚ A SER O PRIMEIRO, UM DIA PODERÁ AJUDAR VOCÊ”. E no dia seguinte anúncios nos principais jornais do país convidando, pelo nome, centenas de líderes e formadores de opinião para abrirem uma conta.

Dentre os inconvenientes do sistema de administração por campanha, alertamos ao Dr. Olavo que, muito especialmente em organizações em processo de formação, o estimulo é de tal ordem que os envolvidos – no caso os gerentes – cometem todas as barbaridades possíveis para alcançarem as metas e ganharem prêmios e reconhecimento. E assim foi.

No dia 1º de setembro, a relação era Itaú 60, Bradesco 100. No dia 31 de dezembro, fechamento de balanço, a relação saltou para Itaú 99, Bradesco 100. Um mês depois o Itaú tinha uma única e mesma identidade, os gerentes conscientes que trabalhavam numa mesma organização, mas, os depósitos voltaram para o nível original e assim permaneceram por décadas. Até o Itaú comprar o Unibanco e alcançar, finalmente, o 1º lugar do ranking.

Meses atrás, o Bradesco comprou o HSBC e retomou a briga pela liderança. Matéria de capa da Exame 1095, com Lázaro Brandão e Luiz Carlos Trabuco na capa, “A Revanche do Bradesco – Com uma agressividade incomum, o Bradesco vence a disputa para comprar o HSBC e encosta no Itaú na luta para ser o maior banco do privado do país”.

A foto revelada, hoje, aponta o Itaú “focinho” na frente do Bradesco. Mas, com a “digestão” do Unibanco praticamente concluída. Enquanto o Bradesco terá que encarar semelhante desafio – a “digestão” do HSBC –, no mínimo, pelos próximos dois anos. De qualquer maneira essa emocionante disputa, chega ao fim. No dia da compra do HSBC pelo Bradesco postei o seguinte comentário em meu blog com o título, OS BANCOS SUBIRAM NO TELHADO:

“Não necessariamente virarão pó. Mas sofrerão, em todos os próximos anos, uma redução sensível em seus territórios de atuação. Depois de décadas de soberania e risco zero os bancos até ontem navegavam em céu de brigadeiro e no piloto automático. Agora, e ainda bocejando, descobrem que tempestades se aproximam e ingressarão em período de graves turbulências. Vai acontecer com os bancos o mesmo que aconteceu com os táxis e com a hotelaria. Centenas, para não dizer milhares de aplicativos, tipo UBER e AIRBNB tornarão absolutamente desnecessárias dezenas de transações que até hoje passam pelos bancos e custam muito caro para seus clientes. E assim, e à semelhança do ataque de “APPS CUPINS” – silenciosos e incansáveis – correm o risco de, comidos pela base, cantos e lados, mergulharem em suave e irreversível decomposição.”

Apenas isso.

Fonte Antoine Saint-Exupéry – http://www.inteligemcia.com.br/bancos-o-fim-de-uma-era/

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Corretor faz do mercado brasileiro o mais interessante do mundo

Corretor faz do mercado brasileiro o mais interessante do mundo


O corretor de seguros é responsável direto pelo fato de o mercado brasileiro ser visto como o mais interessante do mundo. Aqui, a empresa encontra uma ampla rede de distribuição já pronta. Não existe isso em qualquer outro lugar do planeta. A afirmação foi feita pelo novo presidente da HDI Seguros, Murilo Setti Riedel, ao participar do programa “Bate Bola”, sendo entrevistado pelo diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho.

Segundo ele, a parceira com os corretores de seguros foi um dos pilares do rápido e consistente avanço da HDI no Brasil. A companhia, ainda utilizando a marca Hannover, era uma seguradora pequena, com foco nos riscos industriais, em contas mundiais, e atuação concentrada na Região Sul do Brasil.

Quando os acionistas alemães aceitaram a proposta de expansão da sua operação no País, os corretores de seguros tiveram um papel preponderante no projeto. “Em 2006, compramos a HSBC Seguros, que já tinha presença nacional, embora fosse uma companhia do mesmo porte da HDI. Aproveitamos essa distribuição nacional e a capacidade instalada para abrir filiais em todo o Brasil”, explicou o executivo.

Ele acrescentou que, hoje, a HDI conta com a parceria de cerca de 20 mil corretores de seguros, 1,4 mil funcionários e 72 filais, e contabiliza 4,2 milhões de segurados, 500 mil residências protegidas. “Somos a 5ª seguradora do ranking. A gente olha isso e sente orgulho, muita energia e alegria”, comentou Murilo Riedel.

Para o presidente da HSI, essa sinergia com os corretores será ainda mais essencial em 2017, ano que, na visão dele, será repleto de “desafios complicados”, com pouca possibilidade de recuperação na indústria automobilística, desemprego ainda em alta e falta de crédito.

Riedel advertiu que, nesse contexto, será preciso “trabalhar mais, fazer ajustes internos, aumentar a produtividade e a eficiência e investir forte na informatização” para superar os obstáculos que virão pela frente. “Será preciso um esforço adicional de trabalho, investimento e muito esforço”, observou.

Ele disse ainda que o corretor deve mesmo buscar a diversificação para manter seu espaço no mercado. Contudo, lembrou que a diversificação, apontada por muitos como a solução para todos os problemas da categoria, nem sempre é “tão simples”.

De acordo com o presidente da HDI, para diversificar com sucesso, é preciso conhecer muito bem a operação, como a maioria dos corretores conhece no caso da carteira de automóveis. “No ramo auto, o nível de conhecimento é impressionante. Por isso, entendo que não é tão simples a diversificação. Isso requer de todas as partes preparo e investimento”, concluiu.

Fonte: CQCS

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Cabe ao corretor definir quanto vai ganhar

Cabe ao corretor definir quanto vai ganhar


Em mais uma edição do “Pare e Pense”, o diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, aborda o tema “Comissão Mínima, quem deve determinar o ganho do corretor?”. Segundo ele, é importante que o corretor de seguros reflita bem sobre essa questão para avaliar, principalmente, se vale mesmo a pena ter um piso de comissionamento estabelecido por lei. “Quem determina o seu ganho é o corretor, não a legislação. Preço baixo não cria vínculo. Se o corretor fizer a cobertura adequada, o segurado certamente vai lembrar-se dele, no momento da renovação”, adverte Gustavo Doria.

Ele acrescenta que não há razão para alguns corretores insistirem nessa questão. Doria lembra, inclusive, que, na época das tarifas únicas, os prêmios eram determinados pelo IRB. Todo mundo sabia quanto cada seguro ia custar.

Além disso, a comissão era limitada, mas o corretor ganhava adicionais. E muitos profissionais devolviam dinheiro para clientes, o chamado “por fora”.

Na avaliação de Doria, essa situação pode retornar com a comissão mínima. “Baratinho nunca foi sinônimo de qualidade. É preciso lembrar ao segurado que o que ele está protegendo com o seguro vale muito mais que uma economia de R$ 10,00 ou R$ 100,00. Não é melhor buscar quem pode pagar pelos seus serviços de qualidade”, questiona.

Para Gustavo Doria, a comissão mínima não garante o segurado que não tem escrúpulos, que aceita dinheiro por fora. “Pare e pense: quem vai determinar quanto vai ganhar é você, corretor”, conclui.

Fonte: CQCS

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Brasileiro está desprotegido diante do Estado que vende dados pessoais

Brasileiro está desprotegido diante do Estado que vende dados pessoais
Envio de informações de aposentados do INSS a empresa de crédito consignado demonstra a barbárie em que se encontra o direito à privacidade


INSS já forneceu dados de aposentados a empresa de crédito. Fonte: Wikimedia Commons

Por Marina Pita*

Boa parte das pessoas respondem com um simples “eu não tenho nada a esconder” quando questionadas sobre suas necessidades de privacidade. Em geral, as pessoas pensam que quem não faz nada errado não precisa ter seus dados salvaguardados e acessíveis apenas a quem tiver autorização. Mas não é bem assim, e um caso recente pode nos ajudar a mostrar como são grandes os riscos da falta de privacidade.

No final de setembro, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) ajuizou uma ação civil pública contra o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) por ter permitido acesso aos dados dos aposentados e demais beneficiários da Previdência Social à Tifim Recuperadora de Crédito e Cobranças Ltda. A Tifim usa os dados para oferecer crédito consignado a aposentados por correspondência.

De acordo com o MPF-SP, os dados foram obtidos ilegalmente. Ao final do processo, a Procuradoria quer que a Justiça condene o INSS e a empresa ao pagamento de indenizações por danos morais individuais e coletivos.

Este não é um caso isolado de desrespeito do Estado no uso de dados dos cidadãos. Em 2013, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) repassou informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros para a Serasa, empresa privada que gerencia um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do País.

Em nenhum momento foi perguntado aos cidadãos se eles queriam ou autorizavam a entrega de suas informações para empresas privadas de crédito ou de qualquer outro ramo econômico. Aliás, a ausência de acordo entre Estado e cidadãos sobre como seus dados serão utilizados é notória nas esferas federal, estadual, municipal, além de autarquias públicas.

Por fim, diante do assombro público e indignação causados pela divulgação do acordo do TSE com a Serasa, o contrato foi cancelado. Mas ninguém está seguro.

Ambos os casos provam que não é apenas para esconder ilegalidades que serve e privacidade, mas também para proteger os cidadãos nas relações de consumo e garantir que não haja vantagem justamente da parte economicamente mais forte.

Demonstram, ainda, a total falta de respeito, bom senso e ética do Estado brasileiro com os dados dos cidadãos, sem falar no desrespeito à Constituição, e, em consequência, a urgência de aprovação de uma lei de proteção de dados pessoais.

A entrega dos dados dos cidadãos pelo Estado é uma das formas mais absurdas de violação da privacidade, porque os cidadãos não têm a opção de não entrega das informações. É obrigado a entregar o Imposto de Renda todos os anos, por exemplo, e quem garante que estes dados serão mantidos em segurança dentro dos órgãos do governo?

Que não haverá repasse entre pastas e que uma delas chegará a formalizar acordo com empresa privada? As guardas legais para isso são frágeis, uma vez que o Brasil é um dos poucos países do mundo que até hoje não têm uma lei de proteção de dados pessoais.

Enquanto isso, permanece o impasse pela votação do PL 5276/16, que segue em tramitação na Câmara dos Deputados, relegado a segundo plano após o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O PL, formulado e reformulado a partir de uma série de debates e negociações com os diversos atores interessados, estabelece que o tratamento de dados pessoais pela administração pública requer que o responsável informe ao titular as hipóteses em que será admitido o tratamento de seus dados.

O PL conta com uma seção específica para regular o tratamento de dados pessoais pelo poder público, em que deve ser realizado para atendimento de sua finalidade pública, na perseguição de interesses públicos.

De acordo com o texto, os órgãos do poder público devem informar as hipóteses em que realizam o tratamento de dados pessoais, com fácil acesso e atualizado constantemente – de preferência em seus sítios na web. O uso compartilhado de dados pessoais pelo poder público também deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas. E, finalmente, o PL veda ao poder público transferir dados pessoais a entidades privadas.

Mais uma vez, insistimos: é urgente a aprovação de uma lei de dados pessoais no Brasil porque, entre várias outras razões, o agravamento da crise econômica eleva o grau de risco de ampliação da promiscuidade entre poder público e entidades de crédito privadas. Quem perde são todos os cidadãos.

*Marina Pita é jornalista e integrante do Conselho Diretor do Intervozes

Fonte http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/brasileiro-esta-desprotegido-com-o-estado-que-vende-dados-pessoais
por Intervozes

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Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Greve dos bancários derruba crédito imobiliário, consignado e venda de carros

Agência Brasil
Industria automobilistica

Com a greve dos bancários, financiamento para a compra de veículos caiu 8,5% em todo o país
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A greve dos bancários ampliou a queda na concessão de crédito pelos bancos, em setembro, principalmente das modalidades de crédito imobiliário, consignado e de financiamento de veículos, informou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Neste ano, a greve dos bancários, que teve inicio em setembro, durou 31 dias, com retorno dos bancários ao trabalho no dia 7 deste mês.

A greve afetou principalmente as modalidades em que é preciso negociar a liberação do crédito nas agências bancárias. Em setembro, as concessões do crédito consignado (com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento) caíram 24,4%. O financiamento para a compra de veículos caiu 8,5%. No caso do financiamento imobiliário, as concessões recaram 24,2%.

Tramitação demorada nos bancos

“Essa é uma concessão [de crédito imobiliário] que tem um trâmite mais demorado, que exige a presença do solicitante nas agências mais de uma vez. Uma agência fechada interrompe todos esses processos. Ano passado foi afetado de uma forma bem mais modesta, tinha recuado 4%, mas este ano afetou de forma significativa”, disse Maciel.

No total, as concessões de crédito de todas as modalidades caíram 7,2% em setembro em relação a agosto deste ano para pessoas físicas.

Maciel ponderou, entretanto, que o crédito seguirá em tendência de desaceleração mesmo sem a greve dos bancários. “A tendência do crédito é desaceleração, com expectativa de retração no ano. O resultado de setembro foi prejudicado pela paralisação bancária, mas isso não significa que haveria uma mudança de tendência. O crédito não irá liderar o movimento de reação da atividade econômica, mas tem como contribuir nesse processo”, disse Maciel.

No mês passado, o BC divulgou sua projeção para o saldo das operações de crédito este ano. Segundo estimativa do BC, os bancos vão registrar este ano a primeira queda no saldo das operações de crédito, na série histórica, iniciada em março de 2007. O recuou deve ser de 2%.

Em setembro, o saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,2% em relação a agosto e ficou em R$ 3,109 trilhões. Em 12 meses encerrados, o saldo das operações de crédito caiu 1,7%.

Taxas de juros

Em entrevista coletiva para explicar os dados do crédito em setembro, Maciel também afirmou que não há uma previsão de quando o efeito da redução da taxa básica, a Selic, será sentido nos juros cobrados dos consumidores. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14% ao ano.

Em setembro, a taxa média de juros cobrada de pessoas físicas subiu para 73,3% ao ano e do cheque especial (324,9% ao ano) e do cartão de crédito (480,3% ao ano) bateram novo recorde.

Segundo Maciel, às vezes os bancos se antecipam à redução da Selic e reduzem os juros do crédito e em outras situações levam alguns meses para reduzir as taxas cobradas dos clientes. “Não se espera uma defasagem muito longa. [A queda da Selic] reduz o custo de captação [de dinheiro pelos bancos] e isso contribui para redução de todas as taxas ativas”, explicou.

Fonte http://istoe.com.br/greve-dos-bancarios-derruba-credito-imobiliario-consignado-e-venda-de-carros/

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Bradesco avalia se vale a pena reatar com o Postal

Bradesco avalia se vale a pena reatar com o Postal


O Bradesco estuda se vale a pena desembolsar ao menos R$ 1,2 bilhão para reassumir o balcão do banco Postal, que já comandou por uma década. O negócio, avaliam fontes, tem a cara da instituição e, além disso, não estaria enquadrado na restrição do Cade. Explica-se: por levar o HSBC, o Bradesco ficou impedido de fazer compras por 30 meses. Mas depois que perdeu a parceria com os Correios para o Banco do Brasil, em 2011, o Bradesco abriu mais de mil agências para compensar o Postal. Até agora, só Bradesco e BB solicitaram o edital.
Nem me viu. O Postal foi oferecido para o mineiro BMG antes da abertura do edital de concorrência, que aceita propostas até 11 de novembro. As conversas, porém, nem chegaram em preço. O BMG viu e não quis. O mineiro se considera bem arrumado, após vender a fatia na joint venture com o Itaú Unibanco em consignado.

Fonte http://economia.estadao.com.br/blogs/coluna-do-broad/bradesco-avalia-se-vale-a-pena-reatar-com-o-postal/Economia & Negócios

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Corretor tem nova opção para superar a queda nas vendas

Corretor tem nova opção para superar a queda nas vendas

seguro_carro
seguro-carroO corretor de seguros tem mais uma boa opção para enfrentar, e vencer, a queda na comercialização de seguros de veículos, provocada pela instabilidade na economia e a consequente retração das vendas de carros novos. Trata-se de um seguro que pode ser até 50% mais barato que as apólices tradicionais, mesmo oferecendo um amplo leque de coberturas e serviços ao segurado.

O Auto Roubo + Rastreador, desenvolvido pela Tokio Marine, já pode ser comercializado a partir desta terça-feira (27/09). O produto oferece vantagens como cobertura básica para furto, roubo e incêndio, além de assistência 24 horas e a instalação em comodato gratuita do rastreador.

Outra novidade que pode ajudar o corretor no processo de venda do produto, é a possibilidade de inclusão de cobertura para terceiros – responsabilidade civil danos materiais e corporais – vidros, carro reserva e todas as demais coberturas e serviços de seguro Auto. “Com este produto, vamos ampliar significativamente as oportunidades de negócios dos profissionais que comercializam nossos seguros e suprir as necessidades da parcela de consumidores que não contratam seguro porque não encontram preços acessíveis”, afirma o diretor de Automóvel da companhia, Luiz Padial, acrescentando que a Tokio Marine é a primeira grande seguradora a “oferecer um seguro de qualidade com rastreador, em vez de um rastreador com seguro.

Ele destaca ainda o fato de o seguro ser pago em até seis vezes sem juros ou 12 parcelas fixas.

O otimismo quanto ao sucesso de vendas do produto gera a expectativa de que, em três anos, o novo seguro responda por até 10% da receita total apurada na carteira de Auto.

Para o corretor, a Seguradora também oferece outras opções de produtos, cuja cotação pode ser feita por meio do Cotador Tokio Marine Auto – CTA. São elas: Tokio Marine Auto e Tokio Marine Auto Clássico.

A companhia também possibilita comissão flexível e preços mais competitivos e atraentes aos seus parceiros e clientes.

A Tokio Marine tem 1,2 milhão de veículos segurados e registrou R$ 1,1 bilhão em produção no primeiro semestre. Com esses números, o Market share da seguradora passou de 6,8% para 7,3%. “Atribuímos esse desempenho ao nosso foco na qualidade dos produtos e serviços, à flexibilidade dos seguros Tokio Marine e ao apoio dos mais de 20 mil corretores que trabalham conosco”, diz o executivo.

Não por acaso, há quatro anos consecutivos, considerando o intervalo entre 2012 e 2015, a Tokio Marine é a companhia que mais cresce em seguro Automóvel entre as dez maiores do setor. Em 2015, por exemplo, a companhia cresceu 19,3% nesse segmento, enquanto o mercado avançou 2,8%.

De acordo com Padial, a seguradora deve fechar o ano com um crescimento entre 5% e 6% em relação ao ano passado, mantendo o melhor desempenho entre as congêneres.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-tem-nova-opcao-para-superar-queda-nas-vendas/?utm_source=news-28-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Juro do rotativo do cartão bate recorde e vai a 475% ao ano

Bancos elevam as taxas das principais linhas no momento em que os financistas apostam na queda da Selic


Só em agosto, o juro do cartão subiu 3,5 pontos percentuais.
Foto: Eraldo Lopes
Quatro das linhas de crédito mais populares entre famílias e empresas e que envolvem o cheque especial e o cartão de crédito tiveram alta das taxas e atingiram, em agosto, o maior juro na série histórica do Banco Central (BC). A taxa mais elevada foi do rotativo do cartão de crédito, que atingiu 475,2% ao ano, o maior patamar da série histórica, desde março de 2011.

O aumento dos encargos cobrado dos clientes pelos bancos ocorre no momento em que o próprio mercado financeiro eleva expectativa de queda na taxa básica de juros Selic, na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Monetária (Copom), marcada para outubro.

Há um ano, até agosto, o juros do rotativo do cartão estava em 403,5%, ao ano. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão.

Outro juro médio que bateu recorde é o cheque especial, cuja taxa subiu de 312,1% para 318,4% ao ano. Nesse caso, é o maior patamar da série iniciada em julho de 1994. Somente neste ano, a taxa do cheque especial já subiu 34,1 pontos percentuais em relação a dezembro de 2015, quando estava em 287% ao ano.

Já a taxa do crédito pessoal aumentou 0,1 ponto percentual para 132,3% ao ano. A taxa do crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, também subiu 0,1 ponto percentual para 29,3% ao ano.

O mesmo fenômeno também é visto no crédito para as empresas. Pessoas jurídicas que tentam antecipar cheques pré-datados pagavam juro de 47,3% em julho e o custo passou para 47,6% em agosto, maior valor da série histórica.

Fonte http://new.d24am.com/noticias/economia/juro-rotativo-cartao-bate-recorde-475/158588

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Crédito imobiliário tem queda de 31,5% em agosto, diz Abecip

Crédito imobiliário tem queda de 31,5% em agosto, diz Abecip

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança somaram R$ 4 bilhões em agosto, montante 5,2% acima do resultado observado em julho e 31,5% inferior ao registrado em agosto do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 29, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Entre janeiro e agosto, os financiamentos imobiliários totalizam R$ 30,4 bilhões, montante 46,2% inferior ao apurado em igual período de 2015. No acumulado de 12 meses (setembro de 2015 a agosto de 2016), foram destinados R$ 49,4 bilhões em crédito para o setor, retração de 48,9% comparativamente aos 12 meses precedentes.

Em agosto de 2016, 18 mil imóveis foram financiados, crescimento de 3,9% sobre os 17,3 mil imóveis financiados em julho. Na comparação com agosto do ano passado, as concessões foram 36,1% menores.

Entre janeiro e agosto, foram financiados 135,8 mil imóveis, recuo de 47% em relação ao mesmo período de 2015, quando o financiamento atingiu 256,1 mil unidades. Em termos acumulados (12 meses), o crédito imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 221,2 mil imóveis entre setembro de 2015 e agosto de 2016, com redução de 50,1% relativamente às unidades financiadas nos 12 meses precedentes.

Poupança

Os saques nas cadernetas de poupança voltaram a superar os depósitos em agosto, como já vinha ocorrendo ao longo de 2016 e na maioria dos meses do ano passado. Com isso, a captação líquida mensal foi negativa em R$ 3,5 bilhões.

Em termos acumulados, entre janeiro e agosto de 2016, a captação líquida ficou negativa em R$ 39,1 bilhões, volume inferior ao registrado em igual período de 2015, quando ficou em R$ 45,8 bilhões negativos.

Fonte http://istoe.com.br/credito-imobiliario-tem-queda-de-315-em-agosto-diz-abecip/

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Seguros baratos estão em alta

Seguros baratos estão em alta


Alternativas de proteção com mensalidades de até R$ 20 ganham espaço no Brasil. As voltadas para quitar dívidas com escolas, em caso de problemas, têm forte expansão

Diante do encolhimento da renda das famílias, produtos de baixo custo, que têm como apelo a proteção contra o desemprego, ganham força e escapam da crise, surfando na direção contrária. Entre janeiro e junho, o seguro educacional, que tem parcelas entre R$ 10 e R$ 20, em média, e promete quitar a mensalidade escolar em caso de desemprego, cresceu quase 80% frente igual período de 2015. No período, a arrecadação do setor saltou de R$ 12,3 milhões para R$ 22 milhões, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O produto atinge de creches ao ensino superior e prevê também outras coberturas, como festa de formatura e até aulas particulares em caso de o estudante adoecer.

As escolas particulares estimam que em Minas Gerais o número de alunos na rede deve encolher entre 4% e 6% em 2017 em razão da crise econômica vivida pelo país. É esse cenário que motiva a contratação dos seguros voltados para a educação. No entanto, a Proteste Associação de Consumidores, alerta que é importante ter cuidado com o bombardeio de ofertas.

Para se proteger, o consumidor deve analisar o peso da parcela em seu orçamento e quais coberturas são de fato relevantes para sua rotina. O coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, também reforça que ler e entender o conteúdo da apólice é o primeiro passo antes de assinar um contrato. E ele reforça que os produtos não devem ser empurrados ou ter a compra forçada. “Entendemos que a venda obrigatória, quando o seguro já vem incluído na mensalidade escolar, é abusiva. Em caso de inadimplência, a escola pode executar o contrato e não obrigar a compra de um seguro, que deve ser de livre escolha e adesão do consumidor”, alerta.

BONS VENTOS

Em Belo Horizonte os seguros de educação estão concentrados nas escolas de maior porte. A sócia-diretora da BHR Corretora de Seguros, Regina Coeli, acredita que o produto tem horizonte favorável para crescer. O valor hoje, de R$ 15 em média, do seguro, segundo ela, pode ficar menor com a massificação e contar a favor da adesão das famílias. Segundo a especialista em seguros, a modalidade é ampla e pode cobrir o pagamento de toda a vida escolar da criança ou a faculdade, no caso de morte do responsável financeiro – que não pode ter mais de 70 anos. “Essa é uma modalidade vantajosa para o consumidor. Existem coberturas mais amplas, que vão além do desemprego, mas o brasileiro ainda não desenvolveu essa cultura.”

A estudante de medicina Mônica Prado, de 27 anos, diz que adquiriu um seguro em sua faculdade para proteção no caso de estágios feitos fora da escola. No entanto, ela não tem mais informações sobre o seguro educacional. Segundo Regina Coeli, ao aderir ao seguro escolar o consumidor deve avaliar a amplitude das coberturas, algumas são reduzidas e cobrem apenas de três a seis mensalidades, em caso de desemprego. Outras são mais amplas e atingem toda a vida escolar.

Há opções como cobertura básica, que abrange somente a série atual que o aluno está cursando. A apólice pode cobrir ainda todo o ciclo escolar ou do primeiro ao último ciclo oferecidos pela instituição de ensino. Não há limite quanto ao prazo de cobertura em caso de morte ou invalidez do responsável financeiro. Na hipótese de perda de renda ou desemprego, a apólice cobre de três a seis mensalidades escolares.

Para que servem?

Seguro para prestações: É contratado quando o consumidor faz um financiamento, empréstimo ou para quitar parcelas de dívidas de cartão de crédito, crediário e cheque especial em caso de desemprego (exceto justa causa), invalidez, incapacidade física ou até mesmo morte. Seguros educacionais: São úteis para quitar a mensalidade escolar da série atual que o aluno está cursando ou ainda todo o ciclo escolar oferecido pela instituição de ensino.

Quando a dívida é quitada? >> No seguro de prestações, a quitação da dívida é total em caso de morte e invalidez permanente. No entanto, em caso de desemprego involuntário, geralmente são quitadas no máximo seis parcelas. E pode haver carência >> No seguro escolar, mensalidades são quitadas em caso de desemprego involuntário e também morte ou invalidez. O número de parcelas vai depender de cada contrato.

O que o seguro não cobre? >> As exclusões mais comuns nesse tipo de produto são o desemprego voluntário, ou seja, caso você peça demissão não terá direito à quitação das parcelas do seguro. >> Também não há cobertura para morte decorrente de doenças preexistentes (de conhecimento do segurado) que não tenham sido declaradas na proposta de adesão; ou para suicídio quando ocorrido dentro dos primeiros dois anos de vigência do seguro. >> Fique atento às carências exigidas, aos prazos e documentos para reivindicar a indenização.

Qual o valor do seguro?

>> Educacional: em média, 1% do valor da mensalidade da escola. >> Prestamista: pode custar menos de R$ 10, mas quando a parcela é maior, geralmente para cada R$ 10 mil, a mensalidade varia entre R$ 40 e R$ 70.

Fonte em.com.br
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/seguros-baratos-estao-em-alta/?utm_source=news-26-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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Monopólio do Corretor de Seguros provoca reflexão e encanta

Monopólio do Corretor de Seguros provoca reflexão e encanta

Uma atenta e participativa plateia coroou de êxito a primeira versão da palestra “O Monopólio do Corretor de Seguros”, que o diretor Executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, apresentou durante a 10ª edição do Ecos, promovida pelo Sincor-PR, na cidade de Cascavel.

Patrocinada pela Bradesco Seguros, a palestra, que é baseada no livro De Zero a Um – o que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício”, de Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, como o Facebook e o Google, foi muito elogiada pelos Corretores de Seguros presentes, que deixaram o local do evento com ensinamentos que podem se colocados em prática no seu dia a dia profissional.

Foi o caso de Carlos Tiem, profissional de Cascavel, que destacou o fato de Gustavo Doria ser do mercado e conhecer bem os anseios e necessidades do corretor de seguros. “A apresentação foi muito boa. Trouxe ensinamentos relevantes sobre a valorização profissional. Essa motivação é muito importante para todos nós”, destacou.

A mesma sensação de que “valeu a pena” teve o corretor Jurandir Leite. Para ele, a apresentação “foi excepcional” e ajudará muito os profissionais que participaram do evento. Leite destacou, particularmente, o comportamento da plateia. “Todos os presentes ficaram muito atentos. Para nós, foi muito importante a forma como a palestra foi apresentada, com muitas informações sobre assuntos pertinentes neste momento, servindo para que a gente fique de olhos aberto. O envolvimento foi total”, frisou.

O presidente do Sincor-PR, José Antonio de Castro, também gostou do que viu na palestra. Segundo ele, foi compensador a forma como a plateia se comportou. “Houve uma total interação nos aspectos debatidos. O Gustavo Doria mexeu com a plateia e fez pensar sobre o que o corretor deve fazer para evoluir, mudar de atitude e crescer”, acentuou.

O palestrante também ficou satisfeito com o resultado obtido. Para Gustavo Doria, foi muito importante realizar essa palestra para um pblico questionador e participativo. “Creio que deixei uma semente dos pontos principais que podem ajudar na perpetuidade dos Corretores de Seguros, observou Doria.

Na palestra, Gustavo Doria se inspirou na teoria desenvolvida por Peter Thiel por identificar vários pontos em comum com a trajetória do corretor de seguros. “O Corretor é o monopolista da distribuição de seguros, o inventor a distribuição de seguros no Brasil. O Corretor é o responsável por haver toda essa enorme frota segurada no País, quem difundiu o seguro no Brasil foi o corretor de seguros”, frisou o diretor do CQCS.

Para ele, os outros canais que surgem agora, como o canal eletrônico, a venda direta, as lojas de departamento e até os bancos são “replicadores do modelo do corretor de seguros”.

Gustavo Doria acredita que será possível difundir a palestra em 2017. “Espero que muita gente se interesse e que haja muitos convites para muitas praças. Na verdade, o que a gente busca aqui é perpetuar o corretor de seguros como o grande distribuidor de seguros e protetor da sociedade brasileira”, ressaltou.

A Bradesco Seguros patrocina Gustavo Doria neste novo road show, que será levado a várias praças, começando pelo Paraná e, em seguida, o Rio Grande do Sul.

Fonte: CQCS – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretores-elogiam-palestra-de-gustavo-doria-filho/?utm_source=news-26-09-16&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs

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