Margem consignável e suas limitações indevidas

Margem consignável e suas limitações indevidas

A margem consignável é uma limitadora no percentual total que pode ser comprometido na renda do trabalhador, aposentado ou pensionista.

A boa regra econômica determina e orienta o comprometimento de apenas 30% da renda do seu contracheque. Com exceção dos aposentados e pensionista do INSS que podem comprometer até 35% do seu benefício. Essa margem fica dividida em 30% para empréstimos e 5% para cartão de crédito.

Os empréstimos consignados são oferecidos com 72 meses de prazo para pagamento, e na maioria das vezes é um alento para os aposentados e pensionistas que lutam para enfrentar os tempos de crise financeira que assola o país.

De acordo com a Drª. Tatiana Júlio, advogada especialista em direito previdenciário, alguns cuidados precisam ser adotados na utilização destes empréstimos. Segundo a especialista algumas vezes o beneficiário vai ao banco realizar a contratação do empréstimo e é surpreendido com a informação que não poderá utilizar os 30% da sua margem, o que é lei, pois parte dela está comprometida para a Reserva de Margem Consignável.

O que estes beneficiários não tem conhecimento é que na maioria das vezes quando contratam um empréstimo existe no contrato uma clausula mencionando que parte da margem fica restrita para contratação do cartão de crédito e pagamento da fatura.

Além disto, a empresa envia um cartão de crédito para a casa do beneficiário ou o que é ainda pior, embutem no cartão de débito do beneficiário, aquele que ele usa apenas para sacar o benefício previdenciário, a tal reserva de margem consignada.

De acordo com a orientação da Drª. Tatiana Júlio a solução para isto é retirar um detalhamento de extrato junto ao INSS e um histórico de contratação de empréstimo, nestes documentos aparecerão todas as contratações já realizadas no benefício, inclusive se existe reserva de margem consignável e quem a realizou.

Identificando a reserva da margem consignável, o próximo passo é procurar o banco e solicitar a retirada imediata da reserva de margem existente no benefício. Tal pedido não sendo atendido amigavelmente o aposentado/pensionista deverá procurar a justiça para garantir a retirada bem como a devolução dos valores cobrados e demais reparações legais.

Fonte https://noticias.terra.com.br/dino/margem-consignavel-e-suas-limitacoes-indevidas,b9054c21fa18d9d3ce83d07d74f67418ddqlzbun.html

Read More
Cinco motivos para confiar em uma fintech

Cinco motivos para confiar em uma fintech

Afinal, como sei que posso confiar meu dinheiro a uma conta em uma empresa que nem banco é?


iStock
Elas estouraram em 2014 e hoje já são mais de 200 só no Brasil. As fintechs, aquelas empresas inovadoras com soluções para gestão financeira, estão cada vez mais em alta. Movimentações, pagamentos, emissão de boletos, transações via cartão de crédito, tudo em alguns cliques, com custos reduzidos. Parece tudo tão simples – e de fato é – que muita gente se pergunta: afinal, como sei que posso confiar meu dinheiro a uma conta em uma empresa que nem banco é? Que não possui agência física nem é vinculada ao Banco Central?

Neste caso, a desconfiança que parte do pressuposto de que as fintechs são muito jovens, às vezes desconhecidas no cenário global e com serviços facilitados até demais, pode ser reduzida pelas cinco razões que listo abaixo:

1 – Vinculada não, prestando informação sim: o fato de uma fintech não depender de autorização do Banco Central para funcionar não significa que ela age de qualquer maneira. A PagueVeloz, por exemplo, presta informações à entidade da mesma forma que instituições tradicionais. A diferença é que uma fintech, que aposta na tecnologia disruptiva, rompendo um padrão e trazendo um conceito totalmente diferente ao mercado financeiro, se encaixa em outras normas de regulamentação. De qualquer forma, ninguém faz o que bem entende. É preciso prestar contas aos órgãos públicos todos os dias, mostrando idoneidade.

2 – Investimentos são constantes: as startups que apostam em soluções para gestão financeira não só conquistaram o público, mas também a atenção de investidores. Grande parte delas recebe aporte ou capital de algum sócio (empresa ou pessoa física) que cobram resultados e boas práticas, já que precisam manter seu nome e reputação em dia. Só no Brasil, já foram investidos mais de R$ 1 bilhão neste modelo.

3 – Boa parte das fintechs está ligada a instituições de fomento: Sebrae (através de programas como o StartupSC, do qual participamos), InovAtiva Brasil, Darwin Starter são exemplos de programas de capacitação e aceleração que recebem anualmente esse tipo de negócio em seus grupos de seleção. Para integrar a equipe é preciso comprovar que o negócio é verdadeiro e que o cliente terá segurança ao contar com os serviços da startup. Além do mais, são mentorias e ações que fortalecem ainda mais a atuação dessas empresas.

4 – Metade dos clientes bancários no mundo já usam serviço de fintech: o que mostra que muita gente tem confiado nesse tipo de serviço e obtido bons resultados. Além disso, a chegada desse novo modelo de negócios fez com que bancos tradicionais buscassem se reinventar. Muitos passaram a oferecer soluções facilitadas, inspirados nos serviços das fintechs. Atualmente, segundo o World FinTech Report (WFTR), estudo conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn, na China e na Índia, 75% das pessoas que utilizam bancos também já apostam nas fintechs.
5 – Informações de fácil acesso e ao mesmo tempo protegidas: a preocupação da maioria dos usuários está voltada à segurança oferecida pelas fintechs. Afinal, meus dados estarão protegidos? Como vou saber o que está acontecendo? Apesar do fácil acesso, você só pode entrar na conta através de login e senhas pessoais. É claro que a internet é um ambiente amplo e cabe ao usuário buscar a conexão segura – evitando, por exemplo, computadores compartilhados, esquecer de sair do sistema após usá-lo ou sites desconhecidos. No entanto, com estes cuidados, sem dúvida a experiência do consumidor será positiva.

Modelos novos de negócios habitualmente causam desconfiança (quem não se lembra da chegada da Internet ou dos smartphones, por exemplo?). Mas basta uma análise de riscos X benefícios para perceber que dá para extrair o que há de melhor nessa nova maneira de gerir as finanças oferecida pelas fintechs e garantir mais tranquilidade no dia a dia.

Nilton Spengler Neto – Diretor da PagueVeloz.

Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-motivos-para-confiar-em-uma-fintech/117840/

Nilton Spengler Neto, Administradores.com

Read More
BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups

BMG associa-se à Bossa Nova e tem R$ 100 milhões para investir em startups


João Kepler, um dos sócios da Bossa Nova Investimentos. Plano é investir em 1.000 startups até 2020
Ralphe Manzoni Jr.

O grupo BMG tornou-se sócio minoritário da Bossa Nova Investimentos, empresa que investe em startups liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler.

Com a sociedade, o BMG vai injetar R$ 100 milhões que serão usados para novos aportes em companhias iniciantes. Atualmente, a Bossa Nova investe em 150 startups, 42 delas nos Estados Unidos.

“Ganhamos agilidade e rapidez com esse novo investimento”, afirmou Kepler ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS.

A holding da família Pentagna Guimarães, dona do banco BMG, já tinha três frentes de investimentos. Uma delas era a Lendido, plataforma online de empréstimos. A outra era a BMG UpTech, que investia em startups em fase inicial. Por fim, o BMG Digital Lab, que busca parcerias com companhias iniciantes em estágios avançados.

Os bancos brasileiros estão cada vez mais interessados em se aproximar de companhias iniciantes. O Itaú, por exemplo, apoia o Cubo, um espaço de co-working desenvolvido em conjunto com o fundo Redpoint e.ventures.

O Bradesco criou o InovaBra Ventures, que fez aporte em duas empresas: a Rede Frete Fácil, uma espécie de Uber do frete, e a Semantix, com foco em computação cognitiva.

A Bossa Nova se autodefine como uma microventure capital, que faz aportes em uma fase chamada antes do Seed Money. Os valores investidores ficam entre R$ 100 mil e R$ 800 mil.

O plano de Schurmann e Kepler é contar com 200 empresas investidas até o fim deste ano. Em 2020, segundo a dupla, a meta é chegar a 1.000 startups. “Os recursos do BMG serão usados para alcançar esse número”, diz Kepler.

A busca da Bossa Nova não se restringe ao Brasil. Com o novo aporte, o fundo está atrás de startups na América Latina e nos Estados Unidos.

Seu modelo de negócio, segundo Kepler, é semelhante ao da SV Angel, um fundo de venture capital baseado em São Francisco que já realizou 720 investimentos em 620 startups.

A SV Angel, por exemplo, foi um dos fundos que apostou, bem no início, na operação de compartilhamento de quartos Airbnb e na rede social para jovens Snapchat, hoje empresas que valem bilhões de dólares.

Kepler diz também que a Bossa Nova Investimentos analisa se prosseguirá com uma captação, que já estava em curso, de outros R$ 100 milhões – sendo que 40% desse valor seria levantando no primeiro semestre deste ano.

Fonte http://www.istoedinheiro.com.br/bmg-associa-se-bossa-nova-e-tem-r-100-milhoes-para-investir-em-startups/

Read More
Seguradora investe cerca de R$ 100 milhões para melhorar o dia a dia dos Corretores

Seguradora investe cerca de R$ 100 milhões para melhorar o dia a dia dos Corretores


A Seguradora fez uma série de inovações para agilizar os processos internos que sustentam o crescimento e facilitam o dia a dia das pessoas. A Companhia investe anualmente cerca de R$ 100 milhões em melhorias e sistemas que incluem gastos com a atualização da infraestrutura básica (como armazenamento de dados, rede, servidores e telefonia) e o desenvolvimento de ferramentas e novidades.

De acordo com Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora, o principal projeto desenvolvido em 2016 foi o serviço de Apólice Digital, que tornou a companhia 100% digital. “A iniciativa foi finalizada com a reestruturação de todos os cadastros e documentações da carteira de Produtos Pessoa Jurídica, beneficiando também corretores e clientes desse segmento”, afirmou.

Ele acrescentou ainda que a digitalização promove uma série de vantagens, como o acesso às apólices no Portal Nosso Corretor, no Portal Autoatendimento (segurado) e nos aplicativos mobile do Corretor e do Cliente. Em linha com a estratégia de ser uma empresa totalmente digital e contribuir tanto com os Corretores e Clientes como com a sociedade de uma forma sustentável, outro projeto realizado em 2016 que teve impacto nessa meta foi o de integração com sistemas de multicálculos e plataformas de corretoras, também seguindo uma tendência do mercado segurador.

O sistema de solicitações de cotações também foi renovado com o objetivo de aprimorar a navegação na ferramenta e aumentar a produtividade do processo. “A ferramenta, disponível no site institucional da Tokio Marine, proporciona diversas facilidades, como segunda via e atualização de boleto (para pagamento atrasado), segunda via de apólice, cartão on-line com todas as informações da apólice, do item segurado e telefones das assistências, (para ver e imprimir), aviso e acompanhamento de sinistros (Auto e Residencial), entre outras conveniências”, explica Lavrador.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/seguradora-investe-cerca-de-r-100-milhoes-para-melhorar-o-dia-dia-dos-corretores

Read More
Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Caixa Econômica anuncia lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016

Queda dos ganhos em relação a 2015 é de 43%.


Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (28) ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro.
O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).
Crédito
O crédito habitacional alcançou saldo de R$ 406,1 bilhões e aumento de 5,6% em 12 meses. As contratações somaram R$ 81,8 bilhões no ano, dos quais R$ 62,9 bilhões com recursos do FGTS, incluindo subsídios, e R$ 17,6 bilhões com recursos do Caixa/SBPE, além de R$ 1,3 bilhão com outros recursos.
As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas chegaram a R$ 191 bilhões: uma redução de 4% em 12 meses, sob influência, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica. O segmento comercial pessoa física apresentou queda de 0,8% no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado, que cresceu 7,2%, fechando o ano com saldo de R$ 63,9 bilhões.
Poupança
O saldo das captações da Caixa cresceu 4,5%, chegando a R$ 984,1 bilhões. “A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 27,7% em CDB e 4,1% na poupança.”
Hoje, o banco contabiliza 68,8 milhões de contas de poupança: um crescimento de 7,8% em relação a dezembro de 2015.

Fonte G1 – http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/caixa-economica-anuncia-lucro-de-r-41-bilhoes-em-2016.ghtml

Read More
Mercado de benefícios: Corretor deve ficar atento aos novos modelos de negócios

Mercado de benefícios: Corretor deve ficar atento aos novos modelos de negócios

 


Durante o 9º Congresso dos Corretores de Minas Gerais que aconteceu na cidade de Contagem, Leonardo Freitas, Diretor de Mercado da Bradesco Seguros, chamou atenção dos Corretores para os produtos de Vida e Previdência. Ele lembrou que o país tem quase 10 milhões de consumidores potenciais para vida e previdência.

Além disso, Freitas falou também do mercado de benefícios para PME´s. “O setor de benefícios teve uma evolução considerável e as PME’s podem oferecer benefícios aos funcionários como forma de reter talentos”, destacou. O dirigente falou que o Corretor de Seguros faz o equilíbrio entre os interesses da empresa e os interesses do empregado. “Há novos modelos de negócios e a oportunidade para o Corretor está em entregar ao cliente uma proposta de valor”, afirmou.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/mercado-de-beneficios-corretor-deve-ficar-atento-aos-novos-modelos-de-negocios

Read More
Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo

Cartão de crédito: Bancos definem condições com limites do rotativo


Bancos divulgaram as taxas e parcelamentos para saldo dos cartões com restrição ao rotativo MARCELO G. RIBEIRO/JC Patrícia Comunello

Os bancos já estão divulgando as condições de juros e parcelamentos de saldo devedor com a limitação de uso do crédito rotativo dos cartões.
Os clientes terão de ter as opções a partir de 3 de abril, cumprindo a resolução 4.549 do Conselho Monetário Nacional (CMN) que limitou o uso do rotativo por até 30 dias.
Com isso, o saldo remanescente da fatura só poderá entrar no financiamento do rotativo, com taxas mais altas, até o vencimento da fatura seguinte.
O efeito da resolução deve ser sentido nas faturas dos detentores de cartões com vencimento a partir dos primeiros dias de maio.
A restrição de uso do crédito do rotativo foi colocada para pressionar bancos a migarem os clientes a financiamentos com juros mais em conta.
Os maiores bancos de varejo já definiram as taxas e as modalidades para financiar o saldo.
Itaú-Unibanco, Bradesco, Santander (dos privados), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (públicos) já divulgam as condições de taxas e parcelas.
O Banrisul ainda não definiu os novos juros do parcelamento.
BB, Itaú e Bradesco dizem que também cortaram as taxas. No caso do BB, as taxas do rotativo e do parcelado são quase as mesmas.
O Bradesco diz que acabou com o rotativo e adota um parcelamento automático.

Confira as condições de cada banco:

Banco do Brasil: Parcelado: taxas variam de 1,91% a 9,38% ao mês.
O cliente escolhe o número de parcelas ou automaticamente o saldo será parcelado em 24 vezes.
Rotativo: o banco informa que reduziu em janeiro os juros do rotativo, com taxas de 1,92% a 9,79% ao mês, muito próximas as do parcelado.

Banrisul: Parcelado: até 24 meses. Os juros ainda estão sendo avaliados.
O banco garante que terá taxas competitivas.

Bradesco: Parcelamento: o banco vai oferecer programação de 12 parcelas automáticas.
Aplicativo no site da instituição simula opções com valores e taxas e como vai funcionar os parcelamentos.
Rotativo: o banco acabou com a modalidade, além de dizer que reduziu em 33% as taxas, que vão de 3,6% a 9,8% ao mês e são aplicadas ao parcelado.

Caixa: Parcelamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses. Taxas: 3,3% a 9,9% ao mês.
Parcelamento automático: acionado para valores abaixo do pagamento mínimo e alternativa as seis opções de parcelamento.

Itaú-Unibanco: Parcelamento: até 24 parcelas. Taxas entre 0,99% e 8,9% ao mês.
Juros do rotativo: o banco diz que reduziu quatro pontos suas taxas mensais, que podem cair até 7 pontos dependendo do histórico de pagamentos do cliente.
Santander: Parcelamento: 4 a 18 vezes, com juros de 2,99% a 9,99% ao mês.

Fonte Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/03/economia/553853-bancos-divulgam-taxas-e-condicoes-para-rotativo-do-cartao-de-credito.html)

Read More
BB vai indenizar bancário que sofreu descontos salariais diretamente na conta corrente

BB vai indenizar bancário que sofreu descontos salariais diretamente na conta corrente

Os descontos superaram o limite de 30% da remuneração e ocasionaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

Reprodução: fotospublicas.com
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco do Brasil S.A. por ter descontado valores creditados a mais no salário diretamente na conta corrente de um empregado. No entendimento da Turma, o desconto teria de ser feito no salário, respeitando-se o limite de 30% da remuneração (Lei 10.820/03), uma vez que, mesmo sendo empregado do banco mantenedor da conta corrente, os valores existentes nela não pertencem à instituição financeira.
O bancário – que à época do ajuizamento da ação se encontrava afastado em licença previdenciária – recebia do BB uma complementação de auxílio-doença equivalente à diferença entre o benefício recebido pelo INSS e o valor do seu salário da ativa. Entre 2009 e 2010, o banco pagou a totalidade do salário, sem deduzir os valores recebidos pelo INSS, e, ao constatar as irregularidades, debitou os valores na conta do empregado de uma única vez.

O bancário requereu indenização por danos materiais e morais alegando que o desconto, de cerca de R$ 16 mil, causou transtornos de ordem pessoal e financeira. O banco, por sua vez, argumentou que o empregado sabia que os valores foram pagos a maior e deveriam ser restituídos.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Brasília (DF) julgou improcedente os pedidos do bancário, e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) deferiu apenas a indenização por danos materiais, no valor de R$ 6 mil, por considerar que os descontos, feitos de maneira inesperada e em montante superior a 30% da remuneração, causaram prejuízo financeiro ao trabalhador.

TST

O ministro José Roberto Freire Pimenta, relator do recurso do bancário ao TST, acrescentou à condenação a indenização por danos morais, também no valor de R$ 6 mil. Para o ministro, o ato do banco, independentemente de culpa concorrente do empregado (que sabia do pagamento a maior) ou da necessidade de compensação dos valores, causou-lhe prejuízos como a devolução de cheques não compensados e sua inscrição em cadastros de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o relator, o dano resultou da conduta irregular do Banco do Brasil, que, “na condição de empregador, se julgou autorizado a realizar descontos diretamente da conta corrente, e não sobre a remuneração devida, em total desacordo com a hipótese prevista com o artigo 462 da CLT”. “Os valores existentes na conta corrente, ainda que esse seja empregado do banco reclamado, não pertencem à instituição financeira, sendo totalmente incabível a retenção verificada nos autos, sob pena de caracterizar apropriação indébita”, concluiu.

A decisão foi unânime.

Processo: 581-13.2011.5.10.0006

Fonte TST
Fonte http://www.jornaljurid.com.br/noticias/bb-vai-indenizar-bancario-que-sofreu-descontos-salariais-diretamente-na-conta-corrente

Read More
Projeto de lei multa banco que vender Seguros

Projeto de lei multa banco que vender Seguros

O projeto de lei da senadora Rose de Freitas do PMDB- ES, publicado na Agência Senado no dia 03 de março, revela que incluir consumidores sem autorização em promoções de bancos pode se tornar crime. Conforme a matéria publicada pelo portal, o texto (PLS 33/2017) prevê a proteção dos consumidores contra dívidas causadas por produtos que não foram solicitados.

Para Sergio Ricardo, executivo do mercado de seguros, a prática da “empurrologia” é uma das maiores besteiras comerciais a que uma empresa pode recorrer. “A prática funciona como isca para os desavisados e pouco esclarecidos, literalmente ‘queimando o filme’ das instituições e quase sempre significando um péssimo negócio para o consumidor”.

Segundo o advogado, Gilberto de Jesus, a prática de cobrar de cliente o preço de um seguro sem que o mesmo tenha solicitado é ilegal, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. “É importante criminalizar a conduta. O consumidor que pagou por produto ou serviço não solicitado deve receber o que pagou em dobro, e ainda pode pleitear indenização por danos morais na esfera judicial”.

O consumidor deve estar atento às condições de vendas, e não se deixar levar pelo preço baixo ou comodidade. Conforme Gilberto, a contratação de um seguro deve ser feita através de um Corretor. “Contratar um seguro por banco, sem a orientação de um profissional capacitado é um ato de muita coragem. Todo seguro ofertado deve ter o Corretor”.

Sergio acredita que a iniciativa parlamentar é reflexo da insatisfação do consumidor de seguros e da sociedade. “A única forma de proteção do consumidor é evitar esse tipo de promoção ou, se for atraído por ela, questionar, pedir informações, documentos, contratos ao limite da exaustão”.

O executivo revela ainda a importância de conhecer o produto que está contratando e de ser assessorado pelo Corretor de Seguros. “Seguro é um serviço. Assim, é necessário conhecer as suas características antes de contratar e ter a quem perguntar para tirar dúvida”.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/projeto-de-lei-multa-banco-que-vender-seguros

Read More
Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Startup fintech: uma nova proposta de serviços financeiros

Que tal a sua próxima conta bancária ser oferecida por uma startup fintech? Se ainda não está por dentro da nova proposta de serviços financeiros, vamos apresentá-la para você e explicar por que é a melhor opção ao microempreendedor individual (MEI)

RICARDO CAPUCIO
ADVOGADO, ESCRITOR, EMPREENDEDOR E FUNDADOR DA CONTA.MOBI
Você sabe o que é startup? E fintech o que é?A união das duas palavras de origem estrangeira constrói um termo que ganha evidência também no Brasil: a startup fintech.

Estamos falando de serviços financeiros oferecidos por negócios de base tecnológica. São empresas que conquistam espaço no mercado com uma proposta diferenciada e que, não por acaso, tem caído no gosto especialmente do público mais jovem.

Neste artigo, vamos explicar o que é uma startup fintech e que tipo de facilidades ela oferece, da conta digital ao cartão de crédito. Também abordaremos as principais diferenças para os bancos, justificando por que esse tipo de empresa é mais vantajosa para um MEI.

Acompanhe a leitura, fique por dentro dessa novidade e descubra tudo sobre as fintech brasileiras, uma nova proposta de serviços financeiros.

O que é startup fintech?
Maior eficiência por um preço mais baixo. Quem não gostaria que seu banco fosse assim? Pois essa é uma característica das startups fintech, modernas empresas que aliam tecnologia e finanças.

Não por acaso, elas vêm causando uma verdadeira revolução em todo o mundo, desafiando e colocando dúvidas sobre um sistema bastante antigo e tradicional.

Mas é um tanto precipitado vê-las como inimigas dos bancos, especialmente porque as semelhanças até existem em alguns dos serviços oferecidos, mas desaparecem na forma como isso acontece.

O que marca as fintechs é a atuação online. Exclusivamente pela internet, as empresas conseguem realizar o que um banco faz, mas de forma única: com tecnologia de ponta e por um custo bastante inferior, o que se justifica pela estrutura bem mais enxuta.

Em todo o mundo, conforme dados da empresa de pesquisa Venture Scanner, eram mais de 1.400 startups fintech no início de 2016. No Brasil, há muitos casos famosos e com milhares de usuários fascinados pela experiência de gestão online do dinheiro.

Desde a administração da conta bancária até a solicitação de empréstimo, passando pelo controle do cartão de crédito, nada mais precisa ser realizado presencialmente. Basta estar conectado à internet, até mesmo pelo celular.

É ou não uma proposta que tem tudo a ver com mentes mais jovens e antenadas?

Quais serviços oferece?
As startups fintech que já atuam no Brasil são uma bela amostra de que não existe limite para elas. É possível, a partir delas, ter acesso a todo o tipo de serviço financeiro. Vamos conhecer alguns deles:
Conta bancária digital: todos os serviços oferecidos por bancos tradicionais, com recursos extras.
Cartão de crédito: sem tarifas e sem anuidade para compras à vista e a prazo.
Microsseguros: para automóveis, motocicletas, empresas, residências, seguro de vida e seguro viagem.
Empréstimos: para pessoas físicas e jurídicas, com taxas de juros mais baixas.
Investimentos: como aplicar seu dinheiro com segurança e rentabilidade.
Gestão de benefícios: pagamentos de alimentação, refeição e combustível.
Soluções em recebimentos para empresas: cobranças em cartões de crédito, débito online e boleto.
Máquina de cartão de crédito: com conexão à internet e gerenciamento por aplicativo.
Controle financeiro pessoal: aplicativo organiza as finanças e fica conectado à conta corrente e ao cartão de crédito.

Como funcionam essas empresas?
São muitos serviços oferecidos em condições diferenciadas, por um custo inferior e agregando as vantagens da tecnologia de ponta. Como isso é possível?
Diferentemente de um banco tradicional, uma fintech não precisa de milhares de funcionários e agências físicas espalhadas pelo país, pois têm funcionamento eletrônico. Por isso, seus custos são menores.

Já a eficiência encontra razão na parceria com a tecnologia. Essas startups têm na inovação um modo de operação e ela aparece na forma como os usuários vivenciam a experiência financeira.

Mais detalhes interessantes sobre a forma como as fintechs funcionam estão no relatório FintechLab. Segundo a publicação, a revolução por elas provocada no mercado se explica por quatro razões principais:

1. Desenho centrado no usuário
O termo remete à maneira como a solução oferecida é desenhada. Isso significa que muitas fintechs tem na forma como se relacionam com o usuário seu principal diferencial. Conforme o documento, desenhar serviços centrados em pessoas exige pesquisa, empatia, co-criação e metodologia.
Essa estratégia desperta o interesse também dos bancos tradicionais. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, declarou em evento no ano passado que os clientes desejam maior velocidade. “Sem dúvida é uma mudança grande, onde o cliente está no centro da proposta”, afirmou.
2. Serviços inovadores
A proposta é de reversão do foco: em vez de o objetivo central estar na geração imediata de receita imediata, opta-se por atender a necessidades latentes do usuários, como a gestão financeira.
3. Eficiência
Uma característica que torna os processos mais eficientes em uma startup fintech é base a tecnológica consistente, com plataformas modernas e com armazenamento de informações na nuvem. Tudo isso reduz seu custo de operação e o tempo para a tomada de decisões.
4. Blockchain
A tecnologia blockchain é utilizada para validar e certificar operações financeiras em ambientes invioláveis devido à sua alta criptografia, o que garante a privacidade e segurança das informações. Não é por acaso que tem despertado interesse também dos bancos tradicionais.
Startup fintech são seguras?
Essa é um receio comum, talvez até capaz de postergar a adesão dos mais experientes à nova proposta de serviços financeiros. Afinal, são anos e anos de convivência com o sistema dos bancos tradicionais. Como encontrar a mesma segurança em um celular?
Se você tem essa dúvida, pode ficar tranquilo. É incomparável o nível de proteção oferecido em uma transação eletrônica com o ato de carregar dinheiro em espécie para ir ao banco, por exemplo.
Além disso, se você tem conta bancária, certamente a instituição que a oferece disponibiliza canais online para consulta de saldo, transferências e pagamentos. Se você já acha que o internet banking, da forma como conhece, é um ambiente seguro, saiba que a tecnologia encontrada nas fintechs amplia essa proteção.
No tópico anterior, acabamos de falar sobre um das razões. A tecnologia blockchain é uma das responsáveis por tornar seguras as operações realizadas por fintech.
E o melhor: a indústria de segurança da informação está permanentemente buscando criar alternativas de tornar o meio digital definitivamente inviolável a práticas criminosas. O esforço é contínuo e já produz um ambiente bem menos ameaçador do que as ruas da sua cidade.
Startup fintech x bancos
De início, quando surgiram as primeiras startups fintech, o tom de concorrência com os bancos era mais elevado do que é hoje.
Atualmente, ao mesmo tempo em que a tecnologia diferencia a nova proposta, estimula uma aproximação de quem está há mais tempo no mercado. Afinal, é preciso fugir do conservadorismo para não perder clientes.
Uma prova vem da pesquisa da Goldman Sachs, divulgada pela Revista Época no ano passado: 33% dos millennials (termo que define jovens nascidos entre 1980 e 2000) acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos e metade espera que seus serviços sejam prestados por startups.
Neste vídeo, o vice-presidente de Markets do Itaú Unibanco, Caio David, fala sobre o impacto das fintechs sobre os bancos.
Mas o foco das fintechs não está apenas serviços bancários. Como veremos a seguir, em exemplos de startups brasileiras já atuantes, todo o tipo de solução financeira já tem entre aqueles que as oferecem um representante de base tecnológica.
Exemplos de startup fintech brasileiras
O relatório FintechLab mapeou no Brasil mais de 130 iniciativas de startups atuantes no setor financeiro por aqui. Elas foram divididas em 10 categorias:
Pagamentos
Gerenciamento Financeiro
Empréstimos e Negociação de Dívidas
Investimento
Funding
Seguros
Eficiência Financeira
Segurança
Conectividade
Bitcoin/Blockchain.
As três primeiras categorias são as que concentram o maior número de empresas: 31% oferecem pagamentos, 18% focam no gerenciamento financeiro e 16% atuam na concessão de empréstimo e negociação de dívidas.
Outra características das fintechs brasileiras reveladas pelo relatório é que 31% delas são direcionadas exclusivamente para o consumidor final, 27% para empresas e 42% atendem ambos os públicos.
Também segundo o levantamento, em 2015, a cada 10 fintechs, três tiveram faturamento superior a um milhão de reais. No conjunto, a receita bruta dessas empresas seria equivalente ao resultado operacional do 16º banco que mais fatura no país e que, em 2015, arrecadou R$ 173 milhões.
O FintechLab cita, entre os cases de sucesso no país, as seguintes empresas: GuiaBolso, ContaAzul, Bank Fácil, Stone, Nubank, Asaas, Kitado, Vindi, Intoo, Biva, Geru, Eqseed, FoxBit e CloudWalk.
A conta.MOBI é também uma das fintechs brasileiras, oferecendo a conta digital mais vantajosa ao microempreendedor individual. Pelo computador ou aplicativo, é possível realizar pagamentos e transferências, consultar o saldo, planejar-se financeiramente e emitir boletos de cobrança.
7 razões das fintech serem mais vantajosas para o MEI
Ainda na dúvida? Reunimos agora as principais razões para afirmar porque as fintechs oferecem as mais vantajosas soluções para um MEI. Perceba pelas características em comum que é quase um casamento perfeito.
Descomplicação: tudo se resolve de forma online
Custo baixo: as menores tarifas para a melhor solução de suas demandas
Segurança: ambientes criptografados afastam possíveis intrusos
Flexibilidade: no celular, tablet ou computador, basta estar conectado para utilizar os serviços
Autonomia: com soluções focadas no usuário, é tudo do seu jeito, assim como é na sua empresa
Eficiência: a proposta compreende oferecer o melhor resultado sem perda de tempo
Suporte: atendimento personalizado por diferentes canais.
Qual o futuro das startups fintech?
Quem tentou responder essa pergunta foi o FintechLab, que estabeleceu ao final do relatório algumas possibilidades.
Uma das mais interessantes se refere à internacionalização das empresas, com o aumento de investimentos externos. É bom destacar que 77% delas buscam parceiros e 30% estão se preparando para o mercado internacional. Qual será a nossa primeira fintech a faturar milhões do outro lado da fronteira?
Melhor organização institucional das fintechs, maior atuação tecnológica dos bancos e o aumento na participação de grandes empresas nesse mercado são outras projeções.
Neste vídeo, você confere uma entrevista com Fábio Ullmann, consultor do setor financeiro da IBM Brasil, que aborda justamente o futuro das fintechs
Conclusão
Neste artigo, apresentamos um pouco sobre o mundo das startups fintech, empresas que aliam finanças e tecnologia e que vem conquistando o mercado com sua proposta diferenciada.
Para quem precisa de soluções financeiras de baixo custo e alta eficiência, vale se informar mais sobre as opções disponíveis no mercado nacional e experimentar na prática as suas vantagens.
Certamente, essa é uma demanda que se encaixa no perfil do MEI. E foi especialmente para esse público que a conta.MOBI surgiu. Tornar mais fácil a vida de quem tem um negócio a gerir é uma missão com a qual a tecnologia muito pode contribuir.
Que tal deixar o futuro entrar na sua empresa?

Fonte http://www.otempo.com.br/interessa/tecnologia-e-games/startup-fintech-uma-nova-proposta-de-servi%C3%A7os-financeiros-1.1450702

Read More
Presença do Corretor é imprescindível para as operadoras de telefonia oferecerem seguro

Presença do Corretor é imprescindível para as operadoras de telefonia oferecerem seguro


O estudo realizado em 2016 pela Kantar Worldpanel apontou que nove em cada dez brasileiros já tem um celular. A crescente adesão de smartphones pela população brasileira aumentou a procura por seguros. Em razão desta procura, algumas seguradoras vêm firmando parcerias com operadoras de telefonia, visando facilitar o processo de contratação do serviço.

O advogado e especialista em seguros, Gilberto de Jesus, acredita que é uma tendência do mercado segurador, as seguradoras fecharem parcerias com operadoras. “Acredito que isso se torne ainda mais comum, tendo em vista, que as operadoras possuem um canal de vendas massificado, por conta disto, os serviços e produtos atingem um maior número de pessoas”.

O advogado ressalta ainda que a comercialização de seguros pelas operadoras é possível, desde que, a instituição de varejo mantenha o convênio com as seguradoras e apresente a autorização da SUSEP. “As operadoras podem comercializar seguros, desde que elas tenham um contrato com a seguradora e tenha a assessoria de um Corretor de seguros para prestar toda a assistência técnica às operações”.

Durante a contratação de um seguro, seja ele qual for, é imprescindível a presença de um Corretor de Seguros. “Se a operadora disponibilizar todas as informações ao consumidor não haverá problemas”. O advogado considera ainda que o Corretor possui uma formação específica para prestar esclarecimentos relacionados a sua atividade.

Fonte CQCS | Juliana Leite – https://www.cqcs.com.br/noticia/presenca-do-corretor-e-imprescindivel-para-as-operadoras-de-telefonia-oferecerem-seguro

Read More
Corretor: saiba se vale a pena ter um produtor

Corretor: saiba se vale a pena ter um produtor


No “Pare e Pense” dessa semana, o diretor executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, discute um assunto que é tema recorrente nos grupos de whatsApp administrados pelo CQCS: ter ou não ter produtor?

Doria diz que essa é a dúvida existencial de muitos corretores, mas é preciso levar muitos fatores antes de tomar essa decisão. “Usar o produtor para aumentar volume de prêmio da corretora não vale a pena. O produtor tem de ser alguém que agregue valor que seja uma extensão da sua corretora”, sugere.

Além disso, ele alerta para um fator importante: “o produtor é corretor habilitado? Se não for, pode ter um problema aí”, diz. Doria lembra ainda que para vender seguros é preciso ter formação. “Produtor que não é corretor não garante ao corretor a qualidade na distribuição”, diz. E um outro detalhe que o corretor que decide trabalhar com produtor deve pensar é o aspecto trabalhista: “se você tem alguém vendendo seguro pra você todo dia, você tem um vinculo trabalhista. Ter alguém vendendo pra você é mais sério do que você imagina”, alerta.

Isso para não falar de outros problemas que um produtor pode trazer como uma fraude. O corretor precisa estar atento ao fato de que nesse caso, isso coloca em risco a sua habilitação e reputação. “O corretor deve discutir se vale a pena ter produtor e qual produtor. O ideal um distribuidor que fosse habilitado, cadastrado como preposto ou remunerado com a corretagem e que estivesse alinhado com a filosofia da corretora”, sugere.

Ele lembra ainda que o produtor pode ser um corretor em início de carreira interessado apenas em montar a sua própria corretora. “Se for assim, é preciso combinar antes para que um dia o corretor não se sinta traído porque o produtor sumiu com toda a sua carteira”, alerta.

Assista o vídeo na integra e acesse nosso canal e se inscreva.

Fonte CQCS | Sueli Santos – https://www.cqcs.com.br/noticia/corretor-saiba-se-vale-pena-ter-um-produtor/?utm_source=news-23-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=2e562b61c3-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_23&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-2e562b61c3-15123961

Read More
Como duas corretoras, que teoricamente deveriam ser concorrentes, podem se ajudar?

Como duas corretoras, que teoricamente deveriam ser concorrentes, podem se ajudar?


Aconteceu na ultima quinta-feira, 16/03, o primeiro encontro entre as corretoras Projacseg e Shelter.

A ação idealizada e realizada pela Kuantta Consultoria consiste em que os gestores das duas corretoras façam uma palestra um para o time da outra.

Jader Bastos foi à Shelter e fez a sua apresentação durante quase duas horas com perguntas e respostas no final.

Os assuntos abordados, além da história e da evolução da Projacseg nos 20 anos de existência, foram: a evolução do mercado de seguros e o papel do corretor, a concorrência e como devemos nos preparar para enfrentar e o que fazer para continuarmos crescendo em um cenário de mudança.

Na próxima terça, 21/03, é a vez da Shelter enviar o seu representante para ir falar para a equipe da Projacseg.

Arley Boullosa, sócio fundador responsável pela estratégia e área comercial da Shelter, também fundador da Kuantta, seguirá o mesmo formato e irá falar sobre como surgiu a corretora, qual o seu modelo de negócio, como está vendo o mercado e perspectivas para 2017 e 2018.

A iniciativa busca a troca de experiências entre as duas empresas e mostrar que existe uma nova forma de fazer negócios e crescer: a colaboração entre corretores.

A Kuantta irá repetir a ação com outras corretoras porque acredita que ficou para trás aquela velha história que corretores são concorrentes e não devem se ajudar.

Fonte Arley Boullosa Shelter
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/como-duas-corretoras-que-teoricamente-deveria-se-concorrentes-podem-se-ajudar/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

Read More
Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado

Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado


A prática de cadastrar um consumidor em programas promocionais de bancos sem autorização pode virar crime. Por exemplo, empurrar seguros ou cartões de crédito, para “atingir metas”. Isto é o que prevê o projeto de lei da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) estabelece pena de detenção de um a seis meses ou multa. A ideia é proteger os consumidores contra débitos causados por produtos que não foram solicitados.

O texto também torna nulos os débitos gerados por cadastramento desse tipo. Segundo a senadora, muitas vezes esses programas promocionais geram prejuízos aos consumidores sem que eles sequer saibam que foram cadastrados Para ela, criminalizar a conduta do cadastramento sem autorização pode coibir esse tipo de ação por parte das instituições financeiras.

O texto está na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde será analisado em decisão terminativa. Isso significa que o texto pode ir direto para a Câmara se for aprovado na comissão e não houver recurso para a análise pelo Plenário.

Fonte Agência Senado via Sincor-RS
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/banco-que-empurrar-para-seus-clientes-seguros-nao-solicitados-pode-ser-penalizado/?utm_source=news-21-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=7db2c7f514-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_21&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-7db2c7f514-15123961

Read More
Susep defende união do mercado para combater seguro pirata

Susep defende união do mercado para combater seguro pirata


Susep não consegue combater as empresas de seguro pirata sozinha. Joaquim Mendanha, superintendente da Susep, diz que a assumiu a direção da autarquia ele disse que tem dado prioridade ao encaminhamento de processos contra o mercado marginal para o Ministério Público Federal. “A Susep tem suas limitações jurídicas”, diz ele.

Mendanha alerta que é importante o empenho do mercado em combater o problema. Para isso, ele disse que pretende conversar com o presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), Armando Vergílio, e com Márcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) para que todos enfrentem juntos o problema. “O mercado precisa encontrar uma solução definitiva para o problema porque é preciso proteger o consumidor que, sem proteção nenhuma, busca essas empresas de proteção veicular”, alerta.

Fonte CQCS | Sueli Santos
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/susep-defende-uniao-do-mercado-para-combater-seguro-pirata/?utm_source=news-20-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=575cbd6bee-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_20&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-575cbd6bee-15123961

Read More
Fintech Creditas inicia busca por parceiros off-line

Fintech Creditas inicia busca por parceiros off-line

Felipe Zullino comanda a empresa que empresta dinheiro a 1,1% ao mês


Felipe Zullino comanda a fintech Creditas que empresta dinheiro a 1,1% ao mês

A fintech [startup que cria inovações na área de serviços financeiros, com processos baseados em tecnologia] Creditas anunciou que está buscando parceiros off-line. A companhia, criada em São Paulo em 2013, resolveu colocar a estratégia em ação depois de ganhar um aporte de R$ 60 milhões liderado pela International Finance Corporation (IFC), braço do grupo do Banco Mundial para mercados emergentes. Agora, a Creditas se apoia na modalidade de crédito com garantia para dobrar de tamanho neste ano, além de trabalhar para reduzir os juros no país, uma das missões da empresa. Em 2016, de acordo com o sócio e diretor de desenvolvimento de negócios da Creditas, Felipe Zullino (foto), a empresa triplicou de tamanho. “Em número de acessos [pessoas buscando a plataforma on-line] foi um crescimento de mais de quatro vezes. Hoje estamos com 800 mil acessos por mês. [E] esse novo aporte já estava já nos nossos planos. Como toda startup clássica, precisamos de investimento para ampliar. Com um produto [crédito com garantia] pouco difundido [no país] para ser vendido [apenas] on-line, agora vamos buscar também parceiros off-line”, contou Zullino em reportagem veiculada pelo jornal Gazeta do Povo desta quarta-feira (15).

“Entre os parceiros buscados estão, por exemplo, consultores financeiros que já ajudam pessoas físicas e jurídicas em investimentos e também na reestruturação de dívidas. Dentro da ideia de que o dinheiro oriundo dos empréstimos também pode ser usado em uma reforma, por exemplo, a Creditas também procura parceiros como lojas de varejo, arquitetos e empresas de engenharia. Em números, a empresa pretende dobrar a atual carteira de ativos de crédito de R$ 135 milhões e também o atual número de 120 funcionários”, revela a matéria.

“A Creditas oferece dois tipos de empréstimos com garantia e, com isso, não muito segredo quanto as razões que permitem à fintech emprestar a taxas abaixo do mercado. O segredo maior do sucesso da empresa talvez esteja na clareza de missão da Creditas – que faz com que, por exemplo, ela repasse as quedas na taxa básica de juros diretamente para os clientes sem o questionamento dos seus acionistas – e também na desburocratização de todo o processo de empréstimo. Outra vantagem da Creditas, segundo a própria empresa, é que ela também funciona como um marketplace, ou seja, serve de ponte entre várias entidades de financiamento (investidores institucionais e instituições financeira), apresentando para o cliente a melhor opção de crédito possível. Por essas características, é que a empresa também resolveu mudar de nome, para se distanciar cada vez mais da figura do banco e se aproximar mais da imagem de uma plataforma de serviços de crédito”, explica a reportagem veiculada no jornal paranaense.

Linhas de crédito
No caso do crédito com garantia do automóvel, a linha começa com um empréstimo mínimo de R$ 2 mil e taxas de 1,99% ao mês. O prazo máximo para pagamento é de cinco anos. A regra básica é que os valores emprestados sejam de até 80% do valor do carro na tabela Fipe. Já o crédito concedido tendo como garantia imóveis começa com um mínimo de R$ 30 mil e taxas de 1,15% mais a correção monetária pelo IPCA. O prazo máximo de financiamento da dívida é de 20 anos e o valor máximo que pode ser emprestado é de R$ 2 milhões. Nesse caso, a regra é de que o empréstimo seja de até 50% do valor do imóvel. A reportagem revela que a Creditas também está atuando no mercado C2C, de consumidor para consumidor, tendo por meta a comercialização de carros entre pessoas físicas. “Como nos financiamentos oferecidos pelos bancos, essas linhas exigem a mesma documentação e também a vistoria do imóvel ou do automóvel. Novamente, o que, segundo a Creditas, a diferencia das instituições financeiras tradicionais, é que isso tudo ocorre em menos tempo e com o auxílio dos consultores. Segundo Zullino, para os empréstimos com garantia de automóvel o tempo médio entre solicitação e aprovação é de dois dias; no caso dos imóveis, esse tempo fica entre 35 e 40 dias”, detalha a Gazeta do Povo.

Fonte http://www.amanha.com.br/posts/view/3714/fintech-creditas-inicia-busca-por-parceiros-off-line

Read More
Dinheiro rápido e barato: Crédito consignado é mais ?atrativo que empréstimo pessoal

Dinheiro rápido e barato: Crédito consignado é mais ?atrativo que empréstimo pessoal


Em Itajaí, a AC Cred é uma das agências credenciadas para operar o empréstimo consignado

A oferta é sedutora: dinheiro com pouca burocracia, com liberação rápida e, o mais importante, com juros muito baixos. As vantagens do chamado crédito consignado são muito superiores aos empréstimos convencionais, praticados pelas instituições bancárias, o que facilita a vida de quem precisa de dinheiro rápido e barato.
Cristiano dos Santos, proprietário da AC Cred, agência que opera empréstimos consignados, diz que uma das principais vantagens desse tipo de crédito é justamente o valor dos juros. “A taxa de juros é bem mais em conta do que um empréstimo pessoal”, afirma.
Em média, os juros de um crédito consignado giram em torno de 2,10% ao mês. Que é menos da metade do conhecido CDC, o crédito direto ao consumidor, praticado por banco ou grandes redes de varejo (veja tabela comparativa abaixo).
O proprietário da AC Cred explica que os juros do crédito consignado conseguem ser baixos porque os bancos credores têm a garantia de que receberão o que foi liberado, já que o pagamento das parcelas é feito através de desconto direto nas folhas de pagamento.
Por isso, em geral, os consignados são feitos para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos. No caso da AC Cred, ressalta Cristiano, além dos aposentados, barnabés do estado e de órgãos federais podem fazer o empréstimo.
Os prazos de pagamento dos empréstimos consignados também costumam ser amplos. No caso de aposentados e pensionistas do INSS, chega até seis anos. Para servidores do estado e de órgãos federais, é ainda maior: oito anos. Em todos os casos, quem pede o dinheiro emprestado pode comprometer até 30% de sua renda.
Outra vantagem do consignado, diz Cristiano, é a facilidade de obter o empréstimo. “Não tem consulta no CPC ou no Serasa e não precisa deixar nada em garantia”, afirma. Por isso, o crédito consignado é muito mais desburocratizado e acaba saindo num tempo menor que um empréstimo comum bancário.

Agência credenciada
O empresário indica que as pessoas procurem sempre agências que tenham escritório físico e sejam credenciadas pela Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País (Aneps). “E é muito importante que as pessoas não entreguem seus dados por telefone para evitar caírem em golpes”, alerta.
O dono da AC Cred ainda lembra que é possível refinanciar as dívidas do empréstimo consignado e até mesmo fazer a “portabilidade”, que é mudar de uma instituição bancária credora para outra, procurando juros mais baratos. No caso da AC Cred, por exemplo, são 12 bancos que estão à disposição dos clientes.
A AC Cred tem quatro escritórios físicos na região. O central fica na rua Olímpio Miranda Júnior, 137, no centro de Itajaí. O outros são em Navegantes (Av. Santos Dumont, 136, centro); Penha (Rua Antônio Joaquim Tavares, 237, centro); e Barra Velha (Rua Paraná, 457, centro).

 

Comparação entre consignado e CDC
Instituição Taxa de juros
AC Cred 2,10%
Banco do Brasil* 5,81%
Bradesco* 6,54%
Caixa Econômica Federal* 5,71%
Itaú* 6,43%
Safra * 5,90%
Santander* 7,99%

Fonte http://diarinho.com.br/noticias/economia/dinheiro-rapido-e-baratocredito-consignado-e-mais-%E2%80%A8atrativo-que-emprestimo-pessoal/

Read More
Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central

Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central

Pela metodologia do BC, ranking leva em consideração apenas o número de reclamações consideradas procedentes


Bradesco, BB e Caixa lideram ranking de reclamações no Banco Central. Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

O Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideraram o ranking das instituições financeiras que mais receberam reclamações dos clientes no primeiro bimestre de 2017. O ranking foi publicado nesta quarta-feira (15) pelo Banco Central e considera instituições financeiras com mais de quatro milhões de clientes.

No topo da lista está o Bradesco, com índice de reclamações de 17,28. Neste caso, são consideradas todas as instituições que fazem parte do conglomerado, como o próprio banco Bradesco, o Banco Boa Vista e o Bradesco BBI, entre outras.

Pela metodologia do BC, o índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso do Bradesco, foram 1.598 reclamações consideradas procedentes em janeiro e fevereiro sobre uma base total de 92.474.594 clientes.

Na segunda posição entre as instituições, aparece o BB com índice de 17,25 no segundo semestre (1.024 reclamações procedentes e 59.336.099 clientes). Em seguida, está a Caixa, com índice de 15,37, resultado de 1.286 reclamações procedentes numa base de 83.628.417 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando bancos e financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Santander (índice de 13,75), Itaú (11,54), Banrisul (9,79), Votorantim (5,09), Midway (1,07), Pernambucanas (0,22) e Banco do Nordeste (0,17).

O BC também divulga o ranking de instituições com menos de 4 milhões de clientes. Neste segmento, a liderança das reclamações no primeiro bimestre é do Safra, com índice de reclamações de 83,27. Depois aparecem Pan (72,92), Paraná Banco (49,50), Agiplan (32,55) e Citibank (32,18).

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item “irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços”. Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 790 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor e teve liderança da Caixa, com 277 reclamações procedentes.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada” (756 reclamações) e, em seguida, “débito em conta de depósito não autorizado pelo cliente” (672 reclamações).

Fonte Estadão Conteúdo
Fonte http://www.gazetadopovo.com.br/economia/bradesco-bb-e-caixa-lideram-ranking-de-reclamacoes-no-banco-central-5hceinac4bz8xsm7kri7i7i5n

Read More
Startup facilita crédito a negativados e já arrecadou R$ 800 mil

Startup facilita crédito a negativados e já arrecadou R$ 800 mil

A EasyCrédito foca em pessoas com pouco acesso a instituições financeiras – e, em uma campanha de equity crowdfunding, arrecadou 800 mil reais


Mulher pensa em dinheiro

Dinheiro: todos os dias, cerca de 100 propostas são fechadas pela EasyCrédito (./Thinkstock)
São Paulo – Se você já tomou um crediário ou conhece alguém que já o tenha feito, deve saber quão penoso costuma ser tal processo – especialmente para quem sente na pele os efeitos da crise econômica.

O cliente vai a uma loja; olha os produtos vendidos, fazendo sua lista de desejos; negocia os valores com o vendedor; e então submete suas informações para uma análise de risco. Muitas vezes, esse longo procedimento não dá resultado: o consumidor tem seu crédito negado e sai da loja de mãos abanando.

O consultor financeiro Marco Túlio Ramos logo percebeu esse problema. Combinando tal demanda com o sonho de abrir uma startup, fundou em 2015 a EasyCrédito: um marketplace de serviços de crédito para quem tem nenhum ou pouco acesso às instituições financeiras.

Com dois anos de vida e quatro acelerações, a EasyCrédito já conta com 200 mil usuários cadastrados e 32 empresas oferecendo serviços (incluindo fintechs). Todos os dias, cerca 100 propostas são fechadas.

Na última rodada de investimentos recebido pela startup, por meio de uma campanha de equity crowdfunding, o negócio arrecadou 800 mil reais. Agora, a EasyCrédito negocia novos aportes e planeja uma expansão internacional.

Começo de negócio

Ramos já conhecia a área e o mundo do empreendedorismo: seu primeiro negócio foi uma consultoria de crédito para pequenas e médias empresas, aconselhando os documentos que deveriam ser apresentados e como se portar em uma negociação com um banco.

“O negócio começou a crescer bastante, beneficiando tanto para as empresas quanto os bancos. Mas eu não sabia nada sobre startups ainda, só sobre mercado financeiro. Então, me sugeriram que eu começasse a trabalhar em um espaço de coworking de Goiânia”, conta o empreendedor.

O começo foi estranho para Ramos, mas logo ele abandonou o jeitão de advogado e se inseriu no mundo de startups. Eventualmente, virou o sócio desse espaço de coworking por um tempo.

Ele só via um problema: ainda que fomentasse muitos negócios inovadores, seu próprio empreendimento continuava sendo tradicional. “Eu quis me desafiar a montar uma startup de finanças, que é a área pela qual me apaixonei.”

Aí surgiu a ideia da EasyCrédito – uma plataforma que antecipa a análise de crédito, para fazer com que a pessoa só vá à loja tendo a certeza de que poderá comprar.

“Quem precisa de crediário costuma ser quem tem nenhum ou pouco acesso ao sistema financeiro: o usuário que não conhece poderes de compra, como cartões”, explica Ramos. “A pessoa se frustra ao ir ao estabelecimento, escolher os produtos, negociar com o vendedor e, só depois de todo esse processo emocional e operacional, vê que seu crédito foi reprovado e volta de mãos vazias.”

Essa proposta se tornou realidade em março de 2015, quando a EasyCrédito foi lançada, em Goiânia. Ramos começou o negócio, mas hoje há outros quatro sócios-fundadores: Bárbara Moreira, Douglas Jason, Egio Arruda e Rodrigo Siqueira.


Espaço da EasyCrédito no Google Campus, em São Paulo (Google Campus/Divulgação)

Como funciona, para os bancos e os usuários?

A EasyCrédito funciona tanto em uma versão para desktop quanto para smartphones (aplicativo), ambas gratuitas. O usuário se cadastra, escolhe o serviço de crédito desejado e confirma a solicitação. A resposta é enviada por e-mail.

As modalidades oferecidas são empréstimo pessoal, financiamento de bens de consumo, crediário, cartões bandeirados de crédito e abertura de conta corrente. Para sair apenas do crediário, incluiu instituições financeiras na plataforma e se transformou em um marketplace. A plataforma fica com uma porcentagem variável por contrato, cobrada da instituição, indo até 17% do valor combinado.

Segundo Ramos, a EasyCrédito é interessante a essas instituições porque oferece mais dados colocados pelo usuário, como perfis em redes sociais. Isso facilita a análise real do risco de crédito do candidato e permite, portanto, que mais operações de crédito possam ser aprovadas.

Já do lado do consumidor, a pessoa pode consultar suas informações de crédito sem nenhum atrito ou constrangimento que podem existir em um atendimento presencial. Ele também afirma que a burocracia é menor, fazendo com que a concessão ou não de crédito saia mais rápido.

O público maior da EasyCrédito pertence às classes C, D e E, com uma renda média de dois mil reais por mês. O ticket médio de empréstimo é de 3 mil reais, por exemplo.

Pessoas que já tiveram crédito negativado podem participar da plataforma. “Hoje, no mercado, existe o que chamamos de assimetria de informações: se você foi reprovado em uma loja, pode ser aprovado em outra. É algo que depende do apetite de risco da instituição que concede o crédito, então é possível tentar em novas assim que houver uma reprovação”, afirma Ramos.

Mesmo assim, o empreendedor diz orientar que uma pessoa muito endividada, com dezenas de restrições, pondere se adquirir mais crédito será a solução ou apenas uma bola de neve de dívidas. Na plataforma, é possível consultar a situação do CPF e acessar conteúdos gratuitos sobre educação financeira.

Infelizmente, as taxas de juros dos serviços financeiros não costumam abaixar em relação aos pedidos comuns: o diferencial do negócio está mais na facilidade de uso. As taxas variam de 0% (financiamento sem juros) até 5% ou 6% ao mês.

“Esse público que está entrando no mercado financeiro agora não dá informações suficientes para que as taxas consigam ser menores. Os bons acabam pagando pelos maus. O que nós fazemos é insistir em taxas mais justas, apresentando as informações que coletamos”, afirma.
Acelerações e investimentos

A EasyCrédito passou por diversas acelerações ao longo de seus dois anos de vida. A primeira foi em dezembro de 2014: o programa Start-Up Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Com o processo, os empreendedores conseguiram modelar o negócio e lançá-lo alguns meses depois.

Depois, passou pelos processos InovAtiva Brasil (do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e Inovabra (do banco Bradesco).

Em agosto de 2016, a startup foi selecionada para a primeira turma de residentes no Google Campus, espaço da gigante de tecnologia localizado no bairro do Paraíso, em São Paulo.


Marco Túlio Ramos, da EasyCrédito, em Demo Day no Google Campus, em São Paulo (Google Campus/Divulgação)

Em uma rodada de equity crowdfunding feita também em 2016, a EasyCrédito arrecadou 800 mil reais ao todo. Hoje, o negócio continua no Campus e conversa com investidores.

A meta para 2017 é terminar o ano com ao menos 700 mil usuários, além de iniciar a conversa com instituições financeiras de outros países de língua portuguesa, da América Latina e do Leste Europeu.

Fonte Exame Por Mariana Fonseca
Fonte http://exame.abril.com.br/pme/startup-facilita-credito-a-negativados-e-ja-arrecadou-r-800-mil/

Read More
Roubo de automóvel durante a vistoria: De quem é a responsabilidade?

Roubo de automóvel durante a vistoria: De quem é a responsabilidade?


A noticia publicada ontem (15) sobre o carro que foi furtado durante a vistoria do seguro em Vitória, levantou um questionamento entre os leitores: De quem é a responsabilidade neste caso? Para entender os fatos, o CQCS entrou em contato com o advogado Gilberto de Jesus que exemplificou as duas situações possíveis.

No caso, o carro de uma analista de mercado foi roubado durante uma vistoria do seguro. De acordo com testemunhas, a vítima estacionou o veículo, desceu e encontrou com vistoriador. Minutos depois, dois criminosos chegaram e os renderam. Não se sabe ao certo o local em que a analista foi rendida, o que acaba dificultando os esclarecimentos.

Conforme Gilberto de Jesus, “pelo relato, presume-se que o veículo e o condutor encontravam-se em via pública, em direção ao local da vistoria. Neste caso, difícil se atribuir culpa à oficina pelo crime, pelo simples fato de estar o interessado pelo seguro conduzindo o veículo para a vistoria”.

“Se o veículo e o condutor estavam dentro do recinto da oficina, ou em local de propriedade controlado pela mesma, é possível se atribuir culpa à oficina, e também à seguradora, porque ambas estavam em fase pré-contratual, visando prestação do serviço”, considerou o advogado.

O Corretor Eduardo Aranda, acredita que nesta situação, existe uma relação entre seguradora e segurado, de acordo com o código do consumidor. “Ao entrar em um estabelecimento, o cidadão deve ser protegido pela seguradora ou pelo dono do estabelecimento. Se a proposta da vistoria foi emitida, e a seguradora indicou um lugar, o cliente confiou e foi. Não cabendo ao segurado esta responsabilidade”.

A Delegacia de Furtos e Roubos e Veículos (DFRV) está investigando o caso e até o momento ninguém foi preso.

Fonte CQCS | Juliana Leite
Fonte https://www.cqcs.com.br/noticia/roubo-de-automovel-durante-vistoria-de-quem-e-responsabilidade/?utm_source=news-16-03-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=f5a2841fca-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_16&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-f5a2841fca-15123961

Read More

ATENÇÃO

Este site NÃO tem NENHUMA relação com o serviço de consulta cadastral chamado CREDINFO POSTAL.

Enquanto este site, o www.credinfo.com.br, refere-se a um software de gestão para Correspondentes, o serviço CREDINFO POSTAL parece ser um serviço interno de consultas dos bancos, onde deve funcionar como um serviço de consulta cadastral, tipo o Serasa. Também ouvimos relatos que tal serviço chamado de CREDINFO POSTAL é consultado nas agências dos Correios.

Portanto se seu CPF foi negativo pelo CREDINFO POSTAL, procure o banco ou uma agência dos Correios e se informe sobre a origem desta negativação. Nós não temos condições de ajuda-lo, já que desconhecemos a origem deste serviço.

Então o site www.credinfo.com.br nunca foi um sistema de consulta cadastral e nem será. É apenas um site que oferece um software para download para correspondentes calcularem suas comissões de propostas.

É apenas uma coincidência dos nomes, enquanto este site chama-se Credinfo.com.br, o serviço de consulta cadastral, onde provavelmente negativou seu CPF, chama-se CREDINFO POSTAL.